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Troféu Leon Cakoff para Domingos Oliveira

Contemplado com R$ 1 milhão em edital BNDES, Cineasta e dramaturgo DOMINGOS OLIVEIRA receberá Homenagem na Mostra de Cinema de São Paulo

Dois novoss filmes do múltiplo DOMINGOS estarão na tradicional Mostra de São Paulo disputando o Prêmio Itamaraty. São eles: Primeiro Dia de Um Ano Qualquer, exibido com êxito no Festival do Rio, e o recentíssimo Acaso e Paixão, com Vanessa Gerbelli, o encenador Aderbal Freire-Filho (!), e grande elenco.

A merecidíssima Homenagem que DOMINGOS OLIVEIRA receberá é o Troféu Leon Cakoff – reverenciando a memória do criador da Mostra -, que também será entregue à atriz Claudia Cardinale e ao diretor iraniano Abbas Kiarostami.

Além disso. Domingos Oliveira fará palestra com o tema “Os Filmes da Minha Vida”, tarefa que ele conta, “realizarei com muita emoção”.

Viva DOMINGOS OLIVEIRA, uma das mais iluminadas Inteligências deste País !

Bordados, rendas e colagens para traduzir a criação fílmica

Cartaz do Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo

apresenta trabalho do designer Julian Campos

 

Em 2012, as múltiplas camadas que compõem um filme inspiraram a criação da identidade visual da 23ª edição do Festival Internacional de Curtas-metragens de São Paulo, que acontece de 23 a 31 de agosto. A cada ano, o Festival seleciona o trabalho de um jovem artista gráfico para desenvolver o cartaz. A partir daí, são criadas todas as peças de divulgação  – camiseta, catálogo, folder de programação, convite, cédulas de votação, banners e muitas outras.

Este ano, a criação é de Julian Campos, artista que foi buscar na ideia de sobreposição de camadas que compõe a ilusão revelada nas telas de cinema a inspiração para criar sua arte.

Assim como os filmes começam com as palavras do roteiro, que se tornam cenas nas mãos do diretor, captadas e transformadas em imagens pelo diretor de fotografia. As cenas ganham sentido de narrativa na edição, onde também se acrescenta a banda sonora. Cenário, figurino e luz ajudam a compor toda essa magia.

O cartaz deste ano é uma composição de colagens de vários materiais, como páginas de jornal, papel recortado, rendados em papel e muito bordado – marca registrada do artista: “Comecei a usar o bordado nos meus trabalhos pessoais. Sempre tive interesse no fazer manual, principalmente na colagem mecânica, com recortes de revistas, jornais e impressos. Acabei encontrando no bordado uma expressão incomum, com texturas e traços que complementam o uso da colagem e da pintura. Apesar de sempre partir de um desenho, o resultado final é uma linguagem única que reforça o universo das imagens que tento criar. Reproduzir uma imagem no bordado, de certa forma, vai contra a velocidade que o digital impõe:  preciso ficar um tempo maior produzindo essa imagem e isso modifica a minha relação com ela. Mesmo o resultado final sendo impresso ou digital, fica implícito o gesto e o trabalho com que o bordado foi realizado”, explica Julian Campos.

Além do cartaz, o artista bordou dezenas de elementos que remetem ao mundo onírico para compor as demais peças gráficas do Festival. Mais informações no portal www.kinoforum.org.br

Performances audiovisuais em Sampa

A IV Mostra Live Cinema, realizada pelo SESC, com apoio Oi Futuro e  Goethe-Institut São Paulo, chega à capital paulista dias 6 e 7 de outubro como referência nacional e internacional entre os artistas, críticos e pesquisadores de performances audiovisuais.

Idealizado por Marcia Derraik e Luiz Duva, o festival inaugurou no Brasil o formato inovador de evento 100% dedicado a performances audiovisuais em tempo real, e cumpre cada vez mais, a cada ano, sua vocação em gerar reflexão e intercâmbio entre os realizadores, os trabalhos e o público de Live Cinema.

Este ano, a versão paulista da Mostra apresenta os artistas alemães Lillevan e Kurt Laurenz Theinert, o uruguaio Brian Mackern, além dos brasileiros Duo N-1 (SP) e Hol (BH). São nomes de grande reconhecimento por suas trajetórias internacionais, por suas técnicas e instrumentos audiovisuais customizados, e pelos conceitos e estética apurada dos seus trabalhos.

“Estamos convictos de que o audiovisual feito ao vivo no Brasil é uma expressão artística contemporânea consolidada, forte e acima de tudo muito criativa. É ver para crer!”, convocam Luiz Duva e Marcia Derraik, idealizadores da IV Mostra Live Cinema – mLC 2011.

SOBRE A MOSTRA LIVE CINEMA

A IV Mostra Live Cinema é uma mostra expositiva de performances audiovisuais e trabalhos de Live Cinema e Live Images, com uso de softwares e hardwares de manipulação de imagem, som, dados e luz, tudo em tempo real.

O CONCEITO DA MOSTRA LIVE CINEMA

Vivemos na época da pós-convergência das tecnologias, dos meios e das artes, época marcada por imagens transformáveis, vivas, recombinantes e transmutáveis. Uma época onde não existe mais diferenciação entre o real e o digital, uma época sem fronteiras, de imagens que pairam em nuvens de dados sob nossas cabeças, transpassando nossos corpos em ondas eletromagnéticas captadas por e em nossos aparelhos móveis e portáteis. Uma época na qual as imagens em movimento estão sujeitas a todo tipo de processo e/ou dispositivo que as manipulem, reconstruam e as resignifiquem. De vídeos interativos publicados nas redes sociais da internet às tecnologias de projeção de vídeo mapeado e 3D, da infinidade de telas e câmeras que nos cercam e vigiam aos celulares cada vez mais espertos, tudo de alguma forma, mesmo que você não se dê conta disso, produz conteúdo para a época em que vivemos.

O termo “LIVE CINEMA” ou “Cinema ao Vivo” foi usado originalmente para classificar uma sessão de cinema silencioso com execução de música ao vivo durante a apresentação. Isso foi no início do século passado. Hoje o termo LIVE CINEMA diz respeito à execução simultânea de imagens, sons e dados por artistas visuais, sonoros ou performáticos que apresentam suas obras ao vivo diante da platéia. São apresentações onde a improvisação e o acaso fazem parte de um processo cujo resultado é a possibilidade de criação e vivência, por parte do público, de uma experiência audiovisual expandida, agora mais do que nunca, também entendida como sensorial e imersiva.

No Brasil, assim como em todo o mundo, o Live Cinema segue uma tendência iniciada a partir do início dos anos 2000, tendo a figura do VJ (o DJ de imagens) uma peça fundamental para o seu desenvolvimento e integração com a cultura POP. Dos vídeos clipes da MTV da década de 1980 aos remixes audiovisuais dos VJs das décadas de 1990/2000, o que vemos e experimentamos desde então são formas, não novas, mas sim atualizadas de se ver e experimentar um audiovisual que, pelo uso das tecnologias e técnicas disponíveis, invadiu nossa vida de forma nunca antes imaginada.

Hoje o Live Cinema agrega artistas do porte dos cineastas Francis Ford Coppola e Peter Greenaway, de artistas multimídia, como o canadense Herman Kolgen, e dos japoneses Ryoji Ikeda e Daito Manabe, ou ainda dos brasileiros HOL, Bruno Vianna e Duo N-1, is quais, através do desenvolvimento de suas pesquisas, obras e pensamentos, apontam para a criação de uma forma de arte audiovisual que transcende o meio, o espaço e o tempo. Uma arte antenada com a sua época, para a qual o futuro acontece no aqui e agora e, claro, feito ao vivo e em tempo real.

PROGRAMAÇÃO

 

A IV Mostra Live Cinema São Paulo acontece dias 6 e 7 de outubro no Sesc Pompeia.

06.10 (quinta-feira) – 21:00 horas:
Metaremix – DUO N-1 (São Paulo, Brasil)

Living stereo – Brian Mackern (Uruguai)

Visual Piano – Kurt Laurenz Theinert (Alemanha)

07.10 (sexta-feira) – 21:00 horas:

Ponto, um videogame sem vencedor – Hol (1mpar) (Belo Horizonte,Brasil)

Fixation Fields – Lillevan (Alemanha)

Antología Soundtoys – Brian Mackern (Uruguai)

SERVIÇO:

IV MOSTRA LIVE CINEMA
Dias 6 e 7 de outubro.
Sesc Pompéia – rua Clélia, 93 – Pompéia
telefone: (11) 3871-7700

Entrada Franca
Classificação etária: 12 anos
INFORMAÇÕES: http://www.planetatela.com.br

O Samba da Mangueira Mora em Mim…

O SAMBA QUE MORA EM MIM

 

 O SAMBA QUE MORA EM MIM, filme de estreia da diretora Georgia Guerra-Peixe, será exibido segunda-feira, 25, às 21h50, no Unibanco Arteplex 2, na Competição Novos Diretores, da 34ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. A sessão será apresentada pela diretora Georgia Guerra-Peixe, pelos produtores Denise Gomes, François d’Artemare, Paula Cosenza, Maria João Mayer e pela roteirista Ticha Godoy.

O documentário tem produção da BossaNovaFilms e está sendo distribuído pela Pandora. 

Partindo de uma pesquisa autobiográfica, O SAMBA QUE MORA EM MIM sai da quadra da escola de samba Estação Primeira de Mangueira e sobe o Morro da Mangueira, no Rio de Janeiro, trazendo um relato pessoal do samba e da história da comunidade.

 Sobre Georgia Guerra-Peixe

Formou-se em cinema pela FAAP, em São Paulo, e começou sua carreira em 1984, no Rio de Janeiro, nas produtoras de Tizuka Yamasaki e Arnaldo Jabor. Trabalhou como assistente de direção em publicidade e dirigiu os curtas Pretérito Perfeito (1998) e Minuto Verdade (2001). 

Sobre a BossaNovaFilms

A BossaNovaFilms é considerada uma das principais produtoras brasileiras de audiovisual, especializada em publicidade, entretenimento, branded content e projetos interativos. Além da estrutura completa de produção no Brasil, oferece mais 5 bases – Argentina, Chile, México, Uruguai e Venezuela –, ampliando as opções para seus clientes internacionais interessados em realizar projetos de full production e production service nestes países. 

O Samba que Mora em Mim na 34ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

Segunda, 25 de outubro, às 21h50, no Unibanco Arteplex 2

Terça, 26 de outubro, às 17h40, no Cine Livraria Cultura 2

Quarta, 27 de outubro, às 14h30, no Unibanco Arteplex 5

Sexta, dia 29 de outubro, às 16h, no Unibanco Arteplex 6

Brasil/Portugal, 2010, HD, 72 min.

Direção: Georgia Guerra-Peixe

Roteiro: Ticha Godoy, Georgia Guerra-Peixe

Fotografia: Marcelo Rocha

Montagem: Mair Tavares, Nani Garcia, Jair Peres

Música: Dimi Kireef

Produtor: Denise Gomes

Produção: BossaNovaFilms

Participação: Timbaca, Cosminho, Lili, Vó Lucíola, Hevalcy, Mestre Taranta, DJ Glauber.

Distribuição: Pandora

Novo de Flávio Frederico na Mostra de Sampa

BOCA DO LIXOum dos Destaques da 34ª MOSTRA INTERNACIONAL de CINEMA

 O longa-metragem estrelado por Daniel Oliveira que interpreta Hiroito de Moraes Joanides, um dos bandidos mais procurados na década de 60, fala da Boca do Lixo, região de prostituição no centro de São Paulo nos anos 50. 

Vencedor dos prêmios de Melhor Fotografia e Melhor Montagem no Festival do Rio 2010

 

SESSÃO NA MOSTRA INTERNACIONAL:

 

DIA 26 DE OUTUBRO, TERÇA-FEIRA, às 22h10, NO UNIBANCO ARTEPLEX

BOCA DO LIXO narra a história de Hiroito de Moraes Joanides, o rei da Boca do Lixo (Daniel de Oliveira). Adaptado da biografia escrita por ele próprio, este longa retrata a atmosfera de São Paulo dos anos 50 e 60. Apesar de existir uma grande dose de violência nas façanhas e histórias, muitas vezes elas parecem românticas perto das supersofisticadas organizações criminosas atuais. Tratava-se de uma marginalidade diferente da dos dias de hoje. Poucas armas de fogo circulavam e o tráfico de drogas começava a se estabelecer na região, que no futuro se transformaria na  conhecida Cracolândia.

No filme, aparecem detalhes sobre o quadrilátero que nasce em São Paulo, logo após o fechamento das zonas de prostituição nas ruas Itabocas e Aimorés, no bairro do Bom Retiro. A  Boca do Lixo era o principal ponto de encontro de boêmios, malandros, prostitutas e outros personagens que formavam o universo noturno da época.

“Não tivemos o objetivo de fazer uma adaptação fiel ao romance, muito pelo contrário; a partir de um determinado momento da pesquisa resolvemos nos libertar dos personagens originais e transformá-los em outros. Apenas o personagem de Hiroito manteve maiores semelhanças com o verdadeiro”, comenta o diretor.
O filme retrata o período de 1952 a 1963, desde a adolescência de Hiroito até sua prisão definitiva em 1963. Paralelamente, traça um retrato da história da Boca do Lixo, desde o fechamento da Zona Aberta até a criação da Boca nos Campos Elíseos com as mudanças nas formas de prostituição e o surgimento de bares, boites e retaurantes. Mostra a decadência pela qual a região passou quando é tomada pelo tráfico de drogas e a polícia fecha o cerco aos principais criminosos.

 

Ficha Técnica 

BOCA DO LIXO

Direção: Flavio Frederico

Brasil – 2010 – 100min – 16 anos

Gênero: Drama

Roteiro: Mariana Pamplona/Flavio Frederico

Elenco: Daniel de Oliveira, Hermila Guedes,Milhem Cortáz, Paulo César Pereio, Jeferson Brasil, Maxwell Nascimento, Camila Leccioli, Juliana Galdino, Claudio Jaborandi ,Leandra Leal

Produtores: Flavio Frederico / Pablo Torrecillas / Rodrigo Castellar

Diretora de Produção: Beatriz Polati

Diretor de Fotografia: Adrian Teijido

Diretor de Arte: Alberto Grimaldi

Sinopse: Adaptado da autobiografia de Hiroito de Moraes Joanides (Daniel de Oliveira), o filme retrata a atmosfera noturna da Boca do Lixo, região de prostituição no centro de São Paulo nos anos 50 e 60. Oriundo de uma família de classe media alta, Hiroito frequentava a Boca apenas como boêmio em busca de aventuras sexuais, até que uma tragédia pessoal provoca uma mudança em sua vida. Seu pai é violentamente assassinado e Hiroito é acusado pelo crime. Dois meses depois deste acontecimento, Hiroito compra dois revólveres e se muda para a Boca, tornando-se rapidamente um dos bandidos mais procurados pela polícia. 

Exibições na 34ª Mostra Internacional de São Paulo:

Dia 26/10 (terça-feira)

Local: Unibanco Arteplex – Shopping Frei Caneca

Sala 1

Horário: 22h10

Dia 30/10 (sábado)

Local: Cinemateca Brasileira

Sala BNDES

Horário: 14h30

Dia 31/10 (domingo)

Local: Multiplex Marabá

Sala 2

Horários: 20h30

Sobre o diretor 

Flavio Frederico é carioca. Estudou Arquitetura e Cinema na Universidade de São Paulo. Em 1998 co-produziu seu terceiro curta, “Todo Dia Todo” com a Superfilmes. O filme foi premiado em Bilbao, Barcelona, Montecatini, San Francisco, Odense e Munich. No Brasil recebeu os prêmios principais na Jornada de Cinema da Bahia e no Festival do Rio. Esteve na seleção oficial do Festival de Cinema de Nova York, Sundance, Rotterdam, entre outros. Em 1999, seu primeiro curta documental, “Copacabana”, foi premiado em Gramado, Brasília, Recife, Curitiba e no Festival “É Tudo Verdade”. Esteve também  nos festivais de Rotterdam, Oberhausen, Vila do Conde e no London Film Festival/00.

Seu  primeiro longa, Urbânia, com apoio fianceiro do Fundo Hubert Bals da Holanda, foi lançado em 2001 tendo sido premiado em Gramado e na Jornada da Bahia. Foi selecionado para os festivais de Rotterdam, Montreal, Mannheim-Heidelberg, NY Latin Beat, Mar del Plata entre outros. Comercialmente foi lançado em salas de São Paulo, Rio, Porto Alegre e Vitoria. Em 2002, o curta “Ofusca”, teve sua estréia mundial no Festival de Oberhausen e foi premiado nos Festivais de Recife, Cuiabá e no festival Luso Brasileiro. Em 2003 e 2004 lança dois documentários para tv: “Serra”, e “São Paulo – retratos do mundo”, ambos selecionados para o festival “É Tudo Verdade”. Seu último curta metragem “Red”(2005), recebeu os prêmios de melhor filme pelo júri popular, melhor direção e melhor fotografia no Festival de Cuiabá, melhor direção no Festival de Vitória e melhor roteiro no Festival de Belém.

Em 2006, Caparaó, um documentário de longa-metragem, venceu a competição brasileira do Festival É Tudo Verdade e levou os prêmios principais do Recine 2006. Foi lançado em salas comerciais de 13 cidades brasileiras em 2007. Fez também a produção executiva dos longa metragens; “Seja o que Deus quiser”(2002) e “Nome Próprio”(2007) de Murilo Salles e “Árido Movie”(2005) de Lírio Ferreira. Em 2008, lançou no Festival “É Tudo Verdade” seu quinto documentário: “Quilombo, do Campo Grande aos Martins”, premiado no Festival Guarnicê, Mostra Etnográfica do Rio, Recine/09 e no Reel Sisters

Curso de Cinema Homenageia Walter Salles

 

Abertas no Espaço Unibanco de Cinema inscrições à 9ª edição do curso Mito, Cinema e Nunca Mais Fui o Mesmo Depois Daquele Encontro – ministrado por Ana Figueiredo – a ser realizado entre 16 de outubro e 12 de dezembro.

Nesta edição, o homenageado é o cineasta Walter Salles Jr. e seus filmes serão exibidos em cada etapa do curso.

Ao todo serão nove encontros, sempre aos sábados, das 10h às 13h30. 

Inscrições podem ser feitas através do telefone (11) 3266-5115 ou e-mail cursos@espacounibanco.com.br.

Espaço Unibanco de CinemaAnexoRua Augusta, 1470, São Paulo

Com Alinne, Basta Uma Palavra para Mudar

25 filmes, entre curtas, longas e ocumentários estã ona programação do Cinema Mostra Aids, cuja sexta edição acontece em Sampa no Espaço Unibanco Augusta e no Cine Olido (ambos no centro), de hoje até dia 19 de agosto.

Divulgação
Alinne Moraes (foto) participa do filme "Flordelis - Basta uma Palavra para Mudar", que integra a sexta edição do Cinema Mostra Aids
Alinne Moraes participa do filme Flordelis – Basta uma Palavra para Mudar

A intenção é despertar o interesse do público sobre o impacto da Aids na sociedade e na vida das pessoas. Na programação, obras como Flordelis – Basta uma Palavra para Mudar, a história real de uma mulher que desafiou a justiça brasileira por amor aos filhos. O elenco conta com Reynaldo Gianecchini, Alinne Moraes, Letícia Sabatella e Deborah Secco.

O francês Clara e Eu — sobre um ator que precisa decidir se mantém a relação com a mulher que ama, e cujo teste de HIV deu positivo– e o longa O Jardim do Outro Homem também fazem parte da mostra.

Os ingressos custam R$ 5 (Espaço Unibanco) e R$ 1 (Cine Olido), mas quem quiser pode imprimir um vale-ingresso no site do festival e assistir aos filmes de graça. A página também contém toda a programação.

Cinema Mostra AidsEspaço Unibanco Augusta – r. Augusta, 1.470 e 1.475, Consolação, centro, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3288-6780. Cine Olido – av. São João, 473, República, centro, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3331-7703. 12 a 19/8. Ingr.: R$ 5 (Espaço Unibanco Augusta) e R$ 1 (Cine Olido).