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FELIZ ARUANDA NOVO !

  
Eis o criativo cartão de BOAS FESTAS que recebemos do atencioso agitador cultural e documentarista BERTRAND LIRA, tendo como “modelo’ o sapeca JUAN, que durante o concorrido festival paraibano formava – com a bela maninha Maria Olívia e o primo Gabriel – o Trio ARUANDINHA.
 
Juan e Maria Olívia são filhos do casal Lúcio Villar, idealizador e coordenador-geral do Festival ARUANDA de Documentários, que já virou tradição dos dezembros culturais em João Pessoa, cresce a cada ano e se consolida como um dos mais importantes do país.
 
O cartão é uma grata surpresa, que divido com você, leitor amigo, torcendo pra que, na próxima edição, o Trio ARUANDINHA faça as entregas dos troféus aos vencedores da Mostra ARUANDINHA – sessões de filmes infantis que acompanham a programação oficial do FestARUANDA.
 
E nós fazemos coro: FELIZ 2011 e um Novo Ano de muito CINEMA BRASILEIRO ! 
 
 

Seminários, Filmes e muitos encontros no ARUANDA…

Leitores, parceiros e amigos queridos,

Participando com alegria do Festival ARUANDA de Documentários, que desde o dia 10 movimenta JOÃO PESSOA, berço do queridíssimo HERBERT VIANNA…

Vim lançar o novo livro do Mestre LG – ENSAIOS DE CINEMA, lançamento do programa CULTURA DA GENTE, do conterrâneo Banco do Nordeste do Brasil…

A capital paraibana continua linda e repleta de atrativos, como a bela beira-mar e o ótimo banho nas águas que banham a terra de Ariano, Zé Dumont e Zé Ramalho (pra citar apenas alguns), a tranquilidade do passeio na orla, a brisa agradável, a tapioca gostosa e barata em sabores variados, a roupa de linhagem em algodão, bolsas/tapetes/vestidos e mantas artesanais multicoloridas…

De quebra, ainda consegui encontrar noite passada um grupo tocando na orla de Tambaú… era tudo que eu, André Costa, Ana Célia e Fábio Souza queríamos ! Claro, não podia faltar HERBERT VIANNA e lá fomos, eu e meu querido André, soltar “nossos rouxinóis”…

Os muitos amigos e colegas de batente e de cinema com quem aproveito estes dias por aqui, estão no twitter… quando chegar em Fortaleza, e  o tempo permitir, farei um “arrastão ARUANDA”…

Confiram em twitter.com/auroramleao

 

Aruanda Começa dia 10

      

fest_aruanda

Programção do concorrido festival paraibano terá 48 filmes para concorrer em quatro categorias: ficção, documentário, experimental e animação. O evento é promovido pelo Núcleo de Estudos, Pesquisa e Produção Audiovisual (Neppau), da UFPB.

“A produção aumentou significativamente e credito isso à facilidade de acesso às novas mídias, ao barateamento dos equipamentos e à criação de novos cursos de audiovisual em todo o país”, diz documentarista Bertrand Lira, coordenador do Neppau, do departamento de Mídias Digitais, responsável pelo festival.

O sexto Festival Aruanda do Audiovisual Universitário Brasileiro foi criado com o objetivo de fomentar, reconhecer e contemplar os novos talentos e futuros profissionais da área do audiovisual no circuito estadual, regional e nacional. O FestAruanda também coloca João Pessoa em destaque no circuito do cinema nacional. O festival tem patrocínio do MinC, BNB, Caixa Econômica Federal e Fundo Municipal de Cultura.

OS SELECIONADOS

Ficção:

“Los minutos, lãs horas”, de Janaina Marques Ribeiro (CE)
“Aviário”, de Daniel Favaretto (SP)
“Feliz aniversário”, de Fábio Souza (RJ)
“A distração de Ivan”, de Cavi Borges e Gustavo Mello (RJ)
“Cheirosa”, de Carlos Segundo (MG)
“Um par a outro”, de Cecília Engels (SP)
“O tempo das coisas”, de Jacqueline M. Souza e Marcos Flávio Hinke (PR)
“Bode Movie”, de Taciano Valério (PE)
“Senhoras”, Adriana Vasconcelos (DF)
“Operação Mamãe”, Marise Farias (RJ)
“Rua Mão Única”, André Gevaerd (SP)
“Feijão com arroz”, Daniela Marinho (DF)
“Vela ao crucificado”, Frederico Machado (MA)
“3.33”, de Sabrina Greve (SP)
“Nego fugidio”, de Cláudio Marques (BA)
“Semeador urbano”, de Cardes Amâncio (MG)
“Eu não sei andar de bicicleta”, de Diego Florentino (PR)
“Ensaio de cinema”, Allan Ribeiro (RJ)
“Um par”, de Lara Lima (SP)
“Made in Taiwan”, de Daniel Araújo (PB)
“Direita”, de Marcelo Quixaba Gonçalves (PB)
“Desassossego”, de Marco di Aurélio (PB)

Documentário

“Lapidar o bruto”, de Natália Queiroz (SP)
“É muita areia pro meu caminhãozinho”, de Ana Paula Guimarães e Eduvier Fuentes Fernández (SP)
“Último retrato”, de Abelardo de Carvalho (RJ)
“O som do tempo”, de Petrus Cariry (CE)
“O Divino”, de repente, de Fábio Yamaji (SP)
“Família Vidal”, de Diego Benevides (PB)
“Iolovitch: o azul de Brasília”, de Adriana de Andrade (DF)
“Contracorrente”, de Ismael Farias, Leandro Cunha e Paulo Roberto (PB)
“Menino artífice , de Ana Célia Gomes (PB)
“Retratos”, de Leo Tabosa e Rafael Negrão (PE)
“Oscar 07/02”, de João Krefer (PR)
“A minha amiga: um breve relato sobre nós”, de André Costa (PB)

Experimental

“1:21”, Adriana Câmara (PE)
“Nem dia, nem noite”, Roderick Steel (SP)
“Reciclando formas: a arte de Ana Christina”, de Laurita Caudas e Elisa Cabral (PB)
“Sintonize-se”, de Jonathas Falcão (PB)
“Bokeh”, de Breno César (PE)
“Relativamente inconsciente”, de Claudinei Foganholi (SP)
“Súbito”, de Breno César (PE)

Animação

“Quando as cores somem”, de Luciano Lagares (SP)
“Ser humano”, de Fernando Pinheiro (MG)
“O acaso e a borboleta”, de Tiago Américo e Fernanda Correa (PR)
“Bailarino e o bonde”, de Rogério Nunes (SP)
“O ciclo”, de Maurício Ramos Marques (PR)
“O retorno de Saturno”, de Lisandro Santos (RS)
“Uma estrela no quintal”, de Danielle Divardin (SP)

ARUANDA Começa dia 10

Sexta edição do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, a acontecer de 10 a 15 de dezembro, está com inscrições abertas para as oficinas e seminários na área de audiovisual. São oferecidas 25 vagas para a oficina de roteiro de cinema, 25 para a de som e 30 para a oficina de animação. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do e-mail: festaruanda@gmail.com identificando a oficina pretendida e informações de dados pessoais. Para a oficina de Roteiro são exigidos conhecimentos na área. O candidato deve enviar breve currículo (no máximo, uma página) com oficinas, cursos e roteiros realizados.

O 6º Festival Aruanda do Audiovisual Brasileiro, uma realização do Neppau (Núcleo de Estudos, Pesquisa e Produção Audiovisual), PPGC (Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPB) e Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), acontece no Tropical Hotel Tambaú com o objetivo de fomentar, reconhecer e contemplar os novos talentos e futuros profissionais da área do audiovisual colocando João Pessoa em destaque no circuito de festivais de cinema do país.

A oficina de roteiro, a ser ministrada pelo premiado roteirista Di Moretti, engloba temas específicos que descrevem a confecção de um roteiro cinematográfico, documental ou ficcional, curta ou longa-metragem. Cada módulo se divide em diversas atividades, como o desenvolvimento de um tema específico sobre a realização de um roteiro e pequenos exercícios práticos de roteirização. 

O som do filme

Voltada para estudantes e profissionais de cinema, a oficina O Som do Filme, com Débora Oposlki, pretende fornecer aos alunos um panorama geral sobre o processo de criação e de elaboração sonora para o cinema e sobre a sua eminente relação com a narrativa audiovisual.

Este conteúdo será trabalhado através de debates orientados, análises de exemplos e demonstrações práticas. Segundo Opolski, “sendo o cinema uma obra multiautoral, todos os aspectos serão trabalhados nesta oficina do ponto de vista conceitual e técnico. Assim, compreendendo que o som é um entre outros aspectos importantes a ser trabalhado no filme, faz-se necessário dialogar com todos os outros elementos que o complementam”.

A terceira oficina promovida pelo 6º Fest Aruanda é a de animação com o publicitário brasiliense Ítalo Cajueiro, mestre em Comunicação Social pela Universidade de Brasília (UnB). Ítalo é animador, roteirista, ilustrador, programador visual e cineasta. Foi o primeiro brasileiro a conquistar o Anima Mundi de melhor filme. Seus filmes foram exibidos na França, Portugal, Espanha, Alemanha, Japão, Canadá, Coréia, Ucrânia dentre outros países. Podem participar da oficina de animação estudantes a partir de 15 anos de idade.

As oficinas de roteiro e de som acontecem de 8 a 11 de dezembro, isto é, têm início três dias antes da abertura do festival. A oficina de animação, por sua vez, ocorrerá de 13 a 15, durante o festival. O 6º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro oferece ainda os seminários “Campos emergentes e intercruzados: cinema, ciberespaço, games e hqs”, no dia 10, coordenado pela professora Nadja Carvalho, do Departamento de Mídias Digitais; “Aruanda, 50 anos”; Crítica cinematográfica: história, impasses e desafios na contemporaneidade; e a palestra Nouvelle Vague, 50 anos com Alfredo Manevi, Ministro-Adjunto da Cultura do Brasil. As inscrições para as oficinas, palestras e seminários são gratuitas

Selecionados ao Fest ARUANDA

Sexta edição do FestCine Aruanda: 11 a 16 de dezembro em João Pessoa  

* Com informações de Maria do Rosário Caetano

Selecionados 48 curtas-metragens nas categorias ficção, documentário, experimental e animação.

 

A comissão julgadora foi formada pelo produtor Heleno Bernardo, pelo professor de Publicidade e Propaganda, e designer gráfico, Alexandre Câmara, e pelo cineasta e professor Bertrand Lira. Por decisão da comissão, as categorias videoclipe e vídeo de um minuto ficaram de fora desta edição do Fest Aruanda pela quantidade incipiente de trabalhos inscritos e pela insuficiente qualidade técnica e estética das obras.das obras.

Por outro lado, Bertrand Lira, realizador com vasta experiência em comissões e júris de festivais (entre eles o de Gramado e o de Brasília) acredita que o nível dos trabalhos inscritos no Fest Aruanda, de um modo geral,  tem surpreendido pela diversidade de temas, qualidade técnica e estética dos trabalhos. “A produção aumentou significativamente e credito isso à facilidade de acesso às novas mídias, barateamento dos equipamentos e a criação de novos cursos de audiovisual em todo o país”, avalia Bertrand atual coordenador do Núcleo de Estudos, Pesquisa e Produção Audiovisual (Neppau) do departamento de Mídias Digitais responsável pelo festival.

RELAÇÃO DOS SELECIONADOS

 

CHEIROSA, do mineiro Carlos Segundo, é um dos curtas em competição

FICÇÃO:

Los minutos, lãs horas, de Janaina Marques Ribeiro (CE)

Aviário, de Daniel Favaretto (SP)

Feliz Aniversário, de Fábio Souza (RJ)

A Distração de Ivan, de Cavi Borges e Gustavo Mello (RJ)

Cheirosa, de Carlos Segundo (MG)

Um par a outro, de Cecília Engels (SP)

O tempo das coisas, de Jacqueline M. Souza e Marcos Flávio Hinke (PR)

Bode Movie, de Taciano Valério (PE)

Senhoras, Adriana Vasconcelos (DF)

Operação Mamãe, Marise Farias (RJ)

Rua Mão Única, André Gevaerd (SP)

Feijão com Arroz, Daniela Marinho (DF)

Vela ao crucificado, Frederico Machado (MA)

3.33, de Sabrina Greve (SP)

Nego fugido, de Cláudio Marques & …(BA)

Semeador urbano, de Cardes Amâncio (MG)

Eu não sei andar de bicicleta, de Diego Florentino (PR)

Ensaio de cinema, Allan Ribeiro (RJ)

Um par, de Lara Lima (SP)

Made in Taiwan, de Daniel Araújo (PB)

Direita, de Marcelo Quixaba Gonçalves (PB)

Desassossego, de Marco di Aurélio (PB)

DOCUMENTÁRIO

Lapidar o Bruto, de Natália Queiroz (SP)

É muita areia pro meu caminhãozinho, de Ana Paula Guimarães e Eduvier Fuentes Fernández (SP)

Último retrato, de Abelardo de Carvalho (RJ)

O som do tempo, de  Petrus Cariry (CE)

O Divino, de repente, de Fábio Yamaji (SP)

Família Vidal, de Diego Benevides (PB)

Iolovitch: o azul de Brasília, de Adriana de Andrade (DF)

Contracorrente, de Ismael Farias, Leandro Cunha e Paulo Roberto (PB)

Menino Artífice, de Ana Célia Gomes (PB)

Retratos, de Leo Tabosa e Rafael Negrão (PE)

Oscar 07/02, de João Krefer (PR)

A minha amiga: um breve relato sobre nós, de André Costa (PB)

EXPERIMENTAL

1:21, Adriana Câmara (PE)

Nem dia, nem noite, Roderick Steel (SP)

Reciclando formas: a arte de Ana Christina, de Laurita Caudas e Elisa Cabral (PB)

Sintonize-se, de Jonathas Falcão (PB)

Bokeh, de Breno César (PE)

Relativamente Inconsciente, de Claudinei Foganholi (SP)

Súbito, de Breno César (PE)

ANIMAÇÃO

Quando as cores somem, de Luciano Lagares (SP)

Ser humano, de Fernando Pinheiro (MG)

O acaso e a borboleta, de Tiago Américo e Fernanda Correa (PR)

Bailarino e o bonde, de Rogério Nunes (SP)

O ciclo, de Maurício Ramos Marques (PR)

O retorno de Saturno, de Lisandro Santos (RS)

Uma estrela no quintal, de Danielle Divardin (SP)

Bailarino e o Bonde, filme que vem colecionando prêmios por onde passa: Bonito a mais não poder…

Vencedores do ComuniCurtas

Noite de encerramento do ComuniCurtas foi marcada pela entrega de prêmios aos vencedores, escolhidos pelos júris oficial, popular e estudantil, além dos prêmios Rômulo e Romero Azevedo, Luiz Custódio de Folkcom, prêmios Moinho de Cinema, ABD-PB e outros.
Mostra Competitiva “A ideia é…”

Júri Estudantil: Melhor Publicidade: “Lugar Certo, Casa do Agricultor”, (Agência Dabliu A)

Júri Popular: Melhor Publicidade: “Pitaqueiro – Bar do Cuscuz” (Agência Dabliu A)

Prêmio Machado Bittencourt de Melhor Roteiro e Criação : “Pitaqueiro – Bar do Cuscuz” (Agência Dabliu A)

Prêmio Machado Bittencourt de Melhor Edição : “Se apruma” (Agência Dabliu A)

Prêmio Machado Bittencourt de Melhor Fotografia: “FICAMP 3” (Agência Nozz)

Melhor Prêmio da Categoria de Melhor Peça Publicitária: “Casa do agricultor” (Agência Dabliu A)

Mostra Competitiva de Telejornalismo

Prêmio Luiz Custódio de Folkcom:

Empate entre: Feira de Mangaio (TV Itararé) e Artesanato de Lagoa Seca (TV Borborema)

Melhor Texto: Saulo Queiroz – Lourdes Ramalho (TV Itararé)

Melhor Edição de Imagem: “A cultura do arroz em São José dos Pinhais” (TV Paraíba)

Melhor Repórter Cinematográfico: Marquinho Souza – Delegado Guthier (TV Correio)

Melhor Telereportagem: Artesanato em Lagoa Seca (TV Borborema)

Melhor Reportagem eleita pelo público: “Causos do Treze e Campinense” (Alunos de Arte e Mídia da UFCG)

Mostra Competitiva Estalo

Melhor Vídeo da Categoria Vídeo e Cinema: “Dia das Crianças” (Asueli de Moura)

Mostra Tropeiros 

Categoria Melhor Vídeo: “O Guardador” (Diego Benevides)

Categoria Melhor Montagem: “Família Vidal” (Diego Benevides)

Melhor Ator e Melhor Atriz:

Chico Oliveira (Borra de Café)

Empate: Rayane Araújo (Borra de Café) e Táyra Gil (Aos Vivos)

Melhor Fotografia: “Borra de Café” (Elton Paulino)

Melhor Roteiro: “Vírus” (Mateus Andrade)

Melhor Diretor: Taciano Valério (Bode Movie)

Prêmio de Melhor Animação do Comunicurtas: Campina Grande City (Jorge Elo)

Melhor Documentário: “Família Vidal” (Diego Benevides)

Premio de Melhor Ficção: “Bode Movie” (Taciano Valério)

Prêmio de Melhor Trilha Sonora “Az de Copas – Vida e Obra de João Gonçalves” (Rodrigo Nunes)

Prêmio de Melhor Som: “Homens” (Bertrand Lira e Lúcia Caos)

Melhor Direção de Arte: “Fernando Barreto” (Borra de Café)

Especial do Júri: “Borra de Café” (Aluísio Guimarães)

Júri Popular: “ Borra de Café” (Aluísio Guimarães)

Prêmio Rômulo e Romero de Melhor filme da categoria Mostra Brasil

Eu quero ser um Monstro (Marão)

Prêmio Rômulo e Romero de Melhor filme da categoria Mostra Tropeiros

“Bode Movie” (Taciano Valério)

Prêmio Moinho de Cinema da Paraíba de Melhor Personagem: “O Guardador” (Diego Benevides)

Prêmio Nerys de filme mais Ousado: “O último retrato” (Abelardo de Carvalho)

Prêmio João Beltrão de Melhor Plano Cinematográfico

Mostra Tropeiros: “Borra de Café” (Aluísio Guimarães)

Mostra Brasil: “Aos Pés” (Zeca Brito)

Mostra Competitiva Estalo

Júri Oficial – Categoria Melhor Roteiro: “Dia das Crianças” (Asueli Moura)

Melhor Direção: “Dispensável é a sua mãe” (Felipi Brito) 

Júri Oficial – Melhor Vídeo: “Sintonize-se”, Jonatas Falcão

Júri Popular – Mostra Competitiva Estalo: “Dispensável é a sua mãe” (Felipi Brito)

Mostra Competitiva Brasil

Categoria Melhor Vídeo: Um animal menor (Pedro Harres e Marcos Contreras)

Melhor Trilha Sonora: “Por divino, derepente”

Melhor Direção de Arte: Aos Pés (Virgínia Simone)

Melhor Som: “Fome de bola” (Roberto Carlos)

Melhor Montagem: “Fome de bola” (Isaac Chueke)

Melhor Fotografia: Isaac Chueke (Fome de bola)

Melhor Ator e Melhor Atriz:

Elisa Volpato (Um animal menor)

Maurício Tizumba (O Filme mais violento do mundo)

Melhor Roteiro: “Eu queria ser um monstro” (Marão)

Melhor Direção: Abelardo de Carvalho (O último retrato)

Melhor Documentário: “Fome de Bola” (Isaac Chueke)

Melhor Ficção: “Clinch” (Estevan Santos)

Melhor Animação: “Mestre Vitalino e nós no bairro” ( Alunos da Rede Municipal de Vitória – Espírito Santo)

Prêmio Especial do Júri – Menção honrosa: “À Sombra da Marquise” (Vladimir Seixas)

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