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Cine Odeon Abriga Hutúz

Até Quinta, 23 filmes serão exibidos no festival da Central Única das Favelas 

Realizado há dez anos, o Hutúz Film Festival começa hoje e vai até quinta-feira, 18, no Cine Odeon BR. O evento, organizado pela Central Única das Favelas (Cufa), sob coordenação de Nega Gizza e Raphael Faria, foi criado para ressaltar a cena hip hop que surgia no País naquele momento. Foto: Divulgação

Cena do documentário português Nu Bai — O Rap Negro de Lisboa, dirigido pelo brasileiro Otávio Raposo, que apresenta a periferia de Lisboa | Foto: Divulgação

São 23 filmes, entre curtas e longas, com produções nacionais e internacionais, de países como Estados Unidos e Cuba. Todos abordam o universo que cerca o ritmo.

Um dos destaques deste ano é o documentário português Nu Bai — O Rap Negro de Lisboa, dirigido pelo brasileiro Otávio Raposo, que foi buscar as raízes da periferia da capital portuguesa. “Hip hop é intervenção. Não quero ninguém a dançar, mas a pensar”, afirma Jorginho, um dos oito rappers entrevistados. O filme, inédito no Brasil e rodado entre 2003 e 2007, aborda o racismo, a exclusão, a violência policial e a pobreza, mostrando os desabafos e o desejo de mudança dos habitantes locais.

Videoclipes e Grafite

Entre os outros títulos, que o público poderá assistir gratuitamente em sessões diárias, início às 18h e término às 22h, há ‘Comendo Tinta’, ‘Beat Box — O Sexto Elemento’, ‘Favela no Ar’, ‘L.A.P.A’ e ‘Segue a Rima’.

A mostra acontece sempre em novembro, mês da consciência negra, e traz ainda videoclipes e entrevistas com artistas que ganharam repercussão no País.

No último dia do festival, a calçada em frente ao Cine Odeon será tomada por painéis gigantescos que serão usados para intervenções de grafiteiros, entre eles, o consagrado Binho, além de diversos DJs que vão animar o público.

Cineastas Contemporâneos em Mostra

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Espero todos lá ! A mostra acontece de 9 a 21 de novembro.

visite: 3moinhos.com

Obs: o site www.cineastascontemporaneos.com.br estará no ar ainda esta semana.

Abraço,

Simone Evan
Coordenadora Geral

RECINE Evidencia Riqueza da Música Brasileira

Maior mostra de filmes dedicados à Música Brasileira foi aberta ontem

 A 9ª edição do RECINEFestival Internacional de Cinema de Arquivo – vai apresentar um total de 115 filmes que documentam a trajetória dos cantores, compositores, músicos e gêneros que fizeram a música brasileira do século 16 até os dias atuais. Na programação, em exibição no Arquivo Nacional, até dia 29, estão preciosidades guardadas há décadas.

“O espírito do RECINE é esse, tirar das prateleiras aquilo que está esquecido, que está guardado”, afirma o curador do festival, Clovis Molinari Jr. Cada edição é dedicada a filmes sobre um determinado tema, que têm como marca a utilização de imagens, áudio e documentação de arquivo.”Este ano, teremos filmes sobre samba, choro, música sertaneja, bossa nova, rock e até funk. O Brasil é um país enorme, e de Norte a Sul os gêneros são os mais diferentes. A nossa intenção foi mostrar essa diversidade musical brasileira”, diz Molinari Jr.

Para a realização do RECINE, o prédio do Arquivo Nacional, na Praça da República, se transforma num espaço cinematográfico, com seis salas de exibição e sessões ao ar livre, no pátio interno. A programação abrange mostras competitiva e informativa, oficina de vídeo, fórum de debates, palestras e homenagens, além do lançamento da revista RECINE, voltada para o tema do ano.

Na sessão de abertura, foi exibido o filme português Apanhei-te cavaquinho, do cineasta Ivan Dias, que conta como esse instrumento musical, de origem europeia, influenciou a música brasileira. De HOJE, 26, a sexta, 29, haverá sessões contínuas, sempre com entrada franca, das 9h30m às 18h. A sessão de encerramento, às 19h de sexta, será iniciada com uma apresentação da Orquestra Sinfônica Jovem de Campo Grande. Em seguida, haverá a entrega dos prêmios aos vencedores da mostra competitiva e uma homenagem aos músicos e cineastas Alceu Valença e Sergio Ricardo, com a exibição do filme A Noite do Espantalho, de 1974. Rodada na Fazenda Nova Jerusalém, em Pernambuco, a produção foi dirigida por Sergio Ricardo, com trilha sonora de Geraldo Azevedo e Alceu Valença, que também atuou no filme.

Um Outro Ensaio com Laila Garin

É a própria LAILA quem convida:

Oi Amigos,

Para quem não pôde ir ao Festival do Rio assistir a UM OUTRO ENSAIO, curta vencedor do prêmio de Melhor Curta-Metragem no Festival do Rio…

O filme vai ser exibido:

Hoje, QUINTA , às 19h3O, no NOITE CONTEMPORÂNEA

 Espaço Tempo Glauber

Rua Sorocaba, 190- Botafogo.

Venham e Votem na gente !

Osvaldo Mil e eu atuamos, Direção Natara Ney, Fotografia Gustavo Hadba.

Aqui vai o teaser do filme. Clica aí:

http://www.youtube.com/watch?v=T5bFXdSapRU

E o Troféu Redentor vai para…

Mais resultados do FESTIVAL DO RIO:

“Vips”, de Toniko Melo, foi o grande vencedor da noite, ficando com prêmios de melhor filme pelo júri, melhor ator (Wagner Moura), ator coadjuvante (Jorge D’elia) e atriz coadjuvante (Gisele Fróes).

A produção é baseada no livro Vips – Histórias reais de um mentiroso, de Mariana Caltabiano, que narra as aventuras (e infortúnios) do homem que ficou conhecido como um dos maiores vigaristas do Brasil. Para realizar o sonho de ser piloto de avião, ele deixa sua verdadeira identidade e assume personalidades distintas, incluindo o filho do dono de uma conhecida companhia aérea brasileira.

O personagem central de Vips é interpretado por Wagner Moura, que não pôde ir ao Odeon porque estava em Paulínia, acompanhando o lançamento de “Tropa de elite 2”.

O júri de premiação foi composto pela atriz Bruna Lombardi, os produtores Leonardo Monteiro de Barros e Jorge Sanchez, além de Gustavo Dahl, presidente do júri.

OS VENCEDORES

CURTA-METRAGEM

Curta-metragem – voto popular
“Um outro ensaio”, de Natara Ney

Curta-metragem – júri
“Vento”, de Marcio Salem

Prêmio especial do júri
“Geral”, de Anna Azevedo
 

LONGA-METRAGEM

Melhor atriz coadjuvante
Gisele Fróes, “Vips”

Melhor ator coadjuvante
Jorge D’elia, “Vips”

Melhor roteiro
Marcelo Laffitte, “Elvis & Madonna”

Melhor montagem (edição)
“Boca do lixo”, por Vânia Debs

Melhor fotografia
“Boca do lixo”, por Adrian Terrido

Melhor documentário – voto popular
“Positivas”, de Susanna Lira

Melhor documentário – júri
“Diário de uma busca”, de Flávia Castro

Melhor atriz
Karine Teles, por “Riscado”

Melhor ator
Wagner Moura, por “Vips”

Melhor direção
Charly Braun, por “Além da estrada”

Melhor ficção – voto popular
“O senhor do labirinto”, de Geraldo Motta e Gisella de Mello

Melhor ficção – júri
“Vips”, de Toniko Melo

Festival do Rio…

Grande favorita da noite e prêmio um tanto já antecipado pela crítica, a atriz Karine Teles, de Riscado, subiu ao palco do Cine Odeon para levar o prêmio de Melhor Atriz. Emocionada, ela agradeceu à família e, sobretudo, ao diretor do filme e seu marido, Gustavo Pizzi.

Outra barbada da noite, Wagner Moura, que está em Paulínia para lançar Tropa de Elite 2, levou o Redentor de Melhor Ator por VIPs.

Já o filme Elvis e Madona ganhou seu primeiro prêmio da noite com o Redentor de Melhor Roteiro para Marcelo Lafite.

Depois disso, Walter Carvalho, o mais reconhecido diretor de fotografia do cinema nacional, entregou o prêmio de Melhor Fotografia entre os longas de ficção. O Redentor ficou com Adrian Teijido, de Boca do Lixo.

Malu Mader Indica Filmes de Mulheres

Atriz destaca crescimento das mulheres no cinema e aponta filmes prediletos

Foto: George Magaraia

Após sua elogiada estreia como diretora, no documentário Contratempo, Malu Mader pensa em repetir a dose, mas não sabe ainda quando. A atriz prestigiou a premier do filme Somewhere, da americana Sofia Coppola, sexta (1/10), no Cine Odeon, centro do Rio, e destacou o crescimento das mulheres na direção de um filme. “As meninas estão arrasando e não tem para ninguém”, brincou a atriz. 

A pedido do iG, Malu fez seu “top 5” dos cinco melhores filmes, dirigido por mulheres.

1. “A Culpa é do Fidel” (2006), da francesa Julie Gravas. No começo dos anos 1970, menina de nove anos encara algumas mudanças em sua vida quando seus pais viram ativistas políticos.

“É um filme político, mas gracioso. Questiona essa divisão entre a esquerda e direita, que está tão fora da moda”.

2. “As melhores coisas do mundo” (2010), de Laís Bodanzky. Mano é um jovem da classe média, cujos pais estão se separando. Seus medos, angústias e ansiedades, típicos da adolescência, são compartilhados entre os amigos da escola onde estuda.

“É um filme leve, inteligente e atual. Ideal para se ver com os filhos”

3. “Proibido Fumar” (2009), de Anna Muylaert. Baby é uma professora de violão que para conquistar o amor, terá que abrir mão de seu mais antigo companheiro: o cigarro.

“Glória Pires se supera nesse filme e Paulo Miklos, além de ser um ótimo músico, arrasa no filme. Além disso, o roteiro é maravilhoso e o final surpreendente”.

4. “Brilho de uma paixão” (2009), da francesa Jane Campion. Drama passado em 1819 e que descreve o romance entre o poeta John Keats e a jovem Fanny Brawne, violentamente interrompido após três anos quando Keats morre prematuramente aos 25 anos de idade.

“Como toda mulher, adoro um filme de amor. Mas esse não é aqueles água com açúcar, meloso”. 

5. “Encontros e desencontros” (2003), de Sofia Coppola. Ator amargurado grava comercial de uísque no Japão e faz amizade com uma recém-casada que acompanha o marido em viagem de negócios.

“Direção incrível, atores maravilhosos e o final perfeito”

* Luisa Girão, iG Rio de Janeiro

Selecionados do Festival do RIO

A concorrida Première Brasil

Na lista, também foram relacionados filmes brasileiros que serão exibidos em outras mostras do evento. Em relação à lista divulgada dia 26, mais dois filmes entraram em competição, e fechou-se uma relação definitiva de competidores.

À categoria “Ficção”, foram adicionados “Além da Estrada”, de Charly Braun, e na de “Documentário”, “Noitada de samba foco de resistência”, de Cély Leal. O Festival do Rio ocorre entre 23 de setembro e 7 de outubro na capital fluminense. Confira abaixo a lista completa de filmes selecionados: Celso Pereira/Divulgação “Como Esquecer”, com Ana Paula Arósio FICÇÃO “Além da estrada”, de Charly Braun “Boca do Lixo”, de Flavio Frederico “Como esquecer”, de Malu De Martino “Elvis & Madona”, de Marcelo Laffitte “Malu de bicicleta”, de Flavio Tambellini “Riscado”, de Gustavo Pizzi “O senhor do labirinto”, de Geraldo Motta “Trampolim do Forte”, de João Rodrigo Mattos “VIPS”, de Toniko Mello (SP)

DOCUMENTÁRIO “Diário de uma busca”, de Flavio Castro “É Candeia”, de Márcia Watzl “Histórias reais de um mentiroso”, de Mariana Caltabiano “Memória Cubana”, de Alice de Andrade e Ivan Nápoles “Noitada de samba” foco de resistência, de Cély Leal “Positivas”, de Susanna Lira “Santos Dumont: pré cineasta?”, de Carlos Adriano “Solidão e fé”, de Tatiana Lohmann (SP)

MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS “A verdadeira história da Bailarina de Vermelho”, de Alessandra Colasanti e Samir Abujamra “Bartô”, de Gunter Sarfert e Onon “Desperdício”, de Cadu Fávero “Do abismo”, de Antonio Pessoa “Dois mundos”, de Thereza Jessouroun “Em trânsito”, de Cavi Borges “Ensolarado”, de Ricardo Targino ‘Estação”, de Marcia Faria “Geral”, de Anna Azevedo “Homem-bomba”, de Tarcísio Lara Puiati “Homem Centenário”, de Andrea Pasquini “Love Express”, de André Pellenz “O bolo”, de Robert Guimarães “O minuto é um milagre que não se repete”, de Leonardo Souza “O Voo de Tulugaq”, de André Guerreiro Lopes “Simpatia do Limão”, de Miguel de Oliveira “Tempestade”, de Cesar Cabral “Vento’, de Marcio Salem “Vida boa”, de Marcelo Presot “Um Outro Ensaio”, de Natara Ney “Um Par a Outro”, de Cecília Engels

MOSTRA HORS CONCOURS LONGA-METRAGEM Ficção “Bróder”, de Jeferson De “Ex-isto”, de Cao Guimarães “Família vende tudo”, de Alain Fresnot “Luz nas trevas”, de Helena Ignez Documentários “Agreste” de Paula Gaitan “Lixo Extraordinário”, de Lucy Walker, João Jardim e Karen Harley

MOSTRA HORS CONCOURS DE CURTAS-METRAGENS “Eu não quero voltar sozinho”, de Daniel Ribeiro “Alguém tem que honrar essa derrota”, de Leonardo Esteves

MOSTRA RETRATOS “Elza”, de Izabel Jaguaribe “Esperando Telê”, de Rubens Rewald “Filhos de João, admirável mundo novo baiano”, de Henrique Dantas “Gretchen filme estrada”, de Paschoal Samora “Intrépida Trupe” Será que o tempo realmente passa, de Roberto Berliner e Beth Martins “Nélida Piñon – Mapas dos afetos”, de Júlio Lellis “Mario Filho”, o criador das multidões, de Oscar Maron Filho

MOSTRA RETRATOS CURTAS METRAGENS “Instantâneos”, de Andrea Capella e Peter Lucas “No balanço de Kelly”, de André Weller “Zé[s]”, de Piu Gomes

MOSTRA NOVOS RUMOS Ficção “180º”, de Eduardo Vaisman “Curitiba Zero Grau”, de Eloi Pires Ferreira “O Galinha Preta”, de Cibele Amaral Documentário “Aqui doido varrido não vai para debaixo do tapete”, de Rodrigo Séllos “Paranãpuca”, de Jura Capela

FILMES BRASILEIROS NAS MOSTRAS INTERNACIONAIS

MOSTRA POLÍTICA

 “Camponeses do Araguaia – a guerrilha vista por dentro”, de Vandré Fernandes “Arquitetos do poder”, de Vicente Ferraz e Alessandra Aldé “Os representantes”, de Felipe Lacerda A CONFIRMAR “Porta a porta a política em dois tempos”, de Marcelo Brennand

MOSTRA MEIO AMBIENTE “No meio do caminho entre as árvores”, de Jorge Bodansky “A terra da lua partida”, de Marcos Negrão e André Rangel MOSTRA LATINA “O último comandante”, de Vicente Ferraz e Isabel Martinez

MOSTRA MIDNIGHT MOVIES Cortina de Fumaça, de Rodrigo Mac Niven

MOSTRA PANORAMA O jardim das folhas sagradas, de Pola Ribeiro Federal, de Erik de Castro

MOSTRA EXPECTATIVA “Mama Africa”, de Alê Braga Em relação à lista divulgada no dia 26 mais dois entraram em competição, e fechou-se uma relação definitiva de competidores. À categoria “Ficção”, foram adicionados “Além da Estrada”, de Charly Braun, e na de “Documentário”, “Noitada de samba foco de resistência”, de Cély Leal. O Festival do Rio ocorre entre 23 de setembro e 7 de outubro na capital fluminense. Confira abaixo a lista completa de filmes selecionados: Celso Pereira/Divulgação “Como Esquecer”, com Ana Paula Arósio FICÇÃO “Além da estrada”, de Charly Braun “Boca do Lixo”, de Flavio Frederico “Como esquecer”, de Malu De Martino “Elvis & Madona”, de Marcelo Laffitte “Malu de bicicleta”, de Flavio Tambellini “Riscado”, de Gustavo Pizzi “O senhor do labirinto”, de Geraldo Motta “Trampolim do Forte”, de João Rodrigo Mattos “VIPS”, de Toniko Mello (SP)

DOCUMENTÁRIO “Diário de uma busca”, de Flavio Castro “É Candeia”, de Márcia Watzl “Histórias reais de um mentiroso”, de Mariana Caltabiano “Memória Cubana”, de Alice de Andrade e Ivan Nápoles “Noitada de samba” foco de resistência, de Cély Leal “Positivas”, de Susanna Lira “Santos Dumont: pré cineasta?”, de Carlos Adriano “Solidão e fé”, de Tatiana Lohmann (SP)

MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS “A verdadeira história da Bailarina de Vermelho”, de Alessandra Colasanti e Samir Abujamra “Bartô”, de Gunter Sarfert e Onon “Desperdício”, de Cadu Fávero “Do abismo”, de Antonio Pessoa “Dois mundos”, de Thereza Jessouroun “Em trânsito”, de Cavi Borges “Ensolarado”, de Ricardo Targino ‘Estação”, de Marcia Faria “Geral”, de Anna Azevedo “Homem-bomba”, de Tarcísio Lara Puiati “Homem Centenário”, de Andrea Pasquini “Love Express”, de André Pellenz “O bolo”, de Robert Guimarães “O minuto é um milagre que não se repete”, de Leonardo Souza “O Voo de Tulugaq”, de André Guerreiro Lopes “Simpatia do Limão”, de Miguel de Oliveira “Tempestade”, de Cesar Cabral “Vento’, de Marcio Salem “Vida boa”, de Marcelo Presot “Um Outro Ensaio”, de Natara Ney “Um Par a Outro”, de Cecília Engels

MOSTRA HORS CONCOURS LONGA-METRAGEM Ficção “Bróder”, de Jeferson De “Ex-isto”, de Cao Guimarães “Família vende tudo”, de Alain Fresnot “Luz nas trevas”, de Helena Ignez Documentários “Agreste” de Paula Gaitan “Lixo Extraordinário”, de Lucy Walker, João Jardim e Karen Harley

MOSTRA HORS CONCOURS DE CURTAS-METRAGENS “Eu não quero voltar sozinho”, de Daniel Ribeiro “Alguém tem que honrar essa derrota”, de Leonardo Esteves MOSTRA RETRATOS “Elza”, de Izabel Jaguaribe “Esperando Telê”, de Rubens Rewald “Filhos de João, admirável mundo novo baiano”, de Henrique Dantas “Gretchen filme estrada”, de Paschoal Samora “Intrépida Trupe” Será que o tempo realmente passa, de Roberto Berliner e Beth Martins “Nélida Piñon – Mapas dos afetos”, de Júlio Lellis “Mario Filho”, o criador das multidões, de Oscar Maron Filho

MOSTRA RETRATOS CURTAS METRAGENS “Instantâneos”, de Andrea Capella e Peter Lucas “No balanço de Kelly”, de André Weller “Zé[s]”, de Piu Gomes

MOSTRA NOVOS RUMOS Ficção “180º”, de Eduardo Vaisman “Curitiba Zero Grau”, de Eloi Pires Ferreira “O Galinha Preta”, de Cibele Amaral Documentário “Aqui doido varrido não vai para debaixo do tapete”, de Rodrigo Séllos “Paranãpuca”, de Jura Capela

FILMES BRASILEIROS NAS MOSTRAS INTERNACIONAIS MOSTRA POLÍTICA “Camponeses do Araguaia – a guerrilha vista por dentro”, de Vandré Fernandes “Arquitetos do poder”, de Vicente Ferraz e Alessandra Aldé “Os representantes”, de Felipe Lacerda

A CONFIRMAR “Porta a porta a política em dois tempos”, de Marcelo Brennand

MOSTRA MEIO AMBIENTE “No meio do caminho entre as árvores”, de Jorge Bodansky “A terra da lua partida”, de Marcos Negrão e André Rangel MOSTRA LATINA “O último comandante”, de Vicente Ferraz e Isabel Martinez

MOSTRA MIDNIGHT MOVIES Cortina de Fumaça, de Rodrigo Mac Niven MOSTRA PANORAMA O jardim das folhas sagradas, de Pola Ribeiro Federal, de Erik de Castro

MOSTRA EXPECTATIVA “Mama Africa”, de Alê Braga