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Betse e Aurora celebram Guardiãs

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Cineasta BETSE DE PAULA estreia amanhã a série Guardiãs da Floresta

Betse de Paula anfitrionou estes dias um almoço entre amigos para celebrar os 15 anos de sua produtora de cinema !

A AURORA CINEMATOGRÁFICA tem uma lista considerável de títulos, muitos premiados, todos muito bem humorados, e uma equipe bem entrosada, aguerrida e que atua entre luz e sombras sob a batuta competente e segura da diretora Betse de Paula.

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Alice Gonzaga: vida dedicada a preservar memória do Cinema Brasileira

Ontem à noite, essa equipe esteve junta na Cinemateca do MAM para o lançamento do documentário DESARQUIVANDO ALICE GONZAGA no Festival do Rio. Foi uma noite supimpa, movida a bom humor e descontração, e na qual a afinada equipe da diretora disse Presente com atenção e desvelo. E o melhor: a “personagem” que o filme revela – a pesquisadora/arquivista Alice Gonzaga -, esbanjava alegria ao lado de familiares, amigos e convidados que acorreram à sessão do MAM, mas, sobretudo, Alice fala maravilhas do filme e não poupa elogios à Betse de Paula. Quer prova maior do acerto de uma direção ?

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Quanto à série Guardiãs da Floresta, que começa a ser exibida amanhã  no Cine Brasil, é um projeto que reúne 10 documentários com histórias de mulheres que lutam pela preservação do Meio Ambiente e pela igualdade de direitos para as Mulheres.

Elas são Dona Rosa, Dona Dijé, Sônia Guajajara, Dona Neta, Doutora Joênia Wapixana, Dona Marilene, Telma Taurepang, Dona Nice, Dona Odila e Dona Ivete. A série registra 7 movimentos, 5 estados, 15 cidades, 10.092 km de território brasileiro.

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Mulheres em luta por direitos em registro da Aurora Cinematográfica

Guardiãs da Floresta é uma série documental sobre lideranças femininas; São quilombolas, indígenas, quebradeiras de coco, extrativistas, ribeirinhas, mulheres que com sua luta garantem o futuro e a vida no planeta. A série conta com 20 episódios, cada um com 26 minutos, e estreia domingo às 20:30h.

Confira o trailler: https://vimeo.com/158391106

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Partindo de Betse de Paula, feminista de primeira hora, as Guardiãs da Floresta só pode ser um Pitéu ! Assim como o ‘desarquivamento’ de Alice Gonzaga apresenta ao Brasil uma mulher aguerrida e sempre disposta ao próximo passo, (que desde os 6 anos foi ‘capturada’ pelo mundo do Cinema), a série Guardiãs vai apresentar ao mundo a trajetória de destemidas e altivas mulheres, que dia-a-dia emprestam o melhor de si para tornar o mundo um lugar menos insalubre, doando ao Universo a colaboração maior de mostrar como o afeto, a dedicação, a ética e a dignidade tem um poder intrínseco, que aos demais cabe respeitar e tomar como exemplo.

Outrossim, o que mais nos impressiona ao acompanhar a cinematografia de Betse de Paula é encontrar nela uma instigante tradução: se, ao garimpar guardiãs pelos quatro cantos do país, a cineasta encontrou e colocou na tela luminares espontâneas do planeta, ao levar ao ecrã a trajetória da Cinédia através de Alice Gonzaga, Betse inscreve a insigne arquivista como guardiã da memória do Cinema Brasileiro. E assim, o que subjaz evidenciado na produção da Aurora Cinematográfica é uma arretada duma cineasta baiana. que é, também ela, uma notável Guardiã ! Da Memória, das fortalezas deste Brasil gigante, da luta feminista, das minorias, das causas que clamam por nossa sensibilidade, inteligência e empatia !

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Betse de Paula: uma guardiã do sensível e da vida saudável

Portanto, nosso aplauso caloroso para Betse de Paula !

Os filmes de BETSE estão aqui, aptos a serem vistos por quem tenha olhos de ouvir e ouvidos de ver !

Que bom que a AURORA CINEMATOGRÁFICA chega aos 15 !

Que venham muitos e muitos outros 15 !

O mundo agradece, e nossa emoção se fortalece !

SERVIÇO

  1. Lançamento da série GUARDIÃS DA FLORESTA

      Quando: domingo, 15 de outubro 20:30h, no canal CINE BRASIL

     2. Exibição de DESARQUIVANDO ALICE GONZAGA

                       Quando: 20 de outubro

       Omde: Cinemateca do MAM (Festival RECINE)

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Betse de Paula, Hernani Heffner e Alice Gonzaga: guardiães de Cinema !

 

 

Desarquivando Alice Gonzaga estreia amanhã no Festival do Rio

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“Quero lembrar que estou aqui hoje com 82 anos e que a vida pode ser longa, trabalhosa e difícil, mas que também ela recompensa os que perseveram e trabalham sempre”.

É assim que Alice Gonzaga se expressa, sempre cheia de energia e planejando novos passos.

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Alice Gonzaga e Betse de Paula: felizes com a receptividade que ‘Desarquivando’ vem ganhando por onde passa…

Alice é o tema do documentário DESARQUIVANDO ALICE GONZAGA, da premiada cineasta Betse de Paula. O filme teve pré-lançamento na 12a Mostra de Ouro Preto, realizada em junho deste ano, foi exibido também em Gramado, e agora chega ao Festival do Rio.

A exibição de Desarquivando Alice Gonzaga acontece amanhã, às 19h, na Cinemateca do Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro.

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Detentora de boa parte da memória do cinema brasileiro, Alice Gonzaga é pesquisadora, produtora e escritora, e comanda a Cinédia desde os anos de 1970, onde faz um importante trabalho de preservação e recuperação de clássicos da produtora, como “Lábios Sem Beijo”, de Humberto Mauro, e “Alô, Alô, Carnaval!”, de Adhemar Gonzaga.

  • Adhemar Gonzaga criou a CINÉDIA – primeiro estúdio de cinema do Brasil em 1930, e pela Cia foram feitos muitos filmes importantes da Cinematografia Brasileira.

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Ao lado de Grande Otelo, Alice Gonzaga observa frames do cinema brasileiro

“Eu ainda preciso viver mais uns cinco ou dez anos para dar jeito em muita coisa lá na Cinédia”. Foi assim que Alice Gonzaga reagiu a Homenagem que recebeu do Festival de Cinema de Gramado.

A história da Cinédia, de Alice e de seu pai Adhemar Gonzaga é contada no longa Desarquivando Alice Gonzaga, de Betse de Paula, cuja estreia acontece amanhã à noite dentro da programação do Festival do Rio:

Confira o trailler: https://vimeo.com/219126374

“Tenho muito orgulho desse filme, onde conto muitas verdades e lembranças sobre o cinema brasileiro. Vocês não podem perder!”, diz a incansável Alice Gonzaga num convite para que amantes do cinema – e interessados na preservação da memória da cultura brasileira – estejam amanhã na sessão do MAM !

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                       Betse de Paula e Alice Gonzaga convidam:

                                                Vamos ao Cinema !

Juliana Paes: a nova Dona Flor do Cinema

Juliana Paes, a Diva Master entre as morenas brasileiras da atualidade, vai protagonizar mais um clássico do saudoso Jorge Amado: a atriz será Dona Flor no Cinema !

A nova versão do filme Dona Flor e seus dois maridos começará a ser rodada mês que vem em  Salvador. A direção é de Pedro Vasconcelos, um dos talentos emergentes da TV Globo, emissora na qual estreou como ator.
O inesquecível trio Mauro-Sônia-Wilker em Dona Flor e seus Dois Maridos
A ideia do diretor é repetir o sucesso da primeira adaptação do filme, de 1976, que durante 34 anos foi a produção nacional de maior público da história do Cinema Brasileiro, com mais de 10 milhões de espectadores. Agora, perde apenas para Tropa de Elite 2, de José Padilha.
Esta será a segunda vez que Juliana Paes protagoniza um remake de Jorge Amado. Em 2012, a atriz incorporou a lendária Gabriela em uma das novelas das 23h de maior audiência na TV Globo, dirigida por Mauro Mendonça Filho. Na versão fílmica de 1976, de retumbante êxito, o famoso trio Dona Flor Flor e seus Dois Maridos foi interpretado por Sônia Braga, José Wilker (Vadinho) e Mauro Mendonça (Teodoro). Já na TV, a minissérie de 1998, dirigida por Maurinho Mendonça, teve Giulia Gam, Edson Celulari e Marco Nanini nos papéis principais.
No filme de Pedro Vasconcelos, os maridos serão Marcelo Faria (Vadinho) e Leandro Hassum (Teodoro).
Despedida
Atualmente, Juliana Paes pode ser vista na telona no filme ‘A Despedida’, do premiado diretor Marcelo Galvão. O filme recebeu 4 Kikitos no Festival de Gramado, há 2 anos, incluindo o de Melhor Atriz para Juliana. E antes que o ano acabe, Juliana volta ao Projac para os primeiros trabalhos de preparação de elenco rumo à próxima novela de Glória Perez, do horário nobre, a ser exibida em 2017.
Juliana

Juliana Paes também está em Dois Irmãos, série já gravada e ainda inédita, sob direção de Luiz Fernando Carvalho, da obra do escritor amazonense Milton Hatoum, que pode ir ao ar em janeiro.

Depois do sucesso da novela Totalmente Demais, Juliana Paes adotou o look que exibe agora com novo corte de cabelo…

Gramado já recebe inscrição de filmes

Gramado 1

Festival mais importante e mais tradicional do Brasil inscreve para sua 44a edição…

Abertas as inscrições para a 44ª edição do Festival de Cinema de Gramado. O tradicional festival que acontece na serra gaúcha está recebendo filmes para as mostras competitivas de longas-metragens brasileiros e estrangeiros e curtas brasileiros. As inscrições podem ser feitas no site www.festivaldegramado.net, através do qual também está disponível o regulamento oficial da competição.

Os realizadores podem submeter seus trabalhos até 1º de junho. Além do cobiçado KIKITO, serão distribuídos 280 mil reais entre os vencedores das mostras competitivas.  A curadoria de longas-metragens segue com a presença de Rubens Ewald Filho, Eva Piwowarski, e Marcos Santuario.

O Prêmio Assembleia Legislativa de Cinema – Mostra Gaúcha de Curtas, promoção conjunta com a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul,  também começará a receber inscrições este mês.

Gram KIK

Troféu mais cobiçado do Cinema Brasileiro terá nova edição em agosto…

Andréia Horta vai eternizar Elis Regina no Cinema

Semelhança de Andréia Horta com Elis Regina impressiona…

ELIS, cinebiografia em homenagem à cantora Elis Regina, será lançado no próximo semestre, e traz Andréia Horta no papel-título e em caracterização que a deixou mega parecida com a saudosa “Pimentinha“. O filme narra a vida da cantora gaúcha desde sua chegada à capital carioca até sua morte em 19 de janeiro de 1982. A direção é de Hugo Prata, que assina seu primeiro filme.

Andréia Horta, que atualmente protagoniza a novela Liberdade, Liberdade, diz acreditar na força dos sonhos. Sobretudo porque desde os 19 anos, quando leu a biografia da cantora , desejou interpretá-la: “Foi uma cabeçada. Fiquei completamente apaixonada e comecei a desejar fazê-la um dia”.

Elis e Andreia

Durante o processo de produção do filme, Andréia teve problemas de agenda e quase perde a chance de assumir Elis: “Quando saiu a grana do projeto, fui chamada para fazer uma novela e não teria condições de me preparar. Tive que sair, mas acabei voltando. Acho que a Elis não deixou. Ela foi lá e me trouxe de volta”.

Andréia Horta conta que passou por uma intensa rotina de preparação vocal e corporal: “No filme é a voz dela, porque quando você a ouve, o coração balança. Fizemos um filme justamente porque ela canta como ela canta. O trabalho de canto foi exaustivo porque eu tinha que ‘encostar’ nela. A voz é da Elis, mas minha veia tem que saltar quando a dela salta, minha respiração tem que ser a mesma.”

Elis PB

Elis Regina: força, carisma, voz e interpretação que entraram para a História !

Os olhos de Andréia se enchem de brilho quando fala de ELIS: “Era uma mulher fiel aos seus impulsos, com uma capacidade de elaboração das coisas incrível. Um ouvido brilhante ! Os músicos diziam que ela era um instrumento, porque era um absurdo de escuta musical. Tinha também um lado caseiro, que eu desconhecia.Tudo nela me interessa”. A atriz afirma que um dos momentos mais tocantes nas filmagens foi quando gravou a música O Bêbado e o Equilibrista, que tornou-se um clássico da MPB e um hino do movimento da Anistia. Além disso, Andréia lembra da emoção de cantar o clássico Fascinação. “Era como se eu estivesse cantando para ela”.

Enfim, Elis Regina tem data marcada para chegar aos cinemas…

 João Marcello Bôscoli, filho mais velho da cantora (que tinha 11 anos quando Elis morreu), diz estar satisfeito com os trechos que viu do filme. João Marcelo declara também que muitas pessoas se interessaram em levar a vida de Elis ao cinema, mas nada foi adiante. Segundo ele, o diretor Hugo Prata é quem foi ousado e não desistiu da ideia, realizando um projeto de forma autoral: “O Hugo disse que ia fazer e fez. É seu primeiro filme e as pessoas estão surpresas com o resultado”.

Andréia Horta no set durante as filmagens de ELIS

O diretor HUGO PRATA, que declara ser um apaixonado por música, diz que seu primeiro longa-metragem, não poderia fugir ao tema: “Essa história precisava ser contada. Elis reúne todas as características de um bom personagem. É forte, controversa, apaixonada, brava, profunda, polêmica e, além de tudo, uma artista excepcional. Colocava muita paixão em tudo, sempre. E isso é fundamental”.

Comentando a eleita Andréia Horta para o papel da cantora, Hugo Prata enxerga a escolha pela sensibilidade: “Ela teve a compreensão da personagem e a força dramática. Foi difícil traduzir essa mulher tão complexa, grande e forte. Andréia trabalhou o tempo todo no limite da emoção, assim como a Elis. Tentamos levar isso para a tela. E acho que conseguimos. Mas foi com muito sangue, suor e paixão”.

Andréia Horta e o desafio de viver a história da eterna Elis Regina