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Betina Vianny, Eriberto Leão e Ana Kutner em Fortaleza

Atores estreiam hoje espetáculo A Mecânica das Borboletas, de Walter Daguerre com direção de Paulo Moraes…

Em turnê por algumas das principais cidades do país, o espetáculo A Mecânica das Borboletas tem estreia esta noite, às 21h, no Teatro Celina Querioz, da Universidade de Fortaleza. A montagem aborda o conflito frente às escolhas da vida e suas consequentes perdas e ganhos.

A montagem conta a história de um casal e seus filhos gêmeos que moram numa cidade do sul do Brasil. Rômulo (Eriberto Leão), um dos irmãos, decide sair de casa aos 18 anos em busca de desvendar o mundo.

Ana Kutner contracenando com Eriberto Leão, ator protagonista, e Otto Jr.

Após 20 anos sem dar notícia, quando volta, já um escritor conhecido, Rômulo descobre que o pai morreu e encontra o irmão, Remo (Otto Jr.), que manteve o negócio do pai, uma oficina mecânica dentro da residência, prosseguindo no mesmo ofício, no mesmo lugar e casado com sua ex-namorada, Lisa (Ana Kutner). O grande sonho do irmão é construir uma Harley Davidson, mas uma peça desta moto, a borboleta do carburador, nunca chega. Por isso, a mecânica do veículo demora para estar em pleno funcionamento.

Já a mãe (Betina Viany) é uma dona de casa que cultiva a memória do falecido marido. O drama gira em torno do acerto de contas da família, permeada pelo sentimento de culpa, cobranças e perdas. A história se passa na cozinha, na oficina e no jardim. O ator Otto Jr. interpreta Remo, o irmão de Eriberto Leão.

“Sentimentos de perdas prevalecem em quem busca o sonho de desbravar o mundo e em quem escolhe ficar no mesmo lugar, na mesma cidade”, diz o autor Walter Daguerre.

A ideia do texto surgiu após uma viagem do dramaturgo a uma cidade do interior gaúcho, Lavras do Sul. “Observei os hábitos das pessoas do lugar, então comecei a pensar naqueles que saem de suas cidades, e nos que resolvem ficar, como seria a vida deles”, conta.

PRESENÇA DE BETINA VIANNY

Carioca, Betina Vianny nasceu entre livros, músicas e projetos de cinema. Seu pai é o saudoso cineasta Alex Viany, autor do livro seminal Introdução ao Cinema Brasileiro (1959), apontado pelo festejado crítico Paulo Emilio Salles Gomes como a primeira obra de filmografia brasileira. Também escreveu O Processo do Cinema Novo. Alex foi grande amigo de Vinícius de Moraes e com o genial poeta criou o filme Sol sobre a lama, em 1963.

Betina é atriz, diretora, escritora e pesquisadora de escol, atuando na área de Formação Artística do SATED–RJ, onde coordenou por muitos anos a Escola Profissionalizante para Atores. Tem passagens pelo teatro, cinema e televisão e entre os principais trabalhos estão as novelas Sinal de Alerta e Eu Prometo, na TV Globo, além de Kananga do Japão e Ana Raio e Zé Trovão, na TV Manchete. Depois da temporada na Manchete, retornou à Globo e fez as novelas O Dono Do Mundo, Quatro por Quatro, e Malhação, atuando ainda nas minisséries Engraçadinha,Seus Amores e Seus Pecados, O Quinto dos Infernos (2002), Amazônia, de Galvez a Chico Mendes (2007), e “Tudo Novo de Novo” (2009).

Em agosto de 2007, Betina idealiza e inicia o Projeto Memória-Mestres que visa a registrar, em DVD, a trajetória de importantes e renomados artistas e técnicos brasileiros que contribuíram para a história das artes cênicas do País. Bettina é a organizadora de todo o material deixado pelo pai. Este material, que está na Cinemateca do MAM-RJ, constitui-se de milhares de páginas, recortes, cartazes, fotos, ensaios, cartas etc.

O material, de alto valor histórico, porém estava desorganizado e mal arquivado, de modo que era muito difícil fazer qualquer tipo de pesquisa, localizar algum documento. E só em 2006, a atriz pode começar a catalogar todo o acervo de Alex Vianny para disponibilizá-lo à consulta. Hoje, já é possível acessar o site do Projeto Alex Viany (www.alexviany.com.br), o qual disponibiliza gratuitamente o acervo do saudoso cineasta e historiador do cinema. Os arquivos pessoais foram digitalizados e o internauta pode ver os originais.

Nós tivemos a honra de conhecer Betina Vianny ano passado, durante a primeira edição do Festival de Cinema de Anápolis, onde ela fazia o lançamento do livro “Alex Viany – Crítico e Historiador”, de Arthur Autran, ao lado do marido, o jornalista Edward Monteiro.

Agora, Betina nos surpreende com a delicadeza do convite para conferir o espetáculo A Mecânica das Borboletas, e o blog Aurora de Cinema estará lá para conferir !

Bem vinda, Betina Vianny ! Um beijo carinhoso e que a temproada em Fortaleza seja de alegrias e feliz acolhida !

Betina Vianny, atriz sempre envolvida em projetos relevantes, faz temporada de teatro este fim de semana em Fortaleza… na foto, com a jornalista Aurora Miranda Leão durante a primeira edição do Festival de Cinema de Anápolis.

SERVIÇO

A Mecânica das Borboletas

Hoje e sábado, às 21h. Domingo, às 19h, no Teatro Celina Queiroz (Av. Washington Soares, 1321 – Edson Queiroz). Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). (3477.3033)

Febre do Rato, Meia Noite, La Mirada Perdida e A Fábrica vencem Curta-SE

Atriz Letícia Spiller foi a grande atração do festival sergipano…

Encerrada na noite de sábado a 12a edição do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE).

O Teatro Atheneu foi o palco da solenidade pilotada pelo ator sergipano Flávio Bauraqui, sendo que a revelação dos vencedores e entrega dos troféus foi antecedida pela peça A Farsa dos Opostos, apresentada pelo Grupo Imbuaça, que entra em seus 35 anos de atuação.

Dentre os longas-metragens, o pernambucano Febre do Rato, de Cláudio Assis, saiu-se como o grande vencedor da noite, levando os prêmios de Melhor Longa-Metragem pelo Júri Oficial e pelo Júri Popular, Melhor Atriz pelo Júri Oficial (Mariana Nunes) e Melhor Fotografia (Walter Carvalho).

Os demais concorrentes em longa, ganharam um troféu do Júri Oficial cada. ‘Girimunho’, de Clarissa Campolina e Helvécio Marins levou o troféu de Melhor Direção; ‘Eu Receberia As Piores Notícias dos seus Lindos Lábios’ ficou com o Melhor Ator (Gustavo Machado); enquanto que ‘Paraíso Aqui Vou Eu’, de Cavi Borges e Walter Daguerre, ganhou Menção Honrosa pela incrível trilha sonora de Plínio Profeta.

Curtas 35 mm

Entre os curtas ibero-americanos, rodados em 35mm, destacou-se a performance ‘Casa Afogada’, de Gilson Vargas (RS); ‘Barbeiros’, de Luiz Ferraz e Guilherme Aguillar (SP); e ‘Três Vezes por Semana’, de Cris Reque. Todos levaram dois troféus. O filme de Gilson Vargas ganhou os prêmios de Melhor Curta-Metragem, Melhor Curta-Metragem de Ficção. Já ‘Barbeiros’, levou Melhor Curta-Metragem Documentário e Melhor Direção; enquanto ‘Três Vezes por Semana’ foi premiado com Melhor Atriz (Irene Brietzke) e Menção Honrosa 35mm.

Diretor Luiz Ferraz, de Sampa, levou vários troféus pelo seu ‘Barbeiros’…

Os outros vencedores receberam um prêmio do Júri Oficial. O espanhol ‘Zeinek Gehiago Iraun’, de Gregorio Muro, levou como Melhor Curta-Metragem de Animação; o baiano ‘Premonição’, de Pedro Abib, ficou com Melhor Curta de Temática Nordestina; o fluminense ‘Uma, Duas Semanas’,  de Fernanda Teixeira, foi agraciado com Melhor Ator (Silvio Matos); e o paulista ‘Funeral À Cigana’ , de Fernando Honesko, ganhou Menção Especial.

O primeiro prêmio de Melhor Fotografia em 35mm  pelo Júri Oficial do Curta-SE foi para Quando Morremos À Noite , do pernambucano Eduardo Morotó. Já a escolha do público premiou o paulista ‘Café Turco’, do ator Thiago Luciano, como Melhor Curta-Metragem 35mm pelo Júri Popular.

Iberoamericanos

Entre os vídeos iberoamericanos, o paulista Realejo, de Marcus Vinícius Vasconcelos, ganhou os prêmios de Melhor Vídeo Animação pelo Júri Oficial e Melhor Vídeo Iberoamericano pelo Júri Popular.

O argentino La Mirada Perdida, de Damián Dionísio, levou o troféu de Melhor Vídeo Ibero-americano pelo Júri Oficial. O ótimo O Brasil de Pero Vaz de Caminha, de Bruno Laet, ganhou Melhor Documentário, e o paranaense A Fábrica, de Aly Muritiba, ganhou Melhor Ficção, todos pelo Júri Oficial.

Os jurados também concederam duas menções honrosas aos vídeos iberoamericanos. Uma delas foi para o sergipano Meia Noite, de Samuel Blá, por atestar a evolução da qualidade da produção audiovisual sergipana, sendo bem realizado e de fácil comunicação com o público. Já o paulista A Noite dos Palhaços Mudos, de Juliano Luccas, foi premiado pela soma de diversos elementos que compõem a narrativa cinematográfica com notória qualidade, tais como: fotografia, direção de arte, atuação e efeitos.

Letícia Spiller, em cena de Tudo que Deus criou, mobilizou as atenções nas últimas noites do Curta-SE…

Sergipanos, videoclipes e vídeos de bolso

O júri oficial também premiou Meia Noite como Melhor Vídeo Sergipano. Já Derredor, de André Aragão, foi agraciado como 2º Melhor Vídeo Sergipano e foi eleito Melhor Curta Sergipano pelo Júri Popular. Rezou A Família e Foi Ao Cinema, feito pelos alunos do Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira (NPDOV) ficou com o 3º lugar.

Entre os videoclipes, O Deus Que Devasta mas Também Cura, do baiano Lucas Santtana, dirigido por Daniel Lisboa e Matheus Viana, levou troféu do Júri Oficial como Melhor Videoclipe, enquanto Tá Certo, da banda sergipana Ode Ao Canalha, dirigido pelos alunos do NPDOV, foi o favorito do público. Já o sergipano Ao Seu Lado, de André Aragão, foi eleito pelos internautas como Melhor Vídeo de Bolso.

As irmãs Rosângela e Deyse Rocha celebram mais uma edição e agradecem público e patrocinadores…

Terminada a entrega de prêmios, as diretoras executivas do festival, Rosângela e Deyse Rocha, subiram ao palco e agradeceram ao público, convidados e patrocinadores, homenageando a equipe do Curta-SE “que deu o sangue pelo sucesso do Festival”.

A noite de encerramento do Curta-SE 12  foi fechada com noite de muita música e festa no Oceanário de Aracaju, com apresentações musicais da cantora Lena Oliver, do DJ Alemão, e da conhecida banda NaurÊa.

Mesmo sem estar concorrendo, Letícia Spiller foi a grande atração do Curta-SE 12 e conquistou a todos com beleza, elegância e simpatia…

* DETALHE: quem chegou à festa do Oceanário desde as primeiras horas e fez bonito conversando com quem lhe procurava, distribuindo sorrisos, posando para fotos e dançando pra valer ao som da NaurÊa foi a atriz Letícia Spiller, que estava no Curta-SE por conta de sua participação em dois filmes: o curta “Joãozinho de Carne e  Osso” , do ator Paulo Vespúcio; e o longa Tudo que Deus Criou, do cineasta André da Costa Pinto, de Campina Grande, que será lançado em 2013, no qual ela faz com enorme brilhantismo uma cega, sem nenhum glamour…

Paulo Vespúcio, Letícia Spiller e André da Costa Pinto: Tudo que Deus criou

As comissões julgadoras foram compostas pelo jornalista Amilton Pinheiro, as produtoras Carla Osório e Luciana Druzina, Solange Lima, Geraldo Moraes, Itamar Borges, Clarissa Kuschnir, Aurora Miranda Leão, Marcela Lommas, Rafael Cusato, Carla Francine, Cavi Borges, e Isabelle Cabral.

O Curta+SE 12, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, aconteceu de 17 a 22 de setembro, com patrocínio Petrobras, co-patrocínio Banese, apoio cultural do Banco do Nordeste, Cinemark e Governo do Estado, e apoios da Cia Rio, Canal Brasil, Shopping Jardins, Cinerama Brasilis, Megacolor, Sebrae/SE, APBITV, Pipa Distribuidora, Nova Digital, Tv Sergipe, Estúdios Mega, CBC, FICC, CNC, Revista Preview, Raça Brasil, Canne, Emsetur, Infonet, Fórum dos Festivais, Ativa Impressão Digital, Porta Curtas, Maria Cheirosa, Líder Lab, Curso Mater Day, Restaurante Moinho, Churrascaria Sal e Brasa, Habib’s Aracaju, Projeto Tamar, Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Secretaria de Estado da Cultura, Pontão Digital Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Atração Gravadora, Prefeituras (Aracaju, Estância, Laranjeiras e São Cristóvão), Segrase, SESC SE, Mix /SE e Fest’A Film. O festival é uma realização da Casa Curta-SE e Secretaria do Audiovisual/Ministério da Cultura/Governo Federal.

Aurora Miranda Leão e Letícia Spiller: louras de Cinema curtindo Aracaju…

Vídeo de bolso Ao seu lado- Dir. André Aragão- SE Melhor Vídeo de Bolso, Júri popular -Troféu Ver ou Não Ver

Videoclipe

Melhor Videoclipe, Júri Oficial

O Deus que Devasta mas também cura– Lucas Santtana – Dir. Daniel Lisboa e Matheus Viana- BA -Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Videoclipe, Júri popular

Tá certo- Banda Ode ao Canalha- Dir. Núcleo de Produções Digitais Orlando Vieira -Troféu Ver ou Não Ver

Itamar Borges, Aurora de Cinema e Amilton Pinheiro no Oceanário…

Curta 35mm iberoamericano

Melhor curta-metragem em 35mm, Júri oficial

Casa Afogada- Dir. Gilson Vargas- RS -Prêmio Nova Digital (três minutos de trilha sonora original); -Troféu Ver ou Não Ver

Melhor curta-metragem documentário em 35mm, Júri oficial

Barbeiros-Dir. Luiz Ferraz- SP -Prêmio Nova Digital (três minutos de trilha musical original) -Troféu Ver ou Não Ver

Melhor curta-metragem de ficção em 35mm, Júri oficial

Casa Afogada- Dir.Gilson Vargas- RS -Prêmio CiaRio no valor de R$ 5.000 em serviços (locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria); – Troféu Ver ou Não Ver

Melhor curta-metragem de animação em 35mm, Júri oficial

Zeinek Gehiago Iraun- Dir. Gregorio Muro- Espanha -Prêmio Cinecolor – 01 diária de correção de cor de um curta – metragem de até 15 minutos para Projeto captado digital, sonorização e print master. – Prêmio Nova Digital  (três minutos de trilha musical original) – Troféu Ver ou Não Ver

Melhor curta-metragem em 35mm com temática nordestina, Júri oficial

Premonição- Dir. Pedro Abib- BA Troféu BNB e Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Ator, Júri oficial

Silvio Matos- Uma, duas semanas- Dir. Fernanda Teixeira -RJ Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Atriz: Irene Brietzke por Três vezes por semana– Dir. Cris Reque (RS) Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Direção: Luiz Ferraz e Guilherme Aguilar por Barbeiros (SP) – Troféu Ver ou Não Ver

Flávio Bauraqui, apresentador, com realizadores sergipanos JP, Isaac Dourado e André Aragão…

Melhor curta-metragem 35mm, Júri popular

Café Turco, de Thiago Luciano (SP): Prêmio Nova Digital  (três minutos de trilha musical original) Troféu Ver ou Não Ver

Menção Honrosa 35mm: Três vezes por semana, de Cris Reque (RS) – Troféu Ver ou Não Ver

Menção Especial 35mm: Funeral à Cigana, de Fernando Honesko (SP) – Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Fotografia 35mm: Marcelo Martins Santiago por Quando morremos à noite, de Eduardo Morotó (PE) – Troféu Ver ou Não Ver

Carla Osório, Aurora Miranda Leão, Carla Francine e Luciana Druzina: juradas…

Longa-metragem

O poético Febre do Rato, de Cláudio Assis (Matheus Nachtergaele e Irandhir Santos em ótimas performances)  foi o grande vencedor na categoria longa-metragem…

Melhor longa, Júri oficial

Febre do Rato, de Cláudio Assis (PE): Prêmio Nova Digital  (cinco minutos de trilha musical original) Troféu BNB e Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Ator: Gustavo Machado por Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios – Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Atriz: Mariana Nunes por Febre do Rato – Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Direção: Clarissa Campolina e Helvécio Martins por Girimunho

Melhor longa, Júri popular: Febre do Rato -Prêmio Nova Digital  (cinco minutos de trilha musical original) Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Fotografia: Walter Carvalho por Febre do Rato – Troféu Ver ou não Ver

Menção Honrosa longa, Júri oficial: Plínio Profeta- Trilha sonora de Paraíso aqui vou eu, de Cavi Borges e Walter Daguerre (RJ), Troféu Ver ou Não Ver

Vídeo Sergipano

Melhor curta-metragem Sergipano – 1º lugar, Júri oficial

Meia-noite- Dir. Samuel Blá Prêmio CiaRio no valor de R$ 5.000,00 em serviços (locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria), Prêmio Estúdios Mega no valor de R$ 13.850,00 em serviços (finalização de Imagem de curta-metragem digital captado em resolução HD à 24 FPS com duração de até  20 minutos) Troféu Ver ou Não Ver

Melhor curta-metragem sergipano – 2º lugar, Júri oficial

Derredor- Dir. André Aragão -Prêmio Nova Digital  (três minutos de trilha musical original) Troféu Ver ou Não Ver

Melhor curta-metragem sergipano – 3º lugar, Júri oficial

Rezou à família e foi ao cinema- Dir. Núcleo de Produções digitais Orlando Vieira Troféu Ver ou Não Ver

Melhor curta-metragem sergipano, Júri Popular

Derredor- Dir. André Aragão -Prêmio Nova Digital  (três minutos de trilha musical original) -Prêmio Cinecolor – 01 diária de correção de cor de um curta – metragem de até 15 minutos para Projeto captado digital, sonorização e print master. -Troféu Ver ou Não Ver

Vídeo iberoamericano

La Mirada Perdida : impactante filme argentino vence mais um festival…

Melhor Vídeo Iberoamericano, Júri oficial

La mirada perdida– Dir.Damián Dionisio, Argentina: Prêmio Nova Digital (três minutos de trilha musical original) -Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Vídeo documentário, Júri oficial

O Brasil de Pero Vaz de Caminha– Dir.Bruno Laet- RJ -Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Vídeo ficção, Júri oficial

A fábrica– Dir. Aly Muritiba- PR -Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Vídeo animação, Júri oficial

Realejo– Dir.Marcus Vinicius Vasconcelos- SP -Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Vídeo Iberoamericano, Júri Popular

Realejo- Dir. Marcus Vinícius Vasconcelos- SP -Prêmio Nova Digital  (três minutos de trilha musical original) e -Troféu Ver ou Não Ver

Menção honrosa Vídeo Iberoamericano, Júri oficial

Meia noite, direção Samuel Blá (SE) -Troféu Ver ou Não Ver

Justificativa:Um filme que atesta a evolução da qualidade da produção audiovisual sergipana, sendo bem realizado e de fácil comunicação com o público.

Menção honrosa Vídeo Iberoamericano, Júri oficial

A noite dos palhaços mudos – Dir.Juliano Luccas- SP -Troféu Ver ou Não Ver Justificativa: Pela soma de diversos elementos que compõem a narrativa cinematográfica com notória qualidade, tais como: direção de arte, fotografia, atuação e efeitos.