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É Tudo Verdade Recebe Inscrições

Abertas as inscrições de documentários nacionais e internacionais parao festival É Tudo Verdade 2011 – 16º Festival Internacional de Documentários.

O mais importante festival de Documentários do pais vai acontecer de 30 de março a 10 de abril de 2011 em São Paulo e no Rio de Janeiro, simultaneamente. Para os longas e médias-metragens nacionais participantes da mostra competitiva, é exigido ineditismo absoluto.

O prêmio é de R$ 100 mil.

 Não há exigência de ineditismo para a competição de curtas brasileiros, mas a seleção dará preferência a produções inéditas. As inscrições vão até 10 de dezembro.

Mais informações e inscrições no site: www.etudoverdade.com.br

Terra Vence É Tudo Verdade

O júri brasileiro do 15º Festival Internacional de  Documentários É Tudo Verdade elegeu Terra Deu, Terra Come, de Rodrigo Siqueira, como Melhor Documentário Nacional. O filme mostra a trajetória da cidade grande para o sertão, em busca do sal da terra.

 O júri internacional dividiu o prêmio entre dois trabalhos de perfis bastante diferenciados – La Danse, de Frederick Wiseman, e O Homem Mais Perigoso do Mundo, de Rick Goldsmith e Judith Ehrlich.

Em seu filme, Wiseman usa dançarinos para mostrar a leveza e graça da dança como resultado do esforço humano pela perfeição e o equilíbrio. O Homem Mais Perigoso é sobre Daniel Ellsberg, ex-funcionário do Pentágono que revelou documentos secretos do governo americano sobre a Guerra do Vietnã.

Informações: www.estadao.com.br

BODANZKY no É TUDO VERDADE

 
     
Jorge Bodanzky e Ideia Forte no Festival É Tudo Verdade
 

Jorge Bodanzky e Idéia Forte tem o prazer de convidá-lo para a estréia do filme No meio do rio, entre as árvores, no Festival É Tudo Verdade, em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Veja o trailer do filme

Horários:

Rio de Janeiro / Unibanco Arteplex
Dia 14 de abril, 19h00 Sala 6
Praia de Botafogo, 316 – Telefone: (21) 2559.8750

São Paulo, Espaço Unibanco
Dia 16 de abril, 19h00 Sala 01
Dia 17 de abril, 17h00 Sala 01
Rua Augusta, 1475 Cerqueira César – Tel.: (11) 3288.6780 / 3287.5590

 

 

 
    A WebTV Navegar é uma iniciativa do cineasta e documentarista Jorge Bodanzky.
 
  Newsletter editada por:

Ideia Forte
www.ideiaforte.com.br

 

Filme em Homenagem a Welles Será Rodado no Rio

Acolhido por Hollywood como um jovem prodígio, Orson Welles (1915-1985) morreu amargurado, com a carreira abalada pela reputação de cineasta genioso e extravagante. Parte do mistério envolvendo a penosa derrocada profissional do autor do clássico Cidadão Kane (1941) poderá ser revelada pelo roteiro de The assassination of Orson Welles (O assassinato de Orson Welles), que o diretor americano John McTiernan, responsável por algum dos maiores sucessos do cinema de ação dos anos 80 e 90 como O Predador e Duro de Matar, pretende dirigir este ano – quando fazem 50 que Welles nos deixou. O filme é ambientado no Brasil dos anos 40, quando Welles passou uma longa temporada no país tentando filmar dois dos três episódios de É Tudo Verdade, nunca concluído.

Mctiernan diz que Welles foi vítima de uma campanha de difamação orquestrada pela imprensa americana. À frente dela estariam os jornais controlados por William Randolph Hearst, o magnata da mídia americana, que supostamente teria servido de inspiração para Cidadão Kane.

Perseguido pelo magnata

– Enquanto ele esteve aqui, filmando, a partir de 1942, sua imagem foi literalmente destruída nos EUA. Nunca mais conseguiu trabalhar direito de novo  – afirma McTiernan. – Soberba (1942), que ele deixou filmado antes de vir para cá, foi reeditado pelas suas costas e lançado de qualquer maneira. Os jornais de Hearst publicaram reportagens dizendo que ele teria vindo ao Brasil para evitar o alistamento na Segunda Guerra Mundial. Welles tinha sim se apresentado ao Exército, mas não fora aprovado porque tinha problemas nas pernas. Então se ofereceu para fazer trabalhos diplomáticos, e o governo americano o enviou para o Brasil, preocupado com a aproximação entre o presidente Getúlio Vargas e o governo da Alemanha.The assassination of Orson Welles será filmado no Rio, destino final de Jacaré, o pescador que liderou uma viagem de jangada entre o Ceará e a então capital da República para chamar a atenção para os direitos trabalhistas da classe. O episódio foi recriado por Welles para um dos curtas que compõem a trilogia É tudo verdade, ambientada na América do Sul, uma das iniciativas geradas pela política de Boa Vizinhança. O roteiro está sendo desenvolvido por Robert Boris, grande pesquisador da vida e obra de Welles.

ert elles.

Boris é louco por tudo que diz respeito a Welles. Ele me procurou e me mostrou um roteiro de 300 páginas! Pedi para ele fazer algo mais enxuto. Ele prometeu uma nova versão para a semana que vem – contou McTiernan, que está com a carreira congelada nos Estados Unidos desde 2006, devido a um processo em que o FBI o acusa de ter pago a um investigador particular para grampear os telefones de Karl Roven, produtor de Rollerball (2002), que lhe devia dinheiro.

Queriam que eu mentisse no tribunal, o que não fiz. Por causa desse processo, que me rendeu quatro meses de prisão, tornei-me um diretor “imbancável”; nenhum banco ou seguradora bota dinheiro em projeto meu. Por isso, acredito que The assassination of Orson Welles terá um estrutura mais independente.

A verdade sobre as pressões que Welles sofria – ou parte dela – só veio à tona uma única vez, em uma entrevista a Merv Griffin, apresentadora de um programa da CBS, concedida duas horas antes da morte do cienasta, em 1985. McTiernan acredita que a hostilidade da mídia americana em relação a Welles esteja relacionada ao desprezo que ele sentia pelos poderosos:

Essa aversão aos ricos é visível em todos os seus filmes, desde Cidadão Kane. Welles nasceu no Meio-Oeste, não era um aristocrata. Ele é da mesma geração que desenvolveu a indústria automobilística, como os Ford. A atitude política que veio daquela região, na virada do século 19 para o 20, era muito igualitária. Não gostavam dos ricos, achavam imoral que exibissem sua riqueza. Para eles, os bem-sucedidos deveriam dividir o seu sucesso com a comunidade. E Welles era um deles, e brigou muito com o sistema. Ele era um touro e sua ira escapou de seu controle muitas vezes. Foi destruído por causa disso.

Tourada como metáfora

Uma das histórias de É Tudo Verdade se passa no México e envolve um garoto criado numa fazenda que faz amizade com um bezerro, que o segue aonde vai, como um animal de estimação. Tempos mais tarde, o bicho, já crescido, é mandado para as touradas. O garoto chega ao estádio a tempo de salvar o animal da morte. A simbologia acompanhou o diretor até sua morte: Welles foi cremado e suas cinzas foram espalhadas numa arena de touradas na Espanha.

Tentei entender o significado da tourada para ele. Não sei o que contam para vocês, mas nos EUA sempre nos disseram tratar-se de um ritual envolvendo a batalha do homem contra um animal selvagem. Mas não é. Começou no século 18, na Espanha, pelas mãos da aristocracia. O touro não é uma besta selvagem, é um bicho da fazenda, e as pessoas se identificam com ele. A tourada significa o seguinte: não se meta com o cara vestido com roupas caras e que usa uma capa vermelha grande, porque sua ira não o levará a lugar nenhum, o toureiro é quem detém a espada. E Welles sabia que a tourada ensinava os camponeses a temer os ricos.

* Texto de Carlos Helí de Almeida 

VideoFilmes lança trailer de Uma Noite em 67

Selecionado para abrir a 15ª edição do É Tudo Verdade em São Paulo, o documentário Uma Noite em 67 já tem trailer oficial. O filme, com a direção de Renato Terra e Ricardo Calil, traz para o cinema a final do III Festival de Música Popular, que se transformou num marco da história cultural do Brasil.  

O longa tem depoimentos inéditos de Chico Buarque, Caetano Velloso, Roberto Carlos, Gilberto Gil, Edu Lobo e Sérgio Ricardo, finalistas do Festival. 

Uma Noite em 67 é uma produção da Videofilmes. 

Para fazer download do trailer acesse o link:

 http://www.sendspace.com/file/v2qmok  

Ficha técnica

Direção: Renato Terra e Ricardo Calil

Coprodução: VideoFilmes e Record Entretenimento

Produção executiva: João Moreira Salles e Maurício Andrade Ramos

Consultoria: Zuza Homem de Mello

Direção de Fotografia: Jacques Cheuiche

Som: Valéria Ferro

Montagem: Jordana Berg

Mixagem: Denilson Campos

Produção: Beth Accioly

Coordenação de produção: Carolina Benevides

Coordenação de finalização: Bianca Costa

Pesquisa: Antônio Venâncio

Uma Noite em 67 – É TUDO VERDADE

O filme Uma Noite em 67, de Renato Terra e Ricardo Calil, foi o selecionado para abrir a 15ª edição do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários, em Sampa, próximo dia 8. Uma Noite em 67 é de arrepiar. Uma fascinante viagem na máquina do tempo”, testemunha o crítico Amir Labaki, diretor do É Tudo Verdade

Segundo a dupla Renato e Ricardo, ambos estreantes na direção, o longa foi concebido como um convite para viver a final do III Festival de Música Popular, que se transformou num marco da história cultural do Brasil. Além das imagens de arquivo, os grandes finalistas Chico Buarque, Caetano Velloso, Roberto Carlos, Gilberto Gil, Edu Lobo e Sérgio Ricardo enriquecem o documentário com depoimentos inéditos sobre aquela noite.  

A idéia é que a sala de cinema reproduza um pouco da estrutura do teatro da Record, com as pessoas sentadas diante daquele espetáculo que está acontecendo na frente delas. Fizemos um filme que não dá muitas respostas prontas, opiniões fechadas. Estamos propondo uma experiência”, explica Renato Terra.

Uma Noite em 67 é uma produção da Videofilmes.  Mais informações www.umanoiteem67.com.br e www.eradosfestivais.com.br 

É Tudo Verdade 

O festival acontece entre 8 e 18 de abril em São Paulo e entre 9 e 18 de abril no Rio de Janeiro.  É Tudo Verdade é o principal evento dedicado à cultura do documentário da América Latina.

A sessão de abertura é exclusiva para convidados e a entrada é gratuita em todas as demais sessões.  

Ficha técnica

Direção: Renato Terra e Ricardo Calil

Coprodução: VideoFilmes e Record Entretenimento

Produção executiva: João Moreira Salles e Maurício Andrade Ramos

Consultoria: Zuza Homem de Mello

Direção de Fotografia: Jacques Cheuiche

Som: Valéria Ferro

Montagem: Jordana Berg

Mixagem: Denilson Campos

Produção: Beth Accioly

Coordenação de produção: Carolina Benevides

Coordenação de finalização: Bianca Costa

Pesquisa: Antônio Venâncio

 João Moreira Salles: Documentarista de escol, tudo que o cineasta produz é de excelente qualidade

Quase na hora de É TUDO VERDADE

A abertura da 15ª edição do festival internacional de  documentários É Tudo Verdade será feita pela estréia brasileira do novo filme de José Padilha, Segredos da Tribo. Nele, o diretor de Ônibus 174, Garapa (lançado no festival do ano passado) e Tropa de Elite coloca a antropologia no banco dos réus ao abordar a atuação de pesquisadores entre os ianomâmis da Venezuela nos anos 1960 e 1970.

No Rio, o festival será de 9 a 18 de abril, com entrada franca para todas as sessões. 

Cena do impactante Garapa, Doc de José Padilha, rodado no Ceará

Padilha habilmente contrapõe as versões dos antropólogos, já estas conflitantes entre si, com a dos próprios índios. Em pauta, uma cadeia impressionante de alegações que põem em xeque o respeito dos cientistas à integridade tanto física quanto cultural dos ianomâmis.

“Para iniciar a celebração dos quinze anos, nada como duas aberturas de arromba”, comemora o crítico Amir Labaki, diretor do festival. Em Segredos da Tribo, Padilha elevou a hipnótico thriller humanista uma querela acadêmica. Jamais voltaremos a ver com os mesmos olhos o trabalho de campo dos antropólogos”.

SALAS NO RIO DE JANEIRO

Unibanco Arteplex
Praia de Botafogo, 316 – sala 6 / (21) 2559.8750
(266 lugares)

Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Primeiro de Março, 66 / (21) 3808.2020
(102 lugares)

Instituto Moreira Salles
Rua Marquês de São Vicente, 476 / (21) 3284.7400
(113 lugares)

Ponto Cine Guadalupe – Guadalupe Shopping
Estrada do Camboatá, 2300 / (21) 3106.9995
(72 lugares)

Cine Santa Teresa
Rua Paschoal Carlos Magno, 136 / (21) 2222.0203
(60 lugares)

Cinemark Downtown
Avenida das Américas, 500 / (21) 2494.5004

É TUDO VERDADE em ABRIL

A primeira lista com 15 documentários brasileiros inéditos em longa, média e curta-metragem é divulgada pelos organizadores do É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários, que acontece entre 8 e 18 de abril em São Paulo e entre 9 e 18 de abril no Rio. A entrada é gratuita. A seleção internacional e novos títulos nacionais inéditos serão anunciados em breve.

É a 15.ª edição do festival, que promoverá o lançamento mundial de sete longas e médias na mostra competitiva. Segundo o diretor do evento, Amyr Labaki, a maioria dos cineastas vai participar do festival pela primeira vez. O vencedor entre os concorrentes em longa e média-metragem vai ganhar um Troféu É Tudo Verdade criado pelo artista plástico Carlito Carvalhosa. Já o vencedor em curta-metragem vai levar, além do troféu, um prêmio de RS$ 6 mil. Há ainda o prêmio CPFL Energia/É Tudo Verdade no valor de RS$ 100 mil. 

 Confira a lista de longas e médias-metragens:

Arquitetos do Poder, de Vicente Ferraz e Alessandra Aldé (RJ, 90 min)

Um mergulho na relação entre mídia e política no Brasil, destacando a evolução das técnicas de propaganda nas campanhas eleitorais – de Getúlio a Lula.

O Contestado – Restos Mortais, de Sylvio Back (RJ, 158 min)

Back retoma agora em documentário o tema de seu segundo longa-metragem ficcional, “Guerra dos Pelados” (1970). Uma das maiores epopeias do país, a Guerra do Contestado (1912-1916) envolveu milhares de civis e militares no interior do Paraná e de Santa Catarina, num combate envolvendo disputa fundiária e questões de fronteira, heróis fardados e líderes messiânicos, discursos utópicos e massacres sanguinários.  

Eu, o Vinil e o Resto do Mundo, de Lila Rodrigues e Karina Ades (SP, 72 min)

Um retrato de jovens da periferia de São Paulo que participam do maior campeonato de DJs da America Latina, o Hip Hop DJ. O sonho da música irmana moradores de todos os cantos da megalópole. 

 

Fora de Campo, de Adirley Queirós (DF, 52 min)

No Brasil existem cerca de 500 clubes de futebol profissionais. 40 times disputam as séries A e B do campeonato brasileiro. Apenas 8% fazem parte da elite do futebol. Uma radiografia seca deste universo, tomando Brasília por microcosmo.

 

Manual Prático de Como Ter Sucesso na Política Brasileira, de Felipe Lacerda (RJ, 104 min)

Um estudo de caso dos métodos utilizados pelos políticos nacionais para permanecer no poder, a partir do cotidiano de um vereador do interior do Amazonas. 

Programa Casé – O Que a Gente Não Inventa, Não Existe, de Estevão Ciavatta (RJ, 80 min)

A extraordinária trajetória de Adhemar Casé (1902-1993), um vendedor de rádio que fez história no rádio, na TV e na publicidade brasileira, lançando nomes como Noel Rosa, Carmem Miranda e Orlando Silva.

 Terra Deu, Terra Come, de Rodrigo Siqueira (MG, 89 min)

Pedro de Alexina, 82, conduz, como mestre de cerimônias, o funeral de João-Batista, morto aos 120 anos. Ali, não se sabe o que é documentário ou ficção, cinema ou vida. 

 Programas especiais 

No Meio do Rio, entre as Árvores, de Jorge Bodanzky

Resultado de uma expedição ao Alto Solimões, na Amazônia, que ministrou oficinas de vídeo, fotografia e circo a diversas comunidades ribeirinhas, o filme capta imagens de um mundo amplo, de grande beleza, mas em que a exploração econômica predatória deixou marcas. Filmagens dos próprios habitantes da região ajudam a compor um olhar de raro frescor sobre a Amazônia. 

O Estado das Coisas  

Doce Brasil Holandês, de Mônica Schmiedt

Unidas à distância por um sobrenome comum de origem holandesa, duas historiadoras, a brasileira Kalina Wanderley e a alemã Sabrina van der Ley, exploram as raízes e as contradições da lenda que se criou acerca da invasão holandesa a Pernambuco, no século 17. Maurício de Nassau é definido por alguns moradores de Recife como “o melhor prefeito que a cidade já teve”.

 

Sobre Rios e Córregos, de Camilo Tavares

Assentada sobre cerca de 1.500 km de rios e córregos, a cidade de São Paulo transformou-se num caso peculiar de transformação da água – tanto em solução quanto em problema. Através de depoimentos de especialistas analisa-se o histórico de uma convivência conflituosa, marcada por canalizações, desvios de curso de rios, especulação imobiliária e habitação irregular.

 Competição Brasileira de curtas-metragens

 Bar da Estação, de Leonardo Ayres Furtado (MG, 17 min)

 Todos os dias, José dos Santos abre o Bar da Estação, no pequeno município de Ribeirão Vermelho, em Minas Gerais.

 Bernnô, de Pedro Gorski (SP, 24 min)

Um retrato do artista plástico, paulistano do bairro do Limão, que através do domínio das técnicas de pintura automotiva, construiu uma carreira como artista, reconhecido pelo público e pela crítica.

 Mãos de Outubro, de Vitor Souza Lima (PA, 21 min)

Outubro de festa. Romeiros, operários, escultores, estilistas, decoradores, guardas da Santa, fogueteiros, promesseiros, tocadores de sinos. Todas as classes, todas as idades. Todas as mãos que constroem a maior manifestação de fé do Brasil.

Querida Mãe, de Patricia Cornils (SP, 25 min)

Uma conversa entre cartas escritas por uma mãe e os sentimentos que provocam, 44 anos depois, em sua filha. Que não a conheceu.

 Xetá, de Fernando Severo (PR, 20 min)

Durante o desordenado processo de colonização do noroeste do Paraná, nos anos 40, uma população indígena foi expulsa de suas terras; os poucos sobreviventes se dispersaram. A quase extinção desse povo acabou contribuindo para provocar um desastre ecológico irreversível na região.

 Karl Max Way, de Flavia Guerra e Maurício Osaki (SP, 25 min)

Karl Max é capitalista. É também um motoboy brasileiro em Londres. Quer ganhar dinheiro para ter uma vida melhor. Para isso, precisa encarar ‘pequenos’ problemas: ilegalidade e risco de vida.

Acontecências, de Alice Villela e Hidalgo Romero (SP, 23 min)

Documentário filmado na aldeia Asuriní do Xingu, em 2007, durante pesquisa de campo da antropóloga Alice Villela. Trata-se de um olhar poético sobre o material bruto.

As Aventuras de Paulo Bruscky, de Gabriel Mascaro (PE, 20 min)

O artista Paulo Bruscky (pioneiro na gravação eletrônica, filme super 8, vídeo) entra na plataforma de relacionamento virtual “second life” e conhece um ex-diretor de cinema, Gabriel Mascaro, que hoje vive, se diverte e trabalha fazendo filmes na rede virtual.

Se meu Pai Fosse de Pedra, de Maria Camargo (RJ, 20 min)

O escultor Sergio Camargo morreu há 18 anos. Se os ossos que restaram na sepultura são seus restos mortais, seriam as esculturas seus “restos vitais”? No filme, o ponto de vista é o da filha que se defronta com o artista e com o homem que ele foi.

É Tudo Verdade – 15º Festival Internacional de Documentários

São Paulo – 8 a 18 de abril

Rio de Janeiro – 9 a 18 de abril

Entrada gratuita em todas as salas de cinema

Salas em SP

Espaço Unibanco de Cinema

Rua Augusta, 1475 – sala 1 / (11) 3288.6780

Centro Cultural Banco do Brasil

Rua Álvares Penteado, 112 / (11) 3113.3651

Cinemateca Brasileira

Largo Senador Raul Cardoso, 207 – sala BNDES /

Reserva Cultural

Avenida Paulista, 900 – sala 4 / (11) 3287.3529

Cinemark Eldorado

Avenida Rebouças, 3970 / (11) 2197.7472

Salas no Rio

Unibanco Arteplex

Praia de Botafogo, 316 – sala 6 / (21) 2559.8750

Centro Cultural Banco do Brasil

Rua Primeiro de Março, 66 / (21) 3808.2020

Instituto Moreira Salles

Rua Marquês de São Vicente, 476 / (21) 3284.7400

Ponto Cine Guadalupe – Guadalupe Shopping

Estrada do Camboatá, 2300 / (21) 3106.9995

Cine Santa Teresa

Rua Paschoal Carlos Magno, 136 / (21) 2222.0203

Cinemark Downtown

Avenida das Américas, 500 / (21) 2494.5004