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Com Alinne, Basta Uma Palavra para Mudar

25 filmes, entre curtas, longas e ocumentários estã ona programação do Cinema Mostra Aids, cuja sexta edição acontece em Sampa no Espaço Unibanco Augusta e no Cine Olido (ambos no centro), de hoje até dia 19 de agosto.

Divulgação
Alinne Moraes (foto) participa do filme "Flordelis - Basta uma Palavra para Mudar", que integra a sexta edição do Cinema Mostra Aids
Alinne Moraes participa do filme Flordelis – Basta uma Palavra para Mudar

A intenção é despertar o interesse do público sobre o impacto da Aids na sociedade e na vida das pessoas. Na programação, obras como Flordelis – Basta uma Palavra para Mudar, a história real de uma mulher que desafiou a justiça brasileira por amor aos filhos. O elenco conta com Reynaldo Gianecchini, Alinne Moraes, Letícia Sabatella e Deborah Secco.

O francês Clara e Eu — sobre um ator que precisa decidir se mantém a relação com a mulher que ama, e cujo teste de HIV deu positivo– e o longa O Jardim do Outro Homem também fazem parte da mostra.

Os ingressos custam R$ 5 (Espaço Unibanco) e R$ 1 (Cine Olido), mas quem quiser pode imprimir um vale-ingresso no site do festival e assistir aos filmes de graça. A página também contém toda a programação.

Cinema Mostra AidsEspaço Unibanco Augusta – r. Augusta, 1.470 e 1.475, Consolação, centro, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3288-6780. Cine Olido – av. São João, 473, República, centro, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3331-7703. 12 a 19/8. Ingr.: R$ 5 (Espaço Unibanco Augusta) e R$ 1 (Cine Olido).

Tela Internacional para ÁUREA

Realizador carioca ZECA FERREIRA, amigo querido, convida os amigos paulistas para conferirem seu caprichado documentário ÁUREA.
 
 
Eu tive a oportunidade de ver o filme em Jericoacora  durante o I Festival de Cinema Digital da paradisíaca praia cearense – e RECOMENDO.
ÁUREA tem belíssima fotografia de Pedro Urano (nosso conterrâneo), roteiro inteligente, a voz maviosa de Áurea e uma direção precisa.
O filme levou a estatueta de MELHOR no festival de Jericoacora, mais um para sua extensa coleção.
 
 
 
 
* O convite de Zeca Ferreira:
 
Aos amigos paulistas,
“Áurea”, filme que dirigi recentemente, vai finalmente passar por São Paulo, dentro da programação do Festival Internacional de Curtas-metragens (Kinoforum).
Estarei por lá, junto com a Áurea, atriz e personagem do filme, nas sessões do MIS e da Cinemateca. Compareçam!!! Divulguem!!!
Cantora carioca Áurea Martins, que “ganhou” o nome artístico de Paulo Gracindo e era admirada pela “Divina” Elizeth Cardoso
 

HORÁRIOS

Dia 21/08 – 16H00 – Espaço Unibanco Augusta

Dia 25/08 – 20H00 – Museu da Imagem e do Som

Dia 26/08 – 18H00 – Cinemateca – Sala Petrobras

 

QUEM É AUREA MARTINS

 
Cantar na noite pode ser o início de uma carreira de sucesso na música. Mas nem sempre é assim. Há quem comece nos bares da vida e neles construa sua trajetória, permanecendo à margem das prateleiras das lojas e das primeiras páginas. Esta é a história de Áurea Martins, carioca com mais de 50 anos de clubes, boates e casas de shows fora do mainstream.
Áurea fez 70 anos em junho e vem comemorando a data nos palcos e com o filme de Zeca Ferreira, um oportuno reconhecimento ao talento singular da cantora. 
“Elizeth foi minha madrinha. Ia me ver cantar nas boates da zona sul e falava de mim nas entrevistas, me colocava entre as grandes. Dizia que eu era magrinha e me levava pra casa pra comer gemada“, lembra a cantora, que se chama Áldima e foi batizada profissionalmente por Paulo Gracindo, nos anos 60 (ele dizia que seu sorriso era reluzente como ouro).
O primeiro LP, com Luizinho Eça, gravou em 1972, como prêmio pelo primeiro lugar conquistado num programa de Flávio Cavalcanti anos antes, cuja final havia sido no principal palco da cidade, o do Teatro Municipal. Levou nota dez de todos os jurados. Agora, Áurea está em meio à preparação do quarto disco, mais um que ganha produção de Hermínio Bello de Carvalho.
 
 

O CURTA DE ZECA

 
 Já premiado em dez festivais pelo País, o curta-metragem Áurea acompanha a cantora numa noite de trabalho, no Centro Cultural Carioca, no centro do Rio. A ideia do diretor, que a conheceu por sua ligação familiar com a música popular, era justamente mostrar “a artista não como um ser iluminado, mas uma trabalhadora da noite, como todos ali no bar”.
“Áurea personifica isso”, diz Zeca. No filme, dramatizado, ela se prepara para o show num espelhinho perto da cozinha, dada a ausência de um camarim. Ao fim, pega a condução de volta a Campo Grande, anônima.