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MUQUI mobilizada: FECIM começa na Quinta…

Tv e Cinema Independente é o foco do I FECIM…

Este AURORA DE CINEMA vai estar em MUQUI, município do Espírito Santo conhecido como Cidade Menina, cobrindo o festival organizado por Léo Alves…

O Povo do Mangue

 

A Associação de Pescadores Artesanais da Grande Nova Rosa da Penha (Ascapenha) lançará na próxima segunda  o documentário O Povo do Mangue. A exibição é gratuita e acontecerá às 18 horas, na Escola Estadual Teotônio Brandão Vilela, em Nova Rosa da Penha II. A obra faz parte da série composta por três documentários produzidos por trabalhadores do mangue a partir do projeto Povos e Mangues: o Audiovisual na Educação Ambiental de Cariacica

Os curtas-metragens são resultado das oficinas gratuitas realizadas junto a trabalhadores de três associações sediadas no município. A série aborda como a pesca e a caça indiscriminadas e a poluição ameaçam a sobrevivência da atividade e do manguezal. O tema das produções é comum aos diferentes grupos de trabalhadores, mas cada documentário retrata a experiência e a realidade de trabalho de uma das comunidades participantes.   

A exibição do documentário da Associação de Pescadores Artesanais de Porto de Santana (Apaps) aconteceu dia 5  na Igreja Estrela Viva, no bairro. Na mesma tarde, foi a vez da Associação de Pescadores, Marisqueiros e Caranguejeiros de Nova Canaã exibir, no Posto de Saúde do bairro, o curta feito pela entidade.  O lançamento do documentário de Nova Rosa da Penha II, na próxima segunda, encerrará o circuito de exibição  dos documentários.

A realização é  do Instituto Marlin Azul, com patrocínio do Ministério da Justiça, e conta com parceria da Secretaria de Meio Ambiente e da Secretaria de Educação da Prefeitura Municipal de Cariacica, e da Ong Bioma Brasil.    

Produção

O projeto Povos e Mangues: o Audiovisual na Educação Ambiental de Cariacica ofereceu formação nas áreas da linguagem e das técnicas audiovisuais para a produção de conteúdos ligados à educação ambiental.A construção do roteiro aconteceu de forma coletiva no decorrer dos encontros com a equipe do Instituto Marlin Azul.  Depois, cada associação montou um plano de produção e filmagem com orientação de profissionais e, em seguida, gravou imagens e entrevistas com os personagens. As cenas foram captadas em diferentes ambientes, como no próprio manguezal, em ruas, casas e locais de venda dos peixes e mariscos.   

Animação  

O projeto Povos e Mangues: O Audiovisual na Educação Ambiental de Cariacica começou a ser desenvolvido em 2009 nas escolas da rede municipal de educação de Cariacica, envolvendo alunos em oficinas audiovisuais para a realização de curtas-metragens de animação com temática ambiental.   Foram realizadas cinco oficinas de animação nas seguintes escolas: no Centro Municipal de Educação Infantil “Erenita Rodrigues Trancoso”, em Itacibá; na Escola Municipal de Ensino Fundamental “Tânia Pôncio Leite”, em Vila Cajueiro; na Escola Municipal de Ensino Fundamental “Martin Lutero”, em Flexal II; na Escola Municipal de Ensino Fundamental “Amenóphis de Assis”, em Vale Esperança; e na Escola Municipal de Ensino Fundamental “Euvira Benedita Cardoso da Silva”, de Novo Brasil.

As obras audiovisuais, com roteiro, desenhos, animação e direção das crianças e adolescentes, abordam diferentes temas, entre eles: a lenda do Capitão do Mangue; a história de ocupação das áreas de manguezal durante a migração ocorrida nas três últimas décadas; e o ciclo de vida do caranguejo, comparando com as fases de vida do ser humano.  

 Histórico  

O município de Cariacica, localizado na Região Metropolitana da Grande Vitória (ES), possui áreas de manguezal que sofreram com o crescimento urbano desordenado, acumulando problemas como deposição de lixo, ocupação irregular, contaminação por esgotos domésticos, devastação da mata, pesca e caça predatórias.  Com o compromisso de recuperar e preservar o ecossistema, a Prefeitura Municipal de Cariacica, em parceria com a Ong Bioma Brasil, criou o projeto Povos e Mangues, cuja proposta é capacitar educadores para atuar junto aos alunos das escolas públicas do entorno do manguezal, promovendo a educação ambiental e incentivando a mobilização e o fortalecimento comunitário. Nesse contexto foi criado o manual Os Maravilhosos Manguezais, desenvolvido pelo Bioma Brasil. 

A fim de ampliar a abrangência do manual, o Instituto Marlin Azul propôs a utilização da linguagem audiovisual como ferramenta pedagógica adicional ao trabalho dos professores, envolvendo alunos e comunidades ribeirinhas no processo de conscientização ambiental através da produção e difusão de conteúdos audiovisuais educativos. 

Oficinas Gratuitas para Jovens Roteiristas

Instituto Galpão faz concurso de ROTEIRO

Autores dos textos selecionados participarão de uma oficina de qualificação audiovisual e transformarão o roteiro em vídeo digital. O concurso selecionará 15 roteiros de ficção ou documentário 

Quem tem entre 16 e 26 anos, participa de uma instituição social e deseja fazer um vídeo deve aproveitar a oportunidade! O Instituto Galpão abriu inscrições gratuitas para o concurso nacional de roteiros das Oficinas Galpão de Qualificação e Intercâmbio Audiovisual. O projeto selecionará 15 roteiros, e seus autores farão um curso intensivo de qualificação audiovisual e, depois, transformarão o roteiro em vídeo de curta-metragem. Em seguida, os filmes serão apresentados em telões em ruas e praças durante um circuito de exibição aberto e gratuito.

O projeto é uma realização do Instituto Galpão e conta com patrocínio do Instituto Votorantim e da Fibria. A iniciativa tem por objetivos aprimorar a formação e a inclusão audiovisuais de jovens e proporcionar a troca de experiências vivenciadas pelas instituições sociais. A ideia é contribuir para a formação de receptores críticos e de jovens realizadores capazes de construir conteúdos que expressem anseios, necessidades, questionamentos e opiniões.

Para participar, o jovem deverá escrever um roteiro original de ficção ou documentário de até 15 minutos que deseja transformar em vídeo, preencher a ficha de inscrição com os dados pessoais e as informações sobre a instituição social.

No ato de inscrição, o proponente deverá comprovar a participação e a frequência nas atividades da instituição de inclusão cultural e/ou formação digital há, pelos menos, um ano. As inscrições poderão ser feitas até 25 de junho através da Internet ou via Correios. Ficha de inscrição e regulamento estão disponíveis no site www.oficinasgalpao.org.br

Oficina

Quinze roteiros serão selecionados por uma comissão composta por professores e profissionais renomados do segmento audiovisual. Os jovens autores selecionados participarão das Oficinas de Qualificação e Intercâmbio Audiovisual no período de 19 a 29 de julho, no Espírito Santo.

Com a orientação de profissionais das áreas do cinema e da comunicação, os alunos terão aulas de Roteiro, Direção, Produção, Fotografia e Câmera, Som, Edição, Direção de Arte, Mobilização Comunitária, Direitos Autorais, Mídias Sociais e Comunicação Colaborativa. 

O curso também é uma oportunidade para promover a troca de saberes entre as organizações e entre os jovens e fortalecer uma rede de atuação colaborativa para valorização da cultura como instrumento inclusão, de expressão, de protagonismo juvenil e de transformação social. 

O projeto fornecerá transporte, alimentação e alojamento necessários à participação dos selecionados nas oficinas.

Gravação e Edição 

Depois de dez dias de aulas intensivas, cada jovem retornará à cidade onde mora para a gravação e a edição do curta-metragem com até 15 minutos de duração. O jovem diretor deverá integrar outros jovens da instituição à equipe de trabalho de modo a compartilhar o aprendizado apreendido durante a qualificação. Desde a etapa da produção até a finalização da obra, ele contará com o suporte de equipamentos e serviços contratados pelo projeto. 

Exibição  

Ao final, as obras serão apresentadas em telas de cinema por ruas e praças dentro de um circuito aberto e gratuito. Os vídeos e o making of das principais etapas comporão um box de DVDs que será distribuído, gratuitamente, para instituições sociais, bibliotecas públicas, pontos de cultura, secretarias municipais e estaduais de cultura, entre outros segmentos ligados à cultura e à educação 

Serviço 

Oficinas Galpão de Qualificação e Intercâmbio Audiovisual (Concurso Nacional de Roteiros)

Inscrições: até 25 de junho pelo www.oficinasgalpao.org.br

 Público: Jovens entre 16 e 26 anos integrantes de instituições sociais voltadas para inclusão cultura e/ou formação digital

Mais Informações: 

Roberto Carlos, agora, sem Lady Laura

Com este post, prestamos homenagem a Lady Laura e nos solidarizamos com a dor do Rei Roberto Carlos, filho amoroso e dedicado, para quem a mãe foi sempre um grande esteio.

Durante show do cantor em Nova York na noite deste sábado, RC cantou Lady Laura, a bela música em homenagem a mãe, Laura Moreira Braga.

Lady Laura faleceu às 18:20h, segundo boletim do  Hospital Copa D’ Or, em Copacabana, Zona Sul do Rio, vítima de infecção pulmonar, aos 96 anos.

O cantor não foi informado da morte da mãe antes do início do show. Ao cantar a música, ele disse ao público que estava preocupado com a saúde de Lady Laura, mas que ligou para o Brasil e foi informado que ela estaria “melhorzinha”.

Depois do tradicional momento em que rosas são entregues para o público ao som de Jesus Cristo e o cantor se despede, o maestro da banda de Roberto Carlos, Eduardo Lages, se dirigiu à plateia e disse que o cantor não voltaria mais ao palco porque tinha acabado de receber a notícia da morte da mãe.

Segundo a assessoria de imprensa do hospital Copa D’or, Lady Laura morreu às 18h20. No atestado de óbito constam como causas: choque séptico e insuficiência respiratória aguda, decorrentes de pneumonia bacteriana e agravados por insuficiência renal crônica, insuficiência coronariana e arritmia cardíaca. Ela havia sido internada dia 31 de março e levada para o Centro de Terapia Intensiva (CTI) em estado grave, com quadro de infecção pulmonar.

Música

A mãe do cantor ficou conhecida nacionalmente pela música Lady Laura, parceria do filho com Erasmo Carlos. A canção’, composta em 1976, em momento de solidão num hotel de Nova York, se tornou uma das que mais fazem sucesso fora do Brasil.

 Na gravação da canção Lady Laura’, em 1978, Roberto chorou no estúdio e a música foi repetida várias vezes. A mãe nunca abandonou o filho desde o dia em que Roberto cantou pela primeira vez no rádio, aos 9 anos, em Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo.

Apesar de lúcida, Lady Laura vivia sob os cuidados de duas empregadas e só saía aos domingos para assistir à missa na Igreja Nossa Senhora do Brasil.

Foi Lady Laura, devota de Nossa Senhora, Cosme e Damião e São Judas Tadeu, quem passou a forte religiosidade para o cantor. Ela era uma das pessoas que mais incentivaram a carreira artística de Roberto Carlos.

Diálogo com a mãe

Na quinta (15), em entrevista em Nova York, onde recebeu uma homenagem pelos 50 anos de carreira e pela marca de 100 milhões de discos vendidos, ele relembrou que decidiu o seu futuro aos nove anos de idade, ao voltar para casa depois de se apresentar na Rádio Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo.

Roberto lembrou o diálogo que teve com a mãe.

 “Mãe, você quer que eu seja médico, mas eu não quero ser médico mais não, porque agora eu quero ser cantor”. A mãe ainda questionou que tinha sido apenas uma apresentação na rádio e ele respondeu – “É mas é isso que eu quero. E nunca mais mudei a minha cabeça”, completou.