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Fábio Assunção: Ator querido, cidadão que merece respeito

Absurda a atitude grosseira, invejosa, recalcada, estúpida, desproposital e sem a menor classe do senhor Rafinha Bastos para com o ator Fábio Assunção, um querido de longa data.

Esse sujeito metido a repórter já aprontou outras tantas com pessoas que merecem, ao menos, o respeito de uma palavra digna.

Assacar impropérios, disparar leviandades e espalhar comentários maldosos e aviltantes sobre a vida de pessoas que vivem de seu trabalho, que tem família, amigos e inúmeras pessoas que lhes querem bem – e, claro, logo se posicionam a favor de seus ídolos – é uma atitude absolutamente espúria e merecedora de todo o nosso repúdio.

FÁBIO ASSUNÇÃO : Estamos com Você, Querido !

E lembre-se do dito popular: ninguém chuta cachorro morto

Confira abaixo o texto que Fábio Assunção postou hoje no seu Facebook, e que já conta com enorme número de fãs e amigos, solidários no repúdio à estupidez disparada contra o ator:

Foto: Guito Moreto / Agência O Globo
 
“Eu repudio, de todas as maneiras e em todos os casos, qualquer manifestação que provoque constrangimento a qualquer pessoa, seja porque motivo for. Imagino o desconforto do público tendo que engolir um alimento tão estragado e enjoativo, levado a acreditar que isso é bacana. O que é perecível passa, não resiste ao tempo. E é um desafio de gente grande, de grandes artistas, não preterir a inteligência e o bom gosto quando os risos estão sendo conquistados com tão pouco, com migalhas, por um público com a crítica ainda em formação. Isso para mim traz à discussão que existem tarefas muito mais grandiosas para um artista brasileiro hoje, além de fazer sua própria arte. Há um público a ser conquistado, carente de humor, que merece outro approach, consideração e encaminhamento”.

Bonito como ele só, imaginem a inveja que Fábio Assunção provoca… Benza Deus !
 

Fábio Assunção volta ao teatro em texto de Woody Allen

Fábio Assunção prepara-se para voltar ao teatro: próximo dia 8, no Teatro Frei Caneca, em Sampa. ele sobe ao palco no espetáculo Adultérios.

 Adultérios (cujo título original é Central Park West), tem texto de Woody Allen. Afastado dos palcos há 11 anos ( a última atuação foi em  Quem tem medo de Virgínia Woolf ?, em 2000, dirigido por João Falcão), Fábio está feliz e tranquilo:
 
“Ter ficado 11 anos sem fazer teatro não é uma grande questão como colocam. Durante esse tempo, trabalhei muito, fiz televisão e cinema. Alguns textos chegaram até a mim, mas decidi focar em outras coisas. Considero fazer teatro um grande acontecimento, pois não é algo que faço toda hora, mas, quando faço, é com muito prazer. Eu me envolvo e mergulho na alma do personagem”, diz o ator, que, após apresentar duas cenas da peça ao lado de seus colegas de elenco – o veterano Norival Rizzo e a atriz, bailarina e coreógrafa Carol Mariottini -, abandonou o figurino e voltou à sala vestido com calça e sapatos pretos e a camiseta do Corinthians.

Bem humorado e simpático, Fábio brincou com os jornalistas: “escolhi minha melhor roupa para hoje”, sob gritos de apoio e vaias. Norival e o diretor, Alexandre Reinecke (Toc Toc e Trair e Coçar é Só Começar), também entraram na brincadeira e escolheram as camisetas da Portuguesa e Ponte Preta, respectivamente, para a entrevista.

A trama Adultérios se passa em Nova York, à beira do Rio Hudson, e narra o inusitado encontro entre o roteirista de cinema Jim Swain, de recente sucesso, e o mendigo Fred. Jim está à espera de sua amante, Bárbara, para terminar o relacionamento. Fred, esquizofrênico e extremamente inteligente, acusa Jim de roubar uma de suas histórias para escrever o roteiro de um novo filme. Em meio a uma divertida e tensa discussão, os dois se vêem cada vez mais próximos, até que Fred acaba se tornando um conselheiro sobre a relação de Jim e Bárbara.

Uma das grandes sacadas da peça está na alternância entre Fábio e Norival na interpretação dos dois papéis masculinos. Segundo Heinecke, a ideia surgiu logo que o texto chegou às suas mãos. “Considero essa decisão como um desafio para nós três. Isso sem contar que a contribuição dada por cada ator enriqueceu ainda mais os personagens”, afirmou. “São personagens complementares e, portanto, interpretá-los foi benéfico para nós, pois, ao fazer um, passávamos a entender mais o outro. Além disso, quando trocamos os papéis, a peça muda completamente. É como se fossem dois espetáculos, com ritmo e astral muito diferentes”, acrescentou Fábio.

Dirigir uma peça de Woddy Allen e, especificamente, Adultérios, era uma vontade antiga do diretor, que sempre pensou em Fábio como parceiro na nova empreitada.

  

“Fábio foi a primeira pessoa para quem mostrei o texto, mas, na época, infelizmente tivemos problemas com direitos autorais e o projeto ficou parado. Por sorte, no meio de 2010, após um ano e meio de negociações, consegui os direitos e convidei Fábio novamente”, diz  Heinecke. Para o diretor, a peça guarda semelhanças com o novo longa de Allen, Meia Noite em Paris. “Ambos os protagonistas são escritores que se sentem menos brilhantes do que gostariam de ser. A diferença é que, no filme, isso é explícito e, na peça, é implícito.”

Além de retornar aos palcos, Fábio Assunção comemora a boa fase pessoal e profissional. Prestes a inaugurar sua própria produtora e a voltar à televisão num episódio da série As Brasileiras, com direção-geral de Daniel Filho, o ator ainda arranja tempo para interpretar outro papel, o de pai coruja:

Dá até vontade de voltar a ser corinthiana, só por causa dele… Benza DEUS ! 

“Eu faço tudo o que for preciso, até troco fralda e dou mamadeira”, conta Fábio, que tem dois filhos: o primogênito João, de 7 anos, fruto da relação com a empresária e produtora Priscila Borgonovi, e a recém-nascida Ella Felipa, de um mês, do casamento com a publicitária Karina Tavares. 

GILBERTO BRAGA de VOLTA !

As ondas batem de mansinho em frente ao apartamento de Gilberto Braga, no Arpoador. Com esse barulhinho, ele escreve Insensato Coração, sua próxima novela em coautoria com Ricardo Linhares, que estreia dia 17 de janeiro na Globo. Porém, nem tudo até agora correu em velocidade de cruzeiro. Os dois protagonistas saíram com a produção em curso. De Ana Paula Arósio, ele fala secamente, mas para Fábio Assunção tem palavras doces. Agora que os problemas foram contornados e o céu parece de brigadeiro, Gilberto retomou o trabalho intenso e promete uma produção em que voltará a retratar a classe média, como fez em “Anos dourados” e “Anos rebeldes”. No ar também no canal Viva com “Vale tudo” (que escreveu com Aguinaldo Silva e Leonor Bassères), um grande sucesso, ele afirma que pouco mudou em seu ofício desde 1988, quando criou a inesquecível Odete Roitman: “Como dizem meus amigos Titãs, o povo quer comida, diversão e arte.” Palavra de quem já está há anos reinando nessa praia.

Quais serão as principais marcas de Gilberto Braga em “Insensato Coração”? Devemos esperar vilãs espetaculares, festas memoráveis, enfim, o que você citaria?

GILBERTO BRAGA: Acho que a marca preponderante de “Insensato coração” é a minha volta à classe média, uma vertente que começou em “Dancin’ days” com a casa de Alberico (Mário Lago) e que eu desenvolvi mais em minisséries – “Anos dourados”, com as fofocas da Tijuca nos anos 50, e “Anos rebeldes”, com a casa do Damasceno (Geraldo Del Rey), pai de Maria Lúcia (Malu Mader). Assim, na espinha dorsal, temos em Florianópolis uma família em que há uma grande inveja de um personagem (Gabriel Braga Nunes) pelo irmão bem-sucedido (Eriberto Leão), num momento em que o casamento dos pais (Antônio Fagundes e Natália do Vale), juntos já há 35 anos, está em forte crise. O primeiro capítulo mostra uma comemoração desse aniversário de casamento que acaba virando uma grande lavação de roupa suja em família. No Rio, via Lázaro Ramos e Camila Pitanga, começa a parte glamourosa e com bastante comédia romântica. Deborah Secco defende a comédia, misturada a crítica social, com o personagem do Herson Capri, o banqueiro corrupto, que vai nos levar a falar de impunidade. Enfim, acho que a minha marca está lá, sim. E isso é curioso, porque eu nunca tive tantos coautores quanto nesta novela, sem contar com o parceiro maior, Ricardo Linhares. E o Dennis (Carvalho), depois de ler seis capítulos, disse que é “Gilberto Braga na veia”. Costumo opor em minhas novelas duas mulheres. Desta vez, pra variar, opus dois homens. O grande vilão é o personagem do Gabriel. A Glória Pires é uma vilã diferente, porque começa como boa moça, mas leva uma rasteira fortíssima e vai se vingar. Acredito que ela seja uma personagem muito forte.

Você estará no ar com duas novelas simultaneamente, “Insensato coração” e “Vale tudo”. Isso te faz pensar nas mudanças no panorama da audiência da televisão de lá para cá? Na época de “Paraíso tropical” você declarou que tinha uma expectativa em relação a números e ela se frustrou. Agora, está provado que isso não tinha nada a ver com a sua novela, era um patamar novo que tinha se estabelecido. O que você espera desta vez?

Minha cabeça é meio complicada. Acho que os números de “Paraíso” tinham razão de ser. O espectador não torcia pelo casal principal (Alessandra Negrini e Fábio Assunção). Espero que isso não se repita. Eriberto e Paola Oliveira estão formando um casal lindo, forte. Quanto às mudanças nos últimos 20 anos, acho que a televisão avançou, há mais concorrência, isso é ótimo para todos, especialmente para o espectador.

Gilberto Braga e o parceiro de novelas, Ricardo Linhares

Voltando a “Vale tudo”, o Brasil mudou muito de lá para cá, mas o que mudou para quem escreve novela? O que é impossível hoje com o politicamente correto e com a classificação indicativa? O politicamente correto te freia ou você não está nem aí para isso?

Para quem escreve novela acho que não mudou nada. Como dizem meus amigos Titãs, o povo quer comida, diversão e arte. Quanto ao politicamente correto, tento não pensar muito nisso, pra não pirar.

Mas, falando em “Vale tudo”, a que atribui a grande força que a novela mostra ter até hoje?

Apesar de estar tecnicamente ultrapassada por causa de iluminação etc., a história e os personagens são muito fortes, eu próprio me surpreendi vendo alguns capítulos. Não lembrava que a novela fosse tão interessante.

Gilberto Braga e uma das atrizes de seu “time”, Glória Pires

Você já declarou que gosta de trabalhar com sua turma de atores. Como ela é? Você cria personagens pensando num determinado ator? E agora como está fazendo para se inspirar de novo para os postos que eram de Ana Paula Arósio e Fábio Assunção?

Continuo com minha turma, escrevo para eles. Os dois saíram, tento me adaptar a Paola e Gabriel Braga Nunes, que estão ótimos, e com certeza vão entrar pra minha turma pra sempre. Já estamos escrevendo os novos capítulos pensando neles.

De que maneira os acontecimentos envolvendo os dois atores impactaram na novela – objetivamente – e como você pessoalmente sente isso tudo? Fica magoado? Ou consegue ver com frieza profissional?

Não comento esse assunto. A (Ana Paula) Arósio para não ser descortês com ela. E o Fábio por motivos óbvios. É um grande amigo, é como um filho, não vou falar publicamente dessa relação. Inclusive porque acho a vida mais importante do que o trabalho.

Fábio Assunção e Gilberto Braga: amizade de muitas décadas

Depois de ter enfrentado dificuldades com Fábio Assunção em “Paraíso tropical” e agora novamente, voltaria a trabalhar com ele?

Claro que sim, espero muito escrever pro Fábio o protagonista da minha próxima novela. Além de amigo, ele é um ator esplêndido.

* Texto e entrevista de PATRÍCIA KOGUT, publicada no jornal O GLOBO

FÁBIO ASSUNÇÃO Vira Padre

Fábio Assunção roda até dia 3 em Recife o longa O País do Desejo, de Paulo Caldas. O filme conta a história de uma pianista clássica de renome que luta contra uma doença crônica nos rins.

Roberta (Maria Padilha) se dedica com disciplina e paixão à música. Durante uma viagem, naquela que pode ser a sua última turnê, ela passa mal e desmaia em um concerto.

Foto: Otávio de Souza / Divulgação

Internada numa clínica, conhece Padre José (Fábio Assunção com Juliana Kametani, que interpreta uma enfermeira), pároco da Igreja de Santo Agostinho, extremamente envolvido com a comunidade, localizada em área rural canavieira próxima à capital. Juntos, eles viverão uma insuspeita paixão.

A partir daí, a família de José passa a ter importância fundamental na história, uma vez que o pai, Dr. Orlando (interpretado pelo veterano ator pernambucano Germano Haiut) e seu irmão César (Gabriel Braga Nunes) são médicos e donos da Clínica do Rim em que Roberta está internada.

Os temas família, amor, celibato, medicina e igreja se misturam. Apesar de ser um drama contemporâneo, tem linguagem leve, próxima da comédia. A estréia está prevista para o primeiro semestre de 2011.

Santoro e Assunção em Novos Filmes

Rodrigo Santoro terá de engordar dez quilos para viver Heleno, jogador de futebol e personagem principal do longa de Zé Henrique Fonseca.

A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada nesta quinta-feira pela Folha.

Outro ator que também terá que se sacrificar pelo personagem é Fábio Assunção, que está deixando a barba crescer para viver um padre em Amor Sujo, de Paulo Caldas, que começa a ser rodado no Recife na próxima semana.

Fábio Assunção começa a filamr semana que vem em Recife

João Falcão e os CLANDESTINOS

A história de jovens atores que buscam uma chance no show business é o tema de Clandestinos, peça de teatro de João Falcão que está sendo transformada em série homônima na Globo este ano.

O piloto da produção, que terá sete episódios, foi gravado dias atrás, em locações no Centro, Cinelândia, Praça Paris e Santa Tereza, no Rio. O elenco será o mesmo da peça, com 14 atores jovens e desconhecidos do grande público, e algumas participações especiais.

O mais divertido é que os famosos participarão da série como eles mesmos, como é o caso do diretor Dennis Carvalho e do ator Fábio Assunção.

Clandestinos deve estrear no segundo semestre.

Fábio Assunção no Novo Longa de Paulo Caldas

Para Paulo Caldas, o Brasil é o país do desejo. Há três anos, o cineasta vem desenvolvendo as bases do seu novo filme, estrelado por Fábio Assunção e Maria Padilha.

Com o início das filmagens previstas para daqui a 15 dias, O País do Desejo será o quarto longa-metragem de uma carreira que já rendeu Deserto Feliz (2007), O Rap do Pequeno Príncipe contra as almas sebosas (2000, com Marcelo Luna) e Baile Perfumado (1997, com Lírio Ferreira).
Para narrar a história de Roberta, musicista clássica que vem de Minas Gerais para uma apresentação no Teatro de Santa Isabel, Caldas ainda conta com atuações de Gabriel Braga Nunes, Jones Melo, Conceição Camarotti, Fabiana Pirro e Nash Laila, além de Nicolau Breyner, veterano ator português. Para a trilha sonora, criações dos franceses de Erik Satie e Debussy estão em negociação.

Padilha será Roberta, pianista de fama internacional portadora de doença crônica dos rins; Assunção será Padre José, renegado pela Igreja a uma pequena paróquia. Juntos, eles viverão uma insuspeita paixão.

Pela primeira vez, Paulo Caldas muda o foco da periferia para a elite econômica, onde, diz o cineasta, “família, amor, celibato, medicina e igreja se misturam num drama contemporâneo, tropicalizado e de humor refinado, próximo da comédia”.

Em movimento igualmente inédito, O País do Desejo (inicialmente batizado Amor sujo), representa sua incursão pelo cinema 100% ficcional, despido de documentário, elemento até então constante em sua filmografia.