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Curta o Gênero: ainda dá tempo inscrever !

Faltando menos de duas semanas para o fim do prazo de inscrições de vídeos, a equipe do Curta O Gênero 2013 já recebeu mais de 70 produções de todo o Brasil. Apresentando os mais diversos olhares acerca das relações de gênero, as produções serão avaliadas pela Curadoria, composta por Karla Bessa (Núcleo de Estudos de Gênero- PAGU/UNICAMP), Marcos Rocha (Fábrica de Imagens) e Paula Alves (Instituto de Cultura e Cidadania Femina).

A Mostra Nacional Audiovisual acontecerá durante todas as noites do festival, de 19h30 às 21h00 (exceto na abertura, quando começará as 20h) na Casa Amarela Eusélio de Oliveira, no bairro Benfica.

As inscrições vão até 5 de fevereiro contemplando três modalidades de produção audivisual: documentário, ficção e/ou animação. A divulgação do resultado com os selecionados sai dia 10 de fevereiro, disponível na mídia e no site oficial do evento. A expectativa é de que esta edição supere o número de produções do ano anterior.

Serviço:

Mostra Audiovisual Curta O Gênero 2013

De 5 a 9 de março   curtaogenero.org.br

 

FEMINA Vai Homenagear Alice Gonzaga

O FEMINA – Festival Internacional de Cinema Feminino será aberto dia 8 com apoio da CAIXA Cultural do Rio de Janeiro e AVON.

A abertura da sétima edição acontece segunda, no Cinema Odeon Petrobras às 21h, com a exibição do primeiro longa de ficção da diretora norueguesa Margreth OlinO ANJO (Engelen), comovente relato de uma jovem viciada, interpretada por Marie Bonnevie.

A diretora virá ao Brasil para a abertura e para participar de debate promovido pelo FEMINA.

Para o público, o festival começa dia 8 e segue até dia 13 , com entrada franca, nos cinemas 1 e 2 da CAIXA Cultural (RJ).

Como todos os anos, o FEMINA presta tributo a uma personalidade feminina do cinema brasileiro. Este ano a homenageada é Alice Gonzaga, diretora da CINÉDIA – estúdio mais antigo do Brasil.

Conhecida como uma das maiores produtoras do país e referência no trabalho de preservação e restauração de filmes, Alice Gonzaga terá dois de seus curtas-metragens exibidos: Memórias de Carnaval e Canção de Amor (sobre Gilda de Abreu e Vicente Celestino). A exibição será dia 13, antecedendo a entrega dos vencedores das mostras competitivas do FEMINA.
Da mesma forma, todos os anos o FEMINA convida um país para apresentar programas de filmes que representem sua cinematografia. O país convidado este ano é a Dinamarca, contando com apoio do Instituto Cultural da Dinamarca.

O FEMINA – Festival Internacional de Cinema Feminino é o primeiro evento do gênero no Brasil e foi criado para destacar o trabalho de mulheres no cenário cinematográfico brasileiro e mundial. 

Criado em 2004, o festival insere-se como primeiro festival de filmes dirigidos por mulheres no Brasil e América Latina. Desde então, acontece anualmente, no Rio de Janeiro, e já realizou itinerâncias e mostras especiais em Niterói, São João de Meriti, Volta Redonda e Barra Mansa (RJ), Fortaleza (CE), Corumbá (MS), Goiânia (GO) e João Pessoa (PB).

Já homenageou as atrizes Betty Faria e Helena Ignez, as diretoras Tizuka Yamasaki, Ana Carolina, Carla Camurati, Beth Formaggini, a escritora Rose Marie Muraro e a fotógrafa Cláudia Ferreira. Já apresentou mostras dos festivais de Cannes e Films de Femmes, da França; Femme Totale, Alemanha; Immagine Donna, Itália; La mujer y el Cine, Argentina; Mujer es Audiovisual, Colômbia; Foco Portugal, VideoArtes Iranianos, As She Likes It, Áustria. E já contou com a participação de ministras brasileiras e latino-americanas, atrizes, representantes de organismos internacionais, diretoras, jornalistas e outras convidadas em seu Fórum de Debates.

Alice Gonzaga, curadora e coração da CINÉDIA: Homenagem no FEMINA

A Homenagem do FEMINA este ano merece APLAUSOS pois muito merecida: reconhecer a atuação incansável de ALICE GONZAGA, responsável pela CINÉDIA (companhia cinematográfica criada pelo jornalista, diretor e produtor Adhemar Gonzaga em março de 1930), é um exemplo que as novas gerações devem perseguir. Afinal, a memória audiovisual de um país é a própria memória de sua história e o que Alice Gonzaga vem fazendo pelo patrimônio audiovisual brasileiro é dihno dos maiores encômios.

Festejem-se pois estes 80 da CINÉDIA e a dedicação integral de Alice Gonzaga à Sétima Arte.