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Fernanda, Nossa Eterna Dama

Fernanda Montenegro completando 81 anos
Com 65 anos de carreira e um currículo que inclui 55 peças, 22 filmes, 25 novelas, um Urso de Prata de melhor atriz e uma indicação ao Oscar pela atuação em Central do Brasil, Fernanda Montenegro chega aos 81, cada vez mais consolidada no posto de Diva da TV e do cinema nacionais. Por vezes, ela se vê pensando em guardar as lágrimas e alegrias dos seus personagens num baú. Aposentadoria mesmo. Com isso, poderia rodar o mundo, conhecer o Egito, aprender a enviar e-mails e, quem sabe, fazer um curso livre de filosofia. Mas desde a morte do marido, Fernando Torres, em 2008, com quem passou 56 anos casada, ela vê no trabalho a única razão de continuar. “Não sou mórbida. Nunca tive depressão. Não cavuco lágrimas. Sigo trabalhando. Eu me apeguei à profissão. Ele faria o mesmo”, diz Fernanda, com a voz serena e segura que lhe é peculiar.

Nas madrugadas, a atriz se dedica à leitura. Pode ser na sala ou no quarto. Não existe um lugar exato para Fernanda mergulhar nos problemas da matriarca Bete Gouveia, seu personagem em Passione. Só uma regra é básica: o silêncio. Quase todos os dias, chega em casa às 22h. Antes de começar a maratona de 40 a 60 páginas de texto, janta – evita alimentos com lactose e difícil digestão –, fala com os filhos ao telefone, conversa com um assistente – que se encarrega de pagar suas contas e responder e-mails – e vai trabalhar. Com o texto em mãos, Fernanda se considera ‘uma principiante’. “Não sou daqueles atores que invejo, que pegam um papel e decoram tudo em meia hora. Eu sou demorada nesse processo”.

Com uma novela no ar, Fernanda Montenegro vive para o trabalho. Até parou com as caminhadas que gosta de fazer na beira da praia. Na agenda, reserva um horário para assistir ao longa Tropa de Elite 2. Principalmente, para prestigiar o ator Wagner Moura.

“Ele sofre de uma inquietação. Foi de um Capitão Nascimento para um Hamlet e voltou ao coronel. Ele é um jovem ator do qual me orgulho”, diz. Mas o tempo para consumir artes, por enquanto, é curto. Por causa de Passione, ela está sem tempo para nada há 15 meses, entre preparação e gravações da novela. Aos domingos, às vezes, almoça com os filhos – Fernanda Torres e Cláudio Torres – e netos – Antônio, 3 anos, e Joaquim, 10, ambos de Fernanda. “Sou aquela avó que tem tempo para o neto, dá carinho. Mas domingo também é dia de decorar capítulos” (risos).

A vida atarefada não é uma reclamação. Fernanda tem muito orgulho da profissão. Para construir os 65 anos de carreira, ela batalhou, enfrentou a ditadura – em 1979, ela e o marido tiveram de atuar com as luzes do teatro acesas e amparados por seguranças – e a oposição dos pais. “Quando comecei, todo mundo achava que teatro era um mundo de marginais, prostitutas. Hoje, isso é diferente”, diz dona Fernanda, como é chamada no meio artístico.

Apesar dos obstáculos, ela não desistiu. Não se apegou à religião que a família seguia – o catolicismo –, frequentou algumas igrejas ao longo da vida – entrou numa mesquita em Istambul, na Catedral Notre Dame, na França, e visitou a Igreja de São Bento, no Rio de Janeiro. E fez seu nome. O primeiro prêmio veio em 1952, quando foi consagrada Atriz Revelação pela Associação Brasileira de Críticos Teatrais. Fez teleteatros na extinta TV Tupi, foi dirigida pelo marido, aclamada no exterior e, na TV, ficou conhecida por personagens cômicos, picaretas, vilões e dramáticos – respectivamente, Charlotte, de Guerra dos Sexos (1983); a cafetina Olga Portela, de O Dono do Mundo (1991); Bia Falcão, de Belíssima (2005); e Bete Gouveia, de Passione (2010).

De todos esses trabalhos, três são do novelista Silvio de Abreu. “Conheci o Silvio, ele ainda usava perucas (nos anos 70, quando era ator). Adoro ele, o Gilberto (Braga), a Glória (Perez), entre outros autores. Mas não tenho tempo de ver TV”, conta Fernanda. Nem para ver novelas, nem o horário político. “Quando cheguei aos 80 anos, prometi para mim não falar mais de política. Eu já lutei, falei, resisti, reivindiquei. Agora, aposentei”. Mas não para a carreira. “Não me imagino parada. Mas não sei o dia de amanhã. Por enquanto, vivo os personagens”, diz a Diva.

* Por Aline Nunes

Enfim, As Cariocas de Stanislaw na Telinha

 

Dia 19, a Rede Globo passa a exibir uma nova minissérie. Baseada na obra do lendário Lalá – jornalista carioca Sérgio Porto – o Stanislaw Ponte Preta –, As Cariocas reúne, de uma só vez, dez das maiores beldades da TV e Daniel Filho, que, desde 1999 (depois de dirigir a novela Suave Veneno), trocou a telinha pela telona e se tornou um dos maiores campeões de bilheteria do país: são dele os sucessos Se Eu Fosse Você e Chico Xavier.

Com As Cariocas, o diretor comemora o retorno aos seriados. Em 1998, ele foi o responsável por Malu Mulher; em 1997 por A Justiceira; e, em 1996, por A Vida Como Ela É…. A nova incursão tem episódios independentes, sem trama fechada, mas que dialogam por meio do cenário e das temáticas: amor, ciúme, sensualidade, traição.  

AS  BELDADES  CARIOCAS

ALINNE MORAES, A Noiva do Catete  

Nádia não lava roupa para não estragar a pele. Sua maior qualidade é o altruísmo: ela adora fazer homens felizes. No caso, o marido e o amante. A atriz contracena com Ângelo Antônio e Nelson Baskerville.  

PAOLA OLIVEIRA, A Atormentada da Tijuca  

Clarissa não mede esforços para afastar os homens. O pavio curto, no entanto, funciona como um verdadeiro ímã para o sexo oposto. Na produção, a atriz faz par romântico com Gabriel Braga Nunes, que retorna à Globo depois de uma temporada na Record.  

 

DEBORAH SECCO, A Suicida da Penha  

Alice é como a Lapa: intensa, sensual e, à primeira vista, um pouco sombria. Só quem já sofreu algum desgosto pode entender o humor afiado – desta moça envolvente que ainda não decidiu o que quer da vida.  

GRAZI MASSAFERA, A Desinibida do Grajaú  

Ex-gordinha que virou um mulherão, Michelle é também ex-moradora do Grajaú que tomou gosto pelo requinte da zona sul. Mas ela precisa voltar para o bairro de origem e descer do salto. Agora ela quer ver quem se atreve a mexer com ela. Em cena com Grazi está Marcelo D2.  

ADRIANA ESTEVES, A Vingativa do Méier

Celi passa tanto tempo na casa dos pais que nem parece que casou há cinco anos. Suspeita das traições do marido, mas, em vez de fazer um barraco, paga na mesma moeda. E com juros e correção monetária. Aílton Graça interpreta o marido. O amante é Joaquim Lopes, namorado da atriz Paola Oliveira, estreando na TV.

ANGÉLICA, A Traída da Barra  

Maria Teresa leva uma vida perfeita até descobrir que era traída pelo marido. Sua forma de lidar com o baque foi a decisão de se vingar da mesma maneira. A curiosidade do episódio é que Angélica contracena com Luciano Huck e que o casal, na vida real, mora na Barra. É o retorno da loira à ficção, que atuou em Caça Talentos e Um Anjo Caiu do Céu.

SÔNIA BRAGA, A Adúltera da Urca  

Júlia é esposa exemplar até descobrir um passatempo um tanto quanto problemático: seduzir homens que não eram seu marido. O episódio marca o retorno de Sônia Braga à TV brasileira, quatro anos depois de fazer Páginas da Vida. Também é o reencontro emocionado do trio que abalou em Dancin’ Days: Sônia, Antônio Fagundes e Daniel Filho, que registra a felicidade batizando os personagens do casal como na novela. Eles são, de novo, Júlia e Cacá. Regina Duarte também está em cena. 

FERNANDA TORRES, A Invejosa de Ipanema  

Cris é linda, rica e mora de frente à Praia de Ipanema. Sua vida, no entanto, não é perfeita. Equilibrar desejos, negócios, amantes, marido e o horário no salão de beleza é mais complicado do que parece.  

ALESSANDRA NEGRINI , A Iludida de Copacabana  

Marta faz questão de vender uma imagem perfeita. É casada, mora na Zona Sul e sua rotina é a de boa mãe de família: passear no calçadão e lembrar, ocasionalmente, do marido. No episódio, Alessandra contracena com Eriberto Leão.   

CINTIA ROSA
A Internauta da Mangueira Gleicy é como as mulatas dos sambas da Mangueira, desejada por todos os homens da Estação Primeira. O defeito é o marido. Bem casada, mantém as aparências de boa moça, mas, na Internet… Eduardo Moscovis é o marido, Preta Gil, a irmã, e Marcos Winter é um detetive.  

O ORIGINAL E O NOVO

 
Há 43 anos, As Cariocas, de Sérgio Porto, era publicado. Do livro de crônicas, apenas dois textos foram utilizados na adaptação de Daniel Filho para o século XXI: A Desinibida do Grajaú e A Noiva do Catete. Os outros oito episódios foram escritos por Euclydes Marinho, Gregório Duvivier e a jovem Adriana Falcão, mas com o cuidado de manter o humor cínico e a verve do escritor.    

STANISLAW PONTE PRETA Jornalista com os dois pés no humor, Sérgio Porto começou a publicar suas primeiras piadas e crônicas no final dos anos 1940 sob o pseudônimo Stanislaw Ponte Preta. Especialista em mulheres, sexo, futebol e boemia, o autor contava, com acidez, o cotidiano no Rio de Janeiro. Publicou As Cariocas em 1967, um ano antes de ser assassinado, aos 45 anos. Escreveu 13 livros.  

Paulínia Prepara 3a Edição do Festival de Cinema

 

 

Lázaro Ramos e Fernanda Torres serão os apresentadores da noite de abertura do evento, dia 15 de julho; O diretor Hector Babenco é o grande homenageado do Festival, que exibirá a cópia restaurada de O Beijo da Mulher Aranha;

 

No dia 15 de julho, a partir das 20h, em cerimônia para convidados, terá início a terceira edição do Paulínia Festival de Cinema, tendo como mestres de cerimônia a atriz Fernanda Torres e o ator Lázaro Ramos. O diretor Hector Babenco será o homenageado do evento que exibirá, na noite de abertura, a cópia restaurada do longa O Beijo da Mulher Aranha.  No encerramento do Festival, dia 22 de julho, às 19h, haverá a première do filme 400 contra 1, de Caco de Souza.

 

DEBATES E ENCONTROS

 

Diariamente, de 17 a 22 de julho (sábado à quinta), haverá debate sobre os filmes selecionados, exibidos na noite anterior, com a presença do diretor e elenco de cada título. Às 10h00 tem início o debate do curta regional; às 10h30, debate do curta nacional; às 11h00 é a vez do documentário e às 12h do longa de ficção. Todos os debates serão realizados no estúdio amarelo do Polo, que será a sede desta edição do Festival e terão como mediadores o critico Rubens Ewald Filho, a jornalista Maria do Rosário Caetano e o diretor do Festival, Ivan Melo.

 

Além dos debates dos filmes, estão previstos: Debate Filme Paulínia – políticas públicas para o cinema brasileiro, no dia 16, sexta-feira, das 14h30 às 17h00, com presença do Secretário de Cultura de Paulinia Emerson Alves e do Secretario do Audiovisual do Ministério da Cultura, Newton Canitto; Encontro da Crítica, no dia 17, sábado, das 14h30 às 17h00, com a presença de Diego Lerer, representante da Fipresci (Federação Internacional de Imprensa Cinematográfica) da América Latina e de Associações de Críticos de Cinema do país; já no domingo, dia 18, às 14h30, haverá palestra do escritor Zuenir Ventura, sobre Cidadania e Cinema, das 15h às 17h30. Os debates serão realizados no Estúdio Amarelo. Outros dois debates, um no dia 20 e outro no dia 21 serão programados pela organização do evento.

 

JÚRI 

Longas (Documentário e Ficção):

 

ANA LUIZA AZEVEDO

Formou-se em Artes Plásticas pela UFRGS em 1986, sócia-fundadora da Casa de Cinema de Porto Alegre, trabalhando na área desde 1984. Diretora e roteirista de Dona Cristina Perdeu a Memória (2002), Três Minutos (1999), Ventre Livre (1994) e Barbosa (1988, em codireção com Jorge Furtado). Foi diretora-assistente dos longas-metragens Tolerância (2000), O Homem que Copiava (2003), Meu Tio Matou um Cara (2004) e Sal de Prata (2004) e assistente de direção em diversos filmes, entre eles o curta Ilha das Flores (1989) e o longa Bens Confiscados (2003). Estreou na direção de longa com Antes que o Mundo Acabe, exibido pela primeira vez no II Festival de Paulínia (2009), no qual ganhou seis prêmios, entre eles o de melhor filme pela crítica e melhor direção.

 

BÁRBARA PAZ

Formou-se pelo Centro de Pesquisa Teatral Antunes Filho (CPT), trabalhou com o Grupo Tapa, Parlapatões e Pia Fraus. Com mais de 15 peças em seu currículo, destacam-se A Importância de Ser Fiel, de Oscar Wilde, Madame de Sade, de Yukio Mishima, Os Sete Gatinhos, de Nelson Rodrigues e Contos de Sedução, de Guy de Maupassant. No cinema protagonizou diversos curtas-metragens, tendo recebido o Kikito de melhor atriz em 2003, pelo curta Produto Descartável, de Rafael Primot. Em 2005 dirigiu e escreveu seu primeiro curta, Minha Obra. Em 2010 dirige e apresenta o programa Curta na Estrada, no Canal Brasil. Em 2009/20010 interpretou a personagem Renata, na novela Viver a Vida, de Manoel Carlos, na Rede Globo.

 

DI MORETTI

Roteirista, nasceu em São Paulo, em 1961. Graduou-se em Rádio e TV pela FAAP e em Jornalismo pela PUC. O Velho, a História de Luiz Carlos Prestes (1997), dirigido por Toni Venturi, foi o seu primeiro longa-metragem. Seguiram-se Latitude Zero (2001), de Toni Venturi, vencedor dos prêmios de melhor roteiro nos Festivais de Brasília e do Ceará, Cabra Cega (2004), também premiado em Brasília, Filhas do Vento (2004), de Joel Zito Araújo, As Vidas de Maria (2005), de Renato Barbieri, Simples Mortais (2005), de Mauro Giuntini, Nossa Vida não Cabe num Opala (2008), de Reinaldo Pinheiro e 23 Anos em 7 Segundos – O Fim do Jejum Corinthiano (2009).

 

SERGIO AUGUSTO

Jornalista e escritor, iniciou a carreira em 1960, aos 18 anos, como crítico de cinema do diário carioca Tribuna da Imprensa. Foi crítico, repórter e editor nos jornais Correio da Manhã, Jornal do Brasil e Folha de S. Paulo, nas revistas Veja, IstoÉ e Bravo! e nos semanários Pasquim, Opinião e Bundas. Em 2010 escreve no caderno Aliás, de O Estado de S. Paulo, onde também assina uma coluna do caderno Sabático. Publicou os livros Este Mundo é um Pandeiro (Cia. das Letras, 1989), Cancioneiro Jobim (Casa da Palavra, 2000), Lado B (Record, 2001), Cancioneiro Vinicius de Moraes/Orfeu (Jobim Music, 2003), Botafogo—Entre o Céu e o Inferno (Ediouro, 2004) e Penas do Ofício (Agir, 2006).

 

WILSON FEITOSA

Fundou a Europa Filmes em 1990. Associou-se ao Grupo Severiano Ribeiro em 1994, na época o maior exibidor de cinema do Brasil. Com a garantia de exibição, iniciou a aquisição de filmes para distribuição em cinema. Pioneiro na coprodução, por meio de recursos originados do artigo 3º da Lei do Audiovisual, desde 1995 já coproduziu mais de 40 filmes, entre eles Pequeno Dicionário Amoroso, Olga, O Invasor, Central do Brasil, Memórias Póstumas de Brás Cubas, O Quatrilho, Ó Pai Ó e Lula, o Filho do Brasil. Como empresário também é sócio da LW Editora, que publica a revista Ver Vídeo e sócio da empresa de telefonia Simple Solution. Conselheiro da União Brasileira de Vídeo.

Curtas (Regional e Nacional): 

JULIANO LUCCAS

Ator, diretor e roteirista. Formou-se em Comunicação Social na PUC, com pós-graduação em Comunicação e Marketing, especialização em Cinema na AIC e documentário, gestão de projetos e processos de criação para cinema e TV na Fundação Getúlio Vargas. Dirigiu e produziu seu primeiro curta-metragem Aurora em 2007. Dirigiu, produziu, editou e escreveu Luchador, seu segundo curta, premiado como melhor fotografia, montagem e atores no I Festival Paulínia de Cinema e melhor fotografia no 2º Festival de Cinema de Cabo Frio. Com Spectaculum, seu terceiro curta, ganhou o prêmio da categoria no II Festival Paulínia de Cinema. Produziu os longas-metragens Corpos (2007), de Maurício Martins, e Chat (2008) de Matheus Alberton.

 

BEATRIZ BARCELLOS

Produtora Cultural gaúcha foi, por dez anos, responsável pela Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre. Ao longo de sua gestão, implantou projetos de repercussão nacional como o Curta nas telas e o Prêmio Santander/PMPA de Desenvolvimento de Projetos de Longa-Metragem. Também foi a responsável pela criação da Sala de cinema PF Gastal, que se notabilizou pela ênfase à exibição de filmes nacionais. Elaborou o Projeto de linha curatorial da sala de cinema CineBancários, inaugurada em 2008, da qual, desde então, é a curadora.O projeto foi premiado pela Associação de Críticos do RS pela programação exibida, dedicada ao cinema latino-americano e mostras temáticas.

 

CRISTINA LAGO

Atriz, formada em Dança pela Faculdade Angel Vianna, estreou no cinema vivendo a protagonista Analídia, no longa-metragem musical Maré, Nossa História de Amor, dirigido por Lucia Murat. No teatro, participou de vários espetáculos, entre eles Ariano, dirigido por Gustavo Paso e Agora!, dirigido por Claudia Mele. Por sua atuação no longa-metragem Olhos Azuis, do diretor José Joffily, conquistou o Prêmio de Melhor Atriz no II Festival de Cinema de Paulínia, e em breve poderá ser vista em O Doce Veneno do Escorpião, do diretor Marcus Baldini.

 

SIMONE YUNES

Formou-se em Comunicação Social pela FAAP. Trabalha no SESC SP desde 1996, sendo responsável pela programação do CineSESC desde 2000 e organizadora do Festival SESC Melhores Filmes e da Retrospectiva do Cinema Brasileiro em edições anuais. Curadora do Panorama SESC de Cinema Suíço, colaboradora em diversas mostras como Imagens do Oriente, Indie Festival e Mundo Árabe, além de participar das exposições Atlândida e Loucos por Cinema.

 

MIGUEL BARBIERI JR.

Formou-se em Jornalismo pela PUC/SP, trabalhou como repórter no Jornal Diário Popular. Atualmente, é crítico de cinema das revistas Veja São Paulo e Veja Rio.