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Adeus a Isabella “Capitu”…

Morreu na noite de terça, no RIO, aos 72 anos, a atriz Isabella Cerqueira Campos, protagonista de CAPITU, dirigido por Paulo César Saraceni, um marco do Cinema Novo. Isabella, como era conhecida, lutava contra um câncer de mama.

Atriz de cinema, televisão e teatro, Isabella nasceu em Novo Mundo, na Bahia, em 27 de julho de 1938. Aos 15 anos, mudou-se para o Rio, onde estudou teatro e dança. Trabalhou como comissária de bordo e tornou-se modelo em Paris, tendo desfilado para a Maison Dior em 1960.

A atriz Isabella no filme 'Capitu' / Arquivo - Reprodução

Dois anos depois, voltou para o Rio e deu início à carreira de atriz com a peça “A prima dona”. Sua estréia nos cinemas aconteceu no mesmo ano, no filme “Os apavorados”, a última chanchada da Atlântida, seguido por Cinco vezes favela, de Cacá Diegues, um dos marcos do Cinema Novo.

Isabella tornou-se uma das musas do movimento e seu trabalho mais marcante foi Capitu, de 1968, dirigido por Paulo Cesar Saraceni, que viria a ser seu marido. A atriz viveu a protagonista, ao lado de Othon Bastos como Bentinho, e Raul Cortez como Escobar.

ISABELLA: beleza e elegância ganharam as telas do país nos anos de 1960/70

Na televisão, Isabella foi destaque em novelas como “Passos dos ventos”, de 1968, e “A cabana do Pai Tomáz”, de 1971, e no seriado “Sítio do Pica Pau Amarelo”, de 1978.

No teatro, estrelou peças como “Dura lex sed lex, no cabelo só Gumex”, de 1965, “Viver é muito perigoso”, de 1968, “Quinze anos depois”, de 1985, “Amar se aprende amando”, de 1987, e “Cora Coralina”, de 1989.

Nos anos 1970, ela casou-se com o cineasta Carlos Frederico Rodrigues, com quem trabalhou em filmes como “A possuída dos mil demônios”. Na década seguinte, Isabella mudou-se com o marido para Visconde de Mauá, onde fundou o Teatro da Montanha.

Seu último trabalho foi uma participação especial no filme Brasília 18%, de Nelson Pereira dos Santos, em 2006. No ano seguinte, ela apareceu nas telas em depoimento ao documentário Panair do Brasil, de Marco Altberg.

* Conheci ISABELLA ano passado. Nos encontramos numa manhã de muito sol e calor na praia de COPACABANA, apresentada pela querida amiga DÉBORA TORRES – cineasta, idealizadora e coordenadora-geral do Festival de Goiânia do Cinema Brasileiro. 

Débora tinha ido passar uma temporada na capital carioca e era hóspede de Isabella, a quem conheceu num dos muitos festivais de cinema que acontecem no país, e teve oportunidade de homenagear ISABELLA no respeitável FESTCINE GOIÂNIA, tornando-se desde então sua grande amiga, coisa muito típica de Débora, um amor de pessoa…

Em nosso encontro na praia, ISABELLA – muito elegante, educada, meiga e bonita, mesmo com o passar do tempo -, se protegia do sol com um enorme chapéu e um guarda-chuva… Na ocasião, me contou da amizade ainda mantida com o cineasta Paulo César Saraceni, seu primeiro marido, e disse que seu grande objetivo era publicar um livro contando bastidores do cinema, através de sua experiência como uma das grandes presenças do Cinema Novo.

Depois daquele dia, mantivemos contatos por e-m e cheguei  até a indicar algumas editoras pra Isabella… há tempos, sentia falta das mensagens dela… não sabia que estava doente…

Reproduzo aqui o primeiro e-m que recebi de ISABELLA, repleto de afeto e delicadeza :

Fofésima Aurora,

Adorei te conhecer e fiquei encantada com o e-mail que você
me enviou. Que bom encontrar pessoas como você e Débora,
verdadeiros dinâmos, tônico para a alma.
Não se atreva a vir aqui ao Rio sem me procurar e 
espero que isto aconteça em breve. 
Quero estar com você e usufruir de alguns momentos ao seu lado. 
Pessoas como você não são apenas para a gente conhecer e tchau. 
São pra gente conviver. 
Como foi de carnaval? Beijos da Isabella

Guardo de ISABELLA a lembrança de uma bela senhora, elegante, de traços muito finos, simpática, delicada, um exemplo do que é uma verdadeira DIVA.

Saudades de ISABELLA !

Que Deus a receba e lhe dê muita PAZ…

* Os Filmes nos quais ISABELLA atuou:

 – Cinco Vezes Favela(1962), episódio de Marcos Farias;
– Os Apavorados (1962), de Ismar Porto;
– O Desafio (1965), de Paulo César Saraceni;
– Proezas de Satanás na Vila do Leva e Traz (1967), Paulo Gil Soares;
–  Capitu (1968), de Paulo César Saraceni;
– Pedro Diabo ama Rosa Meia-Noite (1969), de Miguel Faria Jr.;
– O Bravo Guerreiro (1969), de Gustavo Dahl;
– A Cama ao Alcance de Todos (1969), de Daniel Filho e Alberto Salvá;
– Barão Olavo, O Horrível (1970), de Júlio Bressane;
– Lúcia McCartney, Uma Garota de Programa (1971), de David Neves;
– A Possuída dos Mil Demônios (1971), de Carlos Frederico;
– As Quatro Chaves Mágicas (1971), de Alberto Salvá;
– A Lira do Delírio (1978), de Walter Lima Jr.;
– Lerfá Mú (1979), de Carlos Frederico Rodrigues;
– Parceiros da Aventura (1980), de José Medeiros;
– O Mundo a Seus Pés (1987), curta de Carlos Frederico.

RESTA UM… Divulgadas Primeiras Imagens

     RESTA UM… ficou pronto… Filmagens foram realizadas em Goiânia, em novembro passado, por ocasião do VI FESTIVAL NACIONAL DE GOIÂNIA do CINEMA BRASILEIRO…

RESTA UM é uma parceria Aurora de Cinema e Cabeça de Cuia Filmes

INGRA LIBERATO  é a estrela. ROSAMARIA MURTINHO, a ATRIZ especialmente convidada.

FILME é uma declarada HOMENAGEM a Júlio Bressane, nosso cineasta mais singular, o erudito do Cinema Brasileiro, que revolucionou nossa cinematografia a partir dos filmes instigantes e semimais que realizou, como Cara a Cara, O Anjo Nasceu, e MATOU A FAMÍLIA e FOI AO CINEMA…

INGRA LIBERATO: novo trabalho, sob direção de Aurora Miranda Leão, tem declarada inspiração na atriz HELENA IGNÊZ, musa da produtora BELAIR, que fez o maior buchicho no país em 1970…

Parceria BRESSANE x SGANZERLA…

* Depois explicamos melhor… Aguardem novos posts…

RESTA UM…………

INGRA LIBERATO Estrela RESTA UM…

Que ela tem charme e competência, todos sabemos !

Afinal, “estourou” quando fez Ana Raio e Zé Trovão (novamente no ar e com muito boa audiência) e depois vieram outros personagens, mais aplausos e até prêmios como Atriz.

Nós só não sabíamos é que ela é uma pessoa Super ESPECIAL, cheia de graça e simplicidade, uma “pantera” das telas, divertida, alegre, animada, amiga de quem faz Arte e companheira cuja convivência faz bem à alma.

Pois foi esta impressão que ela nos passou quando mais uma vez estivemos juntas, alguns anos depois da época em que ela rodou no Ceará o filme de Florinda Bolkan Eu Não Conhecia Tururu…

Quando INGRA veio a Fortaleza, ao tempo da pré-produção do filme, fizemos uma longa entrevista com ela – eu era então editora de Arte & Cultura do extinto jornal Tribuna do Ceará. Foi então, encantada com o jeito brejeito, simpático e sem nenhum estrelismo da “Pequena Notável Baiana”, que concedemos a INGRA uma página do caderno que editávamos.

Ano passado, colega dela no júri da sexta edição do FestCine Goiânia, tive a oportunidade de privar mais amiúde da agradável companhia de INGRA.

E esta ATRIZ, vocacionada para a Arte e iluminada pelo toque de uma docilidade cativante, dona de impressionante fotogenia, topou na hora (e sem criar nenhum tipo de exigência) nossa idéia de fazermos um curta-metragem sem roteiro pré-definido, do jeito que pudéssemos fazer, inteirinho, ali mesmo, na capital goiana, durante os animados dias do FestCine, tão profissionalmente realizado por nossa adorável amiga-comum, Débora Torres (com luxuoso auxílio do escritor e poeta Miguel Jorge).

E nasceu o RESTA UM

Do qual INGRA LIBERATO é a Protagonista, esbanjando charme e sensualidade.

E vocês, então, hão de concordar comigo.

Aguardem novos posts sobre o RESTA UM

Miguel Jorge, De Ouro em Ouro

O escritor goiano Miguel Jorge é um querido. Reconheço entre seus traços mais marcantes a elegância no convívio, a atenção indormida com os amigos e sua intensa ligação e interesse por tudo quanto se refere à Cultura.

Conheci-o ainda na primeira edição do FestCineGoiânia, em 2005, importante festival de CINEMA BRASILEIRO que idealizou ao lado da agitadora cultural e produtora Débora Torres, outra querida de quem o Cinema me fez irmã.

A partir de então, comecei a “descobrir” Miguel Jorge, escritor dos mais atuantes em solo goiano.

O Poeta é natural de Campo Grande (MS) e ainda garoto mudou-se com os pais para Inhumas (GO), onde fez os primeiros estudos.

É formado em Farmácia e Bioquímica pela UFMG, Direito e Letras Vernáculas pela UCG, lecionou Farmacotécnica na Faculdade de Farmácia da UFG e Literatura Brasileira no Departamento de Letras da Universidade Católica de Goiás.

Foi um dos fundadores do GEN (Grupo de Escritores Novos) e seu presidente por duas vezes. Também foi por duas vezes presidente da UBE, seção de Goiás. Dirigiu também por duas vezes o Conselho Estadual de Cultura e integra os quadros de críticos de arte da ABCA e  AICA, ocupando a Cadeira número 8, na Academia Goiana de Letras.

Seus textos também já ganharam as telas de cinema, seja atavés de curtas ou longas-metragens. É dele, por exemplo, o roteiro de Wataú (Prêmio de Incentivo Cultural do Ministério da Cultura), filmado às margens do rio Araguaia, sob a direção de Débora Torres.

Com o cineasta João Batista de Andrade, roteirizou o longa Veias e Vinhos, baseado em seu romance homônimo, filmado em São Paulo, tendo no elenco Simone Spolladore, Leonardo Vieira, Eva Wilma, José Dumont, Celso Frateschi, Marcela Moura e Ailton Graça, sob a direção do próprio João Batista, seu amigo de longa data, que este ano realizou um Doc em homenagem ao amigo escritor.

O nome de Miguel Jorge consta do The Dictionary of international Biografhy (Tenty-Third Edition), England.

E é de MIGUEL JORGE o belo livro de poemas que tenho em mãos – DE OURO EM OURO.

Publicado pelo Instituto Casa Brasil de Cultura, o livro vem em bela caixa contendo ainda 15 gravuras originais do artista Roos e um Cd com os poemas interpretados pelo próprio autor.

E por tão instigante o presente que recebi de Miguel, convido você, leitor amigo, a partilhar um pouco da vasta obra do poeta comigo. Vamos ao poema…

NO MAR, NENHUM BARCO

Os amores são largos e longos e cabem nas cartas.

A noite lenta fere de faca a luz cega do medo.

Indiferentes, as borboletas são anjos vestidos de prata..

Assim, os musgos vão cobrindo de vermelho os moluscos dentro das caixas.

São do domingo os escargots, lentas flores, colocadas sobre bandejas de prata.

Talvez não se possa evitar a falta de pão, os reflexos da ira,

a dor que não se quer dar aos filhos.

Dormem as naves sobre as janelas do mar, talvez um barco, igual a  um barco, indo além do mar, brasa da alma (Baco num riso igual a um risco de língua nas bocas).

Igual a um casaco de frio que se pendura detrás da porta.

Igual às ondas a testemunhar as rosas se desfazendo no branco laço das águas.

(A noite carrega os diamantes no impacto do chão que se faz cinza).

Se viam roucas as Américas, a constituição dos ventos cobrindo

lábios muito finos. Estrelas ostentam um festim ameno de  vozes.

Os ratos, os gatos, o nojo anunciado. O gozo desfeito em nada, se põe de lado, ainda mais quando do céu se toma lei e posse de secretos códigos.

Este é um dos belos poemas onde Goiânia me renasce em saudades… NO MAR, NENHUM BARCO…

Da lavra de MIGUEL JORGE, este quase goiano cuja POESIA nos encanta tanto quanto sua maneira de ser e estar plena de LUZ, sensibilidade, refinamento de gestos e ações cotidianas.

Como a sua POESIA que se aninha fácil em nossa emoção, tão naturalmente tocante quanto concisa, bela, objetivamente clara.

A POESIA de MIGUEL JORGE é assim: mesmo que não se saiba explicar porquês, prontamente ela consegue nossa adesão.

O resto é DE OURO EM OURO

De
DE OURO EM OURO
Poemas de Miguel Jorge

Goiânia: Instituto Centro-Brasileiro de Cultura, 2009.
64 p.  ilus.   ISBN  978-85-9876237-7

 Como diz FERNANDO PY: “Miguel Jorge realiza uma articulação entre o silêncio e a palavra, desnudando(se) (n)o cerne de sentimentos, sob três aspectos: o pessoal, o social e o estético-filosófico, inquirindo os valores fundamentais do homem sob a capa de exercícios lúdicos que confrontam o visual e o verbal.” 

Para Aprender Vídeos Digitais com Qualidade

Boas e Eficientes Lições com Alex Moletta

        Para quem quer aprender a realizar vídeos digitais de modo simples, rápido e barato, nada melhor do que dar uma “olhadinha” no livro Criação de Curta-Metragem em Vídeo Digital, lançamento Summus Editorial, que tivemos a honra de ganhar do próprio autor, Alex Moletta, quando do lançamento em Goiânia, na sexta edição do Festival Nacional de Cinema.

Natural de Santo André, ator, roteirista, realizador, apaixonado por cinema, diretor e criador de espetáculos e textos para Teatro, Alex Moletta lança em hora oportuna este relevante trabalho, com o qual consegue, de forma clara, concisa e bem elucidativa reunir questões recorrentes entre aqueles que se aventuram na seara da realização de vídeos e também fundamenta com objetividade e acurado senso prático e estético questões fundamentais para quem quer se aventurar na seara do audiovisual.
Com prefácio do jornalista e também realizador Chiquinho César Filho, o livro de Moletta aborda questões cruciais como linguagem fotográfica, ensaio de marcação, planilha de orçamento,  eixo de câmera, iluminação natural e artificial, gravando em local público, linguagem de edição, inserção dos créditos, estratégia de divulgação… tudo isso em 6 capítulos assim dispostos: O Roteiro, a Direção, A Fotografia, A Produção, A Montagem e a Finalização, terminando com boas referências bibliográficas e dicas de sites interessantes.

 Neste século em que a vontade de traduzir idéias e sentimentos em imagens, com verdadeiros “painéis imagéticos” se espalhando por todos os espaços possíveis, e onde proliferam as formas de captação do cotidiano, vale ressaltar:  “Se a expressão audiovisual é atualmente possível a todos nós, este livro mostra o caminho para chegar a ela de forma inteligente, com os pés no chão:  antes de mais nada, é necessária muita dedicação ao planejamento”, como diz Chiquinho César Filho.

Com o livro de Alex em mãos, só tenho a recomendar este manual de suma importância e benfazeja clareza para quem está a se aventurar ou pretende enveredar por esta contagiante onda de “febre audiovisual”.

Escritor Miguel Jorge e Alex Moletta na noite de lançamento do livro em Goiânia

Para tantos quanto desejam aprender ou continuar fazendo seus vídeos, a Dica da Hora do Aurora de Cinema é este oportuno livro de Alex Moletta, que você pode encontrar acessando www.ciafatidicos.com.br ou www.summus.com.br

PRA NÃO DIZER QUE O CINEMA É SÓ ILUSÃO

Voltar a Goiânia é sempre uma satisfação. Cidade com jeito de grande mas cercada pelo encanto dos canteiros floridos que lhe dão um charme de pacata, lá o clima ademais é de hospitalidade e instantâneas sintonias.

Conheci a capital goiana na primeira edição de seu festival de cinema, atendendo a generoso convite daquela que logo se tornou minha amiga de muitos carnavais: Débora Torres. Àquela época, escrevi afirmando: “O FestCine Goiânia começa com cara de festival que já tem uma década”.                                                                                                                                                                 

                                                                                                                                                                      

Voltando este ano para sua sexta edição, constato com alegria o quanto estava certa minha afirmação. O FestCine Goiânia, fruto da vontade, determinação e criatividade de Débora Torres (ancorada pela força do apoio substancial do escritor Miguel Jorge), é hoje um dos mais bem realizados festivais de cinema dentre tantos quanto acontecem em todas as regiões do país. Por isso, é sempre tão bom dele participar. Num município que trata o Cinema com o devido respeito, nós, amantes da Sétima Arte e particípes de seu labor cotidianamente, só podemos ficar muito contentes em ali poder sempre voltar e aferir os muitos acertos de um festival que nasceu pleno de fôlego, temperado pela competência e amplificado por esforços para torná-lo ainda mais relevante no cenário cultural.

                                                                                                                                                           

Este ano, além de integrar a comissão julgadora, o Festival Nacional de Cinema de Goiânia também promoveu o lançamento de mais um livro de meu pai, o crítico LG de Miranda Leão – Ensaios de Cinema (fruto do edital Cultura da Gente, do Banco do Nordeste do Brasil), cujos textos foram por mim selecionados e revisados. Tenho a honra de ter no prefácio da obra as judiciosas palavras de Rubens Ewald Filho, mais um amigo que o FestCine me proporcionou.

Sobretudo este ano, na capital goiana, tive a benfazeja alegria de reencontrar Rubens, um gentleman nas ações e um Mestre no fascínio de traduzir o Cinema em preciosas lições de vida.

 

Rubens Ewald Filho: “A opinião hoje migrou para a internet”

Com fôlego invejável, Rubens Ewald Filho abriu uma fenda em sua extensa/intensa agenda para realizar duas palestras no festival, promovidas pela Secretaria de Educação do Município para professores da rede pública de ensino. Não é todo dia que se pode ouvir sobre Cinema com alguém do naipe de Rubens nesse métier. Assim, abraçamos com indisfarçável contentamento a chance de estar na platéia, ao lado da querida Rosamaria Murtinho, do ator e roteirista Alex Moletta, e do cineasta Julinho Léllis. Aquela palestra e a da manhã do dia seguinte nos ficarão para sempre na memória, duas aulas impressionantes de conhecimento sobre a Sétima Arte e seus bastidores, o porquê de determinadas escolhas em tantas fases marcantes, as implicações do cinema na moda e da moda no cinema, grandes marcos e alguns embustes, mitos criados e tantos perpetuados, os nomes que sucumbiram depois de grandes êxitos, as mudanças aceleradas pela chegada das novas tecnologias, o permanente e o provisório nesta Arte tão fascinante quanto intrigante, insólita, desafiadora: a Arte de usar de todos os artifícios para tornar mais bela, conseqüente e justificada a passagem do humano pelo planeta.

 

Débora Torres, Aurora M. Leão e Rubens Ewald no Goiânia  Ouro                                                                                                                                                        

E é de contagiante simplicidade, espontânea vocação e indisfarçáveis doses de boa vontade a generosa forma com a qual Rubens Ewald Filho fala de Cinema como quem conversa com o caseiro da chácara onde viveu a infância e perpetuou a criança, extasiada ante ao fascínio da Arte de reproduzir a vida através de imagens em 24 quadros por segundo, às vezes mais, outras menos, mas sempre com o mesmo gosto pela vida, amplificada em beleza, magnitude e condões do Mistério.

                                                                                                                                                                           

                                                                                                                                                Aurora Miranda Leão e Rubens Ewald Filho, que prefaciou Ensaios de Cinema

                                                                                                                                                      Aurora Miranda Leão e Carol Paraguassu Dayer: amigas de muitos filmes

Integrando a comissão julgadora, cuja presidência coube a Rosamaria Murtinho, estávamos eu, a bela Ingra Liberato, Alex Moletta e Rogério Santana, professor de Literatura Brasileira e Portuguesa da UFG, assistidos de perto pelo olhar sensível e a afetividade acolhedora de Miguel Jorge, e contando com o auxílio luxuoso de Bia Del Arco (atendendo aos pedidos do júri com esmero). Os dias compartilhados ao lado deles foram de muitas idéias, trocadas ante à preferência por um ou outro filme, estimulada sintonia e afetividade que logo se estabeleceu e o tempo fez reverberar em saudade e até no alvitre de um curta-metragem, gravado ali mesmo, naqueles dias que tão rápido se escorreram por entre nossos dedos, cuja edição agora nos cabe levar adiante, com prazer e sensação de recuerdo de um tempo muito feliz e bem partilhadas horas de convívio e debates cinéfilos.                                                                                                                               

                                                                                                                                                                        

                                                                                                                                                                             Débora Torres. Ingra Liberato e Itamar Borges

                                                                                                                                                                           DSC_0381

                                                                                                                                                                         CACO CIOCLER: Homenagem na abertura do Festival

                                                                                                                                                                         

                                                                                                                                                                                 Guido Campos, Bruno Safadi e Débora Torres

                                                                                                                                                                          

                                                                                                                                                                   Simone Spoladore concede entrevista a Mariley Carneiro

                                                                                                                                                                           

                                                                                                                                               Samuel Reginatto, talento gaúcho do filme Os Famosos e os Duendes da Morte

 

Jornalista Aurora M. Leão lança ENSAIOS DE CINEMA 

                                                                                                                                            Rosamaria Murtinho e Irandhir Santos, de Olhos Azuis: início do FestCine

Caco Ciocler e Márcia Carvalho

Márcia Carvalho, Secretária de Educação, entrega Troféu a Caco Ciocler

Tínhamos uma lista de altíssima qualidade fílmica para ver e avaliar, tarefa tão difícil quanto estimulante. Filmes do quilate de Viajo porque Preciso, Volto porque te Amo (Karim A6Inouz e Marcelo Gomes), Bróder (Jeferson De), e Olhos Azuis (José Joffilly), bem como os curtas Diga 33, Rupestre, O Centésimo (Daw), enriqueceram nossas discussões e  nos fizeram varar a madrugada na véspera da noite de encerramento em busca de um resultado que se fizesse justo e correspondente à qualidade exibida para uma platéia que todas as noites lotou o CineTeatro Municipal Goiânia Ouro para fazer jus ao emblemático Troféu Goiânia, criação do artista Siron Franco (!!!).

 

       

Ambiente do CineTeatro Goiânia Ouro lotado, como todas as noites                                                                                             

Bate papo entre cineasta goiano, Julinho Léllis, Aurora e Alex Moletta

Bom entrosamento entre Miguel Jorge e Rosamaria Murtinho

Rogério Santana e Alex Moletta, em noite de lançamento literário

MULHERES DO CINEMA: Ingra, Aurora, Rosinha e Débora

Escritor Carlos Nejar recebe homenagem das mãos de Doracino Naves

Difícil sim julgar – todos os concorrentes tinham/têm inegáveis qualidades. Daí, é preciso enxergar com a sensibilidade e sentir com a consciência de que precisamos não só reafirmar o Ótimo, consagrar valores e referendar trajetórias, mas sobretudo apontar caminhos e possibilitar o acender de faróis em direções ainda não vistas, em trilhas ainda não percorridas. A lista dos premiados está no final deste texto.

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Rosamaria Murtinho e Aurora M. Leão atentas aos filmes…

Jeferson De: reconhecimento na estréia em direção de longas

Milton Gonçalves recebe telefonema na hora da Homenagem

João Batista de Andrade saudado por Miguel Jorge

Julinho Léllis recebe prêmios pelo filme Bróder, das mãos da atriz Daniela Galli

Henrique Dantas  premiado pelo ótimo Os Herdeiros de João

Jovem Bruno Safadi homenageia produtora BELAIR e faz filme marcante

Após a concorrida solenidade de premiação – onde tivemos a oportunidade de assistir a dois exemplares do cinema goiano: Quadro Negro, um novo curta de Débora Torres (vídeo educativo sobre a questão das drogas, onde pontificam as atuações de Milton Gonçalves, Neusa Borges e Ingra Liberato), e um documentário de João Batista de Andrade sobre vida e obra de Miguel Jorge, quando a atuação do escritor nas lides literárias goianas, suas amizades e seus escaninhos culturais nos chegam de modo artístico e delicado, tornando Miguel pessoa ainda mais grata no convívio de todo dia) -, um farto coquetel presenteava o público, realizadores, jurados, cinéfilos e cinemeiros de todos os matizes num bem pensado espaço do próprio CineTeatro Goiânia Ouro, onde o cinema tem livre trânsito para se expandir em variadas direções.

Rosamaria ganhou quadro de artista goiano das mãos de Miguel Jorge

Cineasta Ângelo Lima leva Melhor Montagem por Retrato 3 x 4

Ingra Liberato entrega troféu a Sílvio Tendler pelo Doc Utopia & Barbárie

Lá estavam os cineastas Carol Paraguassu Dayer, Orlando Lemos, Ângelo Lima, Paulo Miranda, Sílvio Tendler e sua filha Ana, Bruno Safadi, Henrique Dantas, Júlio Léllis, Pedro Lazzarini, a belatriz Daniela Galli, o querido ator Guido Campos, a maravilhosa turma da produção, comandada por Itamar Borges: Jane, Bia Del Arco, Mariley Carneiro, Fabrícia Amu… e por certo muito mais gente que a memória agora me trai e me faz escapar do caderninho.

Bruno Safadi recebe troféu de Milton Gonçalves: BELAIR é instigante

Rogério Santana recebe prêmios pelo filme de Joffilly, OLHOS AZUIS

De lá, seguimos para uma festa, cujo piloto conheci logo nos primeiros dias de FestCine e me prometeu uma noite repleta de Paralamas (!!!) e música brasileira da melhor qualidade (Jorge Bem Jor, Tim Maia, Luís Melodia, Lulu Santos, Djavan) e, portanto, de muita alegria e suingue por todos os poros. Débora Torres, a super anfitriã, conduzia uma garrafa de vinho, ladeada pela não menos amiga Ingra Liberato, pródiga na vontade de acolher mais alegria pra enfeitar a pista. E assim transcorreu nossa noite/madrugada, ao lado dos muitos parceiros de estrada que ali se consagraram amigos e hoje nos fazem ansiar, entre saudades e afetos, por novas celebrações goianas, na capital que, todos os inícios de novembro se transforma em Capital do Cinema Brasileiro.

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SARAVÁAAAAAAAAAAAAAAAAA !!!

 

Premiação oficial 6º FestCine Goiânia

CATEGORIA VÍDEO CASEIRO

 Menção honrosa- Prêmio Especial de Júri:“A CHAMADA”, de Coelho Nunes

Menção honrosa – Prêmio Especial de Júri: “SOBRE MEU IRMÃO”, de Bruno Lino

 

3º  LUGAR VÍDEO CASEIRO:

“ZUMBIDO”, de Paulo de Melo

 

2° LUGAR DO VÍDEO CASEIRO:

“A MOÇA DO CARRO DE BOI”, de Flávio Gomes de Oliveira

 

1° LUGAR DE VÍDEO CASEIRO: 

“ASAS”, de Thiago Augusto de Oliveira

 

CATEGORIA VÍDEO UNIVERSITÁRIO

 

Menção honrosa – Prêmio Especial de Júri: NEUROSE, de Kaco Olímpio e Pedro Caixeta

 

MELHOR VÍDEO UNIVERSITÁRIO DE DOCUMENTÁRIO:

“RENOVA ESPERANÇA”, de Tatiana Scartezini

 

MELHOR VÍDEO UNIVERSITÁRIO DE FICÇÃO:

“ENQUANTO”, de Larissa Fernandes

 

MELHOR VÍDEO UNIVERSITÁRIO DE ANIMAÇÃO:

“VERDADE ABSOLUTA”, de Guilherme Mendonça e Jordana Prado

 

PRÊMIO ESTÍMULO DA SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA À PRODUÇÃO DO VÍDEO UNIVERSITÁRIO:

“ENQUANTO”, de Larissa Fernandes

 

CATEGORIA CURTA GOIANO

 

Menção honrosa – Prêmio Especial de Júri: “CENTÉSIMO DAW”, de Orlando Lemos 

 

Menção honrosa – Prêmio Especial de Júri: “DIGA 33”, de Angelo Lima 

 

Melhor curta goiano de documentário:

”NÚMERO ZERO”, de Cláudia Nunes

 

Melhor curta goiano de animação:

“RUPESTRE”, de Paulo Miranda

 

Melhor curta goiano de ficção:

“AINDA NÃO”, de Paulo Rezende

 

PRÊMIO ESTÍMULO DA SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA À PRODUÇÃO DE CURTA GOIANO:

“AINDA NÃO”, de Paulo Rezende

 

CATEGORIA LONGA DOCUMENTÁRIO

 

Menção honrosa -Prêmio Especial de Júri: “NÉLIDA PIÑON”, de Júlio Lélis

 

Melhor Montagem de longa documentário:

“RETRATO 3X4 DE UM TEMPO”, de Angelo Lima

 

Melhor Som de longa documentário:

“UTOPIA E BARBÁRIE”, de Sílvio Tendler

 

Melhor roteiro de longa documentário:

“UTOPIA E BARBÁRIE”, de Sílvio Tendler

 

Melhor Fotografia de longa documentário:

“BELAIR”, de Noa Bressane e Bruno Sáfadi-Melhor

 

CATEGORIA LONGA FICÇÃO

 

Melhor Montagem de longa ficção:

“VIAJO POR QUE PRECISO, VOLTO POR QUE TE AMO”, de Marcelo Gomes e Karim Ainouz

 Melhor som de longa ficção:

“MALU DE BICICLETA”, de Flávio Ramos Tambellini

 

Melhor Música ou Trilha Sonora Original de longa ficção:

“BRÓDER”, de Jeferson De

 

Melhor Direção de Arte de longa ficção:

“ELVIS E MADONA”, de Marcelo Laffite

 

Melhor Fotografia de longa ficção:

“OS FAMOSOS E OS DUENDES DA MORTE”, de Esmir Filho

 

Melhor Roteiro de longa ficção:

“VIAJO POR QUE PRECISO, VOLTO POR QUE TE AMO”, de Marcelo Gomes e Karim Ainouz-Melhor

Melhor Atriz Coadjuvante:

 ÁUREA BATISTA, de “Os famosos e os duendes da morte”

 

Melhor Ator Coadjuvante:

IRANDHIR SANTOS, de “Olhos azuis”

 

Melhor Ator:

HENRIQUE LARRÉ, de “Os famosos e os duendes da morte”

 

Melhor Atriz:

SIMONE SPOLADORE, de “Elvis e Madona”

MELHOR DIREÇÃO E FILME

 

Melhor Direção de longa documentário:

HENRIQUE DANTAS, de “Filhos de João – Admirável Mundo Novo Baiano” 

 

Melhor Direção de longa ficção:

JEFERSON DE, de “Bróder”

 

Melhor longa-metragem documentário:

“BELAIR”, de Noa Bressane e Bruno Sáfadi

 

Melhor longa metragem de ficção:

“OLHOS AZUIS”, de José Joffily

GOIÂNIA Confirma Viajo Porque Preciso, e Olhos Azuis e Consagra o Impactante BELAIR

 

                                                         

Com a exibição do curtametragem Quadro Negro, da diretora Débora Torres, encerrou-se na noite de quarta, dia 10, a semana de realização da 6ª edição do FestCine Goiânia, no Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro. Na sequência, foi exibido o Doc Miguel Jorge: Escritor, do cineasta João Batista de Andrade.

O Júri oficial, presidido pela atriz RosaMaria Murtinho, divulgou o seguinte resultado.

Longametragem (Ficção)

Melhor Longa:Olhos Azuis”, de José Joffily.

Melhor Direção: Jeferson De, por “Bróder”.

Melhor Atriz: Simone Spoladore, por “Élvis e Madona”.

Melhor Ator: Henrique Larré, por “Os Famosos e os Duendes da Morte”, de Esmir Filho.

Melhor Atriz Coadjuvante: Áurea Batista, por “Os Famosos e os Duendes da Morte”.

Melhor Ator Coadjuvante: Irandhir Santos, por “Olhos Azuis”.

David Rasche e Cristina Lago em cena do filme Olhos Azuis, de José Joffily

Melhor Roteiro: Marcelo Gomes e Karim Ainouz, por “Viajo Por Que Preciso, Volto Por Que te Amo”.

Melhor Fotografia: Mauro Pinheiro Jr., por “Os Famosos e os Duendes da Morte”, de Esmir Filho.

Melhor Montagem: Karen Harley, por “Viajo Por Que Preciso, Volto Por Que te Amo”.

Melhor Som: Bruno Fernandes e Álvaro Correia, por “Malú de Bicicleta”, de Flávio Tambellini.

Melhor Música ou Trilha Sonora Original: João Marcelo Boscoli, por “Bróder”, de Jeferson De.

Melhor Direção de Arte: Rafael Targat, por “Élvis e Madona”, de Marcelo Laffite.

Longa-metragem (Documentário)

Helena Ignêz, magnânima em filme de Júlio Bressane

Melhor Documentário:Belair”, de Noa Bressane e Bruno Sáfadi.

Melhor Direção: Henrique Dantas, por  “Filhos de João Admirável Mundo Novos Baianos”.

Melhor Roteiro: Sílvio Tendler, por “Utopia e Barbárie”, de Sílvio Tendler.

Melhor Fotografia: Lula Carvalho e David Pacheco, por “Belair”, de Noa Bressane e Bruno Sáfadi.

Melhor Montagem: Diogo Diniz Garcia, por “Retrato 3X4 de um Tempo”, de Angelo Lima.

Melhor Som: Utopia e Barbárie”, de Sílvio Tendler.

Mensão Honrosa:Nélida Piñon”, de Júlio Lélis.

Curta Goiano

Melhor Curta (Ficção):Ainda Não”, de Paulo Rezende.

Melhor Curta (Documentário): Número Zero”, de Cláudia Nunes.

Melhor Curta (Animação):Rupestre”, de Paulo Miranda.

Mensões Honrosas:Centésimo Daw”, de Orlando lemos e “Diga 33”, de Angelo Lima.

Prêmio Estimulo:Ainda Não”, de Paulo Rezende.

Imagem metafórica em Viajo porque Preciso, Volto porque te Amo

Vídeo Universitário

Melhor Vídeo (Ficção):Enquanto”, de Larissa Fernandes.

Melhor Vídeo (Documentário):Renova Esperança”, Tatiana Scartezini.

Melhor Vídeo (Animação):Verdade Absoluta”, de Guilherme Mendonça e Jordana Prado.

Mensão Honrosa:Neurose”, de Kaco Olímpio e Pedro Caixeta.

Prêmio Estimulo:Enquanto”, de Larissa Fernandes.

Vídeo Caseiro

1° Lugar:Asas”, de Thiago Augusto de Oliviera.

2° Lugar:A Moça do Carro de Boi”, de Flávio Gomes de Oliveira.

3º Lugar:Zumbido”, de Paulo de Melo.

Menções Honrosas:A Chamada”, de Coelho Nunes e “Sobre Meu Irmão,” de Bruno Lino.

Saudades do FestCine Goiânia…

Foram oito dias de intensas conversas onde a Sétima Arte era o tema principal: projeções em salas lotadas, distribuição de sorrisos e autógrafos, um congraçamento bonito de se ver e que agora nos enche de saudade… Que venha o FestCine 2011 !

SARAVÁ !!!

Rosamaria Murtinho, Sílvio Tendler e Ingra Liberato

Rubens Ewald Filho fez duas concorridas palestras provando ser uma “enciclopédia ambulante de Cinema”

Satisfação entre amigos: Aurora Miranda Leão e Rubens Ewald Filho

Débora Torres, Aurora e Rubens Ewald Filho no Cine Goiânia Ouro

Alex Moletta, de Santo André: dicas para fazer vídeos com pouca grana

Débora Torres, que lançou curta no encerramento, Ingra Liberato e Itamar Borges

Carol Leão autografa livro do pai, o saudoso cineclubista BETO LEÃO

Simone Spoladore concede entrevista a Mariley Carneiro

Documentarista Orlando Lemos com a filha Ana e as sobrinhas

Ator Guido Campos, cineasta Bruno Safadi e produtora Débora Torres

Jovem e competetente ator gaúcho Samuel Reginatto anuncia Os Famosos e os Duendes da Morte

Escritor Miguel Jorge (GO) e Alex Moletta (SP)

Amigas cinemeiras: Aurora Miranda Leão e Carol Paraguassu

TURMA BOA: Miguel, Ingra, Alex, Aurora, Rogério, Rosinha e Débora Torres

MULHERES DE CINEMA: Ingra Liberato, Aurora Miranda Leão, Rosamaria Murtinho e Débora Torres

Argentino Lazzarini: “Equipamentos de ponta não substituem a capacidade de contar uma boa história”

Cineasta Jeferson De e documentarista Julinho Léllis

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Rosamaria Murtinho, presidente oficial do Júri

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Rosamaria Murtinho conversa com Irandhir Santos

Esta jornalista autografa livro do pai, LG de Miranda Leão

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Caco Ciocler, homenageado na noite de abertura, recebe Troféu Goiânia, idealizado pelo artista Siron Franco, da secretária municipal de Educação, Márcia Carvalho.

FESTCINE GOIÂNIA Será Aberto Dia 3

Convite de Abertura Oficial do FestCine Goiânia 2010

A PREFEITURA DE GOIÂNIA, por meio da Secretaria Municipal da Cultura, convida para a Abertura Oficial do FestCine Goiânia 2010, dia 3 de novembro (quarta-feira) às 19h30, no Centro  Municipal  de  Cultura Goiânia  Ouro, com presença de artistas e personalidades nacionais.
 

Na ocasião, haverá Homenagem ao ator CACO CIOCLER, protagonista do filme de abertura UM DIA DE ONTEM, dos diretores Thiago Luciano e Beto Shultz, pelo conjunto de obras no cinema brasileiro, seguido de coquetel.

Contamos com sua ilustre presença!

 KLEBER ADORNO
 Secretário Municipal de Cultura

(entrada gratuita em todas as atividades do FestCine Goiânia)
 
 
* Quem nos avisa o auspicioso convite é a querida amiga 
DÉBORA TÔRRES

Diretora Cinematográfica
Produtora Executiva do FestCine Goiânia
Diretora do Cine Municipal Goiânia Ouro