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Gramado de Cinema: frio, encontros e Sargento Getúlio

Blog AURORA DE CINEMA direto de Gramado

Terça foi de chuva e muito frio na cidade da serra gaúcha

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Correm bem os dias em Gramado. A movimentação de jornalistas, convidados, produtores, atores e realizadores é intensa durante todo o dia na sede da Sociedade Recreio Gramadense – QG do Festival -, e à noite o burburinho é na Rua Coberta e no Palácio dos Festivais.

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Esta 41a edição do Festival de Cinema de Gramado exibiu na noite de segunda o único documentário de longa-metragem concorrente: Revelando Sebastião Salgado, dirigido pela cineasta Betse de Paula, encantou a plateia, que aplaudiu bastante tempo o filme após a exibição.

Sebastião e a companheira Lélia Wanick Salgado, presença marcante na vida e obra do exímio fotógrafo: filme revela comovente união do casal…

O filme de Betse é de uma delicadeza extrema com o festejado personagem que coloca na tela. É muito bom de ver, tem belíssima fotografia, ótimo som, e literalmente revela uma figura encantadora, de profunda sensibilidade e extremo senso de humanidade que é o festejadíssimo fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado, um capixaba digno dos melhores aplausos. Sendo o único documentário em competição e com as inegáveis qualidades que tem, Revelando Sebastião Salgado é forte candidato ao KIKITO.

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Betse e a mãe, Vera de Paula, produtora… foto Édison Vara

A diretora Betse de Paula diz: “Fico feliz em representar o documentário brasileiro que vive um momento muito bacana”, além de lembrar, com alegria, que o primeiro prêmio de sua carreira foi conquistado no Festival de Cinema de Gramado com o filme Por Dúvida das Vias, em 88, vencedor do Júri Popular. O documentário REVELANDO SEBASTIÃO SALGADO é o filme escolhido para abrir a próxima edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que vai acontecer de 17 a 24 de setembro.

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Diretor do curta O Matador de Bagé, Felipe Iesbick: troféus de melhor filme, melhor ator e melhor música. Foto: Itamar Aguiar/PressPhoto

Já na noite de terça foi a vez de celebrar os 30 anos da consagração do filme Sargento Getúlio, do cearense Hermano Penna. O filme recebeu o  Troféu Cidade de Gramado porque, há 3 décadas, foram cinco KIKITOS: melhor filme, ator (Lima Duarte), ator coadjuvante (Orlando Vieira), técnico de som e Prêmio da Crítica e Imprensa. Internacionalmente, o filme de Hermano Penna também alcançou visibilidade, tendo conquistado até mesmo o prêmio de Melhor Ator para Lima Duarte no Festival de Havana.

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Hermano Penna e Lima Duarte: felizes e aplaudidos em Gramado 

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Coletiva de Imprensa com a Associação dos Familiares das Vítmas e Sobreviventes da Tragédia em Santa Maria – Cineasta e cineclubista Luiz Alberto Cassol, natural da cidade e criador do Festival de Cinema e Vídeo de Santa Maria, ao microfone…

Solidariedade à  SANTA MARIA

O presidente da Associação de Vítimas de Santa Maria, Aderbal Alves Ferreira, participando do Festival de Cinema de Gramado a convite da organização para receber solidariedade. Ralfe Cardoso, diretor da Um Cultural e produtor do Festival, prestou apoio aos familiares das vítimas: “É uma agenda positiva, fraterna e solidária. O Festival e a cidade de Gramado abraçam Santa Maria com a cultura, promovendo uma exibição de um ou mais filmes desta edição na cidade”.

A Oeste do Fim do Mundo terá exibição com audiodescrição no 41º Festival de Cinema de Gramado

Pela segunda vez consecutiva no Festival, a exibição oficial de um filme em competição estará acessível a pessoas cegas ou com baixa visão. O longa A Oeste do Fim do Mundo será exibido com audiodescrição ao vivo amanhã, dia 15, às 19h. Pelo menos 50 pessoas com deficiência visual já estão garantidas na sessão. Os interessados no recurso de acessibilidade retiram os fones de ouvido na entrada do Palácio dos Festivais, mediante apresentação de documento de identidade. A audiodescrição, roteirizada por Marilaine Costa, também produtora de A Oeste do Fim do Mundo, será narrada ao vivo por Marcia Caspary, da Tagarellas, com leitura de legendas feita pelo ator e locutor Fernando Waschburger. Serão descritos detalhes de cenários, imagens, figurinos e ações que não possam ser percebidas somente pelo som original do filme. Depois de Colegas, grande vencedor em Gramado na edição 2012, esta será a segunda exibição oficial com audiodescrição de um filme da mostra competitiva.

* Flashes AURORA DE CINEMA

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Germano Pereira, Aurora Miranda Leão e Rubens Ewald Filho…

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Manhã de frio da janela do SKY Hotel…

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Rubens Ewald Filho concede entrevista a Roger Lerina…IMG_9030

Reencontro feliz: Jean-Claude Bernardet e Aurora Miranda Leão

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A movimentação no Palácio dos Festivais…

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Amizade: atores Aurora Miranda Leão, Clemente Viscaino e Deborah Finocchiaro esbanjam alegria ao reencontrar-se…

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A tarde caindo em Gramado…

* O blog Aurora de Cinema é hóspede, em Gramado, do SKY Hotel, um lugar apaixonante, com uma acolhida de primeira qualidade !

Hotel Sky - Gramado - RS

Começou em clima de euforia o I Araxá Cine Festival

Com muita música, gente para ver e ouvir, jornalistas, convidados, estudantes inscritos nas oficinas e workshops, artistas, cineastas e até turistas hospedados no Tauá Grande Hotel, foi dada a largada para a intensa programação do I Araxá Cine Festival.

Dada a grande largada para o I Araxá Cine Festival !

Até domingo, dia 16, o Cinema Brasileiro terá sua Capital em Araxá. E a acolhida calorosa do público na noite de abertura, as palavras de satisfação de Débora Arantes (diretora da Associação Musical, parceira do festival), responsável por todas as apresentações musicais que acontecerão antes das exibições noturnas no Teatro do Grande Hotel; a fala entusiástica da Secretária de Turismo, Alda Sandra; e a saudação emocionada da idealizadora e Diretora Geral do Festival, cineasta Débora Torres, não deixam dúvida: Araxá vai entrar para o calendário dos grandes festivais de Cinema do país.

O Tauá Grande Hotel, em cujas dependências acontece o grande festival mineiro…

Simples, como é do seu feitio espontâneo, amigo, sempre receptiva a qualquer demanda, e calorosa quando se trata de falar de suas atividades e sonhos (como é o caso deste Araxá Cine Festival), Débora Tôrres contou do palco como foi a emoção de adentrar aquele teatro – um aconchegante espaço para 500 pessoas -, quando ali chegou acompanhada do cineasta Alberto Araújo para dar os primeiros passos visando à realização do longa Vazio Coração.

Como toda pessoa de especial vocação para o Teatro e/ou Cinema, ver um palco ou conhecer um espaço que pode funcionar como cine-teatro, promove subitamente a vontade de ‘tomar de conta’ dali e transpor pro ambiente o que tanto nos atrai: a força da Arte, a Alegria do encontro com o outro, a emoção de ouvir boas histórias, o impulso mágico de promover, fomentar e destacar a Sétima Arte. Foi isso que aconteceu com Débora Torres e que ela tão bem descreveu no palco, conseguindo transpor a plateia praquele momento inaugural onde ela se deparou com o cenário onde concretizaria um novo e auspicioso sonho de Cinema. Bem vinda Débora Torres e suas ideias iluminadas e iluminadoras !

Mas esta noite festiva em Araxá teve o comando do ator e escritor Germano Pereira na apresentação, e depois de Débora, subiram ao palco um descontraído David Cardoso (de quem foi exibido o curta Maria Fumaça, Chuva e Cinema); o cineasta mineiro Helvécio Ratton (ao lado de sua produtora Simone), que apresentou o documentário O Mineiro e o Queijo; e depois Alberto Araújo, para falar da exibição de um pré-trailler do filme Vazio Coração, sua estreia como diretor e roteirista de longa-metragem.

Patrícia Naves, que está em Vazio Coração, foi a mais elegante da noite…

Deste filme, tivemos a presença na solendiade da atriz Patrícia Naves – que primou em elegância, beleza e simpatia, mas parecendo uma diva daqueles tempos áureos de Hollywood), enquanto o protagonista Murilo Rosa só conseguiu chegar pro coquetel pós-exibições.

Também nesta noite de abertura do Araxá Cine Festival, anotamos a presença do querido diretor Aluizio Abranches – autor de filmes emblemáticos como Um Copo de Cólera e As Três Marias) -, que vai ministrar workshop sobre Direção esta tarde; da sempre bela e simpática Ingra Liberato; do adorável produtor Walter Webb; da atriz e produtora Mallu Moraes; do cineasta Ricardo Pinto e Silva, e mais uma série de pessoas da música, da poesia, do cinema, e da arte, cujos nomes a essa hora da manhã me escapam.

Mas não vai faltar oportunidade para discorrer muito mais sobre este Araxá Cine Festival, que começou com gosto de fina iguaria e já com passaporte para tornar-se um evento permanente no calendário turístico de Araxá e, portanto, do país.

Viva o Araxá Cine Festival !

E APLAUSOS a todos os que estão tornando possível este grandioso evento em plena mesorregião do Triângulo Mineiro e do Alto Paranaíba.

Confira as palavras de saudação da idealizadora, Débora Torres:

http://youtu.be/yeonmNm4a40

Araxá Cine: Débora Torres cria mais um Festival de Cinema

Débora Torres vai fazer de Araxá território do Cinema Brasileiro

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Em formato de Castelo, o Tauá Grande Hotel e Termas de Araxá chama a atenção pela sua intensa beleza…

Eu a conheci numa das edições do Festival de Cinema de Gramado. O primeiro contato foi ainda de dia em meio ao alvoroço que toma conta dos  stands do Festival de Gramado. De cara, achei-a uma pessoa muito simpática, espontânea, acessível, alto astral, como deve ser alguém que pretende atuar junto ao público. À noite, na sessão do Palácio dos Festivais, frio danado em Gramado, nos reencontramos. Lá estava ela, mais uma vez com um sorrisão festeiro estampado no rosto. Conhecia várias pessoas ali mas a conversa fluiu mais bacana foi com ela. Papo vai ideia vem, contou-me estar ali para entender melhor como se faz um festival de cinema, pois estava à frente de um que aconteceria em Goiânia, quando novembro chegasse. Eu então falei que queria muito ir, pois não conhecia a capital goiana e aquela seria uma ótima oportunidade. Ao que ela de pronto respondeu, ‘você já é minha convidada’. Semanas depois, recebia um telefonema dela confirmando o convite. E em novembro de 2005, lá estava eu embarcando a Goiás para conferir o I Festival de Goiânia do Cinema Brasileiro.

Esta mulher, de quem falo com o maior respeito e a mais profunda admiração chama-se Débora Torres. Desde essa época, do tempo de nosso providencial encontro em Gramado, ficamos amigas. Já ao tempo daquela primeira edição do Festival de Goiânia percebi nela a enorme vocação para o trabalho, a dedicação incansável por fazer sempre melhor as coisas nas quais acredita, a determinação em alcançar os objetivos aos quais se propõe, a invejável disposição para fazer acontecer o que delimitou como meta, e a disponibilidade em atender sempre bem a quem quer que lhe procure. Assim é Débora Torres. Um vulcão em constante ebulição, espraiando sua energia com uma força delicada e rebeldes cachos louros, os quais,  por semelharem aos meus,  fazem com que muitos perguntem se somos irmãs. “Sim”, tantas vezes respondo, “de alma, intenção e objetivos”.

Assim como idealizou, criou e fez nascer o Festival de Goiânia do Cinema Brasileiro (apoiada  pelo escritor Miguel Jorge e contando com o peso do nome e da trajetória de Rubens Ewald Filho), Débora o fez também em Anápolis, e tanto lá como cá, criou dois importantes e respeitados festivais de Cinema Brasileiro. Agora parte pra criar mais um, desta vez na mineira Araxá. E capricha na construção de uma infra-estrutura super qualificada, junto a uma equipe de grande disposição. É assim que Débora vem conquistando a adesão de grandes produtores, realizadores, artistas e técnicos, capazes de contribuir para o melhor desenvolvimento de seu ideal de fazer e produzir cinema neste cenário tão pródigo em histórias, tão rico em cultura, e ainda tão deficitário em investimentos.

Débora Torres e Aurora Miranda Leão na segunda edição do Festival de Anápolis

E para quem pensa que entre um festival e outro, Débora estava só recarregando as baterias, aí vai uma ressalva: depois da primeira edição em Anápolis, Débora conseguiu arranjar fibra e assumiu a produção-executiva do filme Vazio Coração, primeiro longa do cineasta goiano Alberto Araújo, que terá pré-estreia dia 16 de setembro, na noite de encerramento do I Araxá Cine Festival.

Além de reunir grandes profissionais na equipe técnica, Débora conseguiu juntar, no elenco de Vazio Coração, nomes de peso como Lima Duarte, Othon Bastos, Murilo Rosa, Beth Mendes, Oscar Magrini, o embaixador Lauro Moreira e Larissa Maciel, entre outros. Ao lado desta profissional competente e sempre disposta a fazer mais e melhor, Débora Torres é uma pessoa que cultivou minha admiração e cativou minha estima também pelo seu perfil humanitário. É amiga para todas as horas, mãe dedicada, irmã solidária, e filha exemplar. Ao mesmo tempo em que muitas vezes está ‘aperriada’ com tantas solicitações, sempre desatando os nós naturais numa produção com a intensidade e extensão de um festival de cinema – podemos vê-la reiteradas vezes ao telefone se virando em mil (ela cuida pessoalmente de tudo porque sabe que o olho do dono é que engorda o boi) -, ela também é capaz dos mais ternos gestos de delicadeza, afeto, simpatia e compreensão, bem como adora promover encontros, reverenciar os que simbolizam relíquias e trazem lições, e não se nega a uma boa dose de festa e comemoração.

Alberto Araújo e Débora Torres planejando Vazio Coração

Foi Débora quem me trouxe a amizade de Rubens Ewald Filho; o encontro com os queridos Walter Webb, Guido Campos e Ângelo Lima; a oportunidade de desfrutar da companhia de Gustavo Falcão e Beto Brant; de conhecer Zezita Mattos e Lola Laborda; e até o inesquecível encontro com a doce Isabella – a atriz que fez a inspirada ‘Capitu” de Paulo César Sarraceni. Sem falar em tantos tantos outros afetos e encontros marcantes.

Débora Torres e Alice Gonzaga: amizade promovida por esta Aurora de Cinema

Por outro lado, eu tive a honra de apresentar Débora a Alice Gonzaga, esta figura que tanto admiramos, grande e querida amiga, herdeira do pioneiro Adhemar Gonzaga (baluarte da crítica de Cinema, criador da histórica revista Cinearte, e fundador da primeira produtora de cinema do país, a Cinédia). À Débora também apresentei outra amiga querida, a atriz Rosamaria Murtinho, e ela me reaproximou de Ingra Liberato, que eu não via pessoalmente há tanto tempo.

Débora Torres e Aurora Miranda Leão ‘tietam’ Rafaela Torres, uma querida…

Eu poderia ficar muitas horas e páginas comentando sobre Débora Torres e dizendo de sua importância no meu caminho. Tenho somente coisas boas a contar e muitas risadas para rememorar. Mas sobre Débora terei muitas e muitas outras ocasiões para  agradecer pela convivência e as oportunidades, e parabenizar pela disposição e maneira de estar na vida como quem sabe que o  relevante é construir pontes, ignorando as farpas da estrada, e buscando sempre alcançar as dimensões do Bem, do Bom e do Belo, para que a vida seja uma construção de somas favoráveis e não um rosário de lamentações tediosas  e infrutíferas.

Um beijo muito carinhoso a você, Débora, desta admiradora que tem a grata satisfação de inscrever-se entre suas amigas.

Doc sobre cancioneiro brega ganha Festival In-Edit Brasil

Vou Rifar Meu Coração, filme de Ana Rieper, é o grande vencedor da Competição Brasileira do festival IN-EDIT BRASIL 20124o Festival Internacional de Documentário Musical.

 O filme, que entrará no circuito In-Edit de festivais, conta a história da vida de quem faz e quem ouve Música Romântica no Brasil. Odair José, Amado Baptista, Lindomar Castilho, Nelson Ned, Wando, e muitos outros, são ídolos dentro deste universo e fazem música para os personagens reais deste documentário. Para esses músicos, o amor não vê cor, classe, opção sexual nem diploma universitário. Milhares de brasileiros amam e choram desamores ouvindo suas canções em botecos, inferninhos e quartos escuros de todo o país.

O filme capta histórias de amor reais na intimidade de seus protagonistas, derruba estereótipos sobre traição, homossexualismo, prostituição e trata o Brega como expressão do imaginário popular brasileiro. 

George Harrison: um beatle em Living in the Material World, de Martin Scorsese, um dos grandes trunfos do Festival In-Edit…

Com patrocínio da Petrobras, co-patrocínio da Prefeitura de São Paulo /Secretaria Municipal de Cultural, apoio do Governo do Estado de São Paulo – Programa de Ação Cultural da Secretaria da Cultura, o encerramento do festival In-Edit aconteceu ontem, domingo 10 de junho, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo.

  

Serviço

IN-EDIT Brasil – 4º Festival Internacional do Documentário Musical

1 a 10 de junho em São Paulo

14 a 21 de junho em Salvador

www.in-edit-brasil.com.br

Festivais em ritmo Inffinito

O Circuito Inffinito de Festivais está recebendo inscrições de curtas e longas www.inffinito.com

Os filmes devem possuir cópia final em 35mm ou HD, finalizados e/ou lançados para o grande público em 2011 e 2012 e serem produzidos por realizadores/produtores brasileiros ou radicados no país há mais de 3 anos.

A seleção dos filmes será feita pela curadoria do evento, formada pelas produtoras Paula Barreto e Ruth Albuquerque, pela diretora de Cultura do Oi Futuro, Maria Arlete Gonçalves, e pelo dramaturgo e cineasta Domingos de Oliveira. A escolha é feita a partir de critérios específicos de cada festival.

Em 2012, o Circuito Inffinito de Festivais será realizado nas cidades de Nova York, Vancouver, Miami, Londres, Buenos Aires, Montevidéu, Roma e Barcelona. No Brasil, a edição acontecerá no município de Canudos, na Bahia.

Confira as datas de cada festival:

5º Cine Fest Brasil – Canudos – 9 a 29 de abril
10º Cine Fest Petrobras Brasil NY – 9 e 16 de junho
4º Brazilian Film Festival of Vancouver – 18 a 22 julho
16º Brazilian Film Festival of Miami – 17 a 25 de agosto
4º Brazilian Film Festival of London – setembro
5º Cine Fest Brasil – Buenos Aires – 25 a 31 de outubro
3º Cine Fest Brasil – Montevideo – novembro
4º Cine Fest Brasil – Roma – novembro
5º Cine Fest Brasil – Barcelona – dezembro

Reta Final para o Curta Santos

Prorrogadas as inscrições para o maior festival de curtas-metragens do litoral paulista, a ser realizado de 14 a 18 de setembro.  

As Mostras Competitivas são divididas em quatro categorias: 

MOSTRA OLHAR CAIÇARA UNIVERSITÁRIA:

podem se inscrever trabalhos acadêmicos e de conclusão de curso produzidos pelos alunos de faculdades da região. Serão selecionados 10 filmes que concorrerão nas categorias melhor curta, melhor direção e melhor montagem.

MOSTRA OLHAR CAIÇARA INDEPENDENTE: podem se inscrever trabalhos produzidos no litoral paulista, sem apoio de grandes produtoras. Serão selecionados 10 filmes que concorrerão aos prêmios de melhor documentário, melhor ficção, ator, atriz, direção, roteiro, montagem, som e fotografia. do país.

MOSTRA DE VIDEOCLIPE CAIÇARA: serão selecionados 10 videoclipes produzidos na região que concorrerão nas categorias melhor videoclipe, melhor direção e melhor performance.

MOSTRA DE VIDEOCLIPE BRASILIS: serão selecionados 10 videoclipes produzidos em todo o país que concorrerão nas categorias melhor videoclipe, melhor direção e melhor performance.

Ney Latorraca e Toninho Dantas na edição 2009 do CURTA SANTOS… Saudade de tanta coisa boa… 

Idealizado pelo querido TONINHO DANTAS – ator, escritor, poeta, produtor e agitador cultural santista -, cuja partida para o andar de cima aconteceu este ano, o CURTA SANTOS está sendo levado adiante pelo também produtor e ator JUNINHO BRASSALOTTI e faz bela e merecida HOMENAGEM a seu fundador ao colocar o rosto de Toninho no material de divulgação do festival, um dos mais organizados, concorridos e bem realizados do país. 

VIDA LONGA PARA O CURTA SANTOS !

Cinema com Farinha na Reta Final

Termina dia 20 o prazo das inscrições ao 4º Festival Cinema com Farinha – Festival Audiovisual do Sertão Paraibano. Não haverá prorrogação do prazo de inscrições.

Podem participar da seleção curtas-metragens de até 20 vinte minutos feitos por realizadores brasileiros, não havendo limite de inscrição por participante. As produções concorrerem nas categorias de animação, documentário, ficção e sertão. O regulamento e a ficha de inscrição se encontram no site do festival (www.cinemacomfarinha.com).
O Cinema com Farinha, a ser realizado de 19 a 22 de agosto, em Patos, na Paraíba, é uma realização da DS Produções. Além das Mostras Competitivas, haverá espaço para a exibição de vídeos de média e longa duração, debates e oficinas com profissionais da área de cinema.

DOCs de ESTUDANTES

 

A associação Les Impatientes organiza para novembro a 3ª edição do Festival Internacional do Documentário de Estudante.

Tendo confirmado sua vocação internacional em 2009 com uma seleção de 30 filmes e dois documentários sonoros selecionados entre os 130 recebidos de (quase) todos os cantos do planeta, o Fidé aposta de novo em ser o reflexo da renovação na área do documentário de criação.

Este ano, novamente o Festival acontecerá no espaço Commune Image com sala de projeção para 250 pessoas e uma segunda sala onde animações musicais e especialidades culinárias contribuirão ao ambiente convivial e quase familiar que caracteriza o Festival.

Data limite de inscrição e envio de mídias: 31 de maio de 2010.Im

Para participar, realizadores:

TÊM QUE:

  • enviar obras de criação cinematográfica, audiovisual ou sonora de conteúdo documentário, realizadas durante o período de formação do realizador (escola, universidade, oficina de realização etc)
  • fazer legendas em francês e/ou em inglês
  • voltar às raízes: se hoje você é um realizador profissional, basta achar naquela gaveta um dos seus primeiros documentários da época de escola e mandá-lo pra nós.

NÃO DEVEM:

* mandar filmes de ficção, institucionais, reportagens ou filmes publicitários

  • se preocupar com a data de produção ou de realização, do suporte de filmagem, do assunto, da duração ou da nacionalidade do realizador: não há nenhuma restrição quanto a isso!

Editais Funarte

A Funarte está lançando 34 editais de fomento às áreas de teatro, dança, circo, artes visuais, fotografia, música, literatura, cultura popular e arte digital. Serão concedidos mil prêmios e bolsas de até R$ 260 mil, para projetos de produção, formação de público, pesquisa, residências artísticas, apoio a festivais e produção crítica sobre arte. 

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Com investimento total de R$ 56,8 milhões, a Funarte e o Ministério da Cultura acabam de lançar 34 editais de fomento às áreas de teatro, dança, circo, artes visuais, fotografia, música, literatura, cultura popular e arte digital. Serão concedidos mil prêmios e bolsas de até R$ 260 mil, para projetos de produção, formação de público, pesquisa, residências artísticas, apoio a festivais e produção crítica sobre arte. 

Foram lançadas as novas edições dos prêmios Myriam Muniz (teatro), Klauss Vianna (dança) e Carequinha (circo) e da Rede Nacional Artes Visuais – que estão entre as principais políticas públicas para as artes no Brasil. O apoio à literatura, à criação em música erudita e à circulação de música popular também está mantido. Além disso, muitas inovações garantem espaço para novos formatos e novas interações estéticas no país.

Pela primeira vez, a Funarte lança editais para seleção de festivais. Há também prêmios para artes cênicas na rua e o apoio a residências artísticas no Brasil e no exterior. A instituição investe na composição de música erudita, em concertos didáticos na rede pública de ensino e na gravação de CDs de música popular. Nas artes visuais, a Funarte volta a apoiar festivais e salões regionais, além de viabilizar projetos de pesquisa e reflexão crítica sobre artes contemporânea. A fotografia será tratada como categoria à parte, com o Prêmio Marc Ferrez.  

O orçamento da Funarte para 2010 é de R$ 101,6 milhões – sete vezes maior que o de 2003, e o maior em vinte anos de história da Fundação. Os programas foram elaborados a partir das diretrizes do Plano Nacional de Cultura, do Ministério da Cultura, com ampla participação da sociedade, por meio de diversos encontros com a diretoria colegiada da instituição e com os Colegiados Setoriais. Os projetos inscritos são analisados por comissões externas, contando sempre com representantes de todas as regiões brasileiras.

Inscrições abertas em todo o país. Editais, fichas  de inscrição e mais informações: www.funarte.gov.br.

CinePE Terá O Bem Amado e Quincas Berro…

A 14ª edição do Cine PE – Festival do Audiovisual, será aberta dia 26 com a exibição do aguardado  O BEM AMADO, filme de Guel Arraes, baseado na obra homônima do dramaturgo baiano DIAS GOMES.

Outra exibição ainda inédita no circuito e com estréia marcada para o festival pernambucano é a de Quincas Berro D’Água, novo longa de Sérgio Machado com Paulo José e Flávio Bauraqui,  produzido pela VideoFilmes, de Walter e João Moreira Salles. 

Nascido em Pernambuco, Guel Arraes é um dos homenageados do Cine PE , que pagará tributo também ao ator Tony Ramos, à atriz Julia Lemmertz e à Globo Filmes.

Já o documentário Continuação (RJ), de Rodrigo Pinto sobre o músico pernambucano Lenine, encerra o festivalto na noite do dia 2 de maio, no Cine São Luiz recém-restaurado, antes da cerimônia de premiação.

A seleção de filmes foi baseada em critérios bastante ponderados, que levaram em consideração a qualidade cinematográfica, o ineditismo do filme, sua representatividade regional e o currículo do diretor – explicou Alfredo Bertini, codiretor, com sua mulher, Sandra, do Cine PE.

 A mostra competitiva de longas-metragens é composta por seis títulos, nem todos inéditos no circuito comercial ou de festivais nacionais. O Homem Mau Dorme Bem (DF), de Geraldo Moraes, por exemplo, ganhou um troféu Candango de ator coadjuvante (Bruno Torres) do Festival de Brasília ano passado.

As melhores coisas do mundo (SP), de Laís Bodanzky, chega aos cinemas cariocas e paulistas no dia 16 – o Cine PE servirá de plataforma de lançamento do longa-metragem naquele estado, marcado para o dia 30.

Há dois documentários na peleja: Cinema de guerrilha (SP, de Evaldo Mocarzel, e Seqüestro, de Wolney Atalla, sobre as investigações da Divisão Antissequestro de São Paulo, já exibido na Mostra de São Paulo. Léo e Bia (RJ), que marca a debute do músico Oswaldo Montenegro como diretor de uma peça inspirada em uma de suas mais famosas canções, e Não se pode viver de amaor (RJ), de Jorge Durán (É proibido proibir, completam a lista de candidatos aos troféus Calunga. O filme de Durán, com Cauã Reymond, Ângelo Antônio e Simone Spoladore no elenco, chega fresquinho da competição do Festival de Guadalajara (México), realizado em março.

 – Concluímos o filme dias antes do início do festival mexicano. Já temos um convite para participar do Festival de Montreal (Canadá). Depois, vamos tentar um festival na Europa e lançamos aqui no Brasil – planeja Durán.

A produção do CinePE recebeu um total de 426 filmes inscritos – 70 longas (seis a mais que na edição de 2009) e 356 curtas. Durante os seis de de competição, serão exibidos 63 filmes (47 curtas e 16 longas) no Teatro Guararapes, em Olinda, a cidade vizinha, e no Cinema São Luiz, no centro do Recife antigo. 21:18