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Carta da AbraCCine sobre o Festival de Paulínia

Carta aberta da Abraccine ao Sr. Prefeito de Paulínia,

José Pavan Jr.

A Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) recebe com muito pesar o comunicado de que o Festival de Cinema de Paulínia não será realizado este ano.

A nota do prefeito José Pavan Jr. afirma que a alocação de recursos destinados ao festival em outras prioridades (saúde, educação, moradias populares) tornou a decisão inevitável.

Como cidadãos, entendemos a construção de moradias populares, e o investimento em educação, saúde e meio ambiente deveriam mesmo ser prioridades constantes de qualquer municipalidade, e não apenas em anos eleitorais. Já como profissionais de cinema, lamentamos a descontinuidade de um projeto muito bem formatado e de grande repercussão nacional.

Em poucos anos, Paulínia criou um Pólo Cinematográfico, uma Escola de Cinema e um festival que se tornaram exemplares. O festival, ora em compasso de espera, era justamente a vitrine de toda essa atividade. Reunia em Paulínia produtores, cineastas, atores e atrizes, jornalistas e críticos de todo o País. Formava público para os filmes brasileiros. Criava empregos na cidade e beneficiava a autoestima dos seus habitantes.

Muitos novos projetos surgiram desses encontros anuais entre profissionais de diversos estados da federação. Foi dessas reuniões, por exemplo, que nasceu a nossa própria instituição, a primeira associação nacional de críticos de cinema, o que faz com que tenhamos carinho especial com Paulínia.

Todo esse patrimônio simbólico corre o risco de se perder, ao sabor de conveniências políticas de momento. Esperemos que a fresta de esperança aberta no comunicado do prefeito resulte na realização do festival em 2013. Mas ressaltamos, desde já, que é perda irreparável o cancelamento da edição de 2012. Eventos importantes firmam sua tradição pela continuidade.

Assinado: Luiz Zanin Oricchio (presidente da Abraccine)

Selton Mello: calorosa acolhida na estreia d’O PALHAÇO

Selton Mello acerta em “O Palhaço”

Em seu segundo filme como cineasta, ator diverte e emociona; grande público quase provocou tumulto em Paulínia

“Sabia que o Selton era popular, mas nem tanto.” Essa foi a frase da apresentadora Marina Person ao subir ao palco do Paulínia Festival de Cinema, depois de uma hora e meia de atraso do início da projeção de “O Palhaço”, segundo filme dirigido por Selton Mello, na noite de sexta. A enorme fila em frente ao Theatro Municipal, depois da exibição do documentário “Uma Longa Viagem”, atravessava todo o tapete vermelho, dobrava pela calçada e seguia adiante. Dentro do teatro, pessoas paradas em linhas que davam voltas e voltas esperavam sua vez de entrar. 

 

Houve princípio de tumulto, contornado com a promessa de que se fariam quantas sessões fossem necessárias. Funcionou: na madrugada de sábado, depois das celebridades esvaziarem a sala, 500 espectadores assistiam ao filme. É verdade que “O Palhaço” foi quase todo rodado em Paulínia, mas não deixa de ser uma prova da popularidade do ator que se tornou diretor. Um filme, então, que se propõe a investigar a magia circense, uma comédia com um tipo de humor que não se faz mais, tem apelo quase que imediato ao público. 

Público que vai ao cinema ver Selton Mello e, de fato, só dá ele em cena. Benjamim é o palhaço Pangaré, que coordena com o pai, o também palhaço Puro Sangue (Paulo José, soberbo), o Circo Esperança, uma trupe itinerante no interior do país, talvez na década de 1980. Ele faz as rotinas típicas do personagem, diverte a plateia no picadeiro, só não é feliz. Benjamim tem a fala baixa, sobrancelhas caídas e ar melancólico – melancolia, aliás, que dá o tom nos bastidores (curioso como um nariz de palhaço na testa pode traduzir tristeza). Um depressivo em potencial, vivendo em conflito. “Eu faço o povo rir, mas quem vai me fazer rir?”, pergunta em determinado momento.

É uma história de autodescobrimento clara e direta, sem firulas. Essas sobram para adornar o filme, um primor visual. O figurino, direção de arte e fotografia fazem não só o circo explodir em cores, mas até mesmo a terra vermelha, os canaviais e as casas judiadas do interior brasileiro. “O Palhaço” naturalmente enche os olhos. E os ouvidos, graças ao belo desenho de som e à trilha sonora inspirada de Plínio Profeta.

 Selton Mello em “O Palhaço”: jornada de autodescobrimento com doçura e genuinidade 

Preenchendo a jornada de Benjamim estão esquetes de humor ingênuo, porém muito eficazes. A turma do circo se encarrega disso, das figuras esdrúxulas (o anão, a mulher peituda, o magrelo estranho) às tradicionais (o mágico, os músicos, a dançarina exótica). Há, também, as participações célebres – são muitas, mas o destaque fica por conta de Tonico Pereira, Jorge Loredo e Moacyr Franco, numa sequência hilariante.

O acerto é que as piadas não apenas divertem, mas ajudam a estabelecer a ideia de família naquele grupo. A identificação com o espectador acontece e, por isso, “O Palhaço” emociona. Emociona também pelo anacronismo, um espírito inocente personificado pela menina que acompanha a trupe e que se espalha por toda a trama. Filmes com essa doçura e genuinidade, comuns ao universo circense, ficaram perdidos no tempo

Selton Mello resgata essa energia e apresenta uma atuação contida, menos histriônica, embora ao mesmo tempo particular – difícil imaginar outra pessoa em seu lugar. Como cineasta, conseguiu domar as afetações que atrapalhavam o drama de “Feliz Natal” (2008), sua estreia em longa-metragem, e transformou isso em estilo. Opta por enquadramentos estudados, planos silenciosos e um humor peculiar, que remete a “O Cheiro do Ralo” – caso, por exemplo, da obsessão de Benjamim por ventiladores.

 

Dependendo do lançamento que tiver nos cinemas, “O Palhaço” possui potencial para gerar certo boca a boca e acontecer nas bilheterias. Carisma, simpatia e um astro popular, isso ele já tem.

* Marco Tomazzoni, enviado a Paulínia

Festival de Paulínia começa na Quinta

Evento que mobiliza todas as atenções do Cinema Nacional em Julho será aberto com  filme Corações Sujos, de Vicente Amorim, seguido de show da cantora Rita Lee

Na próxima quinta, 7 de julho, começa o Paulínia Festival de Cinema, com exibição de filmes, debates e shows de grandes nomes da MPB, levando cerca de 700 convidados ao município paulista entre atores, diretores, produtores e distribuidores de filmes.

Rodrigo Santoro, Cauã Reymond, Bruno Garcia, Maria Paula, Thiago Lacerda, Isis Valverde, Bruna Lombardi, Carlos Alberto Ricelli, Debora Duboc e Eduardo Moscovis são alguns dos atores que já confirmaram presença. 

Caetano Veloso e Seu Jorge, Gilberto Gil e Vanessa da Matta também se apresentam em Paulínia, respectivamente dias 8 e 9. Philippe Seabra e André Muller, do Plebe Rude, que estão no documentário Rock Brasília – Era de Ouro, vão prestigiar a sessão do filme, no sábado, dia 8.

A premiação do Paulínia Festival de Cinema vai acontecer após a exibição de Assalto ao Banco Central, do ator e diretor Marcos Paulo, no encerramento do evento, dia 14, quinta-feira.

Festival de PAULÍNIA: Júri e Programação

 
O IV Paulínia Festival de Cinema divulga a programação, bem como o júri de longas e curtas.  

JÚRI 

Longas (Documentário e Ficção):

Denise Weinberg (atriz), Heloisa Passos (diretora de fotografia), Isabela Boscov (crítica de cinema), Gustavo Moura (documentarista) e Sérgio Rezende (diretor). 

Curtas (Regional e Nacional):

Bruno Torres Moraes (ator), Daniel Ribeiro (diretor), Leila Bourdoukan (produtora e jornalista), Pedro Butcher (jornalista) e Sérgio Borges (diretor). 

PROGRAMAÇÃO 

Quinta-feira, 7 de julho

20h: Cerimônia de Abertura; exibição do longa-metragem Corações Sujos, de Vicente Amorim; (sessão fechada para convidados)

23h: Paulínia Fest: Rita Lee e DJs Addictive TV 

Sexta-feira, 8 de julho

Selton Mello e Paulo José, protagonistas de O Palhaço, que estará em competição

18h: Curta Nacional: O Cão, de Emiliano Cunha e Abel Roland

18h30: Documentário: Uma Longa Viagem, de Lúcia Murat

20h30: Curta Nacional: Polaroid Circus, de Marcos Mello e Jacques Dequeker

21h: Ficção: O Palhaço, de Selton Mello

23h: Paulínia Fest: Caetano Veloso e Seu Jorge 

Sábado, 9 de julho

18h: Curta Nacional: A Grande Viagem, de Caroline Fioratti

18h30: Documentário: Rock Brasília – era de ouro, de Vladimir Carvalho

20h30: Curta Nacional: Tela, de Carlos Nader

21h: Ficção: Meu País, de André Ristum

23h: Paulínia Fest: Gilberto Gil e Vanessa da Mata 

Domingo, 10 de julho

18h: Curta Nacional: Café Turco, de Thiago Luciano

18h30: Documentário: A Cidade Imã, de Ronaldo German

20h30: Curta Nacional: Trocam-se Bolinhos por Histórias de Vida, de Denise Marchi

21h: Ficção: Onde Está a Felicidade?, de Carlos Alberto Riccelli 

Segunda-feira, 11 de julho

18h: Curta Regional: Argentino, de Diego da Costa

18h15: Curta Nacional: Off Making, de Beto Schultz

18h30: Documentário: Ibitipoca, Droba pra Lá, de Felipe Scaldini

20h30: Curta Nacional: Qual Queijo você quer?, de Cíntia Domit Bittar

21h: Ficção: Os 3, de Nando Olival 

Terça-feira, 12 de julho

18h: Curta Regional: Adeus, de Alessandro Barros

18h15: Curta Nacional: Uma Primavera, de Gabriela Amaral Almeida

18h30: Documentário: Ela Sonhou que eu Morri, de Maíra Bühler e Matias Mariani

20h30: Curta Nacional: O Pai Daquele Menino, de Raul Arthuso

21h: Ficção: Trabalhar Cansa, de Juliana Rojas e Marco Dutra 

Quarta-feira, 13 de julho

18h: Curta Regional: 3×4, de Caue Nunes

18h15: Curta Nacional: Acabou-se , de Patrícia Baía

18h30: Documentário: As Margens do Xingu – vozes não consideradas, de Damià Puig

20h30: Curta Nacional: O Cavalo, de Joana Mariani

21h: Ficção: Febre do Rato, de Cláudio Assis 

Marcos Paulo é o diretor do filme que encerra o festival de Paulínia

Quinta-feira, 14 de julho (sessão fechada para convidados)

19h: Cerimônia de Encerramento; exibição do longa Assalto ao Banco Central, do ator e diretor de cinema e TV, Marcos Paulo.

Paulínia Aplaude BABENCO

Aplaudido de pé por mais de 1,3 mil pessoas que lotaram o Theatro Municipal de Paulínia, Hector Babenco recebeu emocionado o troféu Menina de Ouro das mãos do prefeito José Pavan Junior. Logo após a exibição de um clipe com cenas de seus principais filmes e depoimentos de importantes nomes da cinematografia nacional sobre os métodos do cineasta, como os atores Paulo José e Maria Luísa Mendonça e os diretores Arnaldo Jabor e Sérgio Machado, Babenco subiu ao palco e agradeceu: “Quando me convidaram para receber esse prêmio do festival, me perguntei o que tinha feito de errado para merecer isso”, brincou.

Babenco e a atual mulher, a atriz Bárbara Paz: aplausos na noite Paulínia 

Durante o agradecimento, Babenco relembrou os tempos de quando começou a fazer cinema e falou com saudosismo dessa época. “Nunca estudei cinema, nunca me rendi a nenhuma norma ou nenhuma escola. Eu só queria fazer cinema, briguei e acabei fazendo”, afirmou. “Sou de uma era quase paleolítica de se fazer cinema. Hoje é tudo feito com mais facilidade e rapidez. É impressionante como uma ideia logo se transforma em algo projetável”, completou. 

O cineasta declarou que pretende continuar trabalhando e elogiou a iniciativa do Pólo Cinematográfico de Paulínia, segundo ele, um modelo de produção a ser seguido, já que incentiva e abre espaço para o cinema nacional.

 

 

Sônia Braga e Raul Julia em cena do clássico de Hector Babenco, baseado na obra do argentino Manuel Puig

Exibição de O Beijo da Mulher Aranha 

A primeira noite do Paulínia Festival de Cinema também teve como destaque a irreverente apresentação dos mestres de cerimônia, Fernanda Torres e Lázaro Ramos. Segundo o secretário de Cultura, Emerson Pereira Alves, Paulínia vem cumprindo uma etapa importante da trajetória do Pólo Cinematográfico ao mostrar que está contribuindo para a consolidação de um cinema que cresce cada vez mais. “Em Paulínia, a Cultura venceu a Política e estamos traçando um caminho na história do cinema”. 

A noite de abertura foi encerrada com a exibição da cópia restaurada, inédita no Brasil, do mais premiado filme de Hector Babenco, O Beijo da Mulher Aranha, marcando 25 anos do longa. A cópia restaurada foi exibida pela primeira vez na última edição do Festival de Cannes e, em Paulínia, foi recebida com aplausos pelo público da sessão. 

A 3a. edição do Paulínia Festival de Cinema prossegue até dia 22 com extensa programação que vai da exibição de curtas e longas-metragens a debates, palestras e realização de workshops ( www.culturapaulinia.com.br).

Leitura Dramática de Cinema

  

  

   

Leitura do roteiro, ou teste de audiência, ocorrerá no 3º Festival de Cinema de Paulínia com a presença dos principais atores do filme, como o libanês Mounir MaAsri e a poetisa e atriz Elisa Lucinda.   

Em fase de pré-produção e com início das filmagens previsto para 1o. de setembro, o filme A Última Estação (uma co-produção das produtoras ASACINE e Cinevideo) terá uma leitura dramática do  roteiro da obra aberta ao público, a partir das 10h deste domingo (18), no Theatro Municipal de Paulínia (Avenida Prefeito José Lozano Araújo, 1.551, bairro Parque Brasil – Paulínia – SP). A apresentação acontecerá durante o III Festival de Cinema de Paulínia, cidade onde serão rodados 60% do filme. A leitura do texto terá a participação dos principais atores do elenco, entre eles o libanês Mounir MaAsri e a consagrada atriz e poetisa Elisa Lucinda, além da jovem revelação brasiliense Clara Lobato, que fará sua estreia no cinema. Na segunda (19), diretor e roteirista participam de debate, no qual o público poderá dar opiniões sobre o texto e sugerir mudanças.  

   

 A Última Estação é uma narrativa bem-humorada e poética sobre a trajetória de vida de Tarik (Mounir MaAsri), um libanês que ainda menino é obrigado a deixar sua terra natal – envolvida em uma guerra que eclodiu no Oriente Médio – e migrar com a família para o Brasil, onde chega em um navio italiano de imigrantes. Meio século depois desse choque cultural, ele resolve reassumir sua condição de muçulmano, motivado pela morte da mulher e pelos preconceitos em relação aos muçulmanos depois do ataque terrorista às torres gêmeas do World Trade Center. Ao lado de sua filha temporã, Tarik inicia uma nova jornada, cruzando o país de São Paulo a Belém do Pará, disposto a resgatar histórias e tradições e os velhos companheiros de viagem.  O elenco traz ainda nomes como Chico Sant’Anna (prêmio de melhor ator no XII Cine-PE); João Antônio, ator radicado em Brasília, que integra o elenco da maioria dos filmes produzidos na região centro-oeste; Sérgio Fidalgo, ator de talento reconhecido e também conhecido como o apresentador oficial do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; e Narciza Leão, que atuou em diversos filmes, como os premiados “Simples Mortais” e “Araguaya, a Conspiração do Silêncio”.

Para Mônica Monteiro, Carol Guidotti e Luciana Pires, diretoras da Cinevideo, e Márcio Curi, diretor da ASACINE esta produção poderá ser o início de outros projetos com o mundo árabe. “Embora pareçam culturas totalmente antagônicas, temos na nossa cultura brasileira influências muito marcantes herdadas do mundo árabe, contribuições que vão da arte até a culinária, mas que muitas vezes passam despercebidas. Uma produção como esta, que terá tomadas realizadas nos dois países, ajudam a resgatar esses laços, essa conexão cultural”, destaca Luciana. 

 Teste de audiência

A leitura dramática, ou teste de audiência, faz parte de uma série de quatro apresentações realizadas nas cidades onde será filmado A Última Estação. O objetivo é colher impressões de públicos distintos que poderão ser utilizadas na redação final do roteiro. A experiência é rica tanto para os realizadores da obra quanto para o público, que tem a oportunidade de participar de um exercício de aprendizagem sobre a técnica de elaboração do roteiro.Em contrapartida, para diretor e roteirista é fundamental para a composição dos personagens, afinar o elenco e encontrar o tom ideal de cada cena, conforme explica o roteirista Di Moretti: “Essa interação contribui para melhorar a qualidade do texto e consequentemente do filme, já que o roteiro é peça-chave para a condução da narrativa da história, mas sua função dentro de uma produção cinematográfica ainda não é totalmente compreendida, tanto por parte do público quanto da crítica. As únicas interfaces do roteirista durante o projeto do filme são geralmente o diretor e o produtor. Fora isso, seu trabalho é recluso e isolado”.  

Sinopse 

O filme A Última Estação narra  as travessias que Tarik, o protagonista, é obrigado a fazer ao longo de sua vida, em busca da felicidade. Sua primeira diáspora, ainda menino, acontece em 1950. Ele, o irmão mais novo e outros quatro meninos libaneses fogem dos reflexos da guerra no Oriente Médio, cruzam o Oceano Atlântico em um navio italiano de imigrantes e se abrigam em um Brasil que começa a acordar para o desenvolvimento. A derradeira diáspora acontece 51 anos mais tarde, quando Tarik atravessa o país, de São Paulo a Belém do Pará, onde cada parada se transforma em uma verdade fabulosa;  como nos contos das “Mil e Uma Noites” aprende que  todo sentimento é rebelde e  pode pegar de surpresa o coração mais desavisado. 

Produção  

A Última Estação é uma co-produção entre a ASACINE Produções, principal produtora de cinema da Capital Federal, e a Cinevideo Produções. Em sua trajetória, iniciada em 1993, a ASACINE coleciona os principais prêmios nas três categorias (longa-metragem 35mm, curta-metragem 35mm e curta-metragem 16mm) do Festival de Brasília de Cinema Brasileiro, um feito inédito.  Focada em conteúdos principalmente para cinema e televisão, as conquistas da produtora não se limitam ao Distrito Federal. No Festival de Gramado de 2004, o filme Filhas do Vento, de Joel Zito Araújo, foi premiado com oito kikitos, entre eles o de melhor filme pela crítica. A empresa agora alia sua experiência na área cinematográfica à da Cinevideo, produtora que depois de investir na África e América Latina – com a realização de minisséries de ficção, documentários e programas de TV – abre uma nova área, com produções com apelo comercial também no mundo árabe. É o caso de A Última Estação, que deve chegar aos cinemas em 2011.

 Ficha técnica  

Diretor: Marcio CuriRoteirista: Di Moretti  

Elenco: Mounir MaAsri, Elisa Lucinda, Clara Lobato, Chico Sant´Anna, João Antônio,  Narciza Leão, Sérgio Fidalgo 

 Serviço

Dia: 18 de julho –  Leitura dramática Horário: 10h    Local: Theatro Municipal de Paulínia Endereço: Avenida Prefeito José Lozano Araújo, 1.551, bairro Parque Brasil – Paulínia – SP   

Dia: 19 de julho – Debate com roteirista e diretor Leitura dramática Horário: 9h Local: Espaço Cultura do Shopping Rodoviário de Paulínia  

Endereço: Avenida Prefeito José Lozano Araújo, 1.551, bairro Parque Brasil – Paulínia – SP  

Paulínia Prepara 3a Edição do Festival de Cinema

 

 

Lázaro Ramos e Fernanda Torres serão os apresentadores da noite de abertura do evento, dia 15 de julho; O diretor Hector Babenco é o grande homenageado do Festival, que exibirá a cópia restaurada de O Beijo da Mulher Aranha;

 

No dia 15 de julho, a partir das 20h, em cerimônia para convidados, terá início a terceira edição do Paulínia Festival de Cinema, tendo como mestres de cerimônia a atriz Fernanda Torres e o ator Lázaro Ramos. O diretor Hector Babenco será o homenageado do evento que exibirá, na noite de abertura, a cópia restaurada do longa O Beijo da Mulher Aranha.  No encerramento do Festival, dia 22 de julho, às 19h, haverá a première do filme 400 contra 1, de Caco de Souza.

 

DEBATES E ENCONTROS

 

Diariamente, de 17 a 22 de julho (sábado à quinta), haverá debate sobre os filmes selecionados, exibidos na noite anterior, com a presença do diretor e elenco de cada título. Às 10h00 tem início o debate do curta regional; às 10h30, debate do curta nacional; às 11h00 é a vez do documentário e às 12h do longa de ficção. Todos os debates serão realizados no estúdio amarelo do Polo, que será a sede desta edição do Festival e terão como mediadores o critico Rubens Ewald Filho, a jornalista Maria do Rosário Caetano e o diretor do Festival, Ivan Melo.

 

Além dos debates dos filmes, estão previstos: Debate Filme Paulínia – políticas públicas para o cinema brasileiro, no dia 16, sexta-feira, das 14h30 às 17h00, com presença do Secretário de Cultura de Paulinia Emerson Alves e do Secretario do Audiovisual do Ministério da Cultura, Newton Canitto; Encontro da Crítica, no dia 17, sábado, das 14h30 às 17h00, com a presença de Diego Lerer, representante da Fipresci (Federação Internacional de Imprensa Cinematográfica) da América Latina e de Associações de Críticos de Cinema do país; já no domingo, dia 18, às 14h30, haverá palestra do escritor Zuenir Ventura, sobre Cidadania e Cinema, das 15h às 17h30. Os debates serão realizados no Estúdio Amarelo. Outros dois debates, um no dia 20 e outro no dia 21 serão programados pela organização do evento.

 

JÚRI 

Longas (Documentário e Ficção):

 

ANA LUIZA AZEVEDO

Formou-se em Artes Plásticas pela UFRGS em 1986, sócia-fundadora da Casa de Cinema de Porto Alegre, trabalhando na área desde 1984. Diretora e roteirista de Dona Cristina Perdeu a Memória (2002), Três Minutos (1999), Ventre Livre (1994) e Barbosa (1988, em codireção com Jorge Furtado). Foi diretora-assistente dos longas-metragens Tolerância (2000), O Homem que Copiava (2003), Meu Tio Matou um Cara (2004) e Sal de Prata (2004) e assistente de direção em diversos filmes, entre eles o curta Ilha das Flores (1989) e o longa Bens Confiscados (2003). Estreou na direção de longa com Antes que o Mundo Acabe, exibido pela primeira vez no II Festival de Paulínia (2009), no qual ganhou seis prêmios, entre eles o de melhor filme pela crítica e melhor direção.

 

BÁRBARA PAZ

Formou-se pelo Centro de Pesquisa Teatral Antunes Filho (CPT), trabalhou com o Grupo Tapa, Parlapatões e Pia Fraus. Com mais de 15 peças em seu currículo, destacam-se A Importância de Ser Fiel, de Oscar Wilde, Madame de Sade, de Yukio Mishima, Os Sete Gatinhos, de Nelson Rodrigues e Contos de Sedução, de Guy de Maupassant. No cinema protagonizou diversos curtas-metragens, tendo recebido o Kikito de melhor atriz em 2003, pelo curta Produto Descartável, de Rafael Primot. Em 2005 dirigiu e escreveu seu primeiro curta, Minha Obra. Em 2010 dirige e apresenta o programa Curta na Estrada, no Canal Brasil. Em 2009/20010 interpretou a personagem Renata, na novela Viver a Vida, de Manoel Carlos, na Rede Globo.

 

DI MORETTI

Roteirista, nasceu em São Paulo, em 1961. Graduou-se em Rádio e TV pela FAAP e em Jornalismo pela PUC. O Velho, a História de Luiz Carlos Prestes (1997), dirigido por Toni Venturi, foi o seu primeiro longa-metragem. Seguiram-se Latitude Zero (2001), de Toni Venturi, vencedor dos prêmios de melhor roteiro nos Festivais de Brasília e do Ceará, Cabra Cega (2004), também premiado em Brasília, Filhas do Vento (2004), de Joel Zito Araújo, As Vidas de Maria (2005), de Renato Barbieri, Simples Mortais (2005), de Mauro Giuntini, Nossa Vida não Cabe num Opala (2008), de Reinaldo Pinheiro e 23 Anos em 7 Segundos – O Fim do Jejum Corinthiano (2009).

 

SERGIO AUGUSTO

Jornalista e escritor, iniciou a carreira em 1960, aos 18 anos, como crítico de cinema do diário carioca Tribuna da Imprensa. Foi crítico, repórter e editor nos jornais Correio da Manhã, Jornal do Brasil e Folha de S. Paulo, nas revistas Veja, IstoÉ e Bravo! e nos semanários Pasquim, Opinião e Bundas. Em 2010 escreve no caderno Aliás, de O Estado de S. Paulo, onde também assina uma coluna do caderno Sabático. Publicou os livros Este Mundo é um Pandeiro (Cia. das Letras, 1989), Cancioneiro Jobim (Casa da Palavra, 2000), Lado B (Record, 2001), Cancioneiro Vinicius de Moraes/Orfeu (Jobim Music, 2003), Botafogo—Entre o Céu e o Inferno (Ediouro, 2004) e Penas do Ofício (Agir, 2006).

 

WILSON FEITOSA

Fundou a Europa Filmes em 1990. Associou-se ao Grupo Severiano Ribeiro em 1994, na época o maior exibidor de cinema do Brasil. Com a garantia de exibição, iniciou a aquisição de filmes para distribuição em cinema. Pioneiro na coprodução, por meio de recursos originados do artigo 3º da Lei do Audiovisual, desde 1995 já coproduziu mais de 40 filmes, entre eles Pequeno Dicionário Amoroso, Olga, O Invasor, Central do Brasil, Memórias Póstumas de Brás Cubas, O Quatrilho, Ó Pai Ó e Lula, o Filho do Brasil. Como empresário também é sócio da LW Editora, que publica a revista Ver Vídeo e sócio da empresa de telefonia Simple Solution. Conselheiro da União Brasileira de Vídeo.

Curtas (Regional e Nacional): 

JULIANO LUCCAS

Ator, diretor e roteirista. Formou-se em Comunicação Social na PUC, com pós-graduação em Comunicação e Marketing, especialização em Cinema na AIC e documentário, gestão de projetos e processos de criação para cinema e TV na Fundação Getúlio Vargas. Dirigiu e produziu seu primeiro curta-metragem Aurora em 2007. Dirigiu, produziu, editou e escreveu Luchador, seu segundo curta, premiado como melhor fotografia, montagem e atores no I Festival Paulínia de Cinema e melhor fotografia no 2º Festival de Cinema de Cabo Frio. Com Spectaculum, seu terceiro curta, ganhou o prêmio da categoria no II Festival Paulínia de Cinema. Produziu os longas-metragens Corpos (2007), de Maurício Martins, e Chat (2008) de Matheus Alberton.

 

BEATRIZ BARCELLOS

Produtora Cultural gaúcha foi, por dez anos, responsável pela Coordenação de Cinema, Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre. Ao longo de sua gestão, implantou projetos de repercussão nacional como o Curta nas telas e o Prêmio Santander/PMPA de Desenvolvimento de Projetos de Longa-Metragem. Também foi a responsável pela criação da Sala de cinema PF Gastal, que se notabilizou pela ênfase à exibição de filmes nacionais. Elaborou o Projeto de linha curatorial da sala de cinema CineBancários, inaugurada em 2008, da qual, desde então, é a curadora.O projeto foi premiado pela Associação de Críticos do RS pela programação exibida, dedicada ao cinema latino-americano e mostras temáticas.

 

CRISTINA LAGO

Atriz, formada em Dança pela Faculdade Angel Vianna, estreou no cinema vivendo a protagonista Analídia, no longa-metragem musical Maré, Nossa História de Amor, dirigido por Lucia Murat. No teatro, participou de vários espetáculos, entre eles Ariano, dirigido por Gustavo Paso e Agora!, dirigido por Claudia Mele. Por sua atuação no longa-metragem Olhos Azuis, do diretor José Joffily, conquistou o Prêmio de Melhor Atriz no II Festival de Cinema de Paulínia, e em breve poderá ser vista em O Doce Veneno do Escorpião, do diretor Marcus Baldini.

 

SIMONE YUNES

Formou-se em Comunicação Social pela FAAP. Trabalha no SESC SP desde 1996, sendo responsável pela programação do CineSESC desde 2000 e organizadora do Festival SESC Melhores Filmes e da Retrospectiva do Cinema Brasileiro em edições anuais. Curadora do Panorama SESC de Cinema Suíço, colaboradora em diversas mostras como Imagens do Oriente, Indie Festival e Mundo Árabe, além de participar das exposições Atlândida e Loucos por Cinema.

 

MIGUEL BARBIERI JR.

Formou-se em Jornalismo pela PUC/SP, trabalhou como repórter no Jornal Diário Popular. Atualmente, é crítico de cinema das revistas Veja São Paulo e Veja Rio.

As Doze Estrelas em Paulínia

Filme de Luiz Alberto Pereira completa lista de filmes de ficção

 

As Doze Estrelas, longa de ficção dirigido por Luiz Alberto (Gal) Pereira (Jânio a 24 Quadros, Efeito Ilha, Hans Staden, Tapete Vermelho) completa a lista dos títulos selecionados para a terceira edição do Paulínia Festival de Cinema. O filme será exibido na sexta, dia 16, com presença do diretor e elenco.

 

Francisca Queiroz no elenco de As Doze Estrelas

AS DOZE ESTRELAS

100 min, 35mm, colorido, som: dolby digital

Direção Luiz Alberto Pereira

Produção Tereza Landgraf, Sara Silveira, Luiz Alberto Pereira

Roteiro  Luiz Alberto Pereira

Fotografia  Pedro Farkas

Elenco: Leonardo Brício,  Cláudia Mello,  Paulo Betti, Cássio Scapin, Munir Kanaan

Débora Duboc, Juliana Vedovato, Lívia Guerra, Paula Franco, Mylla Christie, Martha Meola, Grabrielle Lopez, Francisca Queiroz, Carla Regina, Leona Cavalli, Adriana Alves, Rosanne Mulholland, Sílvia Lourenço, Djin Sganzerla 

Uma viagem pelo inconsciente coletivo a partir da astrologia. Herculano Fontes, renomado astrólogo, é chamado para trabalhar na equipe da próxima novela das oito. Ele tem que entrevistar doze atrizes, cada uma de um signo do Zodíaco, para compor o elenco da badalada novela. Mas, devido a uma visita inesperada, o que parecia bem simples poderá se tornar muito complexo…  

 

LUIZ ALBERTO PEREIRA

Formou-se em Cinema pela Escola de Comunicações e Artes da USP, em 1978. Entre seus trabalhos destacam-se Jânio a 24 Quadros (1981), O Efeito Ilha (1994), Hans Staden (2000), Tapete Vermelho (2005). Realizou também médias metragens, documentários para a TV e curtas metragens, dentre eles, Operação Brasil (1986), Grande Prêmio do Júri no Festival Internacional de Curtas de Oberhausen, Alemanha, 1987.

 

Julho de Cinema em Paulínia

Paulínia divulga seleção oficial

Com R$ 650 mil em prêmios e um pólo cinematográfico cheio de oportunidades, a cidade de Paulínia caminha para mais um festival de cinema no período de 15 a 22 de julho. Na edição 2010, serão exibidos 27 filmes, dos quais 12 longas e 13 curtas-metragens, sendo seis deles da região Metropolitana de Campinas.

A seleção oficial foi feita por uma comissão formada pelo Secretário de Cultura do município, Emerson Alves, pelo diretor do Festival, Ivan Melo, e pelo crítico de cinema, Rubens Ewald Filho. Um sexto longa-metragem será anunciado na próxima semana.

Na abertura do festival, será exibido o filme O Beijo da Mulher Aranha, de Hector Babenco, homenageado do festival. Dois títulos completam a homenagem ao diretor: “Pixote In Memorian”, de Felipe Briso e Gilberto Topczewski, e “Coração Iluminado”, também dirigido por Babenco. Os dois filmes serão exibidos na Mostra Paralela.

O encerramento do festival acontece dia 22 de julho, a partir das 19h, em cerimônia para convidados, com a exibição do longa 400contra1 – Uma História do Crime Organizado, de Caco Souza.

De 16 a 21 de julho, às 16h, serão exibidos, no Theatro Municipal de Paulínia, cinco longas já lançados no circuito comercial e também Cabeça a Prêmio, de Marco Ricca. Completando a Mostra Paralela o Festival exibe dois filmes infantis inéditos: “Eu e Meu Guarda Chuva”, de Toni Vanzolini e “Gui, Estopa e a Natureza”, de Mariana Caltabiano, respectivamente nos dias 17 e 18 (sábado e domingo) às 14h.

Abaixo a lista completa dos filmes da Seleção Oficial do Festival, assim como da mostra paralela:

Longas de Ficção

1. “Malu de Bicicleta”, de Flávio Tambellini (RJ)

2. “Desenrola”, de Rosane Svartman (RJ)

3. “Broder”, de Jeferson De (SP)

4. “Dores e Amores”, de Ricardo Pinto e Silva (SP)

5. “5 X Favela, Agora Por Nós Mesmos”, de Manaíra Carneiro e Wagner Novaes; Rodrigo Felha e Cacau Amaral; Luciano Vidigal; Cadu Barcellos; Luciana Bezerra (RJ)

Documentários

1. “Sobre Leite e Ferro”, de Claudia Priscilla (SP)

2. “São Paulo Cia de Dança”, de Evaldo Mocarzel (SP)

3. “Lixo Extraordinário”, de Lucy Walker, João Jardim e Karen Harley (RJ)

4. “Uma Noite Em 67”, de Renato Terra e Ricardo Calil (RJ)

5. “Programa Casé”, de Estevão Ciavatta (RJ)

6. “As Cartas Psicografadas de Chico Xavier”, de Cristina Grumbach (RJ)

Curtas Nacionais

1. “Retrovisor”, de Rogério Zagallo (SP)

2. “Estação”, de Marcia Faria (SP)

3. “Eu Não Quero Voltar Sozinho”, de Daniel Ribeiro (SP)

4. “Quem vai comer minha mulher? (Who’s Gonna F… My Wife?)”, de Rodrigo Bittencourt (RJ)

5. “Tempestade”, de César Cabral (SP)

6. “1:21”, de Adriana Câmara (PE)

7. “Ensolarado”, de Ricardo Targino (RJ)

Curtas Regionais

1. “Depois do Almoço”, de Paula Pripas (Campinas)

2. “Nicolau e as Arvores”, de Lucas Hungria (Campinas)

3. “Meu Avô e Eu”, de Cauã Nunes (Campinas)

4. “Um Lugar Comum”, de Victor Canela (Sumaré)

5. “Dona Tota e o Menino Mágico”, de Adriana Meirelles

6. “Só Não Tem Quem Não Quer”, de Hidalgo Romero

Mostra Paralela

1. “Pixote in Memmorian”, de Felipe Briso e Gilberto Topczewski

2. “Coração Iluminado”, de Hector Babenco

3. “É Proibido Fumar”, de Anna Muylaert

4. “Chico Xavier – O Filme”, de Daniel Filho

5. “Salve Geral”, de Sérgio Rezende

6. “Cabeça a Prêmio”, de Marco Ricca

Especial Infantil

1. “Eu e Meu Guarda Chuva”, de Toni Vazolini

2. “Gui, Estopa e a Natureza”, de Mariana Caltabiano

Prêmios

O Festival distribuirá, por meio de sua premiação oficial, um total de R$ 650 mil aos vencedores das diversas categorias, como segue:

 

Filmes de longa metragem
Melhor Filme ficção: R$ 150.000
Melhor Documentário: R$ 50.000   
Melhor Diretor ficção: R$ 35.000   
Melhor Diretor Documentário: R$ 35.000   
Melhor Ator: R$ 30.000   
Melhor Atriz: R$ 30.000   
Melhor Ator coadjuvante: R$ 15.000   
Melhor Atriz coadjuvante: R$ 15.000   
Melhor Roteiro: R$ 15.000   
Melhor Fotografia: R$ 15.000   
Melhor Montagem: R$ 15.000   
Melhor Som: R$ 15.000   
Melhor Direção de arte: R$ 15.000   
Melhor Trilha Sonora: R$ 15.000   
Melhor Figurino: R$ 15.000   
Especial Júri: R$ 35.000  

Filme de curta-metragem – Nacional
Melhor filme: R$ 25.000   
Melhor Direção: R$ 15.000   
Melhor Roteiro: R$ 10.000  

Filme de curta-metragem – Regional
Melhor filme: R$ 25.000   
Melhor Direção: R$ 15.000   
Melhor Roteiro: R$ 10.000  

Júri Popular
Melhor longa ficção: R$ 25.000   
Melhor documentário: R$ 15.000   
Melhor curta metragem nacional: R$ 5.000   
Melhor curta-metragem regional: R$ 5.000  

 

Atividades paralelas

O Paulínia Festival de Cinema – 2010 traz ainda:

– Debates

– Seminários

– Realização do III Encontro Roteiro em Questão.

– Lançamento de livros e dvds

 

Realização e Patrocínios

Realização – Prefeitura Municipal de Paulínia, através da Secretaria Municipal de Cultura.

Patrocínio – Quanta.

Apoio InstitucionalImprensa Oficial do Estado de São Paulo.

Apoio – Vitoria Hotéis (o Hotel Oficial do Festival).

Reta Final nas Inscrições para Paulínia

   Evento distribuirá R$ 650 mil em prêmios

 

Termina na próxima SEXTA, 21 de maio, o prazo para as inscrições ao III Festival Paulínia de Cinema, a acontecer de 15 a 22 de julho, com atividades nas dependências do Teatro Municipal de Paulínia e do Parque do Cinema e das Comunicações. O festival é uma realização da Secretaria de Cultura do Município de Paulínia.
 

Para participar da SELEÇÃO o filme deve cumprir os seguintes requisitos: 

·    Ser uma produção brasileira.

·    Ter cópia em 35mm ou digital disponível para todo o período do festival.

·    Ser inédito no circuito comercial de cinema.

·    Não ter recebido o prêmio de melhor filme em nenhum outro festival nacional.

·    Ter duração mínima de 70 min. (para longas-metragens)

·     Ter duração máxima de 15 min. (para curtas-metragens)
 

Os filmes que cumprirem os requisitos acima deverão preencher a ficha de inscrição que estará disponível, junto com o regulamento completo, no site www.culturapaulinia.com.br e enviar a ficha de inscrição e material solicitado para seleção A/C da Coordenação Geral do Festival, Secretaria de Cultura de Paulínia, Av. Pref. José Lozano de Araújo, 1551 – Parque Brasil 500 – Paulínia – S.Paulo – cep. 13140-000  – tels. 19 3874.5700, 3874.5705, email: cultura@paulinia.sp.gov.br