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Os vencedores do XXII CineCE

Termina 22° Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema (Foto: Divulgação)
Theatro José de Alencar: palco do CineCE – Festival Ibero-americano de Cinema
 
Após uma semana de debates, mesas-redondas, palestras, oficinas e muitas exibições gratuitas de filmes, chegou ao fim o 22° Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema. O longa “Violeta foi para o Céu”, do chileno Andrés Wood, e o curta-metragem “Os lados da rua”, do capixaba Diego Zon, foram premiados com o Troféu Mucuripe e  US$ 10 mil.

Criado este ano, o Prêmio Banco do Nordeste do Brasil (BNB) – melhor filme de temática nordestina – premiou com R$ 10 mil o longa “Rania” da diretora cearense Roberta Marques. Os outros prêmios foram distribuídos em áreas técnicas das produções.

OS VENCEDORES do CINE CEARÁ 2012:

Fiorella Mattheis na entrega do premio de melhor filme para "Violeta Foi Para o Ceu" (Foto: Divulgação)
Fiorella Mattheis entregou prêmio de Melhor
Filme para “Violeta Foi Para o Ceu”
 
Mostra Competitiva Ibero-Americana de Longa-Metragem
Melhor Direção: Cláudio Assis (PE), por “Febre do Rato”;
Melhor Fotografia: Gaizka Bourgeaud, por “Bertsolari” (de Asier Altuna-ESP);
Melhor Roteiro: Eliseo Altunaga, Rodrigo Bazaes, Guillermo Calderón e Andrés Wood
por “Violeta foi para o Céu” (de Andrés Wood-CHI);
Melhor Som: Nerio Barberis e Santiago Arroyo, no filme “Prazo de validade” (de Kenya Márquez-MEX);
Melhor Trilha Sonora Original: Jorge Du Peixe, por “Febre do Rato” (de Cláudio Assis-PE);
Melhor Direção de Arte: Juan Carlos Azevedo, por “Em nome da filha” (deTania Hermida-EQU);
Melhor Ator: Luis Ziembrowski, por “Um amor” (de Paula Hernández-ARG);
Melhor Atriz: Graziela Felix, por “Rânia” (de Roberta Marques-BRA);
Prêmio do Júri Oficial: “Prazo de validade”, de Kenya Márquez-MEX);
Prêmio Edição: Andrea Chignoli, por ‘Violeta foi para o Céu’, de (Andrés Wood-CHI);
Prêmio da Crítica Internacional: “Um Amor”, (de Paula Hernández-ARG).

Prêmio da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine)
“Prazo de Validade”, longa de Kenya Márquez (México): pelo roteiro engenhoso, pela evolução do arco dramático e pelo homogêneo trio de protagonistas;
“Dia estrelado”, curta de Nara Normande (PE): pela combinação rigorosa entre técnica e discurso, pelo diálogo feliz da fotografia com as artes plásticas.

Troféu Oscarito (Prêmio da Câmara Municipal de Fortaleza)
Longa de Claudio Assis (PE) por “Febre do Rato”

Prêmio da Crítica Internacional
Longa “Um Amor”, de Paula Hernández (Argentina)

Mostra Competitiva Brasileira de Curta-Metragem
Melhor Curta: “Os lados da rua”, de Diego Zon;
Melhor Direção: Roberval Duarte por “Santas” (RJ);
Melhor Roteiro: Luiza Favale, Marcus Vinicius Vasconcelos, Nádia Mangolini e Vanessa Reis por “Realejo” de Marcus Vinícius Vasconcelos;
Melhor Produção Cearense: “Querença” de Iziane Filgueiras Mascarenhas

Cláudio Assis faz vigorosa poesia imagética e arranca aplausos no CineCE

Cine CE chega ao fim hoje. Noite de conhecer vencedores de curta e longa-metragem. Cinema Brasileiro e Iberoamericano. Não acompanhei o festival de forma presencial desde o início pq estava no OLHAR DE CINEMA – Festival Internacional de Cinema de Curitiba -, mas acompanhei via Blog Aurora de Cinema e do programa Cultura & Música (toda segunda na Universitária FM).

Claudio Assis: Theatro José de Alencar lotou para ver Febre do Rato

O que vi do Cine CE na ida ao Theatro José de Alencar foram ótimos curtas exibidos na noite de ontem, e o premiado longa de Cláudio Assis – Febre do Rato.


Casa cheia, silêncio respeitoso, atenção colada na tela, aplausos ao final.
O filme foi o grande vencedor do Festival de Paulínia, em julho passado, e lembro que, à época, o diretor ganhou destaque na imprensa por conta de suas declarações sempre pertinentes e sua inteligência afiada.
Li comentários positivos a respeito do filme e meu querido amigo Rubens Ewald Filho também me falou muito bem do filme em Curitiba. Enfim, fui ver Febre do Rato já munida de muitos aspectos que me fazem renovar uma sintonia com mais um trabalho do arretado pernambucano Cláudio Assis.

Matheus e Irandhyr: atuações magnânimas em filme forte e necessário…

Ademais, o filme conta com dois Atores Espetaculares, queridos do coração: MATHEUS NACHTERGAELE e IRANDHYR SANTOS.

Ambos, são um capítulo à parte nesta obra vigorosa de Cláudio Assis…

FEBRE DO RATO – Um Filme para ser visto e recomendado.

Febre do Rato é o longa mais aguardado do CineCE

Novo filme de Cláudio Assis será exibido no Theatro José de Alencar, com a presença do diretor e dos atores Matheus Nachtergaele, Mariana Nunes, Maria Gladys e Tânia Granussi

 

FEBRE DO RATO entra em cartaz dia 22 de junho em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte, Porto Alegre e Brasília. O filme participou do Paulínia Festival de Cinema – 2011 e conquistou 8 prêmios: Melhor Filme Ficção – Júri Oficial, Melhor Filme – Prêmio da Crítica, Melhor Ator (Irandhyr Santos), Melhor Atriz (Nanda Costa), Melhor Fotografia (Walter Carvalho), Melhor Montagem (Karen Harley), Melhor Direção de Arte (Renata Pinheiro), Melhor Trilha Sonora (Jorge Du Peixe).
Febre do Rato é uma expressão popular típica do nordeste brasileiro, que significa aquele que está fora de controle. É assim que Zizo, poeta inconformado e anarquista, denomina seu tablóide, publicado às próprias custas. Às voltas com seu universo particular, no qual saciar os desafortunados é uma mistura de benefício com altas doses de maldade, ele se depara com Eneida, consciência contemporânea e periférica, e todas suas convicções parecem ruir. Instaura-se o conflito entre o indivíduo e a coletividade.

Cláudio Assis e Irandhir Santos: presenças no CineCE, que vai movimentar Fortaleza a partir da próxima sexta…

Sobre o diretor Cláudio Assis

Desde o início da carreira como ator e cineclubista em Caruaru (PE) até a direção do primeiro longa, Amarelo Manga (2002), o diretor construiu uma trajetória que inclui a direção e produção de curtas, documentários e longas. Esses últimos são resultado de profunda reflexão sobre a linguagem cinematográfica e seus meios de produção. Sua obra dialoga entre si e constrói um discurso cinematográfico próprio, focado na reflexão do comportamento humano. Seus longas são projetos de baixo orçamento, e entre estes destacam-se Baixio das Bestas (2006), premiado nos festivais de Brasília, Roterdã, Miami e Paris; Amarelo Manga, premiado em Brasília, Toulose (França), Miami e Fortaleza; Chico Science – Retratos Brasileiros (2008), e Vou de Volta (2007).  

FEBRE DO RATO

Brasil, 2011, 110 min, 35mm, p&b, dolby digital
Direção: Cláudio Assis
Produção: Claudio Assis, Julia Moraes e Marcello Ludwig Maia
Produção: executiva Marcello Ludwig MaiaRoteiro Hilton Lacerda
Fotografia: Walter Carvalho
Montagem: Karen Harley

Elenco: Irandhyr Santos, Nanda Costa, Matheus Nachtergaele, Juliano Cazarré, Tânia Granussi, Conceição Camarotti, Mariana Nunes, Maria Gladys, Ângela Leal, Vitor Araújo, Hugo Gila.

Distribuição: Imovision

 

Febre do Rato vence FestIN de Lisboa

O filme do pernambucano Cláudio Assis – Febre do Rato (vencedor do Festival de Paulínia ano passado) – é o vencedor da terceira edição do  Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa (FESTin 2012), realizado no tradicional Cinema São Jorge, em Lisboa, de 9 a 16 deste mês.

O FESTin é produzido Padrão Actual, com coprodução da Fundação Luso-brasileira e da EGEAC – Cinema São Jorge. Surgiu em 2010, por iniciativa de duas brasileiras, Léa Teixeira, Adriana Niemeyer, e do português Victor Serra, com o objectivo de “celebrar e fortalecer a cultura lusófona através do cinema, num ambiente de partilha, intercâmbio e inclusão social”.

O júri foi formado por Alberto Rui Machado (Cabo Verde), Andrea Paola Costa Prado (Brasil), António Escudeiro (Portugal), José Carlos de Oliveira (Portugal) e Valdemar Dória (São Tomé). Os também brasileiros Trampolim do Forte, de João Rodrigo Mattos, e Amor?, de João Jardim, foram agraciados com menções honrosas ex-aequo.

 Nanda Costa e Irandhir Santos em cena do filme Febre do Rato

E Amanhã, do jovem realizador português Bruno Cativo, foi escolhido Melhor Longa pelo público.

O filme português E Amanhã ? foi o Melhor na votação popular…

Na competição de curtas-metragens, o júri composto por Carlos Manuel Câmara Leme (Portugal), Costa Neto (Moçambique) e Elvis Veiguinha (Angola) elegeu os filmes brasileiros Todos os Balões vão para o céu, de Frederico Cabral, e Marcovaldo, de Cíntia Langie e Rafael Andreazza, como as melhores curtas-metragem. Entregou ainda menções honrosas ao curta moçambicana A Ponte, de Diana Manhiça, e ao Revolução nos Rabelados, do realizador cabo-verdiano Mário Benvindo Cabral. 

A Fábrica, do realizador brasileiro Aly Muritiba, foi o curta vencedor na escolha do público. 

Saiba mais: www.festin-festival.com.

SELTON MELLO é Melhor Diretor e Febre do Rato ganha Ficção

Com a exibição de Assalto ao Banco Central e a presença do diretor Marcos Paulo, foi encerrada ontem a quarta edição do Festival PAULÍNIA de Cinema. Em seguida os apresentadores Marina Person e Rubens Ewald Filho anunciaram os vencedores.

 
 
Rubens Edwald Filho e Marina Person comandaram a noite: Festival nasceu de um projeto do crítico

Selton Mello, que mobilizou Paulínia durante o Festival, foi aclamado MELHOR DIRETOR                    

Júri 

Longas (Documentário e Ficção):

denise weinberg (atriz), heloisa passos (diretora de fotografia), isabela boscov (crítica de cinema), gustavo moura (documentarista) e sérgio rezende (diretor). 

 
 
Curtas (Regional e Nacional):

Bruno Torres Moraes (Ator), Daniel Ribeiro (Diretor), Leila Bourdoukan (Produtora E Jornalista), Pedro Butcher (Jornalista) E Sérgio Borges (Diretor). 

 

Filmes de Longa Metragem

Melhor Filme Ficção: R$ 250 mil Febre do Rato, Claudio Assis
Melhor Documentário: R$ 100 mil  Rock Brasiliaera de ouro, Vladimir Carvalho
Melhor Diretor Ficção: R$ 35 mil Selton Mello – O Palhaço
Melhor Diretor Documentário: R$ 35 mil  Maíra Buhler e Matias Mariani – Ela Sonhou Que eu Morri
Melhor Ator: R$ 30 mil  Irandhyr Santos – Febre do Rato
Melhor Atriz: R$ 30 mil  Nanda Costa – Febre do Rato
Melhor Ator Coadjuvante: R$ 15 mil  Moarcir Franco – O Palhaço
Melhor Atriz Coadjuvante: R$ 15 mil  Maria Pujalte – Onde Está a Felicidade?
Melhor Roteiro: R$ 15 mil  Selton Mello e Marcelo Vindicatto – O Palhaço
Melhor Fotografia: R$ 15 mil  Walter Carvalho – Febre do Rato
Melhor Montagem: R$ 15 mil  Karen Harley – Febre do Rato
Melhor Som: R$ 15 mil  Trabalhar Cansa – Gabriela Cunha, Daniel Turini e Fernando Henna
Melhor Direção de Arte: R$ 15 mil  Renata Pinheiro – Febre do Rato
Melhor Trilha Sonora: R$ 15 mil  Jorge Du Peixe – Febre do Rato
Melhor Figurino: R$ 15 mil  Kika Lopes – O Palhaço
Especial do Júri: R$ 35 mil  Trabalhar Cansa
 
O paraibano Vladimir Carvalho, diretor do Melhor Documentário: Rock Brasília
 
Cláudio Assis e Nanda Costa, que sagrou-se Melhor Atriz pela atuação no filme dele
 

Curtas Regionais

Melhor Filme: R$ 25 mil  Diego Costa, Argentino
Melhor Direção: R$ 15 mil  Diego Costa, Argentino
Melhor Roteiro: R$ 10 mil  Cauê Nunes e Maurício de Almeida, 3 x 4

Curtas Nacionais

Melhor Filme: R$ 25 mil  Carlos Nader, Tela
Melhor Direção: R$ 15 mil  Gabriela Amaral Almeida, Primavera
Melhor Roteiro: R$ 10 mil  Gustavo Suzuki, O Pai Daquele Menino

 

Júri Popular

Melhor Longa Ficção: R$ 25 mil  Carlos Alberto Riccelli, Onde Está a Felicidade?
Melhor Documentário: R$ 15 mil  Damià Puig, A Margem do Xingu – Vozes Não Consideradas
Melhor Curta Nacional: R$ 5 mil  Thiago Luciano, Café Turco
Melhor Curta Regional: R$ 5 mil  Diego Costa, Argentino

 

Paulo José, Selton Mello, Jorge Loredo e Moacyr Franco: 3 troféus para O Palhaço
 
 

Júri da Crítica

Melhor Longa Ficção Claudio Assis, Febre do Rato
Melhor Documentário Lucia Murat, Uma Longa Viagem
Melhor Curta Nacional Carlos Nader, Tela
A eterna BRUNA LOMBARDI, que ganhou Júri Popular para seu novo longa com o marido Riccelli,Onde está a Felicidade ?