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Olhar de Cinema termina hoje e tem ótimos filmes na disputa

AURORA DE CINEMA direto do Festival de Curitiba

Como se não bastasse acontecer na adorável capital curitibana, há ótimos filmes em competição no Festival OLHAR DE CINEMA – cuja solenidade de encerramento acontece esta noite -, todos foram exibidos em sessões gratuitas e a programação foi bem recebida pelo público, acontecendo em vários espaços diferentes.

O imponente edifício do SESC Paço da Liberdade, palco do Seminário e debates

Com Assessoria de Comunicação a cargo da Planeta Tela (leia-se Celso Sabadin), o festival idealizado e comandado por Aly Muritiba, Mirela Merlo e Antônio Júnior, arregimentou vários profissionais e movimentou espaços culturais diversos para abrigar a polpuda grade de programação desta primeira edição, que contou com patrocínio da Volvo, Scheweppes e Copel; apoio da RPC-TV, Sesi, Sesc, Shopping Crystal e outras empresas.

Dentre os jornalistas, estamos por aqui, abrigados no Hotel Slaviero Slim – bem no coração do centro histórico – o Aurora de Cinema, o Cinequanon (com Cid Nader), Sérgio Alpendre, Eduardo Antunes, Diego Benevides, Carlos Alberto Mattos e Rubens Ewald Filho – perdão se algum nome me escapa…

Entre realizadores, pesquisadores e estudiosos da Sétima Arte, podemos citar Hernani Heffner, Evaldo Mocarzel, Lina Chamie, Leonardo Cata Preta, Fernando Severo, Eduardo Kishimoto, Eduardo Nunes, Frederico Machado, Cláudia da Natividade, Sandra Zawadzki, é Cássia Hauari, para citar apenas alguns.

Filme de André da Costa Pinto: potência que vem de Campina Grande…

O Festival nasceu da disposição de um trio ‘parada dura’ em busca de fomentar o cinema e alavancar a produção audiovisual em Curitiba: os diretores Aly Muritiba, Marisa Merlo e Antônio Júnior não se intimidaram na hora de arregaçar as mangas e fazer o festival de cinema acontecer na capital paranaense. Durante um ano, foram à luta para produzi-lo.

Assim, foram 7 dias, nos quais o OLHAR DE CINEMA exibiu 72 filmes de 22 países e diversas cidades brasileiras. Segundo Antônio Jr., a realização do festival partiu de ideias bem definidas: “Escolhemos esses espaços onde os filmes foram exibidos porque eles já são conhecidos do público que busca assistir a algo que fuja do formato norteamericano. A ideia era justamente essa: exibir filmes que trouxessem alguma coisa a mais, além do cinema de  Hollywood.

Mesmo sendo a primeira edição, o festival recebeu mais de 1500 inscrições de mais de 80 países. O critério de escolha dos filmes foi justamente “escolher produções independentes que não teriam espaço na programação das cadeias de cinema ou porque possuem uma baixíssima distribuição, ou porque não despertam o interesse mercadológico dos cinemas locais. São filmes que dificilmente chegariam ao público, não fosse pelo festival.” 

Sudoeste é um dos fortes concorrentes…

Diante da lista de filmes exibidos, da plena participação do público em todos os espaços e atividades – até mesmo nas oficinas ofertadas – prova o acerto da organização do Festival e aponta para novas edições, com bastante fôlego para se firmar no calendário dos grandes festivais do país.

A solenidade oficial de encerramento acontece esta noite, a partir das 20h, no Teatro Guairinha.

O AURORA DE CINEMA acompanha tudo com um OLHAR DE CINEMA… 

Tudo que Deus Criou: filme de André da Costa Pinto é atração hoje em Curitiba

AURORA DE CINEMA direto do OLHAR DE CINEMA – Festival INTERNACIONAL de CURITIBA

É grande a expectativa entre cinéfilos de plantão, estudantes, realizadores e profissionais do Audiovisual em Curitiba para conferir esta noite a estreia nacional do longa TUDO QUE DEUS CRIOU, primeira ficção do jovem paraibano André da Costa Pinto.

Paulo Vespúcio, Letícia Spiller e André da Costa Pinto: união por um filme que precisa ser visto e merece o Aplauso AURORA DE CINEMA…

Ator, jornalista, diretor premiado, professor de Teatro/Comunicação e Audiovisual, André da Costa Pinto hoje é Coordenador do Núcleo de Audiovisual da Universidade Estadual da Paraíba, que funciona em Campina Grande, cidade paraibana que o acolheu de braços abertos (ele é de Barra de São Miguel e tem orgulho de dizer isso) e para a qual ele tem dedicado seu suor, ideias, iniciativas e emoções em prol de construir ali um cenário forte de produção audiovisual. E tem conseguido.

O estreante Paulo Phillipe contracena com Maria Gladys, que tem atuação primorosa…

Os exemplos são inúmeros e não saberia apontá-los todos agora. Mas a maior prova poderá ser vista hoje na telona do Espaço Itaú de Cinema, quando será exibido seu longa Tudo que Deus Criou dentro da programação do I OLHAR DE CINEMA – Festival Internacional de Cinema de Curitiba, com entrada franca.

Letícia Spiller em Tudo que Deus criou: atriz faz uma cega, dignifica o papel e escancara sua versatilidade e competência…

Confira trailler sobre a pré-estreia de TUDO QUE DEUS CRIOU em Campina Grande:

http://www.youtube.com/watch?v=LealwdAJpH4 

O filme, baseado em histórias reais, retrata o drama de uma família paraibana e é o primeiro longa-metragem inteiramente rodado em Campina Grande. André da Costa Pinto faz questão de ressaltar o apoio decisivo da professora Marlene Alves para tornar possível a produção, que custou apenas 150 mil reais, e tem patrocínio integral da Universidade Estadual da Paraíba, contando com 90% de paraibanos na equipe.

No elenco, Maria Gladys, Guta Stresser, Cláudio Jaborandy, os já citados Letícia Spiller e Paulo Vespúcio, e o estreante  Paulo Phillipe. Um elenco coeso, onde todos atuam em sintonia, compondo um belo painel interpretativo. Pontos pro diretor, que também é ator e deixou os colegas livres para criar. O resultado é um filme que tem frescor, vitalidade, emoção e muita sensibilidade.

Espere pra ver e tenha certeza que vem de Campina Grande um cinema instigante, inovador, criativo, ousado, enraizado no profissionalismo e cheio de vontade de mostrar que o Nordeste pode, o interior também sabe fazer, e o Brasil precisa conhecer e Aplaudir.

* Em breve, mais informes sobre TUDO QUE DEUS CRIOU

André Costa revela Tudo que Deus criou… e faz bonito pelo Cinema em Campina Grande

 
Aproxima-se o grande dia do lançamento: o super aguardado filme de André da Costa Pinto – Tudo que Deus criou – tem pré-estreia nacional neste sábado, na paraibana Campina Grande, onde foi filmado.
 
As primeiras cenas foram rodadas ainda em 2009, tendo a Universidade Estadual de Campina Grande como realizadora. Tudo que Deus Criou é o primeiro longa-mentragem do cineasta, produtor, professor de Cinema e idealizador do Festival ComuniCurtas, André da Costa Pinto, dos premiados curtas Amanda e Monick e A Encomenda do Bicho Medonho.
 
A produção é fruto de uma parceria entre o diretor André da Costa Pinto e o produtor Adriano Lírio – ambos bastante premiados nos últimos anos por seus trabalhos na área audiovisual.
 
O elenco tem nomes de vasta estrada na cena artística nacional: Letícia Spiller, Guta Stresser, Maria Gladys, Paulo Vespúcio e Cláudio Jaborandy. Mas vale ressaltar: a maior parte do elenco é composta por atores da própria Campina Grande, todos eles ex-alunos de Aandré Costa, como o estreante Paulo Phillipe, que faz o protagonista Miguel.
 
Letícia Spiller em grande momento de atuação…
 
Amor, tristeza, dor, melancolia e momentos de extrema delicadeza compõem o filme, que tem roteiro do próprio André Costa. O filme é uma parceria da Medonho Produções com a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), que vem sendo pródiga em fomentar o audiovisual em suas hostes, sobretudo depois da chegada revolucionante de André da Costa Pinto aos quadros da UEPB.
 
Tudo que Deus criou foi inteiramente rodado em Campina Grande, principalmente nas ruas João Pessoa e Félix Araújo, no centro da cidade, e tem a aplaudida assinatura de João Carlos Beltrão na fotografia, e a da cantora e compositora Val Donato na trilha sonora.
 
 
A pré-estreia nacional acontece este sábado no Hotel Garden, em Campina Grande, às 20h, com sessão especial para convidados da UEPB e imprensa, contando com a participação de todo o elenco. Dia seguinte (26), no mesmo local, haverá duas sessões especiais, às 15 e às 17h, gratuitas e abertas a todos os interessados.
 

André da Costa Pinto mostra TUDO QUE DEUS CRIOU em Campina Grande

No próximo dia 25, será lançado o primeiro longa-metragem inteiramente rodado em Campina Grande. A direção é de André da Costa Pinto com produção da Universidade Estadual da Paraíba

Letícia Spiller: papel antológico no filme de André da Costa Pinto

ANDRÉ DA COSTA PINTO é ex-aluno da Universidade Estadual da Paraíba, onde fez jornalismo, teatro e cinema, e de lá criou o Festival COMUNICURTAS, hoje um dos mais importantes festivais de curtas-metragens do país.

De aluno a professor, André ganhou o carinho, o apoio e a cumplicidade de uma legião de amigos, que o acompanham e fazem coro com suas múltiplas e meritórias iniciativas culturais. Na UEPB, André ministrou diversos cursos de Teatro, criou cursos para ensinar como se produz para cinema, ensinou a criação de documentários, educou o olhar e a sensibilidade de muitos jovens que hoje seguem os passos do indormido mestre. Contou, muitas das vezes, com o apoio e a solidariedade da professora Marlene Alves, que veio a ser Reitora da UEPB e no ComuniCurtas do ano passado saudou André como “O Glauber Rocha de Campina Grande”.

Ano passado, foi um ano decisivo e André conseguiu o compromisso oficial da Reitoria da UEPB (através de entusiásticas palavras da Reitora Marlene Alves no palco do SESC, na noite de encerramento do VI ComuniCurtas) de que a Universidade iria implantar o Curso Superior de Cinema. E assim foi: o edital para as inscrições ao concurso para professor estão abertas.

André conversa com Guta Stresser durante as filmagens, sob o olhar atento de Maria Gladys…

Agora, André da Costa Pinto caminha para dar um de seus mais importantes passos: o lançamento oficial de seu primeiro longa-metragem, roteiro assinado por ele e baseado em fatos reais.

Inteiramente rodado em Campina Grande, Tudo que Deus criou teve suas filmagens iniciadas em 2009 com a presença de nomes do quilate de Letícia Spiller, Guta Stresser, Maria Gladys, Cláudio Jaborandy, e Paulo Vespúcio. O longa marca também a estreia do jovem Paulo Phillipe no cinema. A fotografia é assinada por João Carlos Beltrão, conhecido bam-bam-bam paraibano do métier.

Letícia Spiller interpreta personagem cega no filme (Foto: Iramaya Rocha/Divulgação)
Letícia Spiller interpreta personagem cega no filme
(Foto: Iramaya Rocha/Divulgação)

A primeira exibição de TUDO QUE DEUS CRIOU será especial para convidados e está marcada para 25 de fevereiro, no Garden Hotel. No dia seguinte, serão promovidas duas exibições gratuitas para a população, às 15h e às 17h.

Paulo Vespúcio, Letícia Spiller e André da Costa Pinto num intervalo das filmagens…

Segundo André, a trama é baseada na história real de um jovem que, entre dificuldades e traumas, precisa ajudar a sustentar a família. A maior parte das cenas foi ambientada no bairro Rosa Mística.

André da Costa Pinto ficou nacionalmente conhecido quando roteirizou e dirigiu o curta-metragem A Encomenda do Bicho Medonho, aprovado na primeira edição do edital do projeto Revelando os Brasis. Em seguida, André realizou Amanda e Monick, firmando seu nome definitivamente entre os precoces iluminados no gramado do audiovisual. Os dois trabalhos foram bem premiados em festivais e com Amanda & Monick André revelou ao mundo sua inteligência refinada e a singular sensibilidade para transformar em cinema uma história simples mas cercada de preconceitos e barreiras no cotidiano da pequena cidade de Barra de São Miguel (a terra natal do diretor, no interior paraibano).

André da Costa Pinto: com acentuada vocação artística, diretor vai marcar o panorama do Cinema de forma muito intensa com Tudo que Deus criou

Agora ANDRÉ DA COSTA PINTO convida para o lançamento de TUDO QUE DEUS CRIOU.

E podemos antecipar: Em Tudo que Deus Criou, onde as luzes se acendem para iluminar o Infinito e criar ilusões de Cinema, há sempre uma energia muito luminosa, forte, intensa e poderosa que vem lá de Campina Grande, e atende pelo nome de André da Costa Pinto.