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Selecionados ao Festival de Alagoas

II Festival de Cinema Universitário vai acontecer em novembro

O II Festival de Cinema Universitário de Alagoas vai exibir 27 filmes brasileiros. Este ano, foram recebidas 92 inscrições pela internet, mas apenas 56 realizadores concluíram o processo com o envio dos trabalhos.

A comissão de seleção foi composta por Marcos Sampaio, atual coordenador de Cinema do Centro Cultural Sesi e do Núcleo de Produção Digital (NPD), da Secretaria de Estado da Cultura (Secult/AL); Marianna Bernardes, diretora, roteirista e produtora de vídeos; e Nivaldo Vasconcelos, militante cineclubista, escritor e realizador audiovisual. Na reunião, eles lançaram diferentes pontos de vista, baseados nos critérios de avaliação do edital, e afinaram a discussão com a escolha dos filmes, assim como apresentaram a sugestão de uma grade de exibição para o Festival.

Os filmes selecionados dialogam com estéticas, técnicas e recursos recorrentes no cinema, mas alguns trazem uma linguagem diferenciada. Mais da metade dos realizadores optaram por roteiros ficcionais, mas também serão exibidos filmes nas modalidades documentário, animação e experimental. Os membros da comissão viram com otimismo o nível dos trabalhos e ressaltaram a importância de existir mais espaços de divulgação da produção independente brasileira, com destaque para a universitária.

As exibições da Mostra Competitiva serão realizadas no Teatro Sete de Setembro, em Penedo (AL), de 13 a 17 de novembro, às 19h 30. Nesta segunda edição, será reservada uma cota de hospedagem para os filmes selecionados, possibilitando a circulação de diretores, produtores e roteiristas durante os dias do evento.

Filmes selecionados

1. Seu Arlindo vai à loucura

2. Hoje tem espetáculo?

3. Ressaca

4. Do lado de fora

5. Antônio de Canudos

6. 12:40

7. Gil

8. A Banheira

9. Longe de casa

10. Hortipub

11. Você já cortou seu cabelo com maquininha?

12. Dique

13. Quando o céu desce ao chão

14. Irene

15. Ontem

16. A view to a kill

17. Menino Bosque

18. O membro decaído

19. Quem é Rogério Carlos?

20. X Tudo

21. Jantar/Aliança/Prato

22. Borboletas Delicadas

23. Tecendo nuvens e retalhos

24. O Traveco

25. A triste história de Kid Punhetinha

26. Davi e os aviões

27. Branca Nudez

O olhar 360 de Ingra Liberato sobre filme de Meirelles

Atriz escreve texto emocionado sobre novo filme do cineasta…

Oi, Fernando.

Estou te escrevendo porque muitas questões ficaram reverberando na minha cabeça e no meu coração. Realmente não precisa responder. É só uma necessidade minha de retribuir como espectadora. Sua história bateu fundo em mim. A possibilidade de escolha e a chance são meus temas preferidos.”Só temos uma vida. Quantas chances teremos?” é uma pergunta recorrente dentro de mim. Nesse momento, estou vivendo uma mudança de trajetória de vida das mais radicais. Sempre fiz isso quando senti que precisava me dar nova chance, mas quando se tem uma família com uma estrutura mais engessada, isso é quase impensável. Eu pensei. E realizei um movimento gigante.

O filme não tem muitos acontecimentos externos, mas internamente as pessoas estão vivendo um tsunami!! E esse movimento interno é violento e revolucionário na vida de cada um. Não consigo imaginar ações mais intensas do que as que o filme revela. Pensamentos em turbilhão e corações expostos. Você descreve com extrema simplicidade, delicadeza e profundidade esse momento chave onde nos deparamos com uma porta que ainda não tivemos a coragem de abrir. Uma porta que tem estado ali esperando a hora certa para ser aberta. Geralmente levamos muito tempo para fazer isso, mas é um tempo fundamental para que essa decisão tenha consistência. Muita gente passa toda uma vida trancado do outro lado da porta. Amei seu filme por expor essa coragem(cheia de fragilidade absolutamente humana) nos seus personagens. E o nome 360 parece ter a ver com o fato de ser um filme “redondo”, “giratório”, estranhamente bem acabado mas que ao mesmo tempo não acaba…continua respirando. Pra mim, leiga que sou, pareceu a obra de alguém que sabe tanto daquela composição chamada cinema, que em alguns momentos desafina de forma afinada. Parece que você deu um passo além. Depois de dirigir com tanta correção e genialidade, está desconstruindo o que é convencional com mais genialidade ainda. O filme soa estranho em alguns momentos e isso é excelente!!! É impressionante como você consegue essa partitura tão original!… Não vou mais tomar seu tempo. É que hoje acordei com esse filme pulsando muito e resolvi sentar pra te escrever. Já tinha falado bastante com a Ciça sobre a música, mas faltou falar contigo. Desculpe minha inquietação para fazê-lo.

Obrigada por mais esse filme.

Beijos ! Ingra

‘Olho Cru’ marca estreia de Leandro Firmino da Hora na direção de cinema

Um olhar atento e vivo sobre o submundo de uma grande favela horizontal carioca. A temática do curta-metragem Olho Cru é o ponto de partida para um “passeio” pela Cidade  de Deus, na zona oeste do Rio de Janeiro.

Dirigido pelo roteirista Emílio Dante e pelo ator Leandro Firmino da Hora – um dos protagonistas do filme Cidade de Deus – o curta foi todo rodado em 48 horas, na comunidade pacificada, e conta com a atuação de moradores escolhidos pelos próprios autores. Ao todo, foram escaladas 15 pessoas para o elenco, além da equipe técnica, que reuniu cerca de 20 integrantes.

 

Embora a filmagem tenha sido feita em 2010, só ano passado Leandro Firmino e Emílio Dante se deram conta de que o vasto material daria um curta-metragem. E partiram pra adaptação do roteiro original, de autoria do publicitário mineiro Bruno Mendes.

– Fizemos uma pós-produção de seis meses para compensar os errinhos da produção – afirmou Dante.

Sem qualquer patrocínio, o filme já conta com críticas positivas de profissionais do meio cinematográfico. Os diretores nutrem a expectativa de que a produção seja escolhida para exibição no Festival do Rio. O filme será projetado pela primeira vez na Cidade de Deus, e terá a performance do DJ Wladimir Gasper.

Leandro Firmino da Hora e Aurora Miranda Leão: unidos pelo Cinema

O barato do filme é justamente o fato de não ter atores profissionais. Todo o elenco conhece os tipos que aparecem no curta – afirma Leandro Firmino.

A trama gira em torno do roubo de uma mochila. Morador da Cidade de Deus há mais de 40 anos, Ronaldo de Paula teve atuação elogiada.

Foi a primeira vez em que atuei e estou adorando os elogios. Fico emocionado por podermos filmar na Cidade de Deus agora, que está pacificada – afirmou.

Equipe OLHO CRU, de Emílio Dante e Leandro Firmino da Hora: Cidade de Deus na tela…

Até quando a realidade é uma mentira ?

A Forma Filmes comunica:

Os jovens diretores Rodrigo Oliveira e Marcelo Luiz de Freitas participarão do 6ºCurta Cabo Frio – Festival de Audiovisual da Costa do Sol (RJ) com o documentário Até quando a realidade é uma verdadeira mentira ?

O festival acontecerá de 1 a 9 de setembro e esta será a primeira exibição do curta em festivais. O documentário incita a discussão sobre o poder que a propaganda, no caso de cerveja, exerce sobre as pessoas.

Até quando a realidade é uma verdadeira mentira ? concorrerá na mostra competitiva de curtas digitais.

Trailer oficial e outros trabalhos de Marcelo Luiz de Freitas e Rodrigo Oliveira, acesse http://formafilmes.wordpress.com http://marceloluizdefreitas.wordpress.com

Mas a FORMA FILMES estará em Cabo Frio com outros 2 trabalhos: Dadashow volume 2, e Doméstico 365 de Marcelo Luiz de Freitas.

Doméstico 365 concorrerá na mostra competitiva de curtas realizados com câmera fotográfica/celular.

Dadashow volume 2 concorre junto ao Doc Até quando a realidade é uma verdadeira mentira ? na mostra competitiva de curtas digitais.

Bárbara Cariry promove Outros Cinemas em Fortaleza

Abertas até dia 17 as inscrições à quinta edição da Mostra Outros Cinemas, que vai acontecer de 16 a 19 de outubro na Casa Amarela da UFC, em Fortaleza.

Os interessados devem enviar as produções acompanhadas de ficha de inscrição, devidamente preenchida e assinada, além de fotos, release e autorização de exibição, disponíveis em: www.mostraoutroscinemas.blogspot.com  

Podem ser inscritas produções de todo o país. Os filmes selecionados pela curadoria da Mostra não são exibidos em nível competitivo.

Cada participante poderá inscrever até 2 filmes e/ou vídeos, de acordo com sua duração (curta metragem – até 23 minutos), sobre qualquer tema e que não tenha participado de edições anteriores.

Idealizada por Bárbara Cariry, a Mostra Outros Cinemas é uma realização da Sereia Filmes e vai consolidando-se como mais um espaço alternativo para a difusão da produção audiovisual brasileira.

Luz, Câmera, ARAXÁ: Primeiro Festival de Cinema será aberto dia 10 de setembro

Lançado esta manhã, em coletiva de imprensa no Teatro Municipal de Araxá, em Minas Gerais, o 1º ARAXÁ CINE FESTIVAL – Festival Nacional de Cinema de Araxá.

Débora Torres, uma exímia articuladora cultural, alcança mais um tento e consegue dar vazão ao seu objetivo de espalhar Cinema Brasileiro, por onde der. O ARAXÁ CINE FESTIVAL é mais uma cria de Débora, que sonhava á tempso essa benfazeja ideia.

A cidade de Araxá já está entando no clima do festival. Mês que vem, durante sete diasde 10 a 16 de setembro, a aprazível cidade mineira, conhecida por suas belezas naturias, águas e lamas medicinais, vai se transformar na Capital do Cinema Brasileiro.

A programação do Araxá Cine consiste em mostras competitivas cinematográficas, nas seguintes categorias: longas-metragens brasileiros de ficção convidados, curtas-metragens mineiros convidados, e curta-metragens araxaenses selecionados, festivalzinho para as crianças da rede municipal de ensino, palestras, debates, oficinas e workshops de audiovisual. O festival é realizado através da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet – Ministério da Cultura), e todas as atividades programadas terão acesso gratuito, com apresentações musicais na abertura de cada sessão, promovendo o intercâmbio interregional entre profissionais, público e amantes da arte cinematográfica e musical. 

Porque um Festival em ARAXÁ 

O Estado de Minas Gerais sedia festivais nacionais e internacionais bem consolidados, os quais apresentam aos artistas e ao público referências de alta qualidade técnica e artística, não raras vezes marcadas pelo caráter de inovação. Araxá, cidade da messoregião do Triângulo Mineiro, possui aspectos que a tornam absolutamente propícia a receber um festival de cinema, a começar pela beleza de suas paisagens naturais, ainda mais quando o objetivo está alicerçado numa proposta onde história e memória da cinematografia brasileira desenham-se em intercâmbio com o local, regional e nacional,  centrando o foco no Cinema como Patrimônio em diálogo com o Público.

 As exibições dos filmes, oficinas e workshops serão itinerantes e gratuitos. Com estas ações pretende-se:   

. Troca de experiências e integração entre profissionais, críticos e artistas no campo do cinema e do vídeo, e demais artes ou segmentos culturais;  

. Fomentar a discussão sobre as possibilidades culturais locais; capacitar os agentes disseminadores da produção audiovisual; 

. Formar platéia para o cinema nacional, projetar o potencial turístico e cultural do município de Araxá; 

. Promover o cinema e o vídeo como forma de recurso multidisciplinar a ser usado nas escolas;  

. Fomentar a cultura cinematográfica;  

. Difundir o cinema brasileiro;  

. Despertar a criação de novos cineastas e entusiastas da cultura audiovisual brasileira;  

. Despertar nos empresários e políticos locais a necessidade de amplo investimento na área cultural e incentivar iniciativas para a preservação cultural.           

. Realizar uma semana de exibições públicas de filmes de todos os gêneros cinematográficos, com apresentação das equipes técnicas e artísticas dos filmes. 

. Realizar Oficinas de Roteiro, de Produção Executiva, Direção com duração de 6 dias, num total de 12 horas / aula, para cada oficina. 

. Realizar workshops de audiovisual.  

. Realizar 7 dias de apresentações de grupos musicais da Associação dos Funcionários e Alunos da Escola Municipal de Música Maestro Elias Porfírio de Azevedo.  

 

Como nasceu o I ARAXÁ CINE FESTIVAL 

O projeto é uma iniciativa de regionalização, nacionalização e democratização. A ideia é trabalhar para ver o Brasil presente nas telas, nas ruas, nas praças, no rosto, na voz, no pulso de quem faz, de quem vê, de quem pensa, de quem sonha, de quem acredita e cria oportunidades para provocar mudanças, gerar desenvolvimento, atrair novos agentes culturais, seja da estrutura de platéia à quem produz.

Objetivando apresentar ao público a diversidade da produção cinematográfica brasileira em formação, reflexão, exibição e difusão, o  1º ARAXÁ CINE FESTIVAL pretende abrir precedentes para disseminar Cultura & Arte em todos os aspectos, através de encontros e diálogos, de revelação e integração de novas iniciativas, ampliação e visibilidade para todos que têm compromisso com seu país. 

 

As imagens exercem um grande poder na formação das pessoas. A qualidade do conteúdo que apresentamos a elas, sejam filmes, programas de TV ou estímulos artísticos, ajudam na construção de valores e saberes. Música e cinema caminham paralelamente desde os tempos em que víamos desfilar num ecrã as imagens em preto e branco ao som de uma pianola; já então a música acompanhava as imagens e dava-lhes a expressão certa, fosse nos momentos de suspense, de tristeza ou numa mera cena de pancadaria. A empatia entre estas duas formas de expressão artística é tão forte que as nossas memórias de um filme são, frequentemente, a lembrança da trilha sonora ou, pelo menos, de um dos seus temas.

Os grandes realizadores perceberam cedo essa importância disso e contrataram para os seus filmes  os melhores compositores, sendo que alguns destes especializaram-se em música para o cinema. O cinema é uma expressão que incorpora a música, a literatura, as artes cênicas e plásticas, além de outras áreas do conhecimento, como história, geografia, ciência. A Sétima Arte pode ser um suporte para a formação cultural de um indivíduo mais crítico e consciente, bem como o audiovisual pode e deve ser usado como ferramenta pedagógica. 

 

O cinema valoriza a cultura (a ‘nossa’ e a do ‘outro’), incentiva a auto-estima, gera curiosidade e, acima de tudo, transforma o pensamento, diverte  as pessoas. Pode ser a chave para um mundo melhor. Um mundo que aceite as diferenças como parte da riqueza cultural.

Débora Torres, entusiasmada com a concretização do projeto, que alimentava há cerca de 3 anos, afirma: “Araxá é uma cidade acolhedora, com uma rede hoteleira muito boa. Queremos que seja um evento que venha para ficar.” 

MinC recebe candidatos ao Oscar…

Abertas as inscrições para filmes brasileiros de longa-metragem, cujos diretores e/ou produtores queiram participar do processo de seleção destinado à indicação do filme nacional que concorrerá ao Oscar 2013 – 85ª Premiação Anual promovida pela Academy of Motion Picture Arts and Sciences.

A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, assinou portaria com esse objetivo,  publicada ontem, 7, no Diário Oficial da União (Portaria nº 109, Seção 1, página 5). O trabalho de escolha do filme brasileiro que poderá concorrer ao Oscar é coordenado pela Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura.

Inscrições

Poderão ser inscritos filmes que tenham sido exibidos ou a serem projetados publicamente, com fins comerciais, pela primeira vez no Brasil, e por pelo menos sete dias consecutivos (no período de 1º de outubro de 2011 a 30 de setembro de 2012) em uma sala de cinema comercial.

Toda a  comprovação deverá ser feita por meio do cronograma de exibição.

A inscrição no processo de seleção implica a declaração de ciência e concordância com as normas e condições de participação no certame, estabelecidas pela Academia promotora do Oscar.

Para se inscrever, os interessados deverão preencher o requerimento, de acordo com o anexo 1 da portaria e reunir 12 (doze) cópias do filme, em DVD, as quais deverão ser entregues no seguinte endereço:

Oscar 2013

Ministério da Cultura
A/C Secretaria do Audiovisual
SCS Quadra 09, Lote C, Torre “B”, 8º andar
Edifício Parque Cidade – Corporate
CEP: 70308-200 – Brasília/DF

Serão admitidas inscrições por Sedex ou similar. Em caso de dúvida, basta enviar e-mail para savinfo@cultura.gov.br

A Comissão Especial de Seleção se reunirá dia 20 de setembro, às 10 horas, no Palácio Gustavo Capanema, Rua da Imprensa, nº 16, 2º andar, Centro, Rio de Janeiro, para anunciar o filme selecionado.

Cine B faz 5 exibindo Cinema Brasileiro

 Cinco Vezes Favela, Agora por nós Mesmos é o filme deste mês 

Cena do primeiro episódio, Arroz com feijão… 

O CINE B, projeto de cinema itinerante realizado pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região em parceria com a Brazucah Produções, está completando 5 anos este julho. Nesse tempo, o Cine B já levou muito do cinema brasileiro (longas e curtas-metragens) para 27.500 espectadores e realizou 222 sessões nos mais diversos bairros e comunidades de São Paulo, Osasco e Região.

Ruy Guerra: cineasta atua num dos episódios mais aplaudidos pelo público…

Segundo Cidálio Vieira Santos, coordenador do Projeto, através do Cine B, muitas pessoas experimentaram, pela primeira vez, a experiência de assistir a um filme no cinema. “Já levamos a estrutura cinematográfica do Cine B, composta por telão, projetor, caixas de som, banners, pesquisas de opinião e sorteio de camisetas do projeto, além da tradicional pipoca e de seu pipoqueiro oficial, o seu Antônio Nascimento, para escolas, salões de igrejas, quadras esportivas, debaixo de ponte, praças, ruas e parques de São Paulo e região”, conta.

 

O Cine B vai comemorar estes 5 anos com mais sessões de Cinema: dias 19, 20 e 21 de julho, o Projeto exibe no Jardim Brasília, Cohab 1 e Jardim da Conquista, bairros da Zona Leste de São Paulo, o filme Cinco Vezes Favela, agora por nós mesmos 

 

Desde 2007, o projeto já exibiu “Eu e meu guarda-chuva”, “O contador de histórias”, “O casamento de Romeu e Julieta”, “Antônia”, “A máquina”, “Meu nome não é Johnny”, entre outros títulos de sucesso. O CINEB também já realizou diversas pré-estreias de filmes brasileiros como “Raul Seixas – O início, o fim e o meio”, Divã, Era uma vez…, entre outros. 

Após as sessões, é vendido um DVD com os 5 curtas mais votados pelo público do projeto, nos 5 anos de exibição. A seleção faz parte do primeiro Selo Cine B do Cinema Brasileiro, uma coletânea de DVDs com curtas-metragens brasileiros. A ideia é popularizar este formato de filme.

 

 Cena de Deixa voar, um dos cinco episódios de Cinco Vezes Favela

Saiba mais sobre o CineB: http://cineb.spbancarios.com.br 

SERVIÇO 

Dia 19 de julho, quinta, 19h – Jardim Brasília (Zona Leste)

Onde: Entidade Juntos (Rua Canfora, 90 – Jd. Brasília)
Retirada de Convites: Sr. Humberto/ Daniel

Mais informações: (11) 2364 2328
Capacidade: 200 pessoas
 

Dia 20, às 19h – Cohab1 – Zona Leste

Onde: Associação dos Moradores – Esfuco (Travessa Antonio Brunelli, 351 – Cohab I – Artur Alvim)
Retirada de Convites: na Associação de Moradores/ 3188 5208

Mais informações: Anaildo/ Edu – 8691-6204
Capacidade: 120 pessoas 

Dia 21 (sábado), às 19h – Jardim Conquista – Zona Leste

Onde: Emef. Prof. Carlos Correa Mascaro –(av. Salve A Mocidade, 932 – Jd. Conquista).

Mais informações: 7895-1872
Capacidade: 200 pessoas

Agosto de frio e cinema em Triunfo. Selecionados serão divulgados dia 18

TRIUNFO: cenário convidativo para festival de cinema no interior nordestino…
 
A Coordenadoria de Audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco informa: a lista de filmes selecionados à quinta edição do Festival de Cinema de Triunfo deve ser divulgada no próximo dia 18 de junho.
 
 
Carla Francine, que esteve no CineCE divulgando o Festival de Triunfo…
 
Segundo Carla Francine, coordenadora da pasta, a prorrogação da data se deve ao expressivo aumento do número de  inscrições, da ordem de mais de 40% em relação aos inscritos no ano passado.
 
A comissão que vai avaliar os 182 filmes inscritos para a quinta edição do Festival é formada por Carla Francine (Secult); Caio Dornelas (FEPEC); Milena Evangelista (Fundarpe); Isabela Cribari (APCNNE); Shirley Hunther (Fundarpe) e Germana Pereira (APCNNE).
 
O histórico Theatro Guarany, cenário de exibição dos filmes do Festival de Triunfo..
 
 
As inscrições nas mostras competitivas, reúnem 26 longas-metragens; 93 curtas-metragens naiconal; 37 curtas-metragens pernambucanos; 14 curtas-metragens nacional infanto-juvenil e 12 curtas-metragens dos Sertões.
 
O Baile Perfumado: marco do cinema brasileiro, será exibido em Homenagem
 
Este ano, o Festival de Triunfo vai homenagear os 15 anos de lançamento do filme O Baile Perfumado(foto), dos cineastas Lírio Ferreira e Paulo Caldas, produzido por Aramis Trindade e Marcelo Pinheiro. O filme, lançado em 2007, é o marco da retomada do cinema pernambucano, que desde então apresenta intensa produção. Atualmente, mais de 30 longas estão em alguma fase de produção no Estado.
 

Outras informações,: www.fundarpe.pe.gov.br

Febre do Rato é o longa mais aguardado do CineCE

Novo filme de Cláudio Assis será exibido no Theatro José de Alencar, com a presença do diretor e dos atores Matheus Nachtergaele, Mariana Nunes, Maria Gladys e Tânia Granussi

 

FEBRE DO RATO entra em cartaz dia 22 de junho em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte, Porto Alegre e Brasília. O filme participou do Paulínia Festival de Cinema – 2011 e conquistou 8 prêmios: Melhor Filme Ficção – Júri Oficial, Melhor Filme – Prêmio da Crítica, Melhor Ator (Irandhyr Santos), Melhor Atriz (Nanda Costa), Melhor Fotografia (Walter Carvalho), Melhor Montagem (Karen Harley), Melhor Direção de Arte (Renata Pinheiro), Melhor Trilha Sonora (Jorge Du Peixe).
Febre do Rato é uma expressão popular típica do nordeste brasileiro, que significa aquele que está fora de controle. É assim que Zizo, poeta inconformado e anarquista, denomina seu tablóide, publicado às próprias custas. Às voltas com seu universo particular, no qual saciar os desafortunados é uma mistura de benefício com altas doses de maldade, ele se depara com Eneida, consciência contemporânea e periférica, e todas suas convicções parecem ruir. Instaura-se o conflito entre o indivíduo e a coletividade.

Cláudio Assis e Irandhir Santos: presenças no CineCE, que vai movimentar Fortaleza a partir da próxima sexta…

Sobre o diretor Cláudio Assis

Desde o início da carreira como ator e cineclubista em Caruaru (PE) até a direção do primeiro longa, Amarelo Manga (2002), o diretor construiu uma trajetória que inclui a direção e produção de curtas, documentários e longas. Esses últimos são resultado de profunda reflexão sobre a linguagem cinematográfica e seus meios de produção. Sua obra dialoga entre si e constrói um discurso cinematográfico próprio, focado na reflexão do comportamento humano. Seus longas são projetos de baixo orçamento, e entre estes destacam-se Baixio das Bestas (2006), premiado nos festivais de Brasília, Roterdã, Miami e Paris; Amarelo Manga, premiado em Brasília, Toulose (França), Miami e Fortaleza; Chico Science – Retratos Brasileiros (2008), e Vou de Volta (2007).  

FEBRE DO RATO

Brasil, 2011, 110 min, 35mm, p&b, dolby digital
Direção: Cláudio Assis
Produção: Claudio Assis, Julia Moraes e Marcello Ludwig Maia
Produção: executiva Marcello Ludwig MaiaRoteiro Hilton Lacerda
Fotografia: Walter Carvalho
Montagem: Karen Harley

Elenco: Irandhyr Santos, Nanda Costa, Matheus Nachtergaele, Juliano Cazarré, Tânia Granussi, Conceição Camarotti, Mariana Nunes, Maria Gladys, Ângela Leal, Vitor Araújo, Hugo Gila.

Distribuição: Imovision