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CineTeatro Xin vai sediar mais um Olhares do Pantanal

Cidade histórica do Mato Grosso, Cáceres está  localizada na mesorregião Centro-Sul do estado e na microrregião do Alto Pantanal, com uma população de aproximadamente 100 mil habitantes, na fronteira com a Bolívia.

Apesar de ser considerada uma típica cidade pantaneira, Cáceres está situada dentro da Amazônia Legal, que compreende, além de todo o estado de Mato Grosso, mais 8 estados brasileiros, que formam o Pantanal Norte (onde fica Cáceces, também chamado Pantanal Amazônico por estar totalmente inserido na Amazônia Legal).

O município é de grande importância para o Pantanal (disputa com AquidauanaMS a segunda colocação em importância na região; a primeira é Corumbá, considerada a Capital do Pantanal), pois serve de acesso terrestre à região. Além disso, Cáceres se destaca no turismo histórico e esportivo. Fica situado numa das regiões mais privilegiadas do pantanal matogrossense, visto que ostenta uma das maiores potencialidades turísticas do estado, ou seja, a grandiosidade e a beleza do Rio Paraguai e seus afluentes. Isso fez com que ali se desenvolvesse um pródigo cenário em torno da pesca esportiva, e hoje Cáceres sedia um evento de alcance mundial: o Festival Internacional de Pesca (FIP), registrado no Guinness Book como o maior campeonato de pesca do mundo em águas fluviais.

Desde o ano passado, Cáceres ganhou mais um motivo para tornar-se atração e com muito mais amplidão. Foi quando uma empreendora da área audiovisual tomou a decisão de criar um Festival de Cinema. E assim surgiu o Festival de Cinema de Cáceres – OLHARES DO PANTANAL. 

A determinação da empreendora Elainne Cintra, ou simplesmente Elaine Xin (como é mais conhecida por conta de seu CineTeatro XIN), fez com que ela realizasse ali, ano passado, com apoio do Governo do Estado do Mato Grosso, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, a primeira edição do Festival OLHARES DO PANTANAL, que tem na Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) uma grande parceira.

Visão interior do CineTeatro XIN, onde acontecem as sessões do Festival OLHARES DO PANTANAL…

Objetivando divulgar filmes que lancem um olhar sensível e especial para os estados e países que permeiam a região do Pantanal, o festival quer privilegiar cinematografias autorais e de produção independente, e, na edição do ano passado, contemplou a realização de um grande encontro regional dos cineclubes de Mato Grosso, tendo como foco a integração e o reconhecimento dos cineclubistas como grandes difusores da cultura do audiovisual.

O Festival divide-se em 3 mostras competitivas: a primeira para filmes de longa-metragem brasileiros; a segunda para filmes de longa estrangeiros, e a terceira para curtas e videoclipes brasileiros. Podem participar obras captadas em película ou vídeo digital, mídia móvel celular, em qualquer bitola ou formato. As inscrições devem ser abertas esta semana.

Elainne Cintra trabalhando a todo vapor na realização do II Olhares do Pantanal

O festival, idealizado e tocado adiante por Elainne Arruda Pires Cintra, conseguiu mobilizar Cáceres em torno do Audiovisual, levando ao público mostras competitivas de produções independentes, além de promover oficinas como forma de aproximar o público das técnicas de produção típicas da Sétima Arte.

Para a pró-reitora de Extensão e Cultura da Unemat, Juliana Mattiello, a proposta do festival reacende na população de Cáceres a paixão pelo cinema, além de incentivar a formação de novos públicos. A pró-reitora enfatiza o papel da Universidade em apoiar ações que incentivem a cultura e a produção artística.

Sucesso de público e perante a imprensa local (em Cáceres, há várias emissoras de rádio e TV) e nacional, a primeira edição do festival trouxe a satisfação de contribuir para o fomento das produções audiovisuais da região, destaca a empreendedora Elainne Pires Cintra. Para ela, a proposta foi muito bem aceita pela população que prestigiou todas as exibições e participou ativamente das oficinas e do encontro de cineclubes.

Agora, Elainne Cintra tem planos de fazer uma edição ainda melhor e mais diversificada. Aguardem novidades aqui no Aurora de Cinema.

Belezas e atrações de Cáceres ficarão mais evidentes através do Cinema…

Lima Duarte e Paulo Figueiredo porque a Vida Continua…

 

Baseado no best-seller espírita E a Vida Continua, pelo espírito André Luiz, psicografado por Chico Xavier, o filme estreia em 14 de setembro. Trata-se do 13º e último livro da série “A Vida no Mundo Espiritual”.  

ELENCO 

Amanda Acosta iniciou sua carreira logo aos 4 anos de idade. Em 1998 foi convidada a interpretar Narizinho no espetáculo No Reino das Águas Claras, baseado na obra de Monteiro Lobato. Foi apresentadora do programa de TV Clipearte e atuou na minissérie Unidos do Livramento. Esteve na novela O Mapa da Mina, onde viveu a personagem Eva.

Ficou em cartaz de 2003 a 2005 com a peça O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, e em 2007, viveu a personagem Elisa Doolittle, em My Fair Lady. Em 2009, interpretou Sonia Walsk, no musical Esta é a Nossa Canção. Desde 2010 apresenta o programa Inglês com Música, na TV Cultura. No cinema, Amanda Acosta esteve, ainda criança, no filme A Princesa Xuxa e os Trapalhões, e já adulta no premiado curta-metragem Pelo Ouvido

Luiz Baccelli é ator, dramaturgo, professor, historiador e diretor do grupo teatral Ação Entre Amigos. Iniciou sua carreira profissional com Antunes Filho em 1968, participando dos espetáculos que percorreram vários países. Ganhou o Prêmio Molière de melhor ator por Xica da Silva. Durante 10 anos fez parte do grupo Tapa/Cia. Participou de novelas na Rede Globo, no SBT, na Band e Record. Entre outras, esteve em Sangue do Meu Sangue, Pérola Negra, Laços de Família, Amor e Ódio, A Escrava Isaura, Amazônia – de Galvez a Chico Mendes, A Favorita, Caminho das Índias e Araguaia. Nos cinemas, atuou em Ação entre Amigos (1998), Mater Dei (2000) e Os 12 Trabalhos (2006).

 

Ana Rosa nasceu na cidade de Promissão, São Paulo. Estreou aos 22 anos na TV Tupi e não parou mais.  Tanto que em 1997 entrou para o Guinness Book como a atriz que mais fez novelas no mundo. No teatro, atuou em As Lobas e Trair e Coçar É Só Começar, entre várias outras peças. É grande divulgadora do Espiritismo viajando pelo país com a peça teatral Violetas na Janela, e atuando nos principais filmes Espíritas feitos no Brasil. Em 2005 escreveu e publicou o livro Essa Louca TV e sua Gente Maravilhosa.

 Lima Duarte, nome artístico de Ariclenes Venâncio Martins, nasceu na cidade mineira de Sacramento, e sua carreira se confunde com a própria história do teatro e da televisão brasileiros. É um dos mais importantes atores do Brasil, dono de papeis inesquecíveis em mais de uma centena de novelas, minisséries e especiais de TV. Nos cinemas, atuou em mais de 30 filmes. 

DIREÇÃO E ROTEIRO 

Paulo Figueiredo iniciou sua carreira em 1963, na TV Excelsior de São Paulo, como ator no programa “Quem quiser que conte outra”. Após atuar em novelas como “O Grande Segredo” e “O Caminho das Estrelas”, transferiu-se para a TV Tupi, em 67, onde atuou em Antônio Maria e Nino, o Italianinho , entre tantos outros sucessos.

Paulo Figueiredo estreando na direção de cinema…

Na Globo, atuou em Marrom Glacê, Por Amor, Terra Nostra, Laços de Família. Na Record fez Escrava Isaura, Prova de Amor. Paulo Figueiredo já soma mais de 60 telenovelas e minisséries, sendo a mais recente Rei Davi, da TV Record.
No teatro, fez Sua Excelência, o Candidato (1984/85), Prima com Chantilly e Bodas de Papel, entre outras. Já participou de mais 10 filmes para cinema, entre eles Adultério por Amor, O Médium e Caminho dos Sonhos.

Além de ator, é também escritor, roteirista e diretor. Nos anos 90, escreveu a minissérie Ilhas das Bruxas, para a TV Manchete. Foi roteirista do programa Fronteiras do Desconhecido, da mesma emissora. Foi roteirista e co-diretor de vários especiais de fim de ano de Roberto Carlos, na TV Globo, ao lado de Augusto César Vannucci. Foi, ainda, roteirista e co-diretor de um programa inserido no Fantástico chamado Os Paranormais e autor – roteirista da telenovela Sangue do meu sangue, no SBT. Dirigiu a novela Serras Azuis, da TV Bandeirantes.

PRODUÇÃO EXECUTIVA 

Oceano Vieira de Melo – Pesquisador e documentarista espírita há mais de 30 anos, é empresário pioneiro no setor jornalístico do mercado de vídeo. Nos anos 80 fundou o Jornal do Vídeo que circula até hoje. É fundador e proprietário da Versátil Home Vídeo, empresa responsável por disponibilizar no mercado brasileiro de DVD títulos de grandes mestres do cinema, como Bergman, Visconti, Glauber Rocha, Truffaut, Antonioni, Rossellini, Herzog, Fassbinder  e muitos outros.

Produziu e dirigiu os documentários espíritas para a TV por assinatura e DVD Divaldo Franco – Humanista e Médium Espírita (2007), Eurípedes Barsanulfo – Educador e Médium (2006), Chico Xavier – O Grande Médium Espírita (2005) e A Grande Síntese de Pietro Ubaldi (2009), todas exibidos no Canal Brasil da Globosat.

 

Lima Duarte no set de ‘E a vida continua…’, dirigido por Paulo Figueiredo

FICHA TÉCNICA – E A VIDA CONTINUA…

Brasil, 2012 – 97 minutos

Baseado no livro E a Vida Continua…, do espírito André Luiz,

psicografado por Chico Xavier.

Direção e Roteiro Adaptado Paulo Figueiredo

Produtor Executivo: Oceano Vieira de Melo

Produtora Associada: Sonia Marsaiolli de Melo

Diretora de Produção: Giselle Figueiredo

Diretor de Fotografia: Toni Ciambra

Câmera: Bruno Martins

Diretora de Arte : Liana Obata

Editor: Daniel Melo

Diretor Musical Beto Ninni

Autor da Trilha Sonora) Beto Ninni

Técnico de Som Direto: Gustavo Ribeiro

Coordenação de Produção: Ricardo Parah

Patrocínio: Vegas Incorporadora

e JJO Construtora e Incorporadora

Apoio: Cinecolor Digital

Apoio Cultural: Federação Espírita Brasileira

Apoio Promocional: Telecine

Distribuição: Paris Filmes

 

ELENCO:

ATORES – Personagens

AMANDA ACOSTA – Evelina Serpa
LUIZ BACCELLI – Ernesto Fantini
LIMA DUARTE – Instrutor Ribas
ANA ROSA – Lucinda
LUIZ CARLOS DE MORAES – Instrutor Cláudio
RUI REZENDE – Desidério dos Santos
LUIZ CARLOS FELIX – Caio Serpa
ANA LÚCIA TORRE – Brígida
CLAUDIA MELLO – Alzira
ARLETE MONTENEGRO – Sra. Tamburini
ROSANA PENNA – Elisa
RONALDO OLIVA –  Túlio Mancini
SAMANTHA CARACANTE – Vera Celina
CESAR PEZZUOLLI – Amâncio
CARLA FIORONI – Enfermeira Isa 

Saiba mais: www.eavidacontinuaofilme.com.br

JULHO da DANÇA em Joinville

Joinville é a capital da dança em julho

 

Entre 21 e 31 de julho, bailarinos e turistas do Brasil e do exterior têm a cidade de Joinville como destino certo. O 28° Festival de Dança de Joinville promove uma profusão de artes no Norte de Santa Catarina. Considerado o maior evento do gênero no mundo pelo Guinness Book desde 2005, o Festival de Dança de Joinville recebe mais de cinco mil bailarinos. Ao total, mais de 220 horas de apresentações são realizadas em praças, hospitais, shopping centers, bairros, no Centreventos Cau Hansen e no Teatro Juarez Machado. Joinville é o mais importante pólo industrial de Santa Catarina, berço de grandes empresas, como Cônsul (atual Whirlpool), Embraco, Fundição Tupy, Tigre, entre outras.

Pelo Festival de Dança de Joinville já passaram grandes nomes da dança como Mikhail Baryshnikov, Cecília Kerche, Natalia Osipova, Andrey Bolotin, Deborah Colker, Carlinhos de Jesus e Ana Botafogo, além de importantes companhias do mundo como o Balé Bolshoi, da Rússia; o grupo Mazowsze, da Polônia; o Ballet Real da Dinamarca; o Balé Nacional de Cuba; e companhias nacionais como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Desde o ano 2000, Joinville é a sede da única Escola do Teatro Bolshoi fora da Rússia. Localizada no complexo do Centreventos Cau Hansen (palco principal do Festival de Dança), a escola tem mais de 230 alunos e já conta com sua própria companhia, a Cia. Jovem da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil.

Ao todo, o Festival de Dança conta com 13 atrações entre Mostra Competitiva e o Encontro das Ruas, sua vertente hip hop. Os bailarinos de 10 a 12 anos têm seu espaço no Meia Ponta. Espetáculos contemporâneos formam a Mostra Contemporânea de Dança e para atrair os olhares da população e turistas, os Palcos Abertos levam a arte para diversos locais da cidade.

Além do Festival de Dança em si, Joinville oferece muitas opções em gastronomia e entretenimento. Durante o dia um roteiro de museus e visita à sede da Escola do Teatro Bolshoi. Vale a pena conferir também a vida noturna da cidade, bastante movimentada durante o Festival. 

Principais atrações: 

Noites especiais de Abertura, de Gala e dos Campeões

Mostra Contemporânea de Dança

Mostra Competitiva – balé clássico, clássico de repertório, dança contemporânea, danças populares, jazz, sapateado e dança de rua

Meia Ponta – apresentações infantis

Feira da Sapatilha

Palcos Abertos

Cursos e oficinas e seminários

Encontro das Ruas

Passarela da Dança

Dança Comunidade

Rua da Dança

Visitando os Bastidores

Mais informações: www.festivaldedanca.com.br e www.turjoinville.com.br