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BAGÉ consagra CINEMA como grande território da Celebração

Porque o Cinema é A Arte mais rica de todas… 

Desde quando o jovem cineasta Zeca Brito falou-me sobre uma mostra de cinema que realizava em Santa Thereza, um espaço de tradição cultural em Bagé, percebi naquele relato entusiasta e no brilho de seus olhos: ali estava uma pequena semente gritando vida. 

Daí para estar em Bagé neste 2011 assinando a Curadoria do III Festival de Cinema da Fronteira foi um passo rápido e decidido.

 

Bagé é uma cidade gaúcha de fortes raízes históricas e culturais. Foi em 19 de setembro de 1897 que o então Theatro 28 de setembro, no centro do município, era tomado pela Companhia de Variedades Amarantes e recebia o público para assistir à primeira exibição de imagens através do Cinematógrapho Édison. O ator Francisco Santos, também empresário da Companhia, acompanhou com alegria o entusiasmo de sua audiência, eufórica com a inusitada novidade. 

No dia 22 de setembro, o jornal O Comércio noticiava o acontecido e então se registrava a primeira exibição pública de imagens em Bagé. 

É este frescor jovial e o mesmo enlevo observado naquele público inicial que queremos retomar, fomentar, incentivar e prospectar para Bagé através da realização deste III Festival de Cinema da Fronteira, cuja ambiência é de salutar participação artística, de diversos matizes e vertentes, e cujo cerne traz imbutido o apreço pela Cultura, o gosto pela troca de experiências, a vontade de inocular em cada um o gosto pela Sétima Arte, e uma notória disposição de enfatizar a vocação natural de Bagé para as artes e as ações culturais.

 É objetivo principal da Curadoria tornar Bagé a Capital do Cinema durante esta semana de 10 a 17 de dezembro, na qual fechamos o ano de festivais do país, bem como evidenciar o viés de formação, respeito, atenção e aplauso à atividade cinematográfica. Outrossim, queremos difundir o caráter multifário, questionador e libertário deste festival, o qual pode se orgulhar pela honra de homenagear dois ícones do melhor cinema brasileiro, o chamado ‘cinema de invenção’: o escritor e ensaísta Jean-Claude Bernardet, e a atriz e diretora Helena Ignêz.

Na noite-homenagem: Zeca Brito, Helena Ignez, Sapiran Brito, Jean-Claude e Aurora Miranda Leão (foto Joba Migliorin)

Jean-Claude é um francês apaixonado pelo Brasil, que adotou o país como morada há muitos anos. Helena Ignêz é a mais paulista das atrizes baianas, um dos mitos da vanguarda feminina no cinema. Jean-Claude e Helena, França e Bahia, homem-mulher… 

O Cinema da Fronteira revela, até mesmo na escolha de seus homenageados, o viés inortodoxo e geograficamente transgressor de quem entende a Arte como um território sem fronteiras, onde todas as culturas valem o mesmo porque todas são iguais em suas diferenças de cada dia, e podem ser igualmente transformadoras, em suas predisposições artísticas. 

Viva o Cinema ! 

Viva a não-demarcação de fronteiras culturais ! 

Salve os 200 anos de Bagé ! 

Viva a bandeira Bagé, Capital do Cinema !

 

 AURORA MIRANDA LEÃO assinando a CURADORIA do III FESTIVAL DE CINEMA DA FRONTEIRA

INGRA LIBERATO e LEONARDO MACHADO encerram CINEMA DA FRONTEIRA

Festival que trouxe Helena Ignez e  Jean-Claude Bernardet  a Bagé, terá cerimônia de encerramento esta noite, no Museu Dom Diogo…

Atriz querida por onde passa, INGRA Liberato está em Bagé para participar da última confraternização de Cinema do ano no Brasil… 

Leonardo Machado, natural de Bagé, subirá ao palco simbolizando todos os artistas da Capital Pampeana do Cinema

Como acontece em todo festival de cinema, é hoje a noite mais esperada desta terceira edição do Festival de Cinema da Fronteira, aberto em Bagé (RS) no último dia 10, com destacada noite de teatro, música e falas oficiais no bosque do Palacete Pedro Osório (imponente sede da Secretaria de Cultura do Município).

Com comissões julgadoras formadas por Adriana Niemeyer, Catalina Moragues, Arly Arnaud e Mirela Meira – BINACIONAL -, e Sirmar Antunes, Miguel Ramos, Danny Gris, Beca Furtado, Ito Carvalho e Mariana Xavier – BAGÉ 200 Anos -, os concorrentes recebem logo mais, às 21h, em solenidade no belo Museu Dom Diogo de Souza, as estatuetas as quais farão jus os vencedores.

Telão na praça da Catedral: cinema de graça é realidade no Festival de Bagé… (foto J. Migliorin)

A solenidade consta de apresentações de coreografias por bailarinas e alunas de dança da cidade (Bagé é cenário onde a dança é fértil), seguindo-se a cerimônia de entrega de troféus, sob o comando de Ingra Liberato e Leonardo Machado; em seguida, show de Lisandro Amaral no Centro de Lazer Administrativo (antiga sede da Reffesa), com exibição de filmes da Mostra Lusófona.

Festival de Cinema da Fronteira: clima de congraçamento começou muito antes do encerramento… (foto Joba Migliorin)

Na sequência, uma grande festa de congraçamento entre todos os participantes e os funcionários da Secretaria de Cultura do Município, deverá tornar inesquecível esta terceira edição do Festival de Cinema da Fronteira.

Salve, Salve !

Que venha 2012 !

Abram alas: HELENA IGNÊZ vem aí…

Consagrada Atriz e Diretora de Teatro e Cinema, Helena Ignêz chega hoje a Bagé para receber Homenagem do Festival de Cinema da Fronteira

Helena Ignez é baiana de nascimento, mas há tantos anos reside em São Paulo, que muitos esquecem sua origem nordestina. Filha de tradicional família, Helena chegou a ingressar na Faculdade de Direito, mas as lições ali ensinadas nunca tocaram o coração da futura atriz. Já no segundo ano da Faculdade, quando vai ao teatro assistir a uma peça, fica empolgada com a atuação de um grupo de jovens atores, e identifica-se de tal modo que decide então enveredar por aquele caminho e mudar os rumos de sua vida.

Abandona a faculdade, para aflição da família, e matricula-se no Curso de Arte Dramática da Universidade da Bahia, onde permanece por três anos. Atua em diversas peças por palcos da capital baiana até que, em 1959, recebe convite de um critico de cinema chamado Glauber Rocha, para participar de um curta-metragem chamado O Pátio. Esta foi a estréia de Helena Ignêz no cinema. Ela e Glauber se apaixonaram, casaram e tiveram Paloma, hoje a respeitada cineasta Paloma Rocha. A estréia como atriz em longa-metragem acontece em 1961 no clássico A Grande Feira, do conterrâneo Roberto Pires. Com a repercussão alcançada em A Grande Feira, vai para o Rio e lá inicia sólida carreira cinematográfica em filmes como Assalto ao Trem Pagador (62), O Bandido Da Luz Vermelha (68), Copacabana Mon Amour, e tantos outros. Do casamento de 35 anos com seu parceiro, diretor, amigo e amor maior, o cineasta catarinense Rogério Sganzerla, Helena Ignez teve duas filhas: Sinai, hoje produtora, e Djin, premiada atriz de teatro e cinema.

Figura de destaque na cultura brasileira. Integrante de inúmeros movimentos de vanguarda, neles Helena Ignêz esteve sempre com o diferencial da inteligência, da sensibilidade e da delicadeza. Com 40 anos de produção e incursão nos vários campos da arte cênica e cinematográfica, foi homenageada em 2006 pela organização do 20º Festival de Films de Fribourg (Suíça) com a Mostra La Femme du Bandit (A Mulher do Bandido), ocasião em que foram exibidos 25 filmes nos quais atuou, produziu ou assumiu a direção.  Também na Suíça, como artista plástica, estreou a cine-instalação  Electric Sganzerland , no Centre D’Art Contemporain – Fri-Art .

Sua estréia na direção, em 2008, com o longa-metragem Canção de Baal, onde divide-se entre atuação/produção/direção, foi um divisor de águas.

De atriz premiada e musa festejada por críticos e cinéfilos, Helena Ignêz passou a ser vista como diretora competente e reafirmou a marca que a consagrou: a ousadia.

. Canção de Baal recebeu aprovação maciça da crítica e esteve nos grandes festivais do mundo, sendo os principais: Festival do Rio (Midinight Moovies); 32º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, e Festival Internacional de Goa, na Índia. Em 2009, novas conquistas para o filme de estréia: Melhor Filme pelo Júri da Crítica no Festival de Gramado, e o prêmio Ano Unno no Festival I Mille Occhi, em Trieste (Itália) ‘por sua contribuição à linguagem cinematográfica’. Com este filme, a diretora foi também homenageada no 12º Festival de Cinema Luso Brasileiro em Portugal, e no 4º CinePort, realizado em João Pessoa (PB). Em 2009, Helena Ignez foi homenageada pelo 8º Festival I Mille Occhi, Trieste (Itália) pelo conjunto da obra e contribuição à linguagem cinematográfica.

O segundo longa-metragem sob sua direção foi Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha, roteiro de Rogério Sganzerla, protagonizado por Ney Matogrosso. O filme estreou internacionalmente no 63º Festival de Cinema de Locarno (Suíça), onde recebeu o Prêmio da Crítica Boccalino D’Ouro como Melhor Filme.  Luz nas Trevas foi também selecionado pelo 12º Festival do Rio; 34˚ Mostra Internacional de Cinema de São Paulo;  7˚ Amazonas Film Festival (onde ganha Menção Honrosa); 15˚ Festival Internacional de Cinema de Kerala (India). Em 2011, Luz nas Trevas é exibido no 26˚ Festival Internacional de Cinema de Santa Bárbara, 18˚ Festival Latino Americano de San Diego, e 5o BRAFFTv – Brazilian Film & Tv Festival of Toronto, todos nos EUA; na quinta edição do Festival CinePort (PB); 13˚ BAFICI – Festival Internacional de Cinema de Buenos Aires (AR).

Helena Ignêz em recente viagem ao Amazonas, onde ela encantou com sua simplicidade e onde pretende rodar cenas de seu novo longa…

Atualmente, a iluminada e pacificadora guerreira HELENA IGNÊZ trabalha na captação de recursos para dois novos e instigantes projetos: o longa-metragem Ralé, com roteiro e direção seus, tendo Ney Matogrosso como protagonista; e na transposição da peça teatral O Belo Indiferente (clássico de Jean Cocteau) para o cinema, tendo sua filha Djin Sganzerla como protagonista.

Se pudéssemos sintetizar o cerne do que vai embutido na trajetória de Helena Ignêz, diríamos com suas próprias palavras: “O que importa é a gente tentar ser bom, tentar amar e ver no outro a gente mesmo”.

Por tudo quanto fez, faz e por tudo quanto representa de bom, belo, grandioso, libertário, vanguardista e transgressor para o Cinema é que Helena Ignêz insere-se no imenso painel onde figuram grandes divas da Sétima Arte Mundial. O crítico Ruy Gardnier diz sobre ela: “É uma das grandes presenças femininas da história do cinema, como Marlene Dietrich, Marilyn Monroe, Anna Karina, Claudia Cardinale”.

Por sua trajetória de determinação e afirmação de um cinema considerado de invenção e transgressão; por sua dedicada atuação em defesa da vida e da liberdade de expressão; e por sua sempre bem vinda e iluminadora presença é que HELENA IGNÊZ recebe o troféu do III Festival de Cinema da Fronteira.

Helena Ignêz, mulher que conquistou os três mais importantes cineastas do país – o cinema brasileiro se divide em antes e depois de Rogério Sganzerla, Júlio Bressane e Glauber Rocha -, é um exemplo a ser seguido…

A Homenagem é a maior deste festival, o qual pretende ser um genuíno congraçamento entre os que fazem e os que curtem e aplaudem o Cinema, embora tenhamos certeza: qualquer homenagem que possamos fazer ainda é muito menor do que Helena Ignêz representa, mas por certo nossa singela Homenagem será sempre maior a cada vez que as luzes do Cinema da Fronteira repercutirem entre outros povos, em outras línguas, noutras nações, no seio de gentes de todos os quadrantes, porque a Homenagem do Festival de Cinema da Fronteira para Helena Ignêz traduz todo o respeito, admiração, apoio e aplauso à presença desta Mulher no Cinema, símbolo do melhor da inclusão feminina no panorama cultural brasileiro.

Em Bagé, Cinema tem dança, filmes, missa e boa comida…

Aberta ontem a tarde a Mostra Competitiva BiNacional de Curtas-Metragens do III Festival de Cinema da Fronteira

Antes do início da Mostra, no belo cenário da Centro Histórico Vila de Santa Tereza, a exibição do longa Antes que o mundo acabe (!), da cineasta gaúcha Ana Luíza Azevedo, contando com a presena do jovem ator Eduardo Cardoso, que fez bonito subindo ao palco e conversando com o público sobre como foi fazer o trabalho – sua estréia em longas – e como vê a inclusão do filme no festival de cinema de Bagé.

Eduardo revelou simpatia, simplicidade, disposição e genuíno gosto por atuar e participar de festivais, respondendo com espontaneidade e carinho às perguntas da platéia. Um luxo e uma alegria contar com Eduardo Cardoso no III Festival de Cinema da Fronteira.

Ontem também, chegaram a Bagé o realizador gaúcho Diego Müller, cujo filme A Invasão do Alegrete abriu a mostra competitiva e foi bastante bem recebido pelo público. Uma delícia ver a típica história gaúcha contada de forma tão leve e divertida num roteiro bem amarrado e interpretado por atores do naipe de Sirmar Antunes e Danny Gris, que estavam, ambos, na platéia, abrilhantando a mostra competitiva do Festival. 

Denise Del Cueto, Aurora e Sirmar Antunes, que curte em Bagé o Cinema da Fronteira…

Mas antes da exibição dos curtas, houve uma apresentação de dança – item no qual Bagé é pródigo -, em coreografias criadas pela professora Keilla, que também subiu ao poalco e dançou um número com sua turma.

Sobretudo os dois garotos que dançaram mostraram vocação, talento, tomando conta do palco com leveza e altivez; soltos, leves, concentrados, com um suingue super bacana e mandaram muito bem, recebendo por isso muitos aplausos.

Aliás, as coreografias de Keilla foram bem recebidas, estreladas por belas e dispostas garotas bajeenses, tudo muito bom, apenas com um senão: todas as danças tinham como trilha músicas americanas.

Não que também não haja belos exemplares musicais na América do Norte (quem não curte Bee Gees, Lionel Ritchie, Donna Summer, George Benson ?), mas especialmente quando trabalhamos com crianças e adolescentes, faz-se necessário incutir nelas o gosto, o respeito e a vontade de se expressar através da Cultura que nos identifica e nos toca ao coração primeiro.

Conversei com a simpática Kelly sobre isso e ela me prometeu criar uma coreografia com trilha dos Paralamas… estou aguardando… Saravá !!!

Depois da exibição dos primeiros concorrentes da Mostra Binacional, foi a vez de dar uma chegadinha à Catedral de São Sebastião, onde o bispo Dom Gílio Felício oficiou uma Benção em homenagem aos artistas da Sétima Arte.

A Catedral é um importante prédio histórico de Bagé e estava quase lotada, repleta de jornalistas, realizadores, artistas, a turma da produção, e a comunidade bajeense, que atendeu ao chamado do III Festival de Cinema da Fronteira e compareceu à celebração para disseminar boas energias ao festival que começa com as melhores vibrações.

Em nome do Festival, falou o presidente de Honra, senhor Aristides Kúcera.

Tenor Flávio Leite encantou a platéia do Festival de Cinema de Bagé…

O ponto alto foi a participação do afinadíssimo Coral Auxiliadora e a eloquência da voz do tenor Flávio Leite, que arrancou aplausos calorosos de uma platéia extasiada com sua bela voz e sua emocionante participação.

Encerrada a Bênção aos Artistas, a praça da Catedral parou para ver O Banheiro do Papa, premiada produção uruguaia, que cumpriu a etapa Rodacine do Festival de Cinema da Fronteira.

E para encerrar a noite, um jantar especial no aconchegante Madre Maria, um dos belos restôs de Bagé.

Logo mais, um passeio pelo cemitério de Bagé para conhecer mais sobre a Arte Cemiterial, enquanto em Santa Tereza a programação terá início às 15h com a Mostra da Lusofonia – FestIN Bagé, a ser apresentada pela jornalista Adriana Niemeyer, que também integra o júri da Mostra Binacional.

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Como anda o movimento de Cinema em Bagé…

A noite de abertura do III FESTIVAL DE CINEMA DA FRONTEIRA se estendeu no Bistrô da Yara Coronel, pequena jóia gastronômica, de apaixonante design de interiores,  encravada ali pertinho do Palacete Pedro Osório, que conquista pelo colorido e delicadeza da decoração, pelo atendimento impecável, pela culinária supimpa e pela presença singular da própria Dona Yara, uma artista em forma de hostess.


 
Ai estiveram ilustres do porte de Jean Claude Bernardet (ensaísta, crítico e roteirista de cinema), Adriana Niemeyer (sobrinha do arquiteto, jornalista e Curadora da Mostra FestIN Bagé), o jornalista Cid Nader (site Cinequanon, de SP), acompanhados da artista Marilu Teixeira e de seu filho Zeca Brito. Havia mais a turma do grupo Falos & Stercus (onde atua a atriz Carla Cassapo, que também é habitué em filmes gaúchos), e mais uma porção de artistas e bajeenses cujos nomes me escapam agora da memória.
 
Toda a equipe de produção também estava lá, – capitaneada por Flávia Matzembacher, Maristela Ribeiro e Lúcio Born -, recepcionada com belos números musicais por um trio de música nativa onde uma exímia pianista alegrava a noite, e um acordeon fazia bonito ao lado de uma boa parcussão.

Esse trio tocou impressionantemente umas 4 horas sem parar e entoou pérolas de Noel Rosa, Vinícius de Moraes, Evaldo Gouveia, e uma porção de tangos excepcionais…
 
Do cardápio, só elogios para uma deliciosa salada servida de entrada, seguida pelo prato principal, risoto à la Yara com filé e iguaria de cenoura com passas. 

Quando passava da meia-noite, chegou ao Bistrô o cineasta carioca André Miguéis, que concorre na Mostra Binacional com o curta Pronta Entrega, já vencedor de alguns festivais. E até na madrugada está chegando gente de cinema em Bagé: o realizador de São Paulo, José Agripino (que concorre com PoliAmor, logo depois de ser premiado no Festival CLOSER), chegou no ônibus das 5h, e o jovem ator gaúcho Eduardo Cardoso chegou hoje ao meio-dia para conferir a exibição do longa Antes que o mundo acabe, da diretora Ana Luíza Azevedo, no qual ele atua, e que foi exibido na Mostra de Longas Metragens.


 
Bianca Menti e Eduardo Cardoso em Antes que  o mundo acabe: o ator está em Bagé participando do Festival de Cinema da Fronteira

Para a noite de amanhã, está prevista a chegada da atriz Arly Arnaud, paraibana do Maranhão, que vai integrar a comissão julgadora, e na terça chega a grande homenageada, Helena Ignêz, ícone do cinema mais autoral que se faz no Brasil desde o final dos anos de 1960.

Helena Ignêz chega esta semana a Bagé para receber justa Homenagem…

Vou parando por aqui porque é hora de arrumar o visual e seguir pra Mostra Competitiva em Santa Tereza. Às 20h, missa em Homenagem aos Artistas da Sétima Arte, oficiada pelo Bispo Dom Gilio Felício com particpação do Coral Auxiliadora e do tenor Flávio Leite. Na Catedral de Bagé…

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CINEMA em Bagé: Abertura foi sucesso e lotou Bosque do Palacete

A noite de abertura do III Festival de Cinema da Fronteira, realizada no dia 10 de dezembro, lotou o bosque do Palacete Pedro Osório, em Bagé. Na ocasião, estavam presentes o vice-Prefeito da cidade, Carlos Alberto Fico; o Secretário Municipal de Cultura, Sapiran Brito; a curadora do festival, Aurora Miranda Leão; o idealizador do evento, e cineasta Zeca Brito, entre diversas autoridades, artistas, funcionários da Prefeitura Municipal e bajeenses de todas as faixas etárias.

O III Festival de Cinema da Fronteira é uma realização da Prefeitura Municipal de Bagé, através da Secretaria Municipal de Cultura, com patrocínio do Banrisul e Supermercados Peruzzo através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura. Apoio institucional da Unipampa, IFSul, Urcamp e RBSTV, e produção da Primeiro Corte Produções. 

Senhor Aristides Kúcera é oficializado Presidente de Honra do Festival…

O radialista e ex-exibidor de cinema, senhor Aristides Kúecera, foi oficializado Presidente de Honra do Festival, saudado em fala de abertura pelo Secretário Sapiran Brito.

O prefeito Carlos Fico representou o prefeito Dudu Colombo – que não conseguiu chegar a tempo por conta de compromissos em Porto Alegre -, discorrendo sobre o empenho da Prefeitura em fazer do festival um momento ímpar de coroamento dos festejos dos 200 anos de Bagé. Fico manifestou contentamento por receber tantas pessoas importantes do mundo das Artes na cidade, além de expressar o quanto a prefeitura enxerga no festival um marco na cultura bajeense, e do quanto toda a equipe está empenhada em fazer do festival um espaço de congraçamento de bajeenses com a turma da produção audiovisual dos diversos países envolvidos, os quais celebram em Bagé o último festival de cinema do ano no país. 

Com a terceira edição do Festival, Bagé se consolida como a Capital Pampeana do Cinema, já que a cidade é uma referência de produção artística como um pólo cinematográfico no Rio Grande do Sul. A programação de lançamento também contou com a presença de um dos homenageados do Festival, o ensaísta, pesquisador e crítico Jean-Claude Bernardet, que estava acompanhado dos jornalistas Cid Nader e Adriana Niemeyer.

 

Ao entardecer, todos os olhares voltaram-se ao centro do Bosque da Secretaria Municipal de Cultura, para conferir a apresentação do espetáculo Mitologias do Clã, do grupo teatral Falos & Stercus, com 21 anos de estrada em Porto Alegre. O grupo interagiu com o público, despertando curiosidade e, muitas vezes, deixando boquiabertos alguns – afinal, o elenco atua em trajes sumários e há cenas inusitadas de fogo no meio do público e nudez… 

Em seguida fo grupo, foi a vez da banda Viajantes do Éden subir ao palco, enquanto o filme Anahy de Las Missiones, do diretor Sérgio Silva, era apresentado no Cine 7.

A programação do III Festival de Cinema da Fronteira segue até dia 17.

Você acompanha aqui ou em www.festivaldafronteira.com.br

Bagé de braços abertos para celebrar a SÉTIMA ARTE

Todos os cinemas se encontram em Bagé neste que será o último festival de cinema do ano no Brasil: III FESTIVAL DE CINEMA DA FRONTEIRA

E quem traduz com propriedade a motivação do Festival é o artista Sapiran Brito, Secretário de Cultura de Bagé…

O Sertão vai virar mar e o Pampa virar cinema

Como no tempo das revoluções, a minha cidade vai ser invadida. “De a galope”, lá vem o cinema reboleando o pala e fazendo “chara cha cha”. Só que, desta feita, a invasão é de caráter cultural.
 
Durante uma semana, Bagé será tomada por artistas de nove estados brasileiros e mais um piquete da República Oriental do Uruguai. Em vez de lanças e adagas, os duelos serão travados com palavras, sons e imagens. Não teremos mortos nem feridos, e sim todos abraçados numa grande celebração, ao contrário das antigas gestas, ninguém será saqueado, não resultarão vencidos e, ao final, todos darão “vivas” à causa que os motiva: o velho cinema de guerra.
 
Vai ter cinema dos grandões, com o melhor da produção do Brasil e do Uruguai, vai ter também o cinema dos pequeninos, aqueles que dão os primeiros passos na sétima arte. Cinema do Irã ao Povo Novo, de quebra a mostra lusófona dos países que falam a nossa língua lá do outro lado do mundo. Estará falando para nós o maior teórico do cinema nacional, também conversará conosco a grande musa do Cinema Novo, novos e consagrados realizadores conviverão no mesmo patamar.
 
 
Vai ser grande o rebuliço e Bagé vai fervilhar intelectualmente sem elitismos e sem falsa erudição. Exibições nas salas nobres como Museu Dom Diogo, Santa Thereza, Centro do Idoso, Casa de Cultura e Cine 7. Também as praças e logradouros públicos serão contemplados com cinema ao ar livre, o que cai bem nestas noites de verão. Mas não é só cinema, acompanham-no as suas outras artes irmãs: a dança, o teatro e a música.
 
Nos espaços abertos é só chegar, nos recintos fechados é só entrar, nada será cobrado, nem ingresso, nem contribuição, nem quilo de qualquer coisa. Quem paga é o estado, no caso, a Prefeitura de Bagé e o Ministério da Cultura, ou melhor, retribui, uma vez que o contribuinte, através de seus impostos já pagou antecipadamente o que agora, em parte, lhe é devolvido.
 
 
Festa democrática e plural, o III Festival de Cinema da Fronteira se inicia amanhã e só quer do povo de Bagé a presença, seja para aplaudir, para discutir ou até mesmo para criticar negativamente. Que venham todos, especialmente aqueles acomodados que há muito tempo não veem cinema porque se mantêm presos à telinha da TV. Só não teremos a pipoca, cada um que traga a sua. Também não teremos lanterninha, quem chegar atrasado que procure o seu lugar no escuro.
 
A programação será extensa. São mais de 120 filmes de curta, longa e média metragens, de todos os gêneros, para todos os gostos. Tem até filme feito aqui por nossas crianças. Vocês duvidam que criança possa fazer filme ? Pois o festival vai provar que qualquer um pode fazer o seu filme.
 
 
Sob o signo de São Sebastião decapitado, retratado pelo pincel de Glauco, que ilustra o cartaz e os demais materiais gráficos, o cinema de Bagé está à procura de sua cabeça para juntá-la ao corpo. Nós, que fomos a segunda cidade do Estado a conhecer o cinematógrafo, estamos, nos dias de hoje, retomando este fio histórico que nos liga ao cinema.
 
E se depender, especialmente, da vontade da meninada, um belo dia seremos reconhecidos como polo de produção cinematográfica, porque aqui temos a melhor luz, a mais bela paisagem, tipos humanos e 300 anos de história para contar. Só nos faltam os meios materiais e este há de ser o objetivo a ser alcançado. Chegando lá, prevalecerá o talento e a inteligência da nossa gente, que saberá transformar a sua criatividade em atividade lucrativa.
 
O antigo Capitólio, um dos berços do cinema em Bagé…
 
Enquanto isso, viajantes do sonho, continuaremos brigando porque é uma peleia que vale a pena porque, no fundo, bem lá no fundo, sabemos que o cinema tem as melhores condições para projetar além fronteiras a nossa bicentenária Bagé. É revestido de simbolismo o fato de, nesta data, estarmos dando o primeiro passo. Daqui a um século, por ocasião do tricentenário, o povo do cinema no futuro tempo dirá: ”Foi em 2011 que tudo começou”.
 
* Texto de Sapiran Brito
O Cine Glória, que tinha quase 2 mil cadeiras e era o mais popular porque tinha o ingresso mais barato…
 

Bagé vai encerrar com chave de ouro ano do CINEMA no Brasil

Mobilização na cidade gaúcha já é intensa… 

III Festival de Cinema da Fronteira começa sábado e causa burburinho… 

Helena Ignêz e Jean-Claude Bernadet serão os homenageados 

FestIN Lisboa em destaque


O III Festival Cinema da Fronteira será aberto neste sábado, às 18h, no centenário Palacete Pedro Osório (sede da Secretaria Municipal de Cultura), quando o Prefeito Dudu Colombo fará uma saudação de boas vindas a todos os participantes. Em seguida, o senhor Aristides Kúcera será oficializado Presidente de Honra do Festival. 

Aristides, antigo exibidor bajeense, chegou a ter 40 salas de cinema, e doou as cadeiras que hoje são a platéia do Teatro Santo Antônio, do Centro Histórico de Santa Tereza, patrimônio histórico da cidade e local onde ocorrerá grande parte das exibições. 

O Festival de Cinema da Fronteira terá duas mostras competitivas – Bagé 200 anos e Mostra Binacional – e três mostras não competitivas: Yayá Vernieri – RBS TV, FestIN Bagé – Mostra da Lusofonia, e Mostra de Longas-Metragens. A curadoria do Festival é assinada pela jornalista e realizadora Aurora Miranda Leão.

 

Helena Ignêz: ícone do cinema mais libertário, receberá justa Homenagem…

Os homenageados desta edição são o ensaísta, pesquisador e crítico Jean-Claude Bernadet, e a atriz e diretora Helena Ignêz. O festival faz parte das comemorações dos 200 anos da cidade de Bagé, e é uma realização da Prefeitura Municipal através da Secretaria de Cultura com produção da Primeiro Corte Produções.


Anahy de las Misiones tem Dira Paes e Aracy Esteves no elenco…


Do total de inscritos, foram selecionados 30 curtas-metragens brasileiros, de todas as regiões do país que enviaram trabalhos. Do Uruguai, serão exibidos 10 curtas, 6 longas e um média-metragem, perfazendo uma extensa e diversificada grade de exibição, onde todos os gêneros terão vez, como Ficção, Documentário, Animação, VideoArte e Experimental, com curtas do Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Pernambuco, Paraíba, Ceará, Maranhão, totalizando nove estados de quatro regiões brasileiras. Nessa grade, filmes premiados como ANAHY DE LAS MISIONES, do cineasta SÉRGIO SILVA  (co-produção Brasil-Argentina), que abre a programação da Mostra de Longas-Metragens; HOUVE UMA VEZ DOIS VERÕES, de JORGE FURTADO; EL BAÑO DEL PAPA (UR), de CÉSAR CHARLONE e ENRIQUE FERNANDÉZ (que teve locações em Bagé), e WHISKY (UR), de JUAN PABLO REBELLA e PABLO STOLL, citando apenas alguns.  Cabe ressaltar: toda a programação é GRATUITA.

Filme uruguaio dos mais premiados, Whisky é um dos destaques… 

O júri do festival já tem confirmados nomes como o do jornalista Gilberto Perin (coordenador do Núcleo de Especiais da RBS TV), o do ator Sirmar Antunes, o da jornalista e realizadora Adriana Niemeyer, e o da professora Mirela Ribeiro Meira (Coordenadora do Núcleo Transdisciplinar de Estudos Estéticos, da Especialização em Educação, da Universidade de Pelotas). 

E assim está a grade da Mostra Binacional:

 
DIA 11 –
 
A INVASÃO DO ALEGRETE, de Diego Müller (RS), 21’30″ – FICÇÃO
UCRONIAS, de LUCÍA CABRERA (UR), 8’22” – VIDEOARTE
CÉU, INFERNO E OUTRAS PARTES DO CORPO, de Rodrigo John (RS) 7’33″ – ANIMAÇÃO
ESTEROS DE FARAPOS E ISLAS DEL RIO URUGUAY (UR), 20′ – DOC AMBIENTAL
KINOPOÉTICAS KATARI KAMINA, de Pedro Dantas (SP), 15′ -DOC
O SILÊNCIO DO TEMPO, de Andrea Cohim (PE),  9′ – FICÇÃO
SETE VOLTAS, de Rogério Nunes (SP), 20′ – DOC
PERFORMUSICA, de Daniela Gronrróz, Nancy Marizcurrena e Roberto Martínez (UR), 22’9″- VIDEOARTE

DIA 12 –
 
A FÁBULA DA CORRUPÇÃO, de Lisandro Santos (RS), 8’15″ -ANIMAÇÃO
APENAS UM, de Leo Tabosa (PE), 7’58” – FICÇÃO

O OGRO, de Márcio Júnior e Márcia Deretti (GO), 8′ – ANIMAÇÃO
TRAJETO, de Leonardo Wittmann (RS), 14′ – FICÇÃO
TRAVESSIA, de Kennel Rógis (PB), 14′ – DOC

MARCOVALDO, de Cíntia Langie e Rafael Andreazza (RS), 14′ – FICÇÃO
O BRASIL DE PERO VAZ CAMINHA, de Bruno Laet (RJ), 17’40″ – DOC
LA REINA DE LA ENCANDILADA – EL POSTRE DEL DOMINGO (UR),17’37” – FICÇÃO
 
DIA 13

EL AMANECER DEL BARRIO, de Emiliano Mazza de Luca (UR), 14’42” – DOC
ABATE, de Lucas Sá (MA), 14’10″ – FICÇÃO
BRECHA, de Júlia Araújo e Nathália D’Emery (PE), 6′ -ANIMAÇÃO
ANTONINHA, de Laércio Ferreira Filho (PB), 19’49″ – FICÇÃO
CABO POLONIO (UR), 17′ – DOC AMBIENTAL
MANTEGNA, de Meloo Viana (PR), 10′ – EXPERIMENTAL
PRONTA ENTREGA, de André Miguéis (RJ), 11’21″ – FICÇÃO
MATO ALTO – PEDRA POR PEDRA, de Arthur Leite (CE), 15′ -DOC
 
DIA 14 –

LA FLOR, de Roberto Martinez (UR), 4’44” – VIDEOARTE
HUMEDALES DEL SANTA LUCÍA (UR), 13’21” – DOC AMBIENTAL

ASFIXIA, de Fábio Aguiar (SP), 14’50″ – FICÇÃO
YOU BITCH DIE !!!, de Lucas Sá (MA), 3′ – FICÇÃO
VALLE DEL LUNAREJO (UR), 16′ – DOC AMBIENTAL
As FOLHAS, de Deleon Souto (PB), 15′ – FICÇÃO
O CÉU NO ANDAR DE BAIXO, de Leonardo Cata Preta (MG), 15′ – ANIMAÇÃO
POLIAMOR, de José Agripino (SP), 15′ – DOC
DOCE DE COCO, de Allan Deberton (CE), 15′ – FICÇÃO

DIA  15 –

QUANDO A CASA CRESCE E CRIA LIMO, de Amanda Copstein e Filipe Matzembacher (RS),  14’26″  – FICÇÃO
CERRO VERDE E ISLAS DE LA CORONILLA (UR), 15’30” – DOC AMBIENTAL
O CÃO, de Abel Roland e Emiliano Cunha (RS), 9’39″ – FICÇÃO
UM CONTO à DERIVA, de Germano Oliveira (RS), 15′ – FICÇÃO
UMA, de Alexandre Barcellos (ES), 14’51″ – DOC
BILIU – O MAIOR CARREGO DO BRASIL, de Lau Barbosa (PB), 15′ – DOC
CORNETEIRO NÃO SE MATA, de Pablo Müller (RS) 19′ – FICÇÃO

LA LÍNEA IMAGINARIA, de Gonzalo Rodriguez (UR) – 27’ – DOC 

Ingra Liberato (com Rômulo Hussen no Amazonas Film Festival) vem abrilhantar o Cinema da Fronteira..

O III Festival de Cinema da Fronteira será encerrado no sábado, 17 de dezembro, com solenidade agendada para às 21h no Museu Dom Diogo de Souza, ocasião em que serão conhecidos os vencedores das mostras competitivas e serão entregues os troféus aos vencedores. Os Mestres de Cerimônia serão os atores Ingra Liberato e Leonardo Machado.

Bagé como você nunca viu…

Já lá se vão duas semanas em Bagé e não dá para estar na cidade e não se encantar com tanta coisa bonita que há por aqui, e com o carinho dos muitos bajeenses que nos acolhem sempre com um abraço sorridente e um sorriso esbanjando apoio ao III Festival de Cinema da Fronteira.

A igreja de Nossa Senhora Auxiliadora, uma das mais bonitas da cidade…

“Eu morro ontem/nasço amanhã. Ando onde há espaço/ Meu tempo é quando” (Vinícius de Moraes)

Pontos que atraem turistas de todas as partes: igreja de Nossa Sra. da Conceição e sede da Prefeitura Municipal de Bagé (foto Joyce M. Leão)

Um lugar privilegiado, jóia arquitetônica e patrimônio cultural de Bagé: o Palacete Pedro Osório… foto Aurora Miranda Leão

A calmaria emanada do Bosque do Palacete Pedro Osório: pulmão artístico de Bagé…

* Lembrando: o AURORA DE CINEMA está em Bagé, onde será aberto, sábado que vem, o III Festival de Cinema da Fronteira, no Pampa gaúcho…

Em Bagé, CINEMA contamina como gripe …

HELENA IGNẼZ e JEAN CLAUDE são os Homenageados…

Uma
Sessão Bandida para enfatizar importância crucial do clássico de Rogério Sganzerla, O Bandido da Luz Vermelha…

Helena Ignêz, ícone do Cinema Brasileiro mais autoral, reverenciada no mundo inteiro, aporta em Bagé para o Festival de Cinema da Fronteira…



Aurora, Ingra liberato e Arly Arnaud: cinema no cardápio…

A premiada atriz Arly Arnaud, a notória jornalista e realizadora Adriana Niemeyer, o jornalista Gilberto Perin (RBS), o ator gaúcho Sirmar Antunes e mais uma porção de gente super bacana nas comissões julgadoras…

Ingra Liberato durante passeio pelo rio Negro (AM) – foto Aurora de Cinema

A sempre linda e hiper querida INGRA LIBERATO e o ator LEONARDO MACHADO como MESTRES DE CERIMÔNIA da solenidade de encerramento…

O movimento em BAGÉ é crescente: o cinema está na boca do povo e a toda hora chegam novos e melhores apoios ao festival.

Leonardo Machado, ator de Teatro e Cinema, já chegou à telinha com sucesso… ele também estará em Bagé… Viva !

ESTAMOS INOCULANDO O VÍRUS DO AMOR AO CINEMA NOS QUATRO CANTOS DE BAGÉ ! E para isso, há u menorme contingente atuando conosco para tornar o FESTIVAL DE CINEMA DA FRONTEIRA a pedra de toque dos eventos culturais na adorável cidade do Pampa gáucho…

 Bagé, TRI Legal, sediará o último festival de cinema do ano…

SOMOS O ÚLTIMO FESTIVAL DO ANO e queremos transformar o FESTIVAL DE CINEMA DA FRONTEIRA num grande momento de CONGRAÇAMENTO DO CINEMA, já que vamos fechar o ano de festivais.

O belo edifício que abriga a Secretaria de Cultura, o centenário Palacete Pedro Osório…

Porque o CINEMA DA FRONTEIRA SERÁ UM GRANDE TERRITÓRIO ONDE TODOS OS CINEMAS SÃO BEM-VINDOS, TODOS SÃO IMPORTANTES E NECESSÁRIOS, TODOS CONTRIBUEM PARA TORNAR A ATIVIDADE MAIS FORTE, MAIS PULSANTE E MAIS INTROJETADA NO CORAÇÃO DE CADA UM deste imenso e amado país.

O belo Palacete que abriga a Prefeitura, visita obrigatória em Bagé, que tem em Dudu Colombo um entusiasta do Festival de Cinema da Fronteira. (foto Joyce M. Leão)

HOJE, por exemplo, recebemos apoios voluntários no IFSul – Instituto Federal Sul Rio-Grandense; do pessoal responsável pelo Meio Ambiente, e do grupo SAIS – Serviço de Apoio Integral à Sexualidade, os quais se dispuseram a implementar ações preventivas em vários pontos onde o Cinema será evidenciado.


Em Bagé, prédios centenários compõem uma ambiência ideal para a Sétima Arte…

Por tudo isso, e por sabermos da lotação nos hotéis e pousadas da cidade já chegando a 80%, enfatizamos a relevância e necessidade da participação maciça dos bajeenses, de todos os gaúchos e de amantes do Cinema.

Salve o III FESTIVAL DE CINEMA DA FRONTEIRA !

VIVA TODAS AS FORMAS DE VIVENCIAR O MUNDO ATRAVÉS DA SÉTIMA ARTE !

Viva o Cinema Brasileiro ! SALVE, BAGÉ !!!