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Brasília anuncia selecionados e mais de 600 mil em prêmios

Anunciando que a próxima edição fará uma homenagem especial ao crítico Paulo Emílio Salles Gomes – criador da Semana do Cinema Brasileiro, que deu origem ao Festival -, o Secretário Hamilton Pereira abriu a coletiva marcada para divulgar os selecionados às Mostras Competitivas da 45ª edição do Festival de Cinema de Brasília.

A homenagem contará com lançamento do livro que recupera a trajetória de Paulo Emílio e do próprio Festival, com artigos assinados por nomes como Ismail Xavier, Carlos Augusto Calil, Adilson Mendes, Pablo Gonçalo e depoimentos colhidos entre realizadores como Cacá Diegues, André Klotzel e Sérgio Moriconi.

Os 45 anos do Festival de Brasília também serão celebrados com a publicação de Memória Crítica, com 90 textos críticos que analisam 45 filmes premiados ao longo dos anos no festival – duas críticas diferentes para cada filme. Hamilton Pereira também ressaltou a intenção da Secretaria de Cultura de ampliar cada vez mais o alcance do festival. Taguatinga, Ceilândia, Sobradinho e Gama receberão o festival com exibições simultâneas das mostras competitivas. O Cinema Voador, de José Damata, ficará responsável por exibir cinema brasileiro nas cidades satélites.

Além das publicações, o 45º Festival de Brasília mantém a tradição de oferecer atividades formativas, com oficinas, palestras, seminários e debates dos filmes das mostras competitivas no dia seguinte à sua exibição.

Outra novidade para este ano será a 17ª edição do Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal, o qual, pela primeira vez, terá comissão de seleção, como explicou Marco Túlio de Alencar, coordenador do grupo de trabalho criado para regulamentar o troféu. “Ouvimos todas as associações e entidades organizadas para que a resolução refletisse o desejo da classe cinematográfica”, avisou. Segundo ele, com a chegada do cinema digital, aumentou muito o número de filmes inscritos para a Mostra Brasília e estava ficando difícil ver todo o conjunto. Por isso, optou-se pela criação de uma comissão de seleção, integrada por cinco membros, a quem caberá assistir a todo o material e eleger os selecionados.

A Mostra Brasília será exibida em quatro sessões, no sábado, dia 22, e domingo, dia 23 de setembro, provavelmente às 14h00 e às 16h00, na Sala Martins Penna do Teatro Nacional. Um júri de três pessoas, incluindo convidados de fora de Brasília (reivindicação da classe), escolherá os vencedores. O Troféu distribuirá R$ 200 mil em prêmios e contemplará, além de Melhor Filme e Melhor Direção, dez categorias técnicas, além do prêmio do Júri Popular.

O longa-metragem A Última Estação, do diretor Márcio Curi, foi escolhido para exibição na noite de abertura. No total, foram inscritos 580 filmes para concorrer às várias categorias do Troféu Candango. Destes, 51 eram longas de ficção; 75 eram documentários; 123 curtas documentários; 296 filmes concorrendo como curtas de ficção; e 35 curtas de animação. Destes, 103 eram filmes produzidos em Brasília. Foram selecionados seis títulos de cada categoria para as Mostras Competitivas.

OS SELECIONADOS

Filmes de longa-metragem ficção:

  1. A memória que me contam, de Lucia Murat, 95min, RJ
  2. Boa sorte, meu amor, de Daniel Aragão, 95min, PE
  3. Eles voltam, de Marcelo Lordello, 100min, PE
  4. Era uma vez eu, Verônica, de Marcelo Gomes, 90min, PE
  5. Esse amor que nos consome, de Allan Ribeiro, 80min, RJ
  6. Noites de Reis, de Vinicius Reis, 93min, RJ

Comissão de seleção: Cibele Amaral -diretora, atriz, roteirista e produtora. José Geraldo Couto -Jornalista, crítico de cinema e tradutor. Márcio Curi – cineasta e produtor de cinema. Pedro Butcher – jornalista e crítico de cinema e editor do site Filme B. Sérgio Borges – cineasta.

Longas-metragens documentários:

  1. Doméstica, de Gabriel Mascaro, 85min, PE
  2. Elena, de Petra Costa, 82min, SP
  3. Kátia, de Karla Holanda, 74min, PI
  4. Olho nu, de Joel Pizzini, 101min, RJ/MT
  5. Otto, de Cao Guimarães, 70min, MG
  6. Um filme para Dirceu, de Ana Johann, 80min, PR

Comissão de seleção: Ana Paula Sousa – jornalista especializada em cultura e crítica de cinema. André Luiz Oliveira – cineasta e músico. Guto Pasko – cineasta e roteirista de cinema e TV. João Jardim – cineasta. Leonardo Sette – cineasta.

Curtas-metragens de Ficção

  • A Mão que afaga, de Gabriela Amaral Almeida, 19min, SP
  • Canção para minha irmã, de Pedro Severien, 18min, PE
  • Eu nunca deveria ter voltado, de Eduardo Morotó, Marcelo Martins Santiago e Renan Brandão, 15min, RJ
  • Menino peixe, de Eva Randolph, 17min, RJ
  • Vereda, de Diego Florentino, 20min, PR
  • Vestido de Laerte, de Claudia Priscilla e Pedro Marques, 13min, SP

Comissão de seleção: Felipe Joffily – cineasta. Fernando Mourão Gutiérrez – diretor de filmes de animação e professor do IESB. Marcya Reis – jornalista, roteirista e documentarista na TV Câmara. Rafael Urban – cineasta, roteirista e produtor. Thomas Larson – chargista e ilustrador e diretor de desenho animado.

Curtas-metragens documentários :

  1. A cidade, de Liliana Sulzbach, 15min, RS
  2. A ditadura da especulação, de Zé furtado, 10min20, DF
  3. A guerra dos gibis, de Thiago Brandimarte Mendonça e Rafael Terpins, 19min30, SP
  4. A onda traz, o vento leva, de Gabriel Mascaro, 24min47, PE
  5. Câmara escura, de Marcelo Pedroso, 25min, PE
  6. Empurrando o dia, de Felipe Chimicatti, Pedro Carvalho e Rafael Bottaro, 25min, MG

Comissão de seleção: Beth Formaggini – documentarista, pesquisadora e produtora audiovisual. Caio Cavechini – jornalista e documentarista. Ciro Inácio Marcondes – crítico e professor de cinema.

Filmes de curtas – ANIMAÇÃO :

  1. Destimação, de Ricardo de Podestá, 13min, GO
  2. Linear, de Amir Admoni, 6min, SP
  3. Mais Valia, de Marco Túlio Ramos Vieira, 4min22, MG
  4. O Gigante, de Luís da Matta Almeida, 10min35, SC
  5. Phantasma, de Alessandro Corrêa, 10min20, SP
  6. Valquíria, de Luiz Henrique Marques, 8min32, MG

Comissão de seleção: Felipe Joffily – cineasta. Fernando Mourão Gutiérrez – diretor de filmes de animação e professor do IESB. Marcya Reis – jornalista, roteirista e documentarista na TV Câmara. Rafael Urban – cineasta, roteirista e produtor. Thomas Larson – chargista e ilustrador e diretor de desenho animado.

O festival concederá aos ganhadores o Troféu Candango e R$ 635.000,00 em dinheiro.

Filme de longa-metragem de ficção:

Melhor filme – R$ 250.000,00
Melhor direção – R$ 20.000,00
Melhor ator – R$ 5.000,00
Melhor atriz – R$ 5.000,00
Melhor ator coadjuvante – R$ 3.000,00
Melhor atriz coadjuvante – R$ 3.000,00
Melhor roteiro – R$ 5.000,00
Melhor fotografia – R$ 5.000,00
Melhor direção de arte – R$ 5.000,00
Melhor trilha sonora – R$ 5.000,00
Melhor som – R$ 5.000,00
Melhor montagem – R$ 5.000,00

Filme de longa-metragem documentário:

Melhor filme de longa-metragem de documentário – R$100.000,00
Melhor direção – R$ 20.000,00
Melhor fotografia – R$ 5.000,00
Melhor direção de arte – R$ 5.000,00
Melhor trilha sonora – R$ 5.000,00
Melhor som – R$ 5.000,00
Melhor montagem – R$ 5.000,00

Filme de curta-metragem de ficção:

Melhor filme – R$ 20.000,00
Melhor direção – R$ 5.000,00
Melhor ator – R$ 3.000,00
Melhor atriz – R$ 3.000,00
Melhor roteiro – R$ 3.000,00
Melhor fotografia – R$ 3.000,00
Melhor direção de arte – R$ 3.000,00
Melhor trilha sonora – R$ 3.000,00
Melhor som – R$ 3.000,00
Melhor montagem – R$ 3.000,00

Filme de curta-metragem de documentário:

Melhor documentário de curta metragem – R$ 20.000,00
Melhor direção – R$ 5.000,00
Melhor fotografia – R$ 3.000,00
Melhor direção de arte – R$ 3.000,00
Melhor trilha sonora – R$ 3.000,00
Melhor som – R$ 3.000,00
Melhor montagem – R$ 3.000,00

Filme de curta-metragem de animação:

Melhor filme de curta metragem de animação – R$ 20.000,00

Premiação do Júri Popular: total de R$ 65.000,00:

Melhor filme de longa-metragem de ficção- R$ 20.000,00
Melhor filme de longa-metragem documentário – R$ 15.000,00
Melhor filme de curta-metragem de ficção – R$ 10.000,00
Melhor filme de curta-metragem de documentário – R$ 10.000,00
Melhor filme de curta-metragem de animação – R$ 10.000,00

Coleção FILME CULTURA

 

 

 Todos os números históricos da revista Filme Cultura que circularam entre 1966 e 1988 estão finalmente preservados. O Centro Técnico AudiovisualCTAv/SAV/MinC‘ acaba de editar uma coleção com cinco livros de capa dura contendo as 48 edições do período, além de duas revistas especiais, feitas para os festivais de Cannes e Berlim. O projeto é uma iniciativa do Instituto Herbert Levy e tem patrocínio da Petrobras. Além da coleção histórica impressa na edição facsimilar, as quase 4.000 páginas publicadas naquele período já estão disponíveis no setor de periódicos da Biblioteca Nacional em microfilmes e, a partir de hoje, dia 1º de julho, estarão também no site: www.filmecultura.org.br. 

A revista Filme Cultura voltou a circular em 2010 e tem cinco novas edições garantidas neste mesmo projeto. O nº 51 será lançado amanhã, dia 2, na Livraria Cultura do Shopping Bourbon, no mesmo dia da “Edição Fac Similar Revista Filme Cultura”.

Clássicos do cinema brasileiro, como Eles não Usam Black-Tie, são enfocados na Filme Cultura

Em seu período histórico, a Filme Cultura foi editada sucessivamente pelo INCE (Instituto Nacional do Cinema Educativo); pelo INC (Instituto Nacional de Cinema); pela Embrafilme (Empresa Brasileira de Filmes); e pela FCB (Fundação do Cinema Brasileiro). Depois de 19 anos fora de circulação, o CTAv (Centro Técnico Audiovisual) da SAv (Secretaria do Audiovisual) do MinC (Ministério da Cultura), lançou em 2007 o nº 49, Edição Especial comemorativa dos 70 anos do INCE. Em abril de 2010 foi lançado o nº 50 e a revista voltou a circular regularmente com periodicidade trimestral.

Os cinco volumes da coleção fac-similar reproduzem fielmente as edições de 1966 a 1988 de Filme Cultura. Ali, foi feita a crônica do cinema brasileiro e, de importantes aspectos do cinema internacional no período. Em suas páginas, encontram-se textos hoje clássicos de Jean-Claude Bernardet, Sérgio Augusto, Antonio Moniz Vianna, Ismail Xavier, Inácio Araújo, João Luiz Vieira, Rogério Sganzerla e Jairo Ferreira, entre muitos outros. A revista contou com

Ely Azeredo, Flávio Tambellini, David Neves, José Carlos Avellar, Cláudio Bojunga e João Carlos Rodrigues, entre seus editores.

O conteúdo da revista abrangia críticas de filmes, ensaios, pesquisas, entrevistas, perfis, catalogação de diretores brasileiros e internacionais, bem como artigos sobre técnica, produção, mercado, festivais e premiações. Há também um precioso material iconográfico sobre a história do cinema brasileiro, fundamental para cinéfilos, pesquisadores e estudantes. 

A Coleção pode ser encontrada ao preço de R$ 100, nas principais livrarias do Brasil.

Os pontos de venda, válidos também para os números recentes da revista, são divulgados no site: www.filmecultura.org.br

Filme Cultura Nº 51

 A edição nº 51 de Filme Cultura é centrada nos personagens do cinema brasileiro. Como Gustavo Dahl, diretor da revista, destaca no editoriala proposta deste número de Filme Cultura é recontextualizar a questão dentro do cinema brasileiro histórico, moderno ou contemporâneo.’.

Assim, personagens populares, marginais e intelectuais, personagens de documentários e de tramas multiplot receberam a atenção de articulistas do corpo de redatores da revista, bem como de convidados de diversas regiões do país além de distintas inserções no estudo do cinema brasileiro.

Fernanda Montenegro e Selton Mello ganharam matérias especiais pela riqueza de suas galerias de personagens.

A revista traz também as mesmas seções do nº 50, que lançam um olhar às margens do mercado, à história do cinema brasileiro e a disciplinas correlatas à do cinema.

Confira abaixo a lista das matérias da Filme Cultura 51: Editorial por Gustavo Dahl; O filho desviante e a morte do pai’, por João Silvério Trevisan; Quando a narrativa perde o centro’, por Cléber Eduardo; A vida depois do doc, por Carlos Alberto Mattos; Coutinho, o cinema e a gente, por Daniel Caetano; Heróis do real‘, por Carlos Alberto Mattos; Carapiru e Orson Welles: a melhor defesa é o ataque, por Daniel Caetano; Entrevista com Silvio de Abreu’, por Daniel Caetano.

Personagens e tipos do cinema popular, por João Carlos Rodrigues; Intelectuais na linha de frente’, por Luís Alberto Rocha Melo; Margem sem limites, por Cássio Starling Carlos; Zulmira, Romana, Dora… Fernanda, por Ivonete Pinto; Entrevista com Selton Mello; Um filme: Estômago’’, por Fábio Andrade e Rodrigo de Oliveira; Perfil: Walter da Silveira, advogado do cinema‘, por Orlando Senna; Cinemateca de textos: Jean-Claude Bernardet; Outro olhar: Grande sertão: veredas, Avancini em grande estilo‘, por João Carlos Rodrigues; E agora, Laís (Bodanzky)?; E agora, Ivan (Cardoso)?; Lá e cá: O desconhecido cinema de nossos vizinhos argentinos, por Daniel Caetano; Busca avançada: Cinema passageiro, por Carlos Alberto Mattos; Curtas: De/com/sobre/para Helena Ignez’, por Joana Nin; Atualizando: A morte do transfer?’, por Marcelo Cajueiro; Livros: História e economia do cinema e do audiovisual no Brasil: passado, presente e futuro‘, por André Gatti; Peneira digital’, por Carlos Alberto Mattos; ‘Cinemabilia: Simão, o caolho.

Acesse: http://carmattos.wordpress.com / https://twitter.com/carmattos

FILME CULTURA de Volta. VIVA !

A histórica revista Filme Culturauma referência de leitura sobre cinema no Brasil entre 1966 e 1988 -, volta a ser publicada a partir deste mês, com o lançamento da edição nº 50, marcado para a próxima terça, 27, entre as 18h30 e às 21h30, na Casa de Rui Barbosa, em Botafogo.

O novo projeto Filme Cultura consiste, além da revista, no lançamento do website: www.filmecultura.org.br e da coleção histórica em versões fac-símile e microfilmes, esta em convênio com a Biblioteca Nacional’.

A Filme Cultura 50 traz um núcleo temático intitulado Cinema Brasileiro Agora, com artigos e mesa-redonda sobre o estado atual do cinema na Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo, pois como afirma no editorial  Gustavo Dahl, diretor da publicação, ‘Viajar de Norte a Sul pelos ambientes de produção audiovisual que estão gerando novos olhares é uma opção que se impôs, como recomeço de conversa’.

Outros textos abrangem ensaios, críticas além de diversas seções voltadas para aspectos de atualidades, tecnologia, curtas-metragens, resenhas de livros e internet, perfil de personalidades da cultura cinematográfica brasileira, republicação de textos históricos, etc. Além do corpo de redatores fixos da revista, escrevem também críticos e pesquisadores de várias regiões do país.

Em texto de apresentação do nº 50, o ex-secretário do Audiovisual do Minc, Silvio Da-Rin, fala da vocação de fênix da Filme Cultura: ‘Desaparecida, por vicissitudes comuns às iniciativas que vicejam no campo estatal, por várias vezes renasceu, renovada, para cumprir a função que o singelo título sugere, em forma de binômio indissolúvel.’

A Filme Cultura amparada pela força do estado, foi a mais longeva de todas as revistas de cinema já editadas no Brasil. Entre seus articulistas estavam Antônio Moniz Vianna, Carlos Fonseca, Sérgio Augusto, Jean-Claude BernardetIsmail Xavier, Inácio Araújo, João Luiz Vieira, Orlando SennaRogério Sganzerla e Jairo Ferreira.

Carmen Miranda em cena de Alô, Alô Carnaval, grande êxito da CINÉDIA

Seus editores foram Flávio Tambellini, Ely Azeredo, José Carlos Monteiro, David Neves, José Haroldo Pereira, Leandro Tocantins, José Carlos Avellar, João Carlos Rodrigues, Cláudio Bojunga e Paulo Roberto Ferreira.

No endereço www.filmecultura.org.br os internautas poderão encontrar o conteúdo completo da revista, assim como matérias adicionais, íntegra de mesas-redondas e vídeos. O site vai disponibilizar também a coleção histórica completa de Filme Cultura em PDF, página a página e com sistema de busca por palavras-chave.

O site está em construção e entrará no ar em duas etapas – uma com a edição mais recente já na data do lançamento – e outra quando do lançamento da coleção fac-símile, que será simultâneo em papel e internet. No site os visitantes poderão deixar seus comentários, sugerir pautas para a revista e interagir com a equipe de redação.

A publicação será trimestral, podendo ser adquirida em livrarias de referência e na Funarte (Rio). A revista também será distribuída gratuitamente a bibliotecas e instituições culturais do país.

A coleção histórica em fac-símile também estará à venda a partir de julho.

A versão em microfilmes pode ser consultada na sessão de periódicos da Biblioteca Nacional.

Cena de Matou a família e foi ao cinema, clássico de Júlio Bressane

O projeto foi concretizado graças a uma parceria entre o Centro Técnico Audiovisual e o Instituto Herbert Levy, com patrocínio da Petrobras.   

Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente, 134Botafogo Tel.: (21) 32894600

Acesse: http://carmattos.wordpress.com / https://twitter.com/carmattos