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O Sumiço de Alice será atração na festa de encerramento do Festival de Anápolis

 

O Sumiço de Alice, mais recente curta-metragem Aurora de Cinema Produções, foi escolhido para abrir a solenidade de encerramento da segunda edição do Festival de Cinema de Anápolis, que começa no próximo dia 19 e prossegue até dia 26.

Alice Gonzaga, grande inspiradora e homenageada com o curta de Anápolis…

Rodado em Anápolis (GO), durante o I Festival de Cinema de Anápolis (idealizado e coordenado pela cineasta Débora Torres), realizado em abril de 2011 no município goiano, o curta é um trabalho experimental que agrega diversos nomes importantes do cinema nacional. 

A inspiração veio numa visita à bucólica cidade de Pirenópolis, em passeio proporcionado pela organização do festival, reunindo diversos realizadores, produtores e artistas. 

Berço de tantos filmes brasileiros (como “Simeão, o boêmio”, primeiro filme dirigido pelo goiano João Bennio; O Tronco, de João Batista de Andrade; O Leão do Norte, de Carlos Del Pino; e o curta Borralho, do maranhense Arturo Sabóia de Almada), Pirenópolis é um município tombado pelo Patrimônio Histórico, a atrair, durante todo o ano, um enorme fluxo de turistas por conta de suas belezas naturais, sua tranqüilidade e suas festas populares, como as tradicionais Cavalhadas.

 

Selva Aretuza estreia como atriz em atuação descontraída…

Gravado em formato digital, com imagens captadas em mini DV, o curta O Sumiço de Alice é mais uma produção Aurora de Cinema, finalizada em parceria com a Cabeça de Cuia Filmes (da fotógrafa e cineasta cearense Lília Moema). 

Guido Campos, ator goiano, tem participação destacada em O Sumiço de Alice…

O processo de produção resume-se a 3 dias de filmagens no circuito Teatro Municipal-Estância Park de Anápolis, mas, apesar do pouco tempo, o filme conta com elenco estelar, onde despontam o talento vibrante de Zezeh Barbosa, a criatividade singular dos goianos Deborah Torres e Guido Campos, a expressividade da atriz Dila Guerra, a criatividade do escritor Miguel Jorge, a descontração do cineasta e produtor Walter Webb, a simpatia de Alice Gonzaga, o tom descontraído de Mallu Moraes, a seriedade na estréia de Selva Aretuza e Manaíra Carneiro, além da inteligente participação dos jornalistas Cid Nader e Felipe Brida.

 

Mallu Moraes, Guido Campos e Dila Guerra: trio é pura descontração …

Um belo plano-seqüência gravado em Pirenópolis responde pela abertura de O Sumiço de Alice. O filme vai-se desenvolvendo e, ao longo de seus 20 minutos, uma sucessão de imagens e depoimentos insólitos vão mapeando a intrincada história do inopinado e misterioso sumiço de Alice.

 

Débora Torres: produtora revela dimensão de seu talento como atriz…

Até o final, paira no ar a pergunta que não quer calar: como e porquê Alice sumiu  

* O Sumiço de Alice terá sua  exibição pública no II ANÁPOLIS FESTIVAL DE CINEMA, às 19h, abrindo a solenidade de encerramento. 

A  ótima Zezeh Barbosa é destaque com participação cativante e bem humorada…

FICHA TÉCNICA 

Argumento, Roteiro, Fotografia e Direção: Aurora Miranda Leão

Produção: Aurora de Cinema e Cabeça de Cuia Filmes

Apoio de Set: Pedro Pinheiro e Ângela Torres

Assistente de produção: Itamar Borges, Mallu Moraes e Luziany Gomes

Direção de Platô: Laura Pires

Trilha sonora  – Carmina Burana, de Mozart (versão remix)

                                 Capricho, de Villa Lobos

 (Antônio Meneses, violoncelo – Cristina Ortiz, piano)

                            

Edição: Aurora M. Leão e Lília Moema

Still: Edvaldo Cajazeira e Laura Pires

Elenco:  ALICE GONZAGA

                ZEZEH BARBOSA

                DÉBORA TORRES

                GUIDO CAMPOS

                WALTER WEBB

                MIGUEL JORGE

                SELVA ARETUZA               

                DILA GUERRA

                MALLU MORAES

                JOÃO BATISTA DE ANDRADE

                MANAÍRA CARNEIRO

                CID NADER

                FELIPE BRIDA

                SERINA RARUÁ

                ITAMAR BORGES

                LAURA PIRES

                ED CAJAZEIRA

 

Como e Por Que Alice Sumiu ?

Pirenópolis, bucólico município goiano onde nasceu a idéia de O Sumiço de Alice…

O Sumiço de Alice é o novo curta-metragem da jornalista Aurora Miranda Leão. Rodado em Anápolis, durante o I Festival de Cinema de Anápolis, realizado no município goiano de 12 a 18 de abril passados, o curta é um trabalho experimental que nasceu de uma visita à bucólica região de Pirenópolis, berço de tantos filmes brasileiros (como “Simeão, o boêmio”, primeiro filme dirigido pelo pioneiro goiano João Bennio; O Tronco, de João Batista de Andrade; O Leão do Norte, de Carlos Del Pino; e o curta Borralho, do maranhense Arturo Sabóia de Almada).

Gravado em formato digital, com imagens captadas em mini DV, O Sumiço de Alice é mais uma produção Aurora de Cinema, a ser finalizada em parceria com a Cabeça de Cuia Filmes (da videasta cearense Lília Moema).

turma reunida 2

Elenco do curta ‘O Sumiço de Alice’, rodado no eixo Anápolis-Pirenópolis

O processo de produção resume-se a 3 dias de gravações no circuito Pirenópolis-Teatro Municipal-Estância Park de Anápolis, mas, apesar do pouco tempo, o curta conta com elenco estelar, onde despontam o talento vibrante de Zezeh Barbosa, a criatividade singular dos goianos Deborah Torres e Guido Campos, a expressividade da atriz Dila Guerra, a criatividade do escritor Miguel Jorge, a descontração de Walter Webb, Alice Gonzaga e Mallu Moraes, a seriedade na estréia de Selva Aretuza e Manaíra Carneiro, além da inteligente participação dos jornalistas Cid Nader e Felipe Brida.

Aurora anota idéias para incluir no roteiro de O Sumiço de Alice

Eduardo Cardoso, Dila Guerra, Bianca Menti e Aurora: em busca de Alice…

Um belo plano-seqüência gravado em Pirenópolis responde pela abertura de O Sumiço de Alice. O filme vai-se desenvolvendo e, ao longo de seus 15 minutos, uma sucessão de imagens e depoimentos insólitos vão mapeando a intrincada história do inopinado e misterioso sumiço de Alice.

Alice Gonzaga, Mulher Patrimônio do Cinema, que inspirou o curta O Sumiço de Alice

Até o final, paira no ar a pergunta que não quer calar: como e porquê Alice sumiu ?

FICHA TÉCNICA

Roteiro e Direção: Aurora Miranda Leão

Produção: Aurora Leão e Ângela Torres

Assistente de produção: Itamar Borges e Mallu Moraes

Direção de Platô: Laura Pires

Edição: Aurora M. Leão e Lília Moema

Still: Ed Cafezeira e Laura Pires

Dila Guerra, Laura Carneiro, Mallu Moraes, Aurora Miranda Leão e Zezeh Barbosa: descontração imperou nas gravações de O Sumiço de Alice

Encontro feliz em Anápolis: Aurora Miranda Leão, Walter Webb e Débora Torres

Elenco: 

                   ALICE GONZAGA

                    ZEZEH BARBOSA

                    DÉBORA TORRES

                    WALTER WEBB

                    MIGUEL JORGE

                    SELVA ARETUZA, gentilmente cedida por Danton e Selton Mello

                    GUIDO CAMPOS

                    DILA GUERRA

                   MALLU MORAES

                   JOÃO BATISTA DE ANDRADE

                    MANAÍRA CARNEIRO

                    CID NADER

                    FELIPE BRIDA

                     SERINA RARUÁ

                    ITAMAR BORGES

                    LAURA PIRES

                    ED CAJAZEIRA

Zezeh Barbosa e Guido Campos curtindo a noite anapolina: brinde ao Cinema !

Miguel Jorge, De Ouro em Ouro

O escritor goiano Miguel Jorge é um querido. Reconheço entre seus traços mais marcantes a elegância no convívio, a atenção indormida com os amigos e sua intensa ligação e interesse por tudo quanto se refere à Cultura.

Conheci-o ainda na primeira edição do FestCineGoiânia, em 2005, importante festival de CINEMA BRASILEIRO que idealizou ao lado da agitadora cultural e produtora Débora Torres, outra querida de quem o Cinema me fez irmã.

A partir de então, comecei a “descobrir” Miguel Jorge, escritor dos mais atuantes em solo goiano.

O Poeta é natural de Campo Grande (MS) e ainda garoto mudou-se com os pais para Inhumas (GO), onde fez os primeiros estudos.

É formado em Farmácia e Bioquímica pela UFMG, Direito e Letras Vernáculas pela UCG, lecionou Farmacotécnica na Faculdade de Farmácia da UFG e Literatura Brasileira no Departamento de Letras da Universidade Católica de Goiás.

Foi um dos fundadores do GEN (Grupo de Escritores Novos) e seu presidente por duas vezes. Também foi por duas vezes presidente da UBE, seção de Goiás. Dirigiu também por duas vezes o Conselho Estadual de Cultura e integra os quadros de críticos de arte da ABCA e  AICA, ocupando a Cadeira número 8, na Academia Goiana de Letras.

Seus textos também já ganharam as telas de cinema, seja atavés de curtas ou longas-metragens. É dele, por exemplo, o roteiro de Wataú (Prêmio de Incentivo Cultural do Ministério da Cultura), filmado às margens do rio Araguaia, sob a direção de Débora Torres.

Com o cineasta João Batista de Andrade, roteirizou o longa Veias e Vinhos, baseado em seu romance homônimo, filmado em São Paulo, tendo no elenco Simone Spolladore, Leonardo Vieira, Eva Wilma, José Dumont, Celso Frateschi, Marcela Moura e Ailton Graça, sob a direção do próprio João Batista, seu amigo de longa data, que este ano realizou um Doc em homenagem ao amigo escritor.

O nome de Miguel Jorge consta do The Dictionary of international Biografhy (Tenty-Third Edition), England.

E é de MIGUEL JORGE o belo livro de poemas que tenho em mãos – DE OURO EM OURO.

Publicado pelo Instituto Casa Brasil de Cultura, o livro vem em bela caixa contendo ainda 15 gravuras originais do artista Roos e um Cd com os poemas interpretados pelo próprio autor.

E por tão instigante o presente que recebi de Miguel, convido você, leitor amigo, a partilhar um pouco da vasta obra do poeta comigo. Vamos ao poema…

NO MAR, NENHUM BARCO

Os amores são largos e longos e cabem nas cartas.

A noite lenta fere de faca a luz cega do medo.

Indiferentes, as borboletas são anjos vestidos de prata..

Assim, os musgos vão cobrindo de vermelho os moluscos dentro das caixas.

São do domingo os escargots, lentas flores, colocadas sobre bandejas de prata.

Talvez não se possa evitar a falta de pão, os reflexos da ira,

a dor que não se quer dar aos filhos.

Dormem as naves sobre as janelas do mar, talvez um barco, igual a  um barco, indo além do mar, brasa da alma (Baco num riso igual a um risco de língua nas bocas).

Igual a um casaco de frio que se pendura detrás da porta.

Igual às ondas a testemunhar as rosas se desfazendo no branco laço das águas.

(A noite carrega os diamantes no impacto do chão que se faz cinza).

Se viam roucas as Américas, a constituição dos ventos cobrindo

lábios muito finos. Estrelas ostentam um festim ameno de  vozes.

Os ratos, os gatos, o nojo anunciado. O gozo desfeito em nada, se põe de lado, ainda mais quando do céu se toma lei e posse de secretos códigos.

Este é um dos belos poemas onde Goiânia me renasce em saudades… NO MAR, NENHUM BARCO…

Da lavra de MIGUEL JORGE, este quase goiano cuja POESIA nos encanta tanto quanto sua maneira de ser e estar plena de LUZ, sensibilidade, refinamento de gestos e ações cotidianas.

Como a sua POESIA que se aninha fácil em nossa emoção, tão naturalmente tocante quanto concisa, bela, objetivamente clara.

A POESIA de MIGUEL JORGE é assim: mesmo que não se saiba explicar porquês, prontamente ela consegue nossa adesão.

O resto é DE OURO EM OURO

De
DE OURO EM OURO
Poemas de Miguel Jorge

Goiânia: Instituto Centro-Brasileiro de Cultura, 2009.
64 p.  ilus.   ISBN  978-85-9876237-7

 Como diz FERNANDO PY: “Miguel Jorge realiza uma articulação entre o silêncio e a palavra, desnudando(se) (n)o cerne de sentimentos, sob três aspectos: o pessoal, o social e o estético-filosófico, inquirindo os valores fundamentais do homem sob a capa de exercícios lúdicos que confrontam o visual e o verbal.” 

Inscrições ao Curta Neblina

O festival é uma realização da Luz, Câmera: Animação! e busca promover a cultura cinematográfica na Vila de Paranapiacaba e em todo o Grande ABC de São Paulo visando a levar entretenimento gratuito e de qualidade às pessoas, além de disseminar o interesse pelo curta-metragem. Pretendemos levar a “indústria do cinema” até a região para que profissionais da área percebam seu potencial cinematográfico, com arquitetura, clima e paisagens únicos, desenvolvendo seu potencial turístico e movimentando a economia local – dizem os organizadores.
 
II Curta Neblina vai homenagear o cineasta José Mojica Marins (Zé do Caixão) e a drag queen, atriz e cantora Silvetty Montylla e realizará um wokshop de Roteiro com o escritor, roteirista e dramaturgo Fernando Bonassi, que fez, entre outros, os roteiros de Carandiru, de Hector Babenco, e Os Matadores (de Beto Brant).
 
Está prevista também a exibição do filme Doramundo, do cineasta João Batista de Andrade, rodado na vila de Paranapiacaba em 1978, e o diretor estará na cidade para debater a obra com público e realizadores.
 
As inscrições são gratuitas e prosseguem até dia 31. Cada diretor poderá inscrever quantos filmes quiser.

Rosário e Aplauso de Cinema

 

  

JOÃO BATISTA DE ANDRADE AUTOGRAFA BIOGRAFIA NO FESTIVAL DE CINEMA LATINO-AMERICANO    

Assinada por Maria do Rosário Caetano, obra conta a trajetória profissional de um dos principais cineastas nacionais.

 

Diretor do clássico O Homem que Virou Suco, filme vencedor do Festival de Moscou em 1981, João Batista de Andrade é um dos mais respeitados cineastas nacionais e será um dos homenageados do 5º Festival de Cinema Latino-Americano, que acontece de hoje até dia 18 no Memorial da América Latina, em Sampa – Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664.

Diversos filmes dirigidos por ele, como O Cego que gritava luz, Doramundo e o próprio O homem que virou suco, serão exibidos durante o festival. Como parte da programação do festival, a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo programou para quarta, dia 14, uma sessão de autógrafos de João Batista de Andrade – Alguma Solidão e Muitas Histórias, livro escrito pela jornalista Maria do Rosário Caetano – jornalista especializada na Sétima Arte. 

João Batista irá assinar a reedição da obra, a partir das 18 horas, no estande montado pela Imprensa Oficial especialmente para a data. Outros 188 títulos também estarão à venda durante todo o dia, a maioria deles da Aplauso, coleção coordenada pelo jornalista e crítico de Cinema, Rubens Ewald Filho, que reúne grande parte da memória artística brasileira entre biografias, roteiros de cinema, perfis e histórias de emissoras de TV.

  

Biografia do cineasta João Batista de Andrade será lançada quarta-feira  

Além de sua biografia, João Batista de Andrade tem outros três roteiros publicados pela Aplauso e que também estarão à venda: do filme “O homem que virou suco” e dos documentários Liberdade de Imprensa e Vlado – 30 anos depois, sobre Vladimir Herzog. Essas obras também podem ser baixadas e lidas gratuitamente, em formato PDF e TXT, no site da Coleção, http://aplauso.imprensaoficial.com.br.  

 

Maria do Rosário Caetano, voz feminina da imprensa nos bastidores do Cinema, assina a biografia de João Batista de Andrade  

Dos títulos que estarão à venda no espaço, mais de 60 são da série CINEMA da Coleção Aplauso. Entre eles, os roteiros dos filmes O Bandido da Luz Vermelha, Desmundo, O Céu de Suely, Cidade dos Homens, O Ano em que meus saíram de férias, O Signo da Cidade e do recém-lançado Olhos Azuis. Também estarão na livraria as biografias de importantes nomes da sétima arte, como Máximo Barro, Ugo Giorgetti, Alain Fresnot e Djalma Limongi Batista.

Cinema Latino-Americano em Sampa

Parte importante da programação de todas as edições do Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo é a seleção do homenageado. Mostras panorâmicas, que contemplam vida e obra de um diretor consagrado, são, em geral, as mais disputadas pelo público e comentadas pela crítica, pois vão de encontro a uma proposta fundamental do Festlatino: o resgate da cinematografia do continente. 

 

Já receberam a honra os argentinos Fernando Birri e Fernando Solanas, o mexicano Paul Leduc e o brasileiro Nelson Pereira dos Santos que, além da retrospectiva de seus filmes, presentearam o público do festival com aulas-magnas sobre a sétima arte. Em comum, todos cineastas-ativistas que colocaram o povo latino no primeiro plano de suas obras: Birri, um dos mais influentes cineastas latinoamericanos, autor do clássico Tire Dié (1959) e fundador da Escola de Cinema e TV de San Antonio de Los Baños – EICT (Cuba); Solanas, responsável por obras de forte crítica social e questionamentos políticos, diretor da trilogia A hora dos fornos, documentário essencial na formação do cinema político no continente, eterno combatente na luta contra o abandono do povo argentino; Nelson Pereira precursor do cinema-novo brasileiro com seus Rio, 40 graus e Rio, Zona Norte, autor da obra-prima Vidas Secas, fundador do curso de cinema da Universidade Federal Fluminense (UFF) e premiado em inúmeros festivais mundo afora; e Paul Leduc, que sempre colocou de forma realista a situação política e social do continente em seus filmes, autor de marcos como Reed: México insurgente (1973) e Etnocídio (1977).   

 

Nesta 5ª edição, serão dois homenageados: Marcelo Piñeyro e João Batista de Andrade (acima, durante abertura do 1º Festlatino), diretor considerado dos mais importantes do cinema brasileiro, com quase 40 títulos no currículo. João Batista segue a linha engajada dos diretores que fizeram a história da cinematografia latina e, por seus filmes, já foi laureado em festivais nacionais e internacionais, com “O Homem Que Virou Suco” (1980 – foto abaixo), melhor filme no Festival de Moscou e premiado nos festivais de Gramado (roteiro, ator e ator coadjuvante), Brasília (ator), Huelva, na Espanha (ator) e Nevers, na França (filme e prêmio da crítica); “Doramundo” (1978), vencedor do Festival de Gramado (filme e diretor); “A Próxima Vítima” (1983), também premiado em Gramado e vencedor de três troféus da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte); e “O País dos Tenentes” (1987), uma produção contemplada com cinco troféus Candango no Festival de Brasília.
 

Além das ficções, sua importante trajetória como documentarista também será representada por filmes como ”Liberdade de Imprensa” (1966) – seu curta-metragem de estreia -; ”Greve!” (1979) e “Vlado – 30 Anos Depois” (2005). O festival promove ainda o relançamento, em edição ampliada, do livro “João Batista de Andrade – Alguma Solidão e Muitas Histórias: A Trajetória de Um Cineasta Brasileiro”, assinado por Maria do Rosário Caetano e editado pela Imesp, e uma mesa redonda que debaterá sua obra, mediada por Jean-Claude Bernardet.

Paranapiacaba, Neblina e Cinema


Abertas inscrições para o festival que acontece na mágica vila ferroviária

O festival é uma realização da Luz, Câmera: Animação ! e busca promover a cultura cinematográfica na Vila de Paranapiacaba e em todo o Grande ABC visando a levar entretenimento gratuito e de qualidade às pessoas, além de disseminar o interesse pelo curta-metragem.
Pretendemos levar a “indústria do cinema” até a região, para que profissionais da área percebam seu potencial cinematográfico, com arquitetura, clima e paisagens únicos, desenvolvendo seu potencial turístico e movimentando a economia local.
Entre as atrações, oficina de ROTEIRO com Fernando Bonassi (!!!) e encontro com João Batista de Andrade, diretor de importantes obras da cinematografia nacional.
Inscrições até 31 de julho.