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A Noite HOJE no Comunicurtas

19h – Cerimônia de Abertura no SESC Centro (passando pelo monumento As Cordas de HERBERT Vianna)

SESC Campina Grande, que fica lotado nas noites de Comunicurtas…

* Entrega do Prêmio Machado Bittencourt pela contribuição ao Cinema Paraibano para o cineasta Taciano Valério.

Mostra Competitiva Tropeiros da Borborema
Ato Institucional – Fic – Direção: Helton Paulino (Campina Grande) 20’ Classificação Indicativa: 16 anos
Arrumando as Malas – Doc – Direção: Ana Célia Gomes (Campina Grande) 13’ Classificação Indicativa: Livre
Essas Senhoras – Doc – Direção: Gláucio Souza (Santa Rita) 6’26’’ Classificação Indicativa: Livre
Psicodélico – Fic – Direção: Carlos Santos e Silvânia Araújo (Campina Grande) 8’8’’ Classificação Indicativa: 16 anos
Nêgo – Doc – Direção: Marcelo Coutinho (João Pessoa) 7’ Classificação Indicativa: Livre
O Tratamento – Fic – Direção: Cássia Lobão (Campina Grande) 15’ Classificação Indicativa: 12 anos
Parrá – Becos da Boemia – Doc – Direção: Hemano Araruna (João Pessoa) 20’ Classificação Indicativa: Livre

André da Costa Pinto inicia hoje mais uma temporada COMUNICURTAS…

Mostra Competitiva Brasil
Parede Branca que Poderia Ser – Pedro Paulo de Andrade (SP) – Fic / 16’50’’ Classificação Indicativa: Livre
Cadê meu Rango? – George Munari Damiani (SP) – Animação / 04’15” Classificação Indicativa: Livre
Entre Muros – Adriana Tenório (RJ) – Fic / 16’54’’ Classificação Indicativa: 12 anos

23h – Programação Social em algum bar da cidade

André Costa revela Tudo que Deus criou… e faz bonito pelo Cinema em Campina Grande

 
Aproxima-se o grande dia do lançamento: o super aguardado filme de André da Costa Pinto – Tudo que Deus criou – tem pré-estreia nacional neste sábado, na paraibana Campina Grande, onde foi filmado.
 
As primeiras cenas foram rodadas ainda em 2009, tendo a Universidade Estadual de Campina Grande como realizadora. Tudo que Deus Criou é o primeiro longa-mentragem do cineasta, produtor, professor de Cinema e idealizador do Festival ComuniCurtas, André da Costa Pinto, dos premiados curtas Amanda e Monick e A Encomenda do Bicho Medonho.
 
A produção é fruto de uma parceria entre o diretor André da Costa Pinto e o produtor Adriano Lírio – ambos bastante premiados nos últimos anos por seus trabalhos na área audiovisual.
 
O elenco tem nomes de vasta estrada na cena artística nacional: Letícia Spiller, Guta Stresser, Maria Gladys, Paulo Vespúcio e Cláudio Jaborandy. Mas vale ressaltar: a maior parte do elenco é composta por atores da própria Campina Grande, todos eles ex-alunos de Aandré Costa, como o estreante Paulo Phillipe, que faz o protagonista Miguel.
 
Letícia Spiller em grande momento de atuação…
 
Amor, tristeza, dor, melancolia e momentos de extrema delicadeza compõem o filme, que tem roteiro do próprio André Costa. O filme é uma parceria da Medonho Produções com a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), que vem sendo pródiga em fomentar o audiovisual em suas hostes, sobretudo depois da chegada revolucionante de André da Costa Pinto aos quadros da UEPB.
 
Tudo que Deus criou foi inteiramente rodado em Campina Grande, principalmente nas ruas João Pessoa e Félix Araújo, no centro da cidade, e tem a aplaudida assinatura de João Carlos Beltrão na fotografia, e a da cantora e compositora Val Donato na trilha sonora.
 
 
A pré-estreia nacional acontece este sábado no Hotel Garden, em Campina Grande, às 20h, com sessão especial para convidados da UEPB e imprensa, contando com a participação de todo o elenco. Dia seguinte (26), no mesmo local, haverá duas sessões especiais, às 15 e às 17h, gratuitas e abertas a todos os interessados.
 

FELIZ ARUANDA NOVO !

  
Eis o criativo cartão de BOAS FESTAS que recebemos do atencioso agitador cultural e documentarista BERTRAND LIRA, tendo como “modelo’ o sapeca JUAN, que durante o concorrido festival paraibano formava – com a bela maninha Maria Olívia e o primo Gabriel – o Trio ARUANDINHA.
 
Juan e Maria Olívia são filhos do casal Lúcio Villar, idealizador e coordenador-geral do Festival ARUANDA de Documentários, que já virou tradição dos dezembros culturais em João Pessoa, cresce a cada ano e se consolida como um dos mais importantes do país.
 
O cartão é uma grata surpresa, que divido com você, leitor amigo, torcendo pra que, na próxima edição, o Trio ARUANDINHA faça as entregas dos troféus aos vencedores da Mostra ARUANDINHA – sessões de filmes infantis que acompanham a programação oficial do FestARUANDA.
 
E nós fazemos coro: FELIZ 2011 e um Novo Ano de muito CINEMA BRASILEIRO ! 
 
 

Selecionados ao Fest ARUANDA

Sexta edição do FestCine Aruanda: 11 a 16 de dezembro em João Pessoa  

* Com informações de Maria do Rosário Caetano

Selecionados 48 curtas-metragens nas categorias ficção, documentário, experimental e animação.

 

A comissão julgadora foi formada pelo produtor Heleno Bernardo, pelo professor de Publicidade e Propaganda, e designer gráfico, Alexandre Câmara, e pelo cineasta e professor Bertrand Lira. Por decisão da comissão, as categorias videoclipe e vídeo de um minuto ficaram de fora desta edição do Fest Aruanda pela quantidade incipiente de trabalhos inscritos e pela insuficiente qualidade técnica e estética das obras.das obras.

Por outro lado, Bertrand Lira, realizador com vasta experiência em comissões e júris de festivais (entre eles o de Gramado e o de Brasília) acredita que o nível dos trabalhos inscritos no Fest Aruanda, de um modo geral,  tem surpreendido pela diversidade de temas, qualidade técnica e estética dos trabalhos. “A produção aumentou significativamente e credito isso à facilidade de acesso às novas mídias, barateamento dos equipamentos e a criação de novos cursos de audiovisual em todo o país”, avalia Bertrand atual coordenador do Núcleo de Estudos, Pesquisa e Produção Audiovisual (Neppau) do departamento de Mídias Digitais responsável pelo festival.

RELAÇÃO DOS SELECIONADOS

 

CHEIROSA, do mineiro Carlos Segundo, é um dos curtas em competição

FICÇÃO:

Los minutos, lãs horas, de Janaina Marques Ribeiro (CE)

Aviário, de Daniel Favaretto (SP)

Feliz Aniversário, de Fábio Souza (RJ)

A Distração de Ivan, de Cavi Borges e Gustavo Mello (RJ)

Cheirosa, de Carlos Segundo (MG)

Um par a outro, de Cecília Engels (SP)

O tempo das coisas, de Jacqueline M. Souza e Marcos Flávio Hinke (PR)

Bode Movie, de Taciano Valério (PE)

Senhoras, Adriana Vasconcelos (DF)

Operação Mamãe, Marise Farias (RJ)

Rua Mão Única, André Gevaerd (SP)

Feijão com Arroz, Daniela Marinho (DF)

Vela ao crucificado, Frederico Machado (MA)

3.33, de Sabrina Greve (SP)

Nego fugido, de Cláudio Marques & …(BA)

Semeador urbano, de Cardes Amâncio (MG)

Eu não sei andar de bicicleta, de Diego Florentino (PR)

Ensaio de cinema, Allan Ribeiro (RJ)

Um par, de Lara Lima (SP)

Made in Taiwan, de Daniel Araújo (PB)

Direita, de Marcelo Quixaba Gonçalves (PB)

Desassossego, de Marco di Aurélio (PB)

DOCUMENTÁRIO

Lapidar o Bruto, de Natália Queiroz (SP)

É muita areia pro meu caminhãozinho, de Ana Paula Guimarães e Eduvier Fuentes Fernández (SP)

Último retrato, de Abelardo de Carvalho (RJ)

O som do tempo, de  Petrus Cariry (CE)

O Divino, de repente, de Fábio Yamaji (SP)

Família Vidal, de Diego Benevides (PB)

Iolovitch: o azul de Brasília, de Adriana de Andrade (DF)

Contracorrente, de Ismael Farias, Leandro Cunha e Paulo Roberto (PB)

Menino Artífice, de Ana Célia Gomes (PB)

Retratos, de Leo Tabosa e Rafael Negrão (PE)

Oscar 07/02, de João Krefer (PR)

A minha amiga: um breve relato sobre nós, de André Costa (PB)

EXPERIMENTAL

1:21, Adriana Câmara (PE)

Nem dia, nem noite, Roderick Steel (SP)

Reciclando formas: a arte de Ana Christina, de Laurita Caudas e Elisa Cabral (PB)

Sintonize-se, de Jonathas Falcão (PB)

Bokeh, de Breno César (PE)

Relativamente Inconsciente, de Claudinei Foganholi (SP)

Súbito, de Breno César (PE)

ANIMAÇÃO

Quando as cores somem, de Luciano Lagares (SP)

Ser humano, de Fernando Pinheiro (MG)

O acaso e a borboleta, de Tiago Américo e Fernanda Correa (PR)

Bailarino e o bonde, de Rogério Nunes (SP)

O ciclo, de Maurício Ramos Marques (PR)

O retorno de Saturno, de Lisandro Santos (RS)

Uma estrela no quintal, de Danielle Divardin (SP)

Bailarino e o Bonde, filme que vem colecionando prêmios por onde passa: Bonito a mais não poder…

O GRANDE KILAPY

Este é o nome em angolano do filme O Grande Golpe, co-produção Brasil, Portugal e Angola, agora entrando em fase de pré-produção.

João Pessoa, terra de Herbert Vianna, será sede das filmagens brasileiras

A produtora brasileira é a Raiz Produções (leia-se Assunção Hernandez) e a direção é do premiado cineasta angolano, Zezé Gamboa. Inspirado em fatos e personagens reais, conta a história de Joãozinho,  jovem angolano, de  família  bem posicionada na sociedade dos tempos da colônia. Joãozinho, mestiço, bon vivant, mulherengo, nada  afeito a questões políticas, mas leal aos amigos, a maioria deles militantes na luta pela libertação de Angola do jugo português. 

Joãozinho é tão generoso que chega mesmo a destinar parte do dinheiro que arrebanha de forma fraudulenta do Banco Nacional Angolano, onde é alto executivo, aos amigos, para fugirem  do país, escaparem das prisões e manter os revoltosos.  Acaba   preso por corrupção, mas sai  nos  braços do povo, como herói nacional, quando as portas das prisões se abrem, libertando a  todos,  a maioria  deles, combatentes da  agora vitoriosa luta  pela  independência de Angola, que culminou com a  revolução de  Abril em Portugal. 

As filmagens começam em julho, em Portugal, e no Brasil, na cidade de João Pessoa, em setembro. A capital paraibana  foi escolhida pelo fato de manter uma arquitetura que  bem  representa os anos de 1965 a 1974, ao contrário da Luanda de hoje, destruída nas guerras de libertação e lutas internas, e não  reconstruída até hoje. 

Lázaro Ramos será o protagonista do filme, cujoque elenco será formado, em sua maioria, por atores brasileiros. Estão sendo convidados: Chico Diaz, João Miguel, Maria Ceiça e Adriana Rabelo, entre outros.