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Se Todos Jogassem como MESSI… SARAVÁ !!!

Com recorde de Messi, Barça vence outra e ‘esfria’ despedida do Shakhtar 

Sensacional Craque argentino faz único gol da partida e chega aos 48 na temporada.

Catalães aguardam o Real Madrid para uma maratona de quatro clássicos

Durante 20 minutos, a empolgada torcida do Shakhtar Donetsk acreditou que o impossível poderia acontecer na noite de ontem, na Donbass Arena, e que o time da casa daria o troco pelo 5 a 1 sofrido na semana passada no Camp Nou.

Foi quando o Barcelona trouxe os ucranianos de volta à realidade, passou a dominar o jogo, abriu o placar com direito a recorde de Lionel Messi e garantiu a classificação para a quarta semifinal seguida de Liga dos Campeões com uma vitória por 1 a 0.

Na mesma cidade onde disputou seu primeiro jogo de Champions, em dezembro de 2004, Messi tornou-se o maior artilheiro do Barcelona numa única temporada, chegando aos 48 gols em 45 jogos e superando a marca de Ronaldo Fenômeno em 1996/97 e também a própria em 2009/2010.

 

* Com informações de Rafael Maranhão, direto de Donetsk, Ucrânia

Poesia de CARPINEJAR: Como um GOL de MESSI…

Quem me conhece, tá cansado de saber: quando gosto, meu gostar é pra valer; se me apaixonar, sai da frente…

Pois desde que conheci os versos do poeta gaúcho Fabrício Carpinejar, apaixonei-me pela prosa e a poesia dele.

Mérito exclusivo do escritor, que abusa do singular direito de encantar…

Pois não é que acabo de ser surpreendida com um texto atordoantemente lindo do poeta (cuja parceria muito deve honrar a Mário Corso), flagrando e traduzindo na mais fina escrituração poética os dribles, passes, jogadas, enfim, a maestria do absolutamente craque argentino LIONEL MESSI ?!

O texto é uma pérola, indicado por minha querida amiga Luziany Gomes, que, sabendo de minha ligação intensa com o mestre de todas as bolas, me presenteou com esta preciosidade.

Um texto que, tivesse eu o talento, o olhar e a sensibilidade de CARPINEJAR, talvez levasse minha assinatura, antes mesmo da do poeta.

O que você vai ler a seguir, eu teria o MAIOR ORGULHO DE ASSINAR.

Salve, CARPINEJAR !

E obrigada por nos presentear a todos, sobretudo nós, tietes e admiradores atentos e maravilhados ante a atuação de MESSI, com esta preciosidade em forma de crônica.

GOL DE PATINETE

Fabrício Carpinejar e Mário Corso

Maradona não pode ser comparado a Pelé, mas Messi sim, ele já mostra fagulhas do impossível, risca fósforos das chuteiras, entra na pequena área com archotes, ilumina a caverna das traves com rupestres e desenhos incríveis. As redes deveriam ser retiradas depois de seus gols.

O que ele aprontou contra Arsenal é antológico. Seu primeiro gol será tão reprisado quanto a derrubada das torres gêmeas. Nasceu com moldura. O argentino recebeu enfiada de Iniesta e deu um chapéu no goleiro Almunia e concluiu sem deixar a bola cair. A questão é o curto espaço da operação, um rasgo para cima, lembrando os dribles para dentro dos santistas Canhoteiro e Edu.

Foi, na verdade, uma bicicleta de frente, criou o gol de patinete. A bola e o goleiro estavam em outra rotação, muito mais lentos; Messi congelou o tempo para encobrir e botou o tempo a correr novamente ao arrematar. A bola sobe com efeito, como se zombasse das mãos do arqueiro. Não há jogo de corpo do atacante, mas jogo de corpo da bola. A bola joga para Messi.

Talvez seja o tento mais perfeito que se viu no Camp Nou. Esperava-se o toque ao lado para limpar o goleiro. Não, ele toca por cima, numa manobra absolutamente original. Essa é a diferença do gênio para o craque, da estrela para o cometa. Messi não diviniza o banal, desembaraça o divino. Amplia o repertório, não permite um mínimo de descuido e desatenção do torcedor. Qualquer lance dele cheira a milagre. Ele não corre, aparece; ele não chuta, coloca; ele fundiu balé com futebol de salão.

Não há jogo ruim, no mínimo boas atuações alternadas com levitações demoníacas. Seu pé esquerdo é uma centopeia delirante. Comprova que os canhotos não surgiram para a mendicância técnica. São reis do ilusionismo.

Ele não realizou sua obra-prima em cima do Olaria, mas na poderosa esquadra do Arsenal em oitavas de final da Liga dos Campeões. Sacramentou a vitória de 3 a 1 sobre o vice-líder do Campeonato Inglês.  Alguns podem alegar que ele não oferece o mesmo espetáculo defendendo a Argentina. Calma, calma, o Barcelona é uma seleção (assim como o Santos da década de 60), a Argentina que é o clube. Messi não repete suas performances de gala no combinado do seu país porque não há como, é uma confusão política, de desmandos e superstições.

No Espanhol, o artilheiro atingiu 77% de acerto nas finalizações, o maior índice da história. Contabiliza 27 gols em apenas 116 conclusões – marcou a cada 4,3 chances que teve.

É um centroavante completo e um meia esplêndido, concilia o talento magnético na condução da bola e o oportunismo de matador. Impossível marcá-lo. Há algo de maduro em seu rosto, lampejo de tigre, e só tem 23 anos.

Repare que nem comemora o gol, acena, agradece com sinal da cruz. Sua comemoração nunca é explosiva, parece que não quer diminuir o lance com coreografias animadas; só aceita dançar com a bola, não trai sua parceira de tango.

Deseja o lance seco, curto, sem música de fundo. O futebol essencial, o futebol pelo futebol.

A sensação que nos passa é que a finalização letal consumiu toda sua energia criativa. Desce um degrau durante a euforia, enquanto o hábito da maioria é se sentir melhor com o gol. 

É um erro pensar que jogar com alegria diferencia o jogador. Ele precisa jogar com todos os sentimentos misturados, com tristeza também.

Se Lionel Messi encanta desse jeito com aplausos, ficamos imaginando o que faria num acesso de raiva e fúria. Se ele age assim para calar o adversário, o que seria capaz de encenar para calar a torcida.

Está na hora de vaiar Messi. Vaiar com vontade. Daí ele conhecerá a perfeição que vem com a vingança. Conhecerá o cisne negro. A outra metade de Pelé que lhe falta. 

Ele não corre, aparece; ele não chuta, coloca; ele fundiu balé com futebol de salão.

Argentinos Dão Show em Campo

Sem Messi e Milito, Argentina goleia o Canadá e se despede de sua torcida

Maradona se dá ao luxo de poupar craques, e equipe aproveita a fragilidade do adversário para fazer 5 a 0 no último amistoso antes da estreia na Copa

Por GLOBOESPORTE.COM Buenos Aires

A Argentina entrou em campo nesta segunda-feira, no estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, para disputar seu último amistoso de preparação para a Copa do Mundo da África do Sul. A festa da torcida, que viu até show musical no intervalo, encontrou resposta dentro das quatro linhas. Diante do frágil Canadá, o técnico Maradona se deu ao luxo de poupar os astros Lionel Messi e Diego Milito. Ainda assim, viu seus comandados golearem por 5 a 0, brindando os torcedores com uma ótima atuação na despedida.

A estréia da ARGENTINA na Copa é numa manhã de sábado, 12 de junho, contra a Nigéria.

Maxi Rodríguez (duas vezes), Di María, Tevez e Agüero fizeram os gols da partida. Craque do Barcelona, Messi ficou no banco, assim como Milito, destaque do Internazionale de Milão na conquista da Liga dos Campeões da Europa.

Maradona mandou a campo uma escalação com Romero, Gutiérrez, Burdisso, Otamendi e Heinze; Maxi Rodríguez, Mascherano, Di María; Pastore, Higuaín e Carlos Tevez. A escolha deixou a equipe muito ofensiva, e foi extamente isso que se viu nos primeiros 45 minutos.

Com excelente atuação do meio de campo, comandado por Maxi Rodríguez e Di María, a Argentina dominou completamente o Canadá. E o primeiro gol não demorou a aparecer. Aos 19 minutos, Maxi Rodríguez cobrou uma falta pelo lado esquerdo de ataque e a bola entrou no ângulo, sem chance de defesa.

messi e milito no banco, argentina x canadáMessi e Milito viram tudo do banco  (Foto: Reuters)

O entrosamento ficou evidente quando, aos 31 minutos, Tevez arrancou da intermediária e serviu Rodriguez, que bateu na saída do goleiro canadense, marcando o seu segundo gol. Seis minutos depois, Di María driblou dois adversários e bateu de trivela, encobrindo o atônito goleiro. Depois da vantagem construída, os argentinos tiraram o pé do acelerador e passaram a tocar a bola.

Na etapa final, Maradona trocou quase toda a equipe. O técnico mudou seis jogadores em campo, e a equipe passou a ter essa configuração: Romero, Gutiérrez, Burdisso, Otamendi e Clemente Rodríguez; Garcé, Verón, Bolatti e Di María; Palermo e Agüero. As mudanças garantiram um gás extra e não diminuíram a qualidade do time.

Com um ímpeto ofensivo impressionante, os donos da casa aumentaram o poder de fogo nos 45 minutos finais. E, aos 17 minutos, Higuáin encontrou Tevez livre na área. O atacante só teve o trabalho de tocar para o gol vazio e festejar os 4 a 0. Apenas oito minutos depois, Agüero, no seu primeiro toque na bola, deu um drible sensacional em um zagueiro canadense e bateu de perna esquerda para marcar o último gol do confronto.

Satisfeitos com a sua seleção, os torcedores passaram o restante do jogo cantando e saudando os jogadores argentinos na despedida antes da estréia na Copa do Mundo.

MESSI Está Bem, Treina e Tevez Goleia

Messi e Maradona no treino da Argentina

Messi, observado por Maradona, treinou sem
problemas em Buenos Aires (Foto: EFE)

O atacante MESSI se recuperou do susto da sexta-feira, quando deixou o gramado sentindo dores no joelho direito após choque com Mascherano, e treinou neste sábado.

O jogador, eleito o melhor do mundo no último prêmio da Fifa, marcou um dos gols dos titulares na vitória por 4 a 0 sobre os reservas, no coletivo realizado no centro de treinamento da seleção argentina, em Ezeiza, bairro de Buenos Aires.

Tevez está na seleção argentina e é um dos grandes craques do futebol mundial

O técnico Maradona escalou a equipe com três atacantes. Messi atuou pelo lado direito, como no Barcelona, Tevez, pelo lado esquerdo, e Higuaín foi o centroavante. O ex-corintiano marcou duas vezes. O meia Di María, do Benfica, completou o placar.

Maradona armou o time titular no 3-4-3. Os escolhidos foram: Romero; Burdisso, Otamendi e Heinze; Jonás Gutiérrez, Mascherano, Máxi Rodríguez e Di María; Messi, Higuaín e Tevez.

Agüero, genro de Maradona, tem revelado incrível maestria com a bola

Dois jogadores não puderam participar das atividades: o meia Verón e o atacante Agüero. O zagueiro Samuel e o atacante Diego Milito, ambos do Inter de Milão, além do zagueiro Demichelis, do Bayern de Munique, não se apresentaram por cinta da disputa da final da Liga dos Campeões.

ARGENTINO MILITTO DÁ VITÓRIA À INTER

                Como diz Galvão Bueno, é preciso respeitar time italiano, mesmo quando não há italianos em campo.

                 O artilheiro Militto, argentino do time italiano Internazionale de Milão, marcou dois gols contra o alemão Bayern de Munique, sagrando a seleção italiana CAMPEÃ DA LIGA DOS CAMPEÕES DA EUROPA.

Assim, a Inter de Milão realizou neste sábado uma aguarada proeza, pondo fim a uma longa espera de 45 anos por um novo título da Liga dos Campeões ao vencer o Bayern de Munique por 2 a 0 na final do torneio, disputada no estádio Santiago Bernabéu, em Madri.

O grande protagonista da partida foi o atacante Diego Milito, autor dos dois gols – o primeiro deles com participação do goleiro Júlio César, e o segundo em bela jogada.
      SARAVÁ !!! VIVA DIEGO MILITTO !!!