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Cearense Pode Ganhar Veneza

O curta brasileiro “O Mundo É Belo”, do cineasta Luiz Pretti, foi exibido ontem no 67º Festival Internacional de Cinema de Veneza.

Apresentado na seleção Orizzonti do certame, o filme aborda os desejos que o ser humano experimenta na juventude e tem 9 minutos.

O tema do curta envolveu Pretti de tal forma que ele chegou à conclusão de que tinha um sentimento de amor para com a juventude: “Quando comecei com isso, me dei conta que realmente era um sentimento de amor”, declarou o cineasta em entrevista coletiva no Festival.

“Pouco a pouco, comecei a experimentar um sentimento que me fez entender o que queria. E finalmente, tudo se transformou em uma obra”, comentou Pretti, que é carioca, mas reside no Ceará.

A entrega dos prêmios dessa seleção paralela do Festival de Veneza será realizada no encerramento do festival, próximo sábado.

 
O diretor brasileiro Luiz Pretti

A torcida do Aurora de Cinema por mais uma estatueta para o colega “cearense”  Luiz Pretti

Em Veneza, O Mundo é Belo

Curta brasileiro será exibido no Festival de Veneza

O Mundo É Belo, filme do “quase” cearense Luiz Pretti (cineasta residente em Fortaleza há alguns anos), é uma das sete produções latino-americanas que irão participar da mostra Horizontes, dentro da categoria de média e curta-metragem, no 67o Festival de Veneza, que começa dia primeiro de setembro. Há ainda produções da República Dominicana, México, Argentina, Brasil e Equador.

A organização do festival italiano, que apresenta amanhã em Roma a programação do evento, antecipou os nomes dos filmes que participarão da mostra Horizontes, que conta com seus próprios prêmios.

Na categoria de média ou curta-metragem, também competem o argentino “En el Futuro”, de Mauro Andrizzi; “El Pozo”, de Guillermo Arriaga; e “Man in a Room”, de Rafael Palacio Illingworth; “Indefatigable’, de Ruth Jarman e Joe Gerhardt (Equador/Reino Unido).

Os longas espanhóis “Caracremada”, de Lluís Galter, e o documentário “Guest”, de José Luis Guerín, também participam da mostra “Horizontes”, que é dedicada às novas correntes cinematográficas, sem distinção de gênero ou duração.

Nesta edição, o júri dessa mostra será presidido pela cineasta iraniana Shirin Neshat, ganhadora do Leão de Prata na última edição do festival com o filme Zanan Bedoone Mardan. Também integram o júri tunisiana Raja Amari, o filipino Lav Diaz e o italiano Pietro Marcello, assim como o crítico austríaco Alexander Howarth.

Em comunicado, o presidente da Bienal de Veneza, Paolo Baratta, explicou que, neste ano, a mostra Horizontes, criada em 2004, se abre a todas as obras consideradas “fora de formato”, com um “olhar mais amplo e dinâmico para os novos caminhos das linguagens que confluem para o cinema”