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Para ouvir Marina Wisnik: é Quinta no Rio Verde

Cantora será recebida pelo DJ Tutu Moraes no Centro Cultural Rio Verde

O Tutu Recebe da próxima quinta-feira (17) recebe a cantora Marina Wisnik no Centro Cultural Rio Verde.

Após ótima repercussão em veículos como Folha de S. Paulo, Rolling Stone e MTV, a cantora faz seu show a partir das 22h, apresentando o incrível disco de estreia – Na Rua Agora.

A doce Marina Wisnik, dona de bela voz e rara afinação…

A banda que acompanha Marina neste espetáculo é formada por Alexandre Fontanetti, Adriano Busko e Eric Rahal, além da presença do DJ Tutu Moraes, famoso por comandar a Festa do Santo Forte na noite paulistana.

Marina Wisnik

Benfazeja revelação da música brasileira, Marina Wisnik acaba de fazer seu début com o álbum Na Rua Agora, disponível primeiro digitalmente e pelo site Musicoteca. O trabalho contém 11 faixas e marca também a estreia da escritora Marina, filha do grande pianista e emérito professor de Música e Literatura, José Miguel Wisnik, contando com produção de um dos artistas mais bem falados de 2011, com o disco Feito Pra AcabarMarcelo Jeneci – e Yuri Kalil (Cidadão Instigado).

A qualidade do trabalho de MARINA WISNIK vem atrelada à voz doce de uma poetisa de singular delicadeza e intensidade.

Gravado no estúdio Mosh, em 2011, o álbum de Marina Wisnik conta ainda com a participação dos músicos da banda Cidadão Instigado (Régis Damasceno – baixo e violões, e Clayton Martin – bateria e percussão), além de Jonas Tatit (violões), Chico Salém (guitarra), Estevan Sinkovitz, Luque Barros, Ricardo Prado, Marcio Arantes e Eric Rahal (vocais), além do próprio Jeneci (multiintrumentista).

O trabalho tem ainda a parceria de Thiago Pethit, que concorreu ao VMB do ano passado com seu clipe ao lado de Alice Braga -“Nightwalker”. Com a própria Marina, Bruna Lessa e Eric Rahal, ele compôs a faixa Dezesseis.

MARINA, que fez o lançamento do disco no Sesc Pompeia (SP), é filha de Miguel Wisnik, que começou sua história no piano clássico e, hoje faz shows regulares pelo Brasil e pelo mundo. Agora focada na música, Marina cursou Letras, fez teatro e escreve Palíndromos desde muito cedo. Desta vez, ela estreia com o trabalho que teve início num violão faltando uma corda –e faz sobrar emoção.

Ouça o disco: http://www.amusicoteca.com.br/?p=6141

No Facebook:https://www.facebook.com/pages/Marina-Wisnik/247403485325150

Clipe de Na Rua Agora:http://www.youtube.com/watch?v=bZKxHuLOSoM

Leia a entrevista de MARINA WISNIK ao AURORA DE CINEMA:

https://auroradecinema.wordpress.com/moviola-entrevistas-exclusivas/marina-wisnik/

Serviço:

Tutu Recebe com Marina Wisnik

Local: Centro Cultural Rio Verde

Data: 17 de agosto

Horário: a partir das 22h

Preço: R$ 15 na lista (listasantoforte@gmail.com) e R$ 20 na porta.

Marina Wisnik lança CD e fala com exclusividade para o Aurora de Cinema

Cantora é filha do pianista e professor de Literatura, José Miguel Wisnik…

Marina Wisnik está lançando o primeiro CD, seguindo os passos do pai…

Na Rua Agora, disponível primeiro digitalmente e pelo site Musicoteca, traz 11 faixas e marca também a estreia da escritora, que chega com produção de dois músicos muito bem considerados na cena musical contemporânea: Marcelo Jeneci – e Yuri Kalil (Cidadão Instigado).
 
Gravado no estúdio Mosh, em 2011, o álbum conta ainda com a participação dos músicos da banda Cidadão Instigado (Regis Damasceno – baixo e violões e Clayton Martin – bateria e percussão), além de Jonas Tatit (violões), Chico Salém (guitarra), Estevan Sinkovitz, Luque Barros, Ricardo Prado, Marcio Arantes e Eric Rahal (vocais) e o próprio Jeneci (multiintrumentista). 
 
O trabalho tem ainda a parceria de Thiago Pethit, que concorreu ao VMB do ano passado com seu clipe ao lado de Alice Braga – Nightwalker. Com a própria Marina, Bruna Lessa e Eric Rahal, ele compôs a faixa Dezesseis
 
Antes de desembarcar na praia musical, Marina cursou Letras, fez teatro e escreve Palíndromos desde muito cedo. Desta vez, ela estreia com o trabalho que teve início num violão faltando uma corda – e faz sobrar emoção.
 
Confira agora entrevista EXCLUSIVA de Marina Wisnik para o AURORA DE CINEMA:
 
 Na Rua Agora: Marina Wisnik lança primeiro CD, acompanhada de Marcelo Jeneci e Cidadão Instigado
 
AC– Como é chegar ao universo musical depois de percorrer outras estradas profissionais ?
 
MW – É natural, pelo fato de que a música é o meio por onde eu consigo me comunicar de maneira mais fluida.
 
AC – Você acha que o teatro ajudou a formação da Marina que hoje chega ao palco cantando ? De que forma ? 

MW – Acho que pode ajudar. Mas até agora não utilizei dos meus recursos porque na música sempre busquei a sinceridade. O despir-se. Já o teatro oferece uma série de possibilidades e construções que, a princípio, não estão no meu foco, mas podem, em algum momento, ser interessantes.

AC – Como foi o ‘estalo’ para a decisão de seguir na via da música ?
 
MW– Comecei a fazer por acaso e percebi que as músicas surgiam naturalmente, que havia um fluxo e possibilidades de caminhos para a criação delas. Mas tudo isso aconteceu porque eu estava sofrendo por uma relação amorosa e precisava transformá-la em expressão. Esse foi o “estalo”.
 
AC – Como nasceu a ideia dos shows e do disco ? 
 
MW– Os shows nasceram a partir do momento que eu já tinha um repertório de músicas e elas estavam, de alguma maneira, arranjadas pelo Jeneci. Isso foi em 2009. O disco nasceu como consequencia desse trabalho, e eu consegui realizá-lo quando achei meios para gravá-lo e consegui reunir as pessoas certas.
 
AC – O que lhe traz mais satisfação: gravar em estúdio ou estar no palco com a plateia  se manifestando na hora ?
 
MW – Depende. Ambas as práticas trazem a dor e a delícia delas mesmas. Um show pode ser muito prazeroso ou não, uma gravação também. Depende do dia. 
 
De berço: Marina Wisnik herda vocação, musicalidade e afinação do pai Zé Miguel Wisnik… 
 
AC – Como é feita a escolha do repertório ?
 
MW – São só músicas minhas. Para o disco escolhi um grupo onde eu via uma espécie de unidade. Músicas que se ligavam umas nas outras.
 
AC – Ser filha de um músico do quilate de Wisnik, atrapalha ou ajuda ?
 
MW– Acho que mais ajuda do que atrapalha. Atrapalharia se eu tivesse uma liguagem muito parecida com a dele. Daí eu estaria mais exposta à comparação e isso não seria bom. Mas, apesar de sermos muito amigos, as minhas músicas e a dele apontam caminhos diferentes.
 
AC – Quais são suas grandes inspirações ? 
 
MW – Para escrever, me inspiro nos meus sentimentos, nos meus sonhos. Mas artistas que me tocam: Clarice Lispector, Nelson Rodrigues, Dostoievski, Klimt, Arnaldo Antunes, Itamar Assumpção, Beatles, Radiohead, Mutantes..
 

Marina Wisnik: das letras e do teatro pra música, shows e CD…
 
AC – Há alguma música que você gosta especialmente de cantar ? 
 
MW – Entre as minhas, gosto de cantar atualmente uma música nova que chama “Inventar”. E dentre as músicas do mundo, no violão, em casa, gosto de cantar “Trem do Pantanal”.
 
AC – Como você chegou a estes músicos que te acompanham no disco e nos shows ?
 
MW – A banda do disco é composta, em parte, por pessoas que já faziam meus shows – Jeneci e Jonas Tatit- e, em outra parte, por integrantes do Cidadão Instigado – Clayton Martin, Régis Damasceno e o próprio Yuri Kalil (que produziu o disco). Cheguei neles através do Jeneci. A banda dos shows foi indicada por esses próprios músicos, Caio Lopes, Caetano Malta, Daniel Lima e Camila Lordy.
 
 
AC – Pra finalizar, como será a carreira de Marina “Na Rua Agora” ?
 
MW – Difícil prever o futuro. Mas posso dizer que desejo que seja uma relação de encontro do “disco” com “a rua” e com a intimidade dos que ouvirem, no terno “agora”.
 
* E assim, com esta entrevista franca e direta com MARINA WISNIK, o Blog AURORA DE CINEMA inicia seu espaço de entrevistas EXCLUSIVAS.
 
Para conhecer mais do trabalho de MARINA WISNIK e ouvir sua preciosa voz, acesse: 
 

Marcelo Jeneci, o produtor, e Marina Wisnik,  a nova Voz…

Marina Wisnik consagra vocação e carisma do pai na música

 
Marina Wisnik traz força, beleza e ternura na voz…
 
Instigante revelação feminina da boa música brasileira, Marina Wisnik acaba de registrar seu début. O primeiro álbum chama Na Rua Agora, disponível primeiro digitalmente e pelo site Musicoteca, vem com 11 faixas e traz a estreia da também escritora, já com produção de um dos nomes mais falados de 2011, com o disco “Feito Pra Acabar”- Marcelo Jeneci – e Yuri Kalil (Cidadão Instigado). A qualidade do trabalho vem atrelada à voz doce de uma poetisa que, ademais, é ilsutre filha de um dos mais cults e relevantes poetas da canção brasileira, o pianista/escritor e professor de Literatura Brasileira na USP, José Miguel Wisnik.
 
Gravado no estúdio Mosh, em 2011, o álbum conta ainda com a participação dos músicos da banda Cidadão Instigado (Regis Damasceno – baixo e violões e Clayton Martin – bateria e percussão), além de Jonas Tatit (violões), Chico Salém (guitarra), Estevan Sinkovitz, Luque Barros, Ricardo Prado, Márcio Arantes e Eric Rahal (vocais) e o próprio Jeneci (multiintrumentista). 
 
 
MARINA WISNIK: cantora surge cercada por grandes músicos e com afinação invejável..
 
O trabalho tem ainda a parceria de Thiago Pethit, que concorreu ao VMB do ano passado com seu clipe ao lado de Alice Braga – “Nightwalker”. Com a própria Marina, Bruna Lessa e Eric Rahal, ele compôs a faixa Dezesseis
 
José Miguel Wisnik, uma das inteligências mais brilhantes do país, é grande músico e ver passar seu talento e vocação à filha Marina…
 
A cantora, que fez o lançamento do disco no Sesc Pompeia (SP), é filha do aplaudido Miguel Wisnik (conforme citado acima), que começou sua história no piano clássico e hoje faz shows regulares pelo Brasil e pelo mundo. Agora focada na música, Marina cursou Letras, fez teatro e escreve Palíndromos desde muito cedo. Desta vez, ela estreia com o trabalho que teve início num violão faltando uma corda – e faz sobrar emoção.
 
 

Marina, filha de Zé Miguel Wisnik, estreia como cantora

Ela é filha de um dos mais importantes compositores do país, um exímio estudioso da literatura e da música brasileiras, professor da USP e criador de muitas e belas trilhas sonoras para teatro e cinema.

Falo de José Miguel Wisnik que é, ademais, um gentleman, e um dos artistas que mais me dá orgulho de ter entrevistado.

Tendo seu sangue correndo nas veias, Marina Wisnik só pode ser uma cantora de fino bom gosto, voz afinada, e sensibilidade singular.

Por tudo isso, reproduzimos aqui matéria da Folha de São Paulo onde Marina Wisnik dá o tom:

Palíndromos e melodias simples guiam estreia de Marina Wisnik

Na letra de “Relp”, canção de seu segundo álbum, “São Paulo Rio” (2000), o compositor (e escritor, professor etc.) Zé Miguel Wisnik falava de “uma menina lá no espelho” que “fica rindo e polindo o que parece ter dentro e fora de si ou então construindo um lindo palíndromo”.

Marina, a tal menina, é filha de Zé. Dos 13 aos 21 anos, ela construiu uma série de micropoemas em forma de palíndromos –como “O céu em meu eco” e “Lá vou eu em meu eu oval”, que podem ser lidos tanto da esquerda para a direita quanto ao contrário.

Reuniu todos em 2008, no livro “Sós” (Oficina Raquel).

Já com 31, Marina Wisnik lança nesta semana o primeiro álbum, “Na Rua Agora”, com show na sexta, no Sesc Pompeia. Junta 11 composições autorais, escritas desde 2007, quando descobriu que era capaz de fazer música.

Marina aponta relações entre o disco e os palíndromos.

  Divulgação  
A cantora Marina Wisnik, que lança nesta semana o primeiro álbum, "Na Rua Agora"
A cantora Marina Wisnik, que lança hoje “Na Rua Agora”

“De uma maneira não proposital, essas frases que vão e voltam –e tratam do espelhamento no conteúdo e na forma– estruturaram também as músicas”, diz. “São mantras, com melodias simples, que se repetem, tentando pensar as relações do mundo entre o eu e o outro.”

Por todas essas referências, o disco quase se chamou Marina Dentro do Espelho.

A produção musical foi dividida entre Yuri Kalil (que já cuidou de trabalhos de Cidadão Instigado e Thiago Pethit) e Marcelo Jeneci.

“Queria que o disco brincasse com uma coisa psicodélica e hippie. Até pelo nonsense das letras, Mutantes era uma referência importante”, explica. “Quando fui ao show do Jeneci –o segundo da vida dele–, vi que já estava tudo lá: aquela coisa solar, astral, amor. Pensei: ‘É isso!’.”

Antes da música, Marina fez carreira como atriz. Tinha 16 anos quando foi convidada a participar da montagem de Os Sertões, com direção de Zé Celso Martinez Corrêa.

“Tive que ser emancipada para participar. Ficávamos pelados, fumava-se durante a peça. Que pai aceitaria?”

Na sequência, foi estudar teatro e literatura. Formou-se em letras pela USP. Hoje, é professora. Ensina língua portuguesa, é arte-educadora em ONGs e ministra um curso de poesia.

“Dei toda essa volta, fui fazer teatro e tentar outros caminhos para chegar exatamente ao que meu pai é hoje. Mas entendi que, na verdade, fiz a volta para chegar a mim mesma. Mas é tranquilo. Minha música vai por outro caminho, sou mais simples.”

Não teve jeito: é Marina Wisnik dentro do espelho.

* MARCUS PRETO, de São Paulo

MARINA WISNIK

QUANDO sexta, às 21h
ONDE Sesc Pompeia (r. Clélia, 93, tel. 0/xx/11/3871-7700)
QUANTO R$ 16
CLASSIFICAÇÃO 12 anos