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Febre do Rato é o longa mais aguardado do CineCE

Novo filme de Cláudio Assis será exibido no Theatro José de Alencar, com a presença do diretor e dos atores Matheus Nachtergaele, Mariana Nunes, Maria Gladys e Tânia Granussi

 

FEBRE DO RATO entra em cartaz dia 22 de junho em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte, Porto Alegre e Brasília. O filme participou do Paulínia Festival de Cinema – 2011 e conquistou 8 prêmios: Melhor Filme Ficção – Júri Oficial, Melhor Filme – Prêmio da Crítica, Melhor Ator (Irandhyr Santos), Melhor Atriz (Nanda Costa), Melhor Fotografia (Walter Carvalho), Melhor Montagem (Karen Harley), Melhor Direção de Arte (Renata Pinheiro), Melhor Trilha Sonora (Jorge Du Peixe).
Febre do Rato é uma expressão popular típica do nordeste brasileiro, que significa aquele que está fora de controle. É assim que Zizo, poeta inconformado e anarquista, denomina seu tablóide, publicado às próprias custas. Às voltas com seu universo particular, no qual saciar os desafortunados é uma mistura de benefício com altas doses de maldade, ele se depara com Eneida, consciência contemporânea e periférica, e todas suas convicções parecem ruir. Instaura-se o conflito entre o indivíduo e a coletividade.

Cláudio Assis e Irandhir Santos: presenças no CineCE, que vai movimentar Fortaleza a partir da próxima sexta…

Sobre o diretor Cláudio Assis

Desde o início da carreira como ator e cineclubista em Caruaru (PE) até a direção do primeiro longa, Amarelo Manga (2002), o diretor construiu uma trajetória que inclui a direção e produção de curtas, documentários e longas. Esses últimos são resultado de profunda reflexão sobre a linguagem cinematográfica e seus meios de produção. Sua obra dialoga entre si e constrói um discurso cinematográfico próprio, focado na reflexão do comportamento humano. Seus longas são projetos de baixo orçamento, e entre estes destacam-se Baixio das Bestas (2006), premiado nos festivais de Brasília, Roterdã, Miami e Paris; Amarelo Manga, premiado em Brasília, Toulose (França), Miami e Fortaleza; Chico Science – Retratos Brasileiros (2008), e Vou de Volta (2007).  

FEBRE DO RATO

Brasil, 2011, 110 min, 35mm, p&b, dolby digital
Direção: Cláudio Assis
Produção: Claudio Assis, Julia Moraes e Marcello Ludwig Maia
Produção: executiva Marcello Ludwig MaiaRoteiro Hilton Lacerda
Fotografia: Walter Carvalho
Montagem: Karen Harley

Elenco: Irandhyr Santos, Nanda Costa, Matheus Nachtergaele, Juliano Cazarré, Tânia Granussi, Conceição Camarotti, Mariana Nunes, Maria Gladys, Ângela Leal, Vitor Araújo, Hugo Gila.

Distribuição: Imovision

 

Toninho Dantas por Juninho Brassalotti

Caros Amigos e Leitores Fiéis,

Acabo de ler texto do amigo querido, ator e produtor cultural santista, JUNINHO BRASSALOTTI, braço direito e esquerdo do amado TONINHO DANTAS, sobre o amigo comum, que nos deixou há um ano…

TONINHO era Ator, Poeta, Escritor, jornalista, produtor, idealizador do Festival Santista de Teatro, e idealizador e coordenador-geral do FESTIVAL SANTISTA DE CURTAS-METRAGENS, o CURTA SANTOS, que ele tornou respeitado, conhecido e bem visto e querido em todo o país.

Participar do CURTA SANTOS passou a fazer parte de meus desejos, aí por volta de 2005… em 2006, conversando com o querido cineasta capixaba GUI CASTOR, ele me falou que tinha estado lá, participando de uma edição com um de seus curtas, e que tinha adorado. Falou o quanto era “gente boa este Toninho Dantas”, contou maravilhas da organização do festival e de como foi bem recebido por lá.

Eu ficava acompanhando as notícias do festival pela web e, eram tantas e tão boas as atrações, que a cada ano mais e mais aumentava minha vontade de estar no festival e conhecer o famoso Toninho.

Até que em 2008 veio a chance. Por obra e graça do colega jornalista Marcelo Pestana, amigo querido que intercedou por mim junto a Toninho. Lembro da felicidade que me ganhou a alma quando foi confirmada minha ida ao festival… E lembro com precisão de alfaiate como me marcou fundamente o festival. Toninho era de fato a figura incrivel que as pessoas falavam e o festival merecia mesmo todas as considerações positivas que a mídia alardeava.

Mas faltou dizerem mais sobre TONINHO, esmiuçar com mais fidelidade a figura sem par que ele era. TONINHO DANTAS foi amigo desde a hora em que batemos nossos olhares.

Transpirava liberdade, sintonizava criatividade e escancarava simpatia. Daí pra ganhar minha adesão total, foi um pulo: firme, fácil, sem volta.

TONINHO DANTAS ganhou não só minha simpatia, cumplicidade e apreço. Toninho Dantas conquistou de vez meu carinho, minha sintonia, minha parceria pra todos os sonhos.

E sonhamos juntos, muitas vezes. E foi tão bom…

Toninho me trouxe ademais este misto de ator/diretor/produtor/agitador cultural e companheiro pra toda obra, JUNINHO BRASSALOTTI. Os dois, sorrateiramente, se alojaram no meu coração.

Ney Latorraca, Aurora Miranda e Luiz Calos Lacerda no Curta Santos, 2009

E juntos plantamos um bocadin de coisa boa pra fazer brilhar, ainda mais, o CURTA SANTOS. E foi assim que, juntos, homenageamos a grandeza de atriz que é LEA GARCIA, que aplaudimos em coro a competência de LÍRIO FERREIRA e nos dobramos ante a magnanimidade do talento de MATHEUS NACHTERGAELE, a quem o CURTA SANTOS reverenciou com o belo troféu CLAUDIO MAMBERTI em setembro de 2009.

Nesse 14 de maio, fez um ano que TONINHO DANTAS foi pro andar de cima.

E as saudades se renovam.

Sobre elas, entrego a palavra para a radiografia emocionada e emocionante de JUNINHO BRASSALOTTI:

Oie,

me conta! Aliás, não conta não, deixa que eu te conto dessa vez… faz tempo que não nos falamos… menino quanta coisa mudou e quanta coisa continua igual… Estamos com a Dilma na presidência, isso sei que iria gostar, pois lembro da gente falando dela antes da campanha, não é? E não é que ela está indo bem? No ministério estamos com uma mulher também, isso já está dando um barulhinho mas vamos ver no que resulta. Vou te colocando a par!

Lembra quando a gente conversava sobre o crescimento da cidade? Tá pior! É prédio imenso pra todo canto, um papo de pré-sal pra lá, ponte pra cá, tunel embaixo d’água… e o ser humano, nada.

Crescimento e expansão de imóveis, da cidade em si, nunca vi tanto carro nas ruas e tá tudo mais caro, mas a cultura… bem, imagine o pior cenário. Calma, ainda falta um pouco. Na verdade (lembra desse bordão?) espero bom ventos, pode ser minha esperança incorrigível, mas tem uns segmentos se articulando, acho que vimos a possibilidade de termos passado um pouco do fundo do poço e lá debaixo nos olhamos, nos agarramos e estamos tentando pôr o pescoço pra fora. E não estou falando dos poderes não, mas dos artistas independentes mesmo! Tem muita gente que só com muito Oscar Wilde e Dante pra segurar, viu? Mas, borandá.

Lembra que íamos falar da mulher no ano de centenário da Pagu? Não rolou aquele ano por culpa tua, mas tu e suas “ausências significativas” continuam na gênese do Curta Santos, retomamos esse tema em 2011, vai dando umas dicas, hein? A Ludmilla Rossi fez um logo lindo pra gente, tu ia amar! Tua cara! A Leila Diniz, grávida, na praia. Um tapa!

Aliás, deixa te falar, Ricardo tá indo lindamente em frente, a nau dos insensatos continua navegando pelo, ainda careta, oceano cultural santista, tentamos seguir na contramão, cultivando aquela incerteza e insegurança que gera a ação. Os meninos que estão cuidando do monstrinho estão crescendo, tu ia ficar bobo! Tássia tá mais segura que nunca, Queijo tá com um cabelo estranho mas surpreende a cada dia e o Zé, de candanguinho tímido tá se saindo um profissional ultra competente, daqui a pouco me abandonam também…(espero que não!).

Por falar no monstrinho, ele tá completando 9 anos! 9! PA-SSA-DO! O eremita do tarô! Que sugere prudência, cautela, e gera solidão…ao mesmo tempo regenera, cria vida, impulsiona! Quantos verbos…Estamos dando comidinha pro monstrinho, viu? Ele tá crescendo, com calma, daqui a pouco são 10! Era só uma mostra paSSarela, lembra? Quem diria… obrigado por ter posto isso na minha vida, viu? Não tive tempo de te falar isso com essas palavras, mas acho que aquele dia no Rio tomando chá, depois que seu figado deu sinais, a gente meio que falou sobre isso, engraçado, aquele dia a gente tava se despedindo né? Mas tu já sabia, eu só senti. Retive.

Que louco, né? Tu é uó, mesmo daí continua atormentando, não larga o osso! Lembro de todos os nossos papos sobre o tema desse ano, vamos tentar viu?! Certeza que tu não ia gostar.. hahahahaha – mas sempre que penso nisso, revejo e tento propor algo novo, não cair no conformismo babaca, generalizado, que circunda e insidiosamente como naquele poema do João Cabral nos envolve.

Confesso que tá dificil e solitário, vira e mexe me pego falando contigo, é tão engraçado essa coisa da saudade, te sinto tão perto ainda… escrevo agora aqui da nossa salinha na Pagu, olhando o o banner que fizemos com sua foto (que aliás, eu sei, tu não gostou! azar o teu! Mandei tu ir embora?) e vejo também ali na praça uma imagem sua pintada pelo pessoal do FESTA numa banca de jornal… e ainda espero tu empurrar a porta daqui, jogar a agenda num canto, dizer que perdeu os óculos em algum lugar ou deixou no carro, pôr as mãos na mesa e dizer: “AIIII”… e dái em diante… Só os loucos sabem…

Nunca mais fui na Dilaita, sei lá… não consegui, nem no Jô… Na Dona Maria então, atravesso a rua, bobagem minha eu sei, mas me deixa também! Tenho cá minhas coisas, oras!

Menino, a Ervilha ligou esses dias, tamo rindo até agora…

A Nega continua uó e cada vez mais fraca, mas ela tá indo agora! O melhor número dela esgotou.

Abigail tá cada vez pior, agora passa petróleo no picumã…

Eloá tá de caso com a Pêssego,

A Acelga continua colega,

E o FESTA agora é em abril! É… abril…

Sei bem que tu não parou de trabalhar pro Curta Santos por ai, deve tá fazendo um inferno, né? Recebemos seu recadinho mês passado! Obrigado, aliás!

Escuta, relaxa um pouco, hein! Descansa! Tua longa jornada não vai parar, tu virou infinito aqui! Falamos de ti, como falavámos da Pagu do Plínio, do Maurice, certeza que tu não deve se achar merecedor. Problema teu. Não enche o saco e fica na tua!

Teus mitos e ícones viraram companheiros de trajetória, ainda vamos comer muito arroz com feijão, mas sempre vamos agradecer pela receita que você dividiu, comigo e com o Ricardo.

Qualquer coisa tamo aqui, vou continuar te enchendo a caixa de e-mails, ainda sinto falta dos teus telefonemas as 6h da manhã pra falar do House e mandar abrir meu e-mail por que tinha algo que eu ia adorar… vi meu primeiro Oscar sem falar contigo por telefone, Nic tava linda, menino! Ainda abro a janela de manhã e vejo o El Coche parado na minha porta e tu sem avisar pra gente ir pra Dilaita… nunca mais fui lá…

E contigo aprendi mais uma coisa nesse 1 ano: o que é a sensação da saudade, do vazio…

Nunca mais ri igual.

Nic

Texto de Junior Brassalotti

Ricardo Vasconcellos e Juninho Brassalotti: levando adiante sonho de TONINHO

A Profissão de Ator como um rito…

Matheus Nachtergaele De Volta à TV …

Rodrigo FonsecaMatheus Nachtergaele / Foto Leonardo Aversa

Mantenha os ouvidos atentos às palavras de Matheus Nachtergaele. A partir do dia 11 de abril, quando estrear “Cordel encantado”, a próxima novela das seis da Rede Globo, profecias hão de brotar de seus lábios. Por vezes, ele vai falar de fé:

Tenho a sensação de que me comporto diante da beleza que são os rituais religiosos como um antropólogo capaz de ver inclusive a profissão de ator como um rito. Um rito com uma forte função social. Ser ator no Brasil é acreditar que você pode fazer o seu próprio povo se ver e se descobrir – diz o paulistano de 42 anos, escalado para o elenco do folhetim das 18h no papel de Miguézim, profeta fundador da fictícia cidade de Vila da Cruz.

Outras vezes, a porção profética de Nachtergaele vai falar de política:

Miguézim vive na fissura provocada pelo dom de iluminar os outros: é capaz de se divertir com o que conhece, ao mesmo tempo em que sofre com a dor de saber. Já eu… eu me alegro com a sensação de que, politicamente, o Brasil está caminhando para uma boa direção. Mas sofro com a impressão de que muita coisa de base deixou de ser feita.

Já sobre a arte, Matheus Nachtergaele, dentro ou fora das novelas, sempre há de falar. Segundo seus colegas, ele sequer tem a escolha de não falar dela.

– Para Matheus, ser artista não é profissão. É doutrina – diz a atriz Dira Paes. – Tive a honra de atuar no primeiro trabalho dele como diretor, o filme “A festa da menina morta”, e pude vê-lo exercendo todas as suas potencialidades artísticas, que não são poucas.

Pela barba grossa que Matheus vem ostentando, Miguézim já deu seus primeiros sinais de vida, transformando as feições do ator e cineasta. Há 14 anos na TV, ele emplacou pelo menos quatro personagens marcantes: o travesti Cintura Fina de “Hilda Furacão” (1998); o herói pícaro João Grilo em “O auto da Compadecida” (1999); o vidente Helinho de “Da cor do pecado” (2004); e o peão Carreirinha de “América” (2005).

Atuar não é um ofício fácil. Com o tempo, você percebe que as pessoas, suas espectadoras, o conhecem mais do que você a elas. Você sai de casa para tomar um chope e nota que todo mundo te olha. Os personagens te deixam exposto, nu. Às vezes, você se pergunta: “Será que eu quero isso para mim?”. Outras vezes, você adora. Fazendo novela, o que muda é o fato de que você nunca sabe a trajetória completa que seu personagem pode ter. Em “Cordel encantado”, já me contaram que Miguézim guarda um mistério. Mas ninguém me contou qual – diz Matheus, cuja trajetória se mistura com a evolução do cinema brasileiro desde a Retomada.

Filme de NACHTERGAELE no CANAL BRASIL

A FESTA DA MENINA MORTA, o impactante filme  de estréia de MATHEUS NACHTERGAELE na direção, será exibido na programação do CANAL BRASIL este mês:

Segunda, dia 31/05, às 22h e sábado, dia 05/06, às 23h

Filme traz atuações estupendas de DANIEL DE OLIVEIRA e CÁSSIA KISS e a participação especialíssima de Paulo José.

Saiba mais sobre o filme: www.auroradecinema.com.br

MATHEUS Lança DVD da Festa

O BEM AMADO

Foto: Divulgação

Buena Vista divulga primeiro cartaz de O Bem Amado.
Filme é baseado na novela escrita por Dias Gomes e exibida pela Rede Globo, em 1973.

O longa será lançado no segundo semestre nos cinemas. Marco Nanini interpreta o célebre Odorico Paraguaçu, personagem que já tinha vivido no teatro. A direção do longa é de Guel Arraes (O Auto da Compadecida).

Também estão no elenco Caio Blat (Batismo de Sangue), Matheus Nachtergaele (O Auto da Compadecida), Andréa Beltrão (Verônica), Drica Moraes (Os Normais 2), Tonico Pereira (Romance), Zezé Polessa (Achados e Perdidos), José Wilker (O Maior Amor do Mundo).

 

DRICA MORAES em casa…

A atriz DRICA MORAES, querida do público e da crítica por seu grande talento e simpatia naturais, recebeu alta e está em casa. A atriz fora internada no início de fevereiro por causa de uma leucemia mas reagiu bem ao tratamanto e está de volta ao lar, pra alegria de tantos quanto gostamos tanto dela.

DRICA é a única artista numa família de sete irmãos: Alessandra, Pedro, Diogo, Bruno, Eduardo e Gabriel. Começou a atuar aos treze anos no teatro Tablado, com a peça Tribobó City.

A estréia na TV foi em 86 na Globo, no episódio O sequestro de Lauro Corona do Teletema, escrito por Ricardo Linhares e dirigido por Carlos Magalhães. Apesar de pequeno, o papel chamou a atenção do diretor Roberto Talma, responsável pelo seriado, que a convidou para fazer Top Model, de Walter Negrão, em 1989. No entanto, só teve destaque na mídia a partir de 1995, como Renata, a garota do casal Unibanco, ao lado do ator João Camargo. Foram mais de trinta campanhas em cinco anos.

Em 1996, atuou no remake de Xica da Silva, na Manchete, assinado por Walcyr Carrasco, com Taís Araújo fazendo sua estréia. Drica interpretou a antagonista da trama, Violante Cabral, um dos papéis mais importantes de sua carreira. Com o mesmo autor ainda faria sucessos como O Cravo e a Rosa, Chocolate com Pimenta e Alma Gêmea.

Em 1998, fez a primeira protagonista em novelas, Madalena, em Era Uma Vez. Protagonizou ainda a série Garotas do Programa em 2001, e em 2004, ao lado de nomes como Selton Mello, Andrea Beltrão, Marisa Orth e Pedro Paulo Rangel, protagonizou a série Os Aspones.

Em 2006, fez breve participação na novela Pé na Jaca, substituindo Malu Mader.

Em 2008, mostrou sua versatilidade ao dar vida à sofredora Vânia de Queridos Amigos e participou do filme Os Normais 2 – A Noite Mais Maluca.

É uma das fundadoras da Cia. dos Atores, companhia teatral de grande sucesso, cuja sede fica no Rio. É uma atriz competente e de versatilidade, indo do drama à comédia com a mesma qualidade.

O mais recente trabalho na tevê foi no seriado DECAMERÃO – A Comédia do Sexo, onde atuava ao lado de Daniel Oliveira, Déborah Secco e Matheus Nachtergaele

PAULO JOSÉ no Novo Filme de Selton Mello

No próximo dia 2, SELTON MELLO inicia as filmagens de seu novo longa.

 Depois da estréia na direção em Feliz Natal, o ator comandará agora Filme de Estrada, filme sobre a história de um jovem palhaço (Selton Mello), cansado e desiludido, que divide com seu pai, vivido por Paulo José, a responsabilidade de comandar a trupe do pequeno Circo Esperança pelas estradas do interior do país. Além de dirigir, Selton Mello assina o roteiro do longa.

A produção é da Bananeira Filmes, de Vânia Catani (também produtora do filme anterior de Selton, e dos longos A FEsta da Menina Morta, de Matheus Nachtergaele, e Narradores de  Javé, de Eliane Caffé), e parte das filmagens serão no Pólo Cinematográfico de Paulínia, interior de São Paulo.

Recentemente, a Ancine liberou R$ 800 mil para Filme de Estrada.