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Prêmio Itamaraty para o Cinema Sul-Americano

A Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC) está recebendo até 27 de abril filmes de longa-metragem brasileiros, os quais tenham sido realizados em coprodução com pelo menos um país da América do Sul. Essas obras  irão concorrer ao Prêmio Itamaraty para o Cinema Sul-Americano.

Poderão participar produções lançadas ou finalizadas nos 18 meses que antecedem a data de abertura do 7º Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo, programada para 12 de julho. Após o recebimento de todos os filmes, uma comissão criada pela SAv irá selecionar até duas coproduções a serem inscritas no Concurso junto ao Itamaraty. 

Os filmes selecionados pela comissão da SAv serão exibidos no 7º Festival de Cinema Latino- Americano de São Paulo e submetidos à Comissão Julgadora do Concurso Itamaraty para o Cinema Sul-americano. O vencedor do concurso irá receber prêmio no valor de R$ 90.000,00 (noventa mil reais). O resultado final será divulgado na cerimônia de encerramento e de premiação do Festival.

Os responsáveis pelas produções brasileiras interessados em participar deverão preencher a ficha de inscrição, disponível em www.itamaraty.gov.br/temas/dav/concurso-cinema-sul-americano/, e enviá-la junto a 10 (dez) cópias em DVD do filme aos cuidados da Secretaria do Audiovisual – Assessoria de Assuntos Audiovisuais no Exterior, localizada no Ministério da Cultura, SCS Qd. 09, Lote C – Ed. Parque Cidade Corporate, Torre B, 8º andar, CEP 70.308-200, Brasília (DF).

Clique aqui para ter acesso ao edital publicado no Diário Oficial da União.

Mais informações: dav@itamaraty.gov.br ou (61) 3411 994.

Henilton Menezes: diálogos sobre Incentivo à Cultura

O Ministério da Cultura (MinC), através da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic) e da Representação Regional Nordeste (RRNE), em parceria com a Secretaria Extraordinária de Cultura do Rio Grande do Norte / Fundação José Augusto, convida gestores e produtores culturais do Estado para uma rodada de diálogo com o secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do MinC, Henilton Menezes.

Henilton Menezes, expert em diálogo, estará em Natal para trocar ideias sobre Fomento e Incentivo à Cultura.

A atividade será na próxima quinta, 1º de março, às 19h30, no Teatro de Cultura Popular (Rua Judiaí, nº 643, bairro Tirol, Natal). 

Não é necessário inscrição prévia. 

Serviço:  

Quando: 1º de março de 2012, quinta-feira

Local: Teatro de Cultura Popular

Endereço: Rua Judiaí, nº 643, bairro Tirol, Natal

Informações: (84) 3232-5325 / (81) 3117-8430

Pimentel é Novo Presidente do CBC

  “Fazer com que o povo tenha acesso ao audiovisual é principal luta”

Recém-empossado, o novo presidente do Congresso Brasileiro de Cinema, João Baptista Pimentel Neto conversou com a Revista de Cinema sobre os desafios a enfrentar, no próximo biênio (2011-2013).

Cineclubista histórico, membro do CBC via Conselho Nacional de Cineclubes (CNC), Pimentel foi eleito numa disputa de chapa única, com a bandeira de continuidade de gestão e compromisso com o audiovisual brasileiro – foi, na última gestão, presidida por Rosermberg Cariry, o Diretor de Articulação e Comunicação. Para ele, a principal luta, herança do cineclubismo, é fazer com que o audiovisual chegue à população. 

Quais os desafios a serem superados em sua gestão?

Acredito que sejam os mesmos enfrentados nas gestões anteriores. Buscar encaminhar e concretizar as resoluções do CBC. E, para que isso ocorra, buscar que as entidades associadas realmente participem do dia- a-dia do CBC. Que manifestem suas opiniões de forma franca. Que realizem o debate necessário à construção de consensos. Que efetivamente apóiem e se envolvam nas lutas coletivas. Que lembrem que é a soma e não a divisão que confere maior ou menor força ao CBC. Por outro lado, acho que o desafio é dar conta da agenda legislativa, que se relaciona e afeta de modo importante todo o setor cultural e, em especial, o audiovisual. Precisamos ficar atentos e mobilizados. E novamente esta tem que ser uma tarefa coletiva. Não pode e não dá pra ser cumprida apenas por um presidente, uma diretoria e pelos conselhos. Somos uma federação. O CBC está hoje presente em todos os estados e portanto, de certa forma, esta agenda legislativa se replica nas Assembléias Legislativas e nas Câmaras Municipais. Então, como se vê, é tarefa coletiva e o CBC pode, de certa forma, articular e organizar isso. Serei apenas um dos coordenadores disso. Gosto muito das palavras: articulação, parceria, compartilhamento ! 

De que maneira o fato de ser um cineclubista histórico influenciará sua gestão?

A eleição de um cineclubista para presidir o CBC é realmente um fato histórico. Como é histórico o fato de as entidades que participam, apoiaram e votaram nesta chapa, entenderem que o cineclubismo é importante neste momento do cinema brasileiro. Afinal, somos nós, cineclubistas, que temos buscado levar a produção audiovisual brasileira para os 92% de brasileiros que não freqüentam os cinemas de shoppings centers e que, portanto, não tem acesso à produção nacional. Por isso afirmo que a gestão será coletiva. Foi isso o que aprendi no movimento cineclubista. Como também foi na militância cineclubista que aprendi a gostar e a dar a devida importância ao cinema e ao audiovisual brasileiro. E ao público brasileiro. E daí, como cineclubista, apenas continuo dizendo que filmes são feitos para serem vistos e que precisamos fazer com que o povo brasileiro tenha acesso ao audiovisual brasileiro. E que essa é a principal luta. Quanto maior o número de brasileiros com acesso ao audiovisual brasileiro, mais forte ficará o nosso audiovisual. Isso me parece que hoje é consenso. Os problemas estão na infra-estrutura, na distribuição e na exibição. E não podemos deixar de ficar atentos aos problemas que ainda resistem no setor da produção, principalmente de falta de recursos, da infernal burocracia, enfim, das mazelas que nos afligem a todos. Problemas que são de conhecimento de todo o setor e que tem que ser resolvidos. É o que penso como cineclubista e o que estou propondo às entidades associadas. O norte será dado pelas entidades. “Pelos consensos que conseguirem construir.” 

Você acredita na mudança de paradigmas ao votarem num cineclubista para presidente de uma das mais importantes entidades audiovisuais do país?

Acho que falar em mudança de paradigmas é muito forte. Mas acredito na tomada de consciência das entidades no sentido de união e reconhecimento de que o Brasil é um país imenso e diverso. E que o CBC tem que dar conta disso. Não é mero acaso que a nova diretoria conte com a participação de várias entidades representativas e de companheiros espalhados por todo o Brasil. Acredito esta ser a maior prova de que o país está se conectando de norte a sul. O CBC foi adentrando o Brasil de forma gradativa. Desde a sua retomada, ele teve, na Presidência, o “carioca” Gustavo Dahl, a “paulista” Assumpção Hernandez, com Geraldo Moraes contemplou os “gaúchos”, “candangos”, o centro-oeste. Com Paulo Boccato, tivemos um animador na presidência. Com Paulo Ruffino, um homem de TV. Com Jorge Moreno, sentimos os ares das alterosas e lembro que Rosemberg Cariry foi o primeiro presidente do CBC vindo do nordeste. E isso à época também foi um fato histórico. E ele fez uma das melhores gestões do CBC. Generosa. Pacificadora. Democrática. Franca e aberta. A favor do coletivo e do audiovisual brasileiro. Tenho orgulho de ter participado disso. Quero dar continuidade a isso. Tivemos, portanto, presidentes das mais diversas origens e perfis. E cada um ofereceu sua contribuição à história do CBC. Espero estar à altura e oferecer também a minha contribuição. 

Em que medida, haverá uma continuidade das gestões anteriores, em especial a última?

Bem, o nome da chapa foi Continuidade e Compromisso com o Audiovisual Brasileiro. E praticamente todos os membros da Diretoria e dos Conselhos da gestão anterior continuam participando. Portanto, será uma gestão de continuidade. 

O que se pode aprender com o 8º CBC e o que será levado em conta na nova gestão?

Reafirmo que a nova gestão do CBC terá por norte dois documentos: as resoluções do 8º CBC e a Carta dos Realizadores Brasileiros. São as diretrizes das ações que devemos empreender. Manual de vôo. Lembrando sempre a todos que uma andorinha só não faz verão. E, portanto, só celebraremos conquistas se nos empenharmos coletivamente na luta. O resultado do trabalho dependerá do que cada uma das entidades associadas ajudar a construir. 

Quais as principais reivindicações?

Todas. Pelo menos aquelas que estão nas Resoluções do 8º CBC e na Carta dos Realizadores Brasileiros. Todas elas são importantes e frutos de consensos. Defendemos todas. Sabemos que o setor é complexo e que cada atividade necessita de atenção e soluções especiais para cada um dos problemas. E valorizaremos isso dando igual atenção e nos colocando à disposição de todas. E também sabemos que, de certa forma, todas estão contempladas pela agenda legislativa que se coloca pela frente. Que precisamos ficar atentos e mobilizados aos interesses da cultura e do audiovisual brasileiro. PLC 116, Procultura, Vale Cultura, PEC 150. Direito Autoral. Lei de Diretrizes Orçamentárias. A lista é longa e posso ter esquecido algumas. Vamos também fortalecer e apoiar a idéia da implantação dos Fundos Setoriais Regionais utilizando recursos dos Fundos Constitucionais. Uma idéia lançada pelo Rosemberg e que a cada dia ganha força. Mas para enfrentar estes desafios precisamos de todos. 

Que postura manterá frente à gestão da ministra da Cultura, Ana de Hollanda?

Estou certo que a nova Diretoria do CBC manterá uma postura republicana e respeitosa em relação ao Ministro(a) da Cultura, seja quem for. A relação não pode se basear em nomes ou se gostamos mais ou menos do estilo de quem está Ministro. A relação e o diálogo devem se pautar sobre os temas de interesse do audiovisual e da cultura. Não nos envolveremos em manifestos, nem pró, nem contra. Não cabe esse papel ao CBC, até porque sobre esse tema não temos consenso interno. Por outro lado, a presença da Secretária do Audiovisual, Ana Paula Santana, e dos diretores da ANCINE, Mario Diamante e Glauber Piva, na Assembléia do CBC, em Atibaia, demonstram a vontade da atual gestão do MinC em construir o diálogo com o CBC e com todas as entidades associadas. 

Como sente que será o diálogo com as diversas frentes do audiovisual, como a SAV e a Ancine?

O diálogo está estabelecido. Não só com o CBC, mas também com as entidades associadas. Existem muitos temas específicos que devem ser dialogados entre a SAV e a ANCINE, diretamente com as entidades associadas, apoiadas pelo CBC. O CBC não pode exercer este papel. Tem que cuidar dos interesses maiores. De todos. Tem que lutar pela ampliação dos recursos e não de como eles serão depois divididos. É assim que entendo o papel do CBC. E acho que é sobre estes temas maiores, do interesse de todos – inclusive dos gestores governamentais – que o CBC deve concentrar seus esforços, contando com um efetivo apoio e participação das entidades associadas. A nova diretoria do CBC quer somar! Quer ir à busca de novas conquistas e de preservar todas aquelas alcançadas nas gestões anteriores. 

Por Gabriel Carneiro

Campanha “Mãe, lê pra mim?” no ar

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TV Globo apóia campanha nacional de incentivo à leitura

Foto vídeo 01A campanha Mãe, lê pra mim? do Instituto Pró-Livro chegará à casa de milhões de brasileiros a partir deste domingo,  4 de julho. Através de parceria com o Instituto Pró-Livro, o teaser de 30 segundos será veiculado na Rede Globo até 31 de julho com depoimentos de artistas, formadores de opinião e pessoas comuns, testemunhando como o incentivo à leitura dentro de casa influencia no processo de ler por prazer. O destaque é o ator Tony Ramos falando sobre a importância da leitura em sua vida.

“A campanha nasceu a partir da análise dos dados da segunda edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, a qual indica que 73% das crianças têm em suas mães a maior influência no hábito da leitura”, comenta Zoara Failla, gerente de projetos do Instituto Pró-Livro.  O projeto do vídeo foi concebido durante a Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, em Foto vídeo 022009. Durante os dez dias do evento foram recolhidos depoimentos dos visitantes falando sobre quais foram seus principais incentivadores da leitura. “Gostaríamos que as mães soubessem, de forma consciente, o quanto seu papel no incentivo à ler por prazer, pode render frutos pelo resto da vida de seus filhos e netos”, comenta Sônia Jardim, presidente do Instituto Pró-Livro. “A pesquisa e o vídeo vêm reiterar e fortalecer esse conceito”. 

Para ampliar a área de abrangência do Mãe, lê pra mim?, além de ampla divulgação na mídia,  o IPL com os apoios do Ministério da Cultura (MinC) e o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), distribuirá vídeos da campanha em Pontos de Leitura do Programa Mais Cultura do Minc e juntamente com mais de quatro mil obras de literatura infantil e juvenil que beneficiarão 600 famílias.

Missão do Instituto Pró-Livro: fazer do Brasil um país de leitores

Fundado por entidades do setor editorial – Abrelivros (Associação Brasileira de Editores de Livros), CBL (Câmara Brasileira do Livro) e SNEL (Sindicato Nacional dos Editores de Livros), o IPL é uma OSCIP, entidade do setor privado sem fins lucrativos, mantida por contribuições voluntárias de editoras. Criado em outubro de 2006 passou a funcionar em maio de 2007, orientando suas ações para o objetivo principal de estimular a leitura.

O IPL elegeu essa missão como resposta institucional à preocupação de especialistas de diferentes segmentos dos setores público e privado com relação aos índices de leitura da população em geral e principalmente dos jovens – que são significativamente inferiores aos níveis dos países industrializados e em desenvolvimento. Em suas ações, o Instituto procura privilegiar como público alvo as crianças e os jovens, o que demanda mobilizar os principais responsáveis pela sua educação e hábitos de leitura: educadores, pais, bibliotecários, animadores e mediadores de leitura.

Conheça mais sobre projetos do IPL:  http://www.prolivro.org.br

Coleção FILME CULTURA

 

 

 Todos os números históricos da revista Filme Cultura que circularam entre 1966 e 1988 estão finalmente preservados. O Centro Técnico AudiovisualCTAv/SAV/MinC‘ acaba de editar uma coleção com cinco livros de capa dura contendo as 48 edições do período, além de duas revistas especiais, feitas para os festivais de Cannes e Berlim. O projeto é uma iniciativa do Instituto Herbert Levy e tem patrocínio da Petrobras. Além da coleção histórica impressa na edição facsimilar, as quase 4.000 páginas publicadas naquele período já estão disponíveis no setor de periódicos da Biblioteca Nacional em microfilmes e, a partir de hoje, dia 1º de julho, estarão também no site: www.filmecultura.org.br. 

A revista Filme Cultura voltou a circular em 2010 e tem cinco novas edições garantidas neste mesmo projeto. O nº 51 será lançado amanhã, dia 2, na Livraria Cultura do Shopping Bourbon, no mesmo dia da “Edição Fac Similar Revista Filme Cultura”.

Clássicos do cinema brasileiro, como Eles não Usam Black-Tie, são enfocados na Filme Cultura

Em seu período histórico, a Filme Cultura foi editada sucessivamente pelo INCE (Instituto Nacional do Cinema Educativo); pelo INC (Instituto Nacional de Cinema); pela Embrafilme (Empresa Brasileira de Filmes); e pela FCB (Fundação do Cinema Brasileiro). Depois de 19 anos fora de circulação, o CTAv (Centro Técnico Audiovisual) da SAv (Secretaria do Audiovisual) do MinC (Ministério da Cultura), lançou em 2007 o nº 49, Edição Especial comemorativa dos 70 anos do INCE. Em abril de 2010 foi lançado o nº 50 e a revista voltou a circular regularmente com periodicidade trimestral.

Os cinco volumes da coleção fac-similar reproduzem fielmente as edições de 1966 a 1988 de Filme Cultura. Ali, foi feita a crônica do cinema brasileiro e, de importantes aspectos do cinema internacional no período. Em suas páginas, encontram-se textos hoje clássicos de Jean-Claude Bernardet, Sérgio Augusto, Antonio Moniz Vianna, Ismail Xavier, Inácio Araújo, João Luiz Vieira, Rogério Sganzerla e Jairo Ferreira, entre muitos outros. A revista contou com

Ely Azeredo, Flávio Tambellini, David Neves, José Carlos Avellar, Cláudio Bojunga e João Carlos Rodrigues, entre seus editores.

O conteúdo da revista abrangia críticas de filmes, ensaios, pesquisas, entrevistas, perfis, catalogação de diretores brasileiros e internacionais, bem como artigos sobre técnica, produção, mercado, festivais e premiações. Há também um precioso material iconográfico sobre a história do cinema brasileiro, fundamental para cinéfilos, pesquisadores e estudantes. 

A Coleção pode ser encontrada ao preço de R$ 100, nas principais livrarias do Brasil.

Os pontos de venda, válidos também para os números recentes da revista, são divulgados no site: www.filmecultura.org.br

Filme Cultura Nº 51

 A edição nº 51 de Filme Cultura é centrada nos personagens do cinema brasileiro. Como Gustavo Dahl, diretor da revista, destaca no editoriala proposta deste número de Filme Cultura é recontextualizar a questão dentro do cinema brasileiro histórico, moderno ou contemporâneo.’.

Assim, personagens populares, marginais e intelectuais, personagens de documentários e de tramas multiplot receberam a atenção de articulistas do corpo de redatores da revista, bem como de convidados de diversas regiões do país além de distintas inserções no estudo do cinema brasileiro.

Fernanda Montenegro e Selton Mello ganharam matérias especiais pela riqueza de suas galerias de personagens.

A revista traz também as mesmas seções do nº 50, que lançam um olhar às margens do mercado, à história do cinema brasileiro e a disciplinas correlatas à do cinema.

Confira abaixo a lista das matérias da Filme Cultura 51: Editorial por Gustavo Dahl; O filho desviante e a morte do pai’, por João Silvério Trevisan; Quando a narrativa perde o centro’, por Cléber Eduardo; A vida depois do doc, por Carlos Alberto Mattos; Coutinho, o cinema e a gente, por Daniel Caetano; Heróis do real‘, por Carlos Alberto Mattos; Carapiru e Orson Welles: a melhor defesa é o ataque, por Daniel Caetano; Entrevista com Silvio de Abreu’, por Daniel Caetano.

Personagens e tipos do cinema popular, por João Carlos Rodrigues; Intelectuais na linha de frente’, por Luís Alberto Rocha Melo; Margem sem limites, por Cássio Starling Carlos; Zulmira, Romana, Dora… Fernanda, por Ivonete Pinto; Entrevista com Selton Mello; Um filme: Estômago’’, por Fábio Andrade e Rodrigo de Oliveira; Perfil: Walter da Silveira, advogado do cinema‘, por Orlando Senna; Cinemateca de textos: Jean-Claude Bernardet; Outro olhar: Grande sertão: veredas, Avancini em grande estilo‘, por João Carlos Rodrigues; E agora, Laís (Bodanzky)?; E agora, Ivan (Cardoso)?; Lá e cá: O desconhecido cinema de nossos vizinhos argentinos, por Daniel Caetano; Busca avançada: Cinema passageiro, por Carlos Alberto Mattos; Curtas: De/com/sobre/para Helena Ignez’, por Joana Nin; Atualizando: A morte do transfer?’, por Marcelo Cajueiro; Livros: História e economia do cinema e do audiovisual no Brasil: passado, presente e futuro‘, por André Gatti; Peneira digital’, por Carlos Alberto Mattos; ‘Cinemabilia: Simão, o caolho.

Acesse: http://carmattos.wordpress.com / https://twitter.com/carmattos