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Os Filmes da Minha Vida…

 

Personalidades falam sobre
seus filmes prediletos

 

Organizado por Leon Cakoff, Cinema de Seduções – Os Filmes da Minha Vida 2, editado em conjunto pela Imprensa Oficial e Mostra de Cinema, dá sequência ao volume lançado no  ano passado e traz depoimentos de Luiz Carlos Merten, Ugo Giorgetti, Serginho Groisman, Suzana Amaral e Gilberto Dimenstein, entre outros.

Lançamento acontece dia 3, às 19 horas, na Central da Mostra, no Conjunto Nacional, São Paulo

Serginho Groisman, Sergio Machado, Luiz Carlos Merten, Eliane Caffé, Suzana Amaral, Ugo Giorgetti, Marcelo Gomes, Isay Weinfeld e Gilberto Dimenstein. Pelo segundo ano consecutivo a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e a Mostra Internacional de Cinema reúnem um time de cinéfilos fanáticos e lançam “Cinema de Seduções – Os Filmes da Minha Vida 2”, livro com depoimentos de personalidades brasileiras ligadas à Sétima Arte sobre seus filmes inesquecíveis.

Para o cineasta Ugo Giorgetti, os filmes da sua vida estão ligados à sua própria biografia. “No fundo você busca a si mesmo no filme; o que o filme fala – não dele – mas de você”. Entre os longas-metragens que o diretor elege está o western “O Matador” (The Gunfighter, 1950), de Henry King. “Vi este filme com Gregory Peck e saí do cinema encantado. Ele ficou muito tempo na minha cabeça como um dos maiores filmes que eu tinha visto na vida”.

O cineasta e arquiteto paulistano Isay Weinfeld atribui ao seu professor de português no colégio Rio Branco de São Paulo o seu despertar para o cinema. “Ele era fanático. Parava a aula e levava a classe inteira para um auditório para assistir a alguma coisa que ele achava relevante. Foi assim que vi ‘Morangos Silvestres’ (Smultronstället, 1957), do Bergman, pela primeira vez, um filme que mudou a minha vida”, conta.

O crítico Luiz Carlos Merten também participa deste volume e lembra que, caso tivesse que eleger um único filme da sua vida, optaria por “Rocco e seus Irmãos” (Rocco i suoi Fratelli, 1960), de Luchino Viscondi. “Quando vi ‘Rocco’ pela primeira vez, eu não tinha capacidade para absorver tudo o que o filme queria dizer. Era muito jovem, tinha 12 anos. Depois disso sempre revi a película. Hoje, sou um cara de 64 anos, e o ‘Rocco’ foi crescendo comigo e eu o tive sempre como uma referência de um tipo de cinema politizado, humanista, que sempre foi o que me fascinou”, justifica.

Foi ainda mais novo que o apresentador Serginho Groisman teve seu primeiro contato com a telona. “Tão logo meus pais reconheceram a possibilidade de eu ser um espectador, começaram a me levar ao cinema e a gente acabou criando um cotidiano sistemático de ir sempre aos domingos”, recorda. Começou com os filmes infantis e desenhos animados no Cine Metro que existia na Avenida São João no Centro de São Paulo. Desta época, Serginho lembra-se de um filme chamado “Trapézio” (Trapeze, 1951, de Carol Reed). “Era um filme sobre circo, com Tony Curtis e eu me apaixonei pela protagonista interpretada por Gina Lollobrigida. O cinema ficava a duas ou três quadras de casa, eu voltei falando para minha mãe que estava apaixonado. A primeira paixão da minha vida foi uma atriz de cinema”, confessa.

O roteirista e diretor Sérgio Machado destaca o filme “Rastros de Ódio” (The Searchers, John Ford, 1956) e lembra a primeira vez que lhe perguntaram sobre o filme de sua vida. “Foi no Festival de Cannes, quando lancei o ‘Cidade Baixa’ (2005). Um colunista inglês do jornal The Telegraph me fez a pergunta: ‘se você tivesse que salvar um filme só da história do cinema, qual você salvaria?’. Para esse cara lá em Cannes, eu escolhi ‘Rastros de Òdio’, um filme pelo qual eu sou absolutamente apaixonado, mas poderia ter escolhido ‘Os Sete Samurais’ (Akira Kurosawa, 1954) ou ‘Encouraçado Potemkin’ (Sergei Eisenstein, 1925)”, observa.

Encerrando o volume, o jornalista Gilberto Dimenstein fala da importância de “Iracema – uma Transa Amazônica” (1976), de Jorge Bodansky. O filme conta a história de um caminhoneiro que leva uma nativa em seu caminhão, uma índia prostituída. “Quando ainda estudava na PUC, vi este filme. Nunca mais me esqueci das imagens do caminhoneiro com a menina. Só que eu não sabia que essas imagens iriam produzir, muito tempo depois, uma das minhas mais importantes reportagens. Durante o ano de 1991 investiguei a prostituição infantil no Brasil, descobrindo meninas mantidas como escravas”, relata.

 

 Imprensa Oficial

Cinema de Seduções – Os filmes da minha vida 2
Org.: Leon Cakoff
Imprensa Oficial do Estado de São Paulo / Mostra Internacional de Cinema
240 páginas
Preço: R$ 30,00
Local: Conjunto Nacional
Endereço: Av. Paulista, 2.073
Data: 03/11 (quarta-feira)

 
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Imprensa Oficial faz Festa para Artistas

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Luiz Carlos Lacerda: APLAUSO para Leila Diniz

O Samba da Mangueira Mora em Mim…

O SAMBA QUE MORA EM MIM

 

 O SAMBA QUE MORA EM MIM, filme de estreia da diretora Georgia Guerra-Peixe, será exibido segunda-feira, 25, às 21h50, no Unibanco Arteplex 2, na Competição Novos Diretores, da 34ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. A sessão será apresentada pela diretora Georgia Guerra-Peixe, pelos produtores Denise Gomes, François d’Artemare, Paula Cosenza, Maria João Mayer e pela roteirista Ticha Godoy.

O documentário tem produção da BossaNovaFilms e está sendo distribuído pela Pandora. 

Partindo de uma pesquisa autobiográfica, O SAMBA QUE MORA EM MIM sai da quadra da escola de samba Estação Primeira de Mangueira e sobe o Morro da Mangueira, no Rio de Janeiro, trazendo um relato pessoal do samba e da história da comunidade.

 Sobre Georgia Guerra-Peixe

Formou-se em cinema pela FAAP, em São Paulo, e começou sua carreira em 1984, no Rio de Janeiro, nas produtoras de Tizuka Yamasaki e Arnaldo Jabor. Trabalhou como assistente de direção em publicidade e dirigiu os curtas Pretérito Perfeito (1998) e Minuto Verdade (2001). 

Sobre a BossaNovaFilms

A BossaNovaFilms é considerada uma das principais produtoras brasileiras de audiovisual, especializada em publicidade, entretenimento, branded content e projetos interativos. Além da estrutura completa de produção no Brasil, oferece mais 5 bases – Argentina, Chile, México, Uruguai e Venezuela –, ampliando as opções para seus clientes internacionais interessados em realizar projetos de full production e production service nestes países. 

O Samba que Mora em Mim na 34ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

Segunda, 25 de outubro, às 21h50, no Unibanco Arteplex 2

Terça, 26 de outubro, às 17h40, no Cine Livraria Cultura 2

Quarta, 27 de outubro, às 14h30, no Unibanco Arteplex 5

Sexta, dia 29 de outubro, às 16h, no Unibanco Arteplex 6

Brasil/Portugal, 2010, HD, 72 min.

Direção: Georgia Guerra-Peixe

Roteiro: Ticha Godoy, Georgia Guerra-Peixe

Fotografia: Marcelo Rocha

Montagem: Mair Tavares, Nani Garcia, Jair Peres

Música: Dimi Kireef

Produtor: Denise Gomes

Produção: BossaNovaFilms

Participação: Timbaca, Cosminho, Lili, Vó Lucíola, Hevalcy, Mestre Taranta, DJ Glauber.

Distribuição: Pandora

Novo de Flávio Frederico na Mostra de Sampa

BOCA DO LIXOum dos Destaques da 34ª MOSTRA INTERNACIONAL de CINEMA

 O longa-metragem estrelado por Daniel Oliveira que interpreta Hiroito de Moraes Joanides, um dos bandidos mais procurados na década de 60, fala da Boca do Lixo, região de prostituição no centro de São Paulo nos anos 50. 

Vencedor dos prêmios de Melhor Fotografia e Melhor Montagem no Festival do Rio 2010

 

SESSÃO NA MOSTRA INTERNACIONAL:

 

DIA 26 DE OUTUBRO, TERÇA-FEIRA, às 22h10, NO UNIBANCO ARTEPLEX

BOCA DO LIXO narra a história de Hiroito de Moraes Joanides, o rei da Boca do Lixo (Daniel de Oliveira). Adaptado da biografia escrita por ele próprio, este longa retrata a atmosfera de São Paulo dos anos 50 e 60. Apesar de existir uma grande dose de violência nas façanhas e histórias, muitas vezes elas parecem românticas perto das supersofisticadas organizações criminosas atuais. Tratava-se de uma marginalidade diferente da dos dias de hoje. Poucas armas de fogo circulavam e o tráfico de drogas começava a se estabelecer na região, que no futuro se transformaria na  conhecida Cracolândia.

No filme, aparecem detalhes sobre o quadrilátero que nasce em São Paulo, logo após o fechamento das zonas de prostituição nas ruas Itabocas e Aimorés, no bairro do Bom Retiro. A  Boca do Lixo era o principal ponto de encontro de boêmios, malandros, prostitutas e outros personagens que formavam o universo noturno da época.

“Não tivemos o objetivo de fazer uma adaptação fiel ao romance, muito pelo contrário; a partir de um determinado momento da pesquisa resolvemos nos libertar dos personagens originais e transformá-los em outros. Apenas o personagem de Hiroito manteve maiores semelhanças com o verdadeiro”, comenta o diretor.
O filme retrata o período de 1952 a 1963, desde a adolescência de Hiroito até sua prisão definitiva em 1963. Paralelamente, traça um retrato da história da Boca do Lixo, desde o fechamento da Zona Aberta até a criação da Boca nos Campos Elíseos com as mudanças nas formas de prostituição e o surgimento de bares, boites e retaurantes. Mostra a decadência pela qual a região passou quando é tomada pelo tráfico de drogas e a polícia fecha o cerco aos principais criminosos.

 

Ficha Técnica 

BOCA DO LIXO

Direção: Flavio Frederico

Brasil – 2010 – 100min – 16 anos

Gênero: Drama

Roteiro: Mariana Pamplona/Flavio Frederico

Elenco: Daniel de Oliveira, Hermila Guedes,Milhem Cortáz, Paulo César Pereio, Jeferson Brasil, Maxwell Nascimento, Camila Leccioli, Juliana Galdino, Claudio Jaborandi ,Leandra Leal

Produtores: Flavio Frederico / Pablo Torrecillas / Rodrigo Castellar

Diretora de Produção: Beatriz Polati

Diretor de Fotografia: Adrian Teijido

Diretor de Arte: Alberto Grimaldi

Sinopse: Adaptado da autobiografia de Hiroito de Moraes Joanides (Daniel de Oliveira), o filme retrata a atmosfera noturna da Boca do Lixo, região de prostituição no centro de São Paulo nos anos 50 e 60. Oriundo de uma família de classe media alta, Hiroito frequentava a Boca apenas como boêmio em busca de aventuras sexuais, até que uma tragédia pessoal provoca uma mudança em sua vida. Seu pai é violentamente assassinado e Hiroito é acusado pelo crime. Dois meses depois deste acontecimento, Hiroito compra dois revólveres e se muda para a Boca, tornando-se rapidamente um dos bandidos mais procurados pela polícia. 

Exibições na 34ª Mostra Internacional de São Paulo:

Dia 26/10 (terça-feira)

Local: Unibanco Arteplex – Shopping Frei Caneca

Sala 1

Horário: 22h10

Dia 30/10 (sábado)

Local: Cinemateca Brasileira

Sala BNDES

Horário: 14h30

Dia 31/10 (domingo)

Local: Multiplex Marabá

Sala 2

Horários: 20h30

Sobre o diretor 

Flavio Frederico é carioca. Estudou Arquitetura e Cinema na Universidade de São Paulo. Em 1998 co-produziu seu terceiro curta, “Todo Dia Todo” com a Superfilmes. O filme foi premiado em Bilbao, Barcelona, Montecatini, San Francisco, Odense e Munich. No Brasil recebeu os prêmios principais na Jornada de Cinema da Bahia e no Festival do Rio. Esteve na seleção oficial do Festival de Cinema de Nova York, Sundance, Rotterdam, entre outros. Em 1999, seu primeiro curta documental, “Copacabana”, foi premiado em Gramado, Brasília, Recife, Curitiba e no Festival “É Tudo Verdade”. Esteve também  nos festivais de Rotterdam, Oberhausen, Vila do Conde e no London Film Festival/00.

Seu  primeiro longa, Urbânia, com apoio fianceiro do Fundo Hubert Bals da Holanda, foi lançado em 2001 tendo sido premiado em Gramado e na Jornada da Bahia. Foi selecionado para os festivais de Rotterdam, Montreal, Mannheim-Heidelberg, NY Latin Beat, Mar del Plata entre outros. Comercialmente foi lançado em salas de São Paulo, Rio, Porto Alegre e Vitoria. Em 2002, o curta “Ofusca”, teve sua estréia mundial no Festival de Oberhausen e foi premiado nos Festivais de Recife, Cuiabá e no festival Luso Brasileiro. Em 2003 e 2004 lança dois documentários para tv: “Serra”, e “São Paulo – retratos do mundo”, ambos selecionados para o festival “É Tudo Verdade”. Seu último curta metragem “Red”(2005), recebeu os prêmios de melhor filme pelo júri popular, melhor direção e melhor fotografia no Festival de Cuiabá, melhor direção no Festival de Vitória e melhor roteiro no Festival de Belém.

Em 2006, Caparaó, um documentário de longa-metragem, venceu a competição brasileira do Festival É Tudo Verdade e levou os prêmios principais do Recine 2006. Foi lançado em salas comerciais de 13 cidades brasileiras em 2007. Fez também a produção executiva dos longa metragens; “Seja o que Deus quiser”(2002) e “Nome Próprio”(2007) de Murilo Salles e “Árido Movie”(2005) de Lírio Ferreira. Em 2008, lançou no Festival “É Tudo Verdade” seu quinto documentário: “Quilombo, do Campo Grande aos Martins”, premiado no Festival Guarnicê, Mostra Etnográfica do Rio, Recine/09 e no Reel Sisters

Mostra Internacionmal de Sampa Começa Amanhã

 * Da lavra de meu querido amigo CARLOS ALBERTO MATTOS, o bam-bam-bam dos Documentários:

Caixa de texto:   Divulgação A supermaratona da 34ª edição da ‘Mostra Internacional de Cinema de São Paulocomeça amanhã. Infelizmente, mais uma vez não vou poder estar presente para apreciar as pérolas pescadas por Leon Cakoff e sua equipe. Várias delas, porém, já conferi no recente Festival do Rio. Deixo aqui alguns pequenos comentários e links para resenhas desses filmes da seção Perspectiva Internacional:

A Suprema Felicidade” (Brasil), de Arnaldo JaborMesmo quem disse ter gostado não conseguiu explicar por quê. Jabor embola Fellini, “Closer”, Nelson Rodrigues e muitas referências mas num conjunto abarrocado, irregular e interminável.

Armadillo” (Dinamarca), de Janus MetzDoc que faz a guerra do Afeganistão parecer coisa encenada. Tem seu grande momento numa matança de talibãs e o subsequente questionamento dos métodos utilizados e do desrespeito aos mortos.

Avenida Brasília Formosa” (Brasil), de Gabriel MascaroLeia resenha.

Bebês” (França), de Thomas BalmesCriou a etnografia lactente: conheça o mundo através de quatro bebês de três continentes. Cuidados familiares, higiene, relações com o espaço e o lúdico.

Além disso, os nenéns são irresistíveis.

Cópia Fiel” (França/ Itália), de Abbas Kiarostami – Não é um grande Kiarostami. Parece um Resnais menor. Discute originais x cópias em nível um tanto básico e fantasioso. Mas tem Juliette Binoche brilhando em cada frase e cada olhar.  

Culturas de Resistência” (EUA), de Iara LeeLeia resenha.

Diário de Uma Busca” (Brasil/ França), de Flávia CastroUm belo doc, vencedor da categoria e do Prêmio da crítica internacional no Festival do Rio. Pesquisa histórica, insights humanos e respeito pelas dúvidas que o filme não pode elucidar.

Dong” (China), de Jia Zhang-KeLeia resenha.

Elvis & Madona” (Brasil), de Marcelo LaffitteFilme popular atrevido e de boa cepa. Não é isento de problemas, mas acredita tanto em sua exótica hipótese romântica que acaba nos encantando e divertindo.

HeartBeats” (Canadá), de Xavier DolanNão confirmou minha boa impressão do primeiro filme de Dolan, “Eu Matei Minha Mãe” (2009).  Muita afetação sub Kar-Wai num triângulo amoroso que não emplaca nem sai de cima.

Inútil” (China/ Hong Kong), de Jia Zhang-KeLeia resenha.

José & Pilar” (Brasil/ Portugal/ Espanha), de Miguel Gonçalves MendesLeia resenha.

Memória Cubana” (França/ Brasil/ Cuba), de Alice de Andrade e Iván NápolesLeia resenha.

Memórias de Xangai I Wish I Knew” (China), de Jia Zhang KeLeia resenha.

Nossa Vida” (Itália/ França), de Daniele Luchetti – Não chega a ser um Nanni Moretti, mas tem lá seu interesse. Sobretudo pela performance de Elio Germano, num tipo de personagem ‘humanodefeituoso’ que só os italianos parecem saber construir.

Nostalgia da Luz” (França/ Alemanha/ Chile), de Patricio GuzmanLeia resenha.

O Círculo” (Irã), de Jafar PanahiLeia resenha.

O Último Comandante” (Brasil/ Costa Rica), de Isabel Martinez Artavia e Vicente FerrazSaí desapontado dessa dramatização pesada e antiquada da história de um ex-líder da Revolução Sandinista. Paco Jarquín renegou seu passado glorioso, mas o filme não precisava ter renegado a sutileza e a boa dramaturgia.  

Of Gods and Men” (França), de Xavier BeauvoisFilme bonito, sóbrio, muito bem interpretado, mas que veicula um elogio ao racionalismo democrático europeu contra os ‘bárbaros’ árabes. Achei etnocêntrico e, no fundo, bastante carola.  

Os Palhaços” (Itália), de Federico FelliniLeia resenha.

Palavra e Utopia” (Portugal/ França/ Espanha/ Brasil), de Manoel de OliveiraLeia resenha.

Ser e Ter” (França), de Nicolas Philibert – Leia resenha.

Um Filme Falado” (Portugal/ França/ Itália), de Manoel de Oliveira Leia resenha.

Uma Mulher, Uma Arma e Uma Loja de Macarrão” (China), de Zhang Yimou – O chanchadão xaolin diverte ocasionalmente. Yimou refere-se tanto aos irmãos Coen (é um remake deGosto de Sanguee cita “Onde os Fracos Não Têm Vez) quanto a ele próprio. Há traços comuns e paródicos com “Ju Dou”, Lanternas Vermelhase O Clã das Adagas Voadoras”.

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