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Anápolis de Cinema: Festival tem terceira edição consagradora

Festival idealizado por Débora Torres teve Homenagens a Cláudio Assis, Irandhir Santos, Walter Webb e Neila Tavares

A cada vez que vou a Anápolis, mais encontro pessoas interessantes e mais gosto da cidade. Pelo terceiro ano consecutivo, passei temporada de uma semana no município goiano por conta do Anápolis Festival de Cinema, importante iniciativa cultural idealizada e realizada pela cineasta e produtora Débora Torres.

Débora Torres, a merecer todos os aplausos pela criação e realização de Festival de tamanha magnitude como o Anápolis de Cinema…

Este ano, a terceira edição do Anápolis Festival aconteceu de 3 a 10 de maio e encontrou uma cidade ainda mais receptiva e agora já produzindo trabalhos audiovisuais e com pessoas de várias idades demonstrando forte interesse pelo tema.

Aurora, Alice Gonzaga, Débora Torres e Murilo Rosa na primeira edição do Anápolis Festival de Cinema

Tudo por conta das mudanças positivas que um festival de cinema provoca no âmbito da cidadania. Ainda mais um festival bem pensado, bem organizado e muito bem produzido como o é este Anápolis de Cinema, graças ao empenho e dedicação da aguerrida Débora Torres, que é dessas pessoas que, quando se mete a fazer, faz pra valer e pode ter certeza que vai ser muito bem feito e com extrema competência.

centro

O centro de Anápolis, município parceiro do Cinema Brasileiro…

Adhemar

Assim é que o Anápolis Festival de Cinema tem como Curador, desde sua primeira edição, o mais respeitado crítico de Cinema do país, o jornalista Rubens Ewald Filho – o que por si só já o dignifica -, e é o único do país a ter sua principal mostra competitiva denominada Adhemar Gonzaga, numa justa e meritória Homenagem ao grande pioneiro do Cinema Brasileiro, o jornalista criador da revista Cinearte e da Cinédia, o baluarte Adhemar Gonzaga.

Alice

E é sua filha, a querida Alice Gonzaga, quem todo ano vai a Anápolis representando a memória do pai. E todos os anos, Alice deixa um rasto de simpatia e benquerença em Anápolis, assim como nesta edição foi efusivamente ‘assediada’ por um novo fã da Sétima Arte, o garoto Gustavo Lopes – que fez os pais saírem de Brasília pra levá-lo até Anápolis, com o intuito único de conhecer Alice e saber mais sobre a história do Cinema Brasileiro.

Eles e Sílvio

Sílvio Tendler festejado por Eduardo Tornaghi, Neila Tavares e Laura Pires…

Assim, com nuances abolutamente singelas e inusitadas, o Anápolis Festival de Cinema fortalece-se cada vez mais no plano da realidade audiovisual de Goiás, fomentando novos realizadores ao incentivar/impulsionar o aparecimento de criadores novos, permitindo o aparecimento de vocações e talentos através de oficinas ministradas na cidade, gratuitamente, para a população.

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Rubens Ewald Filho em workshop gratuito de Cinema…

No panorama do audiovisual da região centro-oeste, o festival também já é um dado forte e auspicioso, pontificando como um dos mais importantes e crescentes festivais de cinema do país.

Déb e Cláudio

Débora Torres, a idealizadora, e o cineasta Claudio Assis…

Tudo isso porque o Anápolis Festival de Cinema foi bem concebido desde sua mais tenra forma embrionária, prevendo a realização de oficinas gratuitas, workshops sobre temas relevantes, mostras de cinema paralelas, exibições em bairros periféricos, lançamentos de livros, debates com realizadores, confluência de várias gerações de artistas/diretores/criadores e técnicos da área, além de prevê a inserção da comunidade em várias etapas da realização do festival.

Mayara Déb e eu

Mayara Magri, Débora Torres e Aurora Miranda Leão nos bastidores…

O resultado é o que constatamos ao participar, com a maior alegria, do III Anápolis Festival de Cinema: um evento cultural importante, consolidado no calendário cultural da cidade, do estado de Goiás, e do país; necessário para uma mudança de mentalidade cultural que é natural ao se incutir a Sétima Arte em qualquer lugar, apoiado por quem já faz Cinema, e angariando cada vez mais simpatias e adesões ente os que já estão e os que pretendem ingressar na área.

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O prefeito Antônio Gomide com Alice Gonzaga, Débora Torres, Germano Pereira e Rubens Ewald Filho na noite de abertura do III Anápolis Festival de Cinema

Estes dados são fundamentais para que mais empresas de Anápolis, o município que mais cresce no centro-oeste, decidam apostar no Festival de Cinema como um ícone importante para o desenvolvimento do município e, consequentemente, para a consolidação de suas respectivas marcas no imaginário da população, pois o que pode uma imagem alcançar, só mesmo se tem noção quando diante do impacto provocado por uma sala de exibição lotada, ademais quando na tela exibe-se um filme brasileiro e toda a sorte de valores que advém junto com a potência imagética a ele agredada.

eu Silvio e Felipe

Sílvio Tendler, Aurora de Cinema, e Felipe Brida em noite de lançamento…

Até o momento, é a Prefeitura Municipal de Anápolis, através de sua Secretaria de Cultura – nas pessoas do prefeito Antônio Gomide e do secretário Augusto Almeida – a grande responsável pela realização do Festival pois foi uma decisão pessoal do Prefeito acatar a brilhante ideia da cineasta Débora Torres e ali realizar um Festival de Cinema que surgiu como força de grande envergadura, desde o início deixando ver que nascia com todas as ferramentas para crescer e se consolidar, colocando Anápolis no circuito de grandes eventos culturais do país.

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Felipe Brida e David Cardoso lançando seus livros de cinema em Anápolis…

O Festival vai crescer muito mais. Exibe cada vez mais filmes aplaudidos e premiados, os quais não chegariam a Anápolis se não fosse pela tela propiciada pelo Festival.

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Cada vez mais artistas e cineastas vão participar deste autêntico congraçamento cultural que é o Anápolis de Cinema, e daqui fazemos um apelo para que as grandes indústrias e empresas estabelecidas no município goiano participem e contribuam financeiramente para a realização do Festival. O retorno para suas marcas e seus produtos será grande o bastante para que se confirme e reafirme a noção de que investir em Cultura é apostar no desenvolvimento sustentável, e que só através da Arte e da Cultura é possível crescer no caminho certo, qual seja o da valorização da cidadania, do respeito à identidade cultural, e da noção de cultura como respeito à diversidade, estímulo ao surgimento de novos talentos e novas lideranças, e possibilidade de alçar voos maiores e melhores no rumo do surgimento de mentalidades compromissadas com o bem da coletividade e o progresso social coletivo.

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Débora Torres, Walter Webb, Nina Prada e Carlos Del Pino na noite final do Festival Anápolis de Cinema…

Parabéns a Débora Torres pela ideia inicial e realização competente e frutífera de mais um Anápolis Festival de Cinema.

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Antônio Pitanga, com Germano Pereira, em noite de Homenagem e muitos Aplausos…

Parabéns à Prefeitura de Anápolis, na pessoa do prefeito Antônio Gomide, que aderiu de pronto a ideia de Débora Torres, e torna possível, anualmente, a realização do Anápolis Festival de Cinema.

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Walter Webb, Neila Tavares e Carlos Del Pino em papo de cinema…

Parabéns à Secretaria de Cultura de Anápolis na pessoa de seu Secretário Augusto César Almeida, e toda a sua equipe de trabalho, os quais, de forma dedicada e consequente, atuam e contribuem para que o festival marque de forma inventiva e benfazeja o panorama cultural de Anápolis, fazendo-o ultrapassar os limites do município e tornar-se relevante para toda a produção audiovisual do centro-oeste.

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Rubens Ewald Filho com alunos e novos admiradores ao fim de palestra…

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Os atores Deto Montenegro e David Cardoso no clima dos bastidores…

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Encontro dos atores Irandhir Santos e Germano Pereira…

Parabéns ao Cineclube Xícara da Silva, parceiro na realização do Festival. E, por fim, PARABÉNS a Rubens Ewald Filho, que todos os anos comparece a Anápolis e engrandece o festival com suas edificantes falas/palestras/workshops, e a todos os atores, atrizes, roteiristas, diretores, produtores e técnicos que, ano a ano, contribuem para tornar o Anápolis Festival um evento grandioso e ao qual se tem prazer de assistir, emprestando suas valiosas contribuições artísticas e afetivas para que o Anápolis Festival de Cinema seja hoje um referencial relevante e próspero no panorama da cadeia produtiva do audiovisual brasileiro.

Déb Rub e eu

Débora Torres, Rubens Ewald Filho e Aurora Miranda Leão…

DESTAQUES DA TERCEIRA EDIÇÃO

Germano Rita Ariel

Germano Pereira com o casal de atores Rita Pook e Ariel Goldenberg…

A presença de Ariel Goldenberg e Rita Pook, protagonistas de Colegas, que distribuíram simpatias e angariaram fãs e público para o belo filme de Marcelo Galvão;

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A presença de Cláudio Assis, cineasta pernambucano polêmico que deu um revertério no panorama do cinema brasileiro com sua obra, a partir do premiadíssimo ‘Amarelo Manga’, e que faz um cinema que sempre desperta interesse, debates, curiosidade, e provoca polaridades essenciais como o Sim e o Não através da força de sua palavra e da beleza de suas imagens;

Eduardo e o secretário

Eduardo Tornaghi recebe Homenagem das mãos do Secretário Augusto Almeida

A reunião de pessoas do naipe do ator e poeta Eduardo Tornaghi; da eterna musa Neila Tavares; do festejado documentarista Sílvio Tendler (que teve Mostra Especial), do cineasta  uruguaio Carlos Del Pino e do doce e queridíssimo Beto Brant; dos ícones Antônio Pitanga e David Cardoso; de atores como Germano Pereira (que ministrou ótima oficina e foi o aplaudido Mestre de Cerimônias de todas as noites), José Carlos Machado, Flávio Guarnieri, Flávio Galvão, Deto Montenegro, Albert Tenório e Adriano Barroso; das atrizes Mayara Magri e Mallu Moraes, do lendário cineasta e produtor Walter Webb, de jovens como a bela atriz Marianna Nunes, o ator Bruno Torres, o jornalista Felipe Brida (lançando seu livro de críticas ‘Cinema em Foco’), e o magnânimo e queridíssimo ator Irandhir Santos, que tem o dom de transmitir a qualquer personagem o encantamento da adesão imediata por conta de seu talento magistral, além de ser, pessoalmente, dessas pessoas adoráveis, que torna belo e sereno qualquer ambiente;

Beto e noix

Walter Webb, Laura Pires, Beto Brant e Aurora Miranda Leão…

Irandhir por W

Irandhir Santos: muitos aplausos para merecidíssima Homenagem…

Ângelo e eu

Aurora Miranda Leão e Ângelo Lima: amigos e parceiros de cinema…

A presença do incansável cineasta Ângelo Lima, sempre bem vindo com sua acolhida generosa e solidariedade edificante, que com sua câmera permanentemente em ação nos permitiu criar e realizar, no último dia do festival, mais um curta-metragem Aurora de Cinema, prontificando-se de imediato e com a maior boa vontade, a assumir a câmera e a direção de fotografia de uma nova realização audiovisual que vem aí e em breve nós contaremos por aqui;

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Laura Pires e Aurora Miranda Leão: ‘namoradeiras’ no Fulô do Cerrado…

A deliciosa culinária de Anápolis, muito bem representada pelos restaurantes Los Pampas, La Massas e Fulô do Serrado, os quais tornaram muito melhor e aprazível estes dias e noites em Anápolis, que hoje são saudade feliz no coração de cada um que esteve em Anápolis a convite de nossa querida Débora Torres;

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O clima amigável e festeiro dos bastidores, as muitas festas realizadas quase de improviso, e a engenhosa sintonia entre artistas anapolinos e convidados do festival, fazendo com que a temporada em Anápolis se torne uma semana em que todos são cidadãos anapolinos e amigos de fé, parceria e caminhada;

Anoli eu e mais

Marcus Anoli, Germano Pereira, Aurora, Rubens Ewald Filho e David Cardoso

Neste ponto especialmente, um VIVA Especial ao ator Marcus Anoli e a atriz/produtora Ana Queiroz, grandes anfitriões anapolinos, que nos recebem, a cada edição, com mais calor humano e mais motivos para querer retornamos sempre a Anápolis;

Déb Pit e Laura

Débora Torres, Antônio Pitanga e Laurinha Pires: sintonia de cinema…

A parceria construtiva e pronta pra toda obra com a cineasta e produtora baiana Laura Pires e seu companheiro, o fotógrafo Edvaldo Cajazeiras, companheiros de muitas jornadas, bem como a solidariedade constante de Renata Queiroz e Juliana Pinheiro, que nos ajudaram na vivência de ótimas festas regadas a violão e muita alegria.

banda

A todos estes, nosso muito obrigada.

Difícil citar nomes porque para se realizar um festival do porte deste Anápolis de Cinema é preciso juntar muita gente e exponencial força de trabalho. Mas vou citar os que me vem à cabeça agora porque estão no festival desde o início e através deles parabenizo a todos que colaboraram decisivamente para fazer do III Anápolis Festival de Cinema um evento vitorioso: Almir e Ângela Torres; Delvo Simões, Roberta Ariadne, Nina Prada, Bruna Kran, Ancedino, Wilton, Cristiane, Anais, Carlos César, Sheldon Feitosa, Wellingta, e mais e mais….

Com Nina e Walace

Walace Oliveira, Aurora Miranda Leão e Nina Prada na noite final…

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Irandhir Santos e Cláudio Assis: amigos e parceiros abrilhantando o festival…

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Um beijo cheio de afeto e apreço, e um abraço muito caloroso a todos os que participaram desta terceira edição do Anápolis Festival de Cinema, contribuindo, cada um a seu modo, para que o festival seja hoje uma saudade doída e gostosa em nossos corações, a alimentar, permanentemente, a vontade de voltar a Anápolis e ali ficar como um cidadão anapolino de qualquer parte do país.

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Eduardo Tornaghi recebe abraço carinhoso de sua fã, Aurora Miranda Leão…

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Felipe Brida, Walter Webb, Alice Gonzaga e Delvo Simões na Estância Park…

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Aurora Miranda Leão, Neila Tavares e Flávio Guarnieri no Fulô do Cerrado…

Rita e eu

Aurora Miranda Leão e Rita Pook: encontro de cinema em Anápolis…

Cesinha e eu

Aurora Miranda Leão e Carlos César, o Cesinha do ‘making-of’, músico e videasta

Albert e Neila

O ator alagoano de Pernambuco, Albert Tenório, e a musa Neila Tavares…

Ju e Germano

Juliana Pinheiro e Germano Pereira no comando musical noturno…

noite final

O ator Bruno Torres, Aurora Miranda Leão e Roberta Ariadne, da produção…

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Realizadores, artistas, jornalistas e produtores: Cinema vibrante em Anápolis…

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Aurora Miranda Leão em dia de festa com José Carlos Machado e Albert Tenório

PANORÂMICARAXÁ 4: ainda imagens do Araxá Cine Festival

AURORA DE CINEMA direto do Araxá Cine Festival

O imponente Tauá Grande Hotel & Termas de Araxá, que hospedou todos os convidados do Araxá Cine Festival

Estar em Araxá foi uma experiência especialmente feliz, que de tão leve e bacana, pode até ser chamada de Mágica.

Motivada pelo honroso convite de minha querida amiga Débora Torres, mulher aguerrida, cineasta determinada, e exímia produtora executiva, Débora idealizou um festival de cinema para a cidade mineira, e há três anos, vinha alimentando com fartura de boas ideias e incrível disposição para o trabalho, o sonho de plantar, regar e ver crescer um festival de cinema ali.

E assim foi. De 10 a 16 de setembro deste 2012, Araxá se viu transformada em Capital do Cinema Brasileiro.

A calmaria e a beleza estonteante do Grande Hotel e seu entorno…

Cineasta Aluizio Abranches ministrou workshop super concorrido…

Belezas de Araxá são naturalmente cinematográficas…

Secretária Alda Sandra e um presente de Araxá para Murilo Rosa…

Oscar Magrini entrega Troféu Araxá Terra do Sol para Tizuka Yamazaki…

Débora Torres e Alberto Araújo chegando ao Cine Teatro Tiradentes…

O diretor de Arte, Oswaldo Lioi, recebe homenagem das mãos do cineasta Alberto Araújo…

Oswaldo Lioi agradece homenagem e ressalta importância do Araxá Cine …

Alberto Araújo, Patrícia Naves, Odair Fialho e Berenice Lamônica…

Antônio Leão autografa seu festejado Dicionário de Curtas e Médias

Aurora Miranda Leão autografa o livro do pai (LG de Miranda Leão), Ensaios de Cinema, organizado por ela…

O Embaixador Lauro Moreira agradece Homenagem do Araxá Cine Festival

Júlio Carvana apresenta o filme do pai, Não se preocupe, nada vai dar certo

Flavinho Guarnieri e Carla atravessam o Tapete Vermelho do Araxá Cine

Mallu Moraes: elegância no Tapete Vermelho do Araxá Cine Festival…

O realizador araxaense Juliano Guerra e a jornalista Aurora Miranda Leão…

Denise Fraga e Roberto Carlos Ramos, o “Contador de Histórias” do filme homônimo de Luís Villaça…

Denise Fraga, Aurora Miranda Leão e Ju Colombo: mulheres de Cinema em Araxá…

Primeira PANORÂMICARAXÁ: Imagens do Araxá Cine Festival …

AURORA DE CINEMA direto do Araxá Cine Festival

De 10 a 16 de setembro, a adorável cidade mineira de Araxá – terra da lendária Dona Beja e das festejadas Termas de Araxá – transformou-se na CAPITAL DO CINEMA BRASILEIRO…

Veja em algumas fotos um pouco do que aconteceu no Festival :

Tauá Grande Hotel & Termas: sede do I Araxá Cine Festival… foto AML

Entrada principal do Cine Teatro Tiradentes, onde ocorreram as principais exibições…

Casa cheia todas as noites para ver CINEMA BRASILEIRO

Música tornou as noites mais bonitas, recepcionando com harmonia os convidados e participantes do I Araxá Cine Festival

O ator e escritor Germano Pereira foi o apresentador oficial de toda noite…

Débora Torres, idealizadora e Coordenadora-Geral, faz a saudação inaugural…

Jeremias Moreira, Ricardo Pinto e Silva, e Mallu Moraes: integrantes do júri se apresentam…

Produtora Simone Magalhães e diretor Helvécio Ratton apresentam o documentário O Mineiro e o Queijo, filme que abriu o I Araxá Cine Festival

Ao lado da produtora executiva Débora Torres; da atriz Patrícia Naves; e de seu padrinho Timotheo, Alberto Araújo fala sobre Vazio Coração

No coquetel inaugural, Germano Pereira, Jui Huang, e equipe do filme Vazio Coração: Patrícia Naves, Débora Torres, Alberto Araújo e Murilo Rosa…

* Fotos de Alex Silva

ARAXÁ CINE FESTIVAL encerrado com show de Murilo Rosa

Aurora de Cinema direto do Araxá Cine Festival

Teatro Municipal de Araxá foi inaugurado em bela noite de congraçamento, encerrando o I Araxá Cine FestivaL, criado por Débora Torrres, e que tornou ARAXÁ a Capital do Cinema Brasileiro com uma rica programação cultural

Homenagem: Berenice Lamônica entrega Troféu Araxá a Oscar Magrini …

Cineasta José Joffilly recebe troféu de Débora Torres, e de Aurora Miranda Leão o troféu de Melhor Ator para Irandhir Santos….

Alda Sandra, Secretária de Turismo, entrega Troféu Araxá ao ator David Cardoso

Ator Jui Huang entrega troféu de Melhor Curta Mineiro para Leonardo Cata Preta…

Equipe do filme Vazio Coração, com locações em Araxá, sobe ao palco por conta da exibição do pré-trailler para o público araxaense, que lotou o Teatro Municipal

Alice Gonzaga, Aurora Miranda Leão e David Cardoso na plateia do Araxá Cine Festival

Débora Torres e Alberto Araújo: anfitriões de primeira linha, num festival que nasceu com cara e sabor de Campeão !

MUITOS APLAUSOS: Murilo Rosa faz belo show de encerramento ao lado do cantor/compositor e músico William Borjazz…

Plateia atenta e participativa acompanha show de Murilo Rosa

Murilo Rosa surpreende e faz show de extrema competência e afinação…

Murilo Rosa recebe TROFÉU ARAXÁ das mãos da Secretária Alda Sandra…

Berenice Lamônica e Giselle Motta: força e beleza feminina no I Araxá Cine Festival…

Alice Gonzaga, Alda Sandra e Débora Torres celebram êxito do I Araxá Cine Festival…

Ao final da solenidade de encerramento, Débora Torres tem de se virar em 10 pra dar conta de tantas solicitações e entrevistas…

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Quinteto masculino da pesada: Oscar Magrini, Murilo Rosa, Germano Peereira e Jui Huang celebram I Araxá Cine Festival… Sucesso !!!

Num outro post, brevemente, o ARRASTÃO ARAXÁ….

* Todas as fotos são de Alex Silva

Araxá respira Cinema…

AURORA DE CINEMA direto do Araxá Cine Festival

O Tauá Grande Hotel de Araxá vive dias de muita alegria, mesa farta, papos os mais variados, com o Cinema sempre no cardápio principal.

Alberto Araújo e Murilo Rosa: diretor e protagonista de ‘Vazio Coração’…

A cada dia, chegam novos convidados e realizadores pra somar-se aos primeiros que chegaram ao município mineiro, na segunda, dia 10 de setembro, para tornar posssível o sonho de fazer de Araxá a Capital do Cinema Brasileiro na semana deste setembro em curso.

Germano Pereira, Jui, Patrícia Naves, Débora Torres, Alberto Araújo e Murilo Rosa… (fotos exclusivas de Alex Silva).

Berenice Lamônica, Alex Silva, Patrícia Naves e Murilo Rosa no Araxá Cine Festival…

Por aqui estão nomes como Walter Webb, Sérgio Bianchi, Rosamaria Murtinho, David Cardoso, Germano Pereira, Guilherme de Almeida Prado, Ricardo Pinto e Silva, Mallu Moraes, a produtora Berenice Lamônica… e já estiveram Aluizio Abranches, Patrícia Naves, Murilo Rosa, Denise Fraga, Ingra Liberato, Paulo Roberto Santos, e Ju Colombo…

No Salão Ouro Preto: Germano Pereira, Aurora Miranda Leão, Walter Webb e Rosamaria Murtinho após o workshop da atriz…

Alice Gonzaga, homenageada da terceira noite do Araxá Cine Festival…

E ontem chegaram Alice Gonzaga, Alex Moletta, Leonardo Cata Preta, Guido Pádua, Laura Pires e Ed Cajazeiras… e assim vamos aumentando o time dos que participam deste grande Congraçamento do Cinema Brasileiro em Araxá !

Rosamaria Murtinho entrega Troféu Araxá – Terra do Sol ao cineasta Guilherme de Almeida Prado…

Paulo Roberto (O Contador de Histórias), Ju Colombo e Denise Fraga…

Débora Torres, Jui Huang e Aurora Miranda Leão festejam abertura…

A programação de hoje do ARAXÁ CINE FESTIVAL é esta:

15:00
OFICINA, WORKSHOPS E MESA DE DEBATES
PANORAMA E FOMENTO DO AUDIOVISUAL MINEIRO – Tauá Grande Hotel e Termas de Araxá
18:00
LANÇAMENTO DE LIVROS E DVDS
ROBERTO PIRES – O INVENTOR DE CINEMA – Tauá Grande Hotel e Termas de Araxá
20:00
MOSTRA CURTA ARAXÁ
ARAXÁ NO SÉCULO XX – 100 ANOS DE MAGIA – Tauá Grande Hotel e Termas de Araxá
20:20
MOSTRA CURTA MINAS
TRECHO – Tauá Grande Hotel e Termas de Araxá
20:30
MOSTRA LONGAS METRAGENS BRASILEIROS DE FICÇÃO
NÃO SE PREOCUPE, NADA VAI DAR CERTO ! – Cine Teatro Tiradentes

ARAXÁ CINE: Segundo dia foi de Oficinas e Homenagens…

AURORA DE CINEMA na cobertura do ARAXÁ CINE FESTIVAL

O sol amanheceu forte, bonito e rejuvenescente em Araxá. Foi bonita a movimentação matinal no amplo restaurante do Tauá Grande Hotel e Termas de Araxá – um imponente hotel erguido no início dos anos 40, em forma de Castelo, cravado entre uam exuberante paisagem ainda não falta muito verde e águas a formar um imenso espelho a refletir belezas que a natureza colocou ali sem cerimônia.

Muito papo entre golesde café, queijos, e variadas iguarias mineiras, e em seguida quasee toda a turma pegou o mesmo rumo: conhecer e aproveitar as famosas Termas de Araxá, um complexo de banhos termais, lamas medidincais, massagens, salão de beleza, duchas e saunas, tudo para tornar o visitante tranquilo, relaxado, de braços abertos pra natureza e encantado com tanta beleza e calmaria fluindo serelepe entre poderosas colunas, belos ornamentos, pinturas, desenhos e mármores do complexo termal de Araxá, inaugurado em 1944.

Adentrando o setor conhecido como Termas de Araxá: suntuosidade e paz…

É neste ambiente que aproveitam o dia os convidados do Araxá Cine Festival

À tarde, o ponto alto da programaçãpo do ARAXÁ CINE FESTIVAL foram dois workshops, o primeiro com o diretor Aluizio Abranches, e o segundo com a atriz Ingra Liberato, ambos realizados no belo Salão Ouro Preto e com muita participação do público.

No Tauá Grande Hotel, cenários de cinema que enchem a visão e transmitem tranquilidade …

Aluizio Abranches, cineasta de filmes polêmicos, ministra workshop para plateia atenta e participativa…

E  à noite, a plateia é assim, com gente de todas as idades querendo ver Cinema…

As noites do Araxá Cine são assim: de Cinema, Festas e Alegrias…

Patrícia Naves, Alberto Araújo, Débora Arantes, Débora Torres, Alda Sandra e Murilo Rosa no coquetel de abertura do Araxá Cine Festival

Porque até domingo ARAXÁ RESPIRA CINEMA…

Araxá na tela: VAZIO CORAÇÃO terá pré no Araxá Cine Festival

AURORA DE CINEMA na cobertura do ARAXÁ CINE FESTIVAL

O Grande Hotel Termas de Araxá, cenário de cinema que vai abrigar o I Araxá Cine Festival…

O filme Vazio Coração, que teve 80% das cenas gravadas em Araxá, no Alto Paranaíba, é uma das mais aguardadas atrações da noite de abertura do I Araxá Cine Festival. O filme de Alberto Araújo terá uma prévia lançada para convidados e público do Festival que vai tornar Araxá a Capital do Cinema Brasileiro, a partir desta segunda, 10 de setembro.

Pontos turísticos e ruas de Araxá fazem parte de 80% do filme. A produção-executiva é da também cineasta Débora Tôrres e o elenco vai estar presente nesta noite de lançamento festivo no Tauá Grande Hotel e Termas de Araxá, onde também se passam algumas cenas.

Um dos ambientes do Grande Hotel de Araxá, já em clima de Cinema…

As primeiras cenas foram rodadas durante a 48ª edição da Feira Agropecuária de Uberlândia (Camaru), quando o protagonista, o ator Murilo Rosa, subiu ao palco do parque de exposições, interpretando o cantor Hugo Kari.

Murilo Rosa vive Hugo Kari e ‘assume’ seu lado cantor…

De Uberlândia, o elenco seguiu para Araxá, Patrocínio e Brasília. Murilo Rosa cantou a música Ouça Bem, um pop sertanejo, de autoria de Willian Borjazz e do próprio diretor, Alberto Araújo. Mas cantar não foi novidade para o ator, que iniciou carreira em 1993, no teatro, com o musical A Gente Não Tem Cara de Babaca, sobre a vida de Gonzaguinha. “Eu canto sempre e tenho uma voz razoável. Mas lá no palco, meu personagem me protegeu. Estive como ator, não como cantor”, disse Murilo Rosa.

Murilo Rosa, Oscar Magrini, Alberto Araújo e Othon Bastos nos bastidores das filmagens de Vazio Coração

Conforme a produção prometera, Vazio Coração será visto, pela primeira vez, pela própria cidade de Araxá. Com investimento da Prefeitura Municipal da cidade mineira, o longa-metragem de 90 minutos conta com atores bastante conhecidos e de trabalho aplaudido pelo grande público, como o já citado  Murilo Rosa, Othon Bastos, Lima Duarte, Bete Mendes, Oscar Magrini, Larissa Maciel, e ainda o Embaixador Lauro Moreira.

Murilo Rosa conversa com a produtora Débora Tôrres…

O filme Vazio Coração é também uma espécie de retorno às origens do elenco. Murilo Rosa retorna a Brasília, e Patrícia Naves a Patrocínio. O diretor Alberto Araújo, natural de Coromandel, mas radicado em Goiânia, diz ter uma relação forte com a região, onde há 20 anos gravou o curta Minha Senhora Solidão, vencedor do 1º Festival Latino Americano de Florianópolis: “Este é meu segundo filme e coincidentemente em Araxá. Quando pensei na cena do show, não tive dúvida que seria em Uberlândia”.

Segundo Débora Torres, produtora-executiva do longa, 80% do filme acontece em Araxá, passando pelo Grande Hotel, Museu da Dona Beja e pelas paisagens do Horizonte Perdido.“Foi lindo lá, com imagens de parapentes, asas deltas”.

Segundo Murilo Rosa, que não esconde a satisfação por protagonizar mais um longa, “É um filme familiar e fala dessa liberdade em escolher o que se quer ser. Nunca vivi isso… meu pai, Odair, é meu empresário e sempre me apoiou”.

A população de Araxá colaborou com a realização de Vazio Coração

Rodado no segundo semestre de 2010, o filme movimentou a cidade da Dona Beja. Oitenta pessoas da equipe técnica e atores, além de quase três mil figurantes do município, fizeram dos pontos turísticos e ruas da cidade de locações para as filmagens.

Lima Duarte e Alberto Araújo no set do filme rodado em Araxá e cidades vizinhas…

Vazio Coração  conta a história de Hugo Kari, cantor brasileiro de renome nacional que resolve fazer uma pausa em sua atribulada agenda para se encontrar com o pai, o embaixador Mário Meneses, no Grande Hotel Termas de Araxá, onde a família passava férias, quando Hugo era criança. Ali, naquele cenário bucólico, de boas recordações para ambos, filho e pai  tentam colar os cacos de uma relação, quebrada por desencontros de sonhos, ideais e uma tragédia que os marcou para sempre. Mas Hugo não imagina o quanto precisará  cavar para reabrir o túnel sob essa montanha de sentimentos que os separa.  Vazio Coração é uma reflexão sobre os laços de família.

Alberto Araújo e Débora Tôrres quando Vazio Coração ainda estava só no papel…

O filme tem produção-executiva da nossa querida amiga Débora Torres, cineasta e profissional das mais aguerridas, enquanto Alberto Araújo assina roteiro e direção.

Detalhes do lançamento no ARAXÁ CINE FESTIVAL você acompanha aqui, a partir da próxima segunda, 10 de setembro, quando terá início o I Araxá Cine Festival.

Halder Gomes promove exibições gratuitas de ‘Área Q’ no Ceará

Depois do sucesso da estreia nas salas de cinema de 14 capitais brasileiras, o longa-metragem ÁREA Q –  coprodução Estados Unidos/Brasil, 90% filmado no sertão cearense – será exibido em praça pública em três municípios do interior do estado. É uma forma de mostrar ao povo que abrigou a maior parte das locações o resultado alcançado, depois de mais de dois anos do fim das filmagens.

As exibições do mais recente longa produzido por Halder Gomes, com Isaiah WashingtonMurilo Rosa, acontecem nesta sexta, às 19 horas, em Quixadá; sábado, às 20 h, em Quixeramobim; e domingo, às 19 h, em Senador Pompeu. Em 2009, os dois primeiros abrigaram as locações do filme, cuja inspiração veio de relatos de avistamentos de Objetos Voadores Não-Identificados (OVNIs), contatos imediatos e abduções na região.

 

ÁREA Q traz paisagens belas e únicas do sertão cearense, tendo envolvido cerca de 300 pessoas durante sua produção e pós-produção, entre atores e equipes técnicas e de apoio, num intercâmbio envolvendo profissionais brasileiros e norte-americanos. A população local integrou-se às filmagens, entusiasmada com a possibilidade de ver nas telas imagens de suas cidades. Por se tratarem de municípios que ainda não têm cinema, a solução encontrada pela equipe de produção foi montar uma estrutura na praça principal de cada cidade, possibilitando o acesso gratuito à obra. 

 

O filme traz elementos de ficção-cientifica e espiritualismo para contar a história de Thomas Mathews (interpretado pelo ator norte-americano Isaiah Washington, do seriado Grey’s Anatomy e dos filmes Romeu Tem que Morrer e Navio Fantasma), um conceituado repórter cuja carreira entra em declínio depois do desaparecimento de seu filho. Seu chefe e amigo, Dylan, a fim de ajudar, oferece a ele um projeto especial para o qual Thomas terá de viajar para o Brasil a fim de investigar casos de avistamentos de OVNIs e abduções. No local, o jornalista irá encontrar figuras com histórias impressionantes, como João Batista (Murilo Rosa), um sertanejo com muitas explicações sobre o que vem ocorrendo na região e, acima de tudo, sobre seu filho.

Murilo Rosa é destaque em mais um filme brasileiro de grande produção…

Inicialmente, Thomas resiste em acreditar no que tem testemunhado. Mas, aos poucos, vai perdendo o ceticismo diante dos eventos inexplicáveis que irá presenciar. O elenco conta com ainda com Thania Khalil, Ricardo Conti no papel de “Eliosvaldo” e com os atores cearenses Karla Karenina, Haroldo e Hiramisa Serra, e Rodger Rogério, entre outros. 

ÁREA Q narra a história da redenção de um homem, de crescimento e mudança profunda de suas crenças, e leva o público a pensar sobre a humanidade e as escolhas que temos diante de nós como um povo.  

Isaiah Washington e Halder Gomes em noite de lançamento…

Produzido por Reef Pictures e Sophia Filmes, sob a co-produção das empresas Estação Luz Filmes, ATC Entretenimentos e Boa Vontade Filmes, ÁREA Q foi idealizado, dirigido e produzido por Gerson Sanginitto (“Cadáveres 2”, “Beyond the Ring”). Os outros realizadores são Carina Sanginitto, Isaiah Washington e Ric Halpern, com produção executiva de Halder Gomes, Luis Eduardo Girão, Luciano Duarte, Sidney Girão, Leonardo Mello e Glauber Filho. Os efeitos visuais ficaram a cargo do cineasta e produtor cearense Márcio Ramos. 

Tânia Khalil e Murilo Rosa encabeçam elenco brasileiro da produção Brasil-EUA…

Serviço: Exibição gratuita de ÁREA Q

– Em Quixadá:

Data: 20 de abril (sexta-feira)

Horário: 19h

Local: Praça da Cultura – Quixadá 

– Em Quixeramobim:

Data: 21 de abril (sábado)

Horário: 20h

Local: Praça da Igreja Matriz – Quixeramobim 

– Em Senador Pompeu:

Data: 22 de abril (sábado)

Horário e local: a definir

Trailer para download: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=vhFCPiUK4_4

Anápolis vai viver semana de Capital do Cinema Brasileiro

Está tudo pronto para o II Anápolis Festival de Cinema. O festival, idealizado e coordenado pela produtora e cineasta Débora Torres, reverteu-se de pleno êxito quando de seu lançamento, ano passado, e este ano vem maior e com boas novidades. O festival será aberto na próxima segunda, 19, às 19 horas, e prossegue até dia 26, no Teatro Municipal de Anápolis.

Débora Torres (entre Murilo Rosa e Alberto Araújo): energia para comandar um festival que já nasceu grande…

A abertura do II Anápolis Festival de Cinema será marcada pela exibição do filme documentário Bokemboka – A trajetória de Washington “Seu Menino”. A obra tem direção de Carlos César, o Cesinha, e foi produzido a partir do Prêmio Incentivar da primeira edição do festival.

A abertura da Mostra Adhemar Gonzaga de Cinema Brasileiro será com a exibição do documentário Rock Brasília – Era de Ouro, de Vladimir Carvalho, um olhar sobre as bandas e o movimento de rock em Brasília, nos anos de 1970. 

Rubens Ewald Filho, Curador da Mostra de Longas, é presença garantida

O festival ainda terá a presença do renomado crítico de cinema e curador da Mostra de Longas-metragens Convidados, Rubens Ewald Filho; do curador da Mostra de Curtas Documentários do Centro- Oeste, Beto Strada; a atriz e curadora da Mostra Curtas Anápolis, Mallu Moraes; os atores Leandro Firmino e Germano Pereira, e o cineasta João Batista de Andrade.

Germano Pereira, sucesso na novela Passione, estará no festival de Anápolis

A mostra de longas-metragens de Ficção Brasileira homenageia o pioneiro Adhemar Gonzaga, fundador da CINÉDIA, a primeira companhia cinematográfica brasileira. Nessa modalidade, além do filme Rock Brasília, serão exibidos, a cada noite, os filmes Onde está a Felicidade ?, de Carlos Alberto Riccelli; As Melhores Coisas do Mundo, de Lais Bodanzki; Estômago,de Marcos Jorge; O Palhaço, de Selton Mello; Como Esquecer,de Mallu De Martino; e Olhos Azuis, de José Joffily, sempre às 19 horas, no Teatro Municipal.

Selton Mello vai a Anápolis com o seu premiado O Palhaço

O II Anápolis Festival de Cinema é aberto a toda comunidade, a qual terá a oportunidade de acompanhar a exibição de filmes de produção regional e nacional gratuitamente. O festival ainda possibilita a aproximação da plateia com atores e produtores cinematográficos, gerando assim uma interação única oportunizada pelo Festival.

Alice Gonzaga, filha do pioneiro Adhemar Gonzaga, estará na comissão julgadora e no curta O Sumiço de Alice, a ser exibido no encerramento…

FESTIVALZINHO

Junto à programação do II Anápolis Festival de Cinema, acontece o Festivalzinho, sessões de filmes desrtinados às crianças da rede municipal de ensino. Também serão ministradas durante o festival as oficinas Cinema & Filosofia com Ada Kroef , e Produção de Curta Digital de Baixo Custo com o cineasta/ator/dramaturgo Alex Moleta, além da realização de debates com diretores, produtores e elenco dos filmes das mostras competitivas.

A atriz Bete Mendes é presença confirmada em Anápolis

Presenças

O Festival contará com a presença de grandes personalidades do cinema como Rubens Ewald Filho (curador da mostra de longas convidados); do compositor e trilheiro, André Moraes; Beto Strada (curador da mostra de curtas documentários do Centro- Oeste); as atrizes Mallu Moraes (curadora da mostra de curtas anapolinos), Bete Mendes, Rosamaria Murtinho (presidente do júri), Betina Viany e Ingra Liberato; os atores Oscar Magrini, Irandhir Santos, Leandro Firmino, Germano Pereira, Murilo Rosa, Gustavo Machado, Wandi e Babu Santana; os cineastas Zózimo Bulbull, Carlos Alberto Riccelli, Selton Mello, João Batista de Andrade, José Joffily, Jarleo Barbosa, Walter Webb, Vladimir Carvalho e Alex Moleta (oficineiro do festival); o embaixador Lauro Moreira; os jornalistas, Hermes Leal, Cid Nader e Aurora Miranda Leão (também atriz e cineasta); os produtores Fabiano Gullane, Marcelo Tôrres, Elisa Tolomelli, Ligocki, Alice Gonzaga, Biza Viana e Cláudia Natividade; o fotógrafo Vantoen Pereira Júnior; entre outros.

 A atriz Ingra Liberato vai levar sua beleza para Anápolis…

Premiações

Os filmes selecionados para o II Anápolis Festival de Cinema concorrerão ao troféu Beto Leão de Cinema.  O prêmio é uma homenagem in memoriam ao ex-crítico, pesquisador, roteirista, diretor, produtor e escritor goiano. Também serão conferidos o Troféu Anápolis (criação do artista plástico Napefi) aos vencedores e Troféu Anápolis Homenagem a nomes significativos do cinema brasileiro.

Irandhir Santos, do elenco de Olhos Azuis, estará em Anápolis

OS LONGAS DE ANÁPOLIS
Mostra Adhemar Gonzaga de Cinema Brasileiro
ROCK BRASÍLIA – Era de Ouro

Datal: Dia 19 de Março às 19 horas
Local: Teatro Municipal de Anápolis
Reexibição: Dia 20 de Março às 19 horas
Local: Parque Ipiranga 

ONDE ESTÁ A FELICIDADE ?

Datal: Dia 20 de Março às 19 horas
Local: Teatro Municipal de Anápolis
Reexibição: Dia 21 de Março às 19 horas
Local: Industrial Munir Calixto 
AS MELHORES COISAS DO MUNDO

Datal: Dia 21 de Março às 19 horas
Local: Teatro Municipal de Anápolis
Reexibição: Dia 22 de Março às 19 horas
Local: Vila Formosa 
ESTÔMAGO

Datal: Dia 22 de Março às 19 horas
Local: Teatro Municipal de Anápolis
Reexibição: Dia 23 de Março às 19 horas
Local: Distrito de Goialândia – Anápolis GO 

O PALHAÇO

Datal: Dia 23 de Março às 19 horas
Local: Teatro Municipal de Anápolis
Reexibição: Dia 23 de Março às 19 horas
Local: Distrito de Souzânia – Anápolis GO


COMO ESQUECER

Datal: Dia 24 de Março às 19 horas
Local: Teatro Municipal de Anápolis
Reexibição: Dia 25 de Março às 19 horas
Local: Bairro São Joaquim 

OLHOS AZUIS

Datal: Dia 25 de Março às 19 horas
Local: Teatro Municipal de Anápolis
Reexibição: Dia 26 de Março às 19 horas
Local: Bairro Recanto do Sol

Confira a premiação:

Longa-metragem de ficção – Mostra Adhemar Gonzaga

Melhor Filme de Ficção – R$ 25 mil, mais troféu;
Melhor Direção – R$ 12,5 mil, mais troféu;
Melhor Ator –R$ 6.250 mil, mais troféu;
Melhor Atriz –R$ 6.250 mil, mais troféu;
Melhor Ator Coadjuvante – R$ 6.250 mil, mais troféu;
Melhor Atriz Coadjuvante – R$ 6.250 mil, mais troféu;
Melhor Roteiro – R$ 6.250  mil, mais troféu;
Melhor Fotografia – R$ 6.250 mil, mais troféu;
Melhor Direção de Arte – R$ 6.250 mil, mais troféu;
Melhor Montagem – R$ 6.250 mil, mais troféu;
Melhor Som – R$ 6.250 mil, mais troféu;
Melhor Trilha Sonora – R$ 6.250 mil, mais troféu.

Curta- metragem Documentários do Centro-Oeste

Melhor curta-metragem do Centro-Oeste – R$ 6.250 mil, mais troféu.

Curta Anápolis 

Melhor Curta Metragem Anapolino – Prêmio Incentivar – Secretaria Municipal da Cultura. A premiação será destinada à produção de um curta, a ser produzido na região de Anápolis e exibido na abertura do III Anápolis Festival de Cinema. Valor do prêmio R$ 37,5 mil, mais troféu.

ARRASTÃO ANÁPOLIS !

Aurora de Cinema na cobertura do Festival 

 Bela Semente em Prol do Cinema Brasileiro

 

Anápolis, o segundo mais desenvolvido e promissor município de Goiás, bem próximo à bela e hospitaleira Goiânia, acolheu em abril passado um bom bocado do cinema brasileiro. A prefeitura deu chance e Débora Torres, uma mulher aguerrida, dedicada às produções que assina, competente, forte, solidária e disposta, semeou mais um terreno em Goiás, que deverá gerar belos e imponentes galhos para açambarcar todo o variado painel que, cada vez mais, o cinema brasileiro descortina.

Aurora Miranda Leão, Débora Torres, Ed Cafezeira e Almir Torres no resort ESTÂNCIA

O I Festival de Cinema de Anápolis, de 12 a 18 de abril, foi um momento precioso de encontro entre gente que faz cinema – nos bastidores, nos palcos, nas platéias, por trás das câmaras e nas telas dos quatro cantos do mundo.  Estive por lá, com muita honra, como jornalista convidada, e fiquei encantada.

Desde a acolhida no aeroporto, onde três jovens da equipe de Débora já me esperavam há algum tempo – Pedro Pinheiro, Tatiana Lopes e a bela Jéssica – . Ali, reencontrei o simpático casal Laura Pires e Edvaldo Cafezeira, dois queridos de longa data. Assim, tudo foi muito convidativo, desde o início.

Aurora recebe caloroso abraço de Débora Torres na chegada a Anápolis…

O trajeto Goiânia-Anápolis é feito em estrada com boa manutenção e se faz ligeiro. Chegar e dar de cara com o precioso espaço do resort Estância Park foi outra boa surpresa. Foi lá que revi minha querida amiga Débora, idealizadora e coordenadora-geral do Festival que seria aberto àquela noite. Ela vinha acompanhada do irmão Almir, outro que deu a maior força para o êxito do Festival.

Fomos almoçar no amplo e vem servido resto da Estância e lá reencontrei o colega de batente, Cid Nader, outro cujo astral sempre favorece momentos aprazíveis.

Quando a noite começou a se insinuar, nos trouxe junto o abraço da querida Alice Gonzaga, grande baluarte do nosso Cinema, feliz por estar acompanhando a meritório Homenagem ao pai, que nomina a mostra competitiva de longas-metragens.

Aurora Miranda, Selva Aretuza e Alice Gonzaga: companheiras de cinema em Anápolis

A abertura foi no Teatro Municipal: noite festiva, platéia lotada e a primeira exibição pública do filme Hollywood no Cerrado, de Tânia Montoro e Armando Bulcão, um documentário revelador para o quão Anápolis tem a ver com parte da história do cinema, sobretudo o de Hollywood: afinal, no município goiano que agora envereda pelas trilhas do audiovisual, viveu e floresceu muita gente de prestígio no cinema norte-americano, como Joan Lowell, Mary Martin, Larry Hagman, Gilbert Adrian.

Nesta noite, a atriz francesa Eliane Lage – grande diva do cinema brasileiro nos anos 50 (há três décadas, feliz moradora de Pirenópolis), reencontrou-se, depois de tantos anos, com os amigos Walter Webb e Alice Gonzaga. Um belo encontro, abonado em frente ao palco do Teatro Municipal de Goiânia.

Débora Torres, cineasta Alberto Araújo e Tânia Montoro em noite de cinema em Anápolis

A platéia anapolina adorou se ver na tela: suas reações de aprovo eram indisfarçáveis, e ouviam-se muitos risos durante algumas passagens. Oxalá o filme tenha boa visibilidade pelas telas do país e chegue também em solo americano. A comunidade anapolina merece.

O festival teve duas mostras competitivas: a de Longa-Metragem de Ficção Brasileiro, adequadamente chamada Adhemar Gonzaga, num justo e belo preito ao jornalista pioneiro da indústria cinematográfica no Brasil, e a mostra Curta Anápolis, para dar visibilidade à produção anapolina, de todos os gêneros. O Troféu Anápolis, criado pelo artista plástico Napefi, foi entregue a personalidades como Vladimir Carvalho, Miguel Jorge, Tizuka Yamazaki, Ingra Liberato, Murilo Rosa, Luiz Carlos Vasconcellos e Mallu Moraes, além de ter sido entregue aos representantes dos filmes vencedores.

A programação também disponibilizou seu foco para as crianças da rede municipal de ensino – tendo sessões super concorridas – e proporcionou o I Encontro de Cineclubes do Centro-Oeste – com direito à oficina cineclubista coordenada por Carol Paraguassu, e a presença muito intensa de cineclubistas da região.

Edvaldo Cafezeira, Aurora Miranda, Walter Webb e Débora Torres…

Em Anápolis também aconteceram diversas oficinas – alvitres da agilidade mental e disposição para o trabalho que Débora Torres demonstra a todo momento, mesmo quando não se dá conta disso – com aulas de roteiro, produção e direção ministradas pelo baluarte Walter Webb.

Walter Webb distribui simpatia entre Eliane Lage e Alice Gonzaga: trio-Patrimônio

Aliás, sobre esta figura é preciso um parêntese especial: Walter Webb foi presença das mais solicitadas e encantadoras em Anápolis, a todos dedicando uma palavra especial, uma atenção calorosa, um bom fio de enriquecedora conversa, em qualquer direção. Uma enorme alegria conhecê-lo e privar de seu convívio.

Aurora Miranda Leão e a alegria de reencontrar ator Guido Campos

Falando nisso, o que não faltou em Anápolis foi a convivência  com pessoas do mais significativo quilate… ainda estou por descobrir se isso é fruto da energia revitalizante que emanava da acolhedora Estância Park (o belo resort que nos serviu de cenário e aconchego por uma semana) ou se esses “presentes” se configuram no espaço a cada vez que minha irmã querida Débora Torres toma a colcheia e toca pra frente uma enorme caravana de holofotes em direção aos artistas do Cinema e ao cinema dos Artistas Brasileiros.

Serina Raruá e Aurora Miranda Leão: Sétima Arte acontecendo em Anápolis

Desta vez, ela nos trouxe a delicadeza e prestatividade de Serina Raruá, além da disponibilidade sempre atenta de Ângela Torres e a presença sempre benfazeja de Guido Campos e Rubens Ewald Filho, este Homem-Cinema sempre a encantar com sua simplicidade, simpatia, riqueza de memória e conhecimento abalizado sobre tantos temas, um mestre na arte de seduzir e encantar porque nele notoriedade, prestígio, desafetação, riqueza espiritual e carisma são um só trevo de cinco folhas.

E por falar nele, Rubens destacou o quanto a história de Anápolis revela uma espécie de predestinação para o cinema, uma vez que ali viveram, entre os anos 40 e 50, Janet Ganyor – atriz principal do grande clássico do cinema, o filme Aurora, de Murnau -, e seu marido Gilbert Adrian (um dos grandes estilistas de Hollywood). E citou também a presença de Mary Martin, atriz de grandes musicais da Broadway, em cuja biografia há uma marcante passagem pela cidade. “Com uma história dessas, com certeza já estava escrito nas estrelas que Anápolis está diretamente ligada ao cinema”

Secretário Augusto César, Débora Torres, Rubens Ewald Filho e o prefeito Gomide

E assim, divididos entre ricos papos sobre a Sétima Arte, piadas e generosos encontros nos espaços da Estância Park, de dia, e filmes, debates e fartos churrascos noturnos, transcorreu aquele adorável período do festival de cinema de Anápolis.

Neusa Borges, Aurora Miranda Leão e Felipe Brida: respirando cinema em Anápolis

Churrascaria Los Pampas foi ponto de encontro todas as noites… Haja churrasco !

A cada noite, um debate após os filmes, comandados ora por Débora ora por Guido, reunia público e realizadores num importante intercâmbio de idéias artísticas e disponibilidade para a informação. Toda noite também o entorno do Teatro Municipal acolhia o público, imprensa e convidados com um barzinho agradável e de preços convidativos, aliado a um bom momento musical com artistas da cidade.

Aurora Miranda Leão e Laura Pires na noite-lançamento biografia Roberto Pires

Em Anápolis, também havia uma janela para livros sobre cinema: ali foram lançados o ótimo livro do amigo Alex Moletta – “Criação de Curta-Metragem em Vídeo Dgital” -, o histórico livro de Beto Leão sobre os 100 Anos do Cinema Goiano, e a biografia do cineasta baiano Roberto Pires, que sua viúva Laura Pires autografava emocionada, junto ao lançamento da cópia restaurada do filme Redenção, título iniciático da carreira de Roberto e primeiro longa-metragem baiano.

O festival possibilitou também que, a cada noite, os filmes exibidos no dia anterior pudessem ser vistos por maior número de pessoas, sendo então ofertados em algumas praças de Anápolis, e a equipe comandada pelo elétrico Itamar Borges registrava tudo em making-of.

Débora Torres e o Secretário Augusto César abraçam necessidade do Festival

Os filmes concorrentes eram: Orquestra de Meninos, representado por Murilo Rosa (homenageado com o Troféu Anápolis) – seguido por uma legião de fãs que o acompanhou o dia inteiro em Anápolis: o ator arrebatou uma multidão ao belo parque Ypiranga numa tarde em que diversas orquestras da cidade tocaram em sua homenagem.

Aurora M. Leão e Felipe Brida: jornalistas também tietaram o premiado Murilo Rosa

Murilo foi atencioso e simpático com todos, não se furtando a posar para fotos, dar autógrafos e espalhar beijinhos e abraços entre as tietes. Na visita ao parque municipal, Murilo Rosa (sempre acompanhado dos pais) foi recebido pelo prefeito Antônio Gomide, o secretário de Cultura, Augusto César de Almeida, a diretora municipal de Políticas Públicas, Agueda Maria Zimmer, a coordenadora do programa Criar e Tocar, Marisa Espíndola, e por professores da rede municipal de ensino.

Ator, que passou infância em Anápolis, recebeu bela homenagem do Festival

Dila Guerra e Manaíra Carneiro apresentam o premiado  Cinco Vezes Favela…

Cinco Vezes Favela, o emblemático filme produzido por Cacá Diegues, foi representado por uma das diretoras do primeiro episódio, a pulcra e simpática Manaíra Carneiro, e por Dila Guerra, atriz do último episódio do filme – que Rubens me avisou logo tratar-se de “grande atriz”. As duas foram iluminadas presenças no festival e participaram ativamente do debate pós-exibição.

Darlene Glória em cena de Feliz Natal, longa de Selton Mello

Feliz Natal, o impactante filme de Selton Mello, foi representado por sua mãe, a elegante Selva Aretuza, e pelo ator Leonardo Medeiros. Obra colecionadora de prêmios em festivais pelos quatro cantos, o filme de estréia de Selton é ainda melhor do que esperava, digno mesmo de todas as honrarias: aponta um diretor vigoroso, criador de um roteiro instigante (parceria com Marcelo Vindicatto), enriquecido por uma fotografia (Lula Carvalho) em plena sintonia com o leitmotiv do argumento, com enquadramentos belos e inusitados – há pelos menos três momentos em que isso é patente: na vertigem de Mércia (personagem de Darlene) rodando entre luzinhas decorativas do Natal; na cena do personagem Caio (Leo Medeiros) deitado em posição fetal no meio da rua; e na cidade que nos é dada ver se descortinando em seu anoitecer por trás de um muro alto, branco – lindo a mais não poder…

Leonardo Medeiros e Selva Aretuza apresentando Feliz Natal, de Selton Mello

Selton é dono de invejável sensibilidade, evidenciada sobretudo pelos artistas que convoca para trabalhar com ele, dando qualificado destaque ao trabalho de artistas como Darlene Glória, Lúcio Mauro, Emiliano Queiroz, e Paulo Guarnieri. Supimpa este Selton ! Exponencial ator e um diretor de envergadura.

A cineasta Anna Luíza Azevedo entre Eduardo Cardoso e Bianca Menti

Dia seguinte, a cineasta Anna Luíza Azevedo, e os jovens atores gaúchos Eduardo Cardoso e Bianca Menti representaram o filme Antes que o Mundo Acabe, título que fez daquela a noite mais positivamente energizada do festival.

Bianca Menti e Pedro Tergolina em Antes que o mundo acabe

Filme sensível, onde desponta o talento promissor de Pedro Tergolina (de rara beleza), muito bem aproveitado em cenas ao lado de Eduardo e Bianca, Elisa Volpatto e Murilo Grossi. Roteiro caprichado, assinado a quatro mãos por Paulo Halm, Jorge Furtado, Giba Assis Brasil e a própria Anna Azevedo.  Antes que o Mundo Acabe findou por sagrar-se vencedor em diversas categorias e na mais importante delas, Melhor Filme. Um justo reconhecimento a uma obra eivada de méritos, pronta para ser vista, revista e sair encantando, a cada vez em que for exibida.

Já na madruga, Aurora, Eduardo Cardoso, Bianca Menti e Cid Nader em papo de cinema

Fiquei fascinantemente impressionada com mais este belo exemplar do cinema gaúcho e me enchi de saudades de Porto Alegre (o filme tem ademais este mérito, de mostrar a capital gaúcha como uma cidade que precisa ser visitada, fartamente cultural, tranqüila e acolhedora).

Ana Carbatti: mais um prêmio ao talento, premiada por Os Inquilinos

O último filme em competição, Os Inquilinos, do sempre polêmico Sérgio Bianchi, também recebeu vários troféus, incluindo Melhor Atriz e Atriz Coadjuvante (respectivamente, Ana Carbatti e Cássia Kiss).

 

Murilo Rosa (ao lado de Débora Torres) cumprimenta prefeito Antônio Gomide

Necessário salientar: merece parabéns o prefeito Antônio Gomide e a equipe de sua Secretaria de Cultura (na pessoa do secretário Augusto César de Almeida), que apostaram num projeto de suma relevância, não só para a cidade de Anápolis mas pra todo o estado goiano e para os muitos que, diariamente, precisam acordar com a certeza de que vale a pena investir no sonho de fazer Arte no Brasil e prosseguir criando, construindo um cinema que, a par de todas as dificuldades, se mantém ativo e pulsante, cotidianamente.

Murilo Rosa encantou Anápolis e contribuiu com brilhantismo para sucesso do Festival

Idealizado pela cineasta e produtora-executiva Débora Tôrres, o I Festival de Cinema de Anápolis foi organizado pela Secretaria Municipal de Cultura/Prefeitura Municipal de Anápolis em parceria com a ACAA – Associação Cultural e Artistica de Anápolis – , o Cineclube Xícara da Silva, e o Pontão de Cultura Tenda Jovem.

E pra encerrar, vou tentar lembrar de todos com quem estive nestes tão agradáveis dias em Anápolis. É difícil mas vou tentar não esquecer ninguém.

Murilo Rosa foi Melhor Ator por Orquestra de Meninos e encantou em Anápolis

Primeiro a alegria de reencontrar Rubens Ewald Filho e Alice Gonzaga, além de Laura Pires, Edvaldo Cafezeira, Ângela Torres e Itamar Borges. Na última noite, o abraço que não podia faltar, no querido escritor Miguel Jorge, poeta de aguçada sensibilidade. Depois a beleza e simpatia de Manaíra Carneiro, carioca estreando muito bem na direção de longa com Cinco Vezes Favela, acompanhada de outra carioca que também se tornou querida: a super simpática Dila Guerra, participante antenada de debates e conversas sobre cinema.

Dila Guerra, Manaíra Carneiro, Itamar Borges, Mallu Moraes, Felipe Brida, Aurora Miranda Leão e Alice Gonzaga em noite de confraternização em Anápolis

Escritor Miguel Jorge e roteirista Alex Moletta também abrilhantaram festival

E ainda a tranqüilidade pacificadora de Cid Nader e o jeito bem-vindamente  solícito de Felipe Brida, boa-praça de carteirinha.  Sem esquecer de Mallu Moraes, João Batista de Andrade, o embaixador Lauro Medeiros, além de Neusa Borges, Umberto Magnani, Sérgio Bianchi, Selva Aretuza, os atores Leonardo Medeiros, Guido Campos, Eduardo Cardoso e Bianca Menti;  o casal Lucília e Vladimir Carvalho, e a presença sempre bem-vinda de Walter Webb e do querido amigo Alex Moletta.

Documentarista paraibano de Brasília, Vladimir Carvalho, homenageado com Troféu Anápolis, fez contundente discurso ao recebê-lo

E teve ainda o Paulo e o Marcos, conduzindo com simpatia e bom humor todo mundo pra qualquer lugar, e a Serina Raruá, misto de elegância, pragmatismo e disponibilidade. Ficando pro final quem chegou por último: o charme alegremente cativante da esplendorosa Zezeh Barbosa, que chegou no finalzinho mas não precisou nem de cinco minutos pra conquistar a simpatia e adesão de todos. E ainda gravou eloqüente participação no curta O Sumiço de Alice, que virá na seqüência, fruto dos dias ensolarados e prolíficos em solo anapolino.

E para celebrar a última noite do I Festival de Cinema de Anápolis, não podia faltar uma animada festa, que aconteceu na boate Nobel, onde dancei à beça, ao lado de curtidores da noite – como Débora, Serina, Mallu, Itamar, Ângela, Guido e Zezeh –, e na qual precisei “assumir” as pick-ups várias vezes pois o DJ (o simpático Nelsinho) não tinha sequer uma música do “trio fantástico” (Paralamas), nem tampouco uma faixa dos Beatles… a noitada foi inesquecível mas resolvi, a partir de então, assumir meu lado DJ.

Vencedores da mostra de curtas: ator Marcus Annoli e equipe do filme “Entre”

Que venha o Anápólis 2012 !

Dila, Laurita, Mallu Moraes, Aurora Miranda e Zezeh Barbosa: noite final em Anápolis

Um beijo carinhoso a todos que desfrutaram comigo estes divertidos dias em Anápolis e um agradecimento muito forte e sincero a Débora Torres e toda a sua equipe.

* Fotos de Anápolis são de Ed Cafezeira, Aurora Miranda Leão e Felipe Brida

SARAVÁ !!!

Até 2012, se Deus quiser !