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Alinne Moraes e Wagner Moura Filmam em Paulínia

Alinne Moraes, que terminou há poucos dias de gravar participação no longa HELENO (ao lado de Rodrigo Santoro), prepara-se para voltar ao estúdio neste sábado (24). A  atriz vai gravar no Polo de Cinema de Paulínia (SP) o filme O Homem do Futuro, no qual vai contracenar com Wagner Moura. 

 

O papel de Alinne, Helena, uma top model internacional que é o objeto de desejo de Zero, o “Homem do Futuro”, inicialmente seria de Ana Paula Arósio, que deixou o filme para dedicar-se a essa nova fase.  “Ela alegou problemas pessoais”, explicou Vanessa Freitas, assessora de imprensa da Conspiração Filmes.

 

Alinne Moraes: beleza, charme e competência de volta à telona

O Homem do Futuro é um projeto do cineasta Cláudio Torres, filho de Fernanda Montenegro, que tem no currículo a direção dos filmes Redentor e A Mulher Invisível. A trama, uma ficção científica misturada com comédia, conta a história de Zero (Wagner), um cientista frustrado e amargurado. Quando, sem querer, ele faz uma viagem no tempo que o leva de volta ao passado, decide correr trás das oportunidades que deixou passar, como um romance com Helena (Alinne), uma linda mulher por quem era apaixonado vinte anos atrás.

Cinema Vai Ancorar em Paulínia

De 15 a 22, PAULÍNIA será CAPITAL DO CINEMA BRASILEIRO

Rubens Ewald Filho é o curador deste importante Festival que mobiliza as atenções da mídia nacional e oferece enorme quantia de prêmios em dinheiro.

Jornalista Rubens Ewald Filho idealizou o Festival de Paulínia, que tornou-se um dos mais importantes do país

A Comissão de Organização do Paulínia Festival de Cinema ultima os preparativos para esta edição e divulga os filmes que concorrerão ao Prêmio Menina de Ouro, em diversas categsorias. Esta edição homenageará o diretor Hector Babenco, com a exibição da cópia restaurada de O Beijo da Mulher Aranha, na abertura, dia 15.

O festival, organizado pela Secretaria de Cultura do Município de Paulínia, concede R$ 650 mil reais em prêmios. As exibições são realizadas no Theatro Municipal.  

Confira a lista completa dos filmes da Seleção Oficial do Festival, assim como da mostra paralela.  

Longas de Ficção

1.  Malu de Bicicleta, de Flávio Tambellini (RJ)

2.  Desenrola, de Rosane Svartman (RJ)

3.  Broder, de Jeferson De (SP)

4.  Dores e Amores, de Ricardo Pinto e Silva (SP)

5. 5 X Favela, Agora Por Nós Mesmos, de Manaíra Carneiro e Wagner Novaes; Rodrigo Felha e Cacau Amaral; Luciano Vidigal; Cadu Barcellos;  Luciana Bezerra (RJ) 

Documentários  

1.  Leite e Ferro, de Claudia Priscilla (SP)

2.  São Paulo Cia de Dança, de Evaldo Mocarzel (SP)

3.  Lixo Extraordinário, de Lucy Walker, João Jardim e Karen Harley (RJ)

4.  Uma Noite Em 67, de Renato Terra e Ricardo Calil (RJ)

5.  Programa Casé, de Estevão Ciavatta (RJ)

6.  As Cartas Psicografadas de Chico Xavier, de Cristina Grumbach (RJ)

 Curtas Nacionais 

1.  Retrovisor, de Rogério Zagallo (SP)

2.  Estação, de Marcia Faria (SP)

3.  Eu Não Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro (SP)

4.  Quem vai comer minha mulher? (Who’s Gonna F… My Wife?), de Rodrigo Bittencourt (RJ)

5.  Tempestade, de César Cabral (SP)

6.  1:21, de Adriana Câmara (PE)7.  Ensolarado, de Ricardo Targino (RJ) 

Curtas Regionais 

1.  Depois do Almoço, de Paula Pripas (Campinas)

2.  Nicolau e as Arvores, de Lucas Hungria (Campinas)

3.  Meu Avô e Eu, de Cauê Nunes (Campinas)

4.  Um Lugar Comum, de Victor Canela (Sumaré)

5.  Dona Tota e o Menino Mágico, de Adriana Meirelles

6.  Só Não Tem Quem Não Quer, de Hidalgo Romero

Mostra Paralela 

1.  Pixote in Memmorian, de Felipe Briso e Gilberto Topczewski

2.  Coração Iluminado, de Hector Babenco

3.  É Proibido Fumar, de Anna Muylaert4.  Chico Xavier – o filme, de Daniel Filho

5.  Salve Geral, de Sérgio Rezende

6.  Cabeça a Prêmio, de Marco Ricca  

Prêmios  

O Festival distribuirá, por meio de sua premiação oficial, um total de R$ 650 mil aos vencedores das diversas categorias, como segue:

Filmes de longa-metragem  

Melhor Filme ficção: R$ 150.000

Melhor Documentário: R$ 50.000  

Melhor Diretor ficção: R$ 35.000  

Melhor Diretor Documentário: R$ 35.000  

Melhor Ator: R$ 30.000  

Melhor Atriz: R$ 30.000  

Melhor Ator coadjuvante: R$ 15.000  

Melhor Atriz coadjuvante: R$ 15.000  

Melhor Roteiro: R$ 15.000  

Melhor Fotografia: R$ 15.000  

Melhor Montagem: R$ 15.000  

Melhor Som: R$ 15.000  

Melhor Direção de arte: R$ 15.000  

Melhor Trilha Sonora: R$ 15.000  

Melhor Figurino: R$ 15.000  

Especial Júri: R$ 35.000 

 Filme de curta-metragem – Nacional 

Melhor filme: R$ 25.000  

Melhor Direção: R$ 15.000  

Melhor Roteiro: R$ 10.000 

Filme de curta-metragem – Regional 

Melhor filme: R$ 25.000  

Melhor Direção: R$ 15.000  

Melhor Roteiro: R$ 10.000  

Júri Popular 

Melhor longa ficção: R$ 25.000  

Melhor documentário: R$ 15.000  

Melhor curta metragem nacional: R$ 5.000  

Melhor curta-metragem regional: R$ 5.000     

Atividades paralelas

O Paulínia Festival de Cinema – 2010 traz ainda:

 – Debates

– Seminários

– Realização do III Encontro Roteiro em Questão.

– Lançamento de livros e dvds

Julho de Cinema em Paulínia

Paulínia divulga seleção oficial

Com R$ 650 mil em prêmios e um pólo cinematográfico cheio de oportunidades, a cidade de Paulínia caminha para mais um festival de cinema no período de 15 a 22 de julho. Na edição 2010, serão exibidos 27 filmes, dos quais 12 longas e 13 curtas-metragens, sendo seis deles da região Metropolitana de Campinas.

A seleção oficial foi feita por uma comissão formada pelo Secretário de Cultura do município, Emerson Alves, pelo diretor do Festival, Ivan Melo, e pelo crítico de cinema, Rubens Ewald Filho. Um sexto longa-metragem será anunciado na próxima semana.

Na abertura do festival, será exibido o filme O Beijo da Mulher Aranha, de Hector Babenco, homenageado do festival. Dois títulos completam a homenagem ao diretor: “Pixote In Memorian”, de Felipe Briso e Gilberto Topczewski, e “Coração Iluminado”, também dirigido por Babenco. Os dois filmes serão exibidos na Mostra Paralela.

O encerramento do festival acontece dia 22 de julho, a partir das 19h, em cerimônia para convidados, com a exibição do longa 400contra1 – Uma História do Crime Organizado, de Caco Souza.

De 16 a 21 de julho, às 16h, serão exibidos, no Theatro Municipal de Paulínia, cinco longas já lançados no circuito comercial e também Cabeça a Prêmio, de Marco Ricca. Completando a Mostra Paralela o Festival exibe dois filmes infantis inéditos: “Eu e Meu Guarda Chuva”, de Toni Vanzolini e “Gui, Estopa e a Natureza”, de Mariana Caltabiano, respectivamente nos dias 17 e 18 (sábado e domingo) às 14h.

Abaixo a lista completa dos filmes da Seleção Oficial do Festival, assim como da mostra paralela:

Longas de Ficção

1. “Malu de Bicicleta”, de Flávio Tambellini (RJ)

2. “Desenrola”, de Rosane Svartman (RJ)

3. “Broder”, de Jeferson De (SP)

4. “Dores e Amores”, de Ricardo Pinto e Silva (SP)

5. “5 X Favela, Agora Por Nós Mesmos”, de Manaíra Carneiro e Wagner Novaes; Rodrigo Felha e Cacau Amaral; Luciano Vidigal; Cadu Barcellos; Luciana Bezerra (RJ)

Documentários

1. “Sobre Leite e Ferro”, de Claudia Priscilla (SP)

2. “São Paulo Cia de Dança”, de Evaldo Mocarzel (SP)

3. “Lixo Extraordinário”, de Lucy Walker, João Jardim e Karen Harley (RJ)

4. “Uma Noite Em 67”, de Renato Terra e Ricardo Calil (RJ)

5. “Programa Casé”, de Estevão Ciavatta (RJ)

6. “As Cartas Psicografadas de Chico Xavier”, de Cristina Grumbach (RJ)

Curtas Nacionais

1. “Retrovisor”, de Rogério Zagallo (SP)

2. “Estação”, de Marcia Faria (SP)

3. “Eu Não Quero Voltar Sozinho”, de Daniel Ribeiro (SP)

4. “Quem vai comer minha mulher? (Who’s Gonna F… My Wife?)”, de Rodrigo Bittencourt (RJ)

5. “Tempestade”, de César Cabral (SP)

6. “1:21”, de Adriana Câmara (PE)

7. “Ensolarado”, de Ricardo Targino (RJ)

Curtas Regionais

1. “Depois do Almoço”, de Paula Pripas (Campinas)

2. “Nicolau e as Arvores”, de Lucas Hungria (Campinas)

3. “Meu Avô e Eu”, de Cauã Nunes (Campinas)

4. “Um Lugar Comum”, de Victor Canela (Sumaré)

5. “Dona Tota e o Menino Mágico”, de Adriana Meirelles

6. “Só Não Tem Quem Não Quer”, de Hidalgo Romero

Mostra Paralela

1. “Pixote in Memmorian”, de Felipe Briso e Gilberto Topczewski

2. “Coração Iluminado”, de Hector Babenco

3. “É Proibido Fumar”, de Anna Muylaert

4. “Chico Xavier – O Filme”, de Daniel Filho

5. “Salve Geral”, de Sérgio Rezende

6. “Cabeça a Prêmio”, de Marco Ricca

Especial Infantil

1. “Eu e Meu Guarda Chuva”, de Toni Vazolini

2. “Gui, Estopa e a Natureza”, de Mariana Caltabiano

Prêmios

O Festival distribuirá, por meio de sua premiação oficial, um total de R$ 650 mil aos vencedores das diversas categorias, como segue:

 

Filmes de longa metragem
Melhor Filme ficção: R$ 150.000
Melhor Documentário: R$ 50.000   
Melhor Diretor ficção: R$ 35.000   
Melhor Diretor Documentário: R$ 35.000   
Melhor Ator: R$ 30.000   
Melhor Atriz: R$ 30.000   
Melhor Ator coadjuvante: R$ 15.000   
Melhor Atriz coadjuvante: R$ 15.000   
Melhor Roteiro: R$ 15.000   
Melhor Fotografia: R$ 15.000   
Melhor Montagem: R$ 15.000   
Melhor Som: R$ 15.000   
Melhor Direção de arte: R$ 15.000   
Melhor Trilha Sonora: R$ 15.000   
Melhor Figurino: R$ 15.000   
Especial Júri: R$ 35.000  

Filme de curta-metragem – Nacional
Melhor filme: R$ 25.000   
Melhor Direção: R$ 15.000   
Melhor Roteiro: R$ 10.000  

Filme de curta-metragem – Regional
Melhor filme: R$ 25.000   
Melhor Direção: R$ 15.000   
Melhor Roteiro: R$ 10.000  

Júri Popular
Melhor longa ficção: R$ 25.000   
Melhor documentário: R$ 15.000   
Melhor curta metragem nacional: R$ 5.000   
Melhor curta-metragem regional: R$ 5.000  

 

Atividades paralelas

O Paulínia Festival de Cinema – 2010 traz ainda:

– Debates

– Seminários

– Realização do III Encontro Roteiro em Questão.

– Lançamento de livros e dvds

 

Realização e Patrocínios

Realização – Prefeitura Municipal de Paulínia, através da Secretaria Municipal de Cultura.

Patrocínio – Quanta.

Apoio InstitucionalImprensa Oficial do Estado de São Paulo.

Apoio – Vitoria Hotéis (o Hotel Oficial do Festival).

Reta Final nas Inscrições para Paulínia

   Evento distribuirá R$ 650 mil em prêmios

 

Termina na próxima SEXTA, 21 de maio, o prazo para as inscrições ao III Festival Paulínia de Cinema, a acontecer de 15 a 22 de julho, com atividades nas dependências do Teatro Municipal de Paulínia e do Parque do Cinema e das Comunicações. O festival é uma realização da Secretaria de Cultura do Município de Paulínia.
 

Para participar da SELEÇÃO o filme deve cumprir os seguintes requisitos: 

·    Ser uma produção brasileira.

·    Ter cópia em 35mm ou digital disponível para todo o período do festival.

·    Ser inédito no circuito comercial de cinema.

·    Não ter recebido o prêmio de melhor filme em nenhum outro festival nacional.

·    Ter duração mínima de 70 min. (para longas-metragens)

·     Ter duração máxima de 15 min. (para curtas-metragens)
 

Os filmes que cumprirem os requisitos acima deverão preencher a ficha de inscrição que estará disponível, junto com o regulamento completo, no site www.culturapaulinia.com.br e enviar a ficha de inscrição e material solicitado para seleção A/C da Coordenação Geral do Festival, Secretaria de Cultura de Paulínia, Av. Pref. José Lozano de Araújo, 1551 – Parque Brasil 500 – Paulínia – S.Paulo – cep. 13140-000  – tels. 19 3874.5700, 3874.5705, email: cultura@paulinia.sp.gov.br

Breno Silveira Começa Novo Longa

BEIRA DO CAMINHO: Filmagens Começam Amanhã 

As filmagens de Beira do Caminho, novo longa de Breno Silveira, com produção da Conspiração Filmes em parceria com a Fox Film do Brasil, começam amanhã, 15 de abril, na cidade de Juazeiro, na Bahia, e serão encerradas em Paulínia (SP). 

Estrelado por João Miguel, Dira Paes, Ludmila Rosa e Denise Weinberg, o filme conta a história do caminhoneiro João que resolve cruzar o Brasil e nunca mais voltar a sua cidade natal.  Nesta jornada, João conhecerá novas pessoas e lugares. Ao dar carona a um menino, que sonha em encontrar o pai, João embarca numa viagem ao passado que mudará o destino dos dois.

  Ficha Técnica 

Diretor: Breno Silveira

Roteiro: Patrícia Andrade

Produção executiva: Eliana Soárez e Pedro Buarque de Hollanda

Produção: Breno Silveira e Lula Buarque de Hollanda

Direção de Fotografia: Lula Carvalho

Direção de Arte: Claudio Amaral Peixoto

Figurino: Angele Froes

Maquiagem: Marcos Freire

Produção de elenco: Cibele Santa Cruz

Preparação de elenco: Lais Correa

Produtor delegado: Marcos “Tim” França

Direção de produção: Cecília Grosso e Alexandre Mancen

TELA CONCORRIDA em PAULÍNIA

III Festival Paulínia de Cinema

Festival será de 15 a 22 de julho e distribuirá R$ 650 mil em prêmios

Prosseguem abertas até 21 de maio  as  inscrições para  o  III Festival Paulínia de Cinema, realização da Secretaria de Cultura do Município de Paulínia. O curador do Festical é o crítico RUBENS EWALD FILHO.
 
Para participar da SELEÇÃO o filme deve cumprir os seguintes requisitos:
 
Ser uma produção brasileira.
Ter cópia em 35mm ou digital disponível para todo o período do festival.
Ser inédito no circuito comercial de cinema.

Não ter recebido o prêmio de melhor filme em nenhum outro festival nacional.
Ter duração mínima de 70 min. (para longas-metragens)
Ter duração máxima de 15 min. (para curtas-metragens)
 
Os filmes que cumprirem os requisitos acima deverão preencher a ficha de inscrição que estará disponível, junto com o regulamento completo, no site www.culturapaulinia.com.br e enviar a ficha de inscrição e material solicitado para seleção A/C da Coordenação Geral do Festival, Secretaria de Cultura de Paulínia, Av. Pref. José Lozano de Araújo, 1551 – Parque Brasil 500 – Paulínia – S.Paulo – cep. 13140-000  – tels. 19 3874.5700, 3874.5705, email: cultura@paulinia.sp.gov.br
 
O III Festival Paulínia de Cinema acontecerá no período de 15 a 22 de julho de 2010, com atividades nas dependências do Teatro Municipal de Paulínia e do Parque do Cinema e das Comunicações. A programação do festival terá longas e curtas em 35mm ou digital, mostras paralelas, encontros, cursos, debates, seminários, homenagens, exposições, lançamentos de catálogos, livros, vídeos e DVDs, solenidades de abertura, de premiação e de encerramento.
 
Prêmios do III Festival Paulínia de Cinema:

1. Serão conferidos Prêmios Oficiais, Prêmios do Júri Popular e Prêmios Especiais.

2.Os Prêmios Oficiais – Troféu Menina de Ouro e prêmios em dinheiro – serão conferidos pelo Júri oficial do Festival.

2.1 – Filmes de longa metragem
Melhor Filme ficção
  150.000   
Melhor Documentário   50.000   
Melhor Diretor ficção   35.000   
Melhor Diretor Documentário   35.000   
Melhor Ator   30.000   
Melhor Atriz   30.000   
Melhor Ator coadjuvante   15.000   
Melhor Atriz coadjuvante   15.000   
Melhor Roteiro   15.000   
Melhor Fotografia   15.000   
Melhor Montagem   15.000   
Melhor Som   15.000   
Melhor Direção de arte   15.000   
Melhor Trilha Sonora   15.000   
Melhor Figurino   15.000   
Especial Júri   35.000  

2.2 – Filme de curta-metragem – Nacional
Melhor filme
  25.000   
Melhor Direção   15.000   
Melhor Roteiro   10.000  

2.3 – Filme de curta-metragem – Regional
Melhor filme
  25.000   
Melhor Direção   15.000   
Melhor Roteiro   10.000  

2.5 – Júri Popular
Melhor longa ficção
  25.000   
Melhor documentário   15.000   
Melhor curta metragem nacional   5.000   
Melhor curta-metragem regional   5.000  

Selton Mello em Clima de Esperança

Foto: Divulgação

Selton Mello vem sobrevivendo a momentos de desestabilização. Não só sobrevivendo como revertendo a seu favor. Depois do mergulho intenso em Lavoura arcaica (2001), transposição cinematográfica de Luiz Fernando Carvalho para o romance homônimo de Raduan Nassar, passou por uma crise durante as filmagens de Jean Charles (2009), de Henrique Goldman, quando questionou seu vínculo com a profissão de ator. A crise gerou seu segundo longa-metragem como diretor, O palhaço, cujas filmagens estão tomando conta, nesse momento, dos estúdios de Paulínia.

Meu personagem sonha em deixar o circo. Ele se pergunta se realmente quer continuar trabalhando como palhaço. Mas hesita em abandonar o pai, já idoso – diz Mello, sobre Benjamim, que forma com o pai, Valdemar, a dupla circense Puro Sangue e Pangaré.

Os nomes dos personagens, interpretados pelo próprio Mello e por Paulo José, são homenagens aos pioneiros palhaços Benjamin de Oliveira, também compositor e ator, e Arrelia (Waldemar Seyssel), o primeiro a aparecer na televisão brasileira. Antes de começar as filmagens, que irão se estender até 12 de abril (com locações em Ibitipoca, MG), Mello investiu num longo processo de pesquisa, que pretende transformar num produto adicional ao filme.

– Conheci palhaços como Biribinha e Cochicho, que hoje trabalha no circo de Beto Carrero e nos ajudou nas gags físicas – conta Selton, que chama atenção para as mudanças decorrentes da passagem do tempo. – Antigamente, o palhaço era a grande estrela. Depois passou a ter a função de costurar os números.

Não há como deixar de pensar na referência de Bye bye Brasil (1979), de Carlos Diegues, filme que registra o momento de passagem de um país voltado para o entretenimento artesanal para outro, sintonizado nas antenas de TV.

Além de Bye bye Brasil, revi O profeta da fome (1970), de Maurice Capovilla, Tico-tico no fubá (1952), do Adolfo Celi, e filmes de Mazzaropi – enumera Selton Mello.

Paulo José, contudo, diferencia O Palhaço de produções anteriores.

– Acho que Selton não questiona propriamente a decadência do circo. Até porque a crise não é definitiva, mesmo que não vivamos mais a época das tradicionais famílias circenses. Basta notar que o circo é cada vez mais incorporado por quem faz teatro. Luiz Carlos Vasconcelos, por exemplo, criou o palhaço Xuxu – observa Paulo, presente na coletiva de imprensa, ao lado de Selton, da produtora Vânia Catani e de Emerson Alves, secretário de Cultura de Paulínia.

Paulo José (com as filhas Ana e Bel Kutner) volta ao set vivendo o palhaço Valdemar no novo longa de Selton Meelo

O ator sabe do que está falando. Afinal, é ligado ao circo desde o início de sua carreira.

– Sou de Lavras do Sul. Lá eu e meus irmãos tínhamos um circo de fundo de quintal. Depois formei com Flavio Migliaccio a dupla Shazan & Xerife. Eu e Dina (Sfat) fizemos ainda uma dupla de circo na novela O homem que deve morrer recorda Paulo, que poderá ser visto, em breve, em outros filmes, como Insolação (2009), de Felipe Hirsch, e Quincas Berro D’água, versão de Sergio Machado para o romance de Jorge Amado. – Na época do Teatro de Arena os atores viajavam pelo interior e se apresentavam em circos, já que os espetáculos eram concebidos para o formato circular.

Hoje, Paulo perpetua um pouco sua ligação com o circo através do vínculo com o Grupo Galpão. Da companhia, Mello convidou Teuda Bara para integrar o elenco. Também fazem parte da equipe de O palhaço os atores Cadu Fávero, Erom Cordeiro, Thogun, Hossen Minussi e Álamo Facó. Selton hesitou diante do desafio de acumular as funções de ator e de diretor.

Ofereci o personagem a Wagner Moura, que não pode aceitar por causa de Tropa de elite 2, e a Rodrigo Santoro, que estava envolvido com um filme sobre Heleno de Freitas. Então, decidi fazer. Percebi que não precisaria explicar para outro ator o que queria.

“Sou um cineasta bipolar”

Apesar de retomar o universo do convívio familiar, Selton Mello caminha em direção oposta ao amargo Feliz Natal (2008), sua estreia como diretor. Através da figura do palhaço, ele quer trazer à tona a qualidade lúdica própria da infância.

– Mandei Feliz Natal para Raduan Nassar assistir. Ele me ligou e disse: “Nossa, é um filme tão sem esperança”. Eu contei que estava começando a filmar O Palhaço, ambientado num circo que se chama Esperança. Avisei que será um filme solar. Sou um cineasta bipolar – diverte-se Mello, antes de afirmar sua vocação para a diversidade. – É provável que meu trabalho como diretor contemple projetos tão diferentes quanto os que faço como ator.

No caso de O Palhaço, Mello gostaria que esta nova empreitada fosse classificada como uma “comédia sonhadora”. Uma rápida visita a um dos estúdios do Polo Cinematográfico de Paulínia, onde foi montada a lona do Circo Esperança de Valdemar e Benjamin, sugere uma atmosfera amorosa e nostálgica. Uma sensação impregnada nas cadeiras gastas da platéia, na cortina de veludo, nas luzes coloridas que atravessam o palco e nos muitos ventiladores antigos.

Um filme impregnado de candura é o mais louco que podemos fazer numa época como a de hoje. .. Quando você pensa em coisas alegres, fica distante da morte – conclui.

* Reportagem de Daniel Schenker, Jornal do Brasil

SELTON MELLO PREPARA O PALHAÇO

 

COLETIVA DE IMPRENSA COM SELTON MELLO E A EQUIPE DE O PALHAÇO, EM PAULÍNIA

 

Data: 15 de março, segunda-feira

Local: Estúdio 1, do Polo Cinematográfico de Paulínia

Horário: 12h: Brunch / 13h: coletiva

Mesa: Selton Mello (diretor e ator), Paulo José (protagonista), Teuda Bara (atriz), Claudio Amaral Peixoto (diretor de arte), Vania Catani (produtora) e Emerson Alves (Secretário de Cultura de Paulínia)

O Palhaço, novo filme de Selton Mello, começou a ser rodado no dia 2 de março, em Paulínia (SP). Em seu segundo longa- como diretor, Selton também atua, dividindo a cena, pela primeira vez, com Paulo José. As filmagens acontecem até 13 de abril e terão também locações em Ibitipoca, Minas Gerais.

Selton e Marcelo Vindicatto, parceiros desde o programa Tarja Preta e no longa Feliz Natal, assinam o roteiro.

“O Palhaço trata de forma divertida, mas também profunda, da crise de identidade de um artista de circo que acha que perdeu a graça e passa a questionar sua vocação. Acho que todo mundo passa por essa dúvida na profissão. O Palhaço é um filme doce, impregnado de ternura e sonho”, diz Selton.

No filme, Paulo e Selton são pai e filho (Valdemar e Benjamim) e formam a dupla de palhaços Puro Sangue e Pangaré.  Eles são os donos do pequeno Circo Esperança e lideram uma trupe de artistas pelas estradas do país. Entre os espetáculos surgem as cobranças, todas em cima de Benjamim. Ele está exaurido e obcecado pela seguinte ideia: “Eu faço todo mundo rir, mas quem é que vai me fazer rir?”

O longa conta com participações especiais de Jackson Antunes, Jorge Loredo, Fabiana Karla e Moacir Franco. Completam o elenco Teuda Bara, uma das fundadoras do Grupo Galpão, Erom Cordeiro, Álamo Facó, Cadú Fávero, Thogun e Hossen Minussi.

O Palhaço é produzido por Vânia Catani, da Bananeira Filmes, em sua segunda parceria com o diretor. A Mondo Cane Filmes, de Selton Mello, é co-produtora do filme. Claudio Amaral Peixoto assina a direção de arte e Adrian Teijido é o diretor de fotografia. Plínio Profeta vai compor a trilhar sonora. A distribuição será da Europa Filmes.

Interatividade para além da arena do circo

Selton Mello iniciou as filmagens de O Palhaço. A cidade do interior de São Paulo, Paulínia, será o picadeiro para Pangaré (Selton Mello), Puro Sangue (Paulo José) e sua trupe de artistas saltimbancos.

Para o novo filme, Selton se lança numa nova empreitada. Os fãs da web terão a oportunidade de saber mais sobre seu novo projeto, o dia-a-dia das filmagens e as curiosidades da produção.

O blog O Palhaço será a primeira experiência oficial do ator em redes sociais. Acompanhe este diário e fique por dentro de tudo que irá rolar no filme.

http://opalhaco-ofilme.blogspot.com/

Ficha Técnica:

Direção: Selton Mello

Produção : Vânia Catani e Selton Mello

Roteiro: Selton Mello e Marcelo Vindicatto

Produtora Executiva: Vânia Catani

Direção de Arte: Cláudio Amaral Peixoto

Diretor de Fotografia: Adrian Teijido

Figurino: Kika Lopes

Trilha Sonora : Plínio Profeta

Produção: Bananeira Filmes

Coprodução : Mondo Cane Filmes

Distribuição: Europa Filmes

SANTORO e Falabella Gravam em Roma

Rodado nas cidades de São Paulo e Paulínia, no fim do ano passado, o longa Meu País teve suas filmagens encerradas nesta semana, em Roma (Itália).

Dirigido por André Ristum, o filme mostra o reencontro de uma família desestruturada. Rodrigo Santoro interpreta Marcos, um homem obrigado a retornar ao Brasil depois que seu pai sofre um derrame.

O elenco conta ainda com Cauã Raymond, Débora Falabella, Paulo José e o italiano Norman Mozzato (Vermelho como o Céu e A Poeira do Tempo).