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Cinema Brasileiro em Revista…

Querido amigo Carlos Alberto Mattos, o editor, convida para o lançamento do novo número da revista do CTAV na programação do Festival do Rio …

Revista traz sempre bom conteúdo e discussões inteligentes sobre a Sétima Arte…

Filme Cultura destrincha relação Cinema e Teatro

 
A nova edição da revista FILME CULTURA, cuja capa estampa Cinema e Teatro – cenas de uma relação, nasceu da frequência com que o cinema brasileiro vem se reportando ao teatro, buscando novas modalidades de diálogo com a cena teatral, novas formas de registro etc. E também da frequência com que peças de teatro têm recorrido, algumas de modo bastante original, à linguagem e aos suportes audiovisuais.
 
 
 
A partir dessa realidade atual, voltamos um pouco os olhos para outros momentos desse diálogo, desde o cinema silencioso brasileiro, passando, entre outros, pelo Cinema Novo e os blockbusters “teatrais”. Tratamos também de questões relativas à adaptação de textos teatrais e à teatralidade que o cinema incorpora de diversas maneiras.
 
Tônia Carrero e Paulo Autran: expoentes do Teatro que também chegaram ao cinema…

A edição 56 já está disponível também no site www.filmecultura.org.br, assim como todas as edições anteriores, para consulta e download do PDF. No site, há também matérias e vídeos extras exclusivos, como o primeiro curta do diretor de teatro Enrique Diaz, O deus no arroz doce.
 

Confira o link da FILME CULTURA, editada por Carlos Alberto Mattos e Daniel Caetano:
 

Os assuntos em destaque na edição 56 são:

JOGOS DE CENA DANIEL SCHENKER
CINEMA DE PERFORMANCE CARLOS ALBERTO MATTOS
EM BUSCA DO SUCESSO LUÍS ALBERTO ROCHA MELO
PRIMEIRAS AFINIDADES RAFAEL DE LUNA FREIRE
UMA QUESTÃO DE INFLUÊNCIA FILIPE FURTADO
UMA BOA PROMISCUIDADE MESA REDONDA
UM VISUAL DE TEMPORALIDADES DINAH CESARE
HISTÓRIAS DE TRAVESSIA SUSANA SCHILD
ADAPTAÇÃO, RECRIAÇÃO DANIEL CAETANO
TRÊS VEZES COMPADECIDA GILBERTO SILVA JR.
BUSCA AVANÇADA / AMAXON LUÍS ALBERTO ROCHA MELO
ENSAIO FOTOGRÁFICO IVAN CARDOSO
UM FILME / INSOLAÇÃO JOSÉ GERALDO COUTO E SÉRGIO MORICONI
E AGORA? JOÃO MOREIRA SALLES
E AGORA? CARLOS ALBERTO PRATES CORREIA
OUTRO OLHAR / JOUEZ ENCORE, PAYEZ ENCORE DANIEL CAETANO
LÁ E CÁ / THE BRIG JULIANO GOMES
PERFIL: SILVEIRA SAMPAIO LUÍS ALBERTO ROCHA MELO
LIVROS / VIAGEM AO CINEMA SILENCIOSO DO BRASIL CARLOS ALBERTO MATTOS
CINEMATECA DE TEXTOS GERALD THOMAS
CURTAS / EU SOU VIDA, EU NÃO SOU MORTE LUÍS ALBERTO ROCHA MELO
ATUALIZANDO CAIO CESARO
INFORME PETROBRAS / DE ZÉ KETI A TOM JOBIM JOSÉ CARLOS AVELLAR

ORSON será lançada amanhã: nova opção de Cinema na web

Será lançada amanhã, dia 21, a primeira edição da revista eletrônica ORSON, a qual poderá ser lida através do site oficial, com divulgação no dia do lançamento, e possibilidade de download no formato pdf de toda a edição.A publicação, com periodicidade semestral, é uma iniciativa dos cursos de Cinema e Audiovisual, e Cinema de Animação da Universidade Federal de Pelotas – UFPel, e objetiva criar um espaço de divulgação e reflexão em torno do audiovisual, reunindo convidados, em sua maioria docentes e discentes, tanto ligados à UFPel quanto a outras universidades, através de artigos inéditos.

 
 
Com isso, a ORSONimprime um conceito de diversidade de pensamento, que se estende à valorização de toda e qualquer obra audiovisual, produzida em qualquer dispositivo, para ser veiculada em qualquer meio.Pelo sumário da edição, é possível vislumbrar essa diversidade: de Orson Welles a Lisandro Alonso, de Stanley Kubrick a Gustavo Spolidoro, do cinema silencioso à animação gaúcha e à videoarte. E como entendemos a literatura  como fonte sempre maior e mais sagrada de informação e reflexão, apresentamos também uma seção de resenha de livros abordando o audiovisual, tratando desde a encenação, passando pelo som e até chegar à crítica de cinema.

Por fim, por que o nome ORSON ? Se para muitos são dispensáveis as explicações, para outros, como os alunos de cinema recém-começando a vida acadêmica, vale lembrar: Orson Welles é o pai do cinema moderno, nas palavras de um dos grandes especialistas na sua obra, Youssef Ishaghpour.
 
Quando Orson Welles morreu, em 10 de outubro de 1985, no dia seguinte a capa do jornal francês Libération estampava a manchete: “LE GEANT” e logo abaixo, o jornal trazia: Orson Welles a été retrouvé mort hier dans sa residende d’Hollywood.Enfant prodige avant de devenir artiste prodige, mystificateur radiophonique, acteur shakespearien, promoteur de projets jamais réalisés et de films qui restent parmi les plus grands.Texto simples que dispensa tradução, o Libération disse nas entrelinhas: Orson Welles foi gigante porque entendeu o cinema em suas múltiplas linguagens ao realizar o insuperável Cidadão Kane.

 
Gigante porque só tinha 25 anos quando realizou esta obra; gigante porque o seu primeiro filme é tido como o melhor de todos os tempos, gigante porque expôs como ninguém a relação entre o poder e a lei em A Marca da Maldade; gigante porque concebeu F For Fake, um documentário que de tão falso esgota a discussão em torno do que pode ser considerado fato e ficção em um filme. Gigante porque continua a produzir o brilho nos olhos de todos aqueles que amam o cinema, sejam da academia, ou longe dela.O que: Lançamento da revista ORSON
Onde: Centro de Artes da UFPel (Alberto Rosa, 62 – Pelotas)
Quando: 21 de setembro, quarta, das 17h às 19h

Orson nas redes sociais:
facebook.com/revistaorson
twitter.com/revistaorson

 
* Não custa lembrar: o professor e crítico de Cinema, LG de Miranda Leão, de quem tenho a imensa honra e alegria de ser filha, é um dos únicos cearenses vivos que conheceu ORSON WELLES quando o grande Mestre esteve em Fortaleza filmando It’s All True…
 
No livro de LG, comentários extensos sobre a obra de WELLES, um de seus cineastas preferidos…
 
LG é autor dos livros ANALISANDO CINEMA (Imprensa Oficial de São Paulo) e ENSAIOS DE CINEMA (edição Cultura da Gente/Banco do Nordeste do Brasil).
 
LG também é o foco do documentário LG – CIDADÃO DE CINEMA, do cineasta capixaba GUI CASTOR, e dá um dos mais ricos depoimentos do f ilme CIDADÃO JACARÉ, dos cearenses Petrus Cariry e Firmino Holanda.
 
LG e a cineasta francesa Agnès Varda quando da passagem desta por Fortaleza, em 2010… O CINEMA sempre em pauta.
 
 

Revista é Cultura de Cinema

Em 2010, a revista Filme Cultura quebrou o hiato de 23 anos sem publicações.

No aniversário de sua volta perguntamos: Qual é a importância da retomada da revista ?

Respostas para: promocao@filmecultura.org.br

Os 2 comentários mais criativos vão levar 5 novas edições da FILME CULTURA + coleção Fac-Símile.
O resultado será divulgado nopróximo dia 5 de Maio.
 
Vamos às Respostas !
 

TEOREMA Chega ao Número 17

Na próxima segunda, 6, 19h, acontece na Livraria Palavraria (Rua Vasco da Gama, 165) o lançamento do número 17 da revista Teorema. Editada em Porto Alegre pelos críticos Enéas de Souza, Fabiano de Souza, Flávio Guirland, Ivonete Pinto e Marcus Mello, desde o seu surgimento, em agosto de 2002, a revista Teorema vem se consolidando como uma das mais importantes publicações dedicadas à crítica cinematográfica no País.

A maior atração deste novo número é uma longa entrevista com o cineasta israelense Amos Gitai, que conversou com os editores da revista por ocasião de sua passagem pela capital gaúcha para acompanhar a retrospectiva dedicada à sua obra no Cine Santander. Para complementar a entrevista, a revista traz ainda um ensaio de Fabiano de Souza, em torno de três dos principais trabalhos de Gitai, Kippur – O Dia do Perdão, Free Zone e Alila.

         Além de Amos Gitai, a Teorema 17 abre espaço para os novos filmes de outros grandes diretores. A já consagrada Sofia Coppola confirma que não é apenas a filha de Francis Ford e tem seu novíssimo Um Lugar Qualquer analisado por Neusa Barbosa, que o assistiu em primeira mão, em sua estréia mundial no Festival de Veneza.

O italiano Marco Bellocchio e sua última obra-prima, Vincere, sobre a tragédia de Ida Dalser, a amante desprezada de Mussolini, são objeto de uma apaixonada leitura de Flávio Guirland. Abbas Kiarostami dirige Juliette Binoche em Cópia Fiel, que ganha interpretação de Ivonete Pinto, estudiosa da obra de Kiarostami.

O sempre controverso Jean-Luc Godard lança outra provocação audiovisual, Filme Socialismo, sobre o qual o cineasta Rodrigo Grota – autor da premiada trilogia de curtas formada por Satori Uso, Booker Pittman e Haruo Ohara – escreve um texto absolutamente fiel ao espírito godardiano. Presença rara nas salas de cinema brasileiras, a diretora francesa Claire Denis e seu Minha Terra, África ganham artigo assinado por Marcus Mello.

Director Claude Chabrol poses with his lifetime achievement Berlinale Kamera Award at the 59th Berlinale International Film Festival on February 8, 2009 in Berlin, Germany. (Photo by Sean Gallup/Getty Images) *** Local Caption *** Claude Chabrol

Cineasta Claude Chabrol é lembrado em artigo de Leonardo Bonfim

Ainda entre os franceses, a Teorema se despede de Claude Chabrol com um extenso e panorâmico artigo de Leonardo Bomfim, analisando as várias fases da carreira deste mestre da Nouvelle Vague.

         O ano histórico vivido pelo cinema brasileiro está representado nesta edição por textos de Enéas de Souza (Tropa de Elite 2, de José Padilha), Daniel Schenker (A Suprema Felicidade, de Arnaldo Jabor), João Nunes (o projeto de direção coletiva 5 x Favela – Agora por Nós Mesmos) e Marcelo Adams (Cabeça a Prêmio, de Marco Ricca).

Tropa de Elite 2 também é destaque na TEOREMA 17

         A edição número 17 da Teorema traz na capa, assinada pelo artista gráfico Flávio Wild, uma imagem da atriz Juliette Binoche no filme Cópia Fiel, de Abbas Kiarostami. A diagramação da revista é de Gustavo Demarchi.      

Lançamento Número 17 da Revista Teorema

6 de dezembro de 2010, a partir das 19h

Livraria Palavraria – Rua Vasco da Gama, 165

 Bairro Bom Fim, Porto Alegre 

 

Teorema 17 — 74 páginas — R$ 10,00

* As informações são de Maria do Rosário Caetano

FILME CULTURA HOJE no RIO

É hoje à noite o lançamento da revista Filme Cultura – referência de leitura sobre cinema no Brasil entre 1966 e 1988 -, volta a ser publicada a partir deste mês, com o lançamento da edição nº 50, entre 18h30 e 21h30, na Casa de Rui Barbosa, em Botafogo. 

O novo projeto Filme Cultura consiste, além da revista, no lançamento do website: www.filmecultura.org.br e da coleção histórica em versões fac-símile e microfilmes, esta em convênio com a Biblioteca Nacional.

A Filme Cultura 50 traz um núcleo temático intitulado Cinema Brasileiro Agora, com artigos e mesa-redonda sobre o estado atual do cinema na Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo, pois como afirma no editorial  Gustavo Dahl, diretor da publicação, ‘Viajar de Norte a Sul pelos ambientes de produção audiovisual que estão gerando novos olhares é uma opção que se impôs, como recomeço de conversa’.

FILME CULTURA Será Lançada TERÇA

 

Capa da nova FILME CULTURA, para cujo lançamento nos chega convite da Secretaria do Audiovisual, CTAV e Mínistério da Cultura.

Carlos Alberto Mattos é do Conselho Editorial. Portanto, revista já recomeça bem.

FILME CULTURA de Volta. VIVA !

A histórica revista Filme Culturauma referência de leitura sobre cinema no Brasil entre 1966 e 1988 -, volta a ser publicada a partir deste mês, com o lançamento da edição nº 50, marcado para a próxima terça, 27, entre as 18h30 e às 21h30, na Casa de Rui Barbosa, em Botafogo.

O novo projeto Filme Cultura consiste, além da revista, no lançamento do website: www.filmecultura.org.br e da coleção histórica em versões fac-símile e microfilmes, esta em convênio com a Biblioteca Nacional’.

A Filme Cultura 50 traz um núcleo temático intitulado Cinema Brasileiro Agora, com artigos e mesa-redonda sobre o estado atual do cinema na Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo, pois como afirma no editorial  Gustavo Dahl, diretor da publicação, ‘Viajar de Norte a Sul pelos ambientes de produção audiovisual que estão gerando novos olhares é uma opção que se impôs, como recomeço de conversa’.

Outros textos abrangem ensaios, críticas além de diversas seções voltadas para aspectos de atualidades, tecnologia, curtas-metragens, resenhas de livros e internet, perfil de personalidades da cultura cinematográfica brasileira, republicação de textos históricos, etc. Além do corpo de redatores fixos da revista, escrevem também críticos e pesquisadores de várias regiões do país.

Em texto de apresentação do nº 50, o ex-secretário do Audiovisual do Minc, Silvio Da-Rin, fala da vocação de fênix da Filme Cultura: ‘Desaparecida, por vicissitudes comuns às iniciativas que vicejam no campo estatal, por várias vezes renasceu, renovada, para cumprir a função que o singelo título sugere, em forma de binômio indissolúvel.’

A Filme Cultura amparada pela força do estado, foi a mais longeva de todas as revistas de cinema já editadas no Brasil. Entre seus articulistas estavam Antônio Moniz Vianna, Carlos Fonseca, Sérgio Augusto, Jean-Claude BernardetIsmail Xavier, Inácio Araújo, João Luiz Vieira, Orlando SennaRogério Sganzerla e Jairo Ferreira.

Carmen Miranda em cena de Alô, Alô Carnaval, grande êxito da CINÉDIA

Seus editores foram Flávio Tambellini, Ely Azeredo, José Carlos Monteiro, David Neves, José Haroldo Pereira, Leandro Tocantins, José Carlos Avellar, João Carlos Rodrigues, Cláudio Bojunga e Paulo Roberto Ferreira.

No endereço www.filmecultura.org.br os internautas poderão encontrar o conteúdo completo da revista, assim como matérias adicionais, íntegra de mesas-redondas e vídeos. O site vai disponibilizar também a coleção histórica completa de Filme Cultura em PDF, página a página e com sistema de busca por palavras-chave.

O site está em construção e entrará no ar em duas etapas – uma com a edição mais recente já na data do lançamento – e outra quando do lançamento da coleção fac-símile, que será simultâneo em papel e internet. No site os visitantes poderão deixar seus comentários, sugerir pautas para a revista e interagir com a equipe de redação.

A publicação será trimestral, podendo ser adquirida em livrarias de referência e na Funarte (Rio). A revista também será distribuída gratuitamente a bibliotecas e instituições culturais do país.

A coleção histórica em fac-símile também estará à venda a partir de julho.

A versão em microfilmes pode ser consultada na sessão de periódicos da Biblioteca Nacional.

Cena de Matou a família e foi ao cinema, clássico de Júlio Bressane

O projeto foi concretizado graças a uma parceria entre o Centro Técnico Audiovisual e o Instituto Herbert Levy, com patrocínio da Petrobras.   

Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente, 134Botafogo Tel.: (21) 32894600

Acesse: http://carmattos.wordpress.com / https://twitter.com/carmattos