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O Trem de Paranapiacaba

 
 
Instalações da nova plataforma de desembarque do trem turístico de Paranapiacaba; inauguração atrasa
Instalações da nova plataforma de desembarque do trem turístico de Paranapiacaba

Programado para entrar em operação no último dia 4 de julho, o expresso turístico de Paranapiacaba até hoje não entrou nos trilhos.

A história se arrasta desde 2008, quando foi feito o primeiro anúncio de que o trem turístico faria a ligação entre a estação da Luz e a vila ferroviária. Há um jogo de empurra entre a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, o Estado e a Prefeitura de Santo André –Paranapiacaba é distrito do município.

A CPTM diz que o expresso não começou a rodar porque as obras da plataforma provisória de embarque e desembarque na vila não foram concluídas pela prefeitura.

A Folha esteve ontem em Paranapiacaba e constatou que a plataforma de fato está incompleta. Faltam cobertura, piso tátil para evitar quedas e escorregões, gradil de segurança para evitar quedas e obras de paisagismo.

A Prefeitura de Santo André afirmou que a obra de construção da estação “está de acordo com o cronograma de trabalhos”. Disse ainda que houve “incompatibilidade de agendas entre a prefeitura e o governo do Estado”.

Questionada por que o passeio não foi inaugurado sem a presença do governador Alberto Goldman (PSDB), a assessoria disse que o Estado é parceiro no projeto e tem de estar presente à inauguração. Já a assessoria de Goldman diz que o atraso se deve mesmo à não conclusão da plataforma. A nova previsão de entrega, diz o Estado, é até o fim do mês.

* Texto de JAMES CIMINO, da Folha

N.R.: Esta  redatora e a turma que integra o Coletivo Fade to Black temos ótimas lembranças de Paranapiacaba e muitas saudades da adorável Vila… qualquer hora dessas, nós voltamos lá…

 Realizadores chegam à Vila de Paranapiacaba para festival de Cinema, em maio de 2010, vendo-em em primeiro plano Fábio Hassegawa, o queridão do Pará, que trabalha agora em seu novo curta Rosa Ana
 
 
Realizadores do Coletivo Fade to Black num dos inesquecíveis momentos na adorável Paranapiacaba, nosso “abrigo” durante o I Festival de Cinema Um Novo Olhar, realizado em Ribeirão Pires.

Relembrando Paranapiacaba e Ribeirão…

Quem esteve lá, viveu e não cansa de lembrar…

Paranapiacaba, a bucólica vila ferroviária construída pelos ingleses em 1800 e lá vai coisa, no quase ABC paulista, teve pousadas lotadas, muita sopa pra agüentar o “tranco”, gente de cinema cantando, curtindo e fotografando…

Vale dizer: da silente cidade, saíamos diariamente para Ribeirão Pires, onde acontecia o I Festival de Cinema de Ribeirão PiresUm Novo Olhar…

A reunião de realizadores audiovisuais de todo o país gerou até coletivo que “bomba” na web…

É o Fade To Black, do qual alguns integrantes aparecem nas fotos deste post

Aos poucos, vamos postando mais… pra afastar as saudades, reavivar as sintonias e aguçar o gosto de Quero Mais

 
Alyne Fratari, Cacinho, Denise Sganzerla, e Helton Vilar
 
Uma pan do Sub Bar, o bar da simpática Dani e da boa sopa…
 

Ângelo Macarius, de BSB, misto de cantor, violonista, realizador, maior ibope com a turma…

 

Antônio (FLORIPA) Zanella e Otávio (Paulínia) festejam encontro

Otávio, Cláudia, Aurora, Juliana, Carlos Segundo e Bia Nogueira (a bela de Maceió): energias contagiando na casa noturna Canoa Quebrada…

Competitiva em Ribeirão Pires Começa HOJE

Curta-metragem LOLÔ S.A, de Carlos Normando, colecionador de prêmios Brasil afora, é o filme que abre esta noite a programação da mostra competitiva do I Festival de Cinema de Ribeirão Pires, que acontece até sábado na estância mineral paulista.
O festival foi idealizado pelo ator Emerson Muzzeli e nós temos a honra de representar o diretor Carlos Normando – que por motivos profissionais não pôde atender ao convite da organização -, durante a programação do festival.
 
LOLÔ: O negócio dele é a cura e isso tem raízes

Os também laureados A Mulher Biônica e A Montanha Mágica compõem a trinca de cearenses que participa da mostra competitiva do festival. Vamos torcer !

Tela Livre em Ribeirão Pires

Além da festa de Nossa Senhora do Pilar, o Festival do Chocolate é outro evento que atrai muitos turistas a estância mineral de Ribeirão Pires, em São Paulo.

 O Festival do Chocolate de Ribeirão Pires acontece sempre no mês de Julho, levando ao município mais de 350 mil pessoas durante sua realização.

Agora, com a realização do I Festival de Cinema de Ribeirão Pires, os organizadores pretendem criar mais um espaço de grande adesão popular, capaz de tornar o cinema brasileiro conhecido numa região onde são escassas as projeções. Idealiado por Emerson Muzzeli, o Festival de Cinema de Ribeirão Pires – Um Novo Olhar, compõe-se de uma ampla programação, aberta com a presença do ator Carlos Vereza, que inaugurou, emocionado, uma sala de cinema que leva o seu nome, que fica no Teatro Euclides Menato:

“Estou muito feliz. É muito raro uma pessoa ser homenageada em vida”, declarou Vereza.

Paralelamente, a sala de exibição abrigará o programa Escola Vai ao Cinema, em que alunos de 7 a 14 anos do município terão acesso ao cinema. “A proposta é transversalizar os assuntos. Trazer as discussões das telas para a sala de aula”, contou Rosi Ribeiro de Marco, secretária de Educação e Cultura da cidade.

“É o início de um projeto ambicioso de formação de público. A população terá a oportunidade de ir mais ao cinema e, quem sabe, não é o começo para investirmos mais na produção de filmes, como é a ideia da mostra de curtas”, diz o prefeito Clóvis Volpi.

Nossa Senhora do Pilar é de Ribeirão Pires

Vai até amanhã a 74ª edição da Festa do Pilar em Ribeirão Pires. Até domingo, 2 de maio, a Festa de Nossa Senhora do Pilar terá missa, shows, procissão e as tradicionais barracas típicas, atraindo milhares de pessoas ao local onde fica a igreja erguida em 1714 pelo Capitão Mor Antônio Corrêa de Lemos .

A Prefeitura da Estância Turística de Ribeirão Pires investiu cerca de R$ 70 mil na restauração da Igreja do Pilar, patrimônio histórico da cidade, objetivando preservar o ponto turístico religioso mais importante da cidade e assim resgatar a cultura e a história do município, do Estado de São Paulo e do país.
Ao executar os trabalhos de restauração da igreja foi necessária autorização do Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo), já que a igreja foi tombada em 1975.
A igreja do Pilar foi construída em 1714, pelo Capitão Mor Antônio Corrêa de Lemos e abençoada por Frei Pacífico, no dia 25 de março deste mesmo ano, sendo hoje o principal marco religioso da cidade de Ribeirão Pires e um dos importantes monumentos da história religiosa no Brasil.
A Capela do Pilar apresenta hoje uma linda escadaria, que faz lembrar em muito as escadarias das capelas e igrejas de Portugal.
Já se comenta, entre os religiosos, que nesta longa escadaria ainda vai passar grande número de fiéis que por ela irão subir de joelhos, em reconhecimento a Nossa Senhora do Pilar pelas graças alcançadas. Vale a pena ser visitada.
A Festa de Nossa Senhora do Pilar já é tradicional na cidade e reúne pessoas de toda a região do Grande ABC e do Estado de São Paulo. A cada ano cresce o turismo religioso, com a presença de mais e mais pessoas que querem participar das festividades e conhecer mais este importante marco histórico religioso do Brasil.

CINEMA Ganha Festival em Ribeirão Pires

O fechamento da última sala de cinema de Ribeirão Pires, na região do Grande ABC, em São Paulo, inspirou o ator e diretor de cinema e TV, Emerson Muzeli, morador da cidade, a produzir o primeiro Festival de Cinema de Ribeirão Pires. Além de uma mostra de produções recentes, o evento também promove uma competição de curtas-metragens, de 2 a 8 de maio, e oficinas de Fotografia de Cinema, Música e Composição para Cinema, Produção de Curtas-Metragens com Aparelhos Alternativos e Desenho Animado. Tudo gratuito. “Não temos salas de exibição há seis ou sete anos. Nossa ideia era reaproximar Ribeirão Pires do cinema porque hoje só quem tem algum poder aquisitivo pode frequentar as salas de Santo André, a 25 quilômetros daqui”. 

As mostras começaram em março para a população e os estudantes. Filmes como Chega de SaudadeBicho de Sete Cabeças, de Laís Bodanzky, e Deus é Brasileiro, de Cacá Diegues, foram exibidos ao ar livre. Em uma sala paralela, nomeada Carlos Vereza em homenagem ao ator de Memórias do Cárcere (Nelson Pereira dos Santos), a mostra estudantil atingiu 6 mil alunos da rede pública e contou com a animação O Grilo Feliz, dirigida por Walbercy Ribas, e o documentário Vlado 30 anos Depois, de João Batista de Andrade.

 

A partir de amanhã, começa a mostra competitiva de curtas-metragens. Segundo Muzeli, 360 curtas se inscreveram, dos quais foram selecionados 160. “Montamos um conselho comunitário que optou por fazer uma seleção de novos olhares, para descobrir quem são os novos diretores, as novas propostas, o novo mercado de cinema”. A mostra competitiva aboliu o júri formal. Quem vai decidir o vencedor é a própria população da Ribeirão Pires. “Os resultados têm sido excelentes. As oficinas, por exemplo, reuniram ao todo 100 pessoas, a maioria jovens e adolescentes, sendo 90% da região”, diz Muzeli.

Com apoio do Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado, os 160 diretores dos curtas-metragens comparecerão ao evento para debates depois das exibições. Entre os curtas, Simbologia de um Crime, estréia do ator Rodrigo Lombardi como diretor, e Noites de Cinzas, de Larissa Vereza, exibido nos festivais de Cannes, Los Angeles e Curtocircuito em Santiago de Compostela, na Espanha.

 * Texto ANA KATIA – Agência Estado 

Serviço – Festival de Cinema de Ribeirão Pires. Mostra Competitiva de Curtas. De 2 a 8 de maio. Ribeirão Pires Futebol Clube. Av. Brasil, 330, Centro – Ribeirão Pires – SP. Teatro Euclides Menato – Sala Carlos Vereza. Avenida Brasil, 193, Jardim Itacolomy – Ribeirão Pires.

RIBEIRÃO PIRES de Cinema

Começa domingo em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo, o primeiro Festival de Cinema – Um Novo Olhar, o qual consiste em mostra popular, mostra competitiva de curtas-metragens e quatro oficinas gratuitas, cujas inscrições podem ser feitas através do site Festival de Curtas até o final de março.

Memórias do Cárcere, de Nelson Pereira dos Santos, será exibido em Ribeirão Pires

A primeira etapa do projeto consiste na mostra de filmes nacionais exibidos gratuitamente todos os domingos, até 2 de maio, no Paço Municipal da Cidade.

Passam pela sala ao ar livre cópias em 35mm de Memórias do Cárcere, Bezerra de Menezes, Bicho de Sete Cabeças, A Via Láctea, Chega de Saudade, Deus É Brasileiro e Mistéryos. O teatro Euclides Menato também irá exibir longas da mostra dias 22, 23, 24, 25, 26 e 29 de março, entre eles Vlado 30 anos Depois, de João Batista de Andrade e Fluidos, de Alexandre Carvalho.


 

Tônia Carrero e Leonardo Villar em Chega de Saudade, um dos longas da programação

“Fotografia & Cinema”, “Música & Cinema”, “Curta & Celular” e “Animação” são as quatro oficinas que integram a programação, ministradas respectivamente por Alziro Barbosa, Victor Pozas e Alex Molleta.

A mostra competitiva de curtas começa em 3 de maio e irá contemplar as seguintes categorias: melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro/argumento, melhor ator, melhor atriz, melhor montagem, melhor desenho de som, melhor arte e melhor música original. A premiação e o encerramento do 1º Festival de Cinema – Um Novo Olhar acontecem dia 8 de maio. Foram inscritos cerca de 300 trabalhos e 160 foram selecionados pela curadoria.

PROGRAMAÇÃO DA MOSTRA POPULAR
PAÇO MUNICIPAL (Rua Miguel Prisco, 288)

21/3 às 19h – “Memórias do Cárcere”, de Nelson Pereira dos Santos
21/3 às 21h – “Bezerra de Menezes” – Glauber Filho e Joel Pimentel
28/3 às 21h – “Bicho de Sete Cabeças”, de Laís Bodanzky
04/4 às 21h – “Deus é Brasileiro”, de Cacá Diegues
11/4 às 21h –  “A Via Láctea”, de Lina Chamie
18/4 às 21h – “Chega de Saudade”, de Laís Bodanzki
25/4 às 21h – “Mistéryos” , de Beto Carminatti e Pedro Merege

TEATRO EUCLIDES MENATO (Avenida Brasil, 193)

22/3 às 19h – “Vlado, 30 anos depôs”, de João Batista de Andrade
23/3 às 19h – “Fluidos”, de Alexandre Carvalho
24/3 às 19h – “Manhã Transfigurada”, de Sérgio de Assis Brasil
25/3 às 19h – “Canção de Baal”, de Helena Ignez
26/3 às 19h – “Senhores do Vento”, de Isabella Nicolas
29/3 às 19h – “Heróis da Liberdade”, de Lucas Amberg