Arquivo da tag: Rio de Janeiro

Muqui acolhe Pássaro de Papel nas asas de Léo Alves

Adorável cidade do sul capixaba é cenário do novo filme do escritor, cineasta, jornalista e produtor Léo Alves…

PP MuquiA bela igreja da arborizada e tranquila Muqui…

Desde que Léo Alves e o grupo ETC resolveram criar um Festival de TV e Cinema, Muqui nunca mais foi a mesma. A Arte e a Cultura, que ali já eram um potencial a ser incentivado, ganharam novo e melhor oxigênio, e desde então Muqui já está no mapa audiovisual do Brasil.

Sendo o maior patrimônio histórico do Espírito Santo, Muqui é, desde o último dia 6 deste janeiro, motivo pra que se flagrem por suas belas ruas e por entre seus casarios históricos, equipes com câmeras de filmar e fotografar, microfones, luzes, fios, fita crepe, e muito burburinho de cinema.

Tudo por conta de uma nova história criada por Léo Alves para ganhar as cores e a magia da Sétima Arte. Trata-se do filme Pássaro de Papel, cujas filmagens envolvem produtores e atores da própria cidade, incluindo o próprio Léo, muquiense que atualmente mora no Rio de Janeiro mas não perde os vínculos afetivos e profissionais com Muqui, sendo ele o idealizador e diretor- executivo do FECIM.

PP Leo

Pássaro de Papel conta a história de um fotógrafo, solitário, vivendo um momento de profunda reflexão sobre a vida e seu papel no mundo a partir de fragmentos do seu passado. Revisitando o antigo vilarejo onde viveu com o pai, este fotógrafo se lembrará de momentos importantes de sua vida e captará imagens de pessoas comuns do lugar, as quais passam a fazer parte daquilo que se costuma chamar de “universo” pessoal ou memória fotográfica afetiva. É como se os personagens fotografados fossem “tele-transportados” para outro local, um quarto vazio, uma memória. Dentro desse contexto, cabe ainda a abordagem das relações familiares, uma vez que as cenas proporcionam muitos encontros e desencontros entre pais e filhos. A história provoca também reflexões em torno da questão antropológica, espacial e temporal das fotografias, capazes sempre de mexer com o imaginário humano.

FILMAGENS PP

Léo Alves com sua equipe filmando no centro de Muqui…

Além de premiado em edital da Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo, o roteiro de Pássaro de Papel também foi vencedor do 15º Concurso de Roteiros do festival Vitória Cine Vídeo. A produção segue com as filmagens e deve encerrá-las hoje, contando também com atores do Rio, como Reiner Tenente, uma caprichada direção de arte da atriz Claudia Puget (criadora do belo e cobiçado troféu do FECIM), além de nomes como Mariana Cândido, Ricardo Lemos e Tunica Britto Villela, capixabas arretados da Arte e da produção cultural. A Direção de Fotografia é de Léo Merçon, e a produção de Ériton Berçaco.

Léo em Muqui esta

O Blog AURORA DE CINEMA deseja um lindo voo ao Pássaro de Papel e envia os melhores votos de bom trabalho a toda a equipe, esperando conferir o filme na tela do III FECIM.

Parabéns, Léo Alves, por mais esta ousada e aguerrida iniciativa de fervilhar a produção artística em Muqui. A cidade, seus amigos, colegas de profissão, parceiros de sensibilidade, e todos os que fazem Cinema no Brasil precisam celebrar mais este voo ! 

Leo no set 2

mirimOs responsáveis pelo som com o ator-mirim  Rafael Pruculi Malavolti

Foto: Primeiro dia de gravação do núcleo flashback

Rafael Malavolti, Claudinha Puget e Ricardo Lemos num intervalo de gravação de Pássaro de Papel...

Foto: Primeiro dia de gravação do núcleo flashback

Muqui será mais uma vez cenário de Cinema em novo filme de Léo Alves…

Cinema reverencia Domingos Oliveira

O dramaturgo, cineasta, ator, diretor, homem de Teatro, Cinema e Televisão,  Domingos Oliveira, recebe esta noite o prêmio principal da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Prêmio Leon Cakoff.

A cerimônia acontecerá às 21h20, entre as sessões de Primeiro Dia de Um Ano Qualquer e Paixão e Acaso, ambos dirigidos por Domingos. A Mostra contempla, com o Prêmio Leon Cakoff, antes prêmio Humanidade, personalidades do meio cinematográfico que se destacaram ao contribuir para o enriquecimento do cinema mundial.

Além de Domingos Oliveira, receberão o prêmio Leon Cakoff o diretor Abbas kiarostami e a atriz Claudia Cardinale.

UM POUCO MAIS SOBRE DOMINGOS OLIVEIRA, um MESTRE !

Domingos Oliveira é um dos mais profícuos criadores brasileiros, autor de obras marcantes, seja no teatro, cinema ou televisão. Nascido no Rio de Janeiro, Domingos começou a carreira no teatro, em 1963, com Somos Todos do Jardim da Infância, texto de sua própria autoria.

Em 1966, dirigiu Todas as Mulheres do Mundo, sua estreia no cinema, protagonizado por Leila Diniz e Paulo José. Apesar de inserido no grupo do Cinema Novo, Domingos sempre tendeu mais para Tchecov do que Brecht, passando ao largo dos regionalismos que dominavam as atenções de significativa parcela do Cinema Novo. Suas preocupações sempre foram mais urbanas e de classe média, onde as disfunções e desatinos das relações humanas e do amor se convertem em filmes calcados na força do texto e das atuações, impregnados de um humanismo sem concessões.

Entre seus principais filmes, destacam-se Edu Coração de Ouro (1968), As Duas Faces da Moeda (1969), A Culpa (1971) e Teu, Tua (1976). Nos anos 80, Domingos iniciou um prolífico trabalho para a televisão, colaborando em roteiros de episódios de séries e especiais, e coordenando a série Caso Especial na TV Globo. Voltou ao teatro em 1981 e, em 1995 escreveu, com Priscilla Rozenbaum, a peça Amores, levada às telas em 1996, reaproximando Domingos do cinema depois de um afastamento de quase 20 anos. Amores venceu três Kikitos no Festival de Gramado.

Com a companheira Priscilla Rozenbaum, uma parceria de sucesso…

Seus filmes mais recentes são Separações (2002, 26ª Mostra), Feminices (2004, 28ª Mostra), Carreiras (2005, 29ª Mostra), Juventude (2008, Prêmio do Público na 32ª Mostra) e Todo Mundo tem Problemas Sexuais (2008, 32ª Mostra).

Nesta edição da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Domingos Oliveira participacom seus filmes É Simonal (1971), e Primeiro dia de um Ano Qualquer (2012), e Paixão e Acaso (2012).

SERVIÇO

Prêmio LEON CAKOFF para Domingos Oliveira   

25/10/2012 – QUINTA – CINESESC

19:20 Exibição do filme: PRIMEIRO DIA DE UM ANO QUALQUER, de Domingos Oliveira (81′).

21:20 Exibição do filme: PAIXÃO E ACASO, de Domingos Oliveira (83′).

OBS.: A entrega do prêmio será feita antes da exibição do filme PAIXÃO E ACASO.

Patrocinadores da 36ª Mostra

A 36ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo é realizada com patrocínio da PETROBRAS pela LEI DE INCENTIVO À CULTURA do MINISTÉRIO DA CULTURA; copatrocínio do BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL (BNDES); apoio institucional da PREFEITURA DE SÃO PAULO; apoios da FAAP, ITAÚ e SESC; apoio cultural da SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO pelo PROAC – PROGRAMA DE AÇÃO CULTURAL DO ESTADO DE SÃO PAULO, SÃO PAULO TURISMO, SABESP e IMPRENSA OFICIAL; colaboração da editora COSAC NAIFY, do MASP – MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO, HOTEL TIVOLI, CHIVAS, AUDITÓRIO IBIRAPUERA, INGRESSO.COM e do CONDOMÍNIO CONJUNTO NACIONAL; promoção da FOLHA DE SÃO PAULO, TV CULTURA, GLOBO FILMES, CANAL BRASIL, BAND NEWS FM e RÁDIO BANDEIRANTES.

A 36ª Mostra é produzida pela ABMIC – Associação Brasileira Mostra Internacional de Cinema.

Avenida Brasil: Porque Amamos Carminha

Intérprete e personagem entrelaçaram-se no gosto popular criando um emaranhado de emoções e cumplicidade que responde por grande parte do êxito da trama de João Emanuel Carneiro

Carminha no auge: rica, linda e vivendo das graças do marido Tufão…

O que mais surpreendeu em AVENIDA BRASIL não foi o mega ibope do último capítulo – coisa de louco, tchê ! -, nem a forma como o autor se inspirou em escritores famosos, nem a trilha, nem o encantamento com o subúrbio traduzido no Divino.

Carminha: milionária encantadora e má do subúrbio…

Tudo isso já houve antes, e continuará acontecendo. E sobre o montão de coisas que se somam para o êxito desta novela que hoje é uma latejante saudade, falaremos adiante.

Adriana Esteves e Marcello Novaes: atores foram destaque com atuações soberbas…

Mas o que mais nos chama a atenção – depois de ler, reler e encontrar nos mais diferentes espaços informativos comentários sobre a novela -, é uma sensação de “Queremos Carminha !” que ainda está no ar.

Esta sensação é o que vai por baixo das afirmações, e corre no íntimo, de todos quanto agora comentam o final da novela – todos viram a mobilização nacional gerada pela exibição do último capítulo da trama, praticamente parando São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre  –  é o que aflora quando se afirma coisas do tipo “Carminha podia ter reagido”, ou “Pensei que Carminha estava mentindo”, ou ainda “Achei que Carminha ia dar a volta por cima”, ou, mais agudo ainda, “Queria que Carminha tivesse terminado rica, numa mansão na zona sul”, ou “Queria Carminha milionária enganando um novo Tufão”…

Carminha e Tufão: casal mobilizou as atenções do “Divino”…

A marcante cena em que Nina corta e pinta os cabelos de ‘Carminha’…

Isso tudo é a tradução mais latente e recôndita de que o envolvimento com a Carminha de ADRIANA ESTEVES tomou tal proporção que o público desejava não só não ver a vilã ficar pobre e sem glamour, como gostaria de ver novamente a atriz – que ele aprendeu a amar e ver bela, mesmo com todas as maldades de Carminha – esbanjando charme e eloquência de vencedora.

Este público queria rever/reencontrar sua Carminha-Adriana de novo linda, loura, esbanjando elegância, destratando os pobres,  enganando o marido, tripudiando com as funcionárias, fazendo exigências mis, zombando dos suburbanos e dizendo – sem papas na língua e com a maior desfaçatez – as insanidades que dizia. Porque a Carminha Vencedora, Bonita e Altiva era também o alter ego da enorme classe C, ou de quantos se sentiram inferiorizados tantas vezes, e que, naqueles momentos de altivez sórdida da vilã, se sentiam vingados ou de alma lavada através dos ótimso diálogos da trama.

E aqui entra, intenso e avasssalador, o potencial artístico de ADRIANA ESTEVES, a quem a imensa maioria da platéia queria ver novamente brilhando e tendo as rédeas da história nas mãos.

SENSACIONALLLLLLLL !

E isso só é possível de ser alcançado, em se tratando de personagem Antagonista, quando se tem uma intérprete do quilate de ADRIANA ESTEVES, cuja maestria, charme e competência a faz uma Atriz do mais alto refinamento interpretativo.

O que esta magnânima ATRIZ Adriana Esteves conseguiu através desta personagem criada por João Emanuel Carneiro é algo ainda a ser estudado por especialistas da área, e quem sabe mereça muito mais ainda a análise de quem atua na área da Psicologia.

Pois o que Adriana Esteves alcançou através de Carminha foi muito mais do que o apoio da audiência, a vibração da plateia, a emoção do telespectador, o entusiasmo dos colegas, a vibração da crítica, o encantamento do autor, ou o misto de adesão x revolta total de todo o público de Avenida Brasil.

Adriana Esteves e sua irretocável CARMINHA conseguiram foi mexer no imaginário coletivo e fustigar a emoção de quantos puderam ver – e vibrar – com a estupenda interpretação desta Atriz para uma personagem capaz das maiores vilanias e atrocidades.

A capacidade impressionante e invejável de ADRIANA ESTEVES de criar expressões faciais diversas para ‘Carminha’, numa mesma cena, ecoou fundo na emoção do telespectador e criou uma empatia só explicável pelas leis do sentimento…

Num próximo post, mais sobre AVENIDA BRASIL.

TODOS OS APLAUSOS para Adriana Esteves, Atriz cujo nome se inscreve na galeria das Grandes Damas da TeleDramaturgia…

O autor e as atrizes Isis Valverde, ADRIANA ESTEVES e Débora Falabella…

ARGENTINA: Cinema e Literatura em mostra no CCBB carioca

 Antologia Visual da Argentina: Cinema e Literatura reúne série de 15 filmes 
O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, em parceria com a Embaixada da Argentina, vai exibir de 28 deste a 2 de setembro, a mostra Antologia Visual da Argentina: Cinema e Literatura, uma série de filmes que apresenta a relação entre filmes argentinos e clássicos da literatura deste País.
 
A mostra destina-se a fornecer uma visão ampla da rica e variada relação entre literatura e cinema argentinos, dividida em três temas: clássicos do cinema argentino, documentários sobre quatro escritores emblemáticos (Borges, Cortazar, Puig e Sábato) e um panorama sobre o cenário atual do cinema contemporâneo.
 
Na seção de clássicos argentinos, destaca-se o filme Rosaura a Las Diez, de Mauro Soficci, considerado pela crítica um dos melhores filmes argentinos de todos os tempos. Soficci ficou conhecido por narrar as histórias apresentando os diversos pontos de vista de cada personagem.
 
 
 
Dentro da retrospectiva histórica, destaca-se ainda o filme No Habra mas Penas Ni Olvidos, adaptação da novela homônima do escritor argentino Osvaldo Soriano. A história propõe um olhar crítico e humorístico da realidade política argentina. Este filme recebeu vários prêmios internacionais, entre eles o Urso de Prata – Prêmio especial do Júri no Festival de Cinema de Berlim em 1984.
A mostra conta também com série de cinco documentários sobre reconhecidos autores argentinos: Borges, Cortazar, Puig e Sábato.
 
 
 
No recorte contemporâneo da mostra, serão exibidos os filmes Ernesto Sábado, Mi Padre e Dormir ao Sol, que ainda não estrearam no Brasil. Haverá também sessões do filme Las Viudas de Los Jueves, um dos filmes recentes com a maior bilheteria do cinema argentino.
 
Outro destaque da mostra é o filme Mentiras Piadosas, de Diego Sabanés, que recebeu Menção Especial do Júri no Festival Cinesul pela “sua excelência na encenação e sua capacidade de diálogo com a tradição narrativa latino-americana”.
 
Clássicos do Cinema Argentino
 
Rosaura a las diez, de Mario Soficci (1958, 100 mim, Livre) – Camilo é um pensionista tímido e pouco atraente envolvido com uma misteriosa mulher chamada Rosaura. Um assassinato perturba esta relação, contado pela ótica de vários personagens. Um dos melhores filmes do cinema argentino, baseado no romance homônimo de Marco Denevi.
 
La cifra impar, de Manuel Antin (1962, 85 min, Livre) – Um filme, baseado em contos de Cortázar, que trata do presente atrelado a um passado latente, alem de traições e morte como pano de fundo.
 
Juan Moreira, Leonardo Favio (1973, 105 min, 14 anos) – Juan Moreira é um bom gaucho trabalhador abusado pelos poderosos, o que levou a transformar-se em um “mau gaucho” despertando ódio e admiração na Argentina do final do Século XIX. Baseado no romance de Eduardo Gutierrez.
 
No habrá más penas ni olvidos, de Hector Oliveira (1984, 80 min, 18 anos) – Na fictícia localidade de Colônia Vela, a luta entre peronistas de esquerda e direita tem imprevistas consequências. Uma deliciosa comedia dramática escrita por Osvaldo Soriano.
 
Ultimos dias de la víctima, de Rodolfo Aristarain (1982, 90 min, 18 anos) – Um assassino cumpre uma nova missão, porém se envolve com a vítima de forma obsessiva. Baseado em romance homônimo de José Pablo Feinmann.
 
 
 
Grande escritor argentino Jorge Luiz Borges é tema de documentário…
 
 
Documentários: Visão do escritor Borges y nosotros, Omar Quiroga (2007, 40 min, Livre) – O documentário indaga, através de diferentes testemunhos, os diversos aspectos da vida do escritor, dentro e fora do âmbito literário.
Cortázar, de Trístan Bauer (1994, 60 min, livre) – Documentário sobre o escritor argentino Julio Cortázar com abundante material de arquivo, protagonizado pelo próprio escritor.
Ernesto Sábato, mi padre, de Mario Sábato (2011, 101 min, Livre) – É um retrato íntimo, comovedor e único do escritor Sábato, realizado por seu filho: o cineasta Mario Sábato.
 
 
Grande ícone mundial, o argentino Che Guevara também está na tela…
Los libros y la noche, Trístan Bauer (2011, 78 min, Livre) – Uma aproximação do universo de Borges através da recriação de alguma de suas obras magistrais, e a cinematografia de vários aspectos de seus brilhantes pensamentos e sua própria vida.
Puig, paisajes de voces, de Silvia Hopenhayn e Marcello Laccarino (1998, 52 min, livre) – Retratos íntimos de Manuel Puig, autor de O beijo da mulher aranha, com as vozes de seus vizinhos de seu povoado natal.
 
Cinema Contemporâneo
La mirada invisible, de Diego Lerman (2010, 97 min, 16 anos) – Em Buenos Aires, durante os dias prévios à guerra das Malvinas, vemos o ponto de vista de uma professora que persegue um aluno desobediente e pouco a pouco faz disso um hábito obscuramente excitante. Baseado no romance Ciencias Morales de Martin Kohan.
Las viudas de los jueves, de Marcelo Piñero (2009, 122 min, 16 anos) – Num condomínio fechado e aparentemente perfeito, três cadáveres aparecem flutuando na piscina. Certezas começam a desmoronar-se, desmentindo a crença de que a prosperidade é eterna e de que a abundância equivale à felicidade. Baseado no romance homônimo de Claudia Piñeiro.
Dormir al sol, Alejandro Chomsky (2011, 84 min, 14 anos) – Um relojoeiro e sua mulher internada num Instituto Psiquiátrico. O real se confunde com o imaginário, o sonho com a vigília e a loucura com a lucidez até culminar com um desconcertante final. Baseado no romance homônimo de Adolfo Bioy Casares.
 
Paulo Autran e Gael Garcia Bernal em cena de O Passado, de Hector Babenco…
El pasado, de Hector Babenco (2007, 114 min, 14 anos) – Logo após uma separação, um homem terá erráticas tentativas para recompor sua vida sentimental. Cada uma das mulheres que aparecerão em seu caminho será forçada a distanciar-se dele. Baseado no romance homônimo de Alan Pauls.
Mentiras piadosas, de Diego Sabanés (2008, 100 min, 14 anos) – Um irmão desaparece em Paris. Seus irmãos o reinventam. É a história de uma casa que vai sendo desmantelada para sustentar um sonho. É, de algum modo, uma história de fantasmas. Baseado em contos de Cortázar.
 
Rio de Janeiro 28.08 a 02.09      
 
28/08 – terça
15h Los Libros y la Noche (el universo de Jorge Luis Borges)  Direção de Tristán Bauer (78 min)  LIVRE
17h Rosaura a las diez    Direção: Mario Soficci (100 min)   LIVRE
19h La mirada invisible  Direção: Diego Lerman  (97 min) 16 anos
21h Mentiras piadosas    Direção: Diego Sabanés  (100 min) 13 anos
29/08 – quarta
15h Cortázar   Direção:Tristán Bauer  (60 min)    LIVRE
17h La cifra impar     Direção: Manuel Antin  (85 min)   LIVRE
19h El pasado  Direção: Héctor Babenco   (114 min)  13 anos
21h Las viudas de los jueves  Direção: Marcelo Piñeiro  (122 min) 16 anos
30/08 – quinta
15h Ernesto Sábato, mi padre Direção: Mario Sábato (101 min)    LIVRE         
17h Juan Moreira  Direção: Leonardo Favio  (105 min)            14 anos
19h Mentiras piadosas    Direção: Diego Sabanés  (100 min) 13 anos
21h El pasado  Direção: Héctor Babenco   (114 min)  13 anos
31/08 – sexta
15h Dormir al sol  Direção: Alejandro Chomsky  (84 min)    13 anos           
17h No Habra mas penas ni Olvidos   Direção : Héctor Olivera (80 min) 18 anos
19h Las viudas de los jueves  Direção: Marcelo Piñeiro  (122 min) 16 anos
01/09 – sábado
16h Puig, paisajes de voces    Direçao: Silvia Hopenhayn e Marcello Iaccarino (52 min) LIVRE
17h Ultimos dias de la víctima     Direção: Rodolfo Aristarain (90 min)     18 anos
19h Dormir al sol       Direção: Alejandro Chomsky  (84 min)    13 anos           
21h Las viudas de los jueves  Direção: Marcelo Piñeiro  (122 min) 16 anos
02/09 – domingo
16h Borges y nosotros Direção: Omar Quiroga   (40 min.)   LIVRE   
17h Rosaura a las diez    Direção: Mario Soficci (100 min)   LIVRE
19h La mirada invisible  Direção: Diego Lerman  (97 min) 16 anos
21h Puig, paisajes de voces Direçao: Silvia Hopenhayn e Marcello Iaccarino (52 min) LIVRE

Elza Soares, Beirute e Chico Anysio nas letras de Miguel Jorge

O escritor, poeta, roteirista e homem de todas as Letras, MIGUEL JORGE, amigo de quem tenho sempre saudades, escreve e conta-me o que anda fazendo, apesar das dificuldades que a turma trabalhadora da área cultural vem enfrentando, e parece que cada dia mais, no mesmo passo em que aumentam os casos escabrosos de corrupção no país.

Pois olhe que, apesar de todos os senões, o danado de meu querido e irrequieto Miguel Jorge vem fazendo uma porção de coisas, ou melhor, vem criando uma série de ilhas culturais incríveis, como ele me conta via e-m. Vejam só:

Oi Aurora, também com muitas saudades de você, dos nossos encontros, dos nossos filmes relâmpagos, somente você pode fazer tais coisas.

….. Mas, em todo caso, vou fazer, em setembro, talvez no dia 20, no Shopping Bougainville, o lançamento do meu romance Minha Querida Beirute, e no dia 18 de outubro, no mesmo Bougainville, faço a estréia do meu musical Elza Soares: Você Sabe Sambar, com grande elenco, cantoras e músicos. Terminei de escrever, a pedido do humorista Juquinha: Chyco Anizio: Sou, espetáculo em homenagem ao gênio do humor – o Juquinha pretende fazer a estréia no Rio de Janeiro, no próximo ano,  é o que posso fazer neste momento, grande abraço.

Miguel Jorge
 
 

MIGUEL JORGE é uma criatura tão ímpar, um criador de tanta capacidade, competência, sensibilidade e inquieta capacidade criativa, que costuma afinar-se muito rápido com qualquer ideia onde ele sinta vicejar possibilidades artísticas.

Foi por isso que ele se dispôs prontamente a participar de dois curtas-metragens AURORA DE CINEMA, rodados em Goiânia e em Anápolis, em 2010 e 2011.

Assim, eu tenho a honra de contar com a participação sempre incisiva, libertária e fluentemente criativa deste Poeta MIGUEL JORGE nos curtas RESTA UM e O SUMIÇO DE ALICE, roteiro e direção da jornalista Aurora Miranda Leão que redige estas linhas.

 
 
Miguel Jorge e grande turma na sexta edição do FestCine Goiânia, novembro de 2010…
 

O RESTA UM, que nasceu de uma ideia repentina que tive na segunda noite do Festival de Goiânia, em 2010, quando tentávamos encontrar um lugar pra papear e tomar um vinho – eu, INGRA LIBERATO, o ator Samuel Reginatto e o cineasta Júlio Lélis, ganhou imediata adesão de MIGUEL JORGE, tão logo lhe contei como seria o roteiro. O escritor na mesma hora pensou em adereços e cenários para compor a trama. E, na última noite do festival (porque não houve tempo hábil antes disso), ainda nos deu um depoimento incrível, coroando de beleza e sensibilidade o nosso RESTA UM.

 
 

Já no curta O SUMIÇO DE ALICE, a participação de MIGUEL JORGE foi ainda mais espontânea e inusitada. Eu estava há dias rodando em Anápolis um curta que nasceu de nosso passeio a Pirenópolis… e todos que foram ao passeio toparam dar ‘depOiMentos’ para a história na qual todos estão à procura de uma Alice…

 Atriz Zezeh Barbosa tem participação afetiva em O Sumiço de Alice
 
Pois não é que na última noite da primeira edição do Festival de Cinema de Anápolis, encontro MIGUEL JORGE no Teatro Municipal – onde haveria a solenidade de encerramento e uma Homenagem ao escritor –  e ele então me pergunta que filme estou ‘inventando’ no momento.
 
Pois foi só eu dizer da ALICE  que todos estavam procurando e MIGUEL JORGE imediatamente pediu pra dar seu depoimento também. E assim foi.
 
Procuramos um lugarzinho no entorno do Teatro de Anápolis, e, tão logo liguei a câmera, MIGUEL JORGE começou a dizer uma poesia versando sobre Alice, criada de sopetão, naquele exato momento em que ouviu eu falar na história do ‘inesperado sumiço de Alice’.
 
E eu fiquei então, mais uma vez, positivamente ‘espantada’ com a capacidade criativa do escritor e Poeta Miguel Jorge, que mostrou, naquele momento, ser também um craque no improviso e no ‘manuseio’ das palavras.
 
Pra grande honra e enorme alegria deste AURORA DE CINEMA, o escritorMIGUEL JORGE está no curta-metragem O SUMIÇO DE ALICE – ao lado de ALICE GONZAGA, DÉBORA TORRES, GUIDO CAMPOS, ZEZEH BARBOSA, MALLU MORAES, DILA GUERRA, SELVA ARETUZA, MANAÍRA CARNEIRO, FELIPE BRIDA, CID NADER, JOÃO BATISTA DE ANDRADE – com tanta propriedade que parece dizer um texto decorado há tempos.
 

Por essas e outras é que este aurORA DE CINEMA repete: 

“É MELHOR SER ALEGRE QUE SER TRISTE, A ALEGRIA É A MELHOR COISA QUE EXISTE “… 

Pode haver alegria maior e mais festiva do que ter Amigos do quilate de MIGUEL JORGE ?

* Quem quiser conferir O SUMIÇO DE ALICE, pode acessar

http://www.youtube.com/watch?v=L2cjkEsehQA e http://www.youtube.com/watch?v=bNdlPDmvHSY

Inscrições de filmes e vídeos ao RECINE

Abertas até 31 de julho as inscrições para a Mostra Competitiva de filmes do 11º REcine – Festival Internacional de Cinema de Arquivo. O objetivo da mostra é incentivar o reaproveitamento de imagens de arquivo em novas produções audiovisuais, além de divulgar e premiar os melhores trabalhos.

O festival recebe inscrições de filmes e vídeos de curta, média e longa-metragem de temática livre, que tenham em seu conteúdo, no mínimo, 40% de imagens de arquivo. O regulamento e a ficha de inscrição da mostra estão no site do REcine – www.recine.com.br – e no portal do Arquivo Nacional – www.arquivonacional.gov.br. A partir do dia 20 de setembro, serão divulgados nos sites os filmes selecionados para concorrer nas diversas categorias. Na noite de encerramento do REcine (9 de novembro) serão anunciados os vencedores.

Já a oficina de vídeo, que é gratuita, oferece 30 vagas para quem quer aprender na prática como produzir vídeos utilizando imagens de acervos audiovisuais de domínio público. Sob a orientação da cineasta Beth Formaggini, uma das mais conceituadas documentaristas da atualidade, pesquisadora e produtora audiovisual, os alunos realizarão vídeos para concorrer na Mostra Competitiva do REcine, em categoria especial.

A oficina acontece de 10 a 21 de setembro, de segunda a sexta, das 10 às 18 horas, no Arquivo Nacional (Praça da República, 173, Centro, Rio de Janeiro – RJ). As inscrições podem ser feitas no site www.recine.com.br , e no portal do Arquivo Nacional – www.arquivonacional.gov.br. Os nomes dos candidatos selecionados serão divulgados a partir de 13 de agosto.

O REcine 2012 acontece de 5 a 9 de novembro, na sede do Arquivo Nacional do Rio de Janeiro, com entrada franca. O festival vai prestar uma homenagem aos grandes nomes do humor no cinema mundial, exibindo na Mostra Informativa de filmes, obras-primas e raridades de diretores e atores de diferentes países, da comédia-pastelão à sátira política. Gênero cinematográfico de maior sucesso junto ao público, a comédia contribuiu decisivamente para o desenvolvimento e popularização do cinema.

Prédio do Arquivo Nacional, que sedia o RECine, na capital carioca…

Além da exibição de filmes, o REcine promove palestras e mesas de debates sobre o tema do ano, cinema de arquivo e preservação de acervos audiovisuais, com cineastas e profissionais de destaque na área de conservação e pesquisa de imagens em movimento.

O festival também homenageia personalidades da cultura brasileira e lança a nona edição da Revista REcine, com artigos sobre a arte do humor no cinema, ilustrados com fotos do acervo iconográfico do Arquivo Nacional.

Curta Cinema abre inscrições

As inscrições para o processo de seleção do Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Curta Cinema 2012 já estão abertas. A cada ano, o festival recebe cerca de 3.000 inscrições, que são submetidas à avaliação de um comitê de seleção, para compor uma média de 300 filmes que integram a programação oficial.

As inscrições devem ser feitas pelo site www.shortfilmdepot.com. O prazo para as inscrições internacionais é dia 29 de junho, e para as nacionais, 27 de julho. Este ano, as cópias para visionamento tanto poderão ser enviadas pelos correios quanto por link eletrônico. O regulamento se encontra nos sites www.curtacinema.com.br ou www.shortfilmdepot.com . Dúvidas e esclarecimentos pelos telefones: (55 21) 2553-8918 e (55 21) 2554-9059 ou pelo e-mail programa@curtacinema.com.br.

Endereço para envio de material:

Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Curta Cinema 2012
Associação Franco Cultural
Avenida Beira Mar, 262, sala 403 – Centro
Rio de Janeiro – RJ – 20021-060

Tela de futebol no Rio e Sampa: CineFOOT divulga Selecionados

 

Entre brasileiros e estrangeiros, 28 filmes concorrem à Taça Cinefoot

Para a Mostra Competitiva de Longa-Metragem, foram selecionados 10 filmes, sendo 6 brasileiros e 4 internacionais. Assim, cresce a presença de competidores estrangeiros no festival comandado pelo boa praça Antônio Leal.  Entre os brasileiros, estão escalados filmes do Rio, São Paulo e Bahia. No time internacional, representantes do Uruguai, Ucrânia, Dinamarca e Alemanha.

Integram a Mostra Competitiva de Curta-Metragem 18 filmes: 9 brasileiros e 9 internacionais. Esta mostra apresenta expressivo crescimento em relação a 2011, quando 11 curtas estiveram competindo. O Brasil está escalado com curtas oriundos de São Paulo, Espírito Santo, Bahia e Rio Grande do Sul. O scratch estrangeiro apresenta curtas da Alemanha, Espanha, França, Itália, Ilhas Mauricio e Estados Unidos.

O CINEFOOT- FESTIVAL DE CINEMA DE FUTEBOL será realizado no Rio de Janeiro, de 24 a 29 de maio, no Espaço Itaú de Cinema (Praia de Botafogo), enquanto de 31 de maio a 5 de junho acontecerá em São Paulo, no Museu do Futebol e no Cine Reserva Cultural.

Ainda no Rio de Janeiro, o CINEFOOT realizará uma mostra não competitiva denominada PRORROGAÇÃO, de 31 de maio a 3 de junho, com programação específica, no Centro Cultural da Justiça Federal.

ENTRADA FRANCA EM TODAS AS SESSÕES !

  

FILMES SELECIONADOS 

1- RIO DE JANEIRO – Mostra Competitiva de Longa-Metragem:

1- BAHÊA MINHA VIDA (de Marcio Cavalcante, BA, 2011)

2- COPA UNIÃO (de Diogo Dahl e Raphael Vieira, RJ, 2012)

3- FOOTBALL IS GOD (de Ole Bendtzen, Dinamarca, 2010)

4- MANYAS: LA PELICULA (de Andrés Benvenuto, Uruguai, 2011)

5- MENINOS DE KICHUTE (de Lucas Amberg, SP, 2010)

6- RAÇA RUBRO NEGRA  – PULMÃO DA ARQUIBANCADA (de Marcel Costa e Pedro von Krüger de Freitas, RJ, 2012)

7- ROCK´N BALL (de Dmitri Prikhodko, Ucrânia, 2011)

8- SANTOS, 100 ANOS DE FUTEBOL ARTE (de Lina Chamie, SP, 2012)

9- SOBRE FUTEBOL E  BARREIRAS (de Arturo Hartmann, Lucas Justiniano, José Menezes, João Carlos Assumpção, SP, 2011)

10- THE OTHER CHELSEA – A STORY FROM DONETSK (de Jakob Preuss, Alemanha, 2010) 

2- RIO DE JANEIRO – Mostra Competitiva de Curta-Metragem:

1- DESATANDO NÓS (de Luciana Queiroz e Roberto Studart, BA, 2010)

2- ESPÍRITO SANTO F.C. (de Andre Ehrlich Lucas e Lucas Vetekesky, ES, 2011)

3- GAÚCHOS CANARINHOS (de Rene Goya Filho, RS, 2007)

4- HARAM (de Benoit Martin, França, 2010)

5- HOME AWAY (de Wassim Sookia, Ilhas Mauricio, 2011)

6- I DON`T BLAME THE BEAUTIFUL GAME (de Christopher Arccella, EUA, 2010)

7- LÄNDERSPIEL (de Sven e Nadine Schrader, Alemanha, 2011)

8- L´EQUIP PETIT (de Roger Gómez e Davi Resines, Espanha, 2011)

9- LIBRE DIRECTO (de Bernabé Rico, Espanha, 2011)

10- LOS CERVECEROS DE QUILMES (de Andreas Geipel, Franz Sickinger, Shooresh Fezoni, Alemanha, 2011) 

11- TEMPI SUPLEMENTARI (de Margherita Ferri, Itália, 2012)

12- TRAINERBANK (de Martin Emmerting, Alemanha, 2010)

13- VAI PRO GOL (de Felipe D´Andrea, SP, 2012)

14- ZIMBÚ (de Marcos Strassburger Souza, SP, 2011) 

3- SÃO PAULO – Mostra Competitiva de Longa-Metragem:

1- BAHÊA MINHA VIDA (de Marcio Cavalcante, BA, 2011)

2- FOOTBALL IS GOD (de Ole Bendtzen, Dinamarca, 2010)

3- ROCK´N BALL (de Dmitri Prikhodko, Ucrânia, 2011)

4- MENINOS DE KICHUTE (de Lucas Amberg, SP, 2010)

5- SANTOS, 100 ANOS DE FUTEBOL ARTE (de Lina Chamie, SP, 2012)

6- SOBRE FUTEBOL E BARREIRAS (de Arturo Hartmann, Lucas Justiniano, José Menezes, João Carlos Assumpção, SP, 2011) 

4- SÃO PAULO – Mostra Competitiva de Curta-Metragem:

1- GAÚCHOS CANARINHOS (de Rene Goya Filho, RS, 2007)

2- HOME AWAY (de Wassim Sookia, Ilhas Mauricio, 2011)

3- I DON`T BLAME THE BEAUTIFUL GAME (de Christopher Arccella, EUA, 2010)

4- JUVENTUS RUMO A TÓQUIO (de Rogério Zagallo, Andrea Kurachi e Helena Tahira, SP, 2009)

5- LÄNDERSPIEL (de Sven e Nadine Schrader, Alemanha, 2011)

6- L´EQUIP PETIT (de Roger Gómez e Davi Resines, Espanha, 2011)

7- LIBRE DIRECTO (de Bernabé Rico, Espanha, 2011)

8- RIVELLINO (de Marcos Fabio Katudjian, SP, 2011)

9- SER CAMPEÃO É DETALHE: DEMOCRACIA CORINTHIANA (de Gustavo Forti Leitão e Caetano Tola Biasi, SP, 2011)

10- UM JOGO, UMA PAIXÃO (de Otávio Paranhos, SP, 2009)

11- VAI PRO GOL (de Felipe D´Andrea, SP, 2012)

12- ZIMBÚ (de Marcos Strassburger Souza, SP, 2011)

Museu do Amanhã terá visitação dia 2

Conteúdo e design expositivo do Museu do Amanhã
serão apresentados pela primeira vez

 

Empreendimento audacioso, o Museu do Amanhã tem projeto criado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava…

O Museu do Amanhã, um dos principais equipamentos culturais erguidos na Operação Urbana Porto Maravilha, terá seu conteúdo apresentado pela primeira vez na próxima quarta, dia 2 de maio, às 10h, no Palácio da Cidade – Rio de Janeiro. 

Além do físico e doutor em cosmologia Luiz Alberto Oliveira, que assina a curadoria, participam do encontro o diretor artístico Andres Clerici, que fala sobre o design expositivo, e o renomado arquiteto espanhol Santiago Calatrava, que dá detalhes do projeto arquitetônico e suas características sustentáveis. O evento contará com a presença do secretário-geral da Fundação Roberto Marinho, Hugo Barreto, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes.

 

O Museu do Amanhã é uma iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro e da Fundação Roberto Marinho, com o Banco Santander como Patrocinador Master e apoio do Governo do Estado, por meio de sua Secretaria do Ambiente, do Governo Federal, por meio da Finep, e da Secretaria Especial de Portos. Sua construção foi incluída no pacote de obras executado pela Concessionária Porto Novo, por meio da maior Parceria Público-Privada (PPP) do país, com gerenciamento da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp). 

Com previsão de inauguração para 2014, o Museu do Amanhã será um museu de ciências diferente. Por meio de uma narrativa original, o visitante percorrerá ambientes audiovisuais, instalações interativas e jogos, para que possa examinar o passado, entender as várias tendências do presente e simular cenários possíveis para os próximos 50 anos. Desta forma, será estimulado a entender seus impactos e sua responsabilidade no futuro da humanidade e do planeta. 

Apresentação do conteúdo e design expositivo do Museu do Amanhã
Local:
Palácio da Cidade – Rio de Janeiro.
Rua São Clemente, 360. Botafogo.
Data: Quarta-feira, 2 de maio, às 10h.

Os selecionados do CineFOOT

Brasileiros e estrangeiros somam 29 filmes disputam a Taça Cinefoot

Para a Mostra Competitiva de Longa-Metragem foram selecionados 11 filmes, sendo 6 brasileiros e 5 internacionais. Com isto, cresce a presença de competidores estrangeiros nesta Mostra. Entre os brasileiros estão escalados filmes do Rio, São Paulo e Bahia. No time internacional, aparecem representantes do Uruguai, Ucrânia, Dinamarca, Alemanha e uma co-produção Índia/Inglaterra.

Integram a Mostra Competitiva de Curta-Metragem 18 filmes: 9 brasileiros e 9 internacionais. Esta mostra apresenta um forte crescimento em relação ao ano de 2011, quando 11 curtas estiveram competindo. O Brasil está escalado com curtas-metragens oriundos de São Paulo, Espírito Santo, Bahia e Rio Grande do Sul. O scratch estrangeiro apresenta curtas da Alemanha, Espanha, França, Itália, Ilhas Maurício e Estados Unidos.

O CINEFOOT – FESTIVAL DE CINEMA DE FUTEBOL será realizado no Rio de Janeiro, de 24 a 29 de maio, no cine Arteplex/Praia de Botafogo, e de 31 de maio a 5 de junho, em Sampa, no Museu do Futebol e no cine Reserva Cultural.

Ainda no Rio, o CINEFOOT realizará uma mostra não competitiva denominada PRORROGAÇÃO, de 31 de maio a 3 de junho, com uma programação específica, no Centro Cultural da Justiça Federal. 

FILMES SELECIONADOS 

1- RIO DE JANEIRO

Mostra Competitiva de Longa-Metragem 

1- BAHIA MINHA VIDA (de Márcio Cavalcante, BA, 2011)

 2- COPA UNIÃO (de Diogo Dahl e Raphael Vieira, RJ, 2012) 

3- FOOTBALL IS GOD (de Ole Bendtzen, Dinamarca, 2010) 

4- MANYAS: LA PELICULA (de Andrés Benvenuto, Uruguai, 2011) 

5- MENINOS DE KICHUTE (de Lucas Amberg, SP, 2010) 

6- RAÇA RUBRO NEGRA  – PULMÃO DA ARQUIBANCADA (de Marcel Costa e Pedro von Krüger de Freitas, RJ, 2012) 

7- ROCK´N BALL (de Dmitri Prikhodko, Ucrânia, 2011) 

8- SANTOS, 100 ANOS DE FUTEBOL ARTE (de Lina Chamie, SP, 2012) 

9- SOBRE FUTEBOL E BARREIRAS (de Arturo Hartmann, Lucas Justiniano, José Menezes, João Carlos Assumpção, SP, 2011) 

10- THE OTHER CHELSEA – A STORY FROM DONETSK (de Jakob Preuss, Alemanha, 2010) 

 2- RIO DE JANEIRO

 Mostra Competitiva de Curta-Metragem 

1- DESATANDO NÓS (de Luciana Queiroz e Roberto Studart, BA, 2010) 

2- ESPÍRITO SANTO F.C. (de Andre Ehrlich Lucas e Lucas Vetekesky, ES, 2011) 

3- GAÚCHOS CANARINHOS (de Rene Goya Filho, RS, 2007) 

4- HARAM (de Benoit Martin, França, 2010) 

5- HOME AWAY (de Wassim Sookia, Ilhas Mauricio, 2011) 

6- I DON’T BLAME THE BEAUTIFUL GAME (de Christopher Arccella, EUA, 2010) 

7- LÄNDERSPIEL (de Sven e Nadine Schrader, Alemanha, 2011) 

8- L´EQUIP PETIT (de Roger Gómez e Davi Resines, Espanha, 2011) 

9- LIBRE DIRECTO (de Bernabé Rico, Espanha, 2011) 

10- LOS CERVECEROS DE QUILMES (de Andreas Geipel, Franz Sickinger, Shooresh Fezoni, Alemanha, 2011) 

11- TEMPI SUPLEMENTARI (de Margherita Ferri, Itália, 2012) 

12- TRAINERBANK (de Martin Emmerting, Alemanha, 2010) 

13- VAI PRO GOL (de Felipe D´Andrea, SP, 2012) 

14- ZIMBÚ (de Marcos Strassburger Souza, SP, 2011) 

 3- SÃO PAULO 

Mostra Competitiva de Longa-Metragem 

1- BAHIA MINHA VIDA (de Márcio Cavalcante, BA, 2011) 

2- FOOTBALL IS GOD (de Ole Bendtzen, Dinamarca, 2010) 

3- INSHALLAH FOOTBALL (de Ashvin Kumar, India / Inglaterra, 2011) 

4- MENINOS DE KICHUTE (de Lucas Amberg, SP, 2010) 

5- SANTOS, 100 ANOS DE FUTEBOL ARTE (de Lina Chamie, SP, 2012) 

6- SOBRE FUTEBOL E BARREIRAS (de Arturo Hartmann, Lucas Justiniano, José Menezes, João Carlos Assumpção, SP, 2011) 

 4- SÃO PAULO 

Mostra Competitiva de Curta-Metragem 

1- GAÚCHOS CANARINHOS (de Rene Goya Filho, RS, 2007) 

2- HOME AWAY (de Wassim Sookia, Ilhas Maurício, 2011) 

3- I DON’T BLAME THE BEAUTIFUL GAME (de Christopher Arccella, EUA, 2010) 

4- JUVENTUS RUMO A TÓQUIO (de Rogério Zagallo, Andrea Kurachi e Helena Tahira, SP, 2009) 

5- LÄNDERSPIEL (de Sven e Nadine Schrader, Alemanha, 2011) 

6- L´EQUIP PETIT (de Roger Gómez e Davi Resines, Espanha, 2011) 

7- LIBRE DIRECTO (de Bernabé Rico, Espanha, 2011) 

8- RIVELLINO (de Marcos Fabio Katudjian, SP, 2011) 

9- SER CAMPEÃO É DETALHE: DEMOCRACIA CORINTHIANA (de Gustavo Forti Leitão e Caetano Tola Biasi, SP, 2011) 

10- UM JOGO, UMA PAIXÃO (de Otávio Paranhos, SP, 2009) 

11- VAI PRO GOL (de Felipe D´Andrea, SP, 2012) 

12- ZIMBÚ (de Marcos Strassburger Souza, SP, 2011)