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Reta final de inscrições ao Cine Petrópolis

Abertas até dia 12 as inscrições ao 3º Festival Nacional de Cinema de Petrópolis, que acontecerá entre 10 e 17 de dezembro,  em Petrópolis, no Rio de Janeiro.

Serão exibidos, gratuitamente, diversos filmes entre longas e curtas-metragens de ficção, documentários, animações e experimentais.

Como nos anos anteriores, haverá exibição dos filmes concorrentes na Mostra Competitiva para os quais o público dá seu voto, elegendo o melhor filme, melhor direção, atriz, ator, fotografia, cenografia, figurino, som direto, edição, montagem e o melhor roteiro.

O público terá acesso ainda a debates abordando temas atuais ligados à cinematografia e à política cultural.

Sempre buscando ir ao encontro do público, o festival estará em até 4 bairros da cidade com unidades móveis de cinema. São estruturas equipadas com tela de cinema, projetor, aparato sonoro, cadeiras e equipe especializada.

As inscrições para a Mostra competitiva estão abertas pelo site www.festcinepetropolis.com.br.

Todos os filmes selecionados passarão por uma primeira seleção, quando sairão os filmes que comporão a mostra competitiva oficial.

Inscrições ao Festival de Petrópolis

Abertas até 12 de novembro inscrições ao 3º Festival Nacional de Cinema de Petrópolis, que acontecerá entre 10 e 17 de dezembro, na cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro.

Serão exibidos, gratuitamente, diversos filmes entre longas e curtas-metragens de ficção, documentários, animações e experimentais.

Como nos anos anteriores, haverá exibição dos filmes concorrentes na Mostra Competitiva onde o público vota para eleger o melhor filme, melhor direção, atriz, ator, fotografia, cenografia, figurino, som direto, edição, montagem e o melhor roteiro.

O público terá acesso ainda a debates, abordando temas atuais ligados à cinematografia e à política cultural.

Sempre buscando ir ao encontro do público, o festival estará em até 4 bairros da cidade com unidades móveis de cinema. São estruturas equipadas com tela de cinema, projetor, aparato sonoro, cadeiras e equipe especializada.

As inscrições para a Mostra competitiva estão abertas pelo site www.festcinepetropolis.com.br.

Todos os filmes selecionados passarão por uma primeira seleção, quando sairão os filmes que comporão a mostra competitiva oficial.

Projeto de Rodrigo Veronese contempla crianças carentes

Ator está se dedicando a ensinar interpretação e quer levar projeto a todo o país

Rodrigo Veronese cria Oficina Roteiro de Gravação com cunho social 

O ator Rodrigo Veronese foi homenageado e premiado no último Festival de Cinema da Lapa, Paraná, que aconteceu dias 13,14 e 15 de abril.  Além de fazer parte do júri do festival e exibir o filme Aparecida, o Milagre, Veronese recebeu o Troféu Tropeiro pela criação e apresentou seu novo projeto social.

Trata-se de uma oficina de roteiro de gravação: Decidi deixar a televisão em ‘pausa’ por um tempo.  Meu contrato com a Rede Globo terminou no meio do ano passado. Me desliguei da “Fundação Ação Criança” , onde fui embaixador por três anos e senti a necessidade de criar um projeto meu, onde eu literalmente colocasse a mão na massa ! 

Desse sonho nasceu a Oficina Roteiro de Gravação, um projeto social que conta com apoio de grandes empresas, destinado à população carente no Brasil: Vou dedicar parte do meu tempo e um pouco do que aprendi em 17 anos de carreira, a fim de descobrir, selecionar e preparar alunos carentes e com nenhuma possibilidade de inclusão social que tenham  perceptível talento para atuação.  Os que se destacarem,  serão encaminhados a produtores de elenco na intenção de realizarem testes de TV, cinema e teatro. A oficina terá palestras de atores, diretores e técnicos e minha grande vontade é poder em breve ter um banco de novos talentos, que nunca teriam uma chance na vida. O projeto está pronto e estou na fase de captação de patrocínio. O pontapé foi dado no Paraná e a primeira turma será em Curitiba com apoio do Provopar. Quero dividir meu tempo entre o projeto e fazer cinema, que Deus me ajude!” 

Rodrigo se destacou em papel na novela Paraíso Tropical ao lado de Renée de Vielmond…

Saiba mais: www.rodrigoveronese.com.br

Luz nas Trevas: Rogério Sganzerla por Helena Ignez. Em maio, nos cinemas

Apesar de ter morrido eletrocutado, envolto em fios elétricos, ao final de O Bandido da Luz Vermelha, o personagem-título do clássico do cineasta Rogério Sganzerla, ressurge no cinema 40 anos depois.

E outro filme surge: LUZ NAS TREVAS – A Volta do Bandido da Luz Vermelha – continuação do filme de 1968 que revolucionou a linguagem do cinema -,dirigido pela atriz, produtora, cineasta HELENA IGNEZ. Premiado em diversos países e em festivais no Brasil, Helena Ignez gosta de enfatizar que tudo o que está no roteiro é do próprio companheiro, Sganzerla: “Foram mais de mil páginas, lidas e pesquisadas, e não mudei uma vírgula: tudo que está no filme saiu da cabeça de Rogério”. 

A atriz fala com comovente simplicidade. A deferência, cumplicidade, apreço e respeito de quem compartilhou do convívio com um dos cineastas considerados gênios no país é indubitável.

Acontece que Helena Ignez e Rogério Sganzerla, que viveram juntos, amantes e cúmplices por 35 anos, tinham tanto em comum e professavam tanto as mesmas ideias, os mesmos ícones, cores, sabores, e influências, que é quase impossível dissociar o intelecto de um da extrema sensibilidade do outro; a sensível criação de um da absoluta emoção e empatia do outro.

Assim, na modesta opinião desta redatora, Luz nas Trevas tem tanto de Helena Ignez quanto o tem de Rogério Sganzerla. A linha que poderia colocar no ponto o imaginário e a sensibilidade de um e, no outro, o emocional e a energia do segundo, é invisível, indefasável, tênue demais para ser percebida ou definida.

Helena Ignez e Rogério Sganzerla: sintonia que extrapolou o set e virou união da vida inteira …

E isso é provavelmente uma das coisas mais tocantes, profundas e belas da relação Sganzerla x Helena Ignez: onde está um está o outro. Assim, Luz nas Trevas, filme que tem estréia no circuito comercial agendada para o próximo mês de maio, é o roteiro de um na direção do outro; o foco da sensibilidade de um pelo viés do emocional do outro; a energia de um guiando e revelando os passos do outro.

Só isso já seria o bastante para despertar a curiosidade por Luz nas Trevas. Ademais, o filme é uma obra profundamente contemporânea, visualmente ágil, esteticamente colorida (em vários matizes), poeticamente emocionada e emocionante, repleta de grandes reflexões embutidas em pequenas frases, soltas aqui acolá, mas ditas com precisão de ourives, seja por André Guerreiro Lopes, que compõe seu ‘novo bandido’ com garra de veterano, seja por Helena Ignez – que tem a capacidade invejável de tornar interessante, sensível e singular tudo o que faz -, seja pela impressionante performance de Ney Matogrosso, provando ser o magistral intérprete da MPB que é porque carrega n’alma uma carga dramática só presente nos Atores de formação visceral.

Thiago Fogolin/UOL

Jane (Djin Sganzerla) é namorada de Tudo-Ou-Nada (André Guerreiro Lopes)

Não vou contar o filme porque quero que você, leitor amigo e potencial espectador, tenha o direito de ir ver a obra como se fora uma página em branco, onde possa escrever seus sentimentos conforme eles lhe chegarem, deixando-os conduzi-lo pelos caminhos que melhor se ajustarem aos seus padrões.

Mas quero deixar registrado o quanto é magnânimo, vigoroso e de extrema beleza o final ‘preparado’ por esta Pequena Grande Mulher de nossa Sétima Arte, a eterna Musa, querida Diva e colossal Artista que assina pelo nome de HELENA IGNÊZ. 

O bandido da luz vermelha

Helena sobre NEY: ‘um símbolo que quebra tabus, que alarga o comportamento mental’.

Ainda que outros méritos não tivesse, só por seu final antológico, LUZ NAS TREVAS já merece entrar em toda seleção de qualquer festival do mundo, e deve constar, com louvor, em qualquer relação dos grandes filmes da década.

LUZ NAS TREVAS tem o poder avassalador do cinema Sganzerliano e a doçura e delicadeza poética que são marca registrada de HELENA IGNÊZ.

LUZ NAS TREVAS – A Volta do Bandido da Luz Vermelha tem estreia marcada para 4 de maio, no Rio de Janeiro, e dia 11 na capital paulista. 

Vamos ao Cinema ! E vamos logo na primeira semana: no Brasil, o filme que não fizer bilheteria “X” na primeira semana de exibição, é retirado de cartaz.

Portanto, vamos ao cinema e vamos logo na semana de estreia !!! 

Simone Spoladore tem participsção expressiva (foto Gabriel Chiarastelli) 

LUZ NAS TREVAS honra todos os prêmios recebidos, e sua inteligência merece um filme com a marca, a grandeza e a competência desta obra-prima de Sganzerla-Helena e Rogério-Ignez. Um casamento de ideias, reflexões, pensamentos e sentidos que resultou em mais uma obra-prima da Cinematografia SGANZERLA – aqui entendida como uma ‘obra de família’, para a qual colaboram – com vida, sentimentos, força, corpo e alma – Helena Ignez, Sinai e Djin Sganzerla – os dois frutos do lendário casal – e André Guerreiro Lopes, o ator e genro querido, marido de Djin, e grande Artista das linguagens multimídias tão em voga nos dias que correm.  

UMA SÍNTESE SENSORIAL

 
“…quis mostrar também o lado neurótico, incômodo, difícil, da mulher moderna. Pela primeira vez em nosso cinema, uma mulher canta, berra, bate, dança, deda, faz o diabo. Neste filme ela é Marlene Dietrich, co-dirigida por Mack Sennet e José Mojica Marins, isto é, por mim.” (Rogério Sganzerla, sobre Helena Ignez em A Mulher de Todos, seu filme de 1969)
 
Em 2009, na direção de Luz Nas Trevas, Helena Ignez filma diversas mulheres que cantam, berram, batem, dançam, dedam, fazem o diabo. E, ela mesma, está no elenco, no papel de Madame Zero.
 
 
Helena Ignez nos bastidores do filme: dedicação e paixão em tom maior…
 
São muitas as intersecções de Luz Nas Trevas com o primeiro filme, como, por exemplo, o uso de diversas narrações com diferentes pontos-de-vista. O Bandido da Luz Vermelha volta como presidiário, e agora é interpretado por Ney Matogrosso, que dá vida ao personagem imortalizado por Paulo Villaça (1946-1992), no primeiro filme. “Quando Helena me convidou e disse do meu olhar, eu já sabia o que eles queriam”, afirma Ney.
 
foto
Bruna Lombardi é uma das mulheres fortes de Luz nas Trevas
 
Além dele e de Helena Ignez, o elenco conta com mais de 80 atores, e a participação de diversos figurantes da comunidade de Heliópolis. Estão no trama, André Guerreiro Lopes, Djin Sganzerla, Maria Luísa Mendonça, Sérgio Mamberti, Simone Spoladore, Sandra Corveloni, Bruna Lombardi e Arrigo Barnabé.

Ney Matogrosso é o Bandido da Luz Vermelha (Foto: Gabriel Chiarastelli/Divulgação)
 
Esta não é a estreia de Ney na telona. O cantor, que já atuou num longa-metragem e em dois curtas, admite que aceitou o convite “meio assustado”, mas topou o desafio e diz que chega a se identificar com Luz Vermelha – personagem a um só tempo cruel, engraçado e debochado: “Ele faz crítica social. Ele se diz um Robin Hood dos pobres. O ponto de vista dele é de defesa do povo brasileiro e eu concordo com isso. (…) Ele se refere muito ao terceiro mundo, ao terceiro imundo, ele fala.”Já a personagem de Djin, se chama Jane – tal como a personagem de Helena no  filme de 1968. Helena interpretou a namorada de Luz Vermelha, e, em LUZ NAS TREVAS, Djin é a companheira de Tudo-Ou-Nada, filho do bandido com a personagem da atriz Sandra Corveloni, vencedora da Palma de Ouro de Melhor Atriz em Cannes.“O que se leva dessa vida, é a vida que se leva”. É com essa fala da Jane que a atriz começa a contar um pouco sobre sua personagem, que não têm apenas o nome em comum com a personagem vivida por sua mãe, garante a atriz: “As duas são mulheres fortes. São independentes e não esperam nada do homem, além da satisfação, da alegria do momento presente”. 

 
Djin: desafio e alegria em protagonizar roteiro do pai…
 
Ao mesmo tempo são Janes distintas. Para Djin, a principal diferença entre elas é que a sua personagem gosta do Tudo-Ou-Nada. A Jane do Bandido, porém, tem outra relação: “Ela é uma pistoleira tanto quanto ele. Ela é quem o dedura e se vinga. A minha Jane já não entraria no mundo do crime ao ponto de se incriminar. Por mais que ela seja um pouco selvagem, um pouco louca, ao mesmo tempo ela pensa que ele poderia mudar de vida”.
 
 
O preparo para viver a Jane de Luz nas Trevas – A Revolta de Luz Vermelha foi feito de diversas formas. Djin buscou inspiração em filmes, no trabalho da mãe e, principalmente, em uma fonte interna. “Eu empresto para a personagem uma certa liderança, a determinação e a vontade de viver, mas, ao mesmo tempo, sou diferente de tudo isso. Eu acho que esse é o grande prazer de viver uma personagem que é e não é como eu sou”, afirma a atriz. “A Jane é uma mulher que vive o momento presente. Ela representa o ápice do frescor, da alegria e do amor”, completa. 
 
 
Para DJIN, participar do filme é uma satisfação enorme e ela aponta o roteiro como ponto forte do filme: “É muito original, não convencional na forma de pensar e fazer cinema. É poético e, ao mesmo tempo, anárquico, um roteiro dos tempos atuais, é algo extraordinário”.
 
* Com informações de Silvia Ribeiro (G1, São Paulo), e Danielle Noronha, do UOL

Cine Ceará abre inscrições. Festival será em junho

Abertas as inscrições à 22ª edição do Cine Ceará – Festival Ibero-Americano de Cinema. As inscrições de longas e curtas-metragens podem ser feitas até 31 de março. O regulamento completo do festival, organizado pela Associação Cultural Cine Ceará, está disponível em http://cineceara.com 

Concorrem ao Troféu Mucuripe filmes inscritos como longa (divididos em filme, direção, fotografia, edição, roteiro, som, trilha sonora original, direção de arte, ator, atriz e prêmio da crítica) e curta (filme, direção, roteiro, produção cearense e prêmio da crítica). 

Os curtas devem ter sido realizados por produtores e/ou diretores brasileiros, ou radicados no país há mais de três anos, e podem ter até 20 minutos de duração, em qualquer formato. Devem ainda ser obras concluídas a partir de janeiro de 2011 e não podem ter participado de processos seletivos nas edições anteriores do Cine Ceará.  Já os longas devem ter duração mínima de 70 minutos, finalizados a partir de 2010 por produtores e/ou diretores ibero-americanos (países da América Latina e o Caribe, Portugal e Espanha), em formatos profissionais. 

Petrus Cariry foi o grande vencedor ano passado com o longa “Mãe e filha”…

Os prêmios da crítica para melhor curta e longa serão concedidos por um júri formado por membros da Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema. Para o melhor longa, conforme o júri oficial, será concedido prêmio especial no valor de U$10.000,00 (dez mil dólares). Haverá ainda a entrega do Troféu Mucuripe de melhor curta da mostra Olhar do Ceará, para o qual haverá um júri de estudantes das universidades de Fortaleza. 

O 22° Cine Ceará é uma promoção da Universidade Federal do Ceará através da Casa Amarela Eusélio Oliveira, com apoio do Governo do Estado do Ceará por meio da Secretaria da Cultura, e do Ministério da Cultura através da Secretaria do Audiovisual. A realização é da Associação Cultural Cine Ceará e conta com patrocínio de empresas públicas e privadas, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (SIEC) e da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

O Povo do Mangue

 

A Associação de Pescadores Artesanais da Grande Nova Rosa da Penha (Ascapenha) lançará na próxima segunda  o documentário O Povo do Mangue. A exibição é gratuita e acontecerá às 18 horas, na Escola Estadual Teotônio Brandão Vilela, em Nova Rosa da Penha II. A obra faz parte da série composta por três documentários produzidos por trabalhadores do mangue a partir do projeto Povos e Mangues: o Audiovisual na Educação Ambiental de Cariacica

Os curtas-metragens são resultado das oficinas gratuitas realizadas junto a trabalhadores de três associações sediadas no município. A série aborda como a pesca e a caça indiscriminadas e a poluição ameaçam a sobrevivência da atividade e do manguezal. O tema das produções é comum aos diferentes grupos de trabalhadores, mas cada documentário retrata a experiência e a realidade de trabalho de uma das comunidades participantes.   

A exibição do documentário da Associação de Pescadores Artesanais de Porto de Santana (Apaps) aconteceu dia 5  na Igreja Estrela Viva, no bairro. Na mesma tarde, foi a vez da Associação de Pescadores, Marisqueiros e Caranguejeiros de Nova Canaã exibir, no Posto de Saúde do bairro, o curta feito pela entidade.  O lançamento do documentário de Nova Rosa da Penha II, na próxima segunda, encerrará o circuito de exibição  dos documentários.

A realização é  do Instituto Marlin Azul, com patrocínio do Ministério da Justiça, e conta com parceria da Secretaria de Meio Ambiente e da Secretaria de Educação da Prefeitura Municipal de Cariacica, e da Ong Bioma Brasil.    

Produção

O projeto Povos e Mangues: o Audiovisual na Educação Ambiental de Cariacica ofereceu formação nas áreas da linguagem e das técnicas audiovisuais para a produção de conteúdos ligados à educação ambiental.A construção do roteiro aconteceu de forma coletiva no decorrer dos encontros com a equipe do Instituto Marlin Azul.  Depois, cada associação montou um plano de produção e filmagem com orientação de profissionais e, em seguida, gravou imagens e entrevistas com os personagens. As cenas foram captadas em diferentes ambientes, como no próprio manguezal, em ruas, casas e locais de venda dos peixes e mariscos.   

Animação  

O projeto Povos e Mangues: O Audiovisual na Educação Ambiental de Cariacica começou a ser desenvolvido em 2009 nas escolas da rede municipal de educação de Cariacica, envolvendo alunos em oficinas audiovisuais para a realização de curtas-metragens de animação com temática ambiental.   Foram realizadas cinco oficinas de animação nas seguintes escolas: no Centro Municipal de Educação Infantil “Erenita Rodrigues Trancoso”, em Itacibá; na Escola Municipal de Ensino Fundamental “Tânia Pôncio Leite”, em Vila Cajueiro; na Escola Municipal de Ensino Fundamental “Martin Lutero”, em Flexal II; na Escola Municipal de Ensino Fundamental “Amenóphis de Assis”, em Vale Esperança; e na Escola Municipal de Ensino Fundamental “Euvira Benedita Cardoso da Silva”, de Novo Brasil.

As obras audiovisuais, com roteiro, desenhos, animação e direção das crianças e adolescentes, abordam diferentes temas, entre eles: a lenda do Capitão do Mangue; a história de ocupação das áreas de manguezal durante a migração ocorrida nas três últimas décadas; e o ciclo de vida do caranguejo, comparando com as fases de vida do ser humano.  

 Histórico  

O município de Cariacica, localizado na Região Metropolitana da Grande Vitória (ES), possui áreas de manguezal que sofreram com o crescimento urbano desordenado, acumulando problemas como deposição de lixo, ocupação irregular, contaminação por esgotos domésticos, devastação da mata, pesca e caça predatórias.  Com o compromisso de recuperar e preservar o ecossistema, a Prefeitura Municipal de Cariacica, em parceria com a Ong Bioma Brasil, criou o projeto Povos e Mangues, cuja proposta é capacitar educadores para atuar junto aos alunos das escolas públicas do entorno do manguezal, promovendo a educação ambiental e incentivando a mobilização e o fortalecimento comunitário. Nesse contexto foi criado o manual Os Maravilhosos Manguezais, desenvolvido pelo Bioma Brasil. 

A fim de ampliar a abrangência do manual, o Instituto Marlin Azul propôs a utilização da linguagem audiovisual como ferramenta pedagógica adicional ao trabalho dos professores, envolvendo alunos e comunidades ribeirinhas no processo de conscientização ambiental através da produção e difusão de conteúdos audiovisuais educativos. 

Rosária e a Animação de Niemeyer

Estudantes da rede pública iniciam segunda-feira (07) os desenhos das cenas de um curta-metragem de animação, a ser ue será apresentado na noite de encerramento do  17º Vitória Cine Vídeo.  

Estela, uma estudante de ensino fundamental de Vitória, embarca numa nave do tempo para uma aula diferente sobre história. Acompanhada de um dos mais importantes arquitetos  contemporâneos do mundo, Oscar Niemeyer, ela passeia pelas curvas das principais obras do artista ao mesmo tempo em que assiste a acontecimentos históricos. 

O roteiro orientará um grupo de alunos da rede pública na produção das primeiras cenas do curta-metragem da nova edição do Projeto Animação. A atividade faz parte da oficina de animação a se realizar de segunda-feira a sexta (11/06), na Escola Municipal de Ensino Fundamental Neusa Nunes Gonçalves, de Nova Palestina, em Vitória. 

Esta será a segunda de cinco oficinas em preparação ao filme de animação que será apresentado na noite de encerramento do 17º Vitória Cine Vídeo, marcado para o final do ano. A realização é do Instituto Marlin Azul e conta com parceria da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura. 

Roteiro

 Durante a primeira oficina, realizada em maio, os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental José Áureo Monjardim, de Fradinhos, discutiram e desenvolveram o roteiro da obra audiovisual com o acompanhamento da cineasta Luelane Corrêa

A inspiração para o desenvolvimento da história foi o arquiteto Oscar Niemeyer, um dos mais reconhecidos profissionais da arquitetura contemporânea internacional, responsável por criar novas formas de utilização do concreto armado, redesenhando o espaço urbano. 

Nascido no Rio de Janeiro, em 1907, o artista elaborou projetos como os edifícios públicos de Brasília (Congresso Nacional, Palácio do Planalto, Palácio Alvorada); o Memorial da América Latina; o Museu de Arte Contemporânea e a sede da Organização das Nações Unidas (ONU); entre várias outras obras espalhadas pelo Brasil e pelo Mundo.

A fundação ligada ao arquiteto autorizou o desenvolvimento do filme a partir das informações disponibilizadas no site da instituição (www.fundacaooscarniemeyer.com.br). Os estudantes capixabas homenagearão o arquiteto percorrendo uma linha do tempo para lembrar as principais obras do artista e alguns acontecimentos da história do Brasil e do Mundo ocorridos ao longo destes 102 anos de vida de Niemeyer, que completa 103 anos em 15 de dezembro.

 Animação 

Nesta segunda fase, os estudantes de Nova Palestina darão forma e cores à história criada pela primeira turma do projeto. Para montar as cenas, eles aprenderão técnicas de animação como desenho em papel, animação em massinha, recorte e pixilation (técnica de animar pessoas através do uso da fotografia digital).

Tem um Dragão no meu Baú, criação da carioca Rosária

Os alunos serão orientados pela animadora Rosária, do Rio de Janeiro. Dentre seus trabalhos, a produção de vinhetas, videoclipes e campanhas institucionais para televisão. No cinema, além de animar várias sequências de filmes, escreveu, dirigiu e animou o premiado curta Tem um Dragão no Meu Baú (2005) e o recém-lançado A Menina da Chuva, ambos com roteiros premiados pelo Ministério da Cultura. 

As próximas oficinas serão desenvolvidas, entre os meses de julho e setembro, na EMEF Juscelino Kubitschek de Oliveira, em Maria Ortiz; EMEF Eliane Rodrigues dos Santos, na Ilha das Caieiras; e novamente na EMEF José Áureo Monjardim, em Fradinhos.

Finalizado em 35 mm, o curta terá roteiro, desenho, animação e direção de 150 alunos do 6º ao 9º ano (5ª a 8ª série) do ensino fundamental de quatro escolas públicas da capital.

 Saiba mais 

Criado em 2001, o Projeto Animação tem por objetivo desenvolver as formas de expressão e promover o resgate cultural e artístico, democratizando o acesso aos bens culturais pela população infanto-juvenil local. A cada ano, um novo filme é produzido por novas turmas de alunos, possibilitando a inclusão e o desenvolvimento do saber audiovisual para turmas de crianças e adolescentes.

Desde a criação do projeto foram realizados os seguintes curtas-metragens: Mangue e Tal (2002); Portinholas (2003); Zen ou Não Zen? Eis a questão (2004); Vitória pra Mim (2005); Albertinho (2006); Ele (2007); Mestre Vitalino e Nós no Barro (2008) e Um Fio de Esperança (2009).

CURTA AMAZÔNIA INCENTIVA CRIAÇÃO de ROTEIRO

Visando a estimular novos talentos na área de roteiro para cinema, Carlos Levy (organizador do Festival de Cinema CURTAMAZÔNIA) conclama estudantes, profissionais liberais e a comunidade de Porto Velho em geral para esta nova campanha de estímulo e incentivo à criação de histórias para virar roteiro cinematográfico. 

É isso mesmo!!! Você que gosta de escrever as mais diferentes histórias, seja do cotidiano ou não, faça isso a partir de agora e concorra a uma PRODUÇÃO CINEMATOGRÁFICA EM VÍDEO após a realização do 1º Festival de Cinema CURTAMAZÔNIA/2010

Sua história será sorteada durante o festival. O VENCEDOR terá a sua disposição uma equipe de cineastas de Rondônia e Belém para auxiliar na execução de seu roteiro cinematográfico e equipamentos para realização de seu filme de curta-metragem.

Não perca tempo, seja criativo e comece a escrever sua história que ela vai virar roteiro cinematográfico e depois um filme. 

É simples: escreva sua história e mande para o endereço abaixo. Inscrições gratuitas.

As locações das produções se limitam à capital de Porto Velho. Consta no kit de produção cinematográfica: Finalização do roteiro, externas com cinegrafista, equipe de produção, finalização digital, GC e 100 Cópias em mídia DVD do material finalizado.

 PROMOÇÃO: ASSOCIAÇÃO CURTA AMAZÔNIA

PARCERIA: ABD/RO, Imprensa e sites parceiros do Estado de Rondônia.

 Mande sua história somente para o seguinte endereço:

 ASSOCIAÇÃO CURTA AMAZÔNIA

Rua Raimundo Cantuária, 712-B, Bairro Baixa União, CEP: 76.805-862, Porto Velho-RO

Informações: (69) 3224-7077 – festival@curtamazonia.com