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David Cardoso mistura fumaça, chuva & poesia, e faz um cinema que encanta

Considerado ‘Rei da Pornochanchada’, DAVID CARDOSO viaja o país lançando sua autobiografia e o belo curta-metragem ”Maria Fumaça, Chuva e Cinema”

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David Cardoso na noite de lançamento de sua biografia no Festival de Cinema de Araxá (foto Alex Silva)

Conhecer David Cardoso foi uma das gratas surpresas colhidas em nossas andanças, Brasil afora, costumeiramente no circuito de festivais de cinema. O fato de ele ser uma espécie de ‘Celebridade da Sétima Arte’ – conhecidíssimo em todo o país pelos mais de 70 filmes dos quais participou – sempre dá aquela sensação de encabulamento ao se aproximar. Não aconteceu só comigo: muitos são os amigos que chegam e falam: “Será que posso falar com ele ?, ‘Será que fica chato pedir pra tirar uma foto?”

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TRIO DE CINEMA: David Cardoso, Carlos Alberto Ricelli e Rubens Ewald Filho…

Sendo filha de um emérito crítico de cinema – L.G. de Miranda Leão -, claro que já ouvira falar muito em David. Cardoso. Ademais, quando o conheci pessoalmente, estava junto de um amigo em comum, que me falou super bem dele, o jornalista Rubens Ewald Filho, a ‘Enciclopédia Ambulante de Cinema’, como costumo dizer carinhosa e apropriadamente com ele, que é um Grandíssimo Querido e uma das pessoas mais gentis e afetuosas que conheço. E se Rubens me dizia que David era essa pessoa simples, generosa, bom caráter, amigo de verdade, e tantas outras qualidades apontava, eu sabia que em David encontraria um amigo. Então guardei o encabulamento como uma violinha num saco, e fui conversar com David.

David e eu (2)

E Rubens Ewald Filho estava certíssimo ! De lá pra cá, já se passaram uns 3 anos, e eu e David Cardoso ficamos amigos, e é sempre uma enorme alegria reencontrá-lo !

David Cardoso tem uma prosa farta e agradável. Difícil estar com ele sem dar boas risadas, falar muito sobre Cinema, cantarolar algumas pérolas do nosso cancioneiro, e tirar sarro das situações mais bizarras. Dizendo melhor: David Cardoso é um gentleman, um homem de Cinema (de fato e de direito), e um Querido, indo e voltando.

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Leandro Firmino da Hora, Rubens Ewald Filho, David Cardoso, Aurora Miranda Leão e Germano Pereira na edição 2012 do Festival de Anápolis

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David Cardoso com Aurora de Cinema e Felipe Brida, em noite de lançamentos no Anápolis Festival, em Goiás, em maio de 2013…

Mas aqui vamos tentar agora falar sobre o curta-metragem que ele escreveu e dirigiu, o Maria Fumaça, Chuva & Cinema.

Trata-se de uma obra despretensiosa, na qual David apenas conta, de forma singela, sensível e revelando extremo amor pelo Cinema, o momento crucial de sua biografia, o instante no qual a vocação artística gritou com força no seu coração de menino e o fez decidir-se, irremediavelmente, para o mundo que desde cedo lhe fascinava. 

Maria Fumaça, Chuva & Cinema é uma pequena jóia da Cinematografia. Para muito de nós, que também fazemos parte da mesma família de apaixonados pela magia das imagens na enorme tela que irradia luz numa sala escura, o filme bem poderia ter sido feito por qualquer um de nós.

David Cardoso contracenando com Vera Fischer…

O curta nasceu da vontade de David Cardoso de contar ao mundo o porquê de sua incursão na Sétima Arte, o porquê de seu encantamento com as imagens em movimento, o porquê de sua entrada e permanência apaixonada num ofício que, ao mesmo tempo em que fascina, também é cheio de percalços, dificuldades, incertezas.

David Cardoso ao lado do Rei Roberto Carlos, com a primeira esposa e o filho David Cardoso Jr., que ele chama carinhosamente de Davizinho…

E está justamente nessa capacidade de comunicação imediata com a platéia e identificação instantânea com a história do garoto encantado com o primeiro filme visto na telona – decisivo para sua opção profissional pro resto da vida -, que está o grande trunfo do curta de Davi Cardoso, Maria Fumaça Chuva & Cinema.

Uma espécie de Cinema Paradiso rodado em Mato Grosso, terra natal do artista, Maria Fumaça, Chuva e Cinema tem como protagonistas dois dos filhos de David – David Cardoso Jr. e Tallyta, que dão vida aos pais de David na história. Os dois são bonitos e não negam herdar a vocação do pai para a arte da interpretação: compõem com delicadeza e propriedade os papéis que lhes foram entregues. No papel principal, vivendo o próprio David (cujo nome de batismo era Darci), um garoto matogrossense, escolhidos entre centenas de garotos para fazer o protagonista. E é incrível como o estreante foi bem preparado para a cena – tarefa que coube a David Cardoso Júnior – e dá conta de protagonizar a história de David Cardoso com competência e um olhar de ingenuidade marcante, que deixam o ator mirim ainda mais parecido com o Darci que David Cardoso deve ter sido quando ainda sonhava em um dia brilhar nas telas do cinema e ser conhecido no mundo inteiro por sua presença nas telas de cinema.

Na trajetória de David Cardoso, tudo começa com o filme Mogambo

Ainda um pré-adolescente, David Cardoso, hospedado na casa de uma tia em São Paulo, foi levado pela primeira vez ao cinema. O filme era MOGAMBO. O garoto ficou absolutamente perplexo com a magia das imagens em movimento, e conseguiu que a tia lhe deixasse ficar um dia inteiro no cinema vendo o filme.

Num tempo em que se podia ir a uma sessão de cinema e ficar dentro da sala esperando até começar a próxima exibição (sem precisar sair e pagar nova entrada), David Cardoso assistiu a MOGAMBO mais de 50 vezes – levado pela bondosa tia, que lhe deixava no cinema em São Paulo com um enorme pão fatiado com manteiga e mortadela, e uma garrafa de suco -, e tudo isso fez com que Darci Cardoso fosse arrebatado definitivamente para a estrada do Cinema.

No curta Maria Fumaça, Chuva & Cinema, David Cardoso conta sua própria história e o faz como se contasse uma história de qualquer garoto que se apaixona ainda criança pelo Cinema, e decide que aquele vai ser o seu mundo, o mundo onde ele quer viver, trabalhar e passar o resto dos seus dias.

O roteiro foca no dia em que o clássico MOGAMBO chega à cidade de David Cardoso, que fica sabendo,  dentro de um vagão de trem, que o filme estava chegando à sua pequena Campo Grande e seria exibido na cidade. Daí até chegar ao momento da exibição de Mogambo para os conterrâneos de David é uma saga, recheada de sutilezas poéticas que vão se construindo em cenas de beleza quase artesanal, num matelassê afetivo que David constrói como roteirista e diretor com rajadas de sensibilidade, belos enquadramentos, delicadezas de luz e som, sutilezas de curvas dramáticas e afinada atuação do elenco – destaque para a presença também do caçula de David, o lindo e esperto Oswaldo (como o avô paterno) em cenas onde os amigos do protagonista esperam pra ver e depois estão na aguardada sessão de MOGAMBO.

E nas entrelinhas de Maria Fumaça Chuva & Cinema estão camadas de um benfazejo despojamento e humildade de David Cardoso, que poderia não ter revelado o sonho de ser um astro famoso de Hollywood e beijar Marilyn Monroe, mas não: tudo está lá, exposto na tela, conforme David sonhava. E o artista, de longa e vitoriosa carreira no cinema e na televisão, poderia ter suprimido essas e outras passagens para tornar sua biografia mais ‘grandiosa’ e seus sonhos de menino mais cheios de proeza. Mas como David Cardoso não é pessoa de fingir aparências e nem de aparentar o que não lhe vai no coração, o curta Maria Fumaça, Chuva & Cinema é, de fato, um retrato fiel da alma e do pensamento do artista – ator, produtor, diretor, roteirista, piloto, administrador – DAVID CARDOSO.

 

David embarcou na aventura de dirigir um curta-metragem com pouca verba e alguns apoios, filmando longe dos grande centros produtores, e sabia exatamente o que queria dizer em forma de som e imagem. E o fez com simplicidade, delicadeza e extremo senso de fidelidade à própria história.

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Quando amigos se encontram: Germano Pereira, Aurora Miranda Leão, Rubens Ewald Filho e David Cardoso…

E aí está, por certo, o segredo do sucesso de David Cardoso como Artista e como ser humano. Assim como David é fora das telas – brincalhão, simples, extrovertido, profissional consciente, ecologista, defensor dos animais, do meio ambiente e da solidariedade às grandes causas, assim é seu filme: honesto, singelo, bem produzido e realizado, fiel ao personagem enfocado, e, sobretudo, uma generosa e afetiva declaração de Amor à Sétima Arte.

É isso que faz de Maria Fumaça, Chuva & Cinema um dos mais belos curtas realizados no Brasil com uma pulsação humana visceral que o faz apreciado por pessoas de qualquer idade, e é capaz de torná-lo encantador para plateias de qualquer parte do mundo.

Em noite de Cinema em Araxá: Alice (CINÉDIA) Gonzaga, Aurora Miranda Leão e David Cardoso… foto by Alex Silva

Por tudo isso é que David Cardoso não passa incólume em lugar algum onde vá: ele sempre retorna pra casa com novos e muitos convites para ir lançar seu livro, exibir seu filme, fazer palestras e/ou participar de debates sobre Cinema e questões afins em quaisquer eventos onde ser autêntico e fugir do estereótipo de celebridade seja mais importante que arrotar sapiciência e enumerar vantagens simplórias travestidas de conhecimento num terreno onde o descartável virou rotina e a desfaçatez posa de bacana.

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David Cardoso com Aurora Miranda Leão e Alice Gonzaga (foto Alex Silva)

Festival revigorado e LEA GARCIA consagrada com KIKITO

Festival de Cinema revigora-se, lota cidade e tem em Rubens Ewald filho Curador mais aplaudido dos festivais brasileiros…

Sucesso ! Essa é a sensação geral que paira entre os que participaram da 41ª edição do Festival de Cinema de Gramado, realizado de 9 a 17 deste agosto na adorável cidade serrana gaúcha.

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A Curadoria, representada pelos jornalistas Rubens Ewald Filho e Marcos Santuário, e pelo ator José Wilker, foi motivo de constantes elogios. ‘As pessoas em Gramado voltaram a se interessar pelos filmes: eles são o grande motivo de atenção aqui’, disse um dos agraciados com o cobiçado troféu Kikito, e parecia estar falando por todos.

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O crítico Rubens Ewald Filho, presença ultra festejada por cineastas, realizadores, produtores, artistas e imprensa, era saudado por todos com efusividade e reconhecimento ao belo trabalho curatorial.

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Germano Pereira, Aurora de Cinema e Rubens Ewald Filho…

Com a rede hoteleira lotada, e sem mais vagas nos hotéis no último final de semana do Festival, Gramado viu renascer aquele burburinho bom pelas suas ruas, praças, lojas e restaurantes, e viveu novamente dias de êxito e de cinema no centro das atenções durante os 9 dias de festival.

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Hermano Penna e Lima Duarte: homenagem aos 30 anos de ‘Sargento Getúlio’…

Com entrevistas coletivas, debates, lançamentos, mostras nos bairros, sessões infantis, sessões educativas, e mostras competitivas, os dias de festival reavivaram a chama do amor à Sétima Arte e o gosto por questões ligadas à produção, difusão e realização audiovisual.

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Letícia Sabatella acompanhou o parceiro Fernando Alves Pinto na noite de exibição do longa ‘Os Amigos’, de Lina Chamie…

Entre o público, formado por visitantes e os próprio moradores de Gramado, era visível o entusiasmo e a alegria de participar de evento tão relevante para a Arte e a Cultura.

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Germano Pereira, Cláudio Luzza e Rubens Ewald Filho…

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Rosa Helena Volk, Secretária de Turismo, entre os curadores Rubens Ewald Filho e Marcos Santuário…

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Vladimir Brichta, protagonista de ‘A Coleção Invisível’, conquistou ainda mais público com sua atuação, simpatia e simplicidade…

Dentre os muitos artistas, cineastas e nomes conhecidos, circularam em Gramado, Vladimir Brichta e Adriana Esteves, os dois super assediados e de notável elegância com a platéia; Othon Bastos, Lima Duarte, Murilo Rosa, Germano Pereira, Lea Garcia (que levou mais um KIKITO, desta vez por sua eloqüente atuação no curta marnhense ‘Acalanto’. De Arturo Sabóia; Rodrigo Lombardi, Marco Ricca, Letícia Sabatella e Fernando Alves Pinto, Jeferson De, Clarice Abujamra, Paulo César Pereio, André Di Biase, Kadu Moliterno, Leandra Leal, Roberto Birindelli, Clemente Viscaíno, Thogum, Teca Romualdo, João Lima, José Victor Castiel, Cesar Troncoso, Ludmila Rosa, Fernanda Carvalho Leite, e Fernanda Moro, para citar apenas os que a memória guardou.

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O júri confirmou os aplausos da platéia e concedeu 6 Kikitos ao curta ‘Acalanto’, do cineasta Arturo Sabóia, do Maranhão, que transpôs para a telona o conto ‘A Carta’, do escritor português Mia Couto, com um resultado impressionantemente belo. Exibido na última noite da competição, o curta causou um indisfarçável impacto positivo. A impressão geral é que o Melhor curta fora exibido aquela noite. E assim foi…

Jeferson De produziu a mais tocante imagem do Festival ao reverenciar LEA GARCIA ajoelhado…

Lea Garcia, intérprete magistral do Brasil (que estreou na telona com o Orpheu de Vinícius e Marcel Camus em 58, e em 59 já sagrava-se internacionalmente vitoriosa com a segunda colocação entre as atrizes que concorriam à cobiçada Palma de Ouro), começou a ser saudada por todos os espaços de Gramado. Não deu outra: a atriz levou o KIKITO de Melhor Atriz, feito que já acontecera em 2005 quando da vitória com o filme “Filhas do Vento”, de Joelzito Araújo. Depois do KIKITO, Lea deixou Gramado surpresa, emocionada e feliz, consagrada no afeto e nas fotos dos muitos que a procuraram pela cidade – e também via e-m e celular.

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Aguardem o próximo post Aurora de Cinema sobre o Festival de Gramado. Ainda há muito por dizer e contar.

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Aurora Miranda Leão entre o magnânimo ator Irandhir Santos, e o jornalista Luiz Carlos Merten…

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Leandra Leal, pela segunda vez consecutiva, é Melhor Atriz em Gramado, e Bruno Safadi, o diretor do filme ‘Éden’…

CONFIRA TODOS OS VENCEDORES 

CURTA-METRAGEM
Desenho de som: Tiago Bello, Marcos Lopes e Rita Zart, por Tomou Café e Esperou
Trilha-sonora: Luiz Oliviéri, por Acalanto
Direção de arte: Rogério Tavares, por Acalanto
Montagem: Gilberto Scarpa e Vinícius Gotardelo, por Merda!
Fotografia: Alexandre Samori, por Arapuca
Roteiro: Francine Barbosa e Pedro Jorge, por A Navalha do Avô
Atriz: Léa Garcia, por Acalanto
Ator: Kauê Telloli, por A Navalha do Avô
Prêmio Especial do Júri: Carregadores do Monte Serrat, de Cassio Santos e Julio Lucena
Melhor Filme (Júri Popular): Acalanto, de Arturo Sabóia
Melhor Diretor: Acalanto, de Arturo Sabóia
Melhor Filme: Acalanto, de Arturo Sabóia

– Prêmio Canal Brasil
A Navalha do Avô, de Pedro Jorge

– Prêmio Dom Quixote
Repare Bem, de Maria de Medeiros
Menção Honrosa: A Oeste do Fim do Mundo, de Paulo Nascimento, e Venimos de Muy Lejos, de Ricardo Piterbarg

LONGAS ESTRANGEIROS
Fotografia: Eduardo Ramírez Gonzáles, por Cazando Luciérnagas
Roteiro: Carlos Francos Esguerra por Cazando Luciérnagas
Atriz: Valentina Abril, por Cazando Luciérnagas
Ator: Cesar Troncoso, por A Oeste do Fim do Mundo
Prêmio Especial do Júri: Venimos de Muy Lejos, de Ricardo Piterbarg
Melhor Filme (Júri Popular): A Oeste do Fim do Mundo, de Paulo Nascimento
Melhor Diretor: Roberto Flores Prieto, por Cazando Luciérnagas
Melhor Filme: Repare Bem, de Maria de Medeiros

– Júri da Crítica
Melhor Curta-metragem: Os Filmes Estão Vivos, de Fabiano de Souza e Milton do Prado
Melhor Longa-metragem estrangeiro: Repare Bem, de Maria de Medeiros
Melhor longa-metragem brasileiro: Tatuagem, de Hilton Lacerda

LONGAS BRASILEIROS
Melhor atriz coadjuvante: Clarisse Abujamra, por A Coleção Invisível
Melhor ator coadjuvante: Walmor Chagas, por A Coleção Invisível
Melhor desenho de som: Edson Secco, por Éden
Melhor trilha musical: Dj Dolores, por Tatuagem
Melhor direção de arte: Eloar Guazzelli e Pilar Prado, por Até que a Sbórnia nos Separe
Melhor montagem: Karen Harley, por Os Amigos
Melhor Fotografia: Gallo Rivas, por A Bruta Flor do Querer
Melhor Roteiro: Domingos de Oliveira, por Primeiro Dia de um Ano Qualquer
Melhor Atriz:  Leandra Leal, por Éden
Melhor Ator: Irandhir Santos, por Tatuagem
Prêmio Especial do Júri: Revelando Sebastião Salgado, de Betse de Paula
Melhor Filme (Júri Popular): Até Que a Sbórnia nos Separe, de Otto Guerra e Ennio Torresan Jr; e A Coleção Invisível, de Bernard Attal
Melhor Diretor: Andradina Azevedo e Dida Andrade, por A Bruta Flor do Querer
Melhor Filme: Tatuagem, de Hilton Lacerda

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Festival de Gramado teve edição vitoriosa em 2013…

Wagner Moura, prêmios e Tatuagem em Gramado

Consagrado pela versatilidade e potência de seu talento invulgar, WAGNER MOURA fez belo discurso ao receber a merecida estatueta das mãos do jornalista e curador, Rubens Ewald Filho…

A noite de domingo foi de muito frio, muita gente circulando, entrega de prêmios e a exibição de Tatuagem, em Gramado.

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Às 19h, começou a cerimônia de premiação da Mostra Gaúcha – Prêmio Assembleia Legislativa, no Palácio dos Festivais. Anualmente, a produção local de curtas-metragens é exibida na Mostra Gaúcha, integrante da programação oficial do festival. 18 títulos integraram a competição deste ano (fotos de Edison Vara).

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Cláudio Luza, Rubens Ewald Filho e Germano Pereira…

Os curtas-metragens foram exibidos em dois blocos, em sessões públicas no Palácio dos Festivais. No sábado, foram projetados os primeiros nove curtas e ontem aconteceu o segundo bloco, com os outros nove. Além da Mostra Gaúcha – Prêmio Assembleia Legislativa -, os concorrentes receberam o Prêmio Exibição Curtas Gaúchos RBS TV de Melhor Curta. Este prêmio objetiva incentivar e valorizar a produção gaúcha de curta-metragem com temática e classificação etária livre para exibição na televisão.

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O vencedor de melhor filme, O Matador de Bagé, recebeu o Troféu Assembleia Legislativa das mãos do deputado Pedro Westphalen, presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, e prêmio no valor de R$ 5 mil. Além de R$ 8 mil em locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria da Naymar-POA. O prêmio inclui ainda bolsa num dos cursos ministrados pela Foco BR. Os vencedores das outras categorias também receberam troféu e prêmio no valor de R$ 2,5 mil.

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A fala do Secretário da Cultura do RS, Luís Antônio de Assis Brasil…

A Comissão julgadora foi composta por Andréa Cals (jornalista, produtora e curadora do Canal Curta), o ator Bruno Torres, Eduardo Paiva (professor de produção audiovisual), e o jornalista Paulo Henrique Silva, diretor da Abraccine.

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Renata Boldrini e Leonardo Machado, os apresentadores…

*** Circulando pelos bastidores, fiquei sabendo que um dos momentos mais tocantes foi a acertada Homenagem ao ator Wagner Moura, que veio acompanhado da mãe Deri, e era só emoção e simpatia.

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Wagner Moura e a mãe, Deri, no Palácio dos Festivais…

Wagner Moura recebeu troféu Cidade de Gramado das mãos de Rubens Ewald Filho e fez elogiosas saudações ao emérito crítico…

Vencedores da Mostra Gaúcha 2013

Melhor produtor executivo
Maurício Santos da Silva por “Ed”
Melhor edição de som
Tiago Bello por “Tomou Café e Esperou”

Melhor música

Frank Jorge por “O Matador de Bagé”

Melhor direção de arte
Pedro Karam por “Férias”

Melhor montagem

Matheus Heinz por “Codinome Beija-Flor”

Melhor fotografia

Pablo Chasseraux por “Kassandra”

Melhor roteiro
Édnei Pedroso por “Armada”

Prêmio Exibição Curtas Gaúchos RBS TV

“As Memórias do Vovô” 

Melhor atriz

Aline Jones, por “A Princesa”

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Elenco do curta ‘O Matador de Bagé’…

Melhor ator

João França, por “O Matador de Bagé”

Melhor diretor

Iuli Gerbase, por “Férias”

Melhor filme da Mostra Gaúcha

“O Matador de Bagé”, de Felipe Iesbick

Irandhir Santos protagoniza Tatuagem, de Hilton Lacerda, e dá show de atuação, mais uma vez…

* O SKY Hotel apóia a presença do blog Aurora de Cinema em Gramado…

Quem serão os selecionados de Gramado ?

Curadoria e comissões na fase de escolha dos concorrentes da 41a edição do Festival de Cinema

As últimas semanas foram intensas para a curadoria e as comissões de seleção do 41° Festival de Cinema de Gramado.

Com 580 trabalhos inscritos (que representam um incremento de 48% em relação aos números do ano passado), os integrantes da Curadoria e comissões de seleção já chegaram a um consenso sobre as obras que disputarão o cobiçado KIKITO e o Prêmio Assembléia Legislativa de Cinema Gaúcho.

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Curadoria: Rubens Ewald Filho, Marcos Santuário e José Wilker (foto Leonardo Peixoto)

 O perfil democrático entre a seleção de longas-metragens é um dos destaques desse ano, segundo o curador Rubens Ewald Filho – que repete a função ao lado de José Wilker e Marcos Santuário: “Muito além do aumento de inscrições, os filmes inscritos este ano tiveram um crescimento impressionante de qualidade. Foi difícil descartar nomes da lista. Mas o resultado tem um pouco de tudo e podemos esperar um Festival mais rico em propostas de filmes”, diz Rubens.

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Em foto de Cleiton Thiele, a comissão que analisa os curtas brasileiros…

Na seleção de curtas nacionais, a coordenadora da comissão, jornalista Ivonete Pinto, também comenta sobre o trabalho: “Com o barateamento dos meios de produção e com o aumento da entrada no mercado de alunos egressos dos cursos de graduação em cinema, o cenário está diferente. Foi um trabalho que exigiu esforço mental e físico, na busca de filmes que melhor investiram em estética, linguagem e temática”.

Entre os curtas gaúchos, a diversidade de gêneros, assuntos e estilos é um aspecto a ser destacado, segundo o crítico Robledo Milani: “Foi impressionante conferir a produção audiovisual gaúcha recente. São trabalhos que não se restringem mais somente à capital. Creio que teremos um painel bem amplo e indicativo do que de melhor foi feito cinematograficamente no Rio Grande do Sul no último ano”, comenta.

O belo e histórico Palácio dos Festivais, sede do mais badalado festival de cinema do país…

O 41° Festival de Cinema de Gramado será realizado de 9 a 17 de agosto e é uma realização da Prefeitura Municipal de Gramado, Coordenação Geral da Secretaria de Turismo com a colaboração da Gramadotur.

Comissão de curtas nacionais:

– Alexandre Cunha, jornalista e gerente de programação e aquisição do Canal Brasil;

– Ana Acker, jornalista e pesquisadora;

– Ivonete Pinto, jornalista e vice-presidente da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (ABRACCINE);

– Luiz Alberto Cassol, diretor de cinema e cineclubista;

– Paulo Henrique Silva, jornalista e crítico de cinema;

– Janaína Kremer, atriz.

Comissão de curtas gaúchos (Prêmio Assembléia Legislativa):

– Robledo Milani, crítico de cinema e vice-presidente da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (ACCIRS);

– Vicente Romano, jornalista e superintendente de Comunicação Social e Relações Institucionais da Assembleia Legislativa do Estado

– João Frohlich, diretor de fotografia.

Festival de Gramado prepara sua 41a edição

Vencedores deste ano estarão na Semana do Cinema no Peru…

A edição comemorativa de 40 anos teve os filmes “Colegas”, “Artigas, La Redota” e “Menino do Cinco” como grandes vencedores. Agora, os organizadores já estão em ritmo acelerado preparando a próxima edição do Festival de Cinema de Gramado, que será realizada de 9 a 17 de agosto na cidade serrana.

Filme ‘Colegas’, de Marcelo Galvão, grande vencedor da edição Gramado 2012…

Na 41ª edição, seguindo a tradição do Festival, serão quatro mostras competitivas: longas brasileiros, longas latinos, curtas brasileiros e curtas gaúchos. As inscrições para todas as mostras já foram encerradas. Na curadoria dos longas em competições, Rubens Ewald Filho, José Wilker, e Marcos Santuário prosseguem como Curadores.

Wilker, Santuário e Rubens Ewald Filho: os Curadores…

Por enquanto, a organização comemora os excelentes números alcançados. Considerando as mostras de longas-metragens brasileiros e estrangeiros, e curtas-metragens brasileiros e gaúchos, a edição deste ano superou a marca das inscrições da edição comemorativa de 40 anos.

Cidade de Gramado fica ainda mais bonita com o Festival de Cinema…

Foram 117 inscritos em longas brasileiros, 50 em longas estrangeiros e 72 em curtas gaúchos. O maior aumento, em comparação ao ano passado, ficou com os curtas nacionais, cujo número de inscrições passou de 253 para 406.

Uma das novidades deste ano é o aprimoramento dos laços de intercâmbio cultural com outros países da América Latina. Assim, o Festival de Cinema de Gramado também marcará presença no Peru. Em viagem à Lima, o prefeito de Gramado, Nestor Tissot, e a secretária de Turismo da cidade, Rosa Helena Volk, foram recebidos pelo embaixador do Brasil no Peru, Carlos Alfredo Lazary Teixeira, e pelo chefe do setor de promoção, Eduardo Pereira e Ferreira.

O KIKITO: o mais popular e cobiçaado troféu do Cinema Brasileiro

Na ocasião, o embaixador convidou o Festival de Cinema de Gramado para participar da Semana do Cinema Brasileiro no Peru. Com a parceria firmada, os filmes vencedores da 41ª edição do Festival terão visibilidade internacional garantida com a exibição na próxima edição do evento no Peru.

* Da esquerda à direita: Chefe do setor de promoção, Eduardo Pereira; Secretária de Turismo de Gramado, Rosa Helena Volk; Prefeito de Gramado, Nestor Tissot; Embaixador do Brasil no Peru, Carlos Alfredo Lazary; e primeira-dama de Gramado, Jandira Tissot.

A cada ano, mais gente vai a Gramado e lota o Palácio dos Festivais para ver as sessões de Cinema Brasileiro e torcer pelo filme predileto…

David Cardoso vai lançar biografia em Campina Grande

Ator, considerado Rei da Pornochanchada, vai participar do I Seminário Campinense de Construção do Ator para Vídeo e Gerenciamento de Carreira

Um dos mais importantes nomes do cinema brasileiro, o sul-matogrossense David Cardoso, até hoje conhecido como o Rei da Pornochanchada, não pára de receber homenagens, atender fãs com fotos e autógrafos, e de percorrer o país para lançar sua autobiografia. A próxima parada é em Campina Grande, atendendo a convite do jovem ator, professor de teatro e cineasta André da Costa Pinto, numa realização da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

Na próxima quarta, 29 de maio, David Cardoso vai participar de um bate papo com o público paraibano sobre sua trajetória de ator, diretor e produtor, e em seguida lança sua concorrida biografia em noite que acontecerá no auditório da Secretaria de Cultura de Campina Grande, instituição promotora do Seminário de Construção do Ator para Vídeo e Gerenciamento de Carreira. A entrada é franca !

Nascido em Maracaju (MS), David é um apaixonado por Cinema, desde criança, e roteirizou e dirigiu recentemente um curta-metragem autobiográfico para contar aos quatro ventos sua saga de menino que desde sempre quis enveredar pela Sétima Arte. O resultado é o curta Maria Fumaça, Chuva e Cinema, no qual 3 filhos seus aparecem atuando. O curta é muito bem aceito onde quer que seja exibido e David revelou-se um diretor de talento, sensibilidade e capacidade de ir mais além. O filme abriu a primeira edição do Festival de Cinema de Araxá (MG) e foi exibido na solenidade de encerramento do III Anápolis Festival de Cinema, em Goiás, onde David foi homenageado pelos 50 de carreira.

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Germano Pereira, Aurora Miranda Leão, Rubens Ewald Filho e David Cardoso em noite de congraçamento em Anápolis…

O início da carreira foi em 1963 quando David decidiu mudar-se para São Paulo, iniciando ali as primeiras incursões na área técnica do Cinemaa, trabalhando como continuísta e diretor de produção na Pam Filmes, empresa criada pelo fenômeno de público do cinema brasileiro Amácio Mazzaropi, um dos mais importantes atores cômicos do Brasil. E é exatamente num desses filmes, mais precisamente em O Lamparina, que ele estreia como ator fazendo uma pequena ponta. A estréia oficial aconteceu e pra valer foi em 1966, no filme O Corpo Ardente, do renomado cineasta paulista Walter Hugo Khouri.

Foi em 1971, no filme A Moreninha, de Glauco Mirko Laurelli (baseado no romance homônimo de Joaquim Manuel de Macedo) que David virou um ícone nacional. Em 1973, fundou a Dacar Produções Cinematográficas, produtora de quase todos os seus filmes subsequentes. Em 77, estreou na direção com o filme Dezenove Mulheres e um Homem.

David nunca gostou muito do codinome de O Rei da Pornochanchada. Mas de uma certa maneira ele realmente foi o maior galã, a maior atração de bilheteria dos filmes produzidos em São Paulo nos anos 70 e 80, na chamada Boca do Lixo.

Como ator, participou de mais de quarenta filmes e da novela O Homem Proibido, em 1982, na Rede Globo, da qual era o protagonista. Na área do Cinema, seu trabalho destaca-se em filmes como Noite Vazia (1964), Amadas e Violentadas (1975) e O Dia do Gato (1988).

Ano passado, numa grande festa em São Paulo, David Cardoso recebeu mais uma homenagem, a quinta de 2012, por seus 50 anos de carreira como ator e diretor. O vereador paulistano Quito Formiga (PR) apresentou proposta, aceita por seus pares, e David recebeu a homenagem em bonita e prestigiada solenidade na Sala Cultural da Câmara Municipal de São Paulo, que ficou pequena para tantos fãs e amigos.

David Cardoso com os amigos Carlos Alberto Riccelli e Rubens Ewald Filho…

A história de David Cardoso consta de pelo menos 70 filmes, fora novelas e peças teatrais. A marca principal de David é a simplicidade, simpatia e boa prosa: assunto é o que não lhe falta.

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No III Anápolis Festival de Cinema, David Cardoso lê livro do jornalista Felipe Brida…

E David conta como nasceu a ideia do curta Maria Fumaça, Chuva e Cinema:

“Eu estudei o primário em São Paulo e quando estava no último ano, com 11 para 12 anos de idade, minha tia me pegou de bonde, me deixou na Avenida São João, no Cine Metro, onde eram exibidos os filmes Metro-Goldwyn-Mayer. Ela me deixou no cine Metro ao meio-dia porque a sessão lá era assim: do meio dia às duas, e sempre a cada duas horas. Eu assisti a Mogambo. Eu vi Mogambo e quando ela veio me pegar de volta, e me viu chorando, ela me disse: ‘David o que aconteceu meu filho? Alguém te bateu?’ Eu falei: – ‘Não. É bonito demais. Eu vou ser artista de cinema que nem o Clark Gaibou’ – pronunciei tudo errado. Eu falei: ‘Tia, vem amanhã assistir?’ Ela assistiu e eu fiquei no cinema de novo assistindo até às dez da noite. No outro dia, eu falei: ‘Tia, quando que nós vamos para Maracaju?’ Ela disse ‘daqui a quatro dias’. Eu falei: ‘Então a senhora me traz aqui todos os dias pra eu assistir a Mogambo?’ Ela concordou. Pegava um pão, cortava no meio, passava manteiga Aviação, e botava mortadela. Não tinha coca-cola, pegava um suco de laranja e colocava numa térmica, e eu entrava no cinema todos os dias e assisti 26 vezes ao filme em São Paulo, e quero contar essa história”.

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Eduardo Tornaghi, Aurora Miranda Leão e David Cardoso: encontro feliz no III Anápolis Festival de Cinema…

* David Cardoso tem participação especial no novo curta-metragem Aurora de Cinema, chamado Quando a gente ama, com produção de Laura Pires e direção de fotografia de Ângelo Lima.

Anápolis de Cinema: Festival tem terceira edição consagradora

Festival idealizado por Débora Torres teve Homenagens a Cláudio Assis, Irandhir Santos, Walter Webb e Neila Tavares

A cada vez que vou a Anápolis, mais encontro pessoas interessantes e mais gosto da cidade. Pelo terceiro ano consecutivo, passei temporada de uma semana no município goiano por conta do Anápolis Festival de Cinema, importante iniciativa cultural idealizada e realizada pela cineasta e produtora Débora Torres.

Débora Torres, a merecer todos os aplausos pela criação e realização de Festival de tamanha magnitude como o Anápolis de Cinema…

Este ano, a terceira edição do Anápolis Festival aconteceu de 3 a 10 de maio e encontrou uma cidade ainda mais receptiva e agora já produzindo trabalhos audiovisuais e com pessoas de várias idades demonstrando forte interesse pelo tema.

Aurora, Alice Gonzaga, Débora Torres e Murilo Rosa na primeira edição do Anápolis Festival de Cinema

Tudo por conta das mudanças positivas que um festival de cinema provoca no âmbito da cidadania. Ainda mais um festival bem pensado, bem organizado e muito bem produzido como o é este Anápolis de Cinema, graças ao empenho e dedicação da aguerrida Débora Torres, que é dessas pessoas que, quando se mete a fazer, faz pra valer e pode ter certeza que vai ser muito bem feito e com extrema competência.

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O centro de Anápolis, município parceiro do Cinema Brasileiro…

Adhemar

Assim é que o Anápolis Festival de Cinema tem como Curador, desde sua primeira edição, o mais respeitado crítico de Cinema do país, o jornalista Rubens Ewald Filho – o que por si só já o dignifica -, e é o único do país a ter sua principal mostra competitiva denominada Adhemar Gonzaga, numa justa e meritória Homenagem ao grande pioneiro do Cinema Brasileiro, o jornalista criador da revista Cinearte e da Cinédia, o baluarte Adhemar Gonzaga.

Alice

E é sua filha, a querida Alice Gonzaga, quem todo ano vai a Anápolis representando a memória do pai. E todos os anos, Alice deixa um rasto de simpatia e benquerença em Anápolis, assim como nesta edição foi efusivamente ‘assediada’ por um novo fã da Sétima Arte, o garoto Gustavo Lopes – que fez os pais saírem de Brasília pra levá-lo até Anápolis, com o intuito único de conhecer Alice e saber mais sobre a história do Cinema Brasileiro.

Eles e Sílvio

Sílvio Tendler festejado por Eduardo Tornaghi, Neila Tavares e Laura Pires…

Assim, com nuances abolutamente singelas e inusitadas, o Anápolis Festival de Cinema fortalece-se cada vez mais no plano da realidade audiovisual de Goiás, fomentando novos realizadores ao incentivar/impulsionar o aparecimento de criadores novos, permitindo o aparecimento de vocações e talentos através de oficinas ministradas na cidade, gratuitamente, para a população.

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Rubens Ewald Filho em workshop gratuito de Cinema…

No panorama do audiovisual da região centro-oeste, o festival também já é um dado forte e auspicioso, pontificando como um dos mais importantes e crescentes festivais de cinema do país.

Déb e Cláudio

Débora Torres, a idealizadora, e o cineasta Claudio Assis…

Tudo isso porque o Anápolis Festival de Cinema foi bem concebido desde sua mais tenra forma embrionária, prevendo a realização de oficinas gratuitas, workshops sobre temas relevantes, mostras de cinema paralelas, exibições em bairros periféricos, lançamentos de livros, debates com realizadores, confluência de várias gerações de artistas/diretores/criadores e técnicos da área, além de prevê a inserção da comunidade em várias etapas da realização do festival.

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Mayara Magri, Débora Torres e Aurora Miranda Leão nos bastidores…

O resultado é o que constatamos ao participar, com a maior alegria, do III Anápolis Festival de Cinema: um evento cultural importante, consolidado no calendário cultural da cidade, do estado de Goiás, e do país; necessário para uma mudança de mentalidade cultural que é natural ao se incutir a Sétima Arte em qualquer lugar, apoiado por quem já faz Cinema, e angariando cada vez mais simpatias e adesões ente os que já estão e os que pretendem ingressar na área.

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O prefeito Antônio Gomide com Alice Gonzaga, Débora Torres, Germano Pereira e Rubens Ewald Filho na noite de abertura do III Anápolis Festival de Cinema

Estes dados são fundamentais para que mais empresas de Anápolis, o município que mais cresce no centro-oeste, decidam apostar no Festival de Cinema como um ícone importante para o desenvolvimento do município e, consequentemente, para a consolidação de suas respectivas marcas no imaginário da população, pois o que pode uma imagem alcançar, só mesmo se tem noção quando diante do impacto provocado por uma sala de exibição lotada, ademais quando na tela exibe-se um filme brasileiro e toda a sorte de valores que advém junto com a potência imagética a ele agredada.

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Sílvio Tendler, Aurora de Cinema, e Felipe Brida em noite de lançamento…

Até o momento, é a Prefeitura Municipal de Anápolis, através de sua Secretaria de Cultura – nas pessoas do prefeito Antônio Gomide e do secretário Augusto Almeida – a grande responsável pela realização do Festival pois foi uma decisão pessoal do Prefeito acatar a brilhante ideia da cineasta Débora Torres e ali realizar um Festival de Cinema que surgiu como força de grande envergadura, desde o início deixando ver que nascia com todas as ferramentas para crescer e se consolidar, colocando Anápolis no circuito de grandes eventos culturais do país.

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Felipe Brida e David Cardoso lançando seus livros de cinema em Anápolis…

O Festival vai crescer muito mais. Exibe cada vez mais filmes aplaudidos e premiados, os quais não chegariam a Anápolis se não fosse pela tela propiciada pelo Festival.

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Cada vez mais artistas e cineastas vão participar deste autêntico congraçamento cultural que é o Anápolis de Cinema, e daqui fazemos um apelo para que as grandes indústrias e empresas estabelecidas no município goiano participem e contribuam financeiramente para a realização do Festival. O retorno para suas marcas e seus produtos será grande o bastante para que se confirme e reafirme a noção de que investir em Cultura é apostar no desenvolvimento sustentável, e que só através da Arte e da Cultura é possível crescer no caminho certo, qual seja o da valorização da cidadania, do respeito à identidade cultural, e da noção de cultura como respeito à diversidade, estímulo ao surgimento de novos talentos e novas lideranças, e possibilidade de alçar voos maiores e melhores no rumo do surgimento de mentalidades compromissadas com o bem da coletividade e o progresso social coletivo.

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Débora Torres, Walter Webb, Nina Prada e Carlos Del Pino na noite final do Festival Anápolis de Cinema…

Parabéns a Débora Torres pela ideia inicial e realização competente e frutífera de mais um Anápolis Festival de Cinema.

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Antônio Pitanga, com Germano Pereira, em noite de Homenagem e muitos Aplausos…

Parabéns à Prefeitura de Anápolis, na pessoa do prefeito Antônio Gomide, que aderiu de pronto a ideia de Débora Torres, e torna possível, anualmente, a realização do Anápolis Festival de Cinema.

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Walter Webb, Neila Tavares e Carlos Del Pino em papo de cinema…

Parabéns à Secretaria de Cultura de Anápolis na pessoa de seu Secretário Augusto César Almeida, e toda a sua equipe de trabalho, os quais, de forma dedicada e consequente, atuam e contribuem para que o festival marque de forma inventiva e benfazeja o panorama cultural de Anápolis, fazendo-o ultrapassar os limites do município e tornar-se relevante para toda a produção audiovisual do centro-oeste.

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Rubens Ewald Filho com alunos e novos admiradores ao fim de palestra…

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Os atores Deto Montenegro e David Cardoso no clima dos bastidores…

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Encontro dos atores Irandhir Santos e Germano Pereira…

Parabéns ao Cineclube Xícara da Silva, parceiro na realização do Festival. E, por fim, PARABÉNS a Rubens Ewald Filho, que todos os anos comparece a Anápolis e engrandece o festival com suas edificantes falas/palestras/workshops, e a todos os atores, atrizes, roteiristas, diretores, produtores e técnicos que, ano a ano, contribuem para tornar o Anápolis Festival um evento grandioso e ao qual se tem prazer de assistir, emprestando suas valiosas contribuições artísticas e afetivas para que o Anápolis Festival de Cinema seja hoje um referencial relevante e próspero no panorama da cadeia produtiva do audiovisual brasileiro.

Déb Rub e eu

Débora Torres, Rubens Ewald Filho e Aurora Miranda Leão…

DESTAQUES DA TERCEIRA EDIÇÃO

Germano Rita Ariel

Germano Pereira com o casal de atores Rita Pook e Ariel Goldenberg…

A presença de Ariel Goldenberg e Rita Pook, protagonistas de Colegas, que distribuíram simpatias e angariaram fãs e público para o belo filme de Marcelo Galvão;

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A presença de Cláudio Assis, cineasta pernambucano polêmico que deu um revertério no panorama do cinema brasileiro com sua obra, a partir do premiadíssimo ‘Amarelo Manga’, e que faz um cinema que sempre desperta interesse, debates, curiosidade, e provoca polaridades essenciais como o Sim e o Não através da força de sua palavra e da beleza de suas imagens;

Eduardo e o secretário

Eduardo Tornaghi recebe Homenagem das mãos do Secretário Augusto Almeida

A reunião de pessoas do naipe do ator e poeta Eduardo Tornaghi; da eterna musa Neila Tavares; do festejado documentarista Sílvio Tendler (que teve Mostra Especial), do cineasta  uruguaio Carlos Del Pino e do doce e queridíssimo Beto Brant; dos ícones Antônio Pitanga e David Cardoso; de atores como Germano Pereira (que ministrou ótima oficina e foi o aplaudido Mestre de Cerimônias de todas as noites), José Carlos Machado, Flávio Guarnieri, Flávio Galvão, Deto Montenegro, Albert Tenório e Adriano Barroso; das atrizes Mayara Magri e Mallu Moraes, do lendário cineasta e produtor Walter Webb, de jovens como a bela atriz Marianna Nunes, o ator Bruno Torres, o jornalista Felipe Brida (lançando seu livro de críticas ‘Cinema em Foco’), e o magnânimo e queridíssimo ator Irandhir Santos, que tem o dom de transmitir a qualquer personagem o encantamento da adesão imediata por conta de seu talento magistral, além de ser, pessoalmente, dessas pessoas adoráveis, que torna belo e sereno qualquer ambiente;

Beto e noix

Walter Webb, Laura Pires, Beto Brant e Aurora Miranda Leão…

Irandhir por W

Irandhir Santos: muitos aplausos para merecidíssima Homenagem…

Ângelo e eu

Aurora Miranda Leão e Ângelo Lima: amigos e parceiros de cinema…

A presença do incansável cineasta Ângelo Lima, sempre bem vindo com sua acolhida generosa e solidariedade edificante, que com sua câmera permanentemente em ação nos permitiu criar e realizar, no último dia do festival, mais um curta-metragem Aurora de Cinema, prontificando-se de imediato e com a maior boa vontade, a assumir a câmera e a direção de fotografia de uma nova realização audiovisual que vem aí e em breve nós contaremos por aqui;

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Laura Pires e Aurora Miranda Leão: ‘namoradeiras’ no Fulô do Cerrado…

A deliciosa culinária de Anápolis, muito bem representada pelos restaurantes Los Pampas, La Massas e Fulô do Serrado, os quais tornaram muito melhor e aprazível estes dias e noites em Anápolis, que hoje são saudade feliz no coração de cada um que esteve em Anápolis a convite de nossa querida Débora Torres;

todos

O clima amigável e festeiro dos bastidores, as muitas festas realizadas quase de improviso, e a engenhosa sintonia entre artistas anapolinos e convidados do festival, fazendo com que a temporada em Anápolis se torne uma semana em que todos são cidadãos anapolinos e amigos de fé, parceria e caminhada;

Anoli eu e mais

Marcus Anoli, Germano Pereira, Aurora, Rubens Ewald Filho e David Cardoso

Neste ponto especialmente, um VIVA Especial ao ator Marcus Anoli e a atriz/produtora Ana Queiroz, grandes anfitriões anapolinos, que nos recebem, a cada edição, com mais calor humano e mais motivos para querer retornamos sempre a Anápolis;

Déb Pit e Laura

Débora Torres, Antônio Pitanga e Laurinha Pires: sintonia de cinema…

A parceria construtiva e pronta pra toda obra com a cineasta e produtora baiana Laura Pires e seu companheiro, o fotógrafo Edvaldo Cajazeiras, companheiros de muitas jornadas, bem como a solidariedade constante de Renata Queiroz e Juliana Pinheiro, que nos ajudaram na vivência de ótimas festas regadas a violão e muita alegria.

banda

A todos estes, nosso muito obrigada.

Difícil citar nomes porque para se realizar um festival do porte deste Anápolis de Cinema é preciso juntar muita gente e exponencial força de trabalho. Mas vou citar os que me vem à cabeça agora porque estão no festival desde o início e através deles parabenizo a todos que colaboraram decisivamente para fazer do III Anápolis Festival de Cinema um evento vitorioso: Almir e Ângela Torres; Delvo Simões, Roberta Ariadne, Nina Prada, Bruna Kran, Ancedino, Wilton, Cristiane, Anais, Carlos César, Sheldon Feitosa, Wellingta, e mais e mais….

Com Nina e Walace

Walace Oliveira, Aurora Miranda Leão e Nina Prada na noite final…

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Irandhir Santos e Cláudio Assis: amigos e parceiros abrilhantando o festival…

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Um beijo cheio de afeto e apreço, e um abraço muito caloroso a todos os que participaram desta terceira edição do Anápolis Festival de Cinema, contribuindo, cada um a seu modo, para que o festival seja hoje uma saudade doída e gostosa em nossos corações, a alimentar, permanentemente, a vontade de voltar a Anápolis e ali ficar como um cidadão anapolino de qualquer parte do país.

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Eduardo Tornaghi recebe abraço carinhoso de sua fã, Aurora Miranda Leão…

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Felipe Brida, Walter Webb, Alice Gonzaga e Delvo Simões na Estância Park…

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Aurora Miranda Leão, Neila Tavares e Flávio Guarnieri no Fulô do Cerrado…

Rita e eu

Aurora Miranda Leão e Rita Pook: encontro de cinema em Anápolis…

Cesinha e eu

Aurora Miranda Leão e Carlos César, o Cesinha do ‘making-of’, músico e videasta

Albert e Neila

O ator alagoano de Pernambuco, Albert Tenório, e a musa Neila Tavares…

Ju e Germano

Juliana Pinheiro e Germano Pereira no comando musical noturno…

noite final

O ator Bruno Torres, Aurora Miranda Leão e Roberta Ariadne, da produção…

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Realizadores, artistas, jornalistas e produtores: Cinema vibrante em Anápolis…

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Aurora Miranda Leão em dia de festa com José Carlos Machado e Albert Tenório

Festival de Gramado: inscrições até dia 27

Festival mais badalado do país acontece em agosto na serra gaúcha
 

Prorrogadas as inscrições às mostras competitivas da 41ª edição do Festival de Cinema de Gramado. O prazo, antes estipulado para 17 de maio, agora fica para o dia 27, coincidindo com o final das inscrições do Prêmio Assembleia Legislativa de Cinema – Mostra Gaúcha de Curtas. Desta forma, todas as mostras do festival terão a mesma data limite para receber filmes.

A Curadoria de longas-metragens continua sendo feita por José Wilker, Rubens Ewald Filho e Marcos Santuario. O 41° Festival de Cinema de Gramado será realizado de 9 a 17 de agosto na cidade-palco. Para conferir o regulamento completo e mais informações: http://www.festivaldegramado.net/.

Festival de Araxá: Troféu Araxá Terra do Sol e prêmio Dona Beja para o Cinema

O burburinho na cidade já começou: Araxá se prepara em ritmo acelerado para receber artistas, realizadores, cineastas, produtores, jornalistas, e diversos profissionais da área do Cinema. Na web, o festival vem mobilizando sites, blogs, twitter e Facebook.

O I Araxá Cine Festival foi idealizado pela cineasta e produtora Débora Torres, que também é sua Coordenadora-Geral e Produtora Executiva.Tem Curadoria do festejado Rubens Ewald Filho e será realizado de 10 a 16 de setembro.

Débora Torres conta: “O curador do Festival, Rubens Ewald Filho, já definiu os filmes de longa-metragem que vão concorrer aos prêmios da Mostra de Araxá. O regulamento do Festival está no site, assim como os prêmios Dona Beja e Troféu Araxá Terra do Sol, os quais serão distribuídos para os vencedores do festival.” 

A promotora do Araxá Cine Festival está entusiasmada e diz que fazer um festival em Araxá era um desejo antigo, ressaltando dois outros destaques: a mostra Curta Minas, na qual concorrerão filmes de curtas-metragens produzidos em Minas Gerais, com Curadoria do diretor Guido Pádua, de BH; e o Curta Araxá, modalidade exclusiva para produções genuinamente araxaenses.

As inscrições para os filmes de curta-metragem produzidos em Araxá podem ser feitas através do site até dia 25 de agosto. Os cineastras araxaenses serão submetidos à avaliação de Rubens Ewald Filho, que fará a seleção dos participantes: “A premiação a ser distribuída no Araxá Cine Festival é muito boa e bastante interessante. São R$ 130 mil em prêmios, com destaque para o vencedor do Curta Araxá, que receberá a melhor premiação, ou seja, R$ 40 mil para ser investido na produção de um novo curta-metragem, que vai abrir a segunda edição do Festival, em 2013. O Curta Minas terá um prêmio de R$ 10 mil para o vencedor, e os filmes de longa-metragem de ficção brasileiros concorrerão a R$ 80 mil”, diz a incansável Débora Torres.

Débora Torres apresenta a programação visual do Festival à imprensa…

O Araxá Cine Festival vai exibir em sua noite de abertura o longa-metragem  O Mineiro e o Queijo, do premiado cineasta mineiro Helvécio Raton. Na mostra competitiva, o primeiro dia terá como atração O Contador de Histórias, do diretor Luiz Villaça. Dia 12 será a vez de O Palhaço, filme do ator Selton Mello. Em seguida, vem o filme Não se preocupe, nada vai dar certo, de Hugo Carvana, estrelado por Mariana Rios. E tem ainda Olhos Azuis, de José Joffily; e o filme de Carlos Alberto Riccelli e Bruna Lombardi, Onde Está a Felicidade ?

 Com apoio principal da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) e Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), a organização captou R$ 600 mil dos R$ 980 mil totais do projeto e planeja a participação de artistas conhecidos do grande público e cineastas renomados.

A ideia de Débora Torres e sua equipe é fomentar o gosto pel oaudiovisual em crianças, adolescentes e jovens de todas as idades, uma vez que o acesso às novas mídias est´possibilitando que cada vez mais um número maior de pessoas se expresse através das imagens. Para tanto, o festival vai realziar um “Festivalzinho” pela manhã, oficinas, workshops, lançamentos de livros e DVDs, debates sobre os filmes exibidos, além das mostras competitivas de longas-metragens de ficção e de curtas-metragens araxaenses.

Coletiva de lançamento do site e programação do Araxá Cine aconteceu no Teatro Municipal, a ser inaugurado com o Festival…

A secretária Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Parcerias, Alda Sandra Barbosa Marques, garante a abertura do novo Teatro Municipal para a estreia do Araxá Cine Festival: “ Nosso teatro vai estar em condições de sediar o Festival de Cinema de Araxá. As obras se encontram em fase de acabamento e o cronograma tem sido cumprido”, destaca.


Débora Torres, Alda Sandra e Débora Afonso unidas em torno do Araxá Cine

Segundo Alda Sandra Marques, há uma grande expectativa em torno do sucesso do Araxá Cine Festival. “Este evento vai divulgar o nome de Araxá, através de mídia espontânea em todo o Brasil. A nossa cidade estará recebendo muitos artistas e centenas de visitantes. Isto representa mais crescimento turístico e cultural para Araxá”, avalia a secretária.

O festival vai ser o  primeiro evento realizado dentro do Teatro Municipal de Araxá, que só será  inaugurado oficialmente após as eleições, devido à proibição da legislação eleitoral.

Saiba mais: http://www.araxacinefestival.com.br/

O Grande Hotel de Araxá, construção dos anos de 1940: Patrimônio que atrai turistas do mundo inteiro…

Araxá: porque o Cinema deve brilhar como o Sol

Cidade que já foi tema de livros, romances e até de uma novela de muita audiência, Dona Beja (protagonizada por Maitê Proença), ARAXÁ, a 367 km da capital mineira, vai sediar seu primeiro festival de cinema, a partir do próximo dia 10 de setembro.

O I Araxá Cine Festival foi criado pela cineasta e produtora Débora Torres, tem Curadoria de Rubens Ewald Filho, e terá uma extensa programação de 7 dias com exibições gratuitas, e uma premiação de R$ 130 mil, distribuída para várias categorias.

Rubens Ewald Filho, o crítico mais festejado do país, é também o Curador do I Araxá Cine Festival

A programação do Araxá Cine consiste em mostras competitivas cinematográficas, nas seguintes categorias: longas-metragens brasileiros de ficção convidados,curtas-metragens mineiros convidados,ecurta-metragens araxaenses selecionados, festivalzinho para as crianças da rede municipal de ensino, palestras, debates, oficinas e workshops de audiovisual. O festival é realizado através da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet – Ministério da Cultura), e todas as atividades programadas terão acesso gratuito, com apresentações musicais na abertura de cada sessão, promovendo um salutar intercâmbio interregional entre profissionais, público e amantes da arte cinematográfica e musical.

Araxá, cidade da messoregião do Triângulo Mineiro, possui aspectos que a tornam absolutamente propícia a receber um festival de cinema, a começar pela beleza de suas paisagens naturais, ainda mais quando o objetivo está alicerçado numa proposta onde história e memória da cinematografia brasileira desenham-se em intercâmbio com o local, regional e nacional, centrando o foco no Cinema como Patrimônio em Diálogo com o Público.

Objetivando apresentar ao público a diversidade da produção cinematográfica brasileira em formação, reflexão, exibição e difusão, o 1º ARAXÁ CINEFESTIVAL pretende abrir precedentes para disseminar Cultura & Arte em todos os aspectos, através de encontros e diálogos, de revelação e integração de novas iniciativas, ampliação e visibilidade para todos que têm compromisso com seu país.

Débora Torres entre Murilo Rosa e Alberto Araújo: concretizando mais um Festival de Cinema…

A idealizadora do Festival, cineasta e produtora Débora Torres, entusiasmada com a concretização do projeto, que alimentava há cerca de 3 anos, afirma: “Araxá é uma cidade acolhedora, com uma rede hoteleira muito boa. Queremos que seja um evento que venha para ficar.”

A LOGOMARCA

A assinatura visual do 1º Araxá Cine Festival foi desenvolvida através de um processo de estudo e pesquisa, visando a representar em um símbolo todo o objetivo do festival: trazer o cinema brasileiro à cidade de Araxá. Optou-se por elaborar uma marca com o conceito de que, durante o período do festival, Araxá e cinema serão um só. Transmitindo também a proposta de transformar a cidade na Capital Nacional do Cinema Brasileiro no período.

O símbolo é representado por um elemento traduzido em metade sol e outra metade uma fita de cinema. O sol representa Araxá. Elemento que é a tradução literal do nome do município, nome indígena que significa “lugar alto onde primeiro se avista o sol”. O círculo central também representa uma fita de cinema, envolto por uma lata na cor cinza escuro. O tom amarelo ouro também remete a “era dourada do cinema”.

 Débora Torres e Aurora Miranda Leão, unidas pela Sétima Arte…

O logotipo foi elaborado com as cores cinza e preto, transmitindo os conceitos seriedade e sobriedade. A tipografia foi desenvolvida para, ao mesmo tempo, passar o conceito de jovialidade e seriedade. As cores aliadas ao amarelo significam sucesso, brilho e  glamour, conceitos diretamente ligados ao universo cinematográfico.

Todos os elementos que formam a composição (símbolo, logotipo, legenda) estão dispostos de modo harmônico, para que haja uma simbiose capaz de agregar todos os objetos num conjunto gráfico.

Cena de O Mineiro e o Queijo, filme que vai abrir o Araxá Cine Festival

A solenidade de abertura do Festival está marcada para às 19h do dia 10 de setembro com show musical de artistas araxaenses no Teatro Municipal de Araxá, que será inaugurado oficialmente na ocasião. Em seguida, às 20h, será exibido o documentário O Mineiro e o Queijo, de Helvécio Ratton.

Dentre os livros a serem lançados, DICIONÁRIO DE FILMES BRASILEIROS – CURTA E MÉDIA METRAGEM, do pesquisador Antônio Leão; Ensaios de Cinema, do crítico L.G. de Miranda Leão; e Criação de Curta-Metragem em Vídeo Digital, do cineasta e roteirista Alex Moletta. Ainda na programação, a oficina de Walter Webb – ROTEIRO, PRODUÇÃO & DIREÇÃO, e o workshop PREPARAÇÃO – VIVÊNCIA DA PERSONAGEM NO TEMPO PRESENTE, com a atriz Ingra Liberato.

Na noite de encerramento, acontecerá a avant-première do filme Vazio Coração, a primeira exibição pública do longa-metragem de Alberto Araújo, que foi produzido por Débora Torres, e que tem elenco formado por Murilo Rosa, Lima Duarte,  Othon Bastos, Bete Mendes, Oscar Magrini, o Embaixador Lauro Moreira, Larissa Maciel, e Patrícia Naves no elenco.

Murilo Rosa protagoniza o longa Vazio Coração, de Alberto Araújo, que terá uma prévia na noite de encerramento do I Araxá Cine Festival

SAIBA MAIS SOBRE  VAZIO CORAÇÃO: http://auroradecinema.wordpress.com/2011/10/28/debora-torres-entre-vazio-coracao-e-festival-de-cinema-de-araxa/

QUEM FAZ o ARAXÁ CINE FESTIVAL

Idealização, Produção Executiva e Programação Visual:
DÉBORA TORRES

Curadoria da Mostra de longas metragens:
RUBENS EWALD FILHO

Curadoria de Curtas Minas:
GUIGO PÁDUA

Direção Artística:
ALBERTO  ARAÚJO

Coordenação Artística:
DÉBORA FRANCISCO

Coordenação das Mostras Competitivas e Paralelas:
PEDRO PINHEIRO

Coordenação de Comunicação:
DELVO  SIMÕES

Coordenação de Oficinas:
JOÃOZINHO UIRAPURU

Coordenação de transporte e logística:
CÉLIA PIO

Coordenação de Produção:
ALMIR AVELAR

Programação, Captação e tráfego de filmes:
ÂNGELA TORRES

Chefe de Receptivo e Cadastramento:
WALDIANE ERICEIRA

Secretária Executiva:
SÔNIA PASSOS

Assessoria de Imprensa do Festival:
AURORA MIRANDA LEÃO 

SERVIÇO

1º ARAXÁ CINE FESTIVAL – Festival Nacional de Cinema de Araxá

Data: 10 a 16 de setembro de 2012-08-10

Local: Teatro Municipal de Araxá e itinerâncias

Mais informações: http://www.araxacinefestival.com.br