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Sílvio Tendler pra Curtir às Doze e Meia

 
Documentário do festejado cineasta em exibições gratuitas em Recife 
 

 

Dando continuidade à programação do mês de outubro do Circuito Tela Verde, o Curta Doze e Meia exibe nesta quinta (13) o média-metragem “O Veneno está na mesa”, dirigido por Silvio Tendler. Após a exibição, haverá bate-papo com o público. As sessões do Curta Doze e Meia ocorrem todas as quintas no auditório do Centro Cultural Correios – CCC Recife, sempre às 12h30, com entrada gratuita.
 
Organizado em conjunto pelas Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, por meio do Departamento de Educação Ambiental do MMA, e Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura, com participação do Programa Cine Mais Cultura, o Circuito Tela Verde é uma das ações de educomunicação do DEA/SAIC/MMA, em sintonia com os princípios do Programa Nacional de Educação Ambiental.
 
  
 
Em Recife, o circuito tem patrocínio dos Correios e apoio do Coletivo NegoBom e da Representação Regional Nordeste do Ministério da Cultura. A realização é do Cineclube Curta Doze e Meia, Casa de Produção, Centro Cultural Correios e Governo Federal.
 
CONECTE-SE CONOSCO: Twitter:http://twitter.com/curtadozemeia
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Perfil no Orkut: Cineclube Curta Doze e Meia
YouTube: http://www.youtube.com/user/curtadozemeia

Informações sobre o filme:

 

O Veneno está na mesa (RJ)
Direção: Silvio Tendler
Doc, 50min, 2011
 
O Brasil é o país do mundo que mais consome agrotóxicos: 5,2 litros/ano por habitante. Muitos desses herbicidas, fungicidas e pesticidas que consumimos estão proibidos em quase todo mundo, por conta do risco que representam à saúde pública. Este documentário denuncia a problemática causada pelos agrotóxicos e faz parte de um conjunto de materiais elaborados pela Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.
 
Serviço:Curta Doze e Meia
“CIRCUITO TELA VERDE”
Dias 06, 13, 20 e 27 de outubro de  2011
Todas as quintas-feiras do mês, às 12h30
ENTRADA GRATUITA

Auditório do Centro Cultural Correios Recife
Av. Marquês de Olinda, 262 – Bairro do Recife

Informações: (81) 9223-2182 (Ruth Pinho) / 9950-0166 (Amanda Ramos)
curtadozemeia@gmail.com
http://curtadozemeia.blogspot.com

Sílvio Tendler ganha Mostra no RIO

 Isa Albuquerque, diretora do longa Ouro Negro e do Festival Ibero-Americano de Cinema, maranhense radicada no Rio, está à frente da mostra O Documentário Segundo Silvio Tendler, que será realizada entre os dias 31 deste e 4 de setembro, no Centro Cultural da Justiça Federal, no Rio. 

A mostra reunirá seis filmes do cineasta, entre longas e médias-metragens, que retratam aspectos da política brasileira nos últimos 30 anos: Utopia e Barbárie; Encontro com Milton Santos; Glauber, o filme – Labirinto do Brasil: Marighella – Retrato Falado do Brasil; Josué de Castro; e Jango

O cineasta Silvio Tendler

“A Isa Albuquerque é apaixonada pelo meu trabalho e ela transformou essa paixão em uma mostra de filmes. Achei isso muito legal”, disse Silvio, que é detentor das três maiores bilheterias de documentários na história do cinema brasileiro: O Mundo Mágico dos Trapalhões (1,8 milhões), Jango (1 milhão) e Anos JK (800 mil). 

Sílvio Tendler em foto de Aurora Miranda Leão, junho 2010

* Em tempo: o cineasta SÍLVIO TENDLER conduz os depoimentos do filme RESTA UM, que será lançado nesta segunda no Festival COMUNICURTAS, em Campina Grande. 

RESTA UM na noite de Fortaleza

Um filme só acontece depois que chega ao espectador. Por isso, você é a pessoa mais importante desta noite de TERÇA na qual RESTA UM será exibido, pela primeira vez, em Fortaleza.

O CONVITE para esta noite no Centro Cultural Oboé tem a intenção de ser espalhado por aí aos quatro ventos pra que possamos ter uma sessão de cinema com casa cheia.


Aurora Miranda Leão e Rubens Ewald Filho durante o período de gravações em Goiânia…

Vá e leve os amigos ! Se não puder ir, pelo menos recomende a uma porção de parceiros porque, afinal, sempre RESTA UM

Venha você também descobrir porque O Resto é sempre maior que o Principal…

 

FICHA TÉCNICA e ARTÍSTICA RESTA UM 

Argumento, Roteiro, Fotografia e Direção – Aurora Miranda Leão

Trilha: Ricardo Bacelar

Câmera adicional – Julinho Léllis

Imagens de celular: Aurora M. Leão e Ingra Liberato

Contribuição afetiva – Rubens Ewald Filho

Colaboração no Roteiro: Alex Moletta,Miguel Jorge,Rogério Santana 

Estrelando INGRA LIBERATO

 Participação: Rosamaria Murtinho, Sílvio Tendler, Bruno Safadi, Samuel Reginatto, Miguel Jorge, Henrique Dantas, Carol Paraguassu e Patrícia Luciene

Produção: Aurora M. Leão e Julinho Léllis 

Edição: Aurora Miranda Leão e Lília Moema

Filmes citados:  Amanda & Monick, de André da Costa Pinto

                              Aos Pés, de Zeca Brito

                              Áurea, de Zeca Ferreira

                             Harmonia do Inferno, de Gui Castor     

 

Realização: Aurora de Cinema & Cabeça de Cuia Filmes       

                                      

RESTA UM – LANÇAMENTO em Fortaleza
HOJE, 19, 19:30h
COQUETEL no Centro Cultural Oboé – rua MARIA TOMÁSIA, 531

Informações: 3264.7038
ENTRADA FRANCA

Porque o RESTO é sempre MAIOR que o Principal

Em apenas cinco dias de absoluta imersão no universo da Sétima Arte, do qual Goiânia é âncora todos os novembros, foi gestado o Resta Um, curta-metragem agora ofertado para o olhar, a mente e o coração de quem estiver na platéia ou com este texto em mãos. 

Resta Um é um curta digital, colorido, tem 19’25”, roteiro e direção de Aurora Miranda Leão. Ingra Liberato é a presença mais constante, embora não possamos dizê-la “personagem principal” ou protagonista. Isso não existe nos filmes Belair. Lá como cá, os atores não representam mas valem pelo que representam, como nos diz Antônio Medina Rodrigues, e aí a cabeça do espectador tem todo o controle e pode optar por entender o que quiser. O que pra uns pode estar explícito, para outros pode ser apenas um jogo do roteiro ou uma insinuação da direção.  

A imagem icástica de Ingra Liberato a ilustrar o cartaz, bem como o material de divulgação do filme, destacando o indicador da atriz apontando… como a indicar que Resta Um

O que resta encontrar então neste novo filme que a produtora Aurora de Cinema nos oferece ? 

O que resta pode ser você, espectador, que não participou das filmagens e não conviveu com o grupo formado em Goiânia. Resta você que entende a intenção da obra ou resta você que vai sair do cinema perguntando o que é mesmo o filme que viu, qual seu sentido, e o que querem significar suas imagens.

Resta Um filme a ser feito, um fotograma a ser exibido. 

Resta Um desejo de falar da vida e contar da alegria através do cinema. Resta Um desejo de contagiar e fazer coro ao convite de Sílvio Tendler para tentar fazer mais gente entrar nesta canoa. 

Resta Um ator que não estava nas filmagens, um vinho que não foi tomado, e um beijo que não foi roubado. Resta você que se pergunta sobre o sentido deste filme, resta você que poderia ter dado um depoimento. Resta Um espectador que chegou atrasado e um diretor que não foi convidado. 

Resta Um convite que não foi aceito e um amor que não se realizou. Resta Um filme que não foi feito e um roteiro inacabado, um caminho a ser seguido e um piano esquecido no canto da sala. 

Resta Um violão que emudeceu e um canto de passarinhos que não se reproduziu.   

Resta Um carinho esquecido, um afago a ser lembrado e um afeto nunca recebido.

Resta Um filme a ser visto, um aplauso a ser ouvido e um som a ser imitado.

Resta Um enquadramento por fazer, um som e uma luz em sintonia.

Resta Um coração a ser tocado, um amor a ser encontrado.

Resta Um barco no oceano e um barco-olho rumo ao infinito.

Resta Um motivo a mais para se cultivar a ética, um passo a mais a ser dado, um gesto a menos a ser esquecido.

Resta Um belo quadro na parede, flores viçosas na varanda e um roteiro a ser escrito.

Resta Um canto triste a embalar a solidão e um tango sempre disposto a tocar.

Resta Um coro de pássaros a anunciar uma manhã na qual os jornais só estampem boas notícias e um amor de pai e mãe que nem a dor da ingratidão abafou. 

Resta Um gol argentino a ser aplaudido, um drible de Messi a ser imitado e uma canção de Lupicínio ecoando na sala. 

Resta Um desvario a ser socorrido, um cotidiano de sonhos a percorrer o imaginário e um arrojo de Kubrick a ser lembrado. 

Resta Um enorme impulso pra falar de vida, celebrar a Paz e espalhar a alegria. RESTA UM desejo quase incontido de perseguir a utopia do amor sem mentiras, da amizade sem sustos, do afeto sem medo de se ofertar em público, da ternura sem hora marcada pra se instalar. 

Resta Um quadro de Picasso a querer ver, um Renoir ainda intacto, um Rembrandt pra quem desconhece as nuances da cor e um bolero de Ravel acordando as madrugadas douradas. 

Resta Um caminho novo a buscar, uma ousadia nova a perseguir e um lixo amontoado na calçada que Vik Muniz precisa transformar. 

Resta Um canto feliz de andorinha a sonorizar a espera tão acalentada, e um movimento de Tchaikovsky tocando pra quem não tem medo da música clássica. 

Resta Um brilho no olhar da criança esquecida nas madrugadas soturnas das grandes cidades, e um brilho de esperança no gesto de quem vivencia a solidariedade. 

Resta Um livro a ser lido e um grande autor a ser celebrado. 

Resta Um disco bonito na vitrola, um guardanapo com um poema que a noite revelou, um lenço para amparar lágrimas de amor. 

Resta Um quadrilátero de paixão nas esquinas nas quais ela em vão aguardou um adeus. Resta Um um sinal de que a vida é o bem maior. 

Resta Um poeta que a noite teima em querer despertar e um silêncio revelador que o ouvido atento antevê. 

Resta Um desassossego da alma em desalinho pela paixão que arrebata e se intromete nas horas mais improváveis. 

Resta Um violão dedilhando Bossa Nova e um bar em Ipanema rememorando Vininha.

Resta Um choro de flauta aguardando Pixinguinha e um verso ousado de Clarice, Coralina ou Adélia Prado.

Resta Um solo de Toquinho, uma marchinha do Lalá, um twiiter de Carpinejar e um olhar acurado de Caetano que a manhã precisa revelar. 

Resta Um minuto para que possamos afirmar a palavra necessária e um espanto ante à embriaguez do luar. 

Resta Um comovido apelo à Paz e uma busca incessante pela alquimia dos grandes amores. 

Resta Um olhar sempre atento à obra de Truffaut e à dramaturgia de Fassbinder, um interesse crescente pelo bandoneon de Piazzolla e um espanto ante à indiferença da sociedade do descartável. 

Resta Um motivo sempre novo para ver Fernanda representar e reler a grandeza necessária de Ibsen. 

Resta Um atrevido gosto pelos filmes incompreensíveis e um incontido apego aos lugares onde a emoção fez amigos e plantou saudades. 

Resta Um microfone para celebrar Mário Reis e um anseio de ouvir cantar como Francisco Alves. 

Resta Um filme de Bressane a ser visto e estudado, e um olhar acurado sobre a cinematografia inspiradora da Belair. 

Resta Um dilacerante silêncio ante a brutalidade do desaparecimento de John Lennon e um inexplicável mal-estar ante as ingerências nefastas da política no cotidiano

Resta Um infinito e revolucionário desejo de se perpetuar nos fotogramas que hoje são pixels nas alquimias da edição digital, tão rápida e eficiente que nos faz brincar com as horas e achar graça da facilidade de criar temporalidades diversas, fazer andar pra frente e retroceder nos ponteiros de nossa imersão cotidiana.

Resta Um constante e permanente desejo de continuar abraçando o cinema brasileiro e um desejo intermitente de ouvir o som paralâmico da guitarra de Herbert Vianna. 

Resta Um olhar para A Última Palavra, aquela que nos tirará do dilema profundo que parece nos atar ao nada existencial. 

Resta Um indormido desejo de expressar-se e traduzir em imagens o que vai n’alma e no pensamento. 

Resta Um permanecente intuito de reaprender a amar pra não morrer de amar mais do que pude. 

Resta, sobretudo, essa vontade enorme de acertar e prosseguir fazendo cinema e apostando em coisas nas quais acreditamos, sejam elas concludentes ou não. 

Resta ademais um desejo de falar de vida, o aconchego do abraço amigo nas noites eternas, e a ânsia de chegar a um tempo onde a ingratidão morra de sede, a indiferença naufrague de tédio, a injustiça definhe por inanição e a estupidez se envergonhe de existir… 

Porque, enfim, Resta Um desejo de amar e ser amado

Amar sem mentir nem sofrer

Desejo de amar sem mais adeus…

Até, quem sabe,

Resta Um desejo de morrer de amar mais do que pude. 

Enfim, Resta Um anseio de que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais, a expressão do outro sob a forma ampliada e refletida do eu individual aprimorado. 

*O título deste artigo e as palavras finais nos foram inspirados por textos do cronista Artur da Távola, bem como as citações óbvias aos versos do saudoso poeta Vinícius de Moraes.

 

SERVIÇO: 

Curta-metragem RESTA UM

Exercício coletivo realizado no VI Festival de Cinema de Goiânia

Direção: Aurora Miranda Leão

Produção: Júlio Léllis

Edição: Aurora Miranda Leão e Lília Moema

Colaboração no roteiro: Miguel Jorge, Alex Moletta e Rogério Santana

Estrelando: Ingra Liberato

Participação: Rosamaria Murtinho, Sílvio Tendler

Bruno Safadi, Carol Paraguassu, Henrique Dantas

Realização: Aurora de Cinema e Cabeça de Cuia Filmes

Duração: 20m, cor, digital, gênero Experimental

 

Coquetel de lançamento  

QUANDO e ONDE: 19 de julho, 19:30h

CENTRO CULTURAL OBOÉ – rua Maria Tomásia, 531 – Aldeota

ENTRADA FRANCA
COLABORE, COMPAREÇA, AJUDE A ESPALHAR por aí !

Sílvio Tendler Mostra Utopia & Bárbarie

Sexta que vem, dia 23, chega aos cinemas de todo o país o filme Utopia e Barbárie, mais novo trabalho do cineasta Silvio Tendler, que se debruçou nos últimos 20 anos sobre o projeto. Partindo da II Guerra Mundial. O filme faz uma revisão nos eventos políticos e econômicos, que desde a metade do século XX elevaram ao risco e até ao desaparecimento dos sonhos de igualdade, de justiça e harmonia, em busca de entender as questões que mobilizam esses dias tumultuados: a utopia e a barbárie.

Utopia e Barbárie é um road movie histórico que percorreu ao todo 15 países: França, Itália, Espanha, Canadá, EUA, Cuba, Vietnã, Israel, Palestina, Argentina, Chile, México, Uruguai, Venezuela e Brasil.

Em cada um desses lugares, Sílvio Tendler documentou os protagonistas e testemunhas da história, os apresentando de forma apartidária, mas sem deixar de trazer um pouco do olhar do cineasta, que fez 60 anos em março. 

Nas telas, Silvio Tendler trafega por alguns dos episódios mais polêmicos dos últimos séculos, como as bombas de Hiroshima e Nagasaki, o Holocausto, a Revolução de Outubro, o ano de 1968 no mundo (Brasil, França, Chile, Argentina, Uruguai, dentre outros), a Operação Condor, a queda do Muro de Berlim e a explosão do neoliberalismo mais canibal que a História já conheceu. 

O cineasta foi à procura dos sonhos que balizaram o século XX e inauguram o século XXI. Ao longo de quase duas décadas de trabalho, Silvio Tendler fez uma minuciosa pesquisa e reconstruiu parte da história mundial, através do olhar de personagens com abordagens e trajetórias distintas, que ajudaram a compor um rico painel de nossa época. O diretor entrevistou inúmeros intelectuais, como filósofos, teatrólogos, cineastas, escritores, jornalistas, militantes, historiadores, economistas, além de testemunhas e vítimas desses episódios históricos.

 

Os dramaturgos Amir Haddad, Augusto Boal e Zé Celso Martinez, a economista Dilma Rousseff, o escritor e jornalista Eduardo Galeano, o poeta Ferreira Gullar e o jornalista Franklin Martins foram alguns dos nomes que concederam ao filme emocionantes depoimentos. Diversas vítimas, testemunhas e sobreviventes também narraram suas trajetórias, como a argentina Macarena Gelman e a brasileira nascida em Havana, Naisandy Barret, ambas filhas de desaparecidos políticos, além do estrategista do exército vietnamita, General Giap.

 

General Giap, estrategista do Exército Vietnamita responsável pela vitória do Vietnã contra a França em 1954, concede entrevista exclusiva a Sílvio Tendler

Cineastas de vários países também contribuíram com suas visões, como Denys Arcand (Canadá), Amos Gitai (Israel), Gillo Pontecorvo (Itália), Fernando Solanas (Argentina), Hugo Arévalo (Chile), Marceline Loridan (França), Mohamed Alatar (Palestina), Shin Pei (Japão), além dos cineastas brasileiros Cacá Diegues, Sérgio Santeiro e Marlene França. 

Orçado em R$ 1 milhão, o filme tem narração de Letícia Spiller, Chico Diaz e Amir Haddad. A trilha sonora, especialmente composta para o filme, é assinada por Caíque Botkay,  BNegão, Marcelo Yuka e pelo grupo Cabruêra.

Sobre o diretor

Sílvio Tendler é diretor de O Mundo Mágico dos Trapalhões, que fez um milhão e oitocentos mil espectadores; Jango, fez um milhão e Os Anos JK, oitocentos mil espectadores. Seu último longa-metragem, Encontro com Milton Santos, ficou entre os dez documentários mais vistos de 2007. Com seus filmes Silvio ganhou quatro Margaridas de Prata (prêmio dado pela CNBB), seis kikitos (Festival de Gramado) e dois candangos (Festival de Brasília).

 

Ficha técnica

Título original: Utopia e Barbárie

Gênero: Documentário

Duração: 120minutos

Ano de lançamento: 2010

Distribuidora: Caliban Produções Cinematográficas LTDA

Direção: Silvio Tendler

Roteiro: Silvio Tendler

Narrado por: Amir Haddad, Chico Diaz e Letícia Spiller

Produção: Caliban Produções Cinematográficas LTDA

Trilha Sonora: Cabruera, Caíque Botkay, BNegão e Marcelo Yuka

Videografismo: Irmãos Vilarouca

Montagem: Bernardo Pimenta

Produção Executiva: Ana Rosa Tendler