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Ceará leva Frei Tito ao Teatro de Recife

Este final de semana, o teatro cearense aporta em Recife através do Grupo Formosura Teatro.

Esta noite, acontece a primeira apresentação da leitura dramática de Frei Tito: Vida Paixão e Morte, texto do ator e encenador Ricardo Guilherme com direção de Graça Freitas.

Texto do dramaturgo Ricardo Guilherme em nova versão…

A realização é da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça e do Instituto Frei Tito de Alencar em parceria com o Grupo Formosura e a Secretaria de Direitos Humanos e Segurança Cidadã – Prefeitura de Recife.

As apresentações são gratuitas e acontecem no Teatro Luiz Mendonça -Parque Dona Lindu, HOJE às 20h30; amanhã às 20 h, e domingo em duas sessões, às 16h e às 19h. Além da peça, estará em cartaz a exposição  SALA ESCURA DA TORTURA sobre os últimos dias de Frei Tito.

A propósito: vale conferir o filme BATISMO DE SANGUE, do cineasta mineiro Helvécio Ratton, o qual aborda a questão dos frades dominicanos, torturados na época negra da história política brasileira, tendo como foco principal o Frei Tito de Alencar Lima, cearense morto em Paris, magistralmente interpretado por Caio Blat. O filme é baseado no livro homônimo de Frei Betto.

Confira trechos em http://www.youtube.com/watch?v=Abs9p0Dlt8U

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Grupo Formosura revive trajetória de Frei Tito através de texto de Ricardo Guilherme…

Uma peça para aplaudir de pé…

Tirei uma tarde de quarta, deixei os compromissos com a escrita de lado, botei um vestido e uns colares, salpiquei umas gotinhas de perfume, e marquei com uns amigos. Fomos assistir a uma peça de teatro, em cartaz no Sesc Iracema, ali vizinho ao Dragão do Mar.
Um lugar para ficar em pé é o nome do espetáculo e, de fato, quase ficamos em pé, tamanho era o público que resolveu fazer o mesmo que eu e meus amigos: sentar para ver, ouvir e conhecer mais teatro. Em cena, alunos da primeira turma do recém-criado Bacharelado em Artes Cênicas da Universidade Federal do Ceará, ou, como é melhor dito por eles, primeira turma de Teatro do Instituto de Cultura e Arte da UFC, o ICA/UFC.


Pois bem, é o próprio professor que assina a montagem do espetáculo, o chileno Hector Briones, que explica o trabalho como um exercício. Tem razão: Um lugar para ficar em pé é mesmo um exercício cênico, baseado nas obras-primas do clássico Samuel Beckett, romancista e dramaturgo irlandês, um dos mais emblemáticos dramaturgos do Teatro Contemporâneo. Mas cabe ressaltar: Que poderoso exercício !

Fiquei tão bem impressionada com o que vi que preciso dizer isso em público. E contribuir, ainda que de forma singela, com um possível aumento de espectadores na plateia deste grupo coeso e vontadoso que atua e se desfolha em muitas cenas e personagens para tornar crível, dramático, intenso e aplaudível este Um lugar para ficar em pé.
Há muitos anos não via na cena teatral de Fortaleza atores com tanta gana de estar em cena, tanta entrega ao ofício e tão salutar capacidade expressiva. Não vou destacar nenhum nome em especial, embora haja momentos onde um ou outro ator se sobressaia. Porém, um dos grandes trunfos do trabalho desta turma do ICA/UFC é justamente ter realizado seu ofício com este sentido de grupo, de coletividade. Em Um lugar para ficar em pé todos os atores tem iguais chances de mostrar seu potencial e expressar-se na plenitude de sua disciplina e vocação, valendo-se de um texto inquietante e voraz, dentro de um conjunto cênico harmonioso para o qual cooperam, na mesma medida, a luz, o som, a dramaturgia, a composição espacial, o figurino, a encenação. E é isso o que se espera de um espetáculo que chega ao palco como exercício de formação de uma turma estudante de teatro: ninguém mais, nenhum menos, todos juntos, de braços e emoções dadas, atuando em prol do sentido maior, qual seja a expressão pretendida para o texto escolhido conforme uma direção que se dedicou para criar um espetáculo coeso, forte, importante e necessário para quem quer começar (ou prosseguir) fazendo teatro, e fazendo bem, na certeza de que cada um, com suas potencialidades, senões, somas e verdades é um pilar fundamental para a construção do trabalho ofertado ao público. E o público tem entendido isso, felizmente. Se a estreia foi boa, a apresentação seguinte derrubou a mística de que ‘o segundo dia é péssimo’.

O exercício teatral dirigido por Briones é uma tragicomédia com momentos de riso intenso e outros de reflexão, introspecção, questionamentos existenciais densos, como sói acontecer com a profunda e marcante dramaturgia de Samuel Beckett. A atuação dos atores fornece ao espectador todas essas nuances de intenção, torna-se crível e promove adesão, e isto é alicerce para um espetáculo tornar-se consistente. Ademais, a boa performance dos atores insere-se num contexto onde tudo funciona bem: a composição tempo-espaço é plausível, a iluminação acentua gestos e expressões quando esta é a intenção do texto, bem como sublinha outros tantos onde o riso da plateia acontece instantaneamente. A trilha – e que trilha magnífica ! – é de uma beleza intensa, emoldurando os quadros nos quais a dramaturgia se costura em volteios de sensibilidade, intensidade, gestos, expressões, e figurinos colaboradores para a atmosfera a ser alcançada no desenrolar do espetáculo. Portanto, estão de PARABÉNS todos os que estão em cena – e são 15 atores, se a memória não me trai -, o professor-diretor Hector Briones, o operador de luz, e toda a equipe que ajudou  a construir este exercício-espetáculo em cartaz no SESC Iracema, em Fortaleza, o qual ainda este mês sobe ao palco do Theatro José de Alencar.

UM LUGAR PARA FICAR EM PÉ é bem mais que um exercício para ajudar a formar grandes atores. É um Espetáculo de Exercício que merece ser visto, aplaudido e recomendado, como o faz agora este AURORA DE CINEMA referendando este belo, instigante, criativo e vigoroso espetáculo teatral ao qual aplaudimos de pé.

De tal modo ficamos impressionados com Um Lugar para Ficar em Pé que bateu imediata vontade de voltar à cena e pisar de novo no palco, tanta é a capacidade instigadora dos atores postos em cena e tal é a intensidade da magia que assola os que já foram mordidos pelo ‘cupim’ do Teatro: o bichinho invasivo e imortal vai crescendo por dentro, incansável, atento e indormido, e, diante de um espetáculo com poder de arrebatar, ele surge, mais uma vez, forte, pulsante, contaminando e bradando: “é lá que eu quero estar, o palco também é meu lugar !”

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO
UM LUGAR PARA FICAR EM PÉ

“Tudo desde sempre. Nunca outra coisa. Nunca ter tentado. Nunca ter falhado. Não importa. Tentar outra vez. Falhar outra vez. Falhar melhor”.

DRAMATURGIA – SAMUEL BECKETT
DIREÇÃO: HECTOR BRIONES
Canto para a cena: Consiglia Latorre
Figurino: Natália Lima
Orientação de figurino: Yuri Yamamoto
Iluminação: Wallace Rios
Gravação de áudio: Maurício Rodrigues
Projeto gráfico: Caroline Veras
Ilustração: Diego Landin
Produção: Primeira turma de Teatro do ICA/UFC

ELENCO: Altemar Di Monteiro, Aristides de Oliveira, Aurélio Barros, Bruno Martins, Caroline Veras, Débora Frota, Denilson Almeida, Diego Landin, Flávio Gonçalves, Gilvamberto Félix, Hylnara Anny, Jéssica Teixeira, Josélia de Sousa, Kevin Balieiro, Larissa Alves, Marcos Evangelista, Nádia Fabrici, Natália Lima, Nelson Albuquerque e Wesley Umbelino.

As rosas amarelas sobem ao palco com Mazé Figueiredo

 

O espetáculo Quando as rosas amarelas se tornam marrons, projeto aprovado em edital do Centro Cultural Banco do Nordeste, estreia no próximo dia 28 em Fortaleza, tendo como palco o Teatro Antonieta Noronha, no centro da cidade.

 O texto é de autoria do ator e diretor Walden Luiz e tem direção de
 Wagner Pereira, contando com o seguinte elenco: Walden Luiz, Mazé Figueiredo (proponente do projeto), Zerivaldo Beserra e Lorenna Aletéia.

Walden Luiz e Mazé Figueiredo em cena: Teatro Cearense estreia mais um espetáculo…

A pequena temporada será dias 28, 29 e 30 deste junho, às 19.30h, no Teatro Antonieta Noronha, Rua Pereira Filgueiras, nº 4, por traz do Paço Municipal, com entrada franca.


Walden Luiz está completando 50 anos atuando no teatro cearense, enquanto Mazé Figueiredo, a incansável atriz, produtora, divulgadora e coralista, que é funcionária aposentada do Banco do Nordeste, completa uma dezena de peças atuando de forma ininterrupta. Haja fôlego ! 

Vamos ao Teatro ! Vamos ver Quando as rosas amarelas se tornam marrons !

 

A propósito do Troféu Carlos Câmara…

 O Troféu CARLOS CÂMARA, oferecido anualmente a personalidades que fizeram/fazem e são História no Teatro Cearense, foi entregue esta noite aos queridos amigos Francinice Campos, e Carri Costa, que completa neste 2012 três décadas de estrada nos palcos…

 O troféu Carlos Câmara e Carri Costa, que completa 30 de dedicação ao Teatro…

Tenho orgulho, saudade e felizes lembranças do tempo em que nasceu a ideia da outorga desta comenda – que se tornou a mais importante do Teatro Cearense, e reverencia o nome daquele considerado o maior Comediógrafo da história da nossa Dramaturgia -, na casa onde eu então morava (na rua Oswaldo Cruz). Ideia nascida e compartilhada por Marcelo Costa, eu, Luciano Clever, Quixadá Cavalcante, e Martha Vasconcellos, entre outros colegas do Grupo Balaio.

Francinice Campos: atriz e diretora de intenso trabalho e soberba vocação…

A primeira outorga, no início dos anos de 1980, foi para a lendária atriz Nadyr Sabóia, o ator Clóvis Mathias e o diretor/ator/dramaturgo, mestre querido e admirável, Aderbal Freire-Filho. Coube a mim a indubitável honra e alegria de entregar a estatueta a Aderbal.

Aurora Miranda Leão e Aderbal Freire-Filho: entrega do primeiro Carlos Câmara…

A imagem é um registro da noite inesquecível da entrega do Troféu Carlos Câmara a Aderbal Freire-filho, primeira grande Homenagem do Teatro Cearense a seu filho ilustre, na qual o diretor verteu lágrimas visíveis antes de subir ao palco.

Parabéns aos que mantém viva esta tradição bonita e meritória de valorizar o Teatro, reconhecer o talento dos colegas, e aplaudir a vocação alheia.

Viva Aderbal, Carri Costa e Francinice Campos !
Vida longa ao Troféu Carlos Câmara !

Aurora Miranda Leão (ao lado de Augusto Abreu) como Mestre de Cerimônia da solenidade de entrega do Troféu Carlos Câmara de Teatro, anos de 1990, no Teatro Arena Aldeota…

* A entrega do Troféu Carlos Câmara, nascida e realizada pelo Grupo Balaio (dirigido por Marcelo Farias Costa por mais de 25 anos),a partir deste ano está sob a chancela dos grupos teatrais Quimeras de Teatro (direção do ator/escritor Antônio Marcelo) e da Companhia Brucutus (direção do ator/produtor Emídio Tavares).

Vem aí mais um Festival de Esquetes…

 

CARRI Costa idealizou, realiza, produz e convida: mais um Festival de Esquetes de Fortaleza.

Ótima pedida para quem faz Teatro, recomendável para todos que gostam de boa diversão e de assistir a peças de teatro, curtinhas e com muito a dizer.

É no Teatro da Praia: Rua José Avelino, 662, na praia de Iracema. Informações: 3219-9493.

Madame NoAr: garantia de boas risadas no Teatro

A atriz Mazé Figueiredo estará esta tarde e amanhã, em dois horários, encenando a comédia Madame NoAr no Centro Cultural Banco do Nordeste, em Fortaleza, com entrada franca.

A direção é da também atriz Leuda Bandeira e o texto é de Nícolas Almeida.

As apresentações são QUINTA e SEXTA,  23 e 24 de fevereiro, às 15h e às 18h – a entrada é gratuita mas recomenda-se chegar ao Centro Cultural Banco do Nordeste com uma hora de antecedência.

Este espetáculo é mais um trabalho artístico possibilitado pelo edital Cultura da Gente, ação meritória do Banco do Nordeste em prol da criação artística de seus funcionários. Quem responde pelo Cultura da Gente é Rosana Virgínia, uma querida e dedicada funcionária do CCBN, incentivadora dos colegas e entusiasta dos belos frutos que vem sendo gerados pelo edital.

O Aurora de Cinema já esteve na platéia de Madame NoAr  – uma ardilosa vidente, boa de ver e ouvir – e recomenda: o trabalho é um bom momento do teatro cearense, com competente direção de Leuda Bandeira e atuação primorosa de Mazé Figueiredo.

Vamos ao Teatro ! E vamos aplaudir Madame NoAr, uma comédia para agradar a gregos, troianos, cearenses e plateias de todas as cores, credos e palcos do país.

O Amor é Arte de Viver… IMACULADA

Vem aí mais um espetáculo dirigido pelo professor, ator, escritor e pesquisador de Teatro, Hemetério Segundo

Em cena, o grupo criado e coordenado por ele e o irmão, Hemetério Terceiro.

A tirar pelo cartaz, IMACULADA é uma flecha no coração, apontando caminhos onde muitos de nós já deixamos pegadas, construindo pontes, tomando atalhos… um poema para se consagrar no palco.

IMACULADAVamos ao Teatro ! 

 Grupo Arte de Viver apresenta
 
IMACULADA
 
Uma mulher comum que, como todas as outras,
descobre o amor, a ele se entrega intensamente
e, conscientemente, sofre com sua perda…
A montagem é o espetáculo de formação da
11ª turma da Oficina Teatral Permanente que,
há 11 anos contribui para a formação de atores
no Estado do Ceará.
 
Elenco:

Isa Vida, Kárita Gardem, Laiza Milena e Patrícia Amaro


Hemetério leva ao palco mais um espetáculo teatral…

Direção: Hemetério Segundo
 
TEATRO SESC EMILIANO QUEIROZ
Dias 1, 2, 8 e 9 de OUTUBRO
Sempre às 20 horas
 
Informações: (85) 8759.5866 

Tita & Nic: De volta, A Comédia

6 ATORES INTERPRETANDO 2500 PERSONAGENS

CARRI COSTA – DENIS LACERDA – PERLA CAVALCANTE – SOLANGE TEIXEIRA – DIEGO MESQUITA e JESUÍTA BARBOSA

13 ANOS DE SUCESSO, 800 APRESENTAÇÕES, MAIS DE 800 MIL ESPECTADORES.

NUNCA UMA COMÉDIA CEARENSE FOI TÃO LONGE QUANTO TIRA & NIC!

DIA 21 (DOMINGO) AS 19h00

PROMOÇÃO IMPERDIVEL: ACESSE

 http://www.baratocoletivo.com.​br/barato/829

E COMPRE NO CARTÃO POR MENOS DA METADE DO PREÇO

Sentimentos Triviais, Boa Música e Flores a Jogar nas Memórias

O sonho de ganhar na loteria e mudar a vida: novos sonhos, projetos de felicidade encomendados, o vislumbrar de dias diferentemente melhores. Duas mulheres, uma tia e uma sobrinha, dividem o cotidiano solitário numa quitinete qualquer de uma grande cidade. E num momento limítrofe ao desespero, vêm à tona sentimentos como rivalidade entre irmãs, inveja, recalques, intrigas, disputas pelo amor de um mesmo homem, superstições, dúvidas, maledicências, e crença até no desconhecido. 

Esta é a trama básica da dramaturgia que Caio Quinderé nos oferece em E Eu Joguei Flores nas Minhas Memórias. 

Escrita há uns 6 anos, a peça chega agora aos palcos: a estréia acontece no próximo sábado, dia 21, às 19h, no Teatro Sesc Emiliano Queiroz. 

Em cena, Aurora Miranda Leão e Mazé Figueiredo são Maria Lúcia e Maria do Desterro, seguindo caminhos interpretativos a partir das indicações da direção, dividida entre o próprio Caio e Ilclemar Nunes (ator, dramaturgo e diretor cearense, de longa estrada nas artes cênicas). 

Segundo o autor, Caio Quinderé, havia a intenção de uma montagem anterior. Corria o ano de 2005 e os ensaios tiveram início numa sala do teatro José de Alencar com Aurora Miranda Leão e Aline Pereira… até que veio um convite para Caio retornar ao Rio, onde passou parte da infância e adolescência. E o autor deslocou-se para a Cidade Maravilhosa, onde também foi trabalhar com teatro. E foram dois anos de muita atividade na seara da produção. Caio, entretanto, nunca abandonou a idéia de levar as flores das memórias ao tablado e, ano passado, aceitou convite da atriz Mazé Figueiredo para levar adiante o projeto, agora com novo desenho cênico. Mazé então inscreveu o projeto da montagem do espetáculo no edital do programa Cultura da Gente (leia-se Banco do Nordeste) – destinado a funcionários aposentados da instituição – e o resultado não poderia ser mais feliz:  projeto aprovado, foram dados os primeiros passos para a montagem que agora chega ao teatro.  

Aurora e Mazé levam à cena a criação de Caio Quinderé

Mazé Figueiredo e Aurora Miranda Leão estão em cena vivendo Desterro e Lúcia. Caio criou a luz e a trilha sonora, a partir da inspiração recolhida através das notas do piano de Antônio José Forte – de quem Caio ouviu a melodia de E Eu Joguei Flores nas Minhas Memórias, e daí “pescou” o título da peça que ainda estava por escrever… Envolta nos acordes de Antônio José, as letras a brotar do imaginário de Caio foram sintonizar em grandes ícones do nosso cancioneiro, irrigando a cena com sonoridades preciosas, emoldurando com sutileza as palavras que brotam férteis e velozes de sua criação dramatúrgica: Chiquinha Gonzaga e Pixinguinha enriquecem e dignificam ainda mais o espetáculo, no qual a composição homônima de Antônio José é a célula-mater auditiva.

Hora de preparar a cena e ver transformadas em “realidade” as palavras rascunhadas no papel, Caio convidou Ilclemar Nunes para a direção, Luciano Morais para a produção, Neiara Leão para a criação de figurinos, e o resultado de 4 meses de ensaio poderá ser visto agora, na temporada que começa sábado no Teatro Emiliano Queiroz.

 Vamos ao Teatro !

 

Mazé e Aurora: as conflituadas Desterro e Lúcia

SERVIÇO

E Eu Joguei Flores nas Minhas Memórias

Texto: Caio Quinderé

Direção: Caio Quinderé e Ilclemar Nunes

Onde: Teatro Emiliano Queiroz

ESTREIA: dia 21/8, sábado, 19h

Temporada: 22,28 e 29 de agosto

ENTRADA FRANCA