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Cinema reverencia Domingos Oliveira

O dramaturgo, cineasta, ator, diretor, homem de Teatro, Cinema e Televisão,  Domingos Oliveira, recebe esta noite o prêmio principal da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Prêmio Leon Cakoff.

A cerimônia acontecerá às 21h20, entre as sessões de Primeiro Dia de Um Ano Qualquer e Paixão e Acaso, ambos dirigidos por Domingos. A Mostra contempla, com o Prêmio Leon Cakoff, antes prêmio Humanidade, personalidades do meio cinematográfico que se destacaram ao contribuir para o enriquecimento do cinema mundial.

Além de Domingos Oliveira, receberão o prêmio Leon Cakoff o diretor Abbas kiarostami e a atriz Claudia Cardinale.

UM POUCO MAIS SOBRE DOMINGOS OLIVEIRA, um MESTRE !

Domingos Oliveira é um dos mais profícuos criadores brasileiros, autor de obras marcantes, seja no teatro, cinema ou televisão. Nascido no Rio de Janeiro, Domingos começou a carreira no teatro, em 1963, com Somos Todos do Jardim da Infância, texto de sua própria autoria.

Em 1966, dirigiu Todas as Mulheres do Mundo, sua estreia no cinema, protagonizado por Leila Diniz e Paulo José. Apesar de inserido no grupo do Cinema Novo, Domingos sempre tendeu mais para Tchecov do que Brecht, passando ao largo dos regionalismos que dominavam as atenções de significativa parcela do Cinema Novo. Suas preocupações sempre foram mais urbanas e de classe média, onde as disfunções e desatinos das relações humanas e do amor se convertem em filmes calcados na força do texto e das atuações, impregnados de um humanismo sem concessões.

Entre seus principais filmes, destacam-se Edu Coração de Ouro (1968), As Duas Faces da Moeda (1969), A Culpa (1971) e Teu, Tua (1976). Nos anos 80, Domingos iniciou um prolífico trabalho para a televisão, colaborando em roteiros de episódios de séries e especiais, e coordenando a série Caso Especial na TV Globo. Voltou ao teatro em 1981 e, em 1995 escreveu, com Priscilla Rozenbaum, a peça Amores, levada às telas em 1996, reaproximando Domingos do cinema depois de um afastamento de quase 20 anos. Amores venceu três Kikitos no Festival de Gramado.

Com a companheira Priscilla Rozenbaum, uma parceria de sucesso…

Seus filmes mais recentes são Separações (2002, 26ª Mostra), Feminices (2004, 28ª Mostra), Carreiras (2005, 29ª Mostra), Juventude (2008, Prêmio do Público na 32ª Mostra) e Todo Mundo tem Problemas Sexuais (2008, 32ª Mostra).

Nesta edição da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Domingos Oliveira participacom seus filmes É Simonal (1971), e Primeiro dia de um Ano Qualquer (2012), e Paixão e Acaso (2012).

SERVIÇO

Prêmio LEON CAKOFF para Domingos Oliveira   

25/10/2012 – QUINTA – CINESESC

19:20 Exibição do filme: PRIMEIRO DIA DE UM ANO QUALQUER, de Domingos Oliveira (81′).

21:20 Exibição do filme: PAIXÃO E ACASO, de Domingos Oliveira (83′).

OBS.: A entrega do prêmio será feita antes da exibição do filme PAIXÃO E ACASO.

Patrocinadores da 36ª Mostra

A 36ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo é realizada com patrocínio da PETROBRAS pela LEI DE INCENTIVO À CULTURA do MINISTÉRIO DA CULTURA; copatrocínio do BANCO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SOCIAL (BNDES); apoio institucional da PREFEITURA DE SÃO PAULO; apoios da FAAP, ITAÚ e SESC; apoio cultural da SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO pelo PROAC – PROGRAMA DE AÇÃO CULTURAL DO ESTADO DE SÃO PAULO, SÃO PAULO TURISMO, SABESP e IMPRENSA OFICIAL; colaboração da editora COSAC NAIFY, do MASP – MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO, HOTEL TIVOLI, CHIVAS, AUDITÓRIO IBIRAPUERA, INGRESSO.COM e do CONDOMÍNIO CONJUNTO NACIONAL; promoção da FOLHA DE SÃO PAULO, TV CULTURA, GLOBO FILMES, CANAL BRASIL, BAND NEWS FM e RÁDIO BANDEIRANTES.

A 36ª Mostra é produzida pela ABMIC – Associação Brasileira Mostra Internacional de Cinema.

DJIN Sganzerla estreia O Belo Indiferente hoje no RIO

DJIN SGANZERLA tem atuação primorosa em espetáculo de HELENA IGNEZ e ANDRÉ GUERREIRO LOPES

Escrita originalmente para Edith Piaf, sucesso de crítica e público em São Paulo, O Belo Indiferente, de Jean Cocteau, chega ao Rio estrelado pela premiada atriz Djin Sganzerla, com direção de André Guerreiro Lopes e Helena Ignez, A estreia é esta noite,às 21 horas,  no histórico Teatro Ipanema.

“Djin circula pelo ambiente de atmosfera vintage como um misto de personagem de desenho animado (iluminada pela diversidade de cores) e heroína trágica prestes a dar cabo da própria vida”, analisa o crítico Dirceu Alves Jr., da Veja São Paulo.

“Preste atenção na atriz, de corpo e rosto de belezas angelicais, mas um furacão tecnicamente impecável na modulação do olhar clamoroso e da voz visceral ou dissimulada ao telefone”, recomenda o crítico Valmir Santos, da Revista Bravo!

“A montagem de O BELO INDIFERENTE é um acerto do começo ao fim. Impregnada do ritmo veloz destes nossos tempos, linkados em fruições de mil matizes, esta montagem ganha contornos de instalação visual, entrecortada por sons que dominam o ambiente, vindos de todos os quadrantes, dialogando com discursos visuais criados pela câmera ágil e sensível de André Guerreiro Lopes e o resultado não podia ser outro: O BELO INDIFERENTE é uma encenação inteligente e sensivelmente poderosa”.

* Trecho da crítica AURORA DE CINEMA sobre o espetáculo. A íntegra está em https://auroradecinema.wordpress.com/criticas-teatro-cinema-e-musica/

Djin Sganzerla estreia hoje nova temporada de O Belo Indiferente

O espetáculo O BELO INDIFERENTE, texto de Jean Cocteau com direção de Helena Ignez e André Guerrreiro Lopes, reestreia hoje em São Paulo, após vitoriosa temporada de três meses de casa lotada no Sesc Consolação.
 
 
A temporada que começa hoje será de apresentações todos os  sábados, às 21h,  no Teatro  Satyros Um, na capital paulista.
 
 
Confira um trecho do espetáculo:
 
 
Djin Sganzerla: atuação colossal em monólogo clássico…
 
 
 
 
 
A nova temporada de O BELO INDIFERENTE vai até 28 de julho no TEATRO DOS SATYROS – Praça Franklin Roosevelt, 214 – República
Telefone: (11) 3258-6345
 

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