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Djin Sganzerla e André Guerreiro Lopes em texto de Strindberg

Atriz paulista, filha dos cineastas Rogério Sganzerla e Helena Ignez, sobe ao palco em mais um grande texto, desta vez em mostra do SESC que homenageia o dramaturgo August Strindberg

De 10 a 14, sempre às 21h, no SESC Ipiranga…

Vamos ao Teatro !

DJIN SGANZERLA e ANDRÉ GUERREIRO LOPES são dois Artistas do Maior Quilate e um trabalho deles é sempre garantia de profissionalismo e bom espetáculo. este aurora de cinema recomenda.

Última chance para ver Djin Sganzerla em O Belo Indiferente

É logo mais, às 21h, no Teatro dos Satyros 1, em São Paulo, a última apresentação do espetáculo O BELO INDIFERENTE, estrelado pela querida atriz Djin Sganzerla, que por este trabalho vem recebendo rasgados elogios da crítica e uma sucessão de aplausos.

A peça é um clássico de Jean Cocteau e tem direção de André Guerreiro Lopes e Helena Ignez.

A equipe do espetáculo, montado graças ao patrocínio SESC, está em excursão com a peça pelas unidades do SESC do interior ~paulista, seguindo em agosto para temporada de 6 semanas no Rio.

Confira trailer do espetáculo: http://www.youtube.com/watch?v=7GGaoQfz74s 

 
 
DJIN Sganzerla: atuação exponencial, em primorosa montagem do clássico de Cocteau…

DJIN Sganzerla prossegue temporada de O Belo Indiferente

 
Hoje é sábado, dia de Teatro.
 
PORQUE HOJE É SÁBADO, é dia de ver DJIN SGANZERLA no TEATRO.
 
VAMOS AO TEATRO, porque O BELO é INDIFERENTE.
 
Vamos ao Teatro e vamos conferir DJIN SGANZERLA, a bela nada indiferente, em direção dupla comandada pela mãe, a querida e festejada atriz HELENA IGNEZ, e o ator e artista visual, ANDRÉ GURREIRO LOPES.
 
HOJE TEM DJIN SGANZERLA retornando ao palco do Teatro dos Satyros, em São Paulo, às 21h, com a aplaudida montagem de O Belo Indiferente, premiada ano passado pela excelência de sua montagem, que teve fundamental apoio do SESC de São Paulo. 
 
 
 
O espetáculo faz agora a sua terceira temporada por conta do mega sucesso que foi a primeira, ainda no ano passado. Por conta disso, DJIN ficou em cartaz também em janeiro, e agora volta na terceira temporada da peça, um clássico de Jean Cocteau. Um espetáculo de alta qualidade, conforme você pode conferir na crítica Aurora de Cinema: https://auroradecinema.wordpress.com/criticas-teatro-cinema-e-musica/djin-sganzerla-em-atuacao-primorosa/
 
 
 
A novidade boa é que, em agosto, O BELO INDIFERENTE fará temporada de 6 semanas no Rio de Janeiro.
 
Portanto, hoje é noite de Teatro com DJIN SGANZERLA e O BELO INDIFERENTE !
 
 
VAMOS AO TEATRO e VAMOS CONVIDAR OS AMIGOS !
 
 
TEATRO É BOM PARA QUEM FAZ e PARA QUEM ASSISTE !

Djin Sganzerla estreia hoje nova temporada de O Belo Indiferente

O espetáculo O BELO INDIFERENTE, texto de Jean Cocteau com direção de Helena Ignez e André Guerrreiro Lopes, reestreia hoje em São Paulo, após vitoriosa temporada de três meses de casa lotada no Sesc Consolação.
 
 
A temporada que começa hoje será de apresentações todos os  sábados, às 21h,  no Teatro  Satyros Um, na capital paulista.
 
 
Confira um trecho do espetáculo:
 
 
Djin Sganzerla: atuação colossal em monólogo clássico…
 
 
 
 
 
A nova temporada de O BELO INDIFERENTE vai até 28 de julho no TEATRO DOS SATYROS – Praça Franklin Roosevelt, 214 – República
Telefone: (11) 3258-6345
 

Vá ao Teatro !

O Teatro precisa de você e você precisa de TEATRO !

Claudia Raia estréia em CABARET…

Havia um cabaré, e havia um mestre-de-cerimônias e uma cidade chamada Berlim. Era o fim do mundo, e eu dançava com Sally Bowles, e nós dois estávamos dormindo.

São essas as primeiras palavras do livro que o personagem Cliff Bradshaw escreve na peça Cabaret. A montagem musical do texto cestreá esta noite, em Sampa, tendo CLÁUDIA RAIA como destaque.

O espetáculo é resultado de uma sequência de adaptações. A peça foi escrita em 1966 por Joe Masteroff, a partir do livro I Am a Camera, de John van Druten -o qual, por sua vez, baseou-se em “The Berlin Stories” (1945), de Christopher Isherwood.

  Zé Carlos Barretta/Folhapress  
Claudia Raia em cena do musical "Cabaret", dirigido por José Possi Neto
Claudia Raia em Cabaret, direção de José Possi Neto

Masteroff serviu na Força Aérea Americana durante a Segunda Guerra Mundial e hoje, aos 91 anos, segue escrevendo, ofício que adotou na década de 1950.

Ele aponta a insensatez do mundo como razão para Cabaret manter a atualidade e o apelo universal. “As pessoas precisam de música para sobreviver, porque a loucura ainda está em todo lugar.”

O autor se define como um sujeito “tranquilo”, alguém cuja vida “nunca foi um cabaré”. Mas acha que a falta de juízo dos tempos atuais faz surgir tipos cada vez mais parecidos com os de sua peça, “sem esperança e aproveitando o máximo”.

A história de Cabaret se passa num clube noturno da Berlim pré-ascensão do nazismo, período em que muitos alemães ainda não atinavam para o perigo iminente que o mundo corria. A situação financeira ruim, e o moral baixo depois da derrota alemã na Primeira Guerra, definiam o clima da época.

Os clubes burlescos, com seu cardápio de números alegres e escapistas, estrelados por garotas seminuas, serviam de alento.

Miguel Falabella, responsável pela adaptação para o português e amante dos musicais, conta ter tido trabalho para não perder a atmosfera histórica e política da peça.

Para isso, manteve do original o Mestre de Cerimônias, personagem palpitador de Jarbas Homem de Melo.

“A personalidade ácida do Mestre de Cerimônias – que comenta a história com traços de crueldade – é muito importante”, explica Falabella. “Ele representa aquela Alemanha que está afundando, prestes a ver os nazistas no poder. O ovo da serpente está eclodindo, e ele é a tradução disso tudo.”

O romance entre Sally Bowles e Cliff Bradshaw (papel proposto a Reinaldo Gianecchini antes da descoberta da doença) acontece e parece ser uma tábua de salvação para o par de desgarrados.

Porém, a presença crescente do nazismo, o temperamento de Cliff e a ignorância de Sally impedem um final feliz. “E como poderia haver se o que estavam vendo era o começo do ‘fim do mundo?'”, questiona Masteroff.

Com peruca chanel, meia arrastão e coberta de cristais Swarovski, Cláudia Raia entra no palco interpretando a cantora inglesa Sally Bowles. A sala do teatro Procópio Ferreira está decorada com cortinas de vidrilhos de tons rosados. Mesas com iluminação baixa e espelhos com luzes ajudam a colocar o espectador dentro de um bordel da década de 20.

Tudo em nome de Cabaret, musical que notabilizou Liza Minelli, e que estreia HOJE em São Paulo com produção de Sandro Chaim (de “A Gaiola das Loucas”e “Hairspray”), direção de José Possi Neto e tradução de Miguel Falabella. Pela segunda vez no Brasil – a primeira versão foi apresentada em 89 – o espetáculo é um sonho antigo de Cláudia.

“Eu e Sally somos uma brincadeira de ‘Tom & Jerry’. Tentamos fazer (o musical) uma vez, não conseguimos os direitos. Foi quando cheguei para o Chaim e disse que era a hora de ir atrás. Em 89, fiquei super triste por não ter conseguido o papel. Hoje vejo que não estava preparada para ele, talvez pela falta de maturidade na época”, conta.

Claudia Raia protagoniza mais um famoso musical da Broadway e esbanja sensualidade…

Cabaret foi apresentado em diversas versões no teatro e também ganhou vida no cinema, com Liza Minelli eternizada no papel de Sally, no filme que trata a história de forma mais leve. “Tentei aprisionar a Cláudia pra fazer essa personagem. Nunca usei esse corpo, essa voz. Sai da Liza, minha musa, pra criar a minha Sally Bowles. É o que eu penso da personagem”.

“‘Cabaret conta duas histórias de amor interrompidas pela guerra. A Bowles vai para Berlim em busca de uma outra realidade e se apaixona por um escritor. Mas é desequilibrada, se boicota. É uma história de amor impedido”.

 

“Investimos muito na dramaturgia”, explica Possi. “A personagem principal carrega um enorme drama pra sobreviver em meio à guerra. Tivemos que trabalhar em repensar o conteúdo histórico e psicológico. E o Falabella dá o humor sarcástico e ao mesmo tempo ingênuo que a peça pede, se revezando entre o sexy sujo e o cômico”, completa.

A produção do musical, que conta com 150 figurinos, dos quais 8 são da personagem principal, reproduz em cenários um pouco da Berlim dos anos 30. Já as coreografias ganharam mais sensualidade na versão brasileira. “A ideia não era ficar pornográfico. É uma sensualidade elegante. Fiz uma pesquisa de lingeries e peças com tons de pele para aproveitar bem os corpos dos bailarinos”, explica  o renomado figurinista Fábio Namatame.

Apesar de a personagem ser um antigo sonho de Cláudia, a história da personagem não tem nada a ver com a história da atriz. “Ela é bêbada, fuma. É super mundana. Eu não bebo uma gota de álcool”, conta. Para as cenas em que a atriz fuma, foram importadas 20 caixas de cigarro de alface. “São muito fedidos”, brinca.

Cabaret
Estreia 28 de outubro

Onde: Teatro Procópio Ferreira (Rua Augusta, 2.823 – Cerqueira César)
Quando: quintas (às 21h), sextas (às 21h30), sábados (sessões às  18h e 21h30), domingo (às 18h)
Quanto: de R$40 a R$200 (mais informações no 0/xx/11 4003-1212)

Regina Braga e a polêmica da sexualidade

 

“Tenho certeza de que o ser humano é bissexual”

A atriz Regina Braga, mãe de Gabriel Braga Nunes, o Léo de Insensato Coração, disse em entrevista ao Sexta Cultural do Jornal do Terra ter a certeza de que o ser humano é um animal bissexual e se disse envergonhada com o preconceito existente até hoje pelas pessoas em relação ao tema. “É uma coisa tão ultrapassada. Eu acho tão absurdo a humanidade ainda ter esse tipo de problema, pois é a coisa mais natural do mundo”.

Para reforçar sua teoria, a atriz, que atualmente representa uma poetisa homossexual no monólogo Um Porto para Elizabeth Bishop, no Teatro Eva Herz, em Sampa, disse ter ela mesma uma atração por mulheres, afirmando não dizer isso apenas como uma frase de efeito.

“Eu sinto que somos as duas coisas, que temos essa possibilidade na sexualidade. Acho que iremos nos envergonhar no futuro. A humanidade vai falar, ‘como é possível que as pessoas fossem tão atrasadas, primitivas'”, explicou.

A personagem que Regina interpreta é exatamente a mesma que fez quase dez anos atrás, quando estreou pela primeira vez na peça. Mas, segundo ela, o fato de estar mais velha torna toda a interpretação muito mais difícil. “Antes, o vigor físico normal já era suficiente para eu fazer o espetáculo. Agora, não. Tenho que me preparar. Estou virando uma monja. Em dia de espetáculo, tenho que trabalhar com o corpo, com a voz. Teatro na terceira idade é assim”.

O monólogo Um Porto para Elizabeth Bishop é apresentado todas as quartas e quintas, às 21h, no Teatro Eva Herz, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo. Os ingressos para a peça, em cartaz até 25 de agosto, custam R$ 40.

Mistérios da Amazônia no Teatro

ESPETÁCULO INFANTIL AMAZÔNIA ADENTRO APRESENTA MISTÉRIOS E HISTÓRIAS DA REGIÃO AMAZÔNICA
 
Com a Cia. Conto em Cantos, a peça possui texto inédito, criado a partir da pesquisa de campo em comunidades ribeirinhas realizada pelas atrizes Juliana Offenbecker e Priscila Harder

 
A Cia. Conto em Cantos está em temporada do espetáculo teatral infantil Amazônia Adentro, no Auditório do Sesc Pinheiros, fazendo apresentações todos os domingos até 12 de dezembro.  A peça aborda lendas e culturas da região amazônica e busca aproximar as crianças, jovens e adultos deste universo de magia, repleto de seres encantados e misteriosos.
 
O espetáculo possui texto inédito criado a partir da pesquisa de campo realizada pelas atrizes Juliana Offenbecker e Priscila Harder. As artistas pesquisaram por dois meses a cultura popular em comunidades ribeirinhas da Amazônia (Amazonas e Pará) e dedicaram quase dois anos para a construção da obra (entre 2008 e 2009), que possui também trilha sonora ao vivo e canções do poeta manauara Celdo Braga.
 
Na peça, Barbra e Sirona são vizinhas ribeirinhas no Amazonas. Sozinhas numa canoa desejam chegar a Parintins e participar da “Festa do Boi”. Nesta viagem percorrem uma trajetória mítica que envolve universos humanos e amazônicos, resgatando lendas, tradições, músicas, superstições e encantamentos do povo ribeirinho. Adentrando rios infinitos e matas densas e seculares, Barbra e Sirona, fazem também uma viagem para dentro de todos nós desvendando histórias, muitas vezes desconhecidas, mas tão ligadas a nossa fonte inicial, a nossa raiz: o ser brasileiro, o ser universal.
 
 
Ficha técnica
Direção e dramaturgia | Solange Dias
Pesquisa de campo | Juliana Offenbecker e Priscila Harder
Atrizes | Juliana Offenbecker e Priscila Harder
Direção musical e Músico | Fabio Freire
Canções | Fábio Freire e Celdo Braga (compositor manauara)
Manipulação de bonecos e contra-regra | Ludmila Dorta
Iluminação | Camila Andrade
Cenografia e adereços | Marisa Rebolo
Orientação de manipulação de bonecos | Carolina Cal
Preparação circense e teatro de sombras | Wilson Mandri
Figurinos e bonecos | Leide de Castro
Produção | Juliana Offenbecker e Priscila Harder

 
 
Cia. Conto em Cantos
A companhia Conto em Cantos foi fundada em 2005 pelas atrizes Juliana Offenbecker (formada pelo teatro-escola Célia Helena e licenciada em Artes Cênicas na UNESP) e Priscila Harder (formada pelo teatro-escola Célia Helena e Bacharel em Direção Teatral na Escola de Comunicação e Artes da USP).

Com interesse em aprofundar seus conhecimentos na linguagem cênica por meio de histórias e narrativas, e de levar o potencial transformador da vivência teatral ao mais diversos lugares a companhia desenvolveu, ao longo de 05 anos, apresentações de narração de histórias, entre as quais destacam-se: Contos de Meio Ambiente, Quatro Contos do Mundo, Encantos Reais, Limeriques, Contos Brasileiros e Uma Linda Mulher e outras histórias.
 
A linguagem da companhia prima por mesclar narração e dramatização, utilizar recursos sonoros e materiais simples que estimulem a imaginação. Atualmente, a companhia Conto em Cantos trabalha com espetáculos teatrais, narração de histórias e oficinas de teatro. Foram realizadas, desde 2005, mais de 400 atividades que ocorreram em teatros, escolas públicas e particulares, centros culturais, rede Sesc, livrarias, bibliotecas, feiras de livros e parques no estado de São Paulo  e em comunidades ribeirinhas e na periferia dos estados do Amazonas e do Pará.
Desde 2007 a companhia é contemplada pelo PROART e realiza apresentações em escolas municipais, CEUs e participa do programa Recreio nas Férias da Prefeitura Municipal de São Paulo.
Em 2009 estreou o espetáculo de teatro-narrativo VOZ INVENTADA, criado a partir de poemas de Manoel de Barros. Este espetáculo foi convidado a participar do projeto Viagem Literária 2010 e a realizar diversas apresentações em cidades do interior do estado de São Paulo.
No ano de 2008 iniciamos uma pesquisa de campo na Amazônia com os seguintes objetivos: intercambio cultural (narração de histórias do nosso repertório e coleta de histórias populares da região), imersão cultural, criação de uma nova dramaturgia baseada na cultura amazônica, e apresentação do espetáculo AMAZÔNIA ADENTRO. A pesquisa e o processo de criação duraram aproximadamente 2 anos, e culminou na estréia e temporada do espetáculo no Centro Cultural São Paulo.

VAMOS AO TEATRO !
 
Mais informações :
http://www.ciacontoemcantos.blogspot.com/

A Flor na Boca do Homem