Arquivo da tag: tela de cinema em Sergipe

SERCINE: Ainda dá tempo inscrever !

As inscrições ao terceiro SERCINE – Festival Sergipe de Audiovisual prosseguem até dia 26.

Este ano, o festival sergipano reforça a busca peça democratização do acesso do público a obras audiovisuais de grande destaque, possibilitando a disseminação de trabalhos de novos realizadores, e visando a disseminar a produção audiovisual da região nordeste, além de promover o acesso de portadores de necessidades especiais ao cinema através de mostras de acessibilidade.

Se você é Realizador de Cinema e deseja participar, esta é a sua chance ! Os realizadores podem concorrer na Mostra Competitiva Cão de Telha, voltada ao Cinema Nordestino, e na Mostra Competitiva Nacional Universitária, voltada para realizadores universitários de todo o país.

Mais informações: www.sercine.com.br

O SERCINE é uma realização da Cacimba de Cinema e Vídeo, Ministério da Cultura e Governo Federal.

RISCADO leva vários troféus em Sergipe e CURTA-SE encerra com saldo positivo

Em noite plena de emoções e sala de projeção lotada, foram conhecidos os vencedores da décima-primeira edição do  CURTA-SE.

Confira:

Vídeos de Bolso
– Melhor vídeo de bolso (júri popular): Troféu Ver ou Não Ver.
Saltos Amazônicos – Lia Amim Igor Amim, Belo Horizonte (MG).
Vídeos
– Melhor vídeo (júri oficial): Prêmio Nova Digital (três minutos de trilha musical original) e Troféu Ver ou Não Ver.
Traz outro amigo também – Frederico Cabral, Porto Alegre (RS).

– Menção Honrosa (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Número Zero

– Melhor ficção (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Trocam-se bolinhos por histórias de vida – Denise Marchir, Porto Alegre (RS).

– Melhor animação (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Involução Marcelo Tannure, Nova Lima (MG).

– Melhor documentário (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Os últimos charruas – Alice Urbim, Porto Alegra (RS).

– Melhor vídeo (júri popular): Troféu Ver ou Não Ver.
Traz outro amigo também – Frederico Cabral, Porto Alegre (RS).
 
 

Curtas 35mm
– Melhor curta-metragem em 35mm(júri oficial): Prêmio Mega Color no valor R$ 5.904,80 em serviços (revelação de 20 latas de Negativos 16 ou 35mm) e Troféu Ver ou Não Ver.
A mula teimosa e o controle remoto –  Hélio Villela Nunes, São Paulo (SP).
 

– Melhor curta-metragem documentário em 35mm (júri oficial): Prêmio Nova Digital (três minutos de trilha musical original); Prêmio Cinerama Brasilis no valor de R$ 10.000 em serviços (locação de câmera digital ou 16mm) e Troféu Ver ou Não Ver.
A dama de Peixoto – Douglas Soares e Alan Ribeiro, Rio de Janeiro (RJ).


 

– Melhor curta-metragem de ficção em 35mm (júri oficial): Prêmio CiaRio no valor de R$ 5.000 em serviços (locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria); Prêmio Nova Digital (três minutos de trilha musical original) e Troféu Ver ou Não Ver.
Eu não quero voltar sozinho – Daniel Ribeiro, São Paulo (SP).


 

– Melhor curta-metragem de animação em 35mm (júri oficial): Prêmio Mega Color no valor R$ 11.000 em serviços (Telecine Off Line correspondente a 10 latas de 35mm ou 16mm e uma diária de Correção de Cor On Line equivalente a 08h); Prêmio Nova Digital (três minutos de trilha musical original) e Troféu Ver ou Não Ver.
O céu no andar de baixo – Leonardo Cata Preta, Belo Horizonte (BH).
 

– Melhor curta-metragem em 35mm com temática nordestina (júri oficial): Prêmio BNB no valor de R$ 5.000 e Troféu Ver ou Não Ver.
Janela Molhada – Marcos Henrique Lopes, Recife (PE).

– Melhor ator (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Osvaldo Rosa (Solene Simpatia) e Viny Azar (A mula teimosa e o controle remoto).

– Melhor atriz (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Miriam Martins (Dulce).

– Melhor diretor (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Beth Formaggini (Angeli 24H).

 

– Melhor curta-metragem em 35 mm (júri popular): Troféu Ver ou Não Ver.
Lápis de Cor – Alice Gomes, Rio de Janeiro (RJ).
– Menção honrosa (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Lápis de Cor – Alice Gomes, Rio de Janeiro (RJ).
Procura-se – Iberê Carvalho, Brasília (DF).
Naiá e a Lua – Leandro Tadashi, São Paulo (SP).

– Melhor Curta 35mm (júri popular): Prêmio Porta-curtas
O Céu no Andar de Baixo – – Leonardo Cata Preta, Belo Horizonte (BH).

 
Longas-metragens
– Melhor longa-metragem (júri oficial): Prêmio BNB no valor de R$ 10.000; Prêmio Nova DIgital (dez minutos de trilha musical original) e Troféu Ver ou Não Ver.
Riscado – Gustavo Pizzi, Rio de Janeiro (RJ).
A terra da lua partida – Marcos Negrão e André Rangel, Rio de Janeiro (RJ).

– Melhor atriz (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Karine Teles (Riscado).

Karine Teles, que escreveu o roteiro, levou mais uma estatueta pela interpretação

– Melhor diretor (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Gustavo Pizzi (Riscado).

– Melhor longa-metragem (júri popular): Troféu Ver ou Não Ver.
Riscado – Gustavo Pizzi, Rio de Janeiro (RJ).

– Menção honrosa (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Luz Teimosa – Luís Alves de Matos, Lisboa (PT).

 
Vídeos sergipanos
– Melhor curta-metragem sergipano: 1º lugar (júri oficial): Prêmio CiaRio no valor de R$ 5.000 em serviços (locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria); Prêmio Estúdios Mega no valor de R$ 13.850 em serviços (finalização de Imagem de curta-metragem digital captado em resolução HD à 24 FPS com duração de até 20 minutos – veja detalhes aqui [inserir link para arquivo m PDF]); Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação) e Troféu Ver ou Não Ver.
Do outro lado do rio – Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira, Aracaju (SE).
 
– Melhor curta-metragem sergipano: 2º lugar (júri oficial): Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação) e Troféu Ver ou Não Ver.
Xandrilá – André Aragão, Aracaju (SE).

 
– Melhor curta-metragem sergipano: 3º lugar (júri oficial): Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação) e Troféu Ver ou Não Ver.
Simbolique – Jamson Madureira, Nossa Senhora do Socorro (SE).
 

– Melhor curta-metragem sergipano (júri popular): Prêmio Mega Color no valor R$ 11.000 em serviços (Telecine Off Line correspondente a 10 latas de 35mm ou 16mm e uma diária de Correção de Cor On Line equivalente a 8h); Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação) e  Troféu Ver ou Não Ver.
Lembranças – Marlon Delano, Aracaju (SE).

– Menção honrosa (júri oficial): Troféu Ver ou Não Ver.
Peregrino – Josivaldo Oliveira Silva, Aracaju (SE

Sergipe: praça de Cinema a partir de segunda, 12 de setembro

Flávio Bauraqui será Mestre de Cerimônias do XI Curta Sergipe  

 Filme Senhor do Labirinto, sobre o sergipano Arthur Bispo do Rosário, será exibido na noite de abertura

Bauraqui, um de nossos mais versáteis e talentosos atores, vai abrilhantar esta edição do CURTA-SE

A 11ª edição do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) ganhou mais um dia de programação. O prestigiado festival acontecerá de 12 a 17 de setembro com mostras nas cidades de Aracaju, São Cristóvão, Laranjeiras, Estância.

O Curta-SE conta com exibições no Teatro Tobias Barreto, onde acontece a solenidade de abertura,  Cinemark, Sesc Centro, Universidade Tiradentes e nos campi da Universidade Federal de Sergipe (São Cristovão e Laranjeiras).

Laranjeiras: cidade será cenário de várias exibições do festival CURTA-SE

A 11ª edição do festival bateu recorde de inscrições: foram 605 inscritos nas cinco categorias. Desse total, foram selecionados às mostras competitivas 10 vídeos de bolso, 20 vídeos iberoamericanos, 20 curtas 35mm, 10 vídeos sergipanos e 5 longas-metragens.

O Curta-SE é dividido em mostras competitivas, com votação do júri popular e oficial, e em mostras informativas, exibidas em espaços alternativos e em cidades do interior sergipano. Além das competitivas, também fazem parte do festival, as mostras informativas: festivalzinho, curtas iberoamericanos, longas, inclusão para pessoas com deficiência, tudo com acesso gratuito, e mais de 140 filmes a serem exibidos nesta edição.

Ingressos para o festival começam a ser distribuídos amanhã…

Para a realização dos 6 dias de festival, uma equipe de 40 pessoas trabalha nas áreas de Mostras, Produção, Produção de Eventos, Fotografia, Assessoria de Comunicação, Transporte, Tradução, Receptivo e Cerimonial, comandadas pela diretora-executiva, Rosângela Rocha, e pela produtora-executiva, Deyse Rocha. Desse total, 26 são estagiários, selecionados para trabalharem desde o processo de pré-produção até o pós-festival.

O Curta-SE também desenvolve um trabalho social  em parceria com instituições sem fins lucrativos. Desde a terceira edição, o ingresso é trocado por 1kg de alimento não perecível, possibilitando o acesso às exibições das mostras competitivas. Para cada dia de evento. uma instituição é selecionada para ganhar os alimentos arrecadados. Ano passado, foi distribuido um total de 1.407 quilos.

A programação do Festivalzinho, com temáticas educativas e o Cinema Inclusivo, voltado para pessoas com deficiência auditiva, acontecerão no Sesc Centro com a participação da Creche Maternal Amélia Leite, com 100 crianças de 5 a 9 anos de idade. Já o Cinema Inclusivo, constará da exibição de cinco filmes de animação com legendas descritivas, numa parceria com a ABCA.

Eventos

O festival também consegue integrar outras artes, como a música, sendo contratadas bandas locais, possibilitando a movimentação da cadeia produtiva e integrando realizadores de diversas localidades, ao público e realizadores sergipanos.

Com essa economia criativa movimentada pelo festival,  outros setores são estimulados com geração de emprego e renda: setor hoteleiro, agência de viagem, transporte, restaurantes, gráficas, serviços de terceiros, entre outros.

Curta Trocam-se bolinhos por histórias de vida, um dos concorrentes…

O CURTA-SE é possibilitado pela Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark e do Banco do Nordeste,  apoio do Banese Card, Mega Collor, Pontão Avenida Brasil, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Unit, Sesc Sergipe, UFS,  Secretaria de Estado da Cultura, Porta Curtas, Estúdios Mega, CiaRio, Prefeituras de  Laranjeiras, São Cristóvão e Estância, Canal Brasil e realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal(País Rico é Pais Sem Pobreza). 

LONGAS – COMPETIÇÃO SERGIPE: 

Aficcionados, de Arturo Dueñas ( Espanha- fic) 

Sonho de Verão, Paulo César Fajardo (Portugal- fic) 

Luz Teimosa, de Luís Alves de Matos (Portugal-doc) 

A Terra da Lua Partida, de Marcos Negrão e  André Rangel (Brasil.doc) 

Riscado, de Gustavo Pizzi (Brasil.fic) 

RISCADO, de Gustavo Pizzi, com produção de Cavi Borges, é um dos longas em competição