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Tropicália chega aos cinemas em setembro

O filme Tropicália, que abriu o festival É Tudo Verdade deste ano, em São Paulo, chega às telas dos cinemas no próximo dia 14 de setembro e acaba de ganhar o trailer oficial.

Um dos maiores movimentos artísticos do Brasil ganha vida no documentário. Numa época em que a liberdade de expressão perdia força,  Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Sérgio Dias, Arnaldo Baptista, Rita Lee, e Tom Zé, entre outros, misturaram desde velhas tradições populares a muitas das novidades artísticas ocorridas pelo mundo e assim criaram o Tropicalismo, mexendo com vários conceitos e estruturas da vida social, e influenciando  várias gerações.

Com depoimentos reveladores, raras imagens de arquivo e embalado por algumas das mais festejadas canções do período, Tropicália apresenta panorama diversificado de um dos mais lendários movimentos culturais do Brasil.

Onda tropicalista espalhou-se e inspirou look AURORA DE CINEMA

Dirigido por Marcelo Machado (Ginga), Tropicália é uma produção da  BossaNovaFilms e tem como coprodutores a Mojo Pictures (EUA), a Record Entretenimento, a VH1 no Brasil, a DLA, além da associação da Americas Film Conservacy, da inglesa Revolution Films e do coprodutor executivo Fernando Meirelles (360). A distribuição é da Imagem Filmes.

Marcelo Machado iniciou sua carreira em 1981 quando lançou a Olhar Eletrônico Vídeo, produtora pioneira na produção independente. Ali codirigiu “Marly Normal” com Fernando Meirelles; e dentre vários trabalhos, em 2004, codirigiu o documentário de longa-metragem “Ginga – a alma do futebol brasileiro”; em 2007, dirigiu o documentário “Oscar Niemeyer – O Arquiteto da Invenção”; e desde 2007 Marcelo vinha se dedicando à pesquisa e levantamento das condições para a produção do longa Tropicália, realizado em 2010-11.

São Paulo Volta a Premiar Artistas

Governo do Estado de São Paulo Retoma Importante Premiação  

Nesta terça7, a partir das 20h, no Palácio dos Bandeirantessede do governo paulista – acontece a cerimônia de entrega do Prêmio Governador do Estado de São Paulo que, nesta sua primeira edição de retorno, premiará os destaques do ano, na área cultural.

Desativada em 1988, a premiação criada na década de 1950, retorna agora por sugestão do atual secretário de estado da CulturaAndrea Matarazzo, dividida em oito categorias: Artes Visuais, Cinema, Circo, Dança, Difusão Cultural, Música e Teatro. Há ainda o Destaque Cultural, principal categoria do prêmio.

A atriz, diretora, produtora teatral e escritora Nydia Licia foi a eleita para a categoria Destaque Cultural, por sua relevante contribuição às artes, ao longo de mais de seis décadas. Nascida na Itália e radicada no Brasil desde seus 13 anos, Nydia participou das principais manifestações culturais paulistas desde então. Foi assistente de Pietro Maria Bardi, fundador e diretor do MASP (Museu de Arte de São Paulo), participou do primeiro grupo do antológico TBC (Teatro Brasileiro de Comédia), fundou sua própria companhia teatral ‘Nydia LiciaSérgio Cardoso’, abrindo com ator, com quem foi casada, o saudoso Teatro Bela Vista.

Fundou também o Teatro Nydia Licia, reverenciado até hoje pelo seu trabalho em teatro infantil, tido como o melhor de São Paulo.

Dirigiu ainda o departamento cultural da TV Cultura durante dez anos. Atualmente, dá aulas de voz para o Célia Helena TeatroEscola.

Como escritora, Nydia escreveu sua biografiaNinguém se Livra de seus Fantasmas”, para a Editora Perspectiva. Para a ‘Coleção Aplausoeditada pela ‘Imprensa oficial do estado de São Paulo’, escreveu as biografias de Sérgio Cardoso, Rubens de Falco, Célia Helena, Leonardo Villar, Raul Cortezcom a qual recebe o Prêmio Jabuti – e, “Eu Vivi o TBC”, suas memórias sobre a companhia de teatro.

O anfitrião, governador Alberto Goldman, premiará também Amélia Toledo (Artes Visuais); Tom Zé (Música); Benedito Esbano (Circo); a Assoçiação Cultural Kinoforum (Difusão Cultural); a Cia. Nova Dança (Dança); a Companhia Razões Inversas (Teatro) e o filme Os Inquilinos, do diretor Sérgio Bianchi (Cinema).

LPs de Jorge Ben e Tom Zé de Volta

 

Os primeiros volumes do projeto são A Tábua de Esmeraldas (1974) e África Brasil (1976), de Jorge Ben – gravados antes de o cantor acrescentar Jor ao sobrenome. Vêm na seqüência Todos os Olhos (1973) e Estudando o Samba (1975), obras-primas de Tom Zé.

Outros álbuns licenciados que devem virar vinil até o final do ano são os dois primeiros dos Secos & Molhados, lançados em 1973 e 1974 com Ney Matogrosso em destaque. E três pedras fundamentais do rock dos anos 1980: Nós Vamos Invadir sua Praia (1985), do Ultraje a Rigor, e Cabeça Dinossauro (1986) e Jesus Não Tem Dentes no País dos Banguelas (1987).

  Divulgação  
Polysom relança clássicos da música brasileira em vinil
Os discos África Brasil e Nós Vamos Invadir sua Praia, serão relançados pela Polysom