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Lima Duarte e Paulo Figueiredo porque a Vida Continua…

 

Baseado no best-seller espírita E a Vida Continua, pelo espírito André Luiz, psicografado por Chico Xavier, o filme estreia em 14 de setembro. Trata-se do 13º e último livro da série “A Vida no Mundo Espiritual”.  

ELENCO 

Amanda Acosta iniciou sua carreira logo aos 4 anos de idade. Em 1998 foi convidada a interpretar Narizinho no espetáculo No Reino das Águas Claras, baseado na obra de Monteiro Lobato. Foi apresentadora do programa de TV Clipearte e atuou na minissérie Unidos do Livramento. Esteve na novela O Mapa da Mina, onde viveu a personagem Eva.

Ficou em cartaz de 2003 a 2005 com a peça O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, e em 2007, viveu a personagem Elisa Doolittle, em My Fair Lady. Em 2009, interpretou Sonia Walsk, no musical Esta é a Nossa Canção. Desde 2010 apresenta o programa Inglês com Música, na TV Cultura. No cinema, Amanda Acosta esteve, ainda criança, no filme A Princesa Xuxa e os Trapalhões, e já adulta no premiado curta-metragem Pelo Ouvido

Luiz Baccelli é ator, dramaturgo, professor, historiador e diretor do grupo teatral Ação Entre Amigos. Iniciou sua carreira profissional com Antunes Filho em 1968, participando dos espetáculos que percorreram vários países. Ganhou o Prêmio Molière de melhor ator por Xica da Silva. Durante 10 anos fez parte do grupo Tapa/Cia. Participou de novelas na Rede Globo, no SBT, na Band e Record. Entre outras, esteve em Sangue do Meu Sangue, Pérola Negra, Laços de Família, Amor e Ódio, A Escrava Isaura, Amazônia – de Galvez a Chico Mendes, A Favorita, Caminho das Índias e Araguaia. Nos cinemas, atuou em Ação entre Amigos (1998), Mater Dei (2000) e Os 12 Trabalhos (2006).

 

Ana Rosa nasceu na cidade de Promissão, São Paulo. Estreou aos 22 anos na TV Tupi e não parou mais.  Tanto que em 1997 entrou para o Guinness Book como a atriz que mais fez novelas no mundo. No teatro, atuou em As Lobas e Trair e Coçar É Só Começar, entre várias outras peças. É grande divulgadora do Espiritismo viajando pelo país com a peça teatral Violetas na Janela, e atuando nos principais filmes Espíritas feitos no Brasil. Em 2005 escreveu e publicou o livro Essa Louca TV e sua Gente Maravilhosa.

 Lima Duarte, nome artístico de Ariclenes Venâncio Martins, nasceu na cidade mineira de Sacramento, e sua carreira se confunde com a própria história do teatro e da televisão brasileiros. É um dos mais importantes atores do Brasil, dono de papeis inesquecíveis em mais de uma centena de novelas, minisséries e especiais de TV. Nos cinemas, atuou em mais de 30 filmes. 

DIREÇÃO E ROTEIRO 

Paulo Figueiredo iniciou sua carreira em 1963, na TV Excelsior de São Paulo, como ator no programa “Quem quiser que conte outra”. Após atuar em novelas como “O Grande Segredo” e “O Caminho das Estrelas”, transferiu-se para a TV Tupi, em 67, onde atuou em Antônio Maria e Nino, o Italianinho , entre tantos outros sucessos.

Paulo Figueiredo estreando na direção de cinema…

Na Globo, atuou em Marrom Glacê, Por Amor, Terra Nostra, Laços de Família. Na Record fez Escrava Isaura, Prova de Amor. Paulo Figueiredo já soma mais de 60 telenovelas e minisséries, sendo a mais recente Rei Davi, da TV Record.
No teatro, fez Sua Excelência, o Candidato (1984/85), Prima com Chantilly e Bodas de Papel, entre outras. Já participou de mais 10 filmes para cinema, entre eles Adultério por Amor, O Médium e Caminho dos Sonhos.

Além de ator, é também escritor, roteirista e diretor. Nos anos 90, escreveu a minissérie Ilhas das Bruxas, para a TV Manchete. Foi roteirista do programa Fronteiras do Desconhecido, da mesma emissora. Foi roteirista e co-diretor de vários especiais de fim de ano de Roberto Carlos, na TV Globo, ao lado de Augusto César Vannucci. Foi, ainda, roteirista e co-diretor de um programa inserido no Fantástico chamado Os Paranormais e autor – roteirista da telenovela Sangue do meu sangue, no SBT. Dirigiu a novela Serras Azuis, da TV Bandeirantes.

PRODUÇÃO EXECUTIVA 

Oceano Vieira de Melo – Pesquisador e documentarista espírita há mais de 30 anos, é empresário pioneiro no setor jornalístico do mercado de vídeo. Nos anos 80 fundou o Jornal do Vídeo que circula até hoje. É fundador e proprietário da Versátil Home Vídeo, empresa responsável por disponibilizar no mercado brasileiro de DVD títulos de grandes mestres do cinema, como Bergman, Visconti, Glauber Rocha, Truffaut, Antonioni, Rossellini, Herzog, Fassbinder  e muitos outros.

Produziu e dirigiu os documentários espíritas para a TV por assinatura e DVD Divaldo Franco – Humanista e Médium Espírita (2007), Eurípedes Barsanulfo – Educador e Médium (2006), Chico Xavier – O Grande Médium Espírita (2005) e A Grande Síntese de Pietro Ubaldi (2009), todas exibidos no Canal Brasil da Globosat.

 

Lima Duarte no set de ‘E a vida continua…’, dirigido por Paulo Figueiredo

FICHA TÉCNICA – E A VIDA CONTINUA…

Brasil, 2012 – 97 minutos

Baseado no livro E a Vida Continua…, do espírito André Luiz,

psicografado por Chico Xavier.

Direção e Roteiro Adaptado Paulo Figueiredo

Produtor Executivo: Oceano Vieira de Melo

Produtora Associada: Sonia Marsaiolli de Melo

Diretora de Produção: Giselle Figueiredo

Diretor de Fotografia: Toni Ciambra

Câmera: Bruno Martins

Diretora de Arte : Liana Obata

Editor: Daniel Melo

Diretor Musical Beto Ninni

Autor da Trilha Sonora) Beto Ninni

Técnico de Som Direto: Gustavo Ribeiro

Coordenação de Produção: Ricardo Parah

Patrocínio: Vegas Incorporadora

e JJO Construtora e Incorporadora

Apoio: Cinecolor Digital

Apoio Cultural: Federação Espírita Brasileira

Apoio Promocional: Telecine

Distribuição: Paris Filmes

 

ELENCO:

ATORES – Personagens

AMANDA ACOSTA – Evelina Serpa
LUIZ BACCELLI – Ernesto Fantini
LIMA DUARTE – Instrutor Ribas
ANA ROSA – Lucinda
LUIZ CARLOS DE MORAES – Instrutor Cláudio
RUI REZENDE – Desidério dos Santos
LUIZ CARLOS FELIX – Caio Serpa
ANA LÚCIA TORRE – Brígida
CLAUDIA MELLO – Alzira
ARLETE MONTENEGRO – Sra. Tamburini
ROSANA PENNA – Elisa
RONALDO OLIVA –  Túlio Mancini
SAMANTHA CARACANTE – Vera Celina
CESAR PEZZUOLLI – Amâncio
CARLA FIORONI – Enfermeira Isa 

Saiba mais: www.eavidacontinuaofilme.com.br

NOVELAS em Destaque no CCBB

 Elas começaram vinculadas ao teatro, alcançaram projeção nacional impressionante e hoje são exportadas e desenvolvidas de acordo com as oscilações da audiência. As novelas de televisão, uma das maiores especialidades brasileiras, despontam como o foco do evento A História da Telenovela, série de nove encontros mensais que começa hoje, às 18h30, no Teatro 1 do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), com entrada franca

Na abertura, Regina Duarte conversa com o público sobre a sua trajetória na TV, desde a primeira novela (A Deusa Vencida, de Ivani Ribeiro, na extinta TV Excelsior), sempre como protagonista.  

 

Também vão ajudar a contar a história dos 60 anos de TV no Brasil, Nathalia Timberg, Eva Wilma, Laura Cardoso, Ana Rosa, Nicette Bruno, Paulo Goulart e Silvio de Abreu

    

Idealizador do evento, o produtor Hermes Frederico evoca as novelas mais marcantes ao longo das décadas, como 25499 Ocupado, O Direito de Nascer, Irmãos Coragem, Selva de Pedra, Roque Santeiro e Vale Tudo, tanto pelo pioneirismo quanto pela consolidação da audiência. Hermes tinha 5 anos quando assistiu a 25499 Ocupado, primeira novela diária da TV brasileira, com Tarcísio Meira e Glória Menezes.  

– Na minha infância, na década de 60, os capítulos duravam meia hora, e pude assistir a O direito de nascer, assim como a várias novelas da Excelsior e da Tupi, além dos primeiros sucessos da Globo, como Um rosto de mulher e O sheik de Agadir – recorda. 

Origem no teleteatro

A televisão começou diretamente vinculada ao teatro. Basta lembrar os teleteatros, que proporcionavam ao telespectador contato com peças inteiras, gravadas ao vivo. 

Todas as emissoras tinham os seus teleteatros, com as peças ao vivo e depois em videotape, com boa audiência. As novelas foram ocupando esse espaço – analisa Hermes. – Nos anos 60 e 70, a televisão reuniu nas novelas grandes autores e atores de teatro.  

 

Sônia Braga dança com Paulete na saudosa Dancing Days de Gilberto Braga, uma das novelas de maior audiência da TV … 

Pioneira na televisão, Eva Wilma firmou parcerias artísticas importantes com os maridos, John Herbert (Alô, Alô Doçura) e Carlos Zara, e com autores como Cassiano Gabus Mendes

 

Eva Wilma é uma das atrizes que vão abrilhantar o evento do CCBB 

Cassiano foi meu mestre na televisão. Tão importante quanto José Renato e Antunes Filho foram para mim no teatro – confirma a atriz. 

O grande salto qualitativo de Eva Wilma veio com a oportunidade de interpretar as gêmeas Ruth e Rachel em Mulheres de Areia, de Ivani Ribeiro, outra autora determinante na sua carreira: 

Fiz heroína e vilã, ao mesmo tempo, numa época em que a televisão era mais artesanal. Passei por um período intenso de ensaios. E me dei conta de que os vilões são interessantes porque repletos de conflitos. Procuro mostrar o lado humano deles, com humor e uma alegria suicida. 

 

Regina Duarte e a inesquecível Dina Sfat em Selva de Pedra, clássico de Janete Clair 

A composição da megera de A Indomada, de Aguinaldo Silva, contrastou com a sobriedade da personagem do seriado Mulher. A atriz traz à tona uma série de trabalhos marcantes, como O meu pé de laranja lima, adaptação de Ivani Ribeiro para o romance de José Mauro de Vasconcelos. 

Propunha marcações para a personagem. Lembro que antigamente a televisão não era simultânea – compara a atriz. – Então, a novela tinha terminado em São Paulo, mas não em Minas Gerais. Fomos até lá fazer um grande capítulo ao vivo. Quando saí do avião, uma multidão gritava o nome da personagem. 

Em A Viagem, a atriz entrou em contato com o mundo espiritual. 

Tivemos uma palestra interessantíssima com Chico Xavier, antes do início das gravações – lembra Eva. 

Eva Wilma abordou ainda o período da ditadura militar em Roda de Fogo, de Lauro Cesar Muniz, através da torturada Maura. 

Foi uma oportunidade de falar sobre o que a nossa geração passou – sublinha a atriz, que se prepara agora para as gravações de Araguaia, próxima novela das 18h, de Walter Negrão. 

Com história acumulada na televisão, Nicette Bruno fez teleteatro, passou por emissoras como a Tupi, a Rio e a Continental até desembarcar na Globo, no seriado Obrigado, Doutor

 

Reginaldo Faria e Luís Gustavo na primeira versão de Ti Ti Ti,  de 1985 

Antigamente, a TV era um bico para os atores. Até que o hábito de ver novelas começou a deslanchar – destaca Nicette, que pode ser vista atualmente no remake de Ti-Ti-Ti, de Maria Adelaide Amaral.

* Texto de Daniel Schenker, do JB    

APCA Premia RÁDIO

 
O livro Ninguém Faz Sucesso Sozinho (2a edição, Escrituras Editora), de Antônio Augusto Amaral de Carvalho, o “Seu Tuta”, levou o Grande Prêmio da Crítica de rádio da Associação Paulista de Críticos de Arte. O prefácio da obra é de José Bonifácio de Oliveira Sobrinho (Boni), com organização e coordenação editorial do jornalista José Nêumanne Pinto.
 
A obra foi lançada em 21 de setembro passado, em evento que contou com mais de 2000 convidados durante oito horas de autógrafos, transformando-a rapidamente em sucesso editorial. Leitura obrigatória sobre os anos de ouro da Jovem Pan e TV Record, com seus programas memoráveis, o livro tem importância documental, apresentando depoimento autobiográfico de um pioneiro da história do rádio brasileiro.
 
Tuta inicia a narrativa contando seu primeiro contato com a então Rádio Panamericana, em 1949, e segue num depoimento apaixonante até os dias de hoje. Aos 78 anos de idade, Tuta continua à frente da Rádio Jovem Pan de São Paulo, uma das mais importantes do Brasil e do mundo, com mais de 140 emissoras afiliadas, que chegam a 1500 municípios brasileiros, atingindo 25 milhões de ouvintes. Na Jovem Pan, Tuta foi responsável por iniciativas pioneiras do rádio brasileiro, como a Jovem Pan online, o rádio com imagem.
A festa de premiação da APCA é amanhã, terça, às 20h, no Teatro Sesc Pinheiros (Sala Paulo Autran), em São Paulo, reunindo as maiores personalidades das artes do país.
 
 
Ninguém faz sucesso sozinho
A. A. A. de Carvalho – TUTA
2a edição
 
O livro Ninguém faz sucesso sozinho (Escrituras Editora) traz a  trajetória de vida do jornalista Antonio Augusto Amaral de Carvalho,o Tuta, um inovador e um dos nomes mais importantes da história da rádio e da televisão do Brasil.
 
O início da trajetória do jornalista Antonio Augusto Amaral de Carvalho, o Tuta, 78 anos, deixando sua marca na história da radiodifusão brasileira, ocorreu em 1949, como auxiliar na então Rádio Panamericana, que era, na época, a “Emissora dos Esportes”.
 
Em 1952, Tuta assumiu a direção-geral da Panamericana. Tinha, então, 21 anos de idade. Em 1953, Tuta deixou a Panamericana para trabalhar TV Record, que iniciava suas transmissões. Na TV Record, criou e dirigiu programas históricos da televisão brasileira, como “O Fino da Bossa”, “Bossaudade”, “Família Trapo”, “Hebe”, “Show do dia 7” e muitos outros que marcaram época.
 
Por seu trabalho na TV Record, da qual se desligou em 1973, Tuta recebeu por dez anos consecutivos, a partir de 1955, o Prêmio Roquete Pinto, que era a maior distinção da televisão brasileira na época. Em 1958, recebeu o Tupiniquim, da TV Tupi, e mais outro se seguiu. Em 1966 e 1969 foi agraciado com o Prêmio Governador do Estado.
 
Embora pertencendo aos quadros da TV Record, Tuta assumiu novamente a direção da Rádio Panamericana em 1964. O nome Jovem Pan, substituindo Panamericana, surgiu em 1965, dado pelo doutor Paulo Machado de Carvalho, o Marechal da Vitória. Em 1966, Tuta começou a grande transformação da emissora que, mais tarde, se tornaria em uma referência do rádio brasileiro.
 
Já com o nome de Jovem Pan, Tuta iniciou vários programas com ídolos da MPB que, na época, faziam grande sucesso na TV Record. Em 1970, começou a criar na Jovem Pan os primeiros programas jornalísticos e de prestação de serviços que transformaram o rádio do Brasil, fazendo escola, especialmente a “Equipe Sete e Trinta”, que depois se tornaria no “Jornal da Manhã”, que é o mais ouvido no país até hoje.
 
Em 1976, implantou a Jovem Pan-2, FM, designando Antonio Augusto Amaral de Carvalho Filho, para sua direção, cargo que ocupa até hoje. Foi outra iniciativa que mudou tudo nas FMs do país.
 
Em 1993, Tuta iniciou o Projeto Jovem Pan-SAT, implantado em 1994, transmitindo via satélite para todo o país, com sinal de áudio totalmente digital. Sob a direção de Marcelo Carvalho, hoje a Rede Jovem Pan-SAT, uma das maiores do mundo, conta com mais de 130 emissoras que transmitem para mais de 1500 municípios do país, incluindo 17 capitais, atingindo um contingente de 25 milhões de ouvintes.
 
Em 1997, Tuta criou o site da Jovem Pan na Internet, que se transformou, também, numa referência no que diz respeito à informação em tempo real.
 
Em 2007, implantou a Jovem Pan Online, o rádio com imagem, com uma programação que funciona dia e noite, abrangendo todos os setores, como Política, Economia, Esportes, Internacional, Cultura, Ciências e Comportamento. Dirigida por Sílvia Carvalho, a Jovem Pan Online representa outra iniciativa pioneira do jornalista Antonio Augusto Amaral de Carvalho que, com os olhos sempre voltados para o futuro, transformou a radiodifusão do Brasil, sempre com uma tecnologia e equipamentos de ponta, dos mais modernos do mundo, além de profissionais da mais alta qualidade, que fizeram a Jovem Pan ser chamada de “A Rádio do Brasil”.
 
José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, resume essa história com essas palavras que escreveu no livro: “Quando todos os profissionais de rádio achavam que nada mais havia para ser feito nesse veículo, Tuta apareceu com a inovadora Jovem Pan, diferente de todos os modelos existentes no rádio de todo mundo (…) Na televisão, Tuta foi responsável por inovações no esporte e no entretenimento que entraram para a história do veículo. Com a experiência da televisão, quando liderou a equipe A, produzindo as mais importantes atrações da TV Record, ele usou o rádio para fazer aquilo que a televisão sonhava fazer, mas não conseguia realizar (…) Reconheço e respeito Tuta, saudando-o por todo o seu magnífico trabalho na televisão e no rádio. E por este livro, que registra sua indiscutível competência e seu espírito renovador”.
 
José Nêumanne Pinto foi responsável pela organização, coordenação editorial, coleta de depoimentos e texto final do livro. Nêumanne é jornalista, poeta, escritor, editorialista do Jornal da Tarde e comentarista da Rádio Jovem Pan e do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT).

Título: Ninguém faz sucesso sozinho (2a edição)
Autor:  A. A. A. de Carvalho – TUTA
Organização e coordenação editorial: José Nêumanne Pinto
Prefácio: José Bonifácio de Oliveira Sobrinho (Boni)
Colaboração especial: José Carlos Pereira
Foto capa: Fernando Gardinali
Gênero: Biografia/Literatura brasileira
ISBN: 978-85-7531-344-2
Formato: capa dura com sobrecapa, 21,5 X 27 cm
Páginas: 432
Peso: 2,070 kg
Preço: R$ 90,00
Escrituras Editora
 
Conheça todos os ganhadores do APCA 2009 em http://apca.org.br/OS_MELHORES_DA_APCA_EM_2009.pdf.

LIMA DUARTE FAZ 80… VIVAAAAAA !

Mineiro de Desemboque, LIMA DUARTE chega aos 80 pra glória da Cultura Brasileira.

PARABÉNS do Aurora de Cinema ao Grandioso Ator que todos aprendemos a admirar e a APLAUDIR ao longo de mais de 50 anos de carreira.

LIMA DUARTE chegou em Sampa de carona num caminhão que transportava mangas. O início da carreira foi no rádio como faz-tudo, até chegar a sonoplasta e, finalmente, a radioator, quando adotou o nome artístico de Lima Duarte por sugestão de sua mãe. Ingressou na televisão em 1950, no programa que marca a estréia da TV no Brasil, sendo ele e Hebe Camargo os únicos pioneiros vivos.

Esteve no elenco da primeira telenovela brasileira, Sua Vida Me Pertence, tornando-se um dos principais nomes do gênero.

Depois de anos na Rede Tupi, tendo passado por grandes dificuldades financeiras devido ao caos da emissora, que acabou falindo, foi contratado pela Rede Globo como diretor, graças à fama obtida ao conduzir a telenovela Beto Rockfeller. Conseguiu dar um salto na carreira ao interpretar o personagem Zeca Diabo, na novela O Bem-Amado, de Dias Gomes.

O inesquecível Zeca Diabo da obra imortal de DIAS GOMES

Imitando a voz fina de um parente na interpretação do violento jagunço, obteve grande notoriedade e foi premiado, transformando o personagem num dos maiores sucessos da história das telenovelas. Em 1984, substituiu Rolando Boldrin no programa Som Brasil, onde também contava histórias de escritores consagrados como Guimarães Rosa, de quem é admirador confesso.

E  desde que começou, LIMA foi aperfeiçoando sua vocação e talento sendo reconhecidamente um dos MELHORES ATORES DO PAÍS.

Como Sinhozinho Malta em Roque Santeiro, ao lado de Regina Duarte, que fez a memorável Viúva Porcina…

Dentre as muitas novelas, destacamos sua atuação primorosa em

  • 2009 – Caminho das Índias …. Shankar
  • 2007 – Desejo Proibido …. Viriato Palhares
  • 2005 – Belíssima …. Murat Güney
  • 2004 – Senhora do Destino …. Senador Vitório Vianna
  • 2004 – Da Cor do Pecado …. Afonso Lambertini
  • 2002 – Sabor da Paixão …. Miguel Maria Coelho
  • 2001 – Porto dos Milagres …. Senador Vitório Vianna
  • 2000 – Uga-Uga …. Nikos Karabastos
  • 1998 – Pecado Capital …. Tonho Alicate
  • 1998 – Corpo Dourado …. Zé Paulo
  • 1997 – A Indomada …. Murilo Pontes
  • 1996 – O Fim do Mundo …. Coronel Ildásio Junqueira
  • 1995 – A Próxima Vítima …. Zé Bolacha (José Mestieri)
  • 1993 – Fera Ferida …. Major Emiliano Cerqueira Bentes
  • 1993 – O Mapa da Mina …. delegado
  • 1992 – Pedra sobre Pedra …. Murilo Pontes
  • 1990 – Meu Bem, Meu Mal …. Dom Lázaro Venturini
  • 1990 – Rainha da Sucata …. Onofre Pereira
  • 1989 – O Salvador da Pátria …. Sassá Mutema
  • 1985 – Roque Santeiro …. Sinhozinho Malta
  • 1984 – Partido Alto …. Cocada
  • 1982 – Paraíso …. João das Mortes
  • 1979 – Marron Glacê …. Oscar
  • 1979 – Pai Herói …. Malta Cajarana
  • 1977 – Espelho Mágico …. Carijó
  • 1975 – Pecado Capital …. Salviano Lisboa
  • 1974 – O Rebu …. Boneco
  • 1973 – Os Ossos do Barão …. Egisto Ghirotto
  • 1973 – O Bem-Amado …. Zeca Diabo
  •  Como Shankar em Caminho das Indias, o papel mais recente, na premiada trama de Glória Perez

    Viva LIMA DUARTE !