Arquivo da tag: Unicap

Literatura de Leo Tabosa ganha mais uma obra: As Aventuras do Menino Pontilhado

Livro para crianças e adolescentes encanta a partir dos belos desenhos do artista Java Araújo…

Ele é jornalista e cineasta premiado, gestor cultural na Universidade Católica de Pernambuco, e idealizador da Mostra Unicap de Cinema e Vídeo.  Além disso, Leo Tabosa é também dramaturgo e escritor, e está lançando agora o livro As Aventuras do Menino Pontilhado, uma história para o público infanto-juvenil, projeto vencedor de edital da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco.

As Aventuras do Menino Pontilhado, que tive a honra de receber em casa com emocionante dedicatória do autor, é um livro que conquista o leitor desde a capa. Contando com admiráveis ilustrações do artista Java Araújo, a obra vem acompanhada de belos cartões postais e marcadores, tudo fruto do caprichado projeto gráfico de Java, um expert no tema.

Como bem diz Andrea Almeida Campos na apresentação do livro, Leo Tabosa bebe na fonte mais genuína das histórias desse gênero, irmanando-se  “ao que de melhor já se produziu na literatura dita infanto-juvenil e que passa a servir de ‘bíblia’ para adultos… uma história a ser mascada como um chicletes de bola, lambuzada como um pirulito, mordida como um chocolate pelas crianças. Mas pra ser refletida pelos adultos, esmiuçada pelos filósofos, escutada pelos psicanalistas”.

Leo Tabosa já havia sido distinguido com importante honraria com seu primeiro trabalho literário, a peça teatral Mandacuru Selvagem, gostosa comédia de costumes, ambientada em Pernambuco e repleta de situações hilárias. Foi em 2008, quando ganhou o concurso Prêmios Literários Cidade de Manaus – prêmio Aldemar Bonates – e teve seu texto publicado. Anos mais tarde,  em 2011, recebeu Menção Honrosa no mesmo concurso com o texto teatral Vidas Passadas e Engomadas.

Agora, com a instigante história de Joãozinho, o Menino Pontilhado, Leo Tabosa nos revela uma nova faceta literária, relevante e necessária (assim como acontece com a dramaturgia), qual seja a escrita de qualidade para um público necessitado de histórias bem construídas e temáticas interessantes.

A saga de Joãozinho começa mostrando um garoto desencantado ante o cotidiano onde está inserido e insatisfeito com o lugar-comum de seu dia-a-dia. Até o momento no qual, de repente, esse mesmo mundo sem graça, o arremessa para um novo mundo, um outro lugar, um planeta chamado Lata. Nessa Lata, como afirma Andrea Campos, “tudo é desenhado, tudo é colorido, é um mundo das fantasias e do lápis de cor. Um mundo desenhado tão somente para crianças, onde elas exercem o poder supremo, inclusive o de engolir a lua para que nunca mais venha a noite e elas não tenham, jamais, que parar de brincar”.

E é aí que surge o conflito da história… mas este Aurora de Cinema vai deixar para você, amigo leitor, a chance de enveredar pela trama sem saber de seus pormenores, perfazendo um convidativo mergulho através das poéticas letras de Leo e das lindas gravuras de Java, esperando inocular em você o desejo de conhecer mais sobre as idas e voltas da história deste perspicaz Menino Pontilhado.

Pois é isso que merece a bela obra deste talentoso e criativo escritor que é Leo Tabosa, um artista a quem muito admiramos e a quem aplaudimos por mais este trabalho literário, aproveitando para antecipar um convite visando ao lançamento de As Aventuras do Menino Pontilhado dentro da Mostra Curta Vazantes de Cinema, que vai acontecer no primeiro semestre de 2013, no município cearense de Vazantes.

Parabéns a Leo Tabosa pela sensível e bem construída história do Menino Pontilhado e as instituições (Funcultura e Fundarpe) que tornaram possível a impressão deste oportuno livro.

CURTA VAZANTES: nosso jeito de Ser CINEMA

Distrito cearense ganha Mostra de Cinema

Alô turma do Audiovisual: Já é possível comemorar mais uma conquista !

O projeto 1ª Mostra Curta Vazantes – Cinema em Comunidade, criado pelos amigos, parceiros de cinema e jornalismo, LEO Tabosa (gestor cultural da Universidade Católica de Pernambuco – UNICAP) e Aurora Miranda Leão, acaba de ser contemplado pelo Programa de Cultura Banco do Nordeste / BNDES – Edição 2012.

O projeto nasceu ano passado, de muitas conversas e encontros entre Leo Tabosa e Aurora Miranda Leão, ambos encantados por cinema e interessados em atuar ainda de forma mais intensa na área. Juntando vontades, experiências e intenções, e prospectando boas perspectivas, eles criaram esta significativa mostra audiovisual, contando, desde a primeira hora, com todo apoio do Reitor da UNICAP, Padre Pedro Rubens, que nasceu em Vazantes.

 

O primeiro passo foi ir ao pequeno distrito de Aracoiaba, a pouco mais de uma hora de Fortaleza, conhecer a localidade, seus moradores, suas demandas, se familiarizar com seu espaço geográfico, as potencialidades e saberes de seus habitantes, e conhecer o que é feito ali através de um importante projeto, chamado Fé & Alegria

A visita de Leo Tabosa e Aurora Miranda Leão a Vazantes foi em julho de 2011. Ambos saíram de lá muito bem impressionados: o projeto Fé & Alegria é tocado por uma Fundação que vem transformando, positivamente, o cotidiano do lugar.

Com variadas atividades de inserção da comunidade no mercado de trabalho, aprimorando o potencial criativo de crianças e jovens, e dando condições para a melhoria da qualidade de vida de seus moradores, a Fundação Fé & Alegria do Brasil vem fazendo pela comunidade de Vazantes – e em parceria com seus habitantes -, um trabalho por demais relevante.

Conhecer este trabalho de perto foi fundamental para que os amigos Leo Tabosa e Aurora Miranda Leão chegassem à formatação do projeto Mostra CURTA VAZANTES, em boa hora aprovado pelo edital BNB-BNDES.

Casa de Cultura em Vazantes: cenário para fomentar novos talentos e dar visibilidade a quem já faz Arte…

Ambos, Leo Tabosa e Aurora Miranda Leão, deixaram a ensolarada localidade cearense certos de que incluir Vazantes no mapa audiovisual do Ceará e, portanto, do Brasil, era um passo decisivo que precisava ancorar em Vazantes.

Diversidade e riqueza cultural de Vazantes vai chegar ao ambiente do Cinema…

E assim foi. Da visita ao distrito cearense, Leo e Aurora saíram cheios de ideias, conversaram muito, somaram sonhos, reuniram forças e criaram o projeto agora aprovado pelo edital BNB-BNDES.

O Padre Pedro Rubens, grande incentivador da Mostra Audiovisual, é autor de livro com histórias pitorescas de Vazantes…

Leo Tabosa convidou o artista pernambucano JAVA, um fantástico desenhista de Recife, e lhe traçou um panorama do que ele e Aurora pretendiam para Vazantes. Não demorou para Java criar a bela e eloquente logomarca, agora um atraente cartão de visitas para a Mostra de Cinema Curta Vazantes.

A Mostra deve semear na comunidade o gosto pelo audiovisual e despertar novos olhares para o cotidiano, através de uma diversificada grade de filmes a serem exibidos em praça pública. Além disso, seus idealizadores pretendem que a Mostra CURTA VAZANTES possa contribuir para a inclusão, promoção social, e acesso cultural dos moradores de baixa renda do distrito de Vazantes (e localidades vizinhas) num ambiente mais próspero.

Que nasça a partir da exibição de filmes, troca de experiências com realizadores, encontro com moradores de outras cidades, realização de oficinas e debates capazes de promover uma saudável troca de ideias entre pessoas de universos semelhantes, muitas vezes distanciadas apenas por questão de oportunidades.

Como costuma dizer o Padre Pedro Rubens, autor do belo Lugar onde os pássaros cantam e as pessoas contam histórias,

“Vazantes não é um lugar, é um jeito de ser “…

Agora, caminhando para a Mostra CURTA VAZANTES, que vai acontecer no primeiro semestre de 2013, podemos afirmar:

Vazantes será nosso jeito de Ser CINEMA…

Ainda a respeito da Páscoa…

Páscoa é travessia de esperança

Pedro Rubens, Reitor da Universidade Católica de Pernambuco
 
 
 
A vida tem seus ritos e as experiências vitais supõem ritos de passagem: seja a iniciação a uma nova etapa da vida, seja a experiência de alguém que perdeu um ente querido ou que precisa redesenhar o seu cotidiano depois de um infarto, da notícia de um câncer ou de portador de HIV, realidades com as quais terá que conviver. Testemunhar a vida depois de uma experiência de morte, eis uma maneira de fazer uma “virada pascal”, para usar o título sugestivo da celebração que fizemos na Unicap, dia 11 deste mês. Páscoa é, primordialmente, passagem, assim como a vida é, fundamentalmente, travessia: na Páscoa, a tradição bíblica recorda a travessia do povo pelo deserto, rumo à terra prometida, cuja memória é celebrada anualmente de geração em geração; na simbologia cristã, Jesus personificou as experiências de seu povo em sua vida, paixão, morte e ressurreição; por isso dizemos que Ele é nossa Páscoa. Celebrar cada ano a Páscoa de Jesus Cristo, é fazer a memória do Crucificado de Nazaré, profeta de um povo sofredor e esperançoso; um povo messiânico que guardou a memória de uma Aliança com Deus, mas também fez o exame de suas próprias infidelidades; e, até hoje, as comunidades cantam fervorosamente: “também sou teu povo, Senhor, e estou nessa estrada, cada dia mais perto, da terra esperada”. É essa esperança teimosa da ressurreição – da vida que vence a morte – que celebramos na Semana Santa e, de certa forma, é o que desejamos aos nossos parentes e amigos quando dizemos “Feliz Páscoa”. Mas como interpretar o sentido da Páscoa aqui e agora? Entre tantas possibilidades, uma pista de atualização.

Recentemente, de 26 a 28 de março, realizamos na Unicap, em parceria com a Fundação Imitatio, o Simpósio Internacional René Girard. Além de dialogarmos com pensadores importantes, lançamos uma série de livros, em português, com o nome de “Biblioteca René Girard”, na presença de alguns de seus autores. Dia 29, juntamente com alguns participantes, fomos à avant-première da Paixão de Cristo, na Nova Jerusalém. Entre uma cena e outra, refletia sobre a atualidade das reflexões antropológicas de Girard a respeito da lógica sacrificial, patente tanto no tempo de Jesus quanto nas nossas sociedades atuais. O drama da Paixão de Cristo desmascara o desejo humano compulsivo de sacrificar vítimas para legitimar o poder, o status e as ideias vigentes: de alguma forma, as sociedades parecem necessitar de “bode expiatório” para expurgar sua culpa e externar sua violência primordial, segundo o desejo mimético (Girard); mas, Jesus Cristo teria rompido com o esquema sacrificial, não reagindo com violência à condenação que o levou à morte, quebrando a corrente da violência e da vingança.

 
 
Inspirados nos relatos bíblicos, o texto da Nova Jerusalém acentua ainda mais o complô do poder instituído, tanto político quanto religioso, na condenação de Jesus. O silêncio surpreendente do Mestre de Nazaré contrasta com a quantidade de argumentos dos chefes, alimentados pela inveja, sedentos de vingança e justificados pela lógica sacrificial. Assistimos, portanto, na Paixão de Cristo, a memória de um processo injusto e o drama de um inocente condenado sem processo legal, resultando na condenação à morte. Há dois milênios essa memória do crucificado é narrada em comunidades, não para “punir” os algozes ou fomentar vingança, mas para resgatar o direito à verdade da vítima que não se defendeu; isso é importante, inclusive para que não fiquemos cegos ou surdos a outros processos igualmente injustos em nosso tempo presente; a memória é fundamental não apenas para reconciliar o passado, mas para alimentar a esperança. A paixão de Jesus, nesse sentido, é paradigma de tantas “paixões” da humanidade, assim como a sua condenação e a sua morte fazem pensar em uma sociedade humana que não merecerá esse adjetivo enquanto promover o sacrifício de inocentes. Ecoa em mim um trecho da Paixão segundo a Nova Jerusalém: por um lado, uma voz sentencia que “Jesus foi condenado pelo poder de Pilatos; quem quiser salvar um inocente, apresse-se!”; por outro, algumas vozes repetem: “Não há mais tempo…”

A Páscoa, paradoxalmente, retoma esse imperativo do tempo passado como ousadia de uma esperança presente e futura: ainda é tempo de fazer a memória dos que morreram impunemente, sejam vítimas da ditadura militar quanto aquelas da escravidão e das secas do Nordeste; ainda é tempo de empenhar nossos esforços para evitar mais sacrifícios e propor um futuro novo àqueles contemporâneos que tiveram sua infância negada, seus direitos cassados, sua vida comprometida pelo descaso e pela injustiça. Relativizemos alguns de nossos pontos divergentes, façamos um pacto pela vida, pois ainda há tempo para a esperança. Na visão cristã, “os sofrimentos são como dores de parto” na gestação de um novo mundo possível e esperança de uma humanidade nova. E “a esperança não decepciona porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações” pelo Espírito do Ressuscitado. Feliz Páscoa!

 
* Os grifos em AZUL são iniciativa desta Redatora. 

UNICAP promove Semana de Cinema Universitário em Recife

Mostra de Vídeos, promovida pela Universidade Católica de Pernambuco, demarca importante espaço da UNICAP como promotora da Cultura e incentivadora do labor audiovisual entre jovens universitários…

A 1ª Mostra de Vídeo Universitário da UNICAP é uma atividade integrada à programação de comemoração dos 60 anos de fundação da Universidade Católica de Pernambuco. O objetivo é incentivar a produção de audiovisual nas universidades e as atividades de extensão estudantil. A Mostra de Vídeo Universitário enfatiza a linguagem audiovisual como uma habilidade fundamental na formação profissional do universitário.

Os prêmios da Mostra serão outorgados por um Júri formado por estudantes e professores universitários, bem como profissionais da atividade cinematográfica, que participará de debate com os realizadores e público, logo após a exibição dos curtas.

O Júri Oficial concederá o Troféu Pavão nas seguintes categorias:

Melhor Curta Metragem – Ficção

Melhor Direção – Ficção

Melhor Roteiro – Ficção

Melhor Edição – Ficção

Melhor Ator

Melhor Atriz

Melhor Curta Metragem – Documentário

Melhor Direção – Documentário

Melhor Roteiro – Documentário

Melhor Edição – Documentário

Mellhor Curta Metragem – Animação

Mellhor Direção – Animação

Mellhor Roteiro – Animação

Mellhor Edição – Animação

Os responsáveis pela Mostra são o cineasta Leo Tabosa (idealizador e Diretor-Geral) e Ubiratan Costa, Cordenador …

E os concorrentes são:

A casa dos mortos – Débora Diniz (20’ / Documentário / Brasília – DF)

A céu aberto – Alexandre Kumpinski (8’ / Documentário / Porto Alegre – RS)

Abate – Luca Sá (14’ 10” / Ficção / São Luís – MA)

Abner, o papa zumbis – Marcus Guio (3’ 30” / Animação / São Paulo – SP)

Amor de Thanatos – Helena Guerra (6’ / Ficção / São Paulo – SP)

Brecha – Júlia Araújo e Nathália D’Emery (5’ 43” / Animação / Recife – PE)

Chapeuzinho – Rafael Jardim (7’ 39” / Ficção / Salvador – BA)

Circuito interno – Júlio Martí (13’ / Ficção / São Paulo – SP)

Cobertura 01 – Adriano Bidão (15’ 35” / Documentário / Rio de Janeiro – RJ)

Coisas do além e do Recife também – Marcela Alves, Mariana Lins e Rubens Carneiro ( 19’ 9” / Documentário / Recife – PE)

Confinado – Rafael Lobo ( 20’ / Ficção / Brasília – DF)

Cores & Botas – Juliana Vicente (15’ 50” / Ficção / São Paulo – SP)

Darluz – Leandro Goddinho (15’ / Ficção / São Paulo – SP)

Distantes – Bruno Peres ( 15’ / Ficção / São Paulo – SP)

Ela Só – Pâmela Hauber e Stefania Curti (9’ 52” / Ficção / Porto Alegre – RS)

Élégie à Rimbaud – Leo Pyrata (7’ / Ficção  / MG)

Eletrotorpe – Nalu Béco (15’ / Ficção / São Paulo – SP)

Espetáculo: o mágico e a domadora – Rafael Jardim (3’ / Animação / Salvador – BA)

Homem Ilha – Ana Paula Fernandes e Daniela Camila (10’ 50” / Ficção / Vila Velha – ES)

Lado B – Rafael Jardim (15’ / Documentário / Salvador – BA)

Mato Alto: pedra por pedra – Arthur Leite ( 15’ / Documentário / Quixeré – CE)

Meu amigo, meu avô – Renan Montenegro (12’ / Ficção / Brasília – DF)

Mute – Adolfo Sarkis ( 11’ / Ficção / Rio de Janeiro – RJ)

Nego – Armando Fonseca (10’ / Ficção / São Paulo – SP)

O obituário de Manny – Andre Wacemberg (20’ / Ficção / Recife – PE)

O que faz o Brasil, Brasil? – Wanderson Telles Guedes (12’ / Documentário / Rio de Janeiro – RJ)

O trabalho final – Felipe Mendonça Moraes (17’ / Ficção / Florianópolis – SC)

O vizinho da frente – Júlia Araújo e Nathália D’Emery (13’ 10” / Ficção / Recife – PE)

Pétala – Vitor Dourado (15’ / Ficção / São Paulo – SP)

Quarteto simbólico – Josias Teófilo ( 14’ / Documentário / Recife  – PE)

Rocco – Felipe Matzembacher (15’ 46” / Ficção / Porto Alegre – RS)

Silêncio, por favor – Filipe Matzembacher (7’ 6” / Documentário / Porto Alegre – RS)

Temporão  – Felipe Carrelli (19’ / Documentário / São Paulo – SP)

Um par – Lara Lima (8’ / Ficção / São Paulo – SP)

Velho Mundo – Armando Fonseca (13’ / Ficção / São Paulo – SP)

Verbena e Limão – Lucas Sá e Lucas Kurz ( 4’ 4” / Ficção / São Luís – MA)

Viagem à Lua – Daniel Pech (19’ / Ficção / Rio de Janeiro – RJ)

UNICAP celebra 60 Anos no Teatro Santa Isabel

O Magnífico Reitor da Universidade Católica de Pernambuco, Pe. Pedro Rubens Ferreira Oliveira, SJ, tem a honra de convidar a comunidade universitária (professores, alunos, ex-alunos, administradores, funcionários, religiosos e amigos) para participar das festividades alusivas aos 60 anos de fundação da UNICAP.

Data: 27 de setembro de 2011
Horário: 11h – Celebração Eucarística de Ação de Graças (Presidida por Dom Fernando Saburido)
Local: Santuário Nossa Senhora de Fátima (Liceu Nóbrega)

Horário: 19h – Sessão Solene Celebrativa
Apresentações: Madrigal Marlos Nobre (Música Coral nas Reduções Jesuíticas)
                       MPB Unicap (As músicas que marcaram as últimas décadas)

Local: Teatro Santa Isabel
ENTRADA FRANCA

Traje: Passeio completo ou Uniforme Correspondente

Porque os pássaros cantam e as pessoas gostam de ouvir histórias

Reitor da Universidade Católica de Pernambuco, o padre Pedro Rubens transforma em deliciosas leituras suas vivências no recôndito distrito cearense de Vazantes, onde nasceu e viveu sua infância

“O que as grandes e puras afeições têm de bom é que depois da felicidade de as ter sentido, resta ainda a felicidade de recordá-las”, disse um dia o dramaturgo Alexandre Dumas. Depois de ter tido a felicidade de reviver suas lembranças em forma de histórias entre amigos, o Reitor da Unicap, Padre Pedro Rubens, decidiu ampliar seu público e dividir essas histórias, que mesmo sendo particulares ganham caráter universal, em seu primeiro livro literário “Lugar onde os pássaros cantam e as pessoas contam histórias”, lançado na noite de terça, no Salão Receptivo da Católica.

Editado pela Confraria do Vento e impresso pela Fasa Gráfica, Lugar onde os pássaros cantam e as pessoas contam histórias traz sete histórias vivenciadas por Padre Pedro em sua cidade natal, Vazantes, no interior do Ceará. Curtas e com uma leitura dinâmica, essas histórias nos apresentam não só o homem Pedro, mas também personagens marcantes e elementos singulares das pequenas cidades do País. Em uma escrita que transita livremente e com propriedade entre o acadêmico e o poético, o clássico e o popular, Pedro nos relata o que também desejou o poeta pernambucano Manuel Bandeira “Não quero amar, não quero ser amado. Não quero combater, não quero ser soldado. Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples!” E dentro dessas coisas simples, Padre Pedro conseguiu apreender o importante daquele cotidiano.

“São histórias pitorescas, bem características do Ceará. É uma leitura leve, gostosa”, comentou Padre Sérgio Mendonça, professor do Centro de Ciências Biológicas e Saúde (CCBS) e amigo do Padre Pedro. Já a coordenadora do curso de Letras, Haidée Camelo, que escreveu com Padre Miguel Martins o prefácio do livro, ressaltou que a obra traz “histórias contadas por uma pessoa que tem profunda sensibilidade poética”. Karla Mello, da Editora Confraria do Vento e ex-aluna do curso de Filosofia da Unicap, destacou: “Pedro já lançou outros livros, mas esse é seu primeiro literário. Todos estão emocionados com a escrita poética dele.”

O lançamento  da terça passada, dia 16, no Salão Receptivo da Unicap, foi prestigiado por gestores, professores, funcionários, alunos e amigos do Padre Pedro, que autografou dezenas de  livros. 

Os interessados em adquirir um exemplar, poderão encontrá-lo na loja da Fasa, no térreo do bloco A, ao preço de R$ 30,00.

* Informações da Assessoria de Comunicação da Unicap, cujo comando é da jornalista Paula Losada e do webdesigner Kiko Secchim, os quais contam com preciosa colaboração do jornalista e cineasta Leo Tabosa.

Padre Pedro Rubens: as histórias de Vazantes agora serão lançadas no Rio de Janeiro

O distrito de Vazantes atualmente destaca-se pela presença de diversos projetos culturais e de inserção social através da Fundação Fé & Alegria, que chegou à localidade cearense pelas mãos do padre Pedro Rubens

Vídeos em competição

“O Voo da Fênix” em Festival no Tempo Glauber

Jornalista LEO TABOSA Vai Exibir Novo Doc em Festival no Rio de Janeiro 

O jornalista e gestor cultural da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), Leo Tabosa, terá seu novo documentário O Voo da Fênix exibido no festival carioca  Noite Contemporânea Cine Fest.

O festival será de 11 a 17 de outubro no Tempo Glauber, em Botafogo, no Rio de Janeiro. Na abertura, haverá homenagem ao ator Tonico Pereira. O  Voo da Fênix será exibido dia 15 de outubro, às 19h.

Este documentário é o segundo do jornalista. As imagens foram captadas em 2008, quando ainda era aluno de Jornalismo da Unicap. Na época, produziu uma matéria especial sob orientação da professora e atual Pró-reitora Acadêmica, Aline Grego. Com o amadurecimento profissional, uma total ausência de preconceitos em matéria de linguagem cinematográfica e a vontade de contar uma história e que essa história fosse compreensível, Leo Tabosa pegou todo o material bruto da época (6 fitas MiniDv) e reeditou O Voo da Fênix, mantendo o mesmo título da matéria especial produzida em 2008.