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De Borboletas, Sonhos, Amores e Abandonos…

Sexta e sábado, juazeiro poderá ver Peça A Mecânica das Borboletas, com um time de ótimos atores !

É por demais interessante o espetáculo A Mecânica das Borboletas, que será apresentado amanhã e sábado no Teatro do SESC de Juazeiro do Norte, no cariri cearense. 

Com dramaturgia de Walter Daguerre e direção de Paulo Moraes, os atores Eriberto Leão, Otto Jr., Betina Vianny e Ana Kutner conduzem a história no palco. O tema é bem conhecido, forte, instigante: a história de uma família marcada pelo abandono e de pessoas que estacionaram seus sonhos por fraqueza, medo, falta de determinação e/ou acomodação.

Numa pequena cidade do sul do Brasil, que poderia ser também qualquer cidade
de qualquer país, os irmãos Rômulo (Eriberto) e Remo (Otto), separam-se aos 15
anos, quando um deles desaparece de casa – levando todas as economias da
família – para “fazer o mundo”. Ao voltar, 20 anos depois, Rômulo encontra um
cenário extremamente modificado: é outra a atmosfera sentimental, são outras as condições familiares. Para criar a ambiência cênica do espetáculo, Paulo Moraes e Carla Berri assinam um cenário poeticamente funcional, enriquecido pela bela iluminação do craque Maneco Quinderé, enquanto Rita Murtinho responde pelo figurino e Rico Vianna pela caprichada trilha.

Os irmãos, de personalidades distintas, tiveram caminhos diversos porque
diversos foram os caminhos trilhados. Depois de duas décadas distantes, o
inesperado retorno de Rômulo reaviva antigas rivalidades, e faz ascender mágoas e conflitos ao explicitar o contraste das experiências vividas, evidenciador de perdas e ganhos. Perderam e ganharam todos. o quanto cabe a cada um nessa equação, depende do olhar e da sensibilidade de cada um.

Como diz o aclamado crítico Lionel Fischer em sua análise do espetáculo: “Um belo texto de Walter Daguerre está inserido no programa distribuído ao público e nele o autor explicita as razões que o levaram a escrever A mecânica das borboletas. Em resumo, expõe uma contradição: se por um lado deseja uma vida pacífica, isenta de tecnologias e dos turbilhões inerentes aos grandes centros urbanos, por outro lado também almeja uma existência eletrizante e sempre renovada, o que implicaria em sair pelo mundo e conhecer o maior número possível de países”.

Liza, a filha (vivida por Ana Kutner, filha da Musa Dina Sfat), e Rosália, a mãe
(papel de Betina Vianny), são as outras personagens. Juntos, esses 4 dão conta de vivenciar no palco um texto de inegáveis qualidades, focando temas de amplidão universal e atemporal.

Betina

Cabe a Betina Vianny (filha do saudoso jornalista, crítico e cineasta Alex Vianny) a primeira entrada no palco. E os primeiros cinco minutos de um espetáculo são fundamentais para o desenrolar satisfatório ou não de sua dramaturgia. E aqui A Mecânica das Borboletas acerta duas vezes: a entrada de Betina tem força e beleza, calcada num dos momentos mais belos e delicados do espetáculo, ocasião em que Daguerre inspira-se claramente em Shakespeare e reafirma a importância de se “cuidar do jardim para que as borboletas possam aparecer”. E os autores – escritor e diretor – parecem ter encontrado a atriz certa para dizer as melhores palavras: Betina aparece lindamente serena, terna e eloquente no palco, e conquista o espectador de imediato. É ela quem abre o caminho à adesão da platéia ao espetáculo, e a atriz o faz com riqueza de detalhes. Nota DEZ !

Na sequência, temos a sólida construção do personagem Otto pelo ator Otto Júnior – grata surpresa ! -, a presença bonita e enigmática de Ana Kutner, e a explosão de sentimentos que nos traz o ótimo Eriberto Leão, ator em merecida ascensão graças à notória dedicação ao ofício, ao carisma e ao talento sensível e poderoso que faz dele um dos ótimos exemplos de sua geração.

E assim, diante de um espetáculo recheado de qualidades, com direção
competente e em completa sintonia com o vigor da dramaturgia encenada, além do naipe de atores da melhor qualidade, só temos a indicar a você, leitor, a ida ao
Teatro para ver A Mecânica das Borboletas. Agora o espetáculo chega a Juazeiro, mas daqui a pouco poderá estar chegando à sua cidade, e terá o mesmo padrão. Portanto, recomendamos: vá ao Teatro !

  

Ao dramaturgo Walter Daguerre, nossa estima e votos de que continue se
dedicando à Dramaturgia, arte por demais difícil e fascinante, na qual se insere
com saudável conhecimento de causa.

A ele, e a toda equipe de A Mecânica das Borboletas, o blog Aurora de Cinema envia um super abraço com os melhores brados de Parabéns ! E que os Aplausos possam ecoar e reverberar sempre em vossas carreiras.

Em Juazeiro, o espetáculo será apresentado em duas noites: sexta e sábado,
sempre às 20 horas, no Teatro Sesc Patativa do Assaré, localizado na Rua da Matriz, no centro da cidade.

A peça tem apoio logístico da Secretaria de Cultura da Prefeitura de Juazeiro do
Norte. A entrada custa R$ 50,00 e meia R$ 25,00. Censura 12 anos.

Marco Pigossi, Eriberto Leão e Malvino Salvador após estreia de peça no Rio (Foto: Henrique Olivveira/ Photo Rio News)

Eriberto Leão recebe cumprimentos dos amigos Marco Pigossi e Malvino Salvador na estreia carioca de ‘A Mecânica das Borboletas’…

Eriberto Leão em JIM: homenagem ao The Doors no Teatro

“Nada é tão forte como uma idéia quando é chegada a hora dela”
JIM

Ministério da Cultura, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Porto Seguro apresentam:

Eriberto Leão vive a poesia de uma lenda do rock no teatro 

Música, inquietação, poesia, caos, simbologia, teatro. JIM, um espetáculo-show não biográfico inspirado na obra poética de um dos maiores ícones do rock, Jim Morrison.

JIM julho

Idealizado por Eriberto Leão e produzido pela Barata Comunicação, JIM inspira-se no legado poético e simbólico deixado pelo vocalista do The Doors.

Com texto de Walter Daguerre, direção de Paulo de Moraes e interpretação de Eriberto Leão e Renata Guida, acompanhados de 3 músicos tocando ao vivo, o espetáculo mostra um homem que não conheceu Jim Morrison mas que teve sua vida pautada por suas ideias e ideais.

Eriberto e Paulo Moraes

O diretor Paulo Moraes e o ator Eriberto Leão: parceria no musical JIM…

Costurado por 10 canções do The Doors como “Light my fire”, “The End”, “Rides on the storm”, cantadas ao vivo por Eriberto, a trama mostra o conflito interno do personagem em busca de um acerto de contas.

Com texto que perpassa por conceitos de mitos pagãos e arquétipos, além de uma abordagem enfocando o lado poético e simbolista de Morrison, JIM não busca ser um espetáculo biográfico mostrando a vida do cantor ou a figura polêmica do astro de rock. A peça vai além, mostrando referências ideológicas de Morrison por meio de seus versos e percepções, e também através de seus ídolos, grandes nomes da literatura que o influenciaram, como William Blake, Baudellaire, Rimbaud, Nietzsche, entre outros.

Erib é Jim

“Quando comecei a pesquisar, descobri um Jim Morrison que não imaginava e que muita gente não sabe quem é, então vimos que precisávamos trazer uma outra idéia do Jim para o público”, revela Daguerre complementado por Eriberto: “O Jim era acima de tudo um poeta. O rock chegou pra ele através da poesia e do cinema, então o grande objetivo da peça é ser coerente com a obra poética do Jim Morrison, a preocupação é essa”.

JIM estreou na noite de 10 de julho no Teatro Leblon e teve casa lotada, prestigiada pela classe artística e imprensa. O que não faltaram foram aplausos entusiásticos para Eriberto Leão e muita emoção.

Ao longo desta matéria, você confere fotos do espetáculo e da estreia, todas assinadas por CRISTINA GRANATO.

JIM estreia

Malvino Salvador e Sophie Charlotte, Paula Burlamaqui e Reynaldo Giannechini: celebridades na plateia de JIM

Um homem diante do túmulo de Jim Morrison com uma arma em punho. Um homem que não conheceu o vocalista do The Doors pessoalmente mas que sempre buscou ter uma vida como a de Jim, um dos maiores ícones do rock de todos os tempos. Um homem que durante anos acalentou o sonho de seguir os passos de seu ídolo, como artista e como ser humano, mas que acabou percorrendo uma existência trivial. Um homem que chegou aos 40 com o sentimento de que suas idealizações se perderam no tempo. É este homem que está agora em Paris, no cemitério Père-Lachaise com um revólver na mão para acertar as contas com Jim Morrison. Ele tem somente uma bala, uma pequena peça de chumbo com a qual pretende transformar seu destino num jogo de azar. Este seria um acontecimento relativamente simples, não fosse a aparição de uma misteriosa mulher com quem ele trava um decisivo diálogo. E da presença diabólica de JIM.

Eri canta

James “Jim” Douglas Morrison cantor, compositor, poeta e vocalista da banda The Doors. Nascido na Flórida e filho de conservadores militares da marinha americana, Jim seguiu por outro caminho. Influenciado por poetas, filósofos e pensadores. ele começou a escrever na adolescência, estudou temas como filosofia, psicologia de multidão, teatro, e formou-se em cinema pela Universidade da Califórnia. Após a graduação, Jim reencontrou um amigo e daí nasceu a banda The Doors. O nome do grupo foi inspirado no livro “The Doors of Perception”, de Aldous Huxley, que por sua vez o buscou num verso de um poema de William Blake que dizia: “Se as portas da percepção estiverem limpas/ Todas as coisas se apresentarão ao homem como são, infinitas”.

Em 1969, Morrison publicou dois volumes de sua poesia, mas após o aumento da fama do The Doors, a partir de 67, Jim desenvolveu uma grave dependência de drogas e do álcool, que acabou levando-o à morte em 3 de julho de 1971. Conhecido por performances intensas e teatrais, letras recheadas de simbolismo, referências ao xamanismo, e uma personalidade selvagem, Jim Morrison foi classificado na 47° posição na lista da revista Rolling Stone dos “100 Maiores Cantores de Todos os Tempos”.

Celulari e Karin 1

Edson Celulari e Karin Roepke presenças na estreia de JIM…

Ursula e Faustini

Úrsula Corona e Marcelo Faustini entre os muitos na plateia de JIM…

Eriberto Leão, grande fã de Jim Morrison e do The Doors, tem esse projeto desde que conheceu a banda em 1991 e, através deles, descobriu sua vocação como ator: “Conheci-os com 18 anos, vendo o trailer de um filme sobre o The Doors. Depois disso vi 3 sessões seguidas e fiquei alucinado ! Eu sempre soube que iria fazer essa peça. Isso me influenciou muito, inclusive na vontade de ser ator. Na época que descobri a banda, fui trabalhar de contrarregra numa peça produzida pelo meu pai. Busquei ler tudo que influenciou o Jim”, conta o ator,  hoje com quase 20 anos de carreira. Sua primeira atuação no teatro foi no espetáculo Ventania (96), inspirado em Hoje é dia de rock, de Zé Vicente. Dirigido por Gabriel Vilela, Eriberto entrava em cena cantando The End, um clássico do The Doors.

Sophie e Paula

Sophie Charlotte e Paula Burlamaqui foram ver o amigo Eriberto como JIM

ingra e marcela

Ingra Liberato e Marcela Muniz: presenças na noite JIM

Dividindo o palco com Renata Guida, Eriberto canta ao longo do espetáculo 10 músicas do The Doors, acompanhado pelos músicos Zé Luiz Zambianchi no teclado, Rorato na bateria e Felipe Barão na guitarra. No musical, Eriberto interpreta João Mota, e é através do conflito do personagem, fã de Morrison, que o vocalista do The Doors ganha voz:  “Todos tem muitos “eus” que não demonstram. O João expressa os pensamentos, contradições, expondo toda sua fragmentação. Ele gostaria de ter uma vida tão intensa quanto a do Jim e não teve, então ele chega aos 40 anos e tem uma crise, daí toda a angústia e tormento”, explica o autor.  João dialoga todo o tempo com o Jim e com a aparição misteriosa da personagem de Renata, que representa o feminino de diversas formas – Pamela Morrison (mulher de Jim), a esposa de João Mota e ainda a Mãe Terra, conceito arquetípico da força criadora universal do feminino. A presença da personagem pode ser interpretada também como uma consciência intuitiva e profunda de João.

Bianca e Gianne blog

Bianca De Felippes e Reynaldo Giannechini na estreia de JIM

Franç e Ignacio

Françoise Forton e Ignácio Coqueiro, clicados por Cristina Granato…

O cenário, também assinado por Paulo de Moraes, é composto por um piano de cauda/lápide e 6 microfones. Completam a ficha técnica Maneco Quinderé, responsável pela iluminação, Rita Murtinho que assina figurinos, e Ricco Vianna na direção musical.

piano jim

“Esta é minha homenagem ao artista que abriu as portas da minha inquietação, das artes dramáticas, da literatura e da percepção”

SERVIÇO

Local: Teatro Leblon – Sala Tônia Carrero
Endereço: Rua Conde Bernadotte, 26, Leblon
Dias e horários: Terça, Quarta e Quinta 21h.
Preços: Plateia: R$ 70 (ter e qua) e R$ 80 (qui); Balcão: R$ 60 (ter e qua), R$ 70 (qui).
Temporada: Até 25/08

Malvino blog

Malvino Salvador e Sophie Charlotte também estavam na plateia de Eriberto Leão na noite de estreia de JIM 

FICHA TÉCNICA

Texto: Walter Daguerre
Direção: Paulo de Moraes
Elenco: Eriberto Leão e Renata Guida
Músicos: José Luiz Zambianchi (teclado), Felipe Barão (guitarra) e Rorato (bateria)]
Direção musical: Ricco Vianna
Cenografia: Paulo de Moraes
Figurinos: Rita Murtinho
Iluminação: Maneco Quinderé
Programação Visual: Walter Daguerre
Fotografia: Marcelo Faustini
Produção executiva: Carolina Consani e Roberta Marinho
Produção e Assessoria de imprensa: Barata Comunicação
Equipe Barata Comunicação: Produtores: Elaine Moreira e Bruno Luzes
Financeiro: Mádia Barata
Imprensa: Priscilla Santos

Dos mais respeitados no país, o crítico Wilson Cunha também estava na estreia de JIM, e assim descreve o trabalho de Eriberto:

ERIBERTO LEÃO, UM ATOR EM ESTADO DE GRAÇA – o espetáculo é JIM, em cartaz no Teatro Leblon, onde Eriberto Leão presta sua homenagem a Jim Morrison e à atmosfera de um tempo que se supunha passado. Com uma entrega apaixonada, Eriberto revive Morrison, vive um desespero, um conflito que se perpetuam. Pode-se, até, considerar que estamos menos diante de um texto teatral e sim de pretexto para que a liturgia aconteça. Mas a generosidade do trabalho de Eriberto Leão – diabolicamente banhado pela luz de Maneco Quinderé -, ao som de uma ótima banda, supera qualquer pecadillo. A experiência JIM + do que vale a pena”.

Eri no palco

Portanto, vamos ao Teatro !

Você que mora no Rio ou está de passagem pela Cidade Maravilhosa, não deixe de ir ao Teatro Leblon conferir o precioso trabalho de ERIBERTO LEÃO, um ator que a TV apresentou ao Brasil e cujo talento e carisma conquistaram o coração de milhares de fãs em todo o país.

A hora é de conferir o musical JIM com Eriberto Leão no Teatro !

O Blog Aurora de Cinema deseja todo êxito ao espetáculo e parabeniza todos os envolvidos na bem cuidada produção de JIM.

Franc e Barata

Eduardo Barata e Françoise Forton conferindo o sucesso da estreia de JIM…

Deborah Finocchiaro viaja o país com Solos e Bem Acompanhados

Atriz de farto talento, impressionante sensibilidade e carisma, Deborah Finocchiaro percorre o país ganhando aplausos, prêmios e mais tarimba pra sua incrível performance cênica…

A Companhia de Solos & Bem Acompanhados, de Porto Alegre, segue mostrando sua performance em  mais uma turnê nacional através do Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz.

Os espetáculos são Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario  Quintana e Pois é, Vizinha… apresentados em cinco cidades,  sendo a primeira etapa realizada em agosto nas cidades de Teresina e  Parnaíba, no Piauí.

Na segunda etapa, este mês, as apresentações serão em Palmas (TO), e  Natal e Santa Cruz, no Rio Grande do Norte.

Mostra Companhia de Solos & Bem Acompanhados
ETAPA TOCANTINS 13 e 14 de outubro de  2012
13/10 – 20h Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario  Quintana
14/10 – 19h Pois é,  Vizinha…
Teatro SESC  Palmas
Centro de Atividades do SESC – 502 Norte – Palmas/TO – (63) 3212.9954
Após os  espetáculos, bate papo com a plateia.
ETAPA Rio Grande do Norte – 17 a 22 de  outubro de 2012
SANTA  CRUZ
17/10 – 20h Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario  Quintana
18/10 – 20h Pois é,  Vizinha…
Teatro  Candinha Bezerra
Centro – Santa Cruz/RN – (84)  9651.2112
NATAL
20/10 – 20h Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario  Quintana
21/10 -20h Pois é,  Vizinha…
22/10 – das 18h às  22hOficina Espontaneidade e Desenho no  Espaço
Casa da  Ribeira
Rua Frei Miguelinho, 52 – Ribeira – Natal/RN – (84)  3211.7710
Assista aos  clipes das peças:
Companhia de Solos & Bem Acompanhados já  percorreu diversos estados brasileiros e também a Argentina. Em sua trajetória,  contabiliza 32 prêmios, sendo 6 de Melhor Espetáculo, 17 de Melhor Atriz, um de Melhor Direção, e ainda Melhor Cenário, Trilha, Texto Adaptado e 2 como Melhor  Artista de Teatro. O espetáculo Pois é,  Vizinha… está há 19 anos em cartaz e soma mais de 200.000 espectadores e mais de 10 prêmios. A peça  é uma adaptação do texto Una Donna Sola, de Franca Rame e Dario Fo  (Prêmio Nobel de literatura 1997). O premiado Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario  Quintana estreou em junho de 2006, dentro  das comemorações oficiais do centenário do poeta Mário Quintana, e vem  participando de temporadas, projetos e festivais nacionais e  internacionais.
Leia alguns comentários  da etapa Piauí (realizada em agosto de  2012)
Sobre Sobre Anjos & Grilos
“ Um raio fulminante de luzes e dramaturgia varreu o  solo do palco do Theatro 4 de Setembro, em Teresina, na noite do dia 07 de  agosto de 2012… esteve cheia de graça, alegria e virtuose mimetizada entre  obra e artista quintaniano, a atriz Deborah Finocchiaro que não deixou sobra de  não entendimento, nem sombra de falha de compreensão das falas de Mario… A  iluminação grave para feitos e efeitos de técnica invejável… Sons, luzes,  imagens animadas, signos e siglas poéticos, emblemas e ilustrações de natureza  criativa em mímesis da humanidade experimentada, um luxo de concentrado ato  dramático eficaz… Definem para acertos de contas, a performance inteira de  Deborah Finoccchiaro, em poeta feito forma vívida, e a equipe fechada que assina  como Companhia de Solos & Bem Acompanhados…”
Maneco Nascimento, ator, radialista e  jornalista  – Blog do Maneco – http://www.vooz.com.br /  manekonascimento.blogspot.com , 08/08/2012 – Teresina/PI
A beleza esteve em Teresina ! Faço referência ao  espetáculo “Sobre Anjos & Grilos”, ancorado na poética de Mario Quintana e com a vibrante performance de Deborah Finocchiaro. Delicadeza e profundidade  pisaram no palco. O poeta ganhou uma representação cênica afinada com o encanto da sua poesia. O solo de uma atriz bem acompanhado dos poemas e textos de um  poeta subvertedor e transcendente… O teatro está  vivo !
Francisco Junior, Dr. em Sociologia e Professor da UFPI – 08/08/2012 – Teresina/PI
Sobre Pois é, Vizinha…
“… O público não arredou um instante do denso e divertido enredo… Deborah Finocchiaro não só demonstra ser uma excelente  atriz, como também despende pique para não deixar dúvida de que reconhece a  terra em que está pisando… Nessa divertida comédia para fundo crítico exasperado, ela consegue metralhar informações com uma dinâmica concentrada em que não se perde qualquer fio da informação. Direta, humorada, sinuosa quando necessário, lacônica por exigência da dramaturgia, a  personagem encontra na atriz, e vice versa, uma afinidade teatral muito precisa… “Pois é, vizinha…” atrai a atenção, mesmo que  pelo riso, a uma discussão sobre violência contra a mulher. A atriz se despoja a trazer essa chaga social de forma empertigada e crítica em filtro tragicômico. Seu recado fixa ao riso e à reflexão. O ator convidado, Tito Grando, está muito à vontade e declina sua atuação sem que se confunda as  personagens da sua pauta de contracena… Deborah e sua personagem encantam, chocam, comovem e  deixam um exemplo de teatro para rir e pensar…  A Cia. de  Solos & Bem Acompanhados cumpre seu papel no roteiro e pauta do teatro  brasileiro. Sabe das coisas de Baco e Téspis.”
Maneco Nascimento, ator, radialista e  jornalista  – Blog do Maneco – http://www.vooz.com.br /  manekonascimento.blogspot.com , 11/08/2012 – Teresina/PI
Deborah Finocchiaro: uma atriz admirável, com total domínio da cena
Sobre Anjos & Grilos – O Universo  de Mario Quintana 

Textos e Poemas – Mário Quintana / Concepção, Roteiro e Atuação – Deborah Finocchiaro / Direção – Deborah Finocchiaro e Jessé Oliveira / Imagens – Zoravia Bettiol / Trilha Sonora Original – Chico Ferreti (Com exceção das músicas Ecogliter, de Laura Finocchiaro e Franco Junior, e trechos das músicas Baleada Noturna, de Lory Finocchiaro, 4ª Sinfonia de Mahler e Concertos de Brandenburgo n° 4 e 5 de Johann S. Bach) / Voz em OffPaulo José / Iluminação – Fabrício Simões e Jessé  Oliveira / Figurino – Raquel Cappelletto / Programação Visual – Ricky Bols / Operação de luz e  Responsável técnico – Leandro Roos Pires / Operação de Som e Imagens – Zé Derli Rodrigues / Programação Gráfica – Ricky Bols

 

Deborah Finocchiaro como ‘A Vizinha’: 19 anos em cartaz e 17 troféus de Melhor Atriz… ela mereceeee !

Pois é, Vizinha…

Texto – Dario Fo e  Franca Rame / Tradução (do original Una Donna  Sola) – Roberto  Vignati  / Direção, Adaptação e Atuação – Deborah Finocchiaro / Ator convidado – Zé Derli Rodrigues / Cenografia – Rafael Silva / Iluminação – Fabrício Simões e Leandro Roos Pires / Operação de luz – Leandro Roos Pires / Operação de som – Vitor Leal  / Figurino – Cléria Finocchiaro / Projeto gráfico – Eloar Guazelli Filho e  Cléo Magueta 

Mostra Companhia de Solos & Bem Acompanhados

Produção Executiva – Daniela Lopes e Deborah  Finocchiaro / Assessoria de Imprensa – Bebê Baumgarten / Produção  Local – Antoniel Ribeiro (PI), Ana Carolina de Aguiar (TO), Henrique Fontes e Mariana Hardi  (RN) / Assessoria de Imprensa Local – Biá Boakari (PI), Ana  Carolina de Aguiar (TO), Casa da  Ribeira (RN)

Assessoria de Comunicação  Digital e Assistência de Produção – Vitor Leal / Projeto  Gráfico – Sandro Ka / Gerenciamento de Projeto – Deborah Finocchiaro

Produção e  Realização – Companhia de Solos & Bem  Acompanhados

Este projeto foi contemplado com o  Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2011

* DEBORAH FINOCCHIARO é uma Artista Querida, que conheci no final dos anos 90, no Festival de Teatro Isnard Azevedo, realizado na adorável Florianópolis.  Em Deborah, chamou-me a atenção, de pronto, a simpatia contagiante, a inteligência vibrante e a atriz vulcânica em cena, dividindo-se em diferentes nuances sensórias, numa mesma personagem. A ‘Vizinha’ de Dario Fo e Franca Rame – que vira também na versão com Marília Pera – foi destaque naquele festival de teatro de Floripa. E a grande prova do acerto do público ao aderir ao espetáculo, e do festival, ao premiá-lo, é a trajetória que Pois é, Vizinha vem cumprindo de lá pra cá.
Fico feliz em saber da permanência aguerrida de Deborah Finocchiaro em palcos pelo Brasil e noutros países, e mais ainda em saber de seu sucesso junto ao público e à crítica. Tenho certeza que muito mais ainda há de vir. E, mesmo de longe, aplaudo a querida Débora Finocchiaro com efusão !
A Deborah Finocchiaro e sua Companhia de Solos & Bem Acompanhados meu aplauso efusivo e meus votos de vida longa, sempre com muito público, palcos diversos, e muito mais troféus e adesões, no Brasil e em qualquer parte do Planeta.

Eduardo Wotzik convida para Breve Encontro