Arquivo da tag: Vá ao Teatro !

Vestido de Noiva, ainda e sempre… Nelson Rodrigues e o Teatro

Peça mais conhecida de Nelson Rodrigues ganha análise do escritor SÉRGIO FONTA

Leandra Leal brilhou na versão Vestido de Noiva de Gabriel Villela, em 2009

A conferência de SÉRGIO FONTA está marcada para o próximo dia 21 de agosto, terça-feira, a partir das 16h, com entrada franca.

Julinha Lemmertz ao lado do escritor Sérgio Fonta, autor de ótima biografia do ator Rubens Corrêa…

A Academia Luso-Brasileira de Letras, através de seu Presidente Francisco dos Santos Amaral Neto convida para Conferência com o ator/diretor e escritor SÉRGIO FONTA – que comanda o programa TRIBO DO TEATRO, toda sexta, às 12:30h, na rádio Roquette Pinto -, que vai comentar a obra de um dos Dramaturgos Brasileiros mais importantes de todos os tempos, o pernambucano NELSON RODRIGUES.

Nelson Rodrigues, um dos dramaturgos mais festejados do país…

A atual montagem de Vestido de Noiva pelo grupo Os Satyros: em cartaz até domingo no Teatro Cacilda Becker (SP). Direção Rodolfo García Vázquez e Helena Ignez como Madame Clecy.

Marília Pera: Madame Clecy na versão cinematográfica de Vestido de Noiva

A obra a ser destrinchada por Sérgio Fonta é a mais popular de Nelson, a emblemática Vestido de Noiva, que ganha sucessivas montagens em todas as partes do país, já tendo também chegado ao cinema e à tela da TV Globo.

Tônia Carrero e Suzana Vieira na versão de Vestido de Noiva para a TV Globo – Programa APLAUSO, 1979…

Considerada marco inicial do moderno teatro brasileiro, encenada pela primeira vez em 1943 com direção do polonês Ziembinski, Vestido de Noiva causa polêmica desde sua primeira montagem. Segundo o professor e crítico Sábato Magaldi, grande estudioso de Teatro, esta faz parte de uma série de peças psicológicas do dramaturgo, com uma linguagem forte que transporta para o palco a profunda angústia presente nos textos do autor, capaz de chocar e emocionar o público há gerações pelo modo cru e abrupto de retratar a realidade velada da classe média carioca.

Uma das montagens de Vestido de Noiva em 1965…

A trama acontece através de ações simultâneas, as quais vão-se desenhando em três planos – realidade, alucinação e memória.

Versão dos Sátyros: Ivam Cabral, Helena Ignez e Cléo De Páris (foto: André Stéfano)

VESTIDO DE NOIVA é a peça que deu início ao processo de modernização do teatro brasileiro

Essa era a segunda peça escrita por Nelson. O autor trabalhava como jornalista, profissão que herdara do pai, e procurava, naquele período, uma fonte de sustento complementar. Seu primeiro trabalho para os palcos, A Mulher sem Pecado, tinha como pretensão conseguir o sucesso obtido por outras produções da época, como A Família Lero-Lero, comédia do cearense Raimundo Magalhães Júnior.

O grupo Os Comediantes na revolucionária versão de Vestido de Noiva, 1943

De acordo com os estudiosos, embora a peça de Nelson fosse obra de valor artístico muito superior a de Magalhães Júnior, ao estrear, em 1942, não obteve a simpatia do público e resultou em fracasso de bilheteria. Um ano depois, Vestido de Noiva iria revolucionar o teatro brasileiro através da lendária montagem sob a direção do polonês Zbigniew Marian Ziembinski, que chegara ao Brasil cerca de dois anos antes. E aqui, pela primeira vez, foi então usado o hoje muito conhecido Método de encenação do russo Stanislavski, através do qual é o próprio ator quem empresta aos personagens suas emoções pessoais para então criar uma outra persona através de sua própria vivência, suas experiências, sua memória afetiva.

Ziembinski deu nova forma ao texto de Nelson. Seu rigor na encenação  com a exigência de ensaios constantes, e a transmissão de novas diretrizes em termos de interpretação elevou a concepção brasileira de teatro a novos níveis.

Yoná Magalhães como Alaíde na versão de Vestido de Noiva, em 1965…

A representação de VESTIDO DE NOIVA, conforme a divisão em 3 planos, desenvolve-se em três atos, cuja relação não é exatamente cronológica, a não ser no plano da realidade, o qual acompanha a degradação do estado de saúde de Alaíde e a aniquilação consequente dos outros dois planos.

A versão dirigida por Gabriel Villela em 2009 com Leandra Leal, Marcello Antony e Vera Zimmermann…

 A palestra de SÉRGIO FONTA intitula-se VESTIDO DE NOIVA: NELSON RODRIGUES EM TRÊS ÂNGULOS DE HISTÓRIA e acontece na próxima terça, com ENTRADA FRANCA.

SERVIÇO

Luciana Braga e Malu Mader em uma das versões de Vestido de Noiva

Conferência VESTIDO DE NOIVA: NELSON RODRIGUES EM TRÊS ÂNGULOS DE HISTÓRIA

Com o escritor SÉRGIO FONTA

ONDE:  Academia Luso-Brasileira de Letras
(Confederação das Academias de Letras do Brasil)

Endereço: rua Teixeira de Freitas, 5 / 3º andar, Lapa , RJ
perto da Estação Metrô/Cinelândia (saída Passeio)

Horário: 16h

ENTRADA FRANCA

Marcello Antony como Pedro e Leandra Leal como Alaíde em montagem dirigida por Gabriel Villela…

Uma peça para aplaudir de pé…

Tirei uma tarde de quarta, deixei os compromissos com a escrita de lado, botei um vestido e uns colares, salpiquei umas gotinhas de perfume, e marquei com uns amigos. Fomos assistir a uma peça de teatro, em cartaz no Sesc Iracema, ali vizinho ao Dragão do Mar.
Um lugar para ficar em pé é o nome do espetáculo e, de fato, quase ficamos em pé, tamanho era o público que resolveu fazer o mesmo que eu e meus amigos: sentar para ver, ouvir e conhecer mais teatro. Em cena, alunos da primeira turma do recém-criado Bacharelado em Artes Cênicas da Universidade Federal do Ceará, ou, como é melhor dito por eles, primeira turma de Teatro do Instituto de Cultura e Arte da UFC, o ICA/UFC.


Pois bem, é o próprio professor que assina a montagem do espetáculo, o chileno Hector Briones, que explica o trabalho como um exercício. Tem razão: Um lugar para ficar em pé é mesmo um exercício cênico, baseado nas obras-primas do clássico Samuel Beckett, romancista e dramaturgo irlandês, um dos mais emblemáticos dramaturgos do Teatro Contemporâneo. Mas cabe ressaltar: Que poderoso exercício !

Fiquei tão bem impressionada com o que vi que preciso dizer isso em público. E contribuir, ainda que de forma singela, com um possível aumento de espectadores na plateia deste grupo coeso e vontadoso que atua e se desfolha em muitas cenas e personagens para tornar crível, dramático, intenso e aplaudível este Um lugar para ficar em pé.
Há muitos anos não via na cena teatral de Fortaleza atores com tanta gana de estar em cena, tanta entrega ao ofício e tão salutar capacidade expressiva. Não vou destacar nenhum nome em especial, embora haja momentos onde um ou outro ator se sobressaia. Porém, um dos grandes trunfos do trabalho desta turma do ICA/UFC é justamente ter realizado seu ofício com este sentido de grupo, de coletividade. Em Um lugar para ficar em pé todos os atores tem iguais chances de mostrar seu potencial e expressar-se na plenitude de sua disciplina e vocação, valendo-se de um texto inquietante e voraz, dentro de um conjunto cênico harmonioso para o qual cooperam, na mesma medida, a luz, o som, a dramaturgia, a composição espacial, o figurino, a encenação. E é isso o que se espera de um espetáculo que chega ao palco como exercício de formação de uma turma estudante de teatro: ninguém mais, nenhum menos, todos juntos, de braços e emoções dadas, atuando em prol do sentido maior, qual seja a expressão pretendida para o texto escolhido conforme uma direção que se dedicou para criar um espetáculo coeso, forte, importante e necessário para quem quer começar (ou prosseguir) fazendo teatro, e fazendo bem, na certeza de que cada um, com suas potencialidades, senões, somas e verdades é um pilar fundamental para a construção do trabalho ofertado ao público. E o público tem entendido isso, felizmente. Se a estreia foi boa, a apresentação seguinte derrubou a mística de que ‘o segundo dia é péssimo’.

O exercício teatral dirigido por Briones é uma tragicomédia com momentos de riso intenso e outros de reflexão, introspecção, questionamentos existenciais densos, como sói acontecer com a profunda e marcante dramaturgia de Samuel Beckett. A atuação dos atores fornece ao espectador todas essas nuances de intenção, torna-se crível e promove adesão, e isto é alicerce para um espetáculo tornar-se consistente. Ademais, a boa performance dos atores insere-se num contexto onde tudo funciona bem: a composição tempo-espaço é plausível, a iluminação acentua gestos e expressões quando esta é a intenção do texto, bem como sublinha outros tantos onde o riso da plateia acontece instantaneamente. A trilha – e que trilha magnífica ! – é de uma beleza intensa, emoldurando os quadros nos quais a dramaturgia se costura em volteios de sensibilidade, intensidade, gestos, expressões, e figurinos colaboradores para a atmosfera a ser alcançada no desenrolar do espetáculo. Portanto, estão de PARABÉNS todos os que estão em cena – e são 15 atores, se a memória não me trai -, o professor-diretor Hector Briones, o operador de luz, e toda a equipe que ajudou  a construir este exercício-espetáculo em cartaz no SESC Iracema, em Fortaleza, o qual ainda este mês sobe ao palco do Theatro José de Alencar.

UM LUGAR PARA FICAR EM PÉ é bem mais que um exercício para ajudar a formar grandes atores. É um Espetáculo de Exercício que merece ser visto, aplaudido e recomendado, como o faz agora este AURORA DE CINEMA referendando este belo, instigante, criativo e vigoroso espetáculo teatral ao qual aplaudimos de pé.

De tal modo ficamos impressionados com Um Lugar para Ficar em Pé que bateu imediata vontade de voltar à cena e pisar de novo no palco, tanta é a capacidade instigadora dos atores postos em cena e tal é a intensidade da magia que assola os que já foram mordidos pelo ‘cupim’ do Teatro: o bichinho invasivo e imortal vai crescendo por dentro, incansável, atento e indormido, e, diante de um espetáculo com poder de arrebatar, ele surge, mais uma vez, forte, pulsante, contaminando e bradando: “é lá que eu quero estar, o palco também é meu lugar !”

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO
UM LUGAR PARA FICAR EM PÉ

“Tudo desde sempre. Nunca outra coisa. Nunca ter tentado. Nunca ter falhado. Não importa. Tentar outra vez. Falhar outra vez. Falhar melhor”.

DRAMATURGIA – SAMUEL BECKETT
DIREÇÃO: HECTOR BRIONES
Canto para a cena: Consiglia Latorre
Figurino: Natália Lima
Orientação de figurino: Yuri Yamamoto
Iluminação: Wallace Rios
Gravação de áudio: Maurício Rodrigues
Projeto gráfico: Caroline Veras
Ilustração: Diego Landin
Produção: Primeira turma de Teatro do ICA/UFC

ELENCO: Altemar Di Monteiro, Aristides de Oliveira, Aurélio Barros, Bruno Martins, Caroline Veras, Débora Frota, Denilson Almeida, Diego Landin, Flávio Gonçalves, Gilvamberto Félix, Hylnara Anny, Jéssica Teixeira, Josélia de Sousa, Kevin Balieiro, Larissa Alves, Marcos Evangelista, Nádia Fabrici, Natália Lima, Nelson Albuquerque e Wesley Umbelino.

As rosas amarelas sobem ao palco com Mazé Figueiredo

 

O espetáculo Quando as rosas amarelas se tornam marrons, projeto aprovado em edital do Centro Cultural Banco do Nordeste, estreia no próximo dia 28 em Fortaleza, tendo como palco o Teatro Antonieta Noronha, no centro da cidade.

 O texto é de autoria do ator e diretor Walden Luiz e tem direção de
 Wagner Pereira, contando com o seguinte elenco: Walden Luiz, Mazé Figueiredo (proponente do projeto), Zerivaldo Beserra e Lorenna Aletéia.

Walden Luiz e Mazé Figueiredo em cena: Teatro Cearense estreia mais um espetáculo…

A pequena temporada será dias 28, 29 e 30 deste junho, às 19.30h, no Teatro Antonieta Noronha, Rua Pereira Filgueiras, nº 4, por traz do Paço Municipal, com entrada franca.


Walden Luiz está completando 50 anos atuando no teatro cearense, enquanto Mazé Figueiredo, a incansável atriz, produtora, divulgadora e coralista, que é funcionária aposentada do Banco do Nordeste, completa uma dezena de peças atuando de forma ininterrupta. Haja fôlego ! 

Vamos ao Teatro ! Vamos ver Quando as rosas amarelas se tornam marrons !

 

Djin Sganzerla estreia hoje nova temporada de O Belo Indiferente

O espetáculo O BELO INDIFERENTE, texto de Jean Cocteau com direção de Helena Ignez e André Guerrreiro Lopes, reestreia hoje em São Paulo, após vitoriosa temporada de três meses de casa lotada no Sesc Consolação.
 
 
A temporada que começa hoje será de apresentações todos os  sábados, às 21h,  no Teatro  Satyros Um, na capital paulista.
 
 
Confira um trecho do espetáculo:
 
 
Djin Sganzerla: atuação colossal em monólogo clássico…
 
 
 
 
 
A nova temporada de O BELO INDIFERENTE vai até 28 de julho no TEATRO DOS SATYROS – Praça Franklin Roosevelt, 214 – República
Telefone: (11) 3258-6345
 

Vá ao Teatro !

O Teatro precisa de você e você precisa de TEATRO !

Mazé Figueiredo volta ao teatro com O Show da Vida

Espetáculo musical será apresentado sexta à noite no Teatro Dragão do Mar, em Fortaleza…

O espetáculo musical O Show da Vida, de autoria de Walden Luís,  conta  histórias de vida a partir de quadros, nos quais a música, o canto e a dança,
mesclados com o falar nordestino, revelam passagens do cotidiano do povo do Nordeste, mostrando-o em sua simplicidade, ao mesmo tempo com traços de alegria e de bravura.

O expoente do musical é um coro feminino, somado a um elenco talentoso, formado por mulheres que harmonizam com habilidade três artes: dança, música e teatro, mostrando que a beleza da existência está nas coisas simples do dia-a-dia.

No espetáculo, Mazé Figueiredo faz três papéis: uma mulher do povo, uma Mãe de Santo e uma Cigana…

Neste milênio tão conturbado, essas mulheres, longevas e artistas, encontram na arte o caminho para se manterem pró-ativas, lançando um produto cultural
diferenciado no mercado, com qualidade e profissionalismo, desmistificnado a relação terceira idade x improdutividade.

A intenção é fazer com que o espectador enxergue, após ver o espetáculo, o quanto há vida na Terceira Idade e o quanto ela pode ser produtiva e saudável.

Mazé em cena como mãe de santo: fôlego em papéis diversificados…

No folder do espetáculo, o elenco e a produção agradecem a :
Fundação Waldemar de Alcântara, CUCA Che
Guevara, Escola Municipal D. Helder Câmara, CEJA
Professor José Neudson Braga, Lar Torres de Melo e
a todos que de alguma forma contribuíram para a
realização deste trabalho.

O Show da Vida é um projeto do Coral Vozes de Outono, aprovado no III Mecenato da Secult/2011, e que tem apoio da COELCE, volta a ser apresentado nesta sexta, às 20h, no teatro do Centro Cultural Dragão do Mar.

ENTRADA FRANCA

A atriz Mazé Figueiredo (aqui em cena com Aurora Miranda Leão) sobe ao palco em vários papéis, em espetáculo dirigido pela atriz Leuda Bandeira…

Vale a pena conferir ! Mazé Figueiredo é atriz de talento, versátil, e de intensa atuação nos palcos cearenses.

Berinjela de graça, toda sexta, em Santa Tereza

Madame NoAr: garantia de boas risadas no Teatro

A atriz Mazé Figueiredo estará esta tarde e amanhã, em dois horários, encenando a comédia Madame NoAr no Centro Cultural Banco do Nordeste, em Fortaleza, com entrada franca.

A direção é da também atriz Leuda Bandeira e o texto é de Nícolas Almeida.

As apresentações são QUINTA e SEXTA,  23 e 24 de fevereiro, às 15h e às 18h – a entrada é gratuita mas recomenda-se chegar ao Centro Cultural Banco do Nordeste com uma hora de antecedência.

Este espetáculo é mais um trabalho artístico possibilitado pelo edital Cultura da Gente, ação meritória do Banco do Nordeste em prol da criação artística de seus funcionários. Quem responde pelo Cultura da Gente é Rosana Virgínia, uma querida e dedicada funcionária do CCBN, incentivadora dos colegas e entusiasta dos belos frutos que vem sendo gerados pelo edital.

O Aurora de Cinema já esteve na platéia de Madame NoAr  – uma ardilosa vidente, boa de ver e ouvir – e recomenda: o trabalho é um bom momento do teatro cearense, com competente direção de Leuda Bandeira e atuação primorosa de Mazé Figueiredo.

Vamos ao Teatro ! E vamos aplaudir Madame NoAr, uma comédia para agradar a gregos, troianos, cearenses e plateias de todas as cores, credos e palcos do país.

Eduardo Wotzik convida para Breve Encontro

Sérgio Fonta dirige musical para Zé Kéti… Bravo !

Meu querido amigo SÉRGIO FONTA – ator/escritor/dramaturgo/roteirista e diretor de teatro –  esTá em cartaz na CAPITAL CARIOCA COM UM NOVO ESPETÁCULO.

dESTA VEZ, O CENÁRIO É O HISTÓRICO PRÉDIO DA Academia Brasileira de Letras, E O esPEtácUlo É dedicado ao nobre compoSitor Zé Kéti.

Sérgio Fonta com Denise Emmer (escritora, poeta, compositora e violoncelista), filha dos queridos Janete Clair e Dias Gomes, no lançamento do livro dele sobre Rubens Correa, na Livraria Argumento, em Ipanema (RIO)

Tudo com uma qualidade invejável e o CONHECIDO cuidado com o qual Fonta sempre faz qualquer coisa.

Vamos ao TEATRO !

“Sabe quem se separou ?”… Esta é boa !

Comédia de Carmen Salles estreou novo espaço teatral carioca, o Teatro Pinheiro Guimarães

* Quem dá a dica é minha querida amiga Bernadete Duarte… e se Berna recomenda, é porque vale !

VAMOS AO TEATRO !

SABE QUEM SE SEPAROU ?

Após dois anos reunindo fatos, fofocas e devaneios sobre divórcio e separação, Carmen Salles realizou esta dupla estréia: como autora e atriz. Utilizando seus vinte anos de experiência no jornalismo e a influência de sua antiga professora Maria Clara Machado, Carmen criou um texto leve e irônico que toca em questões fundamentais da mulher dos dias de hoje: o fantasma da traição, a inveja feminina, a busca pelo misticismo, as transas mal sucedidas e os problemas que as separadas precisam resolver sozinhas.


Será que alguém consegue passar por tudo isso sem enlouquecer ? Talvez a pergunta que toda recém-separada se faça seja, ao menos em parte, respondida nesse alegre espetáculo, o qual consegue mostrar: bom humor é sempre uma
saída.

A COMÉDIA

Com uma estrutura simples e elegante, o espetáculo investe na figura cativante da atriz que, enquanto divide suas histórias com a platéia, se transforma em diversos personagens: mulheres carentes, histéricas, místicas, corajosas; pai se santo, médico sedutor, cartomante, sexóloga, pastor evangélico, e motorista são alguns deles.

Embora seja um monólogo voltado para o universo feminino, a irreverência de SABE QUEM SE SEPAROU ? atinge igualmente todo tipo de público, independente de sexo ou idade. A duração é de 55 minutos.

Sinopse

A comédia aborda as loucuras do universo feminino a partir da vida da personagem Maria dos Prazeres: uma mulher que pensa estar sendo traída, mas teme a separação. Em função desse dilema, Prazeres procurará todo tipo de ajuda, vivenciando situações extremamente engraçadas. 

Serviço:

Texto e Interpretação: Carmen Salles

Direção: Fernando Maatz e Aramis David Correia

Teatro Pinheiro Guimarães, rua Silveira Martins 153 – Catete