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Vitrine audiovisual em São Paulo

O Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) realiza dia 1º de setembro a festa de lançamento da 8ª edição do Cine MuBE Vitrine Independente, festival que revela e premia novos talentos do cinema. Para celebrar a abertura das inscrições, um coquetel vespertino e ao ar livre marcará a nova temporada do evento. Durante o coquetel, serão anunciados os integrantes do júri.

Com inscrições de 1 de setembro a 20 de outubro, o festival tem curadoria do crítico de cinema Christian Petermann e oferece a oportunidade para novos talentos apresentarem toda sua arte e técnica por meio das exibições de curtas e médias-metragens num evento focado no cinema independente.

Seguindo o modelo das edições anteriores, entre 6 e 8 de dezembro haverá uma programação especial no MuBE para a exibição dos títulos selecionados. Na sexta, dia 7, serão exibidos os médias-metragens em competição e sábado, dia 8, os curtas – ao final das exibições, serão revelados os vencedores e acontecerá o evento de premiação.

Os interessados em apresentar seus trabalhos poderão se inscrever gratuitamente: www.cinemubevitrine.com

O festival premiará produções em onze categorias: melhor curta-metragem pelo júri, melhor curta-metragem pelo público, melhor média-metragem pelo júri, melhor média-metragem pelo público, melhor diretor curta-metragem, melhor diretor média-metragem, melhor atriz, melhor ator, menção especial de curta-metragem pelo júri, melhor roteiro e, como novidade desta edição, melhor produção estrangeira.

Como participar

Os interessados devem encaminhar os filmes (em três cópias obrigatórias), de segunda a sexta, das 10h às 19h, para o endereço Av. Europa, 218 – São Paulo, aos cuidados de Karen Alcantarilla – karen@mube.art.br

O Cine MuBE Vitrine Independente é um festival de cinema que preza pela pluralidade, sem tema definido. O júri especializado e o público elegem os filmes favoritos. Os ganhadores da competição são premiados com equipamentos, cursos na área e viagens.

Sobre o MuBE

O Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) desenvolve extensa e diversificada programação cultural, com exposições, cursos, seminários, palestras, recitais de piano, cinema e teatro. São realizadas, em média, 25 exposições por ano, com mostras de artistas renomados, nacionais e internacionais, e espaço para novos talentos.

O Museu recebe, aproximadamente, 150 mil visitantes por ano. As exposições contam com visitas educativas para crianças, estudantes, grupos de terceira idade e público em geral.

SERVIÇO

Realização: Museu Brasileiro da Escultura Direção e Coordenação Geral: Renata de Azevedo Silva Curadoria e Programação: Christian Petermann Conteúdo: Felippe Canale, Anna Zêpa Produção: Amanda Rodolpho, Anna Zêpa, Karen Alcantarilla, Renato Sass e Vitor Souza Colaboração: Bruna Bernacchio, Cassia dos Anjos, Graziela Martine e Naninha Borges

Comunicação Visual: Dona Baronesa

Troféu: Eduardo Werneck

Serviço

Evento: 8º Cine MuBE Vitrine Independente

Local: MuBE – Museu Brasileiro da Escultura –Avenida Europa, 218, Jardim Europa – São Paulo/SP

Festa de Lançamento: 1 de setembro, às 16h30

Inscrições: 1 de setembro a 20 de outubro

Festival: dias 6, 7 e 8 de dezembro de 2012

Entrada: gratuita

Informações: www.cinemubevitrine.com

Virada Cultural terá Roberto Carlos em mostra da Cinemateca

A Cinemateca Brasileira participa mais uma vez da VIRADA CULTURAL, evento organizado pela Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Mantendo a já tradicional programação dedicada aos grandes astros da música popular brasileira e mundial, exibe neste ano o documentário Bob Marley: the making of a legend, de Esther Anderson e Gian Godoy. Inédito no Brasil, o filme revela momentos de intimidade do astro da música jamaicana antes de chegar ao estrelato.

O programa dedicado à música pop inclui ainda outra atração muito especial – a projeção, em novas cópias 35mm – confeccionadas especialmente para a ocasião pelo Laboratório da Cinemateca -, de três clássicos do cinema musical brasileiro, dirigidos pelo cineasta e produtor Roberto Farias:

Roberto Carlos em ritmo de aventura, Roberto Carlos e o diamante cor de rosa, e Roberto Carlos a 300 km por hora. Os fãs do Rei terão um prato cheio conferindo a apresentação da trilogia protagonizada pelo principal ídolo da Jovem Guarda. Durante a madrugada, a Cinemateca ainda promove sessões voltadas aos amantes do sexo explícito.

Dois clássicos da pornochanchada recentemente projetados no Festival de Roterdã, na Holanda, fecham as atrações da VIRADA – Senta no meu que eu entro na tua, de Ody Fraga, e Fuk-fuk à brasileira, de J. A. Nunes, pseudônimo do diretor Jean Garrett.

 CINEMATECA BRASILEIRA

Largo Senador Raul Cardoso, 207

próximo ao Metrô Vila Mariana

ENTRADA FRANCA

Outras informações: (11) 3512-6111 (ramal 215)

www.cinemateca.gov.br 

Wanderlea, Roberto Carlos e Erasmo Carlos: em busca do diamante cor-de-rosa…

PROGRAMAÇÃO 

05.05 | SÁBADO 

SALA CINEMATECA BNDES 

18h00 PRÉ-ESTREIA BOB MARLEY: THE MAKING OF A LEGEND

20h00 ROBERTO CARLOS EM RITMO DE AVENTURA

22h00 ROBERTO CARLOS E O DIAMANTE COR DE ROSA 

06.05 | DOMINGO  

SALA CINEMATECA BNDES 

00h00 ROBERTO CARLOS A 300 KM POR HORA

02h00 SENTA NO MEU, QUE EU ENTRO NA TUA

04h00 FUK FUK À BRASILEIRA 

dom 6 de maio – 00h00 

SESSÃO ESPECIAL 

Bob Marley: the making of a legend, de Esther Anderson e Gian Godoy

Inglaterra/Jamaica, 2011, vídeo digital, cor, 92’ | Exibição em DVD | Legendas em português

Documentário sobre o astro do reggae Bob Marley. O filme reúne uma série de imagens captadas numa câmera de vídeo nos anos 1970 por Esther Anderson, à época sua namorada. O material revela momentos de sua intimidade antes de chegar ao estrelato, conversas entre Marley e sua banda, a The Wailers, fotos e hábitos pessoais. Inédito no Brasil, o documentário foi apresentado em diversos festivais de cinema ao redor do mundo e recebeu a Menção Honrosa da UNESCO no Jamaica Reggae Film Festival.

Não indicado para menores de 16 anos

Performances audiovisuais em Sampa

A IV Mostra Live Cinema, realizada pelo SESC, com apoio Oi Futuro e  Goethe-Institut São Paulo, chega à capital paulista dias 6 e 7 de outubro como referência nacional e internacional entre os artistas, críticos e pesquisadores de performances audiovisuais.

Idealizado por Marcia Derraik e Luiz Duva, o festival inaugurou no Brasil o formato inovador de evento 100% dedicado a performances audiovisuais em tempo real, e cumpre cada vez mais, a cada ano, sua vocação em gerar reflexão e intercâmbio entre os realizadores, os trabalhos e o público de Live Cinema.

Este ano, a versão paulista da Mostra apresenta os artistas alemães Lillevan e Kurt Laurenz Theinert, o uruguaio Brian Mackern, além dos brasileiros Duo N-1 (SP) e Hol (BH). São nomes de grande reconhecimento por suas trajetórias internacionais, por suas técnicas e instrumentos audiovisuais customizados, e pelos conceitos e estética apurada dos seus trabalhos.

“Estamos convictos de que o audiovisual feito ao vivo no Brasil é uma expressão artística contemporânea consolidada, forte e acima de tudo muito criativa. É ver para crer!”, convocam Luiz Duva e Marcia Derraik, idealizadores da IV Mostra Live Cinema – mLC 2011.

SOBRE A MOSTRA LIVE CINEMA

A IV Mostra Live Cinema é uma mostra expositiva de performances audiovisuais e trabalhos de Live Cinema e Live Images, com uso de softwares e hardwares de manipulação de imagem, som, dados e luz, tudo em tempo real.

O CONCEITO DA MOSTRA LIVE CINEMA

Vivemos na época da pós-convergência das tecnologias, dos meios e das artes, época marcada por imagens transformáveis, vivas, recombinantes e transmutáveis. Uma época onde não existe mais diferenciação entre o real e o digital, uma época sem fronteiras, de imagens que pairam em nuvens de dados sob nossas cabeças, transpassando nossos corpos em ondas eletromagnéticas captadas por e em nossos aparelhos móveis e portáteis. Uma época na qual as imagens em movimento estão sujeitas a todo tipo de processo e/ou dispositivo que as manipulem, reconstruam e as resignifiquem. De vídeos interativos publicados nas redes sociais da internet às tecnologias de projeção de vídeo mapeado e 3D, da infinidade de telas e câmeras que nos cercam e vigiam aos celulares cada vez mais espertos, tudo de alguma forma, mesmo que você não se dê conta disso, produz conteúdo para a época em que vivemos.

O termo “LIVE CINEMA” ou “Cinema ao Vivo” foi usado originalmente para classificar uma sessão de cinema silencioso com execução de música ao vivo durante a apresentação. Isso foi no início do século passado. Hoje o termo LIVE CINEMA diz respeito à execução simultânea de imagens, sons e dados por artistas visuais, sonoros ou performáticos que apresentam suas obras ao vivo diante da platéia. São apresentações onde a improvisação e o acaso fazem parte de um processo cujo resultado é a possibilidade de criação e vivência, por parte do público, de uma experiência audiovisual expandida, agora mais do que nunca, também entendida como sensorial e imersiva.

No Brasil, assim como em todo o mundo, o Live Cinema segue uma tendência iniciada a partir do início dos anos 2000, tendo a figura do VJ (o DJ de imagens) uma peça fundamental para o seu desenvolvimento e integração com a cultura POP. Dos vídeos clipes da MTV da década de 1980 aos remixes audiovisuais dos VJs das décadas de 1990/2000, o que vemos e experimentamos desde então são formas, não novas, mas sim atualizadas de se ver e experimentar um audiovisual que, pelo uso das tecnologias e técnicas disponíveis, invadiu nossa vida de forma nunca antes imaginada.

Hoje o Live Cinema agrega artistas do porte dos cineastas Francis Ford Coppola e Peter Greenaway, de artistas multimídia, como o canadense Herman Kolgen, e dos japoneses Ryoji Ikeda e Daito Manabe, ou ainda dos brasileiros HOL, Bruno Vianna e Duo N-1, is quais, através do desenvolvimento de suas pesquisas, obras e pensamentos, apontam para a criação de uma forma de arte audiovisual que transcende o meio, o espaço e o tempo. Uma arte antenada com a sua época, para a qual o futuro acontece no aqui e agora e, claro, feito ao vivo e em tempo real.

PROGRAMAÇÃO

 

A IV Mostra Live Cinema São Paulo acontece dias 6 e 7 de outubro no Sesc Pompeia.

06.10 (quinta-feira) – 21:00 horas:
Metaremix – DUO N-1 (São Paulo, Brasil)

Living stereo – Brian Mackern (Uruguai)

Visual Piano – Kurt Laurenz Theinert (Alemanha)

07.10 (sexta-feira) – 21:00 horas:

Ponto, um videogame sem vencedor – Hol (1mpar) (Belo Horizonte,Brasil)

Fixation Fields – Lillevan (Alemanha)

Antología Soundtoys – Brian Mackern (Uruguai)

SERVIÇO:

IV MOSTRA LIVE CINEMA
Dias 6 e 7 de outubro.
Sesc Pompéia – rua Clélia, 93 – Pompéia
telefone: (11) 3871-7700

Entrada Franca
Classificação etária: 12 anos
INFORMAÇÕES: http://www.planetatela.com.br

Performances Audiovisuais ou Cinema ao Vivo em Sampa

FESTIVAL BRASILEIRO DE PERFORMANCES AUDIOVISUAIS EM TEMPO REAL CHEGA A SÃO PAULO.


 IV Mostra Live Cinema
traz

artistas do Brasil, Uruguai e Alemanha. 

A IV Mostra Live Cinema – mLC 2011 – SP, realizada pelo SESC, com o apoio do Oi Futuro e do Goethe-Institut São Paulo, chega à capital paulista nos próximos dias 6 e 7 de outubro como referência nacional e internacional entre os artistas, críticos e pesquisadores de performances audiovisuais.

Idealizado por Marcia Derraik e Luiz Duva, o festival inaugurou no Brasil o formato inovador de evento 100% dedicado a performances audiovisuais em tempo real, e cumpre cada vez mais, a cada ano, sua vocação em gerar reflexão e intercâmbio entre os realizadores, os trabalhos e o público de Live Cinema. 

Este ano, a versão paulista da Mostra apresenta os artistas alemães Lillevan e Kurt Laurenz Theinert, o uruguaio Brian Mackern, além dos brasileiros Duo N-1 (SP) e Hol (BH). São nomes de grande reconhecimento por suas trajetórias internacionais, por suas técnicas e instrumentos audiovisuais customizados, e pelos conceitos e estética apurada dos seus trabalhos. 

“Estamos convictos de que o audiovisual feito ao vivo no Brasil é uma expressão artística contemporânea consolidada, forte e, acima de tudo, muito criativa. É ver para crer!”, convocam Luiz Duva e Marcia Derraik, idealizadores da IV Mostra Live CinemamLC 2011. 

SOBRE A MOSTRA LIVE CINEMA  

A IV Mostra Live Cinema é uma mostra expositiva de performances audiovisuais e trabalhos de Live Cinema e Live Images, com o uso de softwares e hardwares de manipulação de imagem, som, dados e luz, tudo em tempo real. 

O evento tem realização do SESC, apoio cultural do Oi Futuro e do Goethe Institut de São Paulo. 

O CONCEITO DA MOSTRA LIVE CINEMA 

Vivemos na época da pós-convergência das tecnologias, dos meios e das artes, uma época marcada por imagens transformáveis, vivas, recombinantes e transmutáveis. Uma época onde não existe mais diferenciação entre o real e o digital, uma época sem fronteiras, de imagens que pairam em nuvens de dados sob nossas cabeças, transpassando nossos corpos em ondas eletromagnéticas captadas por e em nossos aparelhos móveis e portáteis. Uma época em que as imagens em movimento estão sujeitas a todo tipo de processo e/ou dispositivo que as manipulem, reconstruam e as resignifiquem. De vídeos interativos publicados nas redes sociais da internet às tecnologias de projeção de vídeo mapeado e 3D, da infinidade de telas e câmeras que nos cercam e vigiam aos celulares cada vez mais espertos, tudo de alguma forma, mesmo que você não se de conta disso, produz conteúdo para época em que vivemos.

Mas o que Live Cinema tem a ver com isso? Muito, mas antes cabe uma explicação sobre o que é Live Cinema. O termo  “LIVE CINEMA” ou “Cinema ao Vivo” foi usado originalmente para classificar uma sessão de cinema silencioso que tinha a execução de música ao vivo durante a sua apresentação. Mas isso foi no início do século passado, hoje o termo “LIVE CINEMA” diz respeito à execução simultânea de imagens, sons e dados por artistas visuais, sonoros ou performáticos que apresentam suas obras ao vivo diante da platéia. São apresentações onde a improvisação e o acaso fazem parte de um processo que resulta na possibilidade de criação e vivência, por parte do público, de uma experiência audiovisual expandida, agora mais do que nunca, também entendida como sensorial e imersiva.

No Brasil, assim como em todo mundo, o Live Cinema segue uma tendência iniciada a partir do início dos anos 2000 que teve na figura do VJ (o DJ de imagens) uma peça fundamental para o seu desenvolvimento e integração com a cultura POP. Dos vídeos clipes da MTV da década de 1980 aos remixes audiovisuais dos VJs das décadas de 1990/2000, o que vemos e experimentamos desde então são formas, não novas, mas sim atualizadas de se ver e experimentar um audiovisual que pelo uso das tecnologias e técnicas disponíveis invadiram nossa vida de forma nunca antes imaginada. Hoje o Live Cinema agrega artistas do porte dos cineastas Francis Ford Coppola e Peter Greenaway, de artistas multimídia como o canadense Herman Kolgen e dos japoneses Ryoji Ikeda e Daito Manabe ou ainda dos brasileiros HOL, Bruno Vianna e Duo N-1 que através do desenvolvimento de suas pesquisas, obras e pensamentos apontam para a criação de uma forma de arte audiovisual que transcende o meio, o espaço e o tempo. Uma arte antenada com a sua época, para a qual o futuro acontece no aqui e agora e claro, feito ao vivo e em tempo real. 

PROGRAMAÇÃO 

A IV Mostra Live Cinema São Paulo acontece dias 6 e 7 de outubro no Sesc Pompeia. 

06.10 (quinta-feira) – 21:00 horas:
Metaremix – DUO N-1 (São Paulo, Brasil)

Living stereo – Brian Mackern (Uruguai)

Visual Piano – Kurt Laurenz Theinert (Alemanha)
07.10 (sexta-feira) – 21:00 horas:

Ponto, um videogame sem vencedor – Hol (1mpar) (Belo Horizonte,Brasil)

Fixation Fields – Lillevan (Alemanha)

Antología Soundtoys – Brian Mackern (Uruguai) 

Sobre os Artistas  

DUO N-1 (S. Paulo – Brasil)

06/10, 21h | Metaremix

http://n-1.art.br

Formado por Giuliano Obici e Alexandre Fenerich em junho de 2007, o Duo N-1 atua sob o rótulo da música experimental explorando diversos processos de criação sonoro-visual. Criam para as suas apresentações instrumentos sonoros e visuais, seja analógicos, eletrônicos ou digitais, que tem função específica em cada obra. A criação desses instrumentos faz parte essencial do trabalho mas a pesquisa é feita sob o olhar atento do humor e da ironia, que dão as bases das apropriações musicais e do design dos objetos (sonoros e soantes) do duo.

“Metaremix” é um ensaio da arqueologia de um instante quase-presente (que acaba de acontecer), confinado na memória implacável de uma máquina cuja vocação é a de remixar o passado. Arqueologia de um instante desdobrado em repetições e recombinações de si mesmo. A performance é dividida em duas partes. A primeira consiste numa improvisação com objetos cotidianos que produzem sons. O som e a imagem da improvisação são gravados e mais tarde o material gravado é automaticamente re-mixado consigo mesmo pelo software criado pelos artistas. Na segunda parte os performers deixam a cena e o filme remixado ao vivo é exibido para o público.

BRIAN MACKERN (Uruguai)

06/10, 21h | Living Stereo

07/10, 21h | soundtoys.anthology

http://netart.org.uy/

Artista de novas mídias, compositor, realizador audiovisual e criador de estruturas de desenvolvimento autônomo e ambientes audiovisuais reativos. Seu trabalho se concentra principalmente na análise de estruturas de procedimento e utilização de filmes de arquivo. Mackern explora design de interfaces, navegação alternativa, criação de soundtoys, animação de filme e dados em tempo real, web arte e arte sonora. Apresentou suas obras e deu seminários e palestras em diversas turnês pela Argentina, Chile, México, Espanha, França, Portugal, etc. Seu trabalho já foi exposto em grandes festivais internacionais e premiado por várias instituições. É professor de Arte Eletrônica e Digital de Belas Artes da Universidade do Uruguai, curador e coordenador de novas mídias do Centro Municipal de Exposições Subte em Montevidéu.

Living Stereo

Performance que investiga o potencial, processos estocásticos, soundtoys, animações e vídeos em tempo real, web arte e arte sonora. Seu trabalho já foi apresentado e premiado pelo mundo todo. Em seu novo projeto ‘Living Stereo’, Mackern investiga o potencial de novas formas de estruturar e combinar sons e imagens. Ele desenvolveu interfaces interativas que permitem a criação de composições audiovisuais em inúmeras permutações. Sequências apropriadas de filmes de arquivo (de diretores como Andrei Tarkovsky, William Marshall e Alfred Hitchcock) e interfaces abstratas são combinadas em uma reflexão divertida de várias faces da cultura do remix. 

Soundtoys.anthology [1996-2008] é uma recompilação de interfaces audiovisuais desenvolvidas ao longo de 12 anos pelo artista digital Brian Mackern. Em 3 telas em navegação autoral ao vivo, são apresentadas em torno de 60 soundtoys (brinquedos sonoros) dentro das mais de 140 interfaces que o artista já registrou. Estas obras pertencem a várias etapas da sua trajetória e fizeram parte de trabalhos premiados em várias oportunidades e foram exibidos em diversos festivais como Transmediale (Berlim, Alemanha), Centro de Arte Nabi (Seul, Coréia), Museu Tamayo (México), Museu de Arte Moderna de Buenos Aires (Argentina), Museu Nacional de Artes Visuais (Montevidéu, Uruguai), entre outros. 

KURT LAURENZ (Alemanha)

06/10, 21h | Visual Piano

www.theinert-lichtkunst.de 

Kurt Laurenz Theinert é fotógrafo e escultor de luz, dedicando sua obra, principalmente, a experiências visuais que, como imagens, não se referem a nada. Ao contrário, ele se empenha à busca de uma estética abstrata e redutiva. Esta busca o guiou – através do desejo por mais desmaterialização – da fotografia à luz como um meio artístico. Colaborações envolvendo artistas sonoros e músicos enriquecem seu trabalho, não só graças à incorporação de outro meio não-material (o som), mas também por promover refinamento e monitoração constante de sua própria posição artística.

Participação de MIGUEL BARELA e THOMAS ROHRER – Duo de improvisação livre e ruidismo. Thomas Rohrer, o instrumentista suíço (sax, violino e rabeca), desenvolve no Brasil um trabalho com trânsito forte entre a improvisação livre, jazz, e música regional. Miguel Barella tem uma carreira que o levou do antológico Agentss ao pós-punk do Voluntários da Pátria, sempre marcada pela experimentação. Em seus trabalhos mais recentes, Miguel investe cada vez mais na busca de uma linguagem própria na guitarra calcada no processamento do som em tempo real.

O resultado da combinação entre os dois tem sido uma extrema e contrastante liberdade criativa. Esse foi o primeiro enfoque do duo Rohrer-Barella: o engenheiro Miguel processando e mixando ao vivo a rabeca e o sax do improvisador Thomas, introduzindo os imponderáveis desvios e overdubs eletrônicos nos timbres telúricos daquele.

A performance Visual Piano propõe a apropriação de um espaço para a criação de imagens móveis utilizando como instrumento o “piano visual”.

Este instrumento é uma peça única, concebida e desenvolvida pelo fotógrafo e artista de instalações de luz Kurt Laurenz Theinert, em colaboração com os projetistas de software Roland Blach e Philip Rahlenbeck. Através de um teclado MIDI, é possível gerar padrões gráficos variáveis para projeção em uma ou múltiplas telas. Desenhadas em luz, as criações dinâmicas e imediatas não são geradas com clipes pré-gravados (como no software e hardware de VJs). Cada momento da apresentação é transmitido e modulado em tempo real através do teclado e pedais. Nesta performance a platéia e arquitetura do teatro do Sesc Pompeia serão utilizadas como suporte para as projeções. Participação de Miguel Barela e Thomas Rohrer – Duo de improvisação livre e ruidismo. 

HOL (1mpar) (B. Horizonte- Brasil)

07/10, 21h | Ponto, um videogame sem vencedor

http://hol.1mpar.com 

HOL é um projeto conceitual audiovisual generativo, criado pelo artista multimídia Henrique Roscoe (1mpar). Todas as composições buscam uma correspondência entre áudio e imagem e são executadas em performances ao vivo ou em vídeo. O projeto é baseado no conceito de sinestesia,porém ampliado, dando espaço para significações e referências.

Cores, formas e movimentos de cada elemento são sincronizados com notas, harmonias e ritmos. Som e imagem tem exatamente a mesma importância e são gerados ao mesmo tempo ao se tocar cada nota no teclado, ou através dos instrumentos específicos construídos pelo artista em software e hardware.

“Ponto, um videogame sem vencedor” é uma performance audiovisual com sons e imagens sincronizadas, tocadas com o uso de um “console” construído a partir da placa gameduino, que são controlados por dois joysticks. Baseado na Gameart, a ideia da performance é subverter a lógica dos games antigos, propondo um resignificado para o seu uso e conceitos. A performance é aberta à participação do público que pode “jogar” com o artista e assim também fazer parte da apresentação.  

LILLEVAN (Alemanha)

07/10, 21h | Fixation Fields

http://www.lillevan.com 

Lillevan trabalha com animação, vídeo e novas mídias. É mais conhecido como membro fundador do coletivo visual/musical Rechenzentrum (1997-2008). Paralelamente a seu trabalho no Rechenzentrum, Lillevan já se apresentou e colaborou com artistas de uma variedade de gêneros, de ópera a instalações, e do minimalismo experimental eletrônico à música dance ou erudita.

Suas apresentações com Rechenzentrum e outros projetos circularam pelo mundo todo – do Brasil à Sibéria, da Coréia a Cuba, Belgrado e Detroit.

Premiado e indicado em diversos festivais cultuados (Ars Electronica, Oberhausen Kurzfilmtage, etc). Fixation Fields é uma obra audiovisual que explora a relação entre luz, ritmos, psicologia e o olho. Inspirado vagamente pelas teorias expressadas por Rudolf Arnheim sobre Gestalt na arte e percepção, Lillevan cria um arranjo visual de grande densidade e poesia visual, enfatizando a forma como novas relações entre som e imagens em movimento criam significado na comunicação atual. Utilizando software personalizado, Fixation Fields gera sons através da análise de sequências de imagens, compondo uma colagem em tempo real a partir de um acervo imenso de experiências visuais e orgânicas coletadas em pesquisa ao longo dos últimos dez anos. Os sons e imagens em movimento são arranjados e manipulados durante a apresentação, criando uma experiência cinematográfica densa – um manifesto poético de percepção visual, assim como a fixação e dispersão do olhar.

  

Idealização_ luiz duva e marcia derraik

Direção geral_ marcia derraik

Direção artística_ luiz duva

Produção_ tatiana milanez e juliana maldonado

Assistente de produção_ juliana sanchez

Conteúdo site_ danilo dilettoso

Foto e vídeo_ danila bustamante

Projeto gráfico_ aline paiva

Criação do site_ pixfolio

Assessoria administrativa_ roberto de moura e alexandra gonzalez

Assessoria jurídica_ andré furtado

Secretária_ libânia pereira

Apoio_ Oi Futuro e Goethe Institut São Paulo

Concepção e Produção_ Antenna Produtora

Realização_ SESC SP 

SERVIÇO:

IV MOSTRA LIVE CINEMA
Dias 06 e 07 de outubro.
Sesc Pompéia – rua Clélia, 93 – Pompéia
telefone: (11) 3871-7700

www.livecinema.com.br

FLUXUS – Rede Criativa de Cinema

FLUXUS 2011 : um lugar expandido para o cinema
Festival exibe 34 filmes em competição no SESC Pompeia e no site
www.fluxusfestival.com
 
Qual é o lugar para se ver um filme? No cinema, em casa na TV, no computador? O lugar predeterminado para acontecer a experiência cinematográfica vem se expandido nas últimas décadas. Extrapolou há muito os parâmetros da caixa escura. Há 11 anos, o Fluxus – Festival Internacional de Cinema na Internet propõe que o cinema esteja online em www.fluxusfestival.com: ver filmes, compartilhar, o cinema como informação e formação cultural.
 
Ao Fluxus interessa exibir o cinema contemporâneo de curta duração produzido seja por novos talentos ou por cineastas premiados que contribuam para a arte do audiovisual.
A oitava edição do Fluxus 2011 apresenta 34 filmes na mostra competitiva. São filmes de ficção, documentários, animações e vídeos experimentais, captados em diferentes suportes  – digital, 35mm, Super8, Super 16, miniDV – e realizados em 18 países. Todos eles poderão ser vistos no site do Fluxus – www.fluxusfestival.com – a partir do dia 28 de junho.
 
Além da site, o Fluxus propõe também uma nova concepção para se ver filmes e participar do festival. No SESC Pompeia, de 29 de junho a 31 de julho, doze telas exibem simultaneamente os 34 filmes da mostra competitiva. O espectador percorrerá um circuito circular de exibição, em que poderá transitar por entre as telas, escolher qual curta quer ver. Não há sessões nem horários marcados. O espectador faz seu trajeto, é responsável pela sua programação.
 
O Fluxus 2011 – Festival Internacional de Cinema na Internet é apresentado pela Petrobras, através da Lei Rouanet – Ministério da Cultura. A exposição no SESC Pompeia é uma realização do SESC e tem produção e idealização da Zeta Filmes.
 
Os filmes da mostra competitiva foram escolhidos entre 1.200 inscritos. Os selecionados trazem o frescor da diversidade de temas e formas inusitadas de retratá-los. As ficções são a maioria, destacando-se entre elas aquelas em que as relações amorosas estão em destaque, como em “15 verões mais tarde”, do espanhol Pedro Collantes e “Alfama”, do português João Viana.
 
Entre os cinco documentários da competição destaque para o íntimo e pessoal “Adeus, Mandima” de Robert-Jan Lacombe; e a vida isolada na Galícia em “Rural Pretérito”, das irmãs Sonia e Miriam Albert Sobrino. O cinema brasileiro está presente com cinco filmes: do documentarista mineiro Marcos Pimentel,“Taba”; novos diretores de ficção Laura Lima (“Um Par”) e Stefano Capuzzi Lapietra (“Nalu”); o trabalho experimental do paulista Alfredo Hisa(“Nearby”) e, finalmente, a inventividade do mineiro CarlosMagno Rodrigues com “Drop in the Darkness”.
 
O Melhor Filme será eleito pelo voto do público no site do festival, mas será decidido também pelo voto dos convidados da Rede Fluxus. A partir de julho, e durante quatro meses, 50 convidados, selecionados entre formadores de opinião, artistas, jornalistas, cineastas, etc., não serão responsáveis apenas em votar, mas também farão indicações de filmes e comentários que serão replicados no Twitter e no Facebook. A ideia do Fluxus é criar no site do festival uma rede criativa e crítica sobre os filmes. O Melhor Filme será anunciado em novembro quando o Fluxus abre uma nova exposição no Oi Futuro, de Belo Horizonte.
 
 
Fluxus 2011 em números:
 
Mostra Competitiva: 34 filmes : 18 ficções, 9 experimentais, 5 documentários e 2 animações.
 
18 países: Brasil (5 filmes), Coreia do Sul (5), Espanha (5), França (3), Suíça (2),  Irã (2), e, com um filme cada, Alemanha, Argentina, Bélgica,  Estados Unidos,  Holanda, Indonésia, Inglaterra, , Portugal, Rússia, Taiwan, Turquia, Ucrânia.
 
Serviço
Fluxus 2011 – 8º Festival Internacional de Cinema na Internet
Site:www.fluxusfestival.com
twitter: @fluxus_festival
facebook.com/fluxusfestival