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Helena Ignêz e Jean-Claude Bernardet: Homenageados celebraram em Bagé o Cinema de todas as fronteiras…

Filmes de A a Z; Realizadores na mesma vibe; vários Estados representados; Celebridades, cinéfilos e voluntários de prontidão; além das festas mais descontraídas com cantoria e dança – este o tom do Festival mais agregador do país

O centenário Palacete Pedro Osório: Cultura em cenário de Cinema…

A cidade gaúcha começou a respirar CINEMA desde o sábado, 10 de dezembro, data na qual foi aberto o III FESTIVAL DE CINEMA DA FRONTEIRA.

Talvez muito poucos pudessem imaginar que ali se viveria, durante sete dias, um verdadeiro vendaval de Cinema, com filmes, encontros e discussões sobre a Sétima Arte pululando em todos os quadrantes.

Dos mais compenetrados aos mais brincalhões, teve de tudo no III FESTIVAL DE CINEMA DA FRONTEIRA, realizado pela Prefeitura Municipal de Bagé, através de sua Secretaria de Cultura. De 10 a 17 de dezembro, Bagé parou para ver, ver, ouvir, curtir, discutir e aplaudir CINEMA.

A centenária sede da Prefeitura Municipal de Bagé (foto Joyce Miranda Leão)

A produção bajeense surpreendeu e havia quase 30 filmes de curta-metragem em competição, fato merecedor de orgulho pelos cidadãos bajeenses, uma vez que até há pouco não se falava em produções audiovisuais em Bagé.

Cena de O Sabiá, curta de Zeca Brito, rodado totalmente em Bagé…

Para isso, concorreram fortemente as muitas oficinas audiovisuais promovidas pela Prefeitura Municipal, motivada sobretudo pela efeméride dos 200 anos do município do Pampa gáucho, que, aliás, é tão bonito, que deixou meio mundo de visitantes encantados e querendo retornar em 2012.

Assim, o Festival de Cinema da Fronteira – que foi o último do ano no país – serviu como grande território de agregação e CONGRAÇAMENTO entre a multifária teia de profissionais que se envolvem, por aptidão, talento, paixão e/ou vocação, nas lides cinematográficas.

Édson Papo Furado: velha guarda do samba capixaba na tela de Bagé…

Desde um filme de um jovem iniciante, como o cineasta capixaba GUI CASTOR ( o documentário Anjo Preto, contando a história do sambista Édson Papo Furado, lá de Vila Velha), passando pelo emblemátivo OLGA (de Jayme Monjardim) e chegando aos consagrados Whisky e El Baño del Papa, e até ao recém-lançado Antes que o mundo acabe…, o Festival de Cinema da Fronteira revelou-se uma importante, neecessária e singular vitrine para o Cinema dos mais diverosos gostos, olhares, sintonias e formas de expressar a vida através das imagens sonorizadas, ou sons imageticamente pensados.

A Diva HELENA IGNEZ, exemplo único de Mulher, Mãe, Atriz libertária e vanguardista, Diretora consagrada e produtora adiante de seu tempo, conquistou Bagé pela simplicidade, elegância dos gestos, beleza de seu filme Luz nas Trevas e magia contagiante de sua intepretação no clássico O Bandido da Luz Vermelha.

Quem aproveitou para ver Helena Ignêz nos dois filmes, jamais verá cinema do mesmo jeito.

Por outro lado, JEAN-CLAUDE BERNARDET, o exponencial Pensador de Cinema, diante do qual todos nós sabemos muito pouco, reafirmou o que ouvimos falar a respeito dos verdadeiros sábios: eles são tão comumente simples que se parecem com qualquer um de nós. Mas ao lado da invejável simplicidade, simpatia, cordialidade, delicadeza e refinamento dos gestos e das palavras, pulsa uma inteligência vibrante, um comichão de sapiciência e observação precisa que, quando indagado, tem sempre uma resposta convincente, sóbria, judiciosa. Uma lição de vida e de respeito ao Cinema estar e conversar com Bernardet.

Portanto, conviver com Jean-Claude Bernardet e Helena Ignez nestes dias de sol, chuva e leve frio em Bagé foi um presente dos Deuses – do Teatro, do Cinema, da Boa Conversa, do Ser Humano esculpido em argamassa de metal precioso.

Que venham novos, maiores e melhores Cinema da Fronteira.

Como almeja e promete o Prefeito Dudu Colombo, que foi, desde a primeira hora, um entusiasta e incentivador do Festival de Cinema da Fronteira.

Escritora Elvira Nascimento, Helena Ignêz, Aurora M. Leão e artista bajeense Marilu Teixeira…

Saraváaaaaaaaaaaa !!!

Defronte à Catedral: depois do Festival de Cinema, Bagé passa a ser vista como um pólo de produção e difusão no interior gaúcho… (foto Joba Migliorin)

Bagé de braços abertos para celebrar a SÉTIMA ARTE

Todos os cinemas se encontram em Bagé neste que será o último festival de cinema do ano no Brasil: III FESTIVAL DE CINEMA DA FRONTEIRA

E quem traduz com propriedade a motivação do Festival é o artista Sapiran Brito, Secretário de Cultura de Bagé…

O Sertão vai virar mar e o Pampa virar cinema

Como no tempo das revoluções, a minha cidade vai ser invadida. “De a galope”, lá vem o cinema reboleando o pala e fazendo “chara cha cha”. Só que, desta feita, a invasão é de caráter cultural.
 
Durante uma semana, Bagé será tomada por artistas de nove estados brasileiros e mais um piquete da República Oriental do Uruguai. Em vez de lanças e adagas, os duelos serão travados com palavras, sons e imagens. Não teremos mortos nem feridos, e sim todos abraçados numa grande celebração, ao contrário das antigas gestas, ninguém será saqueado, não resultarão vencidos e, ao final, todos darão “vivas” à causa que os motiva: o velho cinema de guerra.
 
Vai ter cinema dos grandões, com o melhor da produção do Brasil e do Uruguai, vai ter também o cinema dos pequeninos, aqueles que dão os primeiros passos na sétima arte. Cinema do Irã ao Povo Novo, de quebra a mostra lusófona dos países que falam a nossa língua lá do outro lado do mundo. Estará falando para nós o maior teórico do cinema nacional, também conversará conosco a grande musa do Cinema Novo, novos e consagrados realizadores conviverão no mesmo patamar.
 
 
Vai ser grande o rebuliço e Bagé vai fervilhar intelectualmente sem elitismos e sem falsa erudição. Exibições nas salas nobres como Museu Dom Diogo, Santa Thereza, Centro do Idoso, Casa de Cultura e Cine 7. Também as praças e logradouros públicos serão contemplados com cinema ao ar livre, o que cai bem nestas noites de verão. Mas não é só cinema, acompanham-no as suas outras artes irmãs: a dança, o teatro e a música.
 
Nos espaços abertos é só chegar, nos recintos fechados é só entrar, nada será cobrado, nem ingresso, nem contribuição, nem quilo de qualquer coisa. Quem paga é o estado, no caso, a Prefeitura de Bagé e o Ministério da Cultura, ou melhor, retribui, uma vez que o contribuinte, através de seus impostos já pagou antecipadamente o que agora, em parte, lhe é devolvido.
 
 
Festa democrática e plural, o III Festival de Cinema da Fronteira se inicia amanhã e só quer do povo de Bagé a presença, seja para aplaudir, para discutir ou até mesmo para criticar negativamente. Que venham todos, especialmente aqueles acomodados que há muito tempo não veem cinema porque se mantêm presos à telinha da TV. Só não teremos a pipoca, cada um que traga a sua. Também não teremos lanterninha, quem chegar atrasado que procure o seu lugar no escuro.
 
A programação será extensa. São mais de 120 filmes de curta, longa e média metragens, de todos os gêneros, para todos os gostos. Tem até filme feito aqui por nossas crianças. Vocês duvidam que criança possa fazer filme ? Pois o festival vai provar que qualquer um pode fazer o seu filme.
 
 
Sob o signo de São Sebastião decapitado, retratado pelo pincel de Glauco, que ilustra o cartaz e os demais materiais gráficos, o cinema de Bagé está à procura de sua cabeça para juntá-la ao corpo. Nós, que fomos a segunda cidade do Estado a conhecer o cinematógrafo, estamos, nos dias de hoje, retomando este fio histórico que nos liga ao cinema.
 
E se depender, especialmente, da vontade da meninada, um belo dia seremos reconhecidos como polo de produção cinematográfica, porque aqui temos a melhor luz, a mais bela paisagem, tipos humanos e 300 anos de história para contar. Só nos faltam os meios materiais e este há de ser o objetivo a ser alcançado. Chegando lá, prevalecerá o talento e a inteligência da nossa gente, que saberá transformar a sua criatividade em atividade lucrativa.
 
O antigo Capitólio, um dos berços do cinema em Bagé…
 
Enquanto isso, viajantes do sonho, continuaremos brigando porque é uma peleia que vale a pena porque, no fundo, bem lá no fundo, sabemos que o cinema tem as melhores condições para projetar além fronteiras a nossa bicentenária Bagé. É revestido de simbolismo o fato de, nesta data, estarmos dando o primeiro passo. Daqui a um século, por ocasião do tricentenário, o povo do cinema no futuro tempo dirá: ”Foi em 2011 que tudo começou”.
 
* Texto de Sapiran Brito
O Cine Glória, que tinha quase 2 mil cadeiras e era o mais popular porque tinha o ingresso mais barato…
 

A IMAGEM DO CINEMA DA FRONTEIRA

Festival em Bagé tem caráter internacional, ancorado no melhor da tradição artística do município gaúcho

A gravura que ilustra o cartaz e demais peças de divulgação do III FESTIVAL CINEMA DA FRONTEIRA é uma criação do saudoso e festejado artista GLAUCO RODRIGUES.

Natural de Bagé, expoente da arte da gravura, com seu traço original, GLAUCO RODRIGUES, ainda nos anos 50, através da nova figuração, colocou o município gaúcho no mapa das artes plásticas brasileiras.

Posteriormente, através da investigação da cor e luminosidade nacional, e profundamente influenciado pelo viés tropicalista, Glauco se pôs a decodificar o Brasil e sua carnavalização antropofágica. Foi através da imagem de São Sebastião, padroeiro de Bagé e do Rio de Janeiro, que o artista pôde exercer sua maior obsessão: realizou em vida mais de 100 imagens retratando o santo padroeiro.

Em 2011, após 5 anos de seu falecimento, a viúva Norma Rodrigues cede ao III Festival Cinema da Fronteira, a imagem de São Sebastião decapitado, criação exponencial de Glauco.

A ideia da Curadoria, embutida neste referencial artístico de GLAUCO RODRIGUES, encaminha para a possibilidade de viabilização de uma transfiguração de parâmetros culturais entre os bageenses e demais participantes, imbuída da intenção de tornar o festival um espaço livre para a confluência de idéias e sensorialidades, preenchendo vazios, e disseminando Arte, Cultura, Tradição, respeito à diversidade, transgressão e liberdade de expressão através da pluralidade do pensamento.

UM POUCO MAIS SOBRE GLAUCO RODRIGUES

Glauco Otávio Castilhos Rodrigues, nascido em Bagé em 1929 – e falecido no Rio em 2004 – era pintor, desenhista, gravador, ilustrador, cenógrafo.

Começou a pintar, como autodidata, em 1945. Em 1949, recebe bolsa de estudos da Prefeitura de Bagé e freqüenta, por três meses, a Escola Nacional de Belas Artes – Enba, no Rio de Janeiro. Em 1951, funda o Clube de Gravura de Bagé, com Glênio Bianchetti (1928) e Danúbio Gonçalves (1925). Fixa-se em Porto Alegre e participa do Clube de Gravura de Porto Alegre, fundado por Carlos Scliar (1920 – 2001) e Vasco Prado (1914 – 1998). Em 1958, muda-se para o Rio de Janeiro e integra a primeira equipe da revista Senhor. Reside em Roma entre 1962 e 1965. Ao retornar ao Brasil, participa de importantes exposições, como Opinião 66, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ. No fim da década de 1950, sua produção se aproxima da abstração. Volta à figuração no início dos anos 1960, e produz obras sob o impacto da arte pop, tratando, com humor, de temas nacionais como a imagem do índio, o carnaval, o futebol, a natureza tropical e a história do Brasil, que inspiram séries como Terra Brasilis, 1970, Carta de Pero Vaz de Caminha, 1971, No País do Carnaval, 1982 ou Sete Vícios Capitais, 1985. Na década de 1980, recebe o Prêmio Golfinho de Ouro Artes Plásticas do Governo do Estado do Rio de Janeiro e publica o livro Glauco Rodrigues, que reúne toda sua obra. Em 1999, recebe o Prêmio Ministério da Cultura Candido Portinari – Artes Plásticas.


Um dos mais festejados artistas plásticos do país, Glauco Rodrigues é bajeense. Ele é o autor da gravura que ilustra as peças publicitárias do III Festival de Cinema da Fronteira

Bagé, chegando no coração da gente pra ficar…

Cidade onde será realizado o III FESTIVAL DE CINEMA DA FRONTEIRA tem encantos que vão muito além do Cinema e de sua gente hospitaleira…

Não é nada fácil falar de Bagé, mas também não é nem um pouco difícil gostar desta cidade gaúcha, considerada a Rainha da Fronteira, por quase fazer divisa com o Uruguai – o que hoje é o município de Aceguá, já foi território bajeense. O carinho por Bagé e respeito aos fortes laços afetivos fazem com que a cidade permaneça sendo conhecida como tal…

Cidade repleta de belos e bem conservados prédios históricos, terra de meu querido amigo-irmão Zeca Brito, Bagé é quase totalmente uma cidade pacata, onde as ruas (muito largas) de pedra prevalecem, dando um charme especial (que caminha de mãos dadas com um certo burburinho de cidade grande); a culinária é pródiga em bons cozinheiros e deliciosos tipos de carne; os sinais de trânsito quase inexistem; e amplas palmeiras se misturam aos jacarandás roxos a proliferar nesta época de quase Natal.

Jacarandás são colírio em Bagé… (foto Joyce Miranda Leão Martins)

Estar aqui em Bagé tem sido uma sucessão de boas surpresas. Zeca sempre me falou muito bem sobre a terra natal, mas uma coisa é conversa de filho com saudade da casa materna; outra é constatar ao vivo com o olhar de quem chega de longe, e vem como convidada.

O belo Coreto Municipal, que será o QG do Festival de Cinema da Fronteira

Posso dizer que Bagé me conquistou pouco a pouco, a proporção em que mais e mais tornava-me amiga-parceira de Zeca Brito, e ia tomando conhecimento de muitas coisas da cultura destas bandas de cá.  Até chegar ao Bicentenário da cidade, celebrado em 17 de julho e com ecos que vão ser incorporados até julho de 2012.

As comemorações foram grandes, tendo como ponto alto a realização do Festival Internacional de Música no Pampa (FIMP), período em que a cidade foi, por 11 dias, Capital da Música Erudita. Agora, as comemorações vão viver outro momento de apogeu, fechando o ano com chave de ouro por conta da realização, de 10 a 17 próximos, da terceira edição do Festival de Cinema da Fronteira.

O belo Palacete Pedro Osório, sede da Secretaria de Cultura de Bagé…

Ressalte-se: o festival é uma realização da Prefeitura Municipal de Bagé através de sua Secretaria de Cultura, cujo titular, por sua estreita ligação com o universo artístico –  Sapiran Brito é ator, escritor, radialista e cantor – parece ser a pessoa certa no lugar adequado. A Cultura de Bagé não poderia estar em melhores mãos.

Sapiran Brito é um querido na cidade – percebe-se isso, sobretudo, em meio aos artistas da cidade, de todas as categorias, o que não é nada pouco. Em geral, artistas vivem a protestar, e, no mais das vezes, estão cobertos de razão. Mas aqui em Bagé esses reclames não acontecem porque não teriam fundamento.

Sapiran tem ademais um Chefe de Gabinete que é a própria imagem da simpatia. Foi dele o primeiro sorriso que recebi ao adentrar a Secretaria de Cultura, um sorriso com a prestimosidade de um genuíno afago de gentileza e o tamanho de um abraço de lisonjeira boas-vindas. Renato Azevedo é o homem que encaminha todas as pendências da Secretaria de Cultura, e tem ao lado a disponibilidade sempre alerta de Paulo Martinez.

Eles nos fazem sentirmo-nos em casa todas as vezes nas quais estamos no Palacete Pedro Osório para encaminhar as necessidades comuns à realização de um festival de cinema.

Como Curadora do Festival de Cinema da Fronteira, tenho percorrido Bagé, e por onde ando, sou bem recebida. Essa boa recepção se acentua quando falo no nome de Sapiran Brito. Pode haver melhor aferição de prestígio do que essa ‘voz das ruas”  em aprovo uníssono ?

Na noite de ontem, estive com minha filha no chamado ginásio Militão, um enorme espaço de Bagé que acolhe shows musicais, jogos e grandes eventos. Ali se apresentava o Grupo de Dança do Instituto Municipal de Belas Artes (IMBA), cujo comando é de Leila Cabeda.

No palco, a história do Bicentenário de Bagé, contada em expressivos quadros de dança, com ótima trilha sonora, e um naipe muito coeso de bailarinos e bailarinas de muitas idades, que fizeram bonito para uma platéia lotada.

De lá, segui com Joyce e Zeca Brito – em companhia do agradável casal Marilu e Sapiran Brito – para ver a ‘abertura oficial” das rodas de samba de Bagé, cujo brinde foi no Ali Bá Bar , onde havia uma animadíssima roda de samba da Velha Guarda de Bagé, repleta de sambistas aptos a tornar mais vibrante o já bem festejado carnaval bajeense.

Ali, vi Sapiran se desdobrando para atender a tantos cumprimentos – já que ele também é um carnavaleco de primeira grandeza – e fui recebida com carinho e muita alegria pelo Edgar Musa, um dos radialistas mais conhecidos e queridos de Bagé, alma de sambista e  vocação nata para viver e espalhar arte & cultura.

Foi lá também que conheci o jornalista Silton Leão – repórter de rádio, TV e jornal, de programa diário na TV Sem Fronteira, e que comanda, desde o mês passado – e até o próximo sábado – um programa que já virou atração nas noites de domingo em Bagé: o Dança dos Famosos de Bagé, elaborado tal e qual o que acontece como quadro do Domingão do Faustão – com direito a exibição de ensaios em telão, júris técnicos e artístico, e ‘famoso’ com professora, e ‘famosa’ com professor.

Silton leão é uma simpatia, com agilidade provavelmente adquirida no rádio diário, e que nos fez o honroso convite para estarmos logo mais, às 20:30, no Dança dos Famosos de Bagé.

Portanto, esta noite, estaremos representando o Festival de Cinema da Fronteira no programa Dança dos Famosos do Silton Leitão, diretamente de Bagé para o mundo.

Delícia de conjunto arquitetônico: Igreja de Nossa Sra Auxiliadora e Prefeitura Municipal de Bagé, responsável pela realização do Festival de Cinema da Fronteira…

Depois conto como foi, amigo leitor.

Abraços a você que nos acompanha, desde Bagé…

Festival de Bagé: inscrições terminam HOJE

ATENÇÃO REALIZADORES:

A terceira edição do FEstival Cinema da Fronteira, que vai acontecer de 10 a 17 e dezembro na cidade gaúcha que faz fronteira com o Uruguai, tem inscrições que se encerram HOJE, à meia-noite.

O Festival foi idealizado pelo ator/cantor/cineasta ZECA BRITO e já tem confirmada oficina com o conceituado crítico e roteirista Jean-Claude Bernadet.

Confiram o link no YouTube:

http://www.youtube.com/watch?v=D9Ly_cOLF-Y